ESTUDO DE IMPACTOS DE SISTEMAS INFORMÁTICOS DE GESTÃO EM HOSPITAIS DA REDE SUS: ESTUDOS DE CASO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDO DE IMPACTOS DE SISTEMAS INFORMÁTICOS DE GESTÃO EM HOSPITAIS DA REDE SUS: ESTUDOS DE CASO"

Transcrição

1 ESTUDO DE IMPACTOS DE SISTEMAS INFORMÁTICOS DE GESTÃO EM HOSPITAIS DA REDE SUS: ESTUDOS DE CASO Aldemar A. Santos Dep. de Ciências Contábeis, Universidade Federal de Pernambuco, R. Jerônimo de Albuqierque, 205/401, CEP , Casa forte, Recife (PE), ou João A. Carvalho Dep. de Sistemas de Informação, Universidade do Minho Campus Azurém, Guimarães (Portugal), Luiz C. Miranda Dep. de Ciências Contábeis, Universidade Federal de Pernambuco Avenida dos Economistas, s/n - Cidade Universitária, Recife (PE), Abstract The question of measuring efficiency in health care in developing countries such as Brazil is Fundamental. Even in countries like the United Kingdom, problems of efficiency and costs in health care seen as important issue. The NHS (National Health Service) has carried out various reforms in its services and continues to seek one model through which to provide better health care for English citizens. This study applies a model of information system (IS) impact measurement, in this case ERP (Enterprise Resource Planning) systems adopted in SUS hospitals. It analyzes tools software performance measurements such as cost-benefit, efficiency, quality and others quantitative and qualitative indicators of health care provision. This is a doctoral project in the Department of Information Systems at the University of Minho (Portugal). It follows the line of research into information systems success [DeLone, McLean 1992]. The performance indicators used were identified in IS literature and confirmed in case studies out at hospitals in Recife and Rio de Janeiro. Keywords: Information system performance. 1 Introdução A questão de mensuração de eficiência do setor de saúde em países pobres, como o Brasil, é fundamental. Mesmo em países com níveis de desenvolvimento social e econômico superiores não é mais aceitável atender aos acréscimos da demanda social por serviços de saúde alocando-se mais recursos à saúde através do financiamento de mais impostos [Marinho, Façanha 2000]. Na Suécia, por exemplo, cada vez mais aumentam exigências de eficiência em saúde, considerando-se seriamente as possibilidades de melhoria da utilização dos recursos existentes e o aumento da produtividade dos serviços públicos de saúde [Fare et al. 1994]. Em países como o Reino Unido, por exemplo, os problemas e as necessidades de avaliação e controlo do serviço de saúde não é diferente. O NHS (National Health Service), que passou por grandes reformas continua à procura de modelo que atenda melhor à saúde do cidadão inglês. O Department of Health, no Plano , emite a seguinte autocrítica: ENEGEP 2002 ABEPRO 1

2 "The NHS has delivered major improvements in health but it falls short of the standards patients expect and staff want to provide. Public consultation for the Plan showed that the public wanted to see: more and better paid staff using new ways of working; reduced waiting times and high quality care centered on patients; and, improvements in local hospitals and surgeries" (Departament of Health 2000, p. 2). 2 Ambiente de serviços de saúde no Brasil Pode-se ilustrar o tamanho e a importância da rede de saúde pública do Brasil, ressaltando que o país possui população de 170 milhões de habitantes (IBGE 2000). Mensalmente, cerca de 9% da população procura serviços médicos; de 70 a 80% dessa parcela utiliza serviços públicos de saúde [Brasil-Ministério da Saúde 1998]. A Tabela 2 apresenta alguns valores dos serviços de saúde em Abril/2000, quando haviam instituições ativas em 27 unidades administrativas realizando atendimentos ambulatoriais (consultas, exames, terapias) e internamentos hospitalares de pacientes. Denominação Unidade Valor Instituição Leito AIH (Fatura) Real (R$) Instituição Sala Atendimento Real (R$) Real (R$) US$ Euro Instituições da rede pública (ou prestadora de serviços) Leitos da rede hospitalar pública (ou prestadora de serviços) Autorizações de Internações Hospitalares (AIH, faturas) pagas Valor pago por internações hospitalares (AIH, faturas ) Instituições da rede de atendimento ambulatorial (ou prestadora) Consultórios de atendimentos da rede ambulatorial ou prestadora Atendimentos laboratoriais (consultas, exames, terapias) Recursos pago em atendimentos ambulatoriais Total (internamentos + atendimentos ambulatoriais) Total (equivalência em dólares / euros) Tabela 2 Gasto mensal com pacientes da rede pública de saúde (SUS/MS). (Fonte: Datasus/Ministério da Saúde). O processo de pagamento dos serviços de saúde às instituições deu origem à criação de sistemas informáticos de gestão de serviços de saúde. Mensalmente, os valores processados por esses sistemas aproximam-se a um bilhão de reais (cerca de 500 milhões de dólares), que representa cerca de faturas (AIH) de internamentos hospitalares e mais de um bilhão de fichas de atendimentos ambulatoriais acrescidos aos bancos de dados de saúde (Tabela 2). A partir de 1990, com a interveniência da DATASUS, a informatização das instituições de saúde ganhou força, desencadeando um processo de criação, reformulação e adoção de sistemas informáticos de gestão, mais abrangentes que os aplicativos de saúde em operação, que visavam, basicamente, exercer controles e ressarcimentos de despesas de serviços prestados [Carvalho 1997]. Em conseqüência, gerou-se um ambiente sistêmico nacional favorável no setor, que possui hoje diferentes soluções tecnológicas desde aplicações à base de folhas de cálculo até ferramentas integradas de gestão (ERP - Enterprise Resource Planning), que tratam dados e funções de parte das instituições de saúde do país. De acordo com Holland (1999), empresas estão radicalmente mudando suas estratégias de tecnologia da informação, saindo de ambientes de sistema de informação in-house e partindo para aquisição de pacotes de software padronizados (ERP). Essa é uma tendência mundial [Spil 1999], que também ocorre por necessidades imperativas da saúde no Brasil, apesar de problemas de adequação desses programas ao setor [Soh et al. 2000]. ENEGEP 2002 ABEPRO 2

3 3 Escopo da investigação Neste artigo apresenta-se parte dos resultados da investigação que visa dar avaliar impactos de sistemas informáticos de gestão, com foco em ERP, sobre instituições de saúde do SUS, por meio de análise de indicadores de desempenho de SI relacionados a serviços de saúde. A estrutura da investigação utiliza o modelo de sucesso de sistemas de informação de DeLone e McLean (1992), Figura 3. O estudo desses autores tem sido contribuição importante para investigadores relativamente à análise de impactos de SI nas organizações [Ballantine et al.1996; Seddon 1997; Jennex 1998; Teo, King 1999]. Apesar de problemas e custos envolvidos, parte das instituições de saúde brasileiras utiliza tais softwares, o que criou um ambiente de ferramentas, soluções e questões que precisam ser estudados. Indicadores de desempenho de SI em saúde (qualitativo, quantitativo, bivalente) Qualidade do sistema Qualidade da informação Utilização da informação Satisfação do utilizador Impacto Individual Foco do estudo Impacto organizacional: desempenho de sistemas informáticos de gestão em instituições de saúde do SUS. Figura 3 Enquadramento da variável de investigação no modelo de sucesso de SI. (Fonte: DeLone e McLean (1992), adaptado). 4 Desenvolvimento dos estudos de casos O primeiro estudo de caso foi realizado no HUOC, no primeiro trimestre de Esse hospital pertence à Universidade de Pernambuco (UPE), é usado em apoio ao ensino de estudantes de Enfermagem, Odontologia, Medicina e possui programa de residência acadêmica para especialização de médicos recém formados. É referência regional nos serviços de cardiologia, pneumologia, oncologia, doenças infecto-parasitárias e cirurgias de transplante de fígado. Possui maternidade referência em gestação de alto risco (Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros). O segundo estudo de caso foi realizado no HTO em abril/2001. Este não é hospital geral ou de emergência, portanto não sofre a pressão a que tais hospitais estão geralmente submetidos. O HTO é uma instituição especializada que trata pacientes encaminhados por hospitais do Rio de Janeiro. É um hospital federal do Ministério da Saúde. É referência nacional em tratamento de problemas ortopédicos e traumáticos (muitos decorrentes de acidentes automobilísticos), artrose, doenças da coluna e outras patologias traumáticas e ortopédicas. 4.1 Estudo no Hospital Universitário Oswaldo Cruz Estudou-se, principalmente, o uso do SI em unidade cardiológica, que trata pacientes que necessitam de cuidados semi-intensivos, ou seja, pacientes que sofreram patologias ENEGEP 2002 ABEPRO 3

4 cardiológicas graves ou estão sob potenciais riscos dessas enfermidades. Na unidade, médicos utilizam a ferramenta em apoio em tratamento de pacientes. Dados sobre medicamentos são disponibilizados à farmácia para designação de remédios administrados aos pacientes. Outros dados são transmitidos aos serviços de nutrição e dietética, para orientar a preparação dos alimentos. Igualmente, os médicos usam a informação para acompanhar a evolução do estado de saúde dos pacientes e o faturamento de contas médicas. Sobre o uso da informação no serviço, um médico afirmou: "... Podemos citar dentre os efeitos, a informação que transmitimos à Farmácia e à Nutrição e Dietética (prescrições médicas de medicamentos e para preparo de alimentos). Para isto precisa-se manter os dados dos pacientes atualizados e manter comunicação eletrônica com esses setores (integração). É importante citar a rapidez com que as prescrições são aqui feitas e atendidas nas outras Unidades". Segundo um chefe de unidade cardiológica, o SI tinha sido implementado no serviço há um ano e meio. Constatou-se que os médicos utilizam a ferramenta de forma normal. No entanto, apesar do bom nível de aceitação, médicos reclamaram que precisavam decorar funções de teclas e códigos de procedimentos, porque o software não era totalmente gráfico e não possuía todas as tabelas de procedimentos das atividades cardiológicas. Sobre isto, falou um médico: "... Seria ideal um sistema que produzisse ficha médica completa ou ficha padrão, de forma que nós não precisássemos digitar muito". 4.2 Estudo no Hospital de Traumatologia e Ortopedia O HTO trabalha com consultas marcadas e atende a grande número de pacientes em tratamento e acompanhamento de problemas traumáticos e ortopédicos. Possui estrutura organizacional moderna, staff médica especializada e funcionários qualificados. Dispõe de residência acadêmica para especialização de médicos. Durante realização do estudo de caso, encontrava-se em fase final de reformas e submetido a processo de acreditação de qualidade pela JCAHO (Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations), entidade internacional de acreditação de instituições de saúde (EUA). Segundo a direção, concluído o processo, é plano do Ministério da Saúde utilizá-lo como modelo para avaliar outros hospitais do SUS. Nesse hospital estudou-se com mais profundidade o subsistema de atendimento ambulatorial (marcação de consultas, exames, terapias). Essa unidade possui empregados treinados para usar o SI e outros recursos de informação. O SI, a rede de comunicação interna e outros instrumentos de informação compõem o sistema de informação global do hospital, que produz efeitos visíveis no desempenho dos serviços oferecidos aos pacientes, conforme declarou um coordenador de atendimento ambulatorial: "... Com o sistema conseguimos rapidez no atendimento, satisfação do paciente, melhor controlo de marcação de consultas (impacto organizacional)". Nem todas as unidades do HTO estão integradas no novo SI, a implementação de mais serviços está em curso. Na realização do estudo, verificou-se que paciente ao ser atendido em serviço fora do sistema, era-lhe solicitado ir à unidade posterior ou retornar ao serviço anterior para atualizar seus dados. Segundo as atendentes, esse procedimento permitiria assegurar futuros benefícios a pacientes relativamente aos serviços. Chamou-se tal procedimento de "efeito antecipado" da integração dos serviços no SI, ou seja, antes de concluída a implementação poderia antecipar-se benefícios a pacientes. Embora isso tenha produzido efeitos positivos para hospital e paciente, constatou-se que criava transtornos para atendentes e pacientes. Por conseguinte, concluiu-se que só a integração completa do SI permitiria diminuir atividades burocráticas inerentes ao processo, quando então poderiam minimizar-se problemas de controlos adicionais necessários. ENEGEP 2002 ABEPRO 4

5 Durante o estudo identificou-se ocorrências de construções de "fluxos indiretos de informação" externos ao SI, que significa: por meio da ferramenta iniciavam-se fluxos de informação que prosseguiam e eram completados externamente ao sistema. Terminavam quando os serviços correspondentes eram concluídos. Exemplo: quando um médico precisava ausentar-se de suas atividades por motivo não programado, sua lista de pacientes era reprogramada com a participação da secretária, central telefônica, Correios e outros atores externos ao sistema. Sobre o ordenamento dos serviços, um chefe de serviço ambulatorial disse: "... Houve melhor organização dos dados dos pacientes: Cadastros e Prontuários (impacto organizacional). No início pode ser trabalhoso mas produz muitos benefícios. Por exemplo, segurança na identificação do paciente (qualidade, impacto organizacional)". 4.3 Indicadores de desempenho de SI em saúde Utilizou-se um conjunto de indicadores de desempenho de SI, pesquisados na literatura de SI e validados nos estudos de caso. São classes de indicadores (A, B, C, D, E) relacionados a serviços de saúde, em conformidade com o modelo da investigação (Figura 3). Tais indicadores referem-se a atividades de usuários finais, relativamente aos serviços de saúde realizados com o apoio do SI de instituição de saúde. Foram avaliados junto a usuários mais familiarizados com as ferramentas, ou seja, chefes de serviços ou empregados que mais utilizavam o software nos hospitais. Dessa forma, percebeu-se benefícios e problemas relacionados ao uso do SI nos hospitais. 4.4 Entrevistas Durante o estudo foram feitas catorze entrevistas nos hospitais (HUOC, HTO), com empregados e profissionais que trabalham diretamente com o SI na oferta dos serviços de saúde (farmacêuticos, médicos, nutricionistas, atendentes, gerentes de serviços, gestores do hospital, consultores de sistemas). Utilizou-se modelo padronizado, i.e., a todos os entrevistados foram feitas as mesmas perguntas para percepção de benefícios, dificuldades e problemas sobre os SI usados nos hospitais Análise das entrevistas As respostas das entrevistados foram analisados assim: os conteúdos foram avaliados tendo-se em mente as classes de indicadores (A, B, C, D, E). Se respostas referiam-se a impactos de indicadores, seus códigos foram anotados no quadro associado às respostas (Quadro 4.4.1a: E5, A4, E12). Exemplo (questão): se existe relação do desempenho da utilização do sistema informático de gestão no hospital, o que pode ser citado? ENEGEP 2002 ABEPRO 5

6 E5, A4, E12 "Pode-se citar dentre os efeitos, a informação que transmitimos à Farmácia e à Nutrição e Dietética (prescrições médicas sobre medicamentos e preparo de alimentos dos pacientes)"... relaciona-se a produtividade de serviços de saúde (E5). "Para fazer isto precisa-se manter os dados dos pacientes atualizados e estabelecer comunicação eletrônica com esses setores (efeito da integração)"... relaciona-se a nível de integração de unidades e serviços (A4). "É importante citar a rapidez com que as prescrições são aqui feitas e atendidas nas outras Unidades"... relaciona-se a organização de atividades e serviços (E12). Quadro 4.4.1a Respostas relacionadas a indicadores (positivos). Quando um entrevistado referiu-se à ausência ou emitiu conceito negativo em resposta, isto foi representado com sinal menos à frente do código do indicador (Quadro 4.4.1b: A5-, A4-). Exemplo (questão): que sugestões de melhoria poderiam ser adotadas no funcionamento do sistema? Se nenhum indicador foi associado claramente a uma resposta, essa foi considerada apenas comentário do entrevistado. Foi atribuído valor zero (0) a resposta obrigatória, se o entrevistado não quis ou não soube emitir conceito sobre a questão. A5-, A4- "O sistema precisa usar mais telas gráficas"... relaciona-se a qualidade de recursos gráficos (A5-) " e atender mais necessidades do hospital"... relaciona-se a nível de integração de unidades e serviços (A4-) Quadro 4.4.1b Respostas relacionadas a indicadores (negativos) Análise dos resultados Após a análise dos conteúdos das entrevistas, agrupou-se os códigos dos indicadores nas classes e construiu-se os gráficos dos resultados. 59% Indicadores de SI de instituições de saúde (SUS, Brasil) 13% 11% 12% 5% A-Qualidade sistema (13%) B-Utilização informação (11%) C-Satisfação utilizador (12%) D-Impacto individual (5%) E-Impacto organizacional (59%) O maior percentual das respostas incidiram sobre os indicadores de impacto organizacional (E, 59%), que apresentaramse fortemente relacionados aos ambientes de atuação dos entrevistados. Qualidade do SI (A), utilização da informação (B), satisfação do utilizador (C) e impacto individual (D), receberam menor atenção (5% a 13%). O valor mais baixo (D, 5%) mostra a pouca relação que profissionais de saúde têm com assuntos ligados às TI. Figura 4.4.2a Percentuais de classes de indicadores de SI. ENEGEP 2002 ABEPRO 6

7 Frequência acumulada das classes A 43 A+B A+B+C A+B+C+D A+B+C+D+E Figura 4.4.2b Freqüência acumulada das classes de indicadores. A Figura 4.4.2b, mostra a freqüência acumulada das respostas na ordem: (1) a classe qualidade do sistema (A); (2) a classe anterior mais, utilização da informação (B); (3) as classes anteriores mais, satisfação dos utilizadores (C); (4) as classes anteriores mais, impacto individual (D); (5) as classes anteriores mais, impacto organizacional (E). Neste gráfico nota-se crescimento normal entre (1) e (2), estabilidade entre (2) e (4), e um crescimento notável entre (4) e (5). A função mostra aceitação razoável dos SI relativamente às classes (A, B, C), o que combina com a relação de proximidade que os usuários finais têm com estas famílias de indicadores. A classe (D) foi a que menos contribuiu com a função, por ser de menor interesse, portanto, a que tem pouca relação com o perfil do profissional de saúde. Por último, nota-se que a classe (E) contribuiu significativamente com o crescimento do gráfico, o que sugere fortes efeitos dessa classe, por conseguinte, dos SI sobre a realização e o ordenamento dos serviços de saúde desse tipo de organização (hospital). 5 Conclusão Finalmente, apresenta-se algumas conclusões sobre este estudo: Além da utilidade dos sistemas informáticos integrados em apoio à execução e gestão de serviços de instituições de saúde, verificou-se nos estudos de caso que tais ferramentas podem auxiliar diretamente em investigação de problemas em saúde. O estudo feito no Hospital Universitário Oswaldo Cruz ressaltou essa função. Exemplo: por meio de uso do SI, médicos do hospital têm identificado focos epidêmicos com base em freqüências do número de doentes originários de certas áreas geográficas. Constatou-se nos estudos de caso que, prioritariamente, levando-se em conta os benefícios oferecidos aos pacientes, os primeiros módulos de um SI que deveriam ser implementados em hospitais, apontam para aqueles que produzem efeitos diretos e imediatos sobre pacientes (e.g., cadastros e prontuários, atendimento ambulatorial, atendimento de emergência, admissão de pacientes, controle de visitas, gestão de centros cirúrgicos, laboratórios clínicos). Isso produz benefícios positivos nos serviços, minimiza problemas relacionados a pacientes, bem como, ajuda a elevar a qualidade e eficiência dos serviços de saúde prestados. Os conteúdos das entrevistas mostraram que os usuários finais percebem claramente valores quantitativos e qualitativos inerentes a serviços de saúde relacionados aos SI, ENEGEP 2002 ABEPRO 7

8 conforme relatou um gerente de contas médicas "... Além dos benefícios quantitativos ocorreram outros relacionados à qualidade dos serviços: agilidade no acesso aos dados de pacientes, facilidade de licitação e compra de materiais e medicamentos, redução dos estoques; em pesquisa: quantos pacientes foram enfartados, onde habitam pacientes de determinada doença, por exemplo, analisando os dados, um médico identificou foco endêmico (surto de coceira) em Itamaracá, provocada por espécie de caranguejo nativo daquele local". Referências Ballantine, J. et al. (1996). The 3-D Model of Information Systems Success: the Search for the Dependent Variable Continues. Information Resources Management Journal, Fall, BRASIL, Ministério da Saúde. Lei Orgânica de Saúde 8080/90. (www.saude.gov.br/legislacao.html, 1998) Carvalho, M. D. (1997). Grandes Sistemas Nacionais de Informação em Saúde: Revisão e Discussão da Situação Atual. Informe Epidemiológico do Sistema Único de Saúde (SUS), 4, Out/Dez, DeLone, W. H., E. R. McLean (1992). Information Systems Success: the Quest for the Dependent Variable. Information Systems Research, 3, 1 (1992), Department of Health-UK (2000). The NHS Plan: A plan for investment, A Plan for reform (Summary). Department of Health P.O Box 777, London SE1 6XH. Fare, R. et al. (1994). Productivity Developments in Swedish Hospitals: A Malmquist Output Index Approach. In: Charnes, A. et al. Data Envelopment Analysis. London: Kluwer Academic Publishers, Holland, C. P., B. Light (1999). Global Enterprise Resource Planning Implementation. Hawaii: Proceedings of the 32 nd International Conference on Systems Sciences. IBGE: Fundação Institudo Brasileiro de Geografia e Estatística Jennex, M. et al. (1998). An Organizational Memory Information Systems Success Model. An Extension of DeLone and McLean's I/S Success Model. Edison International and University of Phoenix. (IEEE). Marinho, A., L. O. Façanha (2000). Hospitais Universitários: Avaliação Comparativa de Eficiência Técnica. Brazilian Journal of Applied Economics, Vol.4, No. 2, Seddon, Peter B. (1997). A Respecification and Extension of the DeLone and McLean Model of IS Success. Information System Research, Vol. 8, No. 3, September. Soh, C. et al.(2000). Cultural Fits and Misfits: Is ERP a Universal Solution? Communications of the ACM, April, Vol. 43, No. 4, Spil, T. A. et al. (1999). The Definition, Selection and Implementation of a New Hospital Information system to Prepare the Hospital for the Electronic Future. An Example of Project Based Education. Hawaii: Proceedings of the 32 nd Hawaii International Conference on Systems Sciences. Teo, T. S., W. R. King (1999). An Empirical Study of the Impacts of Integration Business Planning and Information Systems Planning. European Journal of Information Systems 8, ENEGEP 2002 ABEPRO 8

Estudo de impactos de sistemas informáticos integrados de gestão de instituições de saúde do Brasil: Uma abordagem sobre desempenho

Estudo de impactos de sistemas informáticos integrados de gestão de instituições de saúde do Brasil: Uma abordagem sobre desempenho Anexos "Como tal milagre os ânimos da gente Portuguesa inflamados, levantavam Por seu rei natural este excelente Príncipe, que do peito tanto amavam; E diante do exército potente Dos inimigos, gritando,

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Nutrição e dietética:

Nutrição e dietética: O sistema permite o cadastro de vários almoxarifados, e controla os estoques separadamente de cada um, bem como o cadastro de grupos de estocagem, visando o agrupamento dos insumos estocáveis, classificados

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013 1 AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO Temas 2 Objetivo e metodologia Utilização dos serviços do plano de saúde e ocorrência de problemas Reclamação ou recurso contra o plano de

Leia mais

Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro

Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro Halley Johanston Unysis Corporation, EUA Revista Informédica, 1 (2): 5-9, 1993. A utilização da Informática na gestão hospitalar evoluiu, nos últimos

Leia mais

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DA SECRETARIA DA SAUDE PROJETO DE TRABALHO

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DA SECRETARIA DA SAUDE PROJETO DE TRABALHO SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DA SECRETARIA DA SAUDE PROJETO DE TRABALHO INTRODUÇÃO O avanço da tecnologia trouxe inúmeros benefícios à população. Quando usada de maneira saudável e inteligente, auxilia na

Leia mais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Carlos Figueiredo Diretor Executivo Agenda Anahp Brasil: contexto geral e econômico Brasil: contexto

Leia mais

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Louis Albert Araujo Springer Luis Augusto de Freitas Macedo Oliveira Atualmente vem crescendo

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG Newton Morais e Silva (1) Engenheiro Mecânico pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mestre em Computer Studies pela Essex University

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE Paulo Eduardo Elias* Alguns países constroem estruturas de saúde com a finalidade de garantir meios adequados para que as necessidades

Leia mais

GSUS Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial do SUS

GSUS Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial do SUS GSUS Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial do SUS O sistema GSUS é uma aplicação WEB para gestão operacional da assistência de saúde executada a nível hospitalar ou ambulatorial, tendo como foco

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

Benchmarking Resultados de Auditoria SUS e Convênio no Setor de Faturamento da Santa Casa de Votuporanga

Benchmarking Resultados de Auditoria SUS e Convênio no Setor de Faturamento da Santa Casa de Votuporanga Benchmarking Resultados de Auditoria SUS e Convênio no Setor de Faturamento da Santa Casa de Votuporanga Daniella Vila Falchi Enfermeira, com especialização em Urgência e Emergência, em curso Auditoria

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

www.nutes.ufpe.br contato@nutes.ufpe.br +55(81) 2126.3903

www.nutes.ufpe.br contato@nutes.ufpe.br +55(81) 2126.3903 www.nutes.ufpe.br contato@nutes.ufpe.br +55(81) 2126.3903 Unidade da UFPE, fundada em Outubro de 2003 através do Projeto Piloto de Telesaúde no Programa de Saúde da Família financiado pelo Ministério da

Leia mais

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição Indicadores de Saúde Definição PROFª FLÁVIA NUNES É a quantificação da realidade, que permite avaliar/comparar níveis de saúde entre diferentes populações ao longo do tempo. Tipos de indicadores IMPORTÂNCIA

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI 19/04 Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação Turma: 01º semestre

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações. Um SIG gera

Leia mais

BUSINESS INTELLIGENCE OPERACIONALIZANDO O PROGRAMA DE ANTICOAGULAÇÃO DO HU

BUSINESS INTELLIGENCE OPERACIONALIZANDO O PROGRAMA DE ANTICOAGULAÇÃO DO HU BUSINESS INTELLIGENCE OPERACIONALIZANDO O PROGRAMA DE ANTICOAGULAÇÃO DO HU Stanley Galvão 1, Cláudia Miranda 2, Cristiano Souza 3 e Liz Yoshihara 4 1 Departamento de Informática do HU, São Paulo, Brasil

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO HOSPITALAR: ESTUDO DE CASO NO HOSPITAL SÃO LUCAS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO HOSPITALAR: ESTUDO DE CASO NO HOSPITAL SÃO LUCAS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO HOSPITALAR: ESTUDO DE CASO NO HOSPITAL SÃO LUCAS Renata Pinto Dutra Ferreira Especialista Administração de Sistemas de Informação Instituto Presidente Tancredo de Almeida

Leia mais

Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications)

Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications) Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications) ANTUNES, M. S.¹, SILVA, R. E. S. 2 (orientadora) ¹ Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas RS (FATEC-PEL) Rua

Leia mais

PERÍODO AMOSTRA ABRANGÊNCIA MARGEM DE ERRO METODOLOGIA. População adulta: 148,9 milhões

PERÍODO AMOSTRA ABRANGÊNCIA MARGEM DE ERRO METODOLOGIA. População adulta: 148,9 milhões OBJETIVOS CONSULTAR A OPINIÃO DOS BRASILEIROS SOBRE A SAÚDE NO PAÍS, INVESTIGANDO A SATISFAÇÃO COM SERVIÇOS PÚBLICO E PRIVADO, ASSIM COMO HÁBITOS DE SAÚDE PESSOAL E DE CONSUMO DE MEDICAMENTOS METODOLOGIA

Leia mais

Experiência: REDUÇÃO DA TAXA DE CANCELAMENTO DE CIRURGIAS ATRAVÉS DA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO ASSISTENCIAL

Experiência: REDUÇÃO DA TAXA DE CANCELAMENTO DE CIRURGIAS ATRAVÉS DA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO ASSISTENCIAL Experiência: REDUÇÃO DA TAXA DE CANCELAMENTO DE CIRURGIAS ATRAVÉS DA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO ASSISTENCIAL Hospital de Clínicas de Porto Alegre Ministério da Educação Responsável: Sérgio Carlos Eduardo Pinto

Leia mais

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos Índice FenaSaúde na Redação Reajuste dos Planos de Saúde Apresentação 6 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 8 2. Como funcionam as regras de reajuste dos planos de saúde? 3. Quais as regras

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Avaliação do Processo de atendimento de demandas de produtos de software da Embrapa

Avaliação do Processo de atendimento de demandas de produtos de software da Embrapa Avaliação do Processo de atendimento de demandas de produtos de software da Embrapa Edméia Leonor Pereira de Andrade Embrapa edmeia.andrade@embrapa.br AngélicaToffano Seidel Calazans Caixa Econômica Federal

Leia mais

Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ

Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ O que é um registro de câncer? -Centro de coleta, armazenamento, processamento e análise - de forma sistemática e contínua - de informações (dados) sobre pacientes

Leia mais

FANTÁSTICO E JORNAL NACIONAL DENUNCIAM ESQUEMA QUE TRANSFORMA SAÚDE EM BALCÃO DE NEGÓCIOS

FANTÁSTICO E JORNAL NACIONAL DENUNCIAM ESQUEMA QUE TRANSFORMA SAÚDE EM BALCÃO DE NEGÓCIOS FANTÁSTICO E JORNAL NACIONAL DENUNCIAM ESQUEMA QUE TRANSFORMA SAÚDE EM BALCÃO DE NEGÓCIOS A reportagem veiculada no programa Fantástico, da Rede Globo, no domingo (04/01), trouxe à tona um drama que assola

Leia mais

Proposta de uma métrica para avaliação da gestão de serviços médicos baseada no modelo ITIL

Proposta de uma métrica para avaliação da gestão de serviços médicos baseada no modelo ITIL Proposta de uma métrica para avaliação da gestão de serviços médicos baseada no modelo ITIL Vidal Olavo Plessmann Gonçalves Márcia Ito Núcleo de Pesquisa em Ciências de Serviços (CiSe) - Centro Estadual

Leia mais

Case APESC. Assessoria de Desenvolvimento Organizacional

Case APESC. Assessoria de Desenvolvimento Organizacional Case APESC Assessoria de Desenvolvimento Organizacional PROGRAMA Assessoria de Desenvolvimento Organizacional DO Gestão de Processos na APESC Metodologia Novo Olhar Benefícios e desafios Sistema de Gestão

Leia mais

FIPECAFI e IBRI divulgam resultado da 5ª Pesquisa sobre o Perfil e a Área de Relações com Investidores

FIPECAFI e IBRI divulgam resultado da 5ª Pesquisa sobre o Perfil e a Área de Relações com Investidores FIPECAFI e IBRI divulgam resultado da 5ª Pesquisa sobre o Perfil e a Área de Relações com Investidores Os resultados da 5ª Pesquisa sobre o perfil e a área de Relações com Investidores no Brasil divulgado

Leia mais

Sistema Integrado de Saúde

Sistema Integrado de Saúde Sistema Integrado de Saúde Além de gerar automaticamente todas as informações obrigatórias para o SUS, o sistema permite a identificação de cada pessoa dentro da sua família, com seu histórico de saúde,

Leia mais

no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais

no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais O mapa da Acreditação no Brasil A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais metodologias Thaís Martins shutterstock >> Panorama nacional Pesquisas da ONA (Organização

Leia mais

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 No passado, até porque os custos eram muito baixos, o financiamento da assistência hospitalar

Leia mais

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR DENOMINAÇÃO DO CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do

Leia mais

Tenha total controle da sua instituição com o Software de Gestão do SisHOSP. www.sishosp.com.br (19) 3241.3535

Tenha total controle da sua instituição com o Software de Gestão do SisHOSP. www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Tenha total controle da sua instituição com o Software de Gestão do SisHOSP www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Fazer a Gestão de sua Casa de Repouso ficou ainda mais fácil com o SisHOSP Saber gerir uma

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Análise da produção científica nacional sobre Sistema de Informação Gerencial nos principais eventos nacionais em Engenharia de Produção

Análise da produção científica nacional sobre Sistema de Informação Gerencial nos principais eventos nacionais em Engenharia de Produção Análise da produção científica nacional sobre Sistema de Informação Gerencial nos principais eventos nacionais em Engenharia de Produção Tanise Fuckner de Oliveira (UTFPR) taniseoliveira@yahoo.com.br Antonio

Leia mais

TITULO: TEMPO DE PERMANÊNCIA E MORTALIDADE HOSPITALAR COMPARAÇÃO ENTRE HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS

TITULO: TEMPO DE PERMANÊNCIA E MORTALIDADE HOSPITALAR COMPARAÇÃO ENTRE HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS TITULO: TEMPO DE PERMANÊNCIA E MORTALIDADE HOSPITALAR COMPARAÇÃO ENTRE HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS Autores: Mônica Martins Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, Escola Nacional de Saúde

Leia mais

O FINANCIAMENTO DOS HOSPITAIS NA BÉLGICA. Prof. G. DURANT

O FINANCIAMENTO DOS HOSPITAIS NA BÉLGICA. Prof. G. DURANT O FINANCIAMENTO DOS HOSPITAIS NA BÉLGICA Prof. G. DURANT A Bélgica (11 milhões de habitantes) é um país federal. PIB/capita: 39.860 dolares Gastos totais com saúde- 10,6% du PNB (Produit National Brut)

Leia mais

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014 ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Guia Prático de Compra Edição de julho.2014 O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO Í n d i c e 6 perguntas antes de adquirir um sistema 4 6 dúvidas de quem vai adquirir

Leia mais

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA DNME/MINSA/ ANGOLA 1 CONCEITO E ENQUADRAMENTO DA FARMÁCIA HOSPITALAR O Hospital é o local onde as intervenções mais diferenciadas, invasivas e salvadoras de vida devem ter lugar, constituindo-se, por isso

Leia mais

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Smartcity Business América 2015 Curitiba PR Brazil Maio de 2015 Sociedades Inteligentes e Governaça Airton Coelho, MsC, PMP Secretário de Ciência e

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA ENGENHO VELHO

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA ENGENHO VELHO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO UPA ENGENHO VELHO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 2º TRIMESTRE DO 2º ANO DO CONTRATO DE GESTÃO Período de Dezembro de 2012 à Fevereiro de 2013 2 INTRODUÇÃO O presente relatório apresenta

Leia mais

Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH. Helton Freitas Diretor-presidente

Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH. Helton Freitas Diretor-presidente Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH Helton Freitas Diretor-presidente Agenda P P P P A Unimed-BH no mercado Qualificação da Rede Prestadora DRG Certificação e acreditação da Operadora A

Leia mais

Saiba Como Convencer os Executivos Sobre o Valor do Gerenciamento de Projetos. White Paper

Saiba Como Convencer os Executivos Sobre o Valor do Gerenciamento de Projetos. White Paper Saiba Como Convencer os Executivos Sobre o Valor do Gerenciamento de Projetos White Paper TenStep 2007 Saiba Como Convencer os Executivos Sobre o Valor do Gerenciamento de Projetos Não há nenhuma duvida

Leia mais

SERVIÇOS MÉDICOS E COMPLEMENTARES: NORMAS E ROTINAS (SOMENTE ACESSÍVEIS AOS CAMPI DO INTERIOR)

SERVIÇOS MÉDICOS E COMPLEMENTARES: NORMAS E ROTINAS (SOMENTE ACESSÍVEIS AOS CAMPI DO INTERIOR) SERVIÇOS MÉDICOS E COMPLEMENTARES: NORMAS E ROTINAS (SOMENTE ACESSÍVEIS AOS CAMPI DO INTERIOR) Preliminarmente, cabe lembrar que a concessão dos Serviços Médicos e Complementares pela Universidade de São

Leia mais

II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo

II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo Conhecendo o Grupo 18 COLÉGIOS - PR / SC / RJ / SP/ RS 1 HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - HUSF FUNCLAR FUNDAÇÃO CLARA DE ASSIS UNIFAG UNIDADE DE PESQUISA

Leia mais

Conheça o SUS e seus direitos e deveres, como usuário da saúde

Conheça o SUS e seus direitos e deveres, como usuário da saúde Conheça o SUS e seus direitos e deveres, como usuário da saúde O Escritório de Projetos de Humanização do ICESP desenvolveu esta cartilha para orientar os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre

Leia mais

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas:

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas: 4 Pesquisa de campo Neste capitulo será apresentado o resultado dos questionários da pesquisa de campo que serviu para o estudo de caso. A coleta de dados será dividida em: Núcleo administrativo Núcleo

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Tipos de SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução 2 n As organizações modernas competem entre si para satisfazer as necessidades dos seus clientes de um modo

Leia mais

CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃOADÃO

CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃOADÃO CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃOADÃO Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. Rua Visconde de Paranaguá, nº 24 Campus Saúde CEP: 96.200-190 Bairro Centro Rio Grande Rio Grande do Sul/RS Brasil Acesso

Leia mais

O USO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS* THE USE AND DEVELOPMENT OF SOFTWARE IN MICRO AND SMALL ENTERPRISES

O USO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS* THE USE AND DEVELOPMENT OF SOFTWARE IN MICRO AND SMALL ENTERPRISES O USO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS* THE USE AND DEVELOPMENT OF SOFTWARE IN MICRO AND SMALL ENTERPRISES Rodolfo Miranda Pereira 1 Tania Fatima Calvi Tait 2 Donizete Carlos

Leia mais

www.santahelenasuade.com.brmecanismos de

www.santahelenasuade.com.brmecanismos de 1 www.santahelenasuade.com.brmecanismos de Regulação 2 A CONTRATADA colocará à disposição dos beneficiários do Plano Privado de Assistência à Saúde, a que alude o Contrato, para a cobertura assistencial

Leia mais

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá Prof. Dr. Alexandre Ferreira de Pinho 1 Componentes de uma empresa Organizando uma empresa: funções empresariais básicas Funções

Leia mais

Fasci-Tech SISTEMA ERP: FATORES CRÍTICOS PARA O SUCESSO DE UMA IMPLANTAÇÃO

Fasci-Tech SISTEMA ERP: FATORES CRÍTICOS PARA O SUCESSO DE UMA IMPLANTAÇÃO SISTEMA ERP: FATORES CRÍTICOS PARA O SUCESSO DE UMA IMPLANTAÇÃO Jorge Luiz Maria Junior 1 Profa. MSc. Rosangela Kronig 2 Resumo Através dos sistemas de informação, as organizações mundiais buscam práticas

Leia mais

PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE

PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE Case de Sucesso Integrando CIOs, gerando conhecimento. PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE Perfil A Secretaria Municipal da

Leia mais

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Assessoria

Leia mais

Seminário: "TURISMO DE SAÚDE NO BRASIL: MERCADO EM ASCENSÃO"

Seminário: TURISMO DE SAÚDE NO BRASIL: MERCADO EM ASCENSÃO Seminário: "TURISMO DE SAÚDE NO BRASIL: MERCADO EM ASCENSÃO" FLEURY LINHA DO TEMPO Uma história de sucesso Uma história de sucesso Uma história de sucesso Uma história de sucesso Uma história de sucesso

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS Bem-vindo(a) ao primeiro módulo do curso! A partir de agora você conhecerá as principais características do sistema HÓRUS. Para iniciar, você saberia dizer por que este sistema

Leia mais

Seminário O Público e o Privado na Saúde. Mesa: Políticas e Estratégias Governamentais de Regulação

Seminário O Público e o Privado na Saúde. Mesa: Políticas e Estratégias Governamentais de Regulação Seminário O Público e o Privado na Saúde Mesa: Políticas e Estratégias Governamentais de Regulação Tema: O Mais Saúde (PAC Saúde) e as Políticas Sistêmicas de Investimentos Setoriais Pedro Ribeiro Barbosa

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA

RELATÓRIO DE PESQUISA 2011 14 RELATÓRIO DE PESQUISA Relatório da Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS quanto aos aspectos de acesso e qualidade percebida na atenção à saúde, mediante inquérito amostral. Ministério da

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE CARACTERÍSTICAS DO ESTABELECIMENTO

IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE CARACTERÍSTICAS DO ESTABELECIMENTO I SOLICITAÇÃO DE: INSCRIÇÃO REGISTRO CADASTRO ATUALIZAÇÃO DE DADOS: (a cargo do CRM) II 1 Razão Social IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE 2 Designação de Fantasia / Nome Usual 3 Endereço 4 Município

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico A decisão pela realização do Planejamento Estratégico no HC surgiu da Administração, que entendeu como urgente formalizar o planejamento institucional. Coordenado pela Superintendência

Leia mais

TÍTULO: IMPLANTAÇÃO DE SGQ ISO 9001 NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE O SERVIÇO DE CONSULTORIA

TÍTULO: IMPLANTAÇÃO DE SGQ ISO 9001 NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE O SERVIÇO DE CONSULTORIA TÍTULO: IMPLANTAÇÃO DE SGQ ISO 9001 NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE O SERVIÇO DE CONSULTORIA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município?

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? 1) Como deve ser a rede de saúde mental no seu município? A rede de saúde mental pode ser constituída por vários dispositivos

Leia mais

Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro);

Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro); PLANO DE TRABALHO 2014 Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro); 1.2. Estratégia da Saúde da Família no território 3.1 (Rio de Janeiro); 1.3. Estratégia

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

Deloitte apresenta pesquisa inédita sobre o sistema de saúde no Brasil

Deloitte apresenta pesquisa inédita sobre o sistema de saúde no Brasil Deloitte apresenta pesquisa inédita sobre o sistema de saúde no Brasil Apesar de se mostrarem críticos, 56% dos 1000 brasileiros entrevistados, enxergam possibilidades de melhoria da qualidade e de redução

Leia mais

A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA NA CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRO ÚNICO

A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA NA CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRO ÚNICO A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA NA CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRO ÚNICO Com um registro único para programas sociais é possível saber quem são as pessoas mais vulneráveis, suas necessidades e onde elas moram. É possível

Leia mais

SISTEMA DE AUDITORIA ELETRONICA DE CONTAS MEDICO- HOSPITALARES: UM ALIADO NO TRABALHO DOS AUDITORES EM SAÚDE

SISTEMA DE AUDITORIA ELETRONICA DE CONTAS MEDICO- HOSPITALARES: UM ALIADO NO TRABALHO DOS AUDITORES EM SAÚDE SISTEMA DE AUDITORIA ELETRONICA DE CONTAS MEDICO- HOSPITALARES: UM ALIADO NO TRABALHO DOS AUDITORES EM SAÚDE ELECTRONIC AUDIT SYSTEM FOR MEDICAL ACCOUNTS: AN ALLY IN THE WORK OF HEALTHCARE AUDITORS Sergio

Leia mais

CEMIG SAÚDE Prestadores de serviços

CEMIG SAÚDE Prestadores de serviços CEMIG SAÚDE Prestadores de serviços Maio de 2014 2 A pesquisa Amostra 639 entrevistas A PESQUISA Intervalo de confiança 95% Margem de erro 7% por segmento Data da coleta 13 a 22 de Maio de 2014 3 DESCRIÇÃO

Leia mais

Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise

Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise CUSTOMER SUCCESS STORY Dezembro 2013 Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise PERFIL DO CLIENTE Indústria: Setor público Companhia: Dataprev Empregados: 3.000+

Leia mais

www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Conheça o software de gestão ideal para a sua instituição

www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Conheça o software de gestão ideal para a sua instituição www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Conheça o software de gestão ideal para a sua instituição Transforme sua instituição em uma empresa altamente eficaz. Só mesmo quem administra uma instituição sabe como

Leia mais

O USO DA INFORMÁTICA NA REDE BÁSICA E HOSPITALAR DA CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO (S.P.)

O USO DA INFORMÁTICA NA REDE BÁSICA E HOSPITALAR DA CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO (S.P.) O USO DA INFORMÁTICA NA REDE BÁSICA E HOSPITALAR DA CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO (S.P.) Cristina Maria Galvão * Namie Okino Sawada * GALVÃO, C. M.; SAWADA, N. O. O uso da informática na rede básica e hospitalar

Leia mais

TOTVS Controle de Infecção Hospitalar Manual Ilustrado - Apoio Gerencial. 11.8x. março de 2015. Versão: 3.0

TOTVS Controle de Infecção Hospitalar Manual Ilustrado - Apoio Gerencial. 11.8x. março de 2015. Versão: 3.0 TOTVS Controle de Infecção Hospitalar Manual Ilustrado - Apoio Gerencial 11.8x março de 2015 Versão: 3.0 1 Sumário 1 Como utilizar esse material em seus estudos?... 4 2 Introdução... 4 3 Relatórios Descritivos...

Leia mais

www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra.

www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra. www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra. SPMS Serviços Partilhados do Ministério da Saúde Comunicação Segura (Interoperabilidade das Tecnologias de Informação e Comunicação) Anabela Santos 23 de outubro

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS INEP

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS INEP MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS INEP Alunos apontam melhorias na graduação Aumenta grau de formação dos professores e estudantes mostram que cursos possibilitam

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

Horizons. O impacto financeiro da consumerização de TI As 10 principais percepções do Cisco IBSG Horizons Study. Introdução

Horizons. O impacto financeiro da consumerização de TI As 10 principais percepções do Cisco IBSG Horizons Study. Introdução O impacto financeiro da consumerização de TI As 10 principais percepções do Study Jeff Loucks/Richard Medcalf Lauren Buckalew/Fabio Faria O número de dispositivos de consumerização de TI nos seis países

Leia mais

A VISÃO DO GERENCIAMENTO DE CUSTOS EM EMPRESAS DE SAÚDE

A VISÃO DO GERENCIAMENTO DE CUSTOS EM EMPRESAS DE SAÚDE ROSADAS, L.A. da S.; MACEDO, M.A. da S. 1 A VISÃO DO GERENCIAMENTO DE CUSTOS EM EMPRESAS DE SAÚDE LEANDRO AZEVEDO DA SILVA ROSADAS¹ MARCELO ALVARO DA SILVA MACEDO² 1. Aluno do 7ª período do curso de Ciências

Leia mais

Avaliação Atuarial de Banco de Dados

Avaliação Atuarial de Banco de Dados Avaliação Atuarial de Banco de Dados ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA - SP São José dos Pinhais, 12 de Junho de 2007. Índice 1. Introdução---------------------------------------------------------------------------------------------------3

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Sistemas de Informação 2013-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Sistemas de Informação 2013-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Sistemas de Informação 2013-1 DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO BOOK PLUS: UM AMBIENTE DE

Leia mais

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil Página 1 de 5 Sobre a Revista Ed 24 - fev 04 Home Medical Infocenter Med Atual Edição Atual Serviços Global Home Brasil Home Busca Mapa do Site Fale Conosco Edição Atual Edição Atual Matéria de Capa Artigo

Leia mais

Experiência: Implantação da Política de Materiais

Experiência: Implantação da Política de Materiais Experiência: Implantação da Política de Materiais Nome da Instituição: Grupo Hospitalar Conceição Nome do Responsável: Delson Luiz Martini Cargo : Diretor Administrativo e Financeiro GHC Endereço: Rua

Leia mais

Estratégias de informação ao usuário na implantação de BRT.

Estratégias de informação ao usuário na implantação de BRT. Estratégias de informação ao usuário na implantação de BRT. José Eduardo Penna Amorim Pereira Logann Soluções em Tecnologia da Automação e Informação Ltda. Av. Nossa Senhora do Carmo, 45 6º andar - Belo

Leia mais

2. O que informatizar?

2. O que informatizar? A INFORMÁTICA NO CONSULTÓRIO MÉDICO No fascículo anterior, comentamos como a gestão de custos, mesmo sendo feita de maneira simplista, auxilia o consultório a controlar e avaliar seus resultados, permitindo

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Conclusões e implicações

5 Conclusões 5.1. Conclusões e implicações 5 Conclusões 5.1. Conclusões e implicações O presente trabalho tem caráter descritivo-exploratório e portanto não tem o intuito de se chegar a conclusões definitivas, sendo sua principal contribuição a

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 Regulamenta o Decreto nº 7.082, de 27 de janeiro de 2010, que institui o Programa Nacional de Reestruturação

Leia mais

Ocomon & Invmon: Ferramentas para gerência de suporte de helpdesk

Ocomon & Invmon: Ferramentas para gerência de suporte de helpdesk Ocomon & Invmon: Ferramentas para gerência de suporte de helpdesk Flávio Ribeiro Centro de Informática Centro Universitário La Salle (Unilasalle) Av. Victor Barreto,2288 Canoas RS Brasil flavio@unilasalle.edu.br

Leia mais

A Melhoria de Desempenho de Processos em uma Instituição Bancária Brasileira: Um Estudo de Caso

A Melhoria de Desempenho de Processos em uma Instituição Bancária Brasileira: Um Estudo de Caso A Melhoria de Desempenho de Processos em uma Instituição Bancária Brasileira: Um Estudo de Caso Fernando Cesar Camilo Centro Universitário de Araraquara- UNIARA SP Brasil fc_camilo@yahoo.com.br Prof. Dr.

Leia mais