Preparo do Café na Pós Colheita

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Preparo do Café na Pós Colheita"

Transcrição

1 9 Curso de Atualização Preparo do Café na Pós Colheita Alysson Vilela Fagundes Eng. Agr.Fundação Procafé

2 Influencia na qualidade do Café: Condições da lavoura Localização/Micro Clima Nutrição e tratamento fitossanitário Cuidados no pós colheita Via Úmida Terreiro Secadores Dimensionamento do Sistema de Pós Colheita

3 Influencia na qualidade do Café: Condições da lavoura Localização/Micro Clima Nutrição e tratamento fitossanitário Cuidados no pós colheita Via Úmida Terreiro Secadores Dimensionamento do Sistema de Pós Colheita

4 Lavoura: Localização/Micro clima Altitude da região Maiores altitudes Melhores bebidas Altura da lavoura Evitar os pontos mais baixos dos terrenos Proximidades com grandes represas Ex: represa de Furnas (Sul de Minas)

5 150 ha de Café

6 150 ha de Café 15 a 20 ha com problema de bebida

7 Represa de Furnas Sul de Minas

8 Lavoura: Nutrição e Sanidade Lavouras bem nutridas dão melhor rendimento e qualidade final de bebida; Lavouras sadias com alto enfolhamento podem ter uma qualidade de bebida inferior.

9

10

11 Influencia na qualidade do Café: Condições da lavoura Localização/Micro Clima Nutrição e tratamento fitossanitário Cuidados no pós colheita Via Úmida Terreiro Secadores Dimensionamento do Sistema de Pós Colheita

12 Processamento:

13 60% de umidade 11% de umidade Processamento: água água

14 Processamento: Natural = Lavoura Terreiro Lavado = Lavoura lavador terreiro Descascado = Lavoura lavador descascador Despolpado = Descascado + Tanque Desmucilado = Descascado + Desmucilador Descascador Café da Lavoura Moega de recepção Lavador Tanques Desmucilador Terreiros

15 Natural:

16 Natural Lavado:

17 Cereja Descascado:

18 Cereja Desmucilado:

19 Cereja Despolpado:

20 Café despolpado Café cereja descascado Mais claro sem mucilagem Mais escuro com mucilagem

21

22 Cuidados na Lavoura: Não deixar o café ensacado ou amontoado na lavoura por mais de 6 horas Não deixar café cair ao chão Fazer uma colheita bem feita sem deixar café

23 Cuidados Chegada: Não deixar o café amontoado por mais de 4 horas na entrada da via úmida Não misturar lotes de cafés diferentes O funil de entrada deve ter ângulo > que 45

24 Cuidados Via Úmida: O café deve ser lavado e esparramado no mesmo dia. Não misturar o café da árvore com o de varrição. Trocar a água assim que a mesma não esteja mais translúcida. Adição de substâncias alcalinas reduzem a proliferação de fungos. Lavar todos os equipamentos retirando restos de cafés.

25 Água está Translúcida

26 Água não translúcida

27 Descascamento: Alimentar os descascadores com uma carga que permita trabalho constante; Descascamento do Passa e/ou Verde??? Utilização de Centrifugas???

28 Alimentar os descascadores com uma carga que permita trabalho constante: Cargas altas provocam embuchamento, paralisando o processo por horas.

29 Consegue-se no máximo 40% de Verde Descascado após um período de amontoamento de pelo menos 24 horas. Iniciando-se a safra com 20% de Verde: 8% será descascado 12% será de baixa qualidade Dos 40% de verde que descascam a 20% são cereja e verde cana

30 Manejo do Café verde não descascado: 1. Primeiras 24 horas deixar grão a grão no terreiro (sem revolver); 2. Segundo dia passar o rodo revolvendo (uma vez) e deixar grão ao grão; 3. Terceiro dia engrossar para 15 cm e revolver normalmente.

31 Passa descascado: Vantagens: Economia de terreiro Melhoria na qualidade Desvantagem: Café de difícil manejo

32 Cereja Passa

33 Centrífuga: Centrifuga retirando a água livre do grão

34 Cuidados no Terreiro: Cafés diferentes exigem cuidados diferentes; Alguns cuidados estão ligados à construção; Outros cuidados estão ligados ao manejo

35 Cuidados no Terreiro: Construção: Nunca nas baixadas Área plana e bem drenada Declividade de 1,5 a 2% Face de exposição norte Bem ventilado Muretas e ralos (chuvas) Pavimentação à escolha

36 Terreiro na Baixada Terreiro mais alto Declividade de 2% Muretas

37 Terreiro feito no ponto mais baixo da Fazenda

38

39 Terreiro feito no ponto mais alto da Fazenda

40

41 Importante: Nas construções Necessidades antigas novas os terreiros básicas: eram são feitosnos em pontos mais baixos altos da Fazenda para acelerar ficar mais secagem próximo do da café. água. 1.Vias de acesso 2.Dimensões e características do local 3.Água e Energia Nem sempre é possível escolher o local a construir!

42 Pavimentação do terreiro Pavimentação Umidade Tempo em (dias) Inicial Final Volume inicial Espessura da camada no terreiro em (cm) Área terreiro (m 2 ) Prova de Xícara Concreto Mole Lama Asfaltica Estritamente mole Suspenso Mole Terra Dura Fonte: Borém e colaboradores 33% de diferença no tempo de secagem Diferença na qualidade da bebida

43 Cuidados no Terreiro: Manejo em si: Cafés bóias e cereja + verde (tradicional) Cafés CD/Desmucilado e Despolpado (cuidados especiais)

44 Cuidados no Terreiro: Cuidados tradicionais: Lavar e esparramar o café no mesmo dia da chegada; Evitar a mistura de lotes (máximo dois dias); Café molhado Leiras finas (máximo 5 cm); Revolver de 8 a 10 vezes ao dia; Revolvimento no sentido da sombra Após o terceiro dia aumentar as leira Bóia = 10 cm Cereja + Verde = 8 cm

45 Cuidados no Terreiro: Cuidados tradicionais: Com previsão de chuva fazer leiras grandes nosentido da declividade; Não amontoar antes da meia seca; A partir da meia seca amontoar nas horas mais quentes do dia; Cobrir as leiras preferencialmente com panos de ráfia; Esparramar assim que a neblina baixar;

46 Cuidados no Terreiro: Cuidados especiais (descascados): Esparramar em camadas finas (3 a 5 cm) Não fazer leiras Revolver de 12 a 16 vezes por dia Após três dias formar pequenas leiras Rodos leves para não quebrar o pergaminho

47 Sol deste lado da leira Sombra deste outro lado da leira

48

49

50 Secadores: Secador Vertical ou Baú Secagem intermitente ou contínua Fluxos cruzados Grande capacidade de secagem Fácil manuseio e operação Risco de superaquecimento Grande consumo de energia Secagem desuniforme Baixa eficiência de secagem Secador Horizontal Secagem pode ser intermitente ou contínua Favorece a limpeza do produto Secagem uniforme Facilidade de manuseio Baixa eficiência energética Alto custo de investimento Pode ser usado como présecador Secador Leito Fixo Secagem pode ser intermitente ou contínua Baixo custo operacional Baixo investimento inicial Fácil construção Alto gradiente de umidade Pequena capacidade de secagem

51 Influencia na qualidade do Café: Condições da lavoura Localização/Micro Clima Nutrição e tratamento fitossanitário Cuidados no pós colheita Via Úmida Terreiro Secadores Dimensionamento do Sistema de Pós Colheita

52 Dimensões e Características: Disponibilidade de área para futuras ampliações Localização Leve encosta voltada para o Norte Divisor de águas Características do terreno Boa drenagem Ensolarado Boa ventilação Local alto (evitar o acumulo de umidade e frio)

53 Dimensionamento da Via úmida: Via Úmida = Volume (L) da safra Duração da safra (dias) x N de horas trabalhadas Considerando: Preciso de L/hora produtividade média 30 sc/ha período de processamento = 60 dias Mercado disponibiliza: Lavadores: Para 100 ha = sacas e L/h Despolpadores: Via Úmida = Le L/h Fazer do dimensionamento 60 (dias) x exato 5 horas/dia ou com sobras? Via Úmida = L/hora

54 Dimensionamento de Terreiro: Considerações: Área do Terreiro = Vol de café diário (m3) x tempo de secagem (dias) Área 100 ha com produtividade de 30 sc/ha Espessura de secagem Tempo de safra de 90 dias 30% de Cereja + 15% Verde + 55% de Bóia Espessura de secagem: Cereja + verde = 8 cm bóia = 10 cm Cereja descascado = 4 cm verde = 12 cm Tempo de Secagem Cereja + verde = 15 dias Bóia = 8 dias Cereja descascado = 5 dias Verde = 15 dias

55 Dimensionamento de Terreiro: Área do Terreiro = Vol de café diário (m3) x tempo de secagem (dias) Espessura de secagem Café lavado e não descascado: Área do Terreiro = 7,52 m 3 x 15 dias = m 2 Cereja + Verde 0,08 m Área do Terreiro = 9,19 m 3 x 8 dias = 735 m 2 Bóia 0,1 m Área Total do Terreiro = = m 2

56 Dimensionamento de Terreiro: Café lavado e descascado: Área do Terreiro = Vol de café diário (m3) x tempo de secagem (dias) Espessura de secagem Área do Terreiro = 3 m 3 x 5 dias = 400 m 2 Cereja 0,04 m Área do Terreiro = 2,51 m 3 x 15 dias = 315 m 2 Verde Área do Terreiro = 9,19 m 3 x 8 dias = 735 m 2 Bóia 0,12 m 0,1 m Área Total do Terreiro = = m 2

57 Dimensionamento de Terreiro: Café lavado e não descascado: Área Total do Terreiro = = m 2 30% Café lavado e descascado: Área Total do Terreiro = = m 2

58 Dimensionamento de Secador: Volume de Secagem = Vol café seco por h x tempo de secagem (h) Vol de café (L/dia) Volume de café seco por h = tempo de funcionamento do secador Volume de café seco por h = x 0,85 = 591 L/h 24 horas Volume de Secagem = 591 L/h x 32 horas = L Mercado disponibiliza: Secadores: 200 a L

59 ESTRUTURA COMPLETA: Considerando: Área de 100 ha produtividade média 30 sc/ha período de colheita = 90 dias Via úmida = L/hora Terreiro = a m 2 Secador = 1 de L Beneficiamento = 1 de 100 sacas/dia Barracão = 200 m 2

60 Considerações finais: Cada região, cada propriedade e talvez cada talhão tenha uma situação diferente. Fazer um café descascado não é garantia de qualidade e nem sempre tem o melhor custo/benefício. Cuidado com o dimensionamento da estrutura de pós colheita.

61 (35) Equipe: Alysson Fagundes (Fundação Procafé);

Melhoria na qualidade dos nossos cafés. André Luíz A. Garcia Eng Agr. Fundação Procafé Alysson Vilela Fagundes Eng Agr.

Melhoria na qualidade dos nossos cafés. André Luíz A. Garcia Eng Agr. Fundação Procafé Alysson Vilela Fagundes Eng Agr. Melhoria na qualidade dos nossos cafés André Luíz A. Garcia Eng Agr. Fundação Procafé Alysson Vilela Fagundes Eng Agr. Fundação Procafé O que evoluímos nos conhecimentos técnicos e científicos ao longo

Leia mais

TERREIRO PAVIMENTADO COM LAMA ASFÁLTICA

TERREIRO PAVIMENTADO COM LAMA ASFÁLTICA TERREIRO PAVIMENTADO COM LAMA ASFÁLTICA TERREIRO PAVIMENTADO COM LAMA ASFÁLTICA INTRODUÇÃO Este folheto foi elaborado visando a produção de cafés de qualidade, com enfoque na redução do investimento em

Leia mais

CARTILHA DE PRÉ E PÓS-COLHEITA DE CAFÉ NUCOFFEE

CARTILHA DE PRÉ E PÓS-COLHEITA DE CAFÉ NUCOFFEE CARTILHA DE PRÉ E PÓS-COLHEITA DE CAFÉ NUCOFFEE 1 PRÉ-COLHEITA SEGMENTAÇÃO DAS LAVOURAS Anteriormente na cafeicultura brasileira não se preocupava com as características de cada lavoura (sua variedade,

Leia mais

AGREGAÇÃO DE VALOR PRODUZINDO CAFÉ DE QUALIDADE SUPERIOR (Colheita e Pós-colheita)

AGREGAÇÃO DE VALOR PRODUZINDO CAFÉ DE QUALIDADE SUPERIOR (Colheita e Pós-colheita) WWW.CETCAF.COM.BR AGREGAÇÃO DE VALOR PRODUZINDO CAFÉ DE QUALIDADE SUPERIOR (Colheita e Pós-colheita) Autores: Frederico de Almeida Daher Marcos Moulin Teixeira 1 2 PREFÁCIO Um dos maiores gargalos na produção

Leia mais

Série tecnológica cafeicultura. Preparo do café: via seca e via úmida

Série tecnológica cafeicultura. Preparo do café: via seca e via úmida Série tecnológica cafeicultura Preparo do café: via seca e via úmida SÉRIE TECNOLÓGICA CAFEICULTURA PREPARO DO CAFÉ: VIA SECA E VIA ÚMIDA Em qualquer modalidade de preparo de cafés para a obtenção de um

Leia mais

Obtenção de cafés especiais

Obtenção de cafés especiais Obtenção de cafés especiais colheita e pós-colheita José Marcos Angélico de Mendonça Professor IF Sul de Minas Campus Muzambinho Engenheiro Agrônomo, M.Sc. Fitotecnia Q Assistant Instructor CQI O café

Leia mais

EFEITO DE ENZIMA NA RETIRADA DE MUCILAGEM DE CAFÉS DESPOLPADOS

EFEITO DE ENZIMA NA RETIRADA DE MUCILAGEM DE CAFÉS DESPOLPADOS EFEITO DE ENZIMA NA RETIRADA DE MUCILAGEM DE CAFÉS DESPOLPADOS J.B. Matiello, Marcelo Jordão Filho e Iran B. Ferreira, - Engs. Agrs. Fundação Procafé e Adam Vart, João Carlos Leite Cesar Filho e Albrecht

Leia mais

Enzimas na indústria de alimentos e bebidas

Enzimas na indústria de alimentos e bebidas s na indústria de alimentos e bebidas s são proteínas obtidas através da utilização da moderna biotecnologia. Elas são catalisadores naturais presentes nos grãos de café, consequentemente, a adição de

Leia mais

O FUTURO DO CAFÉ CEREJA DESCASCADO. I SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE QUALIDADE DE CAFÉ Instituto Agronômico de Campinas (IAC) Dezembro/03

O FUTURO DO CAFÉ CEREJA DESCASCADO. I SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE QUALIDADE DE CAFÉ Instituto Agronômico de Campinas (IAC) Dezembro/03 O FUTURO DO CAFÉ CEREJA DESCASCADO I SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE QUALIDADE DE CAFÉ Instituto Agronômico de Campinas (IAC) Dezembro/03 O QUE VAMOS ABORDAR: Qual a definição do Processo do Cereja Descascado.

Leia mais

BENEFICIAMENTO E CLASSIFICAÇÃO

BENEFICIAMENTO E CLASSIFICAÇÃO Beneficiamento e Classificação BENEFICIAMENTO E CLASSIFICAÇÃO O beneficiamento do café é uma operação pós-colheita usada para transformar, pela eliminação da casca e separação dos grãos, o fruto seco (natural

Leia mais

REVOLVIMENTO AUTOMÁTICO DO CAFÉ EM TERREIRO COBERTO FABIANO TRISTÃO ALIXANDRE ESPECIALISTA CAFEICULTURA/INCAPER

REVOLVIMENTO AUTOMÁTICO DO CAFÉ EM TERREIRO COBERTO FABIANO TRISTÃO ALIXANDRE ESPECIALISTA CAFEICULTURA/INCAPER REVOLVIMENTO AUTOMÁTICO DO CAFÉ EM TERREIRO COBERTO FABIANO TRISTÃO ALIXANDRE ESPECIALISTA CAFEICULTURA/INCAPER OBJETIVO Avaliar a eficiência do revolvimento automático e terreiro coberto na produção de

Leia mais

CUSTOS DE PRODUÇÃO DE CAFÉ CONILLON. Matiello

CUSTOS DE PRODUÇÃO DE CAFÉ CONILLON. Matiello CUSTOS DE PRODUÇÃO DE CAFÉ CONILLON Matiello Produção mundial de café robusta Evolução da produção mundial de café robusta no mundo Períodos Produção média % da produção (milhões de sacas) mundial total

Leia mais

RENDIMENTO DE FRUTOS DE CAFEEIROS, NA 1ª SAFRA, SOB EFEITO DO DÉFICIT HÍDRICO DE JAN-MAR DE EXEMPLO DE PROPRIEDADE NO SUL DE MINAS.

RENDIMENTO DE FRUTOS DE CAFEEIROS, NA 1ª SAFRA, SOB EFEITO DO DÉFICIT HÍDRICO DE JAN-MAR DE EXEMPLO DE PROPRIEDADE NO SUL DE MINAS. RENDIMENTO DE FRUTOS DE CAFEEIROS, NA 1ª SAFRA, SOB EFEITO DO DÉFICIT HÍDRICO DE JAN-MAR DE 2014 - EXEMPLO DE PROPRIEDADE NO SUL DE MINAS. J.B. Matiello Eng Agr Fundação Procafé e J. Renato Dias e Lucas

Leia mais

ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (APPCC) COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DA OCRATOXINA EM CAFÉ

ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (APPCC) COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DA OCRATOXINA EM CAFÉ ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (APPCC) COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DA OCRATOXINA EM CAFÉ FREITAS-SILVA, O. 1 ; CORREA, T.B.S. 1 ; FURTADO, A.A.L. 1 ; CHALFOUN, S.M. 2 e GELLI, D.S. 3

Leia mais

11. Colheita, Beneficiamento e Classificação do Arroz

11. Colheita, Beneficiamento e Classificação do Arroz 11. Colheita, Beneficiamento e Classificação do Arroz COLHEITA Ponto de colheita: Critério visual 2/3 do ápice os grãos vítreos 1/3 da base de grãos farináceos Critério técnico determinação da umidade

Leia mais

QUALIDADE DA SECAGEM EM DIFERENTES TIPOS DE TERREIRO

QUALIDADE DA SECAGEM EM DIFERENTES TIPOS DE TERREIRO 6ª Jornada Científica e Tecnológica e 3º Simpósio de Pós-Graduação do IFSULDEMINAS 04 de novembro de 2014, Pouso Alegre/MG QUALIDADE DA SECAGEM EM DIFERENTES TIPOS DE TERREIRO Oswaldo L. SANTOS 1 ; Carlos

Leia mais

Secagem e Armazenagem de Grãos e Sementes Aula 06

Secagem e Armazenagem de Grãos e Sementes Aula 06 Secagem e Armazenagem de Grãos e Sementes Aula 06 Sistemas de Secagem e secadores: Sistemas de secagem; Operação e monitoramento da secagem; Classificação dos secadores; Sistemas de secagem Inexiste uma

Leia mais

ASPECTOS A CONSIDERAR DENTRO DE UMA UBS DE SEMENTES DE FORRAGEIRAS ENG. AGR. DR. EVALDO CERVIERI FILHO VETORSEEDS CONSULTORIA LTDA

ASPECTOS A CONSIDERAR DENTRO DE UMA UBS DE SEMENTES DE FORRAGEIRAS ENG. AGR. DR. EVALDO CERVIERI FILHO VETORSEEDS CONSULTORIA LTDA ASPECTOS A CONSIDERAR DENTRO DE UMA UBS DE SEMENTES DE FORRAGEIRAS ENG. AGR. DR. EVALDO CERVIERI FILHO VETORSEEDS CONSULTORIA LTDA SEMENTES DAS PRINCIPAIS CULTURAS NO BRASIL MILHO 11% ALGODÃO ARROZ 0,5%

Leia mais

Curso de Atualização Manejo tecnológico da lavoura cafeeira - PROCAFÉ

Curso de Atualização Manejo tecnológico da lavoura cafeeira - PROCAFÉ Curso de Atualização Manejo tecnológico da lavoura cafeeira - PROCAFÉ Mecanização da Lavoura Cafeeira Colheita e Recolhimento Prof. FABIO MOREIRA DA SILVA Departamento de Engenharia Universidade Federal

Leia mais

MANUAL DO CAFÉ Colheita e Preparo. (Coffea arábica L.)

MANUAL DO CAFÉ Colheita e Preparo. (Coffea arábica L.) MANUAL DO CAFÉ Colheita e Preparo (Coffea arábica L.) MANUAL DO CAFÉ COLHEITA E PREPARO BELO HORIZONTE EMATER-MG ABRIL DE 2016 FICHA TÉCNICA Autores: Engenheiro Agrônomo Carlos Magno de Mesquita Engenheiro

Leia mais

Manual de Construção da Abanadora Mecânica com Acionamento Manual para Café

Manual de Construção da Abanadora Mecânica com Acionamento Manual para Café Engenharia na Agricultura Boletim Técnico n 0 08 ISSN 1518-9953 Manual de Construção da Abanadora Mecânica com Acionamento Manual para Café Cristiane Pires Sampaio 1 Marise Cotta Machado 2 Roberta Martins

Leia mais

Resumo. Introdução. Samuel Martin 1, Jadir Nogueira da Silva 2, Fabio Luiz Zanatta 3, Svetlana Fialho Soria Galvarro 4, Marcus Bochi da Silva Volk 3

Resumo. Introdução. Samuel Martin 1, Jadir Nogueira da Silva 2, Fabio Luiz Zanatta 3, Svetlana Fialho Soria Galvarro 4, Marcus Bochi da Silva Volk 3 Estudo do custo de secagem de café présecado em terreiro de concreto com posterior complementação em secador de fluxos concorrentes e contracorrentes desenvolvido Samuel Martin 1, Jadir Nogueira da Silva

Leia mais

ALTAS DOSES DE GESSO (IRRIGAÇÃO BRANCA) NA FORMAÇÃO E PRODUÇÃO DO CAFEEIRO

ALTAS DOSES DE GESSO (IRRIGAÇÃO BRANCA) NA FORMAÇÃO E PRODUÇÃO DO CAFEEIRO 38º Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras ALTAS DOSES DE GESSO (IRRIGAÇÃO BRANCA) NA FORMAÇÃO E PRODUÇÃO DO CAFEEIRO Alysson Vilela Fagundes - Eng. Agr. Fundação Procafé Antônio Wander R. Garcia

Leia mais

Revista Caatinga ISSN: X Universidade Federal Rural do Semi-Árido Brasil

Revista Caatinga ISSN: X Universidade Federal Rural do Semi-Árido Brasil Revista Caatinga ISSN: 0100-316X caatinga@ufersa.edu.br Universidade Federal Rural do Semi-Árido Brasil Oliveira Simões, Rodrigo de; D'Antonino Faroni, Lêda Rita; Marçal de Queiroz, Daniel QUALIDADE DOS

Leia mais

REGULAMENTO ARTIGO 1º - DOS OBJETIVOS

REGULAMENTO ARTIGO 1º - DOS OBJETIVOS ARTIGO 1º - DOS OBJETIVOS O III Prêmio da Região do Cerrado Mineiro tem por objetivo principal promover a Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro, bem como os seus produtores, incentivando-os a

Leia mais

FAZENDA JATOBÁ. Apresentação Casa Park Gourmet. 27 de Maio 2015

FAZENDA JATOBÁ. Apresentação Casa Park Gourmet. 27 de Maio 2015 FAZENDA JATOBÁ Apresentação Casa Park Gourmet 27 de Maio 2015 Da semente à xícara: Uma experiência sensorial no universo do café. Roteiro 1 2 3 História Fazenda Jatobá Processo de produção 4 5 6 Qualidade

Leia mais

Secagem, Armazenamento e Beneficiamento

Secagem, Armazenamento e Beneficiamento Secagem, Armazenamento e Beneficiamento Eduardo da Costa Eifert A qualidade dos grãos de arroz é influenciada pelo método de secagem, pelo beneficiamento, pelas condições de armazenamento, como também

Leia mais

Fim do El Niño antecipa colheita do café

Fim do El Niño antecipa colheita do café Fim do El Niño antecipa colheita do café Williams Ferreira 1, Marcelo Ribeiro 2, Domingos Queiroz 3 e Sammy Soares 4 (Viçosa, 12.05.2016) - No Brasil, o tempo seco e quente esteve presente em parte do

Leia mais

PRÁTICAS DE PÓS COLHEITA PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE ALTA QUALIDADE. Prof. Francisco Villela

PRÁTICAS DE PÓS COLHEITA PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE ALTA QUALIDADE. Prof. Francisco Villela PRÁTICAS DE PÓS COLHEITA PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE ALTA QUALIDADE Prof. Francisco Villela francisco.villela@ufpel.edu.br CUIDADOS DA SEMEADURA ATÉ A COLHEITA DIAS APÓS O FLORESCIMENTO MATURAÇÃO FISIOLÓGICA

Leia mais

Murilo Ferraz Tosta Carlos Henrique C. Guiraldeli

Murilo Ferraz Tosta Carlos Henrique C. Guiraldeli Murilo Ferraz Tosta Engenheiro Agrônomo Doutorando Engenharia Agrícola Processamento de Produtos Agrícolas Orientado pelo Prof. Dr. Flavio Meira Borém Carlos Henrique C. Guiraldeli Graduando em Agronomia

Leia mais

Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata Antichama 8935 para lavagem industrial

Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata Antichama 8935 para lavagem industrial Boletim Técnico Material Refletivo 3M Scotchlite Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata Antichama 8935 para lavagem industrial Descrição industrial foi desenvolvido para uso em vestuários de segurança

Leia mais

-Logo após o ponto de maturidade fisiológica dos grãos, teoricamente, a colheita já pode ser realizada;

-Logo após o ponto de maturidade fisiológica dos grãos, teoricamente, a colheita já pode ser realizada; 7 - Secagem 1 7.1 - Introdução -Logo após o ponto de maturidade fisiológica dos grãos, teoricamente, a colheita já pode ser realizada; -Na prática isso não ocorre em função do alto teor de umidade nessa

Leia mais

PRODUÇÃO DE MUDAS FLORESTAIS. José Amarildo da Fonseca

PRODUÇÃO DE MUDAS FLORESTAIS. José Amarildo da Fonseca PRODUÇÃO DE MUDAS FLORESTAIS José Amarildo da Fonseca jafonsec@esalq.usp.br Objetivos Quantidade Custo Qualidade Prazo Histórico Histórico Histórico Produção de Mudas Florestais Objetivo (demanda) Tipos

Leia mais

Avicultura Frango de Corte Nome Frango de Corte Informação Produto Tecnológica Data Agosto Preço - Linha Avicultura Informações.

Avicultura Frango de Corte Nome Frango de Corte Informação Produto Tecnológica Data Agosto Preço - Linha Avicultura Informações. 1 de 5 10/16/aaaa 10:59 Avicultura Nome Informação Produto Tecnológica Data Agosto -2000 Preço - Linha Avicultura Informações Resenha resumidas sobre Autor(es) João Ricardo Albanez - Zootecnista Avicultura

Leia mais

Prof. Vital Pedro da Silva Paz

Prof. Vital Pedro da Silva Paz Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Centro de Ciência Agrárias, Ambientais e Biológicas Núcleo de Engenharia de Água e Solo Disciplina: CCA 039 - Irrigação e Drenagem Prof. Vital Pedro da Silva

Leia mais

Saneamento Urbano TH419

Saneamento Urbano TH419 Universidade Federal do Paraná Arquitetura e Urbanismo Saneamento Urbano TH419 Aula 06 Declividade e estruturação viária Profª Heloise G. Knapik 1 Traçado de vias e Curvas de Nível Estrada em serra francesa

Leia mais

Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata

Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata SOMOS UM GRUPO BEM GRANDE DE COMPANHEIROS E CADA UM DÁ A MÃO AO OUTRO. O CTA - Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata é uma organização não

Leia mais

REGULAMENTO 9º CONCURSO DE QUALIDADE DOS CAFÉS DE POÇOS DE CALDAS 2016

REGULAMENTO 9º CONCURSO DE QUALIDADE DOS CAFÉS DE POÇOS DE CALDAS 2016 REGULAMENTO 9º CONCURSO DE QUALIDADE DOS CAFÉS DE POÇOS DE CALDAS 2016 CAPÍTULO I - Dos objetivos Art. 1º. Constituem objetivo geral do Concurso à integração entre as Cooperativas, Associações, Prefeitura

Leia mais

Desenvolvimento de uma planilha eletrônica para avaliação energética de secadores de grãos

Desenvolvimento de uma planilha eletrônica para avaliação energética de secadores de grãos Desenvolvimento de uma planilha eletrônica para avaliação energética de secadores de grãos Adriano Divino Lima Afonso 1, João Batista Guerra Jr 2, Jefferson Luiz Gonçalves Silva 2 52 1 Professor Adjunto

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE SECAGENS DE CAFÉ CEREJA DESCASCADO EM TERREIROS COM DIFERENTES TIPOS DE PAVIMENTAÇÃO 1

COMPARAÇÃO ENTRE SECAGENS DE CAFÉ CEREJA DESCASCADO EM TERREIROS COM DIFERENTES TIPOS DE PAVIMENTAÇÃO 1 COMPARAÇÃO ENTRE SECAGENS DE CAFÉ CEREJA DESCASCADO EM TERREIROS COM DIFERENTES TIPOS DE PAVIMENTAÇÃO 1 Fernando Ampessan 2, Adílio Flauzino de Lacerda Filho 3, Marcus Bochi da Silva Volk 4, Roberta Jimenez

Leia mais

Diagrama do Pré-projeto

Diagrama do Pré-projeto Diagrama do Pré-projeto 2 Fase - Medição Como se origina o vento? Os ventos consistem no deslocamento em sentido horizontal de grandes massas de ar, que se movem em torno da superfície terrestre, tendo

Leia mais

COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE GRÃOS DE CAFÉS (Coffea arabica L.) SUBMETIDOS A DIFERENTES TIPOS DE PRÉ-PROCESSAMENTO

COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE GRÃOS DE CAFÉS (Coffea arabica L.) SUBMETIDOS A DIFERENTES TIPOS DE PRÉ-PROCESSAMENTO COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE GRÃOS DE CAFÉS (Coffea arabica L.) SUBMETIDOS A DIFERENTES TIPOS DE PRÉ-PROCESSAMENTO PEREIRA, R.G.F.A. 1 ; VILLELA, T.C. 2 e ANDRADE, E.T. 3 1 DS, Professor Adjunto, DCA UFLA,

Leia mais

VEDATOP FLEX (NOVO) Este produto também pode ser utilizado em reservatórios de concreto.

VEDATOP FLEX (NOVO) Este produto também pode ser utilizado em reservatórios de concreto. Produto VEDATOP FLEX é uma argamassa polimérica, flexível, termoplástica indicada para vedar e eliminar vazamentos e umidade. Adere perfeitamente a concreto, alvenaria e argamassa, acompanhando eventuais

Leia mais

Boletim Técnico. Material Refletivo 3M Scotchlite. Tecido Refletivo Prata Descrição

Boletim Técnico. Material Refletivo 3M Scotchlite. Tecido Refletivo Prata Descrição Boletim Técnico Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Refletivo Prata 8910 Descrição O Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata 8910 foi desenvolvido para uso em vestuários de segurança e em roupas

Leia mais

Adubação de Lavouras Podadas. Alysson Vilela Fagundes Eng. Agr.Fundação Procafé

Adubação de Lavouras Podadas. Alysson Vilela Fagundes Eng. Agr.Fundação Procafé Adubação de Lavouras Podadas Alysson Vilela Fagundes Eng. Agr.Fundação Procafé Aspectos relevantes e indispensáveis 1. Tipos de Podas Critérios básicos para o sucesso das podas 2. Adubação do cafeeiro

Leia mais

Exemplos Práticos de Aplicação da Energia Fotovoltaica no meio Rural Curso Energias Renováveis 02 a 06 de outubro de 2017 Concórdia/SC

Exemplos Práticos de Aplicação da Energia Fotovoltaica no meio Rural Curso Energias Renováveis 02 a 06 de outubro de 2017 Concórdia/SC Exemplos Práticos de Aplicação da Energia Fotovoltaica no meio Rural Curso Energias Renováveis 02 a 06 de outubro de 2017 Concórdia/SC Matias Felipe E. Kraemer Eng. Agrônomo - Me. Desenvolvimento Rural

Leia mais

Comunicado técnico nº7

Comunicado técnico nº7 Comunicado técnico nº7 Gestão da umidade no beneficiamento Parte 1 A umidade do algodão: um critério essencial para o desempenho do beneficiamento Giancarlo Goldoni Jr. 1. Generalidades e justificativas

Leia mais

ARROZ. Benefícios proporcionados pela Uniformidade de Secagem

ARROZ. Benefícios proporcionados pela Uniformidade de Secagem ARROZ Benefícios proporcionados pela Uniformidade de Secagem Arroz Mercado Global TOP 10 Maiores Produtores de Arroz 2015/2016 (mil toneladas arroz beneficiado) 1 China 145770 30,9% 2 India 104408 22,1%

Leia mais

Saneamento Ambiental I. Aula 15 Flotação e Filtração

Saneamento Ambiental I. Aula 15 Flotação e Filtração Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 15 Flotação e Filtração Profª Heloise G. Knapik 1 Conteúdo Módulo 2 Parâmetros de qualidade de água - Potabilização Coagulação

Leia mais

Híbridos de. Os híbridos de sorgo Dow AgroSciences apresentam um portifólio completo com liderança marcante no mercado.

Híbridos de. Os híbridos de sorgo Dow AgroSciences apresentam um portifólio completo com liderança marcante no mercado. Híbridos de SORGO Os híbridos de sorgo Dow AgroSciences apresentam um portifólio completo com liderança marcante no mercado. 1G233 Estabilidade produtiva, com qualidade de grãos Altura: 1,15m semiaberta

Leia mais

28/01/2013 UMIDADE DAS SEMENTES REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DA FORMA DE FIXAÇÃO DA ÁGUA NAS SEMENTES ÁGUA LIVRE (ÁGUA NÃO ADSORVIDA E SOLVENTE)

28/01/2013 UMIDADE DAS SEMENTES REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DA FORMA DE FIXAÇÃO DA ÁGUA NAS SEMENTES ÁGUA LIVRE (ÁGUA NÃO ADSORVIDA E SOLVENTE) SECAGEM DE SEMENTES Profª. Marcela Carlota Nery UMIDADE DAS SEMENTES REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DA FORMA DE FIXAÇÃO DA ÁGUA NAS SEMENTES ÁGUA LIVRE (ÁGUA NÃO ADSORVIDA E SOLVENTE) 4 º TIPO: ÁGUA DE IMPREGNAÇÃO

Leia mais

Figura 1. Estrutura simplificada do fruto do café.

Figura 1. Estrutura simplificada do fruto do café. Comunicado 4 Técnico ISSN 2179-7757 Setembro, 2013 Brasília, DF Produção de Café Cereja Descascado Equipamentos e Custo de Processamento Juarez de Sousa e Silva 1 Aldemar Polonini Moreli 2 Sammy Fernandes

Leia mais

DESFOLHA DOS CAFEEIROS CAUSAS, EVOLUÇÃO E EFEITOS. J.B. Matiello Eng Agr Mapa-Fundação Procafé

DESFOLHA DOS CAFEEIROS CAUSAS, EVOLUÇÃO E EFEITOS. J.B. Matiello Eng Agr Mapa-Fundação Procafé DESFOLHA DOS CAFEEIROS CAUSAS, EVOLUÇÃO E EFEITOS J.B. Matiello Eng Agr Mapa-Fundação Procafé Importância do enfolhamento As folhas são o órgão de síntese de energia para a planta, através da fotossíntese.

Leia mais

XIV SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO SISTEMAS DE COLHEITA DE MADEIRA E TRANSPORTE FLORESTAL. Osvaldo Malinowski Diretor Imbaú Transportes e Serviços Ltda

XIV SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO SISTEMAS DE COLHEITA DE MADEIRA E TRANSPORTE FLORESTAL. Osvaldo Malinowski Diretor Imbaú Transportes e Serviços Ltda INTERFACE, BIOMASSA RESIDUAL DE COLHEITA, MÉTODOS DE PREPARO DO SOLO E PLANTIO DA PRÓXIMA ROTAÇÃO XIV SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO SISTEMAS DE COLHEITA DE MADEIRA E TRANSPORTE FLORESTAL Osvaldo Malinowski

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO NOSSOCAFÉ: A ser publicado no site diariamente no período de - 01/08/2017 a 31/12/2017.

REGULAMENTO DO CONCURSO NOSSOCAFÉ: A ser publicado no site  diariamente no período de - 01/08/2017 a 31/12/2017. REGULAMENTO DO CONCURSO NOSSOCAFÉ: A ser publicado no site www.nossocafeyara.com.br diariamente no período de - 01/08/2017 a 31/12/2017. ARTIGO 1 DOS OBJETIVOS Incentivar a produção de cafés de alta qualidade,

Leia mais

Definição de irrigação: Aplicação de água no solo mediante o uso de. total, com o objetivo de suprir as

Definição de irrigação: Aplicação de água no solo mediante o uso de. total, com o objetivo de suprir as Parte 1: Técnicas de irrigação Definição de irrigação: Aplicação de água no solo mediante o uso de técnicas artificiais, de forma complementar ou total, com o objetivo de suprir as necessidades d hídricas

Leia mais

Novas atualidades no uso de Podas. Gabriel Reis Lacerda - Eng Agr. Fundação Procafé André Luíz A. Garcia Eng Agr. Fundação Procafé

Novas atualidades no uso de Podas. Gabriel Reis Lacerda - Eng Agr. Fundação Procafé André Luíz A. Garcia Eng Agr. Fundação Procafé Novas atualidades no uso de Podas Gabriel Reis Lacerda - Eng Agr. Fundação Procafé André Luíz A. Garcia Eng Agr. Fundação Procafé Influência da área vertical das plantas após podas 1ª- alta 2ª baixa 3ª-

Leia mais

EFICIÊNCIA DA SECAGEM DE CAFÉ (Coffea arabica L.), EM SECADOR DE CAMADA FIXA VERTICAL COM REVOLVIMENTO MECÂNICO

EFICIÊNCIA DA SECAGEM DE CAFÉ (Coffea arabica L.), EM SECADOR DE CAMADA FIXA VERTICAL COM REVOLVIMENTO MECÂNICO EFICIÊNCIA DA SECAGEM DE CAFÉ (Coffea arabica L.), EM SECADOR DE CAMADA FIXA VERTICAL COM REVOLVIMENTO MECÂNICO Adriana Maria de GRANDI, UFV Evandro de Castro MELO, UFV Pedro Amorim BERBERT, UENF Marise

Leia mais

Prova de Aptidão Profissional Tema: O café. Curso Técnico de Restauração Variante Restaurante-Bar Adérito Oliveira

Prova de Aptidão Profissional Tema: O café. Curso Técnico de Restauração Variante Restaurante-Bar Adérito Oliveira Escola Profissional e Artística da Marinha Grande Prova de Aptidão Profissional Tema: O café Curso Técnico de Restauração Variante Restaurante-Bar 2009-2012 Adérito Oliveira Escola Profissional e Artística

Leia mais

Introdução à Meteorologia Agrícola

Introdução à Meteorologia Agrícola Universidade Federal de Goiás Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos Programa de Pós-Graduação em Agronomia Área de Concentração em Solo e Água AULA 1 Introdução à Meteorologia Agrícola Prof. Regis

Leia mais

IRGA 424 OPÇÃO DE PRODUTIVIDADE

IRGA 424 OPÇÃO DE PRODUTIVIDADE IRGA 424 OPÇÃO DE PRODUTIVIDADE A IRGA 424 apresenta como diferencial o alto potencial produtivo, responde muito bem ao manejo e às altas adubações. Origem: cruzamento IRGA 370-42-1-1F-B5/BR IRGA 410//IRGA

Leia mais

15º Encontro Técnico Internacional de Alto Nível: Compostagem em Escala Industrial

15º Encontro Técnico Internacional de Alto Nível: Compostagem em Escala Industrial 15º Encontro Técnico Internacional de Alto Nível: Compostagem em Escala Industrial Da Torta de Filtro ao Fertilizante Organomineral Estudo de Caso do Setor Sucroalcooleiro. Engª Agrª Camila Martinez Guidi

Leia mais

Produção de Ovos Comerciais

Produção de Ovos Comerciais Produção de Ovos Comerciais Introdução 1 Características das Granjas Modernas Operação em grandes volumes: Lucro pequeno, Crises cíclicas, Plantéis acima de 100.000 aves; Sistema tudo dentro / tudo fora;

Leia mais

9586 Vermelho-Alaranjado Fluorescente Resistente à Chama 9587 Amarelo-Esverdeado Fluorescente Resistente à Chama

9586 Vermelho-Alaranjado Fluorescente Resistente à Chama 9587 Amarelo-Esverdeado Fluorescente Resistente à Chama Boletim Técnico Dezembro 3M Tecido Refletivo Scotchlite: 9586 Vermelho-Alaranjado Fluorescente Resistente à Chama 9587 Amarelo-Esverdeado Fluorescente Resistente à Chama Descrição O Material Refletivo

Leia mais

SAC 0800-VEDACIT DEMAIS DEPARTAMENTOS (11) DE SEGUNDA A SEXTA DAS 8H ÀS 17H45

SAC 0800-VEDACIT DEMAIS DEPARTAMENTOS (11) DE SEGUNDA A SEXTA DAS 8H ÀS 17H45 Produto CARBOLÁSTICO LAJE é uma massa asfáltica que forma uma camada impermeável de grande durabilidade sobre a estrutura; De aplicação a frio sem emendas, está pronta para uso e é moldada no local. Características

Leia mais

Manual de manutenção de carpete

Manual de manutenção de carpete Manual de manutenção de carpete Passo 1 Passo 4 Limpeza profunda Sujeira do lado de fora Passo 3 Remoção de manchas Passo 2 Aspiração diária O carpete como qualquer revestimento requer cuidados. Grande

Leia mais

Produção de Ovos Comerciais

Produção de Ovos Comerciais Introdução 1- Características das Granjas Modernas Produção de Ovos Comerciais Operação em grandes volumes: Lucro pequeno Crises cíclicas Plantéis acima de 100.000 aves Sistema tudo dentro / tudo fora;

Leia mais

ASPECTOS ENERGÉTICOS DE UM SISTEMA COMBINANDO ALTAS E BAIXAS TEMPERATURAS PARA SECAGEM DE CAFÉ DESPOLPADO

ASPECTOS ENERGÉTICOS DE UM SISTEMA COMBINANDO ALTAS E BAIXAS TEMPERATURAS PARA SECAGEM DE CAFÉ DESPOLPADO ASPECTOS ENERGÉTICOS DE UM SISTEMA COMBINANDO ALTAS E BAIXAS TEMPERATURAS PARA SECAGEM DE CAFÉ DESPOLPADO Evandro de Castro MELO, UFV, ecmelo@mail.ufv.br Pedro Amorim BERBERT, UENF André Tessari FREIRE,

Leia mais

COMO CULTIVAR ORQUIDEAS

COMO CULTIVAR ORQUIDEAS Qual o melhor vaso? Acerte na escolha! Muitas pessoas me escrevem com dúvidas na hora de escolher o vaso para plantar suas orquídeas. No mercado, existem diversas opções à venda. Os mais comuns são: de

Leia mais

EFEITO DO MATHURY NA UNIFORMIDADE DE MATURAÇÃO DO CAFEEIRO EM LAVOURAS DE CAFEICULTURA DE MONTANHA

EFEITO DO MATHURY NA UNIFORMIDADE DE MATURAÇÃO DO CAFEEIRO EM LAVOURAS DE CAFEICULTURA DE MONTANHA EFEITO DO MATHURY NA UNIFORMIDADE DE MATURAÇÃO DO CAFEEIRO EM LAVOURAS DE CAFEICULTURA DE MONTANHA Dimmy H. S. Gomes Barbosa Eng. Agrônomo, D.Sc Cafeicultor/Pesquisador Dennys Silveira G. Barbosa Eng.

Leia mais

Nome do produtor, nome da propriedade, município e Estado/região produtora, onde se encontra a lavoura (latitude e longitude); Quantidad

Nome do produtor, nome da propriedade, município e Estado/região produtora, onde se encontra a lavoura (latitude e longitude); Quantidad A Semana Internacional do Café institui a SALA DE CUPPING&NEGÓCIOS e COFFEE OF THE YEAR 2016, que serão realizados durante a Semana Internacional, no período de 21 a 23 de setembro de 2016, na Sala de

Leia mais

De sequeiro aos pivôs centrais: A experiência da Fazenda Sta. Clara

De sequeiro aos pivôs centrais: A experiência da Fazenda Sta. Clara De sequeiro aos pivôs centrais: A experiência da Fazenda Sta. Clara Fabrício Pereira Anizelli Engenheiro Civil UNIOESTE Agricultor a 13 anos Membro comissão de grãos FAEP Participa da Diretoria do Sindicato

Leia mais

Pontos críticos na fabricação de sal mineral / ração. Dr. Lucas Eduardo Pilon Médico Veterinário ATC Canal Indústria de Ração DSM - Tortuga

Pontos críticos na fabricação de sal mineral / ração. Dr. Lucas Eduardo Pilon Médico Veterinário ATC Canal Indústria de Ração DSM - Tortuga Pontos críticos na fabricação de sal mineral / ração Dr. Lucas Eduardo Pilon Médico Veterinário ATC Canal Indústria de Ração DSM - Tortuga Outubro de 2016 Quem Somos DSM, Dutch State Mines DSM foi criada

Leia mais

A práticas realizadas após a colheita são tão importantes quanto àquelas realizadas antes da colheita;

A práticas realizadas após a colheita são tão importantes quanto àquelas realizadas antes da colheita; 6 - Colheita 1 6.1 - Introdução A práticas realizadas após a colheita são tão importantes quanto àquelas realizadas antes da colheita; Da colheita às vezes depende a quantidade e também a qualidade do

Leia mais

Agitação e Mistura. Profa. Marianne Ayumi Shirai. Agitação e Mistura

Agitação e Mistura. Profa. Marianne Ayumi Shirai. Agitação e Mistura Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Londrina Departamento Acadêmico de Alimentos Operações Unitárias na Indústria de Alimentos Agitação e Mistura Profa. Marianne Ayumi Shirai Agitação e Mistura

Leia mais

AVALIAÇÃO DE UMA ABANADORA MECÂNICA COM ACIONAMENTO MANUAL PARA CAFÉ CEREJA

AVALIAÇÃO DE UMA ABANADORA MECÂNICA COM ACIONAMENTO MANUAL PARA CAFÉ CEREJA AVALIAÇÃO DE UMA ABANADORA MECÂNICA COM ACIONAMENTO MANUAL PARA CAFÉ CEREJA SAMPAIO, C.P. 1 ; MACHADO, M.C. 2 ; SILVA, J.S. 3 e SAMPAIO FILHO, D.S. 4 1 Eng ª Agrícola, MS-DEA/UFV- Viçosa-MG-(31) 3899-1889,

Leia mais

Processo produtivo do café torrado e moído

Processo produtivo do café torrado e moído Processo produtivo do café torrado e moído Priscilla Bassetto, (EPA, UNESPAR/Campus de Campo Mourão) pri_bass@hotmail.com Regiane Silva do Espirito Santo, (EPA, UNESPAR/Campus de Campo Mourão) regiane.s.e.s@hotmail.com

Leia mais

Avaliação de Perdas em Unidades Armazenadoras

Avaliação de Perdas em Unidades Armazenadoras Grãos 2009 - Simpósio e - 8º Expo Pós-Colheita de Grãos Avaliação de Perdas em Unidades Armazenadoras Luís César da Silva Dr. Engenharia Agrícola Universidade Federal do Espírito Santo - UFES 1 Novembro/

Leia mais

Agronegócio do Café: aspectos econômicos

Agronegócio do Café: aspectos econômicos Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal LES 504 Plantas Estimulantes Agronegócio do Café: aspectos econômicos Ricardo Shirota, Ph.D. - Professor - Depto. Economia,

Leia mais

A Cafeicultura do Sul e Oeste de Minas Gerais

A Cafeicultura do Sul e Oeste de Minas Gerais A Cafeicultura do Sul e Oeste de Minas Gerais Eng. Agr. Antônio Wander Rafael Garcia MAPA/Fundação Procafé Varginha-MG 1. INTRODUÇÃO Cerca de 183 municípios. População aproximada de 2,3 milhões de habitantes

Leia mais

Piscinas e reservatórios elevados Argamassa

Piscinas e reservatórios elevados Argamassa Piscinas e reservatórios elevados Argamassa Sistema Impermeabilizante especificado DRYKOTEC 1000 / DRYKOTEC 7000 Revestimento impermeabilizante com alto teor de resina termoplástica e cimentos com cargas

Leia mais

VARIAÇÃO DA TEMPERATURA E DO TEOR DE ÁGUA DO CAFÉ EM SECADOR ROTATIVO USANDO LENHA E GLP COMO COMBUSTÍVEIS

VARIAÇÃO DA TEMPERATURA E DO TEOR DE ÁGUA DO CAFÉ EM SECADOR ROTATIVO USANDO LENHA E GLP COMO COMBUSTÍVEIS VARIAÇÃO DA TEMPERATURA E DO TEOR DE ÁGUA DO CAFÉ EM SECADOR ROTATIVO USANDO LENHA E GLP COMO COMBUSTÍVEIS CARLOS H. R. REINATO 1, FLÁVIO M. BORÉM 2 RESUMO: O presente estudo foi realizado no Pólo de Tecnologia

Leia mais

SAC 0800-VEDACIT DEMAIS DEPARTAMENTOS (11) DE SEGUNDA A SEXTA DAS 8H ÀS 17H45

SAC 0800-VEDACIT DEMAIS DEPARTAMENTOS (11) DE SEGUNDA A SEXTA DAS 8H ÀS 17H45 Produto CARBOLÁSTICO 1 é uma pintura asfáltica de grande durabilidade, de aplicação a frio sem emendas, pronta para uso e moldada no local, que forma uma camada impermeável sobre a estrutura. Características

Leia mais

VEDAPREN PAREDE (NOVO)

VEDAPREN PAREDE (NOVO) Produto VEDAPREN PAREDE é uma pintura impermeável e elástica que protege as paredes contra fissuras e batidas de chuva, além de ter alta durabilidade. Pode ser aplicado sobre reboco, concreto, fibrocimento

Leia mais

SAC 0800-VEDACIT DEMAIS DEPARTAMENTOS (11) DE SEGUNDA A SEXTA DAS 8H ÀS 17H45

SAC 0800-VEDACIT DEMAIS DEPARTAMENTOS (11) DE SEGUNDA A SEXTA DAS 8H ÀS 17H45 Produto O PRIMER ECO VEDACIT é uma emulsão asfáltica indicada para imprimação de superfícies de concreto ou argamassa para colagem de mantas asfálticas e fitas autoadesivas. Apresenta secagem rápida e

Leia mais

VEDAPREN. Densidade: 1,02 g/cm³ Aparência: Preto(a) Composição básica: Emulsão asfáltica modificada com elastômeros. Validade: 24 meses

VEDAPREN. Densidade: 1,02 g/cm³ Aparência: Preto(a) Composição básica: Emulsão asfáltica modificada com elastômeros. Validade: 24 meses Produto VEDAPREN é uma manta líquida, de base asfalto elastomérico e aplicação a frio sem emendas, pronta para uso e moldada no local. Cobre a estrutura com uma proteção impermeável e apresenta ótimas

Leia mais

COLHEITA DE SEMENTES INTRODUÇÃO LPV : PRODUÇÃO DE SEMENTES. Objetivo Básico da Colheita de Sementes PROBLEMAS DA COLHEITA. Conceito.

COLHEITA DE SEMENTES INTRODUÇÃO LPV : PRODUÇÃO DE SEMENTES. Objetivo Básico da Colheita de Sementes PROBLEMAS DA COLHEITA. Conceito. LPV - 0638: PRODUÇÃO DE SEMENTES COLHEITA DE SEMENTES Julio Marcos Filho Tecnologia de Sementes DEPTO. DE PRODUÇÃO VEGETAL USP/ESALQ INTRODUÇÃO Planta produtora de grãos: Vegetação Florescimento Frutificação

Leia mais

COMPARAÇÃO DOS TIPOS DE PROCESSAMENTO PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ARÁBICA QUANTO À QUALIDADE DO PRODUTO FINAL

COMPARAÇÃO DOS TIPOS DE PROCESSAMENTO PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ARÁBICA QUANTO À QUALIDADE DO PRODUTO FINAL COMPARAÇÃO DOS TIPOS DE PROCESSAMENTO PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ARÁBICA QUANTO À QUALIDADE DO PRODUTO FINAL Sérgio Henriques Saraiva 1, Maria Zanuncio Araújo 2, Suzana Maria Della Lucia 3, Luis César da Silva

Leia mais

ATENÇÃO. www.poscolheita.com.br. juarez@ufv.br ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO:

ATENÇÃO. www.poscolheita.com.br. juarez@ufv.br ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO: ATENÇÃO ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO: www.poscolheita.com.br juarez@ufv.br CAFEICULTURA DE MONTANHA & CAFÉ COM QUALIDADE Tecnologias

Leia mais

PANORAMA DA CAFEICULTURA ARABICA NO BRASIL

PANORAMA DA CAFEICULTURA ARABICA NO BRASIL PANORAMA DA CAFEICULTURA ARABICA NO BRASIL Rodrigo Ticle Ferreira Projeto Educampo Café - Capal/Sebrae Campo Experimental de Café da Capal Triângulo/Alto Paranaíba ALTO PARANAÍBA-MG REGIÕES POLO ALTO PARANAÍBA-MG

Leia mais

COMPARAÇÃO DOS TIPOS DE PROCESSAMENTO PÓS-COLHEITA DO CAFÉ CONILON QUANTO À QUALIDADE DO PRODUTO FINAL

COMPARAÇÃO DOS TIPOS DE PROCESSAMENTO PÓS-COLHEITA DO CAFÉ CONILON QUANTO À QUALIDADE DO PRODUTO FINAL COMPARAÇÃO DOS TIPOS DE PROCESSAMENTO PÓS-COLHEITA DO CAFÉ CONILON QUANTO À QUALIDADE DO PRODUTO FINAL Sérgio Henriques Saraiva 1, Lílian Bozzi Zeferino 2, Luis César da Silva 3, Suzana Maria Della Lucia

Leia mais

3 Bonecos de sal E3-1

3 Bonecos de sal E3-1 3 Bonecos de sal E3-1 o que necessitas INGREDIENTES BÁSICOS uma medida de farinha uma medida de sal fino meia medida de água da torneira MATERIAL recipientes para os ingredientes chávenas para servirem

Leia mais

EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE MINAS GERAIS - EPAMIG

EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE MINAS GERAIS - EPAMIG EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE MINAS GERAIS - EPAMIG C L I P P I N G 14/03/2013 DREX Produção Ascom Cooperando 15/03/2013 Página 6 Epamig Informa Cooperando 15/03/2013 Página 12 - Registros Agência

Leia mais

Saneamento Urbano I TH052

Saneamento Urbano I TH052 Universidade Federal do Paraná Arquitetura e Urbanismo Saneamento Urbano I TH052 Aula 07 Declividade e estruturação viária aplicados ao saneamento urbano Profª Heloise G. Knapik 1 Traçado de vias e Curvas

Leia mais

Ventilação Natural VENTILAÇÃO 1/47

Ventilação Natural VENTILAÇÃO 1/47 Ventilação Natural 1/47 Ventilação Natural CARACTERÍSTICAS GERAIS É uma das mais antigas estratégias de resfriamento passivo. É resultante de movimentos de ar, através de trocas entre ar interno e externo

Leia mais

AGRICULTURA I Téc. Agronegócios

AGRICULTURA I Téc. Agronegócios AGRICULTURA I Téc. Agronegócios CULTURA DO MILHO IFSC CÂMPUS LAGES FENOLOGIA DO MILHO INTRODUÇÃO: Ciclo vegetativo variado Evidencia cultivares desde extremamente precoces, cuja polinização pode ocorrer

Leia mais

Semente Caiçara Ltda. A força da qualidade

Semente Caiçara Ltda. A força da qualidade MANUAL DE PLANTIO Semente Caiçara Ltda. A força da qualidade Temos à pronta entrega a quantidade que você necessita. As sementes são inspecionadas, beneficiadas, mantendo-se assim, ao longo dos anos, o

Leia mais

SAC 0800-VEDACIT 0800-833-2248 DEMAIS DEPARTAMENTOS (11) 2902-5522 DE SEGUNDA A SEXTA DAS 8H ÀS 17H45

SAC 0800-VEDACIT 0800-833-2248 DEMAIS DEPARTAMENTOS (11) 2902-5522 DE SEGUNDA A SEXTA DAS 8H ÀS 17H45 Produto CIMENTOL é uma tinta impermeável de grande durabilidade, que mantém a boa aparência por mais tempo. Apresenta ótima aderência sobre alvenaria, concreto e fibrocimento. Características Aparência:

Leia mais

Área de Atuação 2010/2011:

Área de Atuação 2010/2011: Área de Atuação 2010/2011: Área de Atuação 2012: Culturas mais Importantes: Norte do ES e Sul da Bahia: Café Conillon, Mamão, Melancia, Banana, Cana de Açúcar, Maracujá e Cacau Região Central do ES: Café

Leia mais

Secagem, Beneficiamento e Armazenamento de Grãos

Secagem, Beneficiamento e Armazenamento de Grãos 15 Secagem, Beneficiamento e Armazenamento de Grãos Eduardo da Costa Eifert José Geraldo da Silva Jaime Roberto Fonseca Edson Herculano Neves Vieira 442 Por que o grão/semente de feijão deve ser secado?

Leia mais