Gestão de Pessoas em Atenção Domiciliar

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2 Gestão de Pessoas em Atenção Domiciliar Terceirização de Mão de Obra: Modelos de Contratação Frente as Exigências de Mercado Rosana Margarete de Freitas Vieira Diretora Executiva da Med Lar Internações Domiciliares

3 PI RS PA RGN SC CE GO PR DF ES PE RGS MT BA MG RJ SP O Setor de Home Care no Brasil DISTRIBUIÇÃO DE EMPRESAS DE HOME CARE POR ESTADO fonte - CNES - MS O CNES para esta modalidade foi criado em 2009; 50% das empresas de SP estão localizadas no interior; O total de empresas cadastradas somam 218; Os números demonstram a falta de organização do setor.

4 INFORMAÇÕES MERCADO Hoje Regulamentação ANVISA- jan 2006 RDC 11 Não está regulamentado pela ANS não faz parte do rol de procedimentos; Falta de homogeneidade do conceito e prática da Atenção Domiciliar; Maior parte das empresas atuam com mão de obra cooperada/pj; Atendeu 1 milhão de usuários em 2013; Fatura cerca de 3 bilhões/ ano; Atualmente o setor emprega 230 mil pessoas, destes, cerca 155 mil são técnicos de enfermagem. Apenas 10% do total são contratados por meio da CLT. Tendências Avanço do MPT sobre as empresas; Organização da empresas por modelo de contratação; Movimento dos hospitais de aproximação com as empresas de Home Care; Criação de grupo de estudos de Atenção Domiciliar pela ANAHP; Votação da PL 4330 que trata sobre a terceirização da atividade fim.

5 O Setor de Home Care no Brasil Faixa de Pessoal Ocupado Nº Total de empresas e outras organizações Pessoal Ocupado CLT + PJ * Pessoal ocupado asssalariado Salários e outras remunerações Salário Médio mensal (salários mínimos) R$ ,8 0 a R$ ,4 5 a R$ ,4 10 a R$ ,5 20 a R$ ,6 30 a R$ ,8 50 a R$ ,2 100 a R$ ,1 250 a 459 x x x x x 500 ou mais x x x x x 56% das empresas tem até 4 funcionários 1,4 salários mínimos é a média salarial predominante * o número não incluem cooperativas Os números mostram a informalidade do setor Dados do CNAE- IBGE-2010

6 42,64 37,33 19,90 21,41 12,72 44,94 42,53 26,73 13,14 16,38 49,03 44,41 189,45 199,43 237,92 INFORMAÇÕES MERCADO MÉDIA DE COLABORADORES SEGUNDO FUNÇÃO POR EMPRESA AD ID APH Tecnico enfermagem Fisioterapeutas Enfermeiros Médicos Fonoaudiólogos Fonte: Pesquisa realizada NEAD, abril maio/13

7 MODELOS DE CONTRATAÇÃO COLABORADORES POR REGIME DE TRABALHO POR TIPO DE EMPRESA 76% dos colaboradores das prestadoras de serviços exercem atividade externas; 75% são Cooperados; 13% Pessoa Jurídica 3% Autônomos CLT Cooperados PJ Autonomos 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Interno Externo 72% 64% 76% 28% 36% 24% Total Operadora Prestadora Prestadora 9% 75% 13% 3% Operadora 9% 75% Fonte: Pesquisa realizada NEAD, abril maio/13 13% 3% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Fonte: Pesquisa realizada NEAD, abril maio/13

8 MODELOS DE CONTRATAÇÃO Cooperativas de trabalho Enfermeiros Auxiliares e Técnicos de Enfermagem Recrutamento e seleção, gestão de escalas, remuneração, capacitação, divisão do trabalho por tomadores Médicos Profissionais liberais- gerem seu próprio trabalho Empresas sub Fisioterapeutas contratam os Fonoaudiólogos profissionais Assistentes Sociais Gestão das Nutricionistas escalas, Psicólogos capacitação, Terapeutas Ocupacionais remuneração

9 MODELOS DE CONTRATAÇÃO PL 4330 Equipes multiprofissionais Atividade Fim % menores de tributação Transferência de obrigações trabalhistas Anula responsabilidade solidária Empresas tem gestão total sobre a mão de obra Recrutamento até o acompanhamento do trabalho Tributação alta Oneração de despesas Elevação de valor negociado

10 Diferença entre Terceiro x CLT Modelo Terceirizado Modelo Celetizado Cliente OPS Empresas de Home Care Ações Trabalhistas de cooperados requerendo Vínculo Cooperativas Escalas Sócio - Cooperado Ação MPT: Precarização de relações trabalhistas Paciente Cliente OPS Seleção- Integração- Capacitação Gestão de escalas Empresas de Home Care Relação trabalhista regularizada - CLT Redução de risco trabalhista Redução de potenciais riscos assistenciais Paciente

11 DESAFIOS DO SETOR DESAFIOS OPERACIONAIS Dispersão geográfica; Sazonalidade; Turn over; Ociosidade; Crenças e Valores das famílias; Tempo de avaliação e implantação; Capacitação técnica x Disponibilidade profissional; Modelo de remuneração; Modelo de contrato de trabalho. CONSEQUÊNCIAS Baixa fidelização; Ausência de engajamento; Impeditivos de atuação na seleção e qualificação; Fragilidade técnica; Riscos Trabalhistas; Riscos Assistenciais; Riscos Éticos legais; Ausência governança.

12 DESAFIOS DO SETOR Modelo atual em Atenção Domiciliar Ciclo de Geração de Valor Equipes Técnicas despreparada s Qualidade e segurança dos pacientes prejudicadas Desfecho clinico comprometid o Aumenta a demanda por recursos e serviços Equilíbrio entre custo, receita e resultado esperado Obtém recursos para reinvestimento Aumento de riscos institucionais Equilíbrio no caixa das empresas Insatisfação do cliente: operadora, paciente e famílias

13 DESAFIOS DO SETOR Atenção Domiciliar CLT Ciclo de Geração de Valor Equipes Técnicas preparadas Qualidade e segurança dos paciente garantidas PAD programado Foco na educação em saúde Diminui a demanda por recursos e serviços Desequilíbrio entre custo, receita e resultado esperado Reduz recursos para reinvestimento Mitiga riscos institucionais Desequilíbrio no caixa das empresas Satisfação do cliente: operadora, paciente e famílias

14 DESAFIOS DO SETOR QUEM SÃO OS AGENTES DESTE NOVO MOMENTO DO MERCADO? FONTE PAGADORA Cliente Público Pessoa Física OPS Pacientes e Famílias ANS Governos - MPT Empresas de AD Logística TI Serviços Apoio Industria farmacêutica Sindicatos Entidades de Classe

15 DESAFIOS DO SETOR SUSTENTABILIDADE? Modelagem do Produto Precificação; Modelo Operacional; Mitigação de riscos; Gestão Assistencial; Reposicionamento no mercado Definição de abrangência; Estabelecer regras e acordos para atendimento; Formatação de preços; Consulta potenciais compradores;

16 Nenhum empreendimento funciona sem as pessoas, mas a forma como elas são geridas enquanto recurso humano se coloca como um desafio crescente para a sustentabilidade das empresas, em uma perspectiva de longo prazo.

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