ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

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1 INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição de acolhimento Nome: ISCTE Responsável: Manuel Menezes de Sequeira Actividade: Ensino Universitário Divisão/Departamento: CI (Centro de Informática) Supervisor nomeado pela instituição Nome: Manuel Menezes de Sequeira Função/Cargo: Director de Serviços Telefone: , ou Fax: Correio electrónico: Morada: Sala B7.02 Av.ª das Forças Armadas LISBOA Portugal Coor denador no DCTI Nome: Paulo Trezentos Cor r eio electrónico:

2 Caracterização do pr ojecto pr oposto Título: Virtual Appliance Appliance Enquadramento: O Centro de Informática do ISCTE está envolvido, no âmbito do um protocolo assinado em 2005, no desenvolvimento do FénixEDU (http://fenix-ashes.ist.utl.pt/frontpage), um sistema de gestão universitária open source criado pelo Centro de Informática do IST (CIIST) e que está em exploração nessa instituição há vários anos. O FénixEDU é um projecto ambicioso de fornecimento integral de serviços de informação que abrangem desde o nível dos sistemas e serviços básicos e de rede, passando pela gestão académica, e terminando nas ferramentas de apoio à gestão. Apesar de maduro e estável, o FénixEDU será ainda durante vários anos objecto de melhorias contínuas, do aumento da sua abrangência e integração com sistemas complementares e de um processo de generalização/parametrização que o tornará de mais fácil adopção por outras instituições. O projecto específico de aplicação do FénixEDU ao ISCTE tem o nome de (http://fenixinho.iscte.pt/wiki/). Por parte do CI, contribuem para estes projectos todos os seus funcionários, dos quais quatro de forma directa, alunos de mestrado, alunos finalistas realizando projectos finais de curso e, logo que terminar o correspondente processo de candidatura, nove novos colaboradores fixos e dedicados exclusivamente a estes projectos. É neste contexto que se enquadram todos projectos finais de cursos propostos pelo CI para o ano lectivo 2006/2007, sendo de salientar que a Presidência do ISCTE mostrou interesse na realização destes projectos e manifestou a sua intenção de vir a financiar ou premiar pelo menos aqueles que considerar de maior oportunidade para o ISCTE (logo que possível serão dados mais pormenores acerca deste assunto). Os supervisores estão à disposição dos alunos, através dos contactos indicados, para esclarecerem quaisquer dúvidas dos alunos a respeito dos projectos finais de curso propostos. 2

3 Objectivos e descrição geral: Conceito 1: Appliance Uma appliance (http://en.wikipedia.org/wiki/appliance) é um dispositivo que fornece um único serviço, tal como o de filtrar spam e vírus de mensagens de correio electrónico, com uma interface simples de gestão e que pode ser instalada de forma também muito simples. Um modelo cada vez mais comum de appliance consiste num servidor genérico, equipado com um sistema operativo genérico, configurado de origem com o software necessário para o fornecimento do serviço e com um interface limitado às configurações essenciais desse serviço. No fundo, trata se de encapsular todo o mecanismo numa caixa preta com a interface apropriado. Conceito 2: Virtualização A virtualização de servidores, vulgarizada com a disponibilização das ferramentas VMware e Virtual PC, trouxe uma nova possibilidade: podermos correr sistemas operativos dentro de outros sistemas operativos. Existem dois grupos de virtualizadores: os que permitem correr múltiplas instâncias no sistema operativo instalado (UML do Linux ou Jails de BSD) e os que permitem executar diferentes sistemas operativos dentro de um (VMware, Virtual PC, Qemu e Xen). Conceito 3: Appliance de virtualização Assim, um servidor genérico equipado com o Xen (http://www.cl.cam.ac.uk/- Research/SRG/netos/xen/), pode executar múltiplos servidores virtuais. Esses servidores podem corresponder a appliances pré preparadas e armazenadas num repositório. O CI pretende constituir uma colecção destas appliances virtuais para um conjunto vasto de serviços. Para além de terem uma interface Web de administração, é essencial que elas possuam módulos de administração remota desenvolvidos noutro projecto do CI. Dessa forma estas appliances poderão ser integradas num sistema abrangente de administração de serviços e poderão mesmo possuir formas de configuração automática. Imagine se agora a possibilidade de ter uma appliance real que permite ter múltiplos sistemas virtuais dentro dela. E que esses sistemas virtuais são... appliances virtuais. Além de desenvolver ou adaptar appliances virtuais, o CI pretende, de facto, desenvolver uma appliance de fácil instalação a partir de um CD num servidor usual que forneça um único serviço: a execução de uma ou mais appliances virtuais. Deve permitir uma fácil configuração via Web, ou através de um módulo específico para administração remota, que permita facilmente operar sobre a appliance virtual que nela corre. Pretende se com isto permitir a fácil constituição de uma "quinta" (cluster) de virtual appliance appliances que permita com muita facilidade, e economia, relançar um serviço que por alguma razão falhou. O projecto consiste em desenvolver o funcionamento da appliance de appliances virtuais; que deverá ser composta por um sistema instalável, com um painel de controlo que permita fazer as principais operações de instalação de appliances virtuais; analisar as soluções open source existentes mais adequadas para estas appliances virtuais; identificando a appliance mais indicada para cada objectivo (servidor ficheiros, servidor networking,...); e demonstrar a utilização da appliance real com dois casos de appliances virtuais. 3

4 Componentes e instrumentos de desenvolvimento: Todas as aplicações ou módulos a desenvolver no âmbito do projecto serão suportadas pelo Linux SUSE (versões 10.0 e 10.1), que será também usado nas estações de trabalho usadas para o desenvolvimento. Em alguns casos, tal como no presente projecto, será usada a distribuição Caixa Mágica, nomeadamente o Caixa Mágica Servidor 10 Pro. O Windows Server 2003 será usado para suportar alguns serviços essenciais, tais com o LDAP e o Kerberos. O Eclipse 3.2 será usado para desenvolvimento em Java, linguagem de eleição dos projectos realizados no CI, em conjunto com o ECMAScript (JavaScript) e, muitas vezes, com o AspectJ, para suporte de programação orientada para objectos. O desenvolvimento apoia se sobretudo no sistema de controlo de versões Subversion sobretudo através da sua integração com o Eclipse: o plugin Subclipse e no sistema de gestão de erros Bugzilla. O CVS será usado para controlo de versões partilhadas com outras entidades (e.g., com o IST). Como sistema de gestão de bases de dados usar se á o MySQL e, raramente, o PostgreSQL. O VBScript e bases de dados Access poderão ser usados em contextos de migração ou actualização de dados. SQL Server e o Oracle 10g serão usados para interligação com outros sistemas. Todos os alunos terão à sua disposição estações de trabalho, trabalharão nas instalações do CI e terão acesso à biblioteca do CI (em constituição). Faseamento esperado e principais produtos a obter: 1. Plano de projecto 2. Plano de comunicação 3. Estudo de viabilidade 4. Levantamento de requisitos 5. Caderno de tecnologias 6. Caderno de desenho 7. Protótipo 8. Caderno de implementação 9. Caderno de fecho Para além destes produtos devem ser criados manuais claros acerca da instalação e utilização do protótipo desenvolvido. Nota: Os produtos (deliverables) a entregar durante o projecto variam consoante a licenciatura a que pertencerem os alunos envolvidos. O Grupo inserir se á numa equipa constituída por funcionários e colaboradores do CI, alunos de mestrado e outros alunos finalistas realizando o seu TFC. O projecto FénixEDU está em curso há já vários anos, o projecto teve início em Novembro de Este seu sub projecto arrancará com o início deste PFC. 4

5 Requisitos exigidos aos alunos Competências técnicas desejáveis: Gosto e capacidade de desenvolver software Gosto pelos sistemas operativos Conhecimentos de sistemas operativos Conhecimentos de Web Services Conhecimentos de programação Conhecimentos de Java/AspectJ e JSP/Struts Conhecimentos de bases de dados Familiaridade com os padrões de desenho orientado para objectos Disponibilidade temporal: 50% Número de Alunos: 2 (ideal) a 3 Nota: Aceitam se grupos constituídos por alunos de diferentes licenciaturas. Local de trabalho: Sala C7.01, CI, ISCTE Lisboa, 1 de Julho de 2006, Manuel Menezes de Sequeira 5

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