Controlo de acesso a salas de formação para formações síncronas no Second Life

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Controlo de acesso a salas de formação para formações síncronas no Second Life"

Transcrição

1 Controlo de acesso a salas de formação para formações síncronas no Second Life Pedro Salvado, Bruno Santos UTAD - Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro, Dep. Engenharias, Vila Real, Portugal Leonel Morgado GECAD Grupo de Investigação em Engenharia do Conhecimento e Apoio à Decisão, UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal Arnaldo Santos, Filipe Peixinho Portugal Telecom Inovação, SA, Aveiro, Portugal Resumo: Este artigo oferece uma explicação dos métodos disponíveis para restringir o acesso a uma sala de formação no mundo virtual Second Life, propondo um sistema da automatização do acesso a sessões síncronas de formação em Second Life, geridas através do sistema de e-learning Formare. O sistema inclui mecanismos que permitam dar início a sessões de formação síncrona e terminá-las, utilizando a base de dados do sistema Formare como fonte de utilizadores com permissão de acesso a uma sessão de formação. Palavras-chave: controlo de acessos, formação profissional, ensino, formação, Second Life, segurança, e-learning, Formare. 1. INTRODUÇÃO A formação profissional já emprega em larga escala ambientes on-line de formação (Strother, 2002). Esta é facultada geralmente de forma assíncrona, ou seja, sem interacção em tempo real entre formandos nem entre formador e formandos (Hamilton e Cherniavsky, 2006), o que lhe permite ser flexível, por exemplo, face ao número de formandos e às disponibilidades pessoais de cada um. Contudo, também se recorre por vezes a formação profissional síncrona, onde um grupo de formandos ou formador(es) e formandos se encontram simultaneamente on-line, perdendo a referida flexibilidade, mas obtendo-se maior riqueza de interacção (ibid.), além de benefícios óbvios em situações de formação onde os objectivos visam comportamentos de grupo ou tarefas executadas em equipa. Hoje em dia, e graças à constante evolução das tecnologias, que torna viável o recurso a meios de colaboração mais exigentes em termos de equipamento informático e de redes, assistimos ao aparecimento de mundos virtuais, como o Second Life (Linden Research, 2008a), na área do ensino e da formação profissional (Cross, O Driscoll e Trondsen, 2007). O presente artigo nasce de um trabalho em curso na disciplina Projecto da Licenciatura em Informática da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em colaboração com a PT Inovação: a PT Inovação tem vindo a actuar ao nível da formação profissional tendo desenvolvido a plataforma de e- learning Formare, que integra diferentes tecnologias para a criação de ambientes de formação on-line (PT Inovação, 2007). Visando permitir a integração na plataforma Formare de sessões síncronas de e-learning no mundo virtual Second Life, abordamos aqui um problema inicial para promover essa integração. Descrevemos como é possível controlar de forma automática o acesso a uma sala de formação no mundo virtual Second Life, obtendo também de forma automática a lista de participantes (formador, formandos, supervisores, convidados) que lhe podem aceder. 2. MUNDO SECOND LIFE O mundo virtual Second Life é composto por ilhas ou sims ("sim" abrevia "simulador"), que podem estar isoladas ou agregadas em "continentes" (vd. figura 1). Cada ilha tem as suas próprias caracteristicas definidas pelo dono do terreno. É ainda possivel dividir estas ilhas em terrenos mais pequenos, denominados por parcelas, cada parcela tem as suas próprias caracteristicas, incluindo uma lista de avatares com permissões para nelas entrar e/ou uma lista com avatares banidos, ou seja, impossibilitados de entrar. Estas listas são combinadas com permissões de acesso predefinidas, para que se possa restringir uma parcela apenas a um grupo de avatares ou para que seja aberta a todos, excepto aos avatares dela banidos. 1

2 Figura 1 Exemplo de sims É nestas parcelas que são construidos os edificios e em particular as nossas salas de formação. A construção neste mundo virtual não é limitada à construção no chão, podemos ter edificios situados no ar, em plataformas, até uma altitude de 768m (LSL Wiki, 2008b). Deste modo é possível rentabilizar o espaço disponivel, pois um terreno pode albergar muito mais salas de formação do que as que lá caberiam se só considerássemos as coordenadas horizontais. 3. FUNÇÕES E RESTRIÇÃO DE ACESSOS O controlo de acesso a um espaço, no Second Life, pode ser implementado de três formas. Este pode ser imposto pelo código do próprio servidor, como supra referido, onde a partir das caracteristicas do terreno se pode definir uma lista de avatares com permissões de acesso a um terreno virtual ou de uma lista de avatares impedidos de aceder. Pode ser também imposto por um avatar que seja detentor do terreno virtual ou membro de um grupo que seja detentor do terreno e tenha permissões para tal, onde a expulsão é feita manualmente, caso a caso, através de um menu de contexto, onde existe a opção Eject. Por último existe a opção da acção de controlo ser implementada por código criado de forma independente, código este que os utilizadores podem colocar dentro de objectos, sob a forma de scripts. O mundo virtual Second Life permite desenvolver programas numa linguagem própria de scripting, chamada LSL, acrónimo de Linden Scripting Language (Linden Research, 2008b), que disponibiliza várias funções que podem ser utilizadas para restrição de acesso a uma zona. A restrição pode ocorrer através de scripts, sendo que dispomos de duas possibilidades: empurrar um avatar até ficar fora do terreno ou ejectá-lo, que consiste em enviá-lo por teletransporte directamente para outro local. Neste artigo vamos analisar mais pormenorizadamente a última destas três formas, controlo de acessos por scripting, como potencial forma de automatizar o processo de controlo de acessos ligando-o à plataforma Formare. Para limitar acesso a um espaço em Second Life, recorrendo a scripts, um objecto tem de conter em si código para o efeito. Para tal, para além de outras funções necessárias para detecção de intrusões, estão disponíveis 3 funções básicas utilizável para obter o efeito da expulsão propriamente dito, que descrevemos de seguida. É relativamente fácil encontrar fornecedores de produtos comerciais de segurança, como os orbes de segurança e outros, que recorrem a estas funções precisamente para este efeito. Por exemplo, o Zor's Home Security Orb (SleXchange, 2008). No entanto, estes actuam a partir de listas de avatares que é necessário fornecer-lhes directamente dentro do mundo Second Life, não sendo produtos integrados com servidores externos, como é nosso objectivo. A função para empurrar chama-se llpushobject. Como o nome indica, esta função apenas empurra o avatar, sendo a força e direcção deste empurrão definidas pelos parâmetros de entrada da função: llpushobject( key target, vector impulso, vector ang_impulso, integer local ) Nos parâmetros acima mencionados, a key target identifica o avatar que desejamos empurrar; os vectores impulso e ang_impulso indicam a direcção e rotação do empurrão: e o integer local refere se o empurrão é ou não relativo à rotação do avatar. Esta função tem como vantagem poder ser usada por qualquer objecto ( desde que os empurrões sejam permitidos no terreno em questão). Ou seja, permite que o controlo de acessos a salas de formação pode ser implementado por um objecto fornecido ao formador, sem que este tenha obrigatoriamente de ser proprietário do terreno onde irá decorrer a formação. O segundo método referido consiste em ejectar um avatar, enviando-o (teleporte) para outro terreno. Para esta finalidade, podemos recorrer a 2 funções, semelhantes em propósito mas diferentes nos resultados. Pode ser feito uso da função llteleportagenthome, que teleporta o avatar para a chamada Home, ou seja, para o local identificado pelo próprio avatar como sua terra natal ou de residência. Por absurdo, tal destino pode ser a própria sala de formação, o que poderia levar a uma sucessão ininterrupta de ejecções e regressos. Acrescente-se ainda, relativamente e esta função, que possivelmente poderá ser descontinuada numa das próximas versões do Second Life (LSLWiki, 2008a). Em alternativa, pode-se usar a função llejectfromland. Esta ejecta avatares, mas não para um destino dependente do próprio avatar: pelo contrário, ejecta-os para o terreno mais próximo onde lhes seja permitido estar. Tanto llteleportagenthome como llejectfromland só 2

3 funcionam em código contido em objectos cujo proprietário seja dono do terreno onde se encontram, sendo assim viáveis para soluções de formação em que o serviço de controlo de acesso seja componente da sala de formação propriamente dita, não do formador. Relativamente a estas funções, apesar de serem aqui descritas com um propósito de segurança (controlo de acesso a um recurso privado), existe alguma controvérsia quanto ao seu uso generalizado. Há quem defenda que estas não deveriam ser permitidas, pois questionam-se se não violarão os termos de utilização do Second Life, na medida em que tornam possível que, por vezes, avatares de passagem, sem qualquer tipo de aviso, sejam expulsos de um terreno. Desta acção forçada resulta que um avatar, caso viaje-no interior de um veiculo o perca, pois ao ser sujeito a estas funções um avatar é obrigado a levantar-se (unsit) do veículo ao ser ejectado, abandonando-o no local. Contudo, consideramos que estas objecções podem ser ultrapassadas. No primeiro caso, verificando se o avatar se encontra na zona que pretendemos controlar, evitando agir sobre transeuntes próximos; no segundo, implementando uma política de devolução à procedência de objectos abandonados na sala de formação. Caso contrario, visto que os avatares indesejados, podem viajar até a sala sentados em objectos, estes ao serem expulsos, tal como previamente explicado deixam os objectos para trás. Ficam então esses objectos a incomodar a formação, podendo ainda os objectos, conter scripts maliciosos. Há também a questão de que este processo de teleporte com objectos poder ser repetido indefinidamente enchendo assim a sala com objectos indesejáveis. 4. LIGAÇÃO À PLATAFORMA FORMARE Com o propósito de integrar na plataforma Formare secções de formação síncrona decorrentes no mundo virtual Second Life, é necessário que os acessos às aulas sejam controlados e monitorizados de forma automática, sendo a plataforma a determinar quem pode aceder à formação. Existem dois métodos para que uma lista de avatares com permissão de acesso a uma formação fique disponível ao código em execução no Second Life. O primeiro método é ser o próprio código em execução no Second Life a solicitar as listas. Para tal, deve ser activado um temporizador no Second Life, que permita fazer um pedido por HTTP de forma regular a um Web Service exterior (integrado na plataforma Formare). O código de controlo de acessos, baseado numa das técnicas descritas na secção anterior, utiliza então a lista recebida em resposta a este pedido (Figura 1). O segundo método é ser a plataforma Formare a fornecer activamente a lista de controlo de acessos ao código em execução no Second Life. Para tal, usa-se uma biblioteca de programação disponível livremente (libsecondlife, 2008) para que a plataforma Formare possa iniciar uma sessão no mundo Second Life, ou seja, agir sob a forma de um avatar controlado pela plataforma Formare, que comunica os dados de controlo de acessos ao código em execução no SL. Nesta vertente, a Figura 2 manter-se-ia idêntica, salvo pela anulação do fluxo Pedido da lista de acessos. Figura 2 Modelo de integração Formare/Second Life para controlo de acessos a salas de formação 5. IMPLEMENTAÇÃO Conforme mencionámos no modelo, existem dois métodos para que uma lista de avatares com permissão de acesso a uma formação fique disponível ao código em execução no Second Life: ser o próprio código em execução no Second Life a solicitar a listas; ou ser a plataforma formare a fornecer activamente a lista de controlo de acessos ao código em execução no Second Life. Para implementar o modelo da secção anterior, definimos um espaço como sala de formação, este espaço, apresentado na figura 3, apresenta duas áreas distintas: uma área de aviso e uma área de exclusão, indicadas na mesma figura. A circunferência representa o ponto apartir o qual o script de aviso funciona, figura 4, enquanto que o arco desenhado representa o ponto a partir do qual o avatar sente o efeito do controlo de acessos, efeito este que resulta num resulta num empurrão na direcção oposto à qual se dirigia. O script de controlo está contido no objecto chão da plataforma. 3

4 Figura 3 Raio de acção do sistema de controlo Figura 5 Simulação do funcionamento do iniciar de uma sessão Figura 4 Simulação do funcionamento do controlo de acessos e pormenor da mensagem de aviso apresentada ao avatar Existem duas opções para o controlo ser iniciado. No primeiro caso, o formador chega junto do objecto chão diz por linha de comandos, escrevendo /987 iniciar (numero da sessão) (vd. Figura 5), qual a sessão que vai iniciar, e o objecto pergunta ao servidor, qual a lista de acessos a implementar na dada formação, fazendo uso de http requests ao web service existente, que por sua vez comunica com o Formare. Uma vez a sessão terminada o formador diz também por linha de comandos que a sessão terminou, usnado o comando /987 terminar. Pode sempre a qualquer momento ser consultado o conteudo da lista de acesso, tocando no objecto chão, (vd. Figura 6). e que comunica ao objecto chão qual a lista de acessos actual, efectuando inicio da sessão Figura 6 Pormenor da consulta da lista de avatares com permissões de acesso à sala de formação. No segundo caso, temos um avatar "bot" do Formare, que faz login no mundo Second Life simulando o comportamento de um avatar humano e inserindo por linha de comandos o nome dos avatares com permissões de acessos à formação. Neste caso como já referido vai ser a plataforma Formare a fornecer activamente a lista de controlo. 6. REFLEXÕES FINAIS Apresentámos uma análise de como utilizar os métodos de expulsão de avatares de um terreno para controlo automático de acesso a salas de formação, através da plataforma de e-learning Formare. Alguns aspectos não foram considerados, mas serão parte necessária a uma implementação final deste tipo de serviço. Um passa pela contextualização do objecto gestor no espaço físico da sala de formação: o comportamento pode ser diferente para diferentes geometrias de sala, na medida em que podemos estar perante 4

5 uma sessão de formação numa sala vulgar, com espaços bem delimitados por paredes, mas também num local menos comum, aberto, como seria o caso de formações em campo aberto. Outro aspecto é que um sensor implementado em LSL detecta apenas 16 avatares (Second Life Issues, 2007), de cada vez, no máximo. Como um terreno em Second Life pode ter presentes até cerca de 100 avatares, é necessário também analisar formas de podermos detectar a totalidades dos avatares presentes, para que o controlo de acessos seja pleno. Contudo, as abordagens aqui descritas apresentam uma limitação: são de controlo reactivo, no sentido em que expulsão um avatar que já entrou na sala de formação; não são preventivas, ou seja, não impedem a entrada propriamente dita na sala, pelo que se torna necessário ter acções complementares de segurança, como mencionámos no final da secção 3. Para impedir esta entrada, conforme se explicou também na secção 2, é necessário gerir a lista de controlo de acesso a um terreno, para que seja o próprio código do servidor Second Life a controlar o acesso. Ao fazê-lo, no entanto, ser-se-á forçado a utilizar a mesma lista de controlo de acesso em todo o espaço vertical acima de um terreno. A solução apresentada neste artigo possibilita utilizar várias salas, em altura, num mesmo terreno, sendo por isso capaz de melhor aproveitar o espaço tridimensional. Practice, ISBN , pp Nova Iorque, EUA: Routledge. Cross, J.; O Driscoll, T.; Trondsen, E. (2007). Another life: virtual worlds as tools for learning. elearn, 2007 (3). Linden Research (2008a). Second Life: Official site of the 3D online world [On-line], (acedido a 11 de Maio de 2008). Linden Research (2008b). LSL Portal [On-line], (acedido a 11 de Maio de 2008). LSLWiki (2008b). (consultado a 10 de Maio) portsecond Life Issues (2007) (consultado a 10 de Maio) vhttps://jira.secondlife.com/browse/svc REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PT Inovação (2007). Formare soluções globais de elearning e blearning. [On-line] (acedido a 30 de Abril de 2008) Cohen, K. Right-click to learn: Second Life offers students a virtually real education. In The Phoenix, (2006): (Consultado em 20/05/07) LSLWiki (2008a) (consultado em 28 de Abril de 2008) e) SLeXchange ( 2008 ) (consultado em 28 de Abril de 2008) &file=item&itemid= libsecondlife (2008) (consultado em 29 de Março de 2008) Strother, J. (2002). An Assessment of the Effectiveness of e- learning in Corporate Training Programs. International Review of Research in Open and Distance Learning, 3 (1). Hamilton, E.; Cherniavsky, J. (2006). Issues in synchronous versus asynchronous e-learning platforms. In O Neil, H. E Perez, R. (eds.) Web-based Learning: Theory, Research, and 5

GESTÃO DO ACOMPANHAMENTO DE ACTIVIDADES DE ALUNOS EM MUNDOS VIRTUAIS: ESTUDO EXPLORATÓRIO NO SECOND LIFE

GESTÃO DO ACOMPANHAMENTO DE ACTIVIDADES DE ALUNOS EM MUNDOS VIRTUAIS: ESTUDO EXPLORATÓRIO NO SECOND LIFE GESTÃO DO ACOMPANHAMENTO DE ACTIVIDADES DE ALUNOS EM MUNDOS VIRTUAIS: ESTUDO EXPLORATÓRIO NO SECOND LIFE Ricardo Antunes Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria, Morro do Lena-Alto do Vieiro,

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

3. O CASO PARTICULAR DO FÓRUM DYN3W

3. O CASO PARTICULAR DO FÓRUM DYN3W 3. O CASO PARTICULAR DO FÓRUM DYN3W 3.1. DESCRIÇÃO DA FERRAMENTA E SUAS APLICAÇÕES Dyn3W é um fórum desenvolvido especialmente para ser utilizado na educação. O seu desenvolvimento iniciou-se em meados

Leia mais

VRMLWorld Manual e Guia de exploração do VRMLWorld para utilização em contexto de Educação Visual e Tecnológica currículo.

VRMLWorld Manual e Guia de exploração do VRMLWorld para utilização em contexto de Educação Visual e Tecnológica currículo. Estudo sobre a integração de ferramentas digitais no currículo da disciplina de Educação Visual e Tecnológica VRMLWorld Manual e Guia de exploração do VRMLWorld para utilização em contexto de Educação

Leia mais

MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Identificar um Sistema de Gestão da Formação Online; Analisar as diversas

Leia mais

Guia de Acesso à Formação Online Formando 2011

Guia de Acesso à Formação Online Formando 2011 Plano [1] Guia de Acesso à Formação Online 2011 [2] ÍNDICE ÍNDICE...2 1. Introdução...3 2. Metodologia Formativa...4 3. Actividades...4 4. Apoio e Acompanhamento do Curso...5 5. Avaliação...6 6. Apresentação

Leia mais

Ensino à distância Caso prático E-MBA do IESF

Ensino à distância Caso prático E-MBA do IESF Ensino à distância Caso prático E-MBA do IESF Manuel Leite Mestrado em Análise de Dados e Sistemas de Apoio à Decisão Sistemas de Informação para Gestão Faculdade de Economia, 29 de Novembro de 2002 1

Leia mais

INTERFACES PARA APRENDIZAGEM DE TAREFAS COLABORATIVAS ESPACIAIS

INTERFACES PARA APRENDIZAGEM DE TAREFAS COLABORATIVAS ESPACIAIS INTERFACES PARA APRENDIZAGEM DE TAREFAS COLABORATIVAS ESPACIAIS Filipe Santos Escola Superior de Educação - Instituto Politécnico de Leiria Campus 1, Rua Dr. João Soares, Apartado 4045,2411-901 Leiria

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado Manual Avançado Menus v2011 - Certificado 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Iniciar o ZSRest... 3 4. Menus... 4 b) Novo Produto:... 5 i. Separador Geral.... 5 ii. Separador Preços e Impostos... 7 iii.

Leia mais

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO DOMINE A 110% ACCESS 2010 A VISTA BACKSTAGE Assim que é activado o Access, é visualizado o ecrã principal de acesso na nova vista Backstage. Após aceder ao Access 2010, no canto superior esquerdo do Friso,

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

http://www.formare.pt/eb3svn

http://www.formare.pt/eb3svn INSCRIÇÕES NO ENSINO RECORRENTE MEDIATIZADO (PELA INTERNET) MANUAL DE PROCEDIMENTOS Um aluno para se matricular no Ensino Recorrente Mediatizado pode fazê-lo directamente nos Serviços da Administração

Leia mais

Mensagens instantâneas

Mensagens instantâneas 2007 Nokia. Todos os direitos reservados. Nokia, Nokia Connecting People, Nseries e N77 são marcas comerciais ou marcas registadas da Nokia Corporation. Os nomes de outros produtos e empresas mencionados

Leia mais

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária)

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) /curriculum Julho de 2008 Versão 1.1 1 Introdução O objectivo deste guia é auxiliar o utilizador da Plataforma

Leia mais

Estudo da Arte. :: Active Worlds

Estudo da Arte. :: Active Worlds Estudo da Arte No âmbito das etapas iniciais do projecto second.ua Settlers procedeu-se a uma análise de alguns ambientes 3D de forma a perceber-se as funcionalidades de cada um. Por fim compararam-se

Leia mais

Data última actualização: 20-06-2014. Instalação E-Portals

Data última actualização: 20-06-2014. Instalação E-Portals Data última actualização: 20-06-2014 Instalação E-Portals 1. Conteúdo 1. Conteúdo... 2 2. Instalação e Manutenção do EPT... 3 3. Configuração de perfis de sincronização... 6 3.1 Módulos Oficinas, GCE e

Leia mais

Cursos de e-learning da Academia Portuguesa de Seguros

Cursos de e-learning da Academia Portuguesa de Seguros Cursos de e-learning da Academia Portuguesa de Seguros Guia de Apresentação do Curso de Qualificação de Agentes, Corretores de Seguros ou Mediadores de Resseguros Guia de Apresentação do Curso Versão 1.0

Leia mais

Mensagens instantâneas

Mensagens instantâneas 2007 Nokia. Todos os direitos reservados. Nokia, Nokia Connecting People e Nseries são marcas comerciais ou marcas registadas da Nokia Corporation. Os nomes de outros produtos e empresas mencionados neste

Leia mais

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado EDUTec Learning MANUAL DO UTILIZADOR José Paulo Ferreira Lousado Índice Página Principal... ii Página de Desenvolvimento de Conteúdos... iii Página de Comunicações...iv Página de Transferência de Ficheiros...vi

Leia mais

Interligação entre Sistemas SMS e o Serviço de Mensagens Instantâneas do Second Life

Interligação entre Sistemas SMS e o Serviço de Mensagens Instantâneas do Second Life Interligação entre Sistemas SMS e o Serviço de Mensagens Instantâneas do Second Life Pereira, Jean*; Valério, Sérgio*; Serôdio, Carlos**; Morgado, Leonel***; Mestre, Pedro**; Carvalho, Fausto**** * UTAD

Leia mais

Caracterização. Curso de formação de Línguas Estrangeiras para Fins Específicos. (Francês / Inglês / Alemão / Espanhol / Português p/ Estrangeiros)

Caracterização. Curso de formação de Línguas Estrangeiras para Fins Específicos. (Francês / Inglês / Alemão / Espanhol / Português p/ Estrangeiros) CLEA Curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas Pedro Reis _ Janeiro 2005 Caracterização Curso de formação de Línguas Estrangeiras para Fins Específicos (Francês / Inglês / Alemão / Espanhol / Português p/

Leia mais

Especificação Técnica ACSS

Especificação Técnica ACSS Especificação Técnica ACSS ET.ACSS.011-2011 Serviço de Registo de Requisições de MCDT Interface para recepção de requisições electrónicas ICS DESCRITORES Sistema de recepção de requisições de meios complementares

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO DE E-TUTOR e-learning. Público-Alvo

CURSO DE FORMAÇÃO DE E-TUTOR e-learning. Público-Alvo CURSO DE FORMAÇÃO DE E-TUTOR e-learning Público-Alvo Profissionais que pretendam adquirir competências de base para monitorizar formação na modalidade e-learning ou b-learning que sejam possuidores do

Leia mais

ZS Rest. Manual de Iniciação. BackOffice

ZS Rest. Manual de Iniciação. BackOffice Manual de Iniciação BackOffice 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Iniciar o ZSRest... 3 a) BackOffice:... 4 b) Acesso BackOffice:... 4 4. Zonas... 6 c) Criar Zona:... 7 d) Modificar Zona:... 8 e) Remover

Leia mais

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador Índice 1. Sobre o Guia... 4 1.1 Objectivo... 4 1.2 Utilização do Guia... 4 1.3 Acrónimos e Abreviações... 4 2. Introdução ao Extracto on Line Aplicação

Leia mais

Guia de Início Rápido Antivirus Pro 2009 Importante! Leia atentamente a secção Activação do produto neste guia. As informações contidas nesta secção são essenciais para manter o seu computador protegido.

Leia mais

Até onde quiseres ir GUIA DO UTILIZADOR

Até onde quiseres ir GUIA DO UTILIZADOR GUIA DO UTILIZADOR Guia do utilizador Se é o seu primeiro acesso à Universidade deverá registar-se. Seleccione a opção: Sou um novo utilizador e quero registar-me agora. Se já se registou introduza os

Leia mais

Manual do GesFiliais

Manual do GesFiliais Manual do GesFiliais Introdução... 3 Arquitectura e Interligação dos elementos do sistema... 4 Configuração do GesPOS Back-Office... 7 Utilização do GesFiliais... 12 Outros modos de utilização do GesFiliais...

Leia mais

ferramentas e funcionalidades básicas

ferramentas e funcionalidades básicas ferramentas e funcionalidades básicas MOODLE - Tipos de Actividades Núcleo Minerva da Universidade de Évora Referendo A actividade Referendo permite ao professor fazer, por exemplo, uma sondagem de opinião

Leia mais

Manual de Utilizador Documentos de Transporte. TOConline. Suporte. Página - 1

Manual de Utilizador Documentos de Transporte. TOConline. Suporte. Página - 1 TOConline Suporte Página - 1 Documentos de Transporte Manual de Utilizador Página - 2 Índice Criação de um documento de transporte... 4 Definições de empresa- Criação de moradas adicionais... 9 Comunicação

Leia mais

EIC. Projecto I. Manual do Utilizador. Vídeo Vigilância Abordagem Open Source. Curso: Engenharia de Informática e Comunicações Ano Lectivo: 2005/2006

EIC. Projecto I. Manual do Utilizador. Vídeo Vigilância Abordagem Open Source. Curso: Engenharia de Informática e Comunicações Ano Lectivo: 2005/2006 EIC Engenharia de Informática e Comunicações Morro do Lena, Alto Vieiro Apart. 4163 2401 951 Leiria Tel.: +351 244 820 300 Fax.: +351 244 820 310 E-mail: estg@estg.iplei.pt http://www.estg.iplei.pt Engenharia

Leia mais

Software de gestão em tecnologia Web

Software de gestão em tecnologia Web Software de gestão em tecnologia Web As Aplicações de Gestão desenvolvidas em Tecnologia Web pela Mr.Net garantem elevados níveis de desempenho, disponibilidade, segurança e redução de custos. A Mr.Net

Leia mais

ZSRest/ZSPos. Manual de Stocks. BackOffice

ZSRest/ZSPos. Manual de Stocks. BackOffice BackOffice 1 1. Índice 2. Introdução... 3 3. Iniciar o ZSRest/ZSPos FrontOffice... 4 4. Produto... 5 Activar gestão de stocks... 5 5. Armazém... 7 a) Adicionar Armazém... 8 b) Modificar Armazém... 8 c)

Leia mais

Centro e-learning da TecMinho

Centro e-learning da TecMinho Centro e-learning da TecMinho Dias A 1, Fernandes D 1 1 TecMinho/Gabinete de Formação Continua da Universidade do Minho, Guimarães, Portugal Resumo. A TecMinho/Gabinete de Formação Contínua da Universidade

Leia mais

Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE QUALIFICAÇÃO Centro Nacional de Qualificação de Formadores Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 Índice Índice... 2 1. Introdução... 4 1.1.

Leia mais

Abordagem Formativa Web-Based. Success does not happen by accident. It happens by Design.

Abordagem Formativa Web-Based. Success does not happen by accident. It happens by Design. Abordagem Formativa Web-Based Success does not happen by accident. It happens by Design. Objectivo, Processo, Resultado Objectivo desta Apresentação Introduzir as características e benefícios chave de

Leia mais

Website disponível em: Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt. Palavra-chave: *aluno*

Website disponível em: Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt. Palavra-chave: *aluno* Website disponível em: http://formar.tecminho.uminho.pt/moodle/course/view.php?id=69 Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt Palavra-chave: *aluno* Associação Universidade Empresa para o Desenvolvimento Web

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Gestão de Stocks Local. v2011

ZS Rest. Manual Avançado. Gestão de Stocks Local. v2011 Manual Avançado Gestão de Stocks Local v2011 1 1. Índice 2. Introdução... 3 3. Iniciar o ZSRest FrontOffice... 4 4. Produto... 5 b) Activar gestão de stocks... 5 i. Opção: Faz gestão de stocks... 5 ii.

Leia mais

ESQUEMA DE FUNCIONAMENTO. 2. Como Funciona

ESQUEMA DE FUNCIONAMENTO. 2. Como Funciona 1 1. O que é? Sistema Inovador de Contacto; Tecnologia IVR Interactive Voice Response; Tecnologia TTS Text-to-speech; Tecnologia STT Speech-to-text; Criado e desenvolvido LOGICOMER, compatível com qualquer

Leia mais

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Agenda A UTAD Virtualização Uma definição Introdução e abrangência

Leia mais

GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP. AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça

GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP. AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP Entidade interlocutora: Identificação do Projecto AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça Nº do projecto: 2001/EQUAL/A2/AD/139 Designação do projecto: Área

Leia mais

Guia de Acesso à Formação Online Formando

Guia de Acesso à Formação Online Formando Guia de Acesso à Formação Online Formando Copyright 2008 CTOC / NOVABASE ÍNDICE ÍNDICE...2 1. Introdução...3 2. Metodologia Formativa...4 3. Actividades...5 4. Apoio e Acompanhamento do Curso...6 5. Avaliação...7

Leia mais

ZS Rest. Manual de Iniciação. FrontOffice (ponto de venda)

ZS Rest. Manual de Iniciação. FrontOffice (ponto de venda) Manual de Iniciação FrontOffice (ponto de venda) 1 1. Índice 2. Introdução... 3 3. Iniciar o ZSRest FrontOffice... 4 4. Início de Operador... 5 b) Fazer login de Empregado:... 5 c) Botões de Acção:...

Leia mais

REENGENHARIA DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE APOIO AO ENSINO UNIVERSITÁRIO PARA A CRIAÇÃO DE RESULTADOS ESTATÍSTICOS

REENGENHARIA DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE APOIO AO ENSINO UNIVERSITÁRIO PARA A CRIAÇÃO DE RESULTADOS ESTATÍSTICOS REENGENHARIA DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE APOIO AO ENSINO UNIVERSITÁRIO PARA A CRIAÇÃO DE RESULTADOS ESTATÍSTICOS Pedro Branco, Sónia Santos, Luís Barbosa, Ramiro Gonçalves UTAD Universidade de Trás-os-Montes

Leia mais

MICROSOFT POWERPOINT

MICROSOFT POWERPOINT MICROSOFT POWERPOINT CRIAÇÃO DE APRESENTAÇÕES. O QUE É O POWERPOINT? O Microsoft PowerPoint é uma aplicação que permite a criação de slides de ecrã, com cores, imagens, e objectos de outras aplicações,

Leia mais

Uso do Second Life em Comunidades de Prática de Programação

Uso do Second Life em Comunidades de Prática de Programação Uso do Second Life em Comunidades de Prática de Programação Micaela Esteves Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria, Apartado 4163, 2411-901 Leiria, Portugal micaela@estg.ipleiria.pt Benjamim

Leia mais

e-learning: Outro espaço para ensinar e aprender

e-learning: Outro espaço para ensinar e aprender e-learning: Outro espaço para ensinar e aprender João Torres, Miguel Figueiredo e Rosário Rodrigues Centro de Competência Nónio Séc. XXI da ESE de Setúbal 26 de Abril de 2005 1 2 3 4 5 24 Objectivos Debater

Leia mais

EXERCÍCIOS ACOMPANHADOS: CONJUNTO INOVADOR DE FUNCIONALIDADES DE PLATAFORMAS DE E-LEARNING

EXERCÍCIOS ACOMPANHADOS: CONJUNTO INOVADOR DE FUNCIONALIDADES DE PLATAFORMAS DE E-LEARNING EXERCÍCIOS ACOMPANHADOS: CONJUNTO INOVADOR DE FUNCIONALIDADES DE PLATAFORMAS DE E-LEARNING Anna Guerman, Humberto Santos, Pedro Dinis Gaspar, António Espírito Santo, Cláudia Santos Universidade da Beira

Leia mais

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma.

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. Universidade de Aveiro Mestrado em Gestão da Informação Christelle Soigné Palavras-chave Ensino superior. e-learning.

Leia mais

Apresentação da Plataforma

Apresentação da Plataforma Apresentação da Plataforma por Luís Miguel Ricardo 282 I - Generalidades Inaugurada no ano de 2009, a modalidade elearning concebida pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, utiliza a plataforma

Leia mais

O nosso foco é alertar se necessário e ajudar a recuperar rapidamente os dados correctos. Intelligent Video Analysis

O nosso foco é alertar se necessário e ajudar a recuperar rapidamente os dados correctos. Intelligent Video Analysis O nosso foco é alertar se necessário e ajudar a recuperar rapidamente os dados correctos Intelligent Video Analysis 2 Intelligent Video Analysis Conferir sentido e estrutura Quando se trata de videovigilância,

Leia mais

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Pedro Beça 1, Miguel Oliveira 1 e A. Manuel de Oliveira Duarte 2 1 Escola Aveiro Norte, Universidade de Aveiro 2 Escola Aveiro Norte, Departamento

Leia mais

GUIA PEDAGÓGICO. Introdução

GUIA PEDAGÓGICO. Introdução GUIA PEDAGÓGICO Introdução O objectivo deste documento é ser um condutor para os formandos que frequentam os cursos em elearning ministrados através da plataforma NetForma. Os cursos serão sempre orientados

Leia mais

Sales Coaching Melhorar o Desempenho

Sales Coaching Melhorar o Desempenho Sales Coaching Melhorar o Desempenho SALES COACHING O que traz de novo? Um componente chave na gestão das pessoas, é ajudá-las a formar as suas capacidades e desenvolver as suas potencialidades. Uma forma

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado O Plano Tecnológico da Educação (PTE), aprovado pela Resolução de

Leia mais

e-learning e Qualificação de Formadores

e-learning e Qualificação de Formadores e-learning e Qualificação de Formadores Rede de Centros de Recursos em Conhecimento 11 de Maio de 2011 Instituto do Emprego e Formação Profissional Lisboa Paulo Mendes pmendes@citeve.pt Criação OBJECTIVOS

Leia mais

PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos

PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos 1. Introdução O objectivo deste documento é a criação de um memorando que sirva de apoio à instalação e manutenção do

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS SOFTWARE FASE 1 GRUPO 10. Vítor Martins 47121. Rui Fonseca 47081. David Barbosa 47076. Ricardo Boas 47023

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS SOFTWARE FASE 1 GRUPO 10. Vítor Martins 47121. Rui Fonseca 47081. David Barbosa 47076. Ricardo Boas 47023 DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS SOFTWARE FASE 1 David Barbosa 47076 Ricardo Boas 47023 Rui Fonseca 47081 Vítor Martins 47121 GRUPO 10 2009/2010 1 Índice 1. Introdução... 2 1.1 Visão Geral do Problema... 2

Leia mais

WShippingDocs. Envio de Documentos de Transporte. v1.0.0. Manual do utilizador

WShippingDocs. Envio de Documentos de Transporte. v1.0.0. Manual do utilizador WShippingDocs Envio de Documentos de Transporte v1.0.0 Manual do utilizador Conteúdos Revisões... 3 Introdução... 4 Instalação... 5 Configurações... 7 NIF português... 7 Configuração da extensão... 9 Configuração

Leia mais

Iteração 2 Design inicial

Iteração 2 Design inicial Universidade de Aveiro Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática Engenharia de Software Iteração 2 Design inicial Projecto: FX-Center Grupo: BEDS David Pacheco (nº 32665) Cesário Lucas

Leia mais

Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source

Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source Alunos: Justino Santos, Paulo Neto E-mail: eic10428@student.estg.ipleiria.pt, eic10438@student.estg.ipleiria.pt Orientadores: Prof. Filipe Neves, Prof. Paulo Costa

Leia mais

[Conteúdo] Manual do e-formando [2010] 1.INTRODUÇÃO... 3 2.METODOLOGIA DIDÁCTICA... 3 3.HORÁRIO... 3 4.TUTORIAS... 4 5.SISTEMA DE TRABALHO...

[Conteúdo] Manual do e-formando [2010] 1.INTRODUÇÃO... 3 2.METODOLOGIA DIDÁCTICA... 3 3.HORÁRIO... 3 4.TUTORIAS... 4 5.SISTEMA DE TRABALHO... [Conteúdo] 1.INTRODUÇÃO... 3 2.METODOLOGIA DIDÁCTICA... 3 3.HORÁRIO... 3 4.TUTORIAS... 4 5.SISTEMA DE TRABALHO... 4 6.1.ACESSO À PLATAFORMA... 4 6.2.FUNCIONAMENTO DIÁRIO DA PLATAFORMA... 7 2 1.INTRODUÇÃO

Leia mais

Guia de Apoio à utilização da Ferramenta Interactiva FREE

Guia de Apoio à utilização da Ferramenta Interactiva FREE Fostering Return to Employment through Entrepreneurship, Innovation and Creativity Guia de Apoio à utilização da Ferramenta Interactiva FREE 2009-1-PT1-LEO05-03245, FREE i Índice I. Introdução... 1 II.

Leia mais

GUIA PARA COMPRA ONLINE

GUIA PARA COMPRA ONLINE GUIA PARA COMPRA ONLINE www.tipsal.pt QUEM SOMOS A TIPSAL - Técnicas Industriais de Protecção e Segurança, Lda foi fundada em 1980. Somos uma empresa de capitais exclusivamente nacionais com sede social

Leia mais

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/10 GereComSaber Ana Duarte, André Guedes, Eduardo

Leia mais

Manual do utilizador das funções avançadas do sistema de correio de voz Cisco Unity Express 7.0.2

Manual do utilizador das funções avançadas do sistema de correio de voz Cisco Unity Express 7.0.2 Manual do utilizador das funções avançadas do sistema de correio de voz Cisco Unity Express 7.0.2 Última actualização: 12 March 2009 Este manual fornece informações sobre a utilização das funções de correio

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS DE APOIO AO ENSINO EM AMBIENTES VIRTUAIS 3D

DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS DE APOIO AO ENSINO EM AMBIENTES VIRTUAIS 3D CESAR DA CONCEIÇÃO RODRIGUES FILHO DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS DE APOIO AO ENSINO EM AMBIENTES VIRTUAIS 3D Projeto de Pesquisa para ingresso no programa de Iniciação Científica da Universidade Municipal

Leia mais

KEMP 134681-LLP-1-2007-1-PT-GRUNDTVIG-GMP. Módulo 3. e-learning

KEMP 134681-LLP-1-2007-1-PT-GRUNDTVIG-GMP. Módulo 3. e-learning Módulo 3 e-learning Objectivos do Módulo Perceber o que é o e-learning e o b-learning Os formandos receberão informação sobre as bases e princípios associados à formação assente nas novas tecnologias Conhecer

Leia mais

Manual do utilizador. Aplicação de agente

Manual do utilizador. Aplicação de agente Manual do utilizador Aplicação de agente Versão 8.0 - Otubro 2010 Aviso legal: A Alcatel, a Lucent, a Alcatel-Lucent e o logótipo Alcatel-Lucent são marcas comerciais da Alcatel-Lucent. Todas as outras

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. * O leitor consente,

Leia mais

Guia de Utilização. A consulta dos e-books não exige a instalação de nenhum programa específico.

Guia de Utilização. A consulta dos e-books não exige a instalação de nenhum programa específico. Guia de Utilização Acompanhando a tendência actual para o acesso rápido a conteúdos informativos via Web e atendendo às solicitações dos clientes internos e externos do Centro de Recursos em Conhecimento/Mediateca

Leia mais

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1 Após uma experiência formativa de mais de 20 anos em formação presencial, e tendo sempre como princípios a inovação e a satisfação do cliente, é com grande satisfação que a Get Training implementa este

Leia mais

Docentes e Tutores EaD

Docentes e Tutores EaD Formação de Docentes e Tutores EaD ued - unidade de ensino a distância instituto politécnico de leiria Índice Porquê esta Formação 3 Objetivos 4 Como vamos trabalhar 5 Conteúdo programático 6 Destinatários

Leia mais

SIM - SUPPLIERS INVOICING MANAGER - MANUAL DE UTILIZADOR

SIM - SUPPLIERS INVOICING MANAGER - MANUAL DE UTILIZADOR Leaseplan Portugal Bertrand Gossieaux SIM - SUPPLIERS INVOICING MANAGER - MANUAL DE UTILIZADOR Page2 INDICE 1. LOGIN, ESTRUTURA E SAÍDA DO SIM... 3 a) Login... 3 b) Estrutura principal... 4 c) Saída da

Leia mais

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária)

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) http://curriculum.degois.pt Março de 2012 Versão 1.5 1 Introdução O objectivo deste guia é auxiliar o utilizador

Leia mais

OBJECTIVO Utilização da Função ProcV e listas pendentes

OBJECTIVO Utilização da Função ProcV e listas pendentes ICHA OBJECTIVO Utilização da Função ProcV e listas pendentes Na continuação do exercício anterior voltamos à temática dos orçamentos e, desta vez, vamos elaborar um simulador para um serviço de eventos

Leia mais

Concurso público para aquisição de plataforma de facturação electrónica. Resposta aos pedidos de esclarecimentos. Julho de 2009

Concurso público para aquisição de plataforma de facturação electrónica. Resposta aos pedidos de esclarecimentos. Julho de 2009 GLOBALGARVE COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO, SA Concurso público para aquisição de plataforma de facturação electrónica Resposta aos pedidos de esclarecimentos Julho de 2009 Página 1 de 7 No seguimento do

Leia mais

ambithus Informação Prática COMO PROCEDER À INSCRIÇÃO? ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO INSCRIÇÕES EM GRUPO GARANTIA DE QUALIDADE CONTACTOS DA AMBITHUS

ambithus Informação Prática COMO PROCEDER À INSCRIÇÃO? ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO INSCRIÇÕES EM GRUPO GARANTIA DE QUALIDADE CONTACTOS DA AMBITHUS ambithus Informação Prática COMO PROCEDER À INSCRIÇÃO? ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO INSCRIÇÕES EM GRUPO GARANTIA DE QUALIDADE CONTACTOS DA AMBITHUS COMO CHEGAR À AMBITHUS? FICHA DE CANDIDATURA PARA A FORMAÇÃO

Leia mais

Copyright 2008 GrupoPIE Portugal, S.A.

Copyright 2008 GrupoPIE Portugal, S.A. WinREST Sensor Log A Restauração do Séc. XXI WinREST Sensor Log Copyright 2008 GrupoPIE Portugal, S.A. 2 WinREST Sensor Log Índice Índice Pag. 1. WinREST Sensor Log...5 1.1. Instalação (aplicação ou serviço)...6

Leia mais

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11 Índice Parte 1 - Introdução 2 Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4 Parte 2 Desenvolvimento 5 Primeiros passos com o e-best Learning 6 Como aceder à plataforma e-best Learning?... 6 Depois

Leia mais

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Escola Naval Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Segurança da informação nas organizações Supervisão das Politicas de Segurança Computação em nuvem Fernando Correia Capitão-de-fragata

Leia mais

INSTITUTO DOS REGISTOS E NOTARIADO, I.P.

INSTITUTO DOS REGISTOS E NOTARIADO, I.P. INSTITUTO DOS REGISTOS E NOTARIADO, I.P. CONCURSO PÚBLICO N.º 05/DP/2009 AQUISIÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DE FILAS DE ATENDIMENTO DOS SERVIÇOS DESCONCENTRADOS DO IRN, I.P. CADERNO DE ENCARGOS ANEXO I ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

Comunicação documentos de transporte AT via Webservice Singest Sistema Integrado de Gestão. 22-05-2013 Cambragest Serviços de Gestão e Software

Comunicação documentos de transporte AT via Webservice Singest Sistema Integrado de Gestão. 22-05-2013 Cambragest Serviços de Gestão e Software Comunicação documentos de transporte AT via Webservice 22-05-2013 Cambragest Serviços de Gestão e Software I. Índice I. Índice... 1 II. Introdução... 2 III. Configuração de documentos de transporte...

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Iniciação para docentes Universidade Atlântica Versão: 1 Data: Fevereiro 2010 Última revisão: Fevereiro 2010 Autor: Ricardo Gusmão Índice Introdução... 1 Registo no Moodle...

Leia mais

1. Contratos de aluguer automóvel

1. Contratos de aluguer automóvel 1. Contratos de aluguer automóvel Pretende-se desenvolver um Sistema Informático para apoio à gestão de Contratos de Aluguer automóvel de Longa-duração (SICAL) que permita efectuar, cancelar e modificar

Leia mais

COLIBRI Ambiente Colaborativo Multimédia MÓDULO MOODLE. Rui Ribeiro colibri@fccn.pt. FCCN - Dezembro 2010

COLIBRI Ambiente Colaborativo Multimédia MÓDULO MOODLE. Rui Ribeiro colibri@fccn.pt. FCCN - Dezembro 2010 COLIBRI Ambiente Colaborativo Multimédia MÓDULO MOODLE FCCN - Dezembro 2010 Rui Ribeiro colibri@fccn.pt Módulo COLIBRI Concebido por: José Coelho Universidade Aberta Apoiado por: Rui Ribeiro FCCN Vitor

Leia mais

WINDOWS. O Windows funciona como um Sistema Operativo, responsável pelo arranque do computador.

WINDOWS. O Windows funciona como um Sistema Operativo, responsável pelo arranque do computador. WINDOWS O AMBIENTE DE TRABALHO DO WINDOWS O Windows funciona como um Sistema Operativo, responsável pelo arranque do computador. Um computador que tenha o Windows instalado, quando arranca, entra directamente

Leia mais

Introdução. Confiabilidade. Conformidade. Segurança. Optimização e Disponibilidade

Introdução. Confiabilidade. Conformidade. Segurança. Optimização e Disponibilidade Introdução Desenvolvido segundo um modelo de bases de dados relacionais, podem ser realizadas personalizações à medida de cada empresa, em conformidade com o Sistema de Informação existente e diversas

Leia mais

Tutorial: criação de uma Ficha de Voluntário online

Tutorial: criação de uma Ficha de Voluntário online Tutorial: criação de uma Ficha de Voluntário online A pedido da Coordenação Nacional, o grupo de Coordenação Distrital de Coimbra elaborou este pequeno tutorial que ensina como criar um formulário online

Leia mais

Concepção de Roteiros de Formação para a oferta formativa do Programa Aveiro Norte

Concepção de Roteiros de Formação para a oferta formativa do Programa Aveiro Norte Concepção de Roteiros de Formação para a oferta formativa do Programa Aveiro Norte Miguel Oliveira 1, Fátima Pais 1, Pedro Beça 2, Sara Petiz 2, A.Manuel de Oliveira Duarte 2 1 Escola Superior Aveiro Norte

Leia mais

Plano tecnológico? Ou nem tanto?

Plano tecnológico? Ou nem tanto? Plano tecnológico? Ou nem tanto? WEB: ÉDEN?APOCALIPSE? OU NEM TANTO? Plano Tecnológico Mas, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, além deste Contrato, o Novo Contrato para a Confiança, o nosso

Leia mais

CURSO: CONCEITOS DE FORMAÇÃO PRESENCIAL, ONLINE E MISTA

CURSO: CONCEITOS DE FORMAÇÃO PRESENCIAL, ONLINE E MISTA CURSO: CONCEITOS DE FORMAÇÃO PRESENCIAL, ONLINE E MISTA RESUMO Com este curso pretende-se a familiarização dos formandos com os principais conceitos que envolvem os processos formativos presenciais, online

Leia mais

1.1 A abordagem seguida no livro

1.1 A abordagem seguida no livro 1- Introdução A área de administração de sistemas e redes assume cada vez mais um papel fundamental no âmbito das tecnologias da informação. Trata-se, na realidade, de uma área bastante exigente do ponto

Leia mais

MANUAL WIRELESS DOS PONTOS MUNICIPAIS DE BANDA LARGA

MANUAL WIRELESS DOS PONTOS MUNICIPAIS DE BANDA LARGA MANUAL WIRELESS DOS PONTOS MUNICIPAIS DE BANDA LARGA Introdução O Projecto Municipal dos Pontos Municipais de Banda Larga (PMBL) pretende dotar o Município de Almeida de equipamentos e infra-estruturas

Leia mais

Neste tutorial irá criar uma animação simples com base num desenho do Mechanical Desktop.

Neste tutorial irá criar uma animação simples com base num desenho do Mechanical Desktop. Neste tutorial irá criar uma animação simples com base num desenho do Mechanical Desktop. Inicialize o 3D Studio VIZ. Faça duplo clique no ícone de 3D Studio VIZ Abre-se a janela da figura seguinte. Esta

Leia mais

PROJECTO GEPETO BALANÇO DE ETAPA

PROJECTO GEPETO BALANÇO DE ETAPA PROJECTO GEPETO BALANÇO DE ETAPA Coordenação Técnica. Outubro de 2013 BALANÇO DE ETAPA EM METADE DO PROJECTO GEPETO Outubro de 2013 1. RECAPITULAÇÃO DOS OBJECTIVOS 2. ROTEIRO 3. PRINCIPAIS ACTIVIDADES

Leia mais

Curso SGQ. Formação Elearning. Guia de Acesso ao Curso. * Sensibilização para a Qualidade * 1 - Acesso à Plataforma Studio

Curso SGQ. Formação Elearning. Guia de Acesso ao Curso. * Sensibilização para a Qualidade * 1 - Acesso à Plataforma Studio STOP Formação Elearning Curso SGQ * Sensibilização para a Qualidade * Guia de Acesso ao Curso 1 - Acesso à Plataforma Studio 2 - Acesso ao Curso Sensibilização SGQ 3 - Áreas Principais da Plataforma 4

Leia mais