GOVERNANÇA E COOPERAÇÃO

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1 Reunião Plenária do GTP-APL GOVERNANÇA E COOPERAÇÃO Brasília, 19 de agosto de 2010 SEBRAE

2 Governança Envolve uma rede de diferentes agentes - governos, instituições financeiras, instituições de ensino e pesquisa, empresas, entidades representativas, organizações nãogovernamentais, cidadãos, trabalhadores, etc - aliados em torno do desenvolvimento do território e das atividades produtivas.

3 Governança Governança diz respeito aos diferentes modos de liderança, coordenação, intervenção, participação e negociação dos conflitos nos processos decisórios locais.

4 Governança A rede de agentes ou atores que compõem a Governança também lidera o processo de busca, geração, disseminação e uso de conhecimentos

5 Governança Refere-se ao ambiente institucional e operacional dos Arranjos Produtivos Locais. Pode envolver pessoas físicas ou jurídicas que estejam ligadas às funções de investimento nas redes, ou seja, no acesso aos bens públicos de produção. (Termo de Referência para Atuação do Sistema SEBRAE em APL- julho de 2003, p.31)

6 Governança É a totalidade das diversas maneiras pelas quais os indivíduos e as instituições, públicas e privadas, administram seus problemas comuns ( e desafios). É um processo contínuo, evolutivo, mas sujeito a retrocessos, pelo qual é possível acomodar interesses conflitantes ou diferentes e realizar ações cooperativas. Adaptado da Metodologia de Desenvolvimento do Projeto PROMOS/SEBRAE/BID

7 Formas de Governança Hierárquicas : são aquelas em que a liderança é claramente exercida por um único ator, com real ou potencial capacidade de coordenar as relações econômicas e tecnológicas em determinado local. Termo de Referência para Atuação do Sistema SEBRAE em APL

8 Redes : caracteriza-se pela aglomeração de empresas, sem que um ator isolado exerça o papel de coordenação das atividades econômicas e tecnológicas. Predomina a intensidade de relações entre um amplo número de agentes onde nenhum deles é dominante. Termo de Referência para Atuação do Sistema SEBRAE em APL

9 GOVERNANÇA Gestão de Projetos no APL Necessidade de definir parceiros relevantes para o alcance dos resultados pretendidos Identificar fontes e mobilizar recursos e competências técnicas e institucionais Reconhecer limites da atuação de cada instituição envolvida (capilaridade + capacidade de parceiros) Pactuar com parceiros a matriz de intervenção: ações, gestão, cronograma, tempística

10 Governança e GEOR Como podem ajudar no desenvolvimento dos APLs? Como gerenciar essa dinâmica: do T0 ao Tfinal (construindo redes de relacionamentos).

11 Governança e GEOR Interação prévia entre as instituições para construção dos projetos Mapeamento das competências e recursos Definição dos desafios a superação dos entraves ao desenvolvimento Sensibilização: construção da visão de futuro, resultados, onde se almeja chegar? Adoção do Conceito de Comitê Gestor/GEOR como governança

12 Obstáculos aos processos de cooperação e governança Ilusão de que a proximidade leva à cooperação Ainda que as empresas percebam os benefícios de estreitar vínculos com os demais elos da cadeia, a cooperação é mais rara do que competição (desconfiança); Competição entre firmas; entre instituições de apoio; entre setores público e privado

13 Obstáculos aos Processos de Cooperação e Governança Cooperação entre instituições de apoio dificultada pela disputa por reconhecimento, imagem institucional, reservas de mercado, interesses de seus dirigentes, uso político, falta de visão estratégica, falta de controle social; Quanto mais consolidado um APL, mais as instituições de governança são dominadas por outras e mais vetam a entrada de novas tendência de se organizar politicamente e ignorar outras esferas de poder político; Dominância de certos setores (elos) na composição das estruturas de governança;

14 Obstáculos aos Processos de Cooperação e Governança Domínio político das estruturas familiares e elites locais; Questão da representatividade dos atores locais; Controle das dinâmicas intra elos da cadeia de valor é feita de fora do território, sobretudo em firmas pertencentes a cadeias globais.

15 Lições Aprendidas A experiência do SEBRAE indica que os projetos para dinamizar a competitividade e o crescimento dos setores produtivos devem contemplar: Alianças as estratégicas entre os diferentes atores Conhecimento do ambiente da cadeia produtiva Intervenção integral de apoio orientada de acordo com a demanda das empresas Metas e objetivos comuns a todos os atores envolvidos no projeto Monitoramento das ações a de evolução dos resultados

16 Casos de Sucesso Bonés s de Apucarana - PR Nova Costura Andradina MS Bacia de Campos - Petróleo - RJ Cerâmica de Terra Cozida do Pantanal Região Norte - MS

17 Parcerias SEBRAE Governança e Cooperação BRADESCO-- 17 Gerentes APL Abordagem conjunta para serviços financeiros (Osasco Dir. Varejo / Produtos Específicos). FORUM/ MPE MAPA FBB- Câmaras Setoriais MME Rede de APL Mineral

18 Parcerias SEBRAE Formação e Capacitação MBC IPEA MDA BB BNB IEL

19 Parcerias SEBRAE Acesso a Mercado MPOG MDA MTE ABDI BB SENAI APEX

20 Parcerias SEBRAE Capacidade Produtiva EMBRAPA BB CEF MDA MI CODEVASF SESI MTE MDA BASA

21 Parcerias SEBRAE Financiamento e Investimento BB CEF BNB FINEP BRADESCO BNDES MCT

22 Parcerias SEBRAE Inovação e Tecnologia IPT INMETRO MCT FINEP SENAI INPI MDIC CNI IEL

23 Parcerias SEBRAE Políticas Públicas Fórum REDESIM-Empreendedor Individual; Simplificação da lei Geral SRF- Secretaria da Receita Federal SIMPLES Entidades Municipalistas MPOG Compras Governamentais CNI Desburocratização ; Lei Geral IEL Reforma Trabalhista MI- Prêmio Desenvolvimento Territorial Conselho Nacional de Municípios CNM/Municipalização da Lei Geral Lagoa da Serra da Mesa

24 Obrigada! Francisca Pontes UACIN /SEBRAE

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