Evolução das Despesas Estaduais

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Evolução das Despesas Estaduais"

Transcrição

1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CONTABILIDADE E ECONOMIA SINDICATO DAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTÁBEIS DO RS Convênio FACE/PUCRS e SESCON-RS Relatório 2 Evolução das Despesas Estaduais Pedro Tonon Zuanazzi Gustavo Inácio de Moraes Milton Andre Stella Maio de 2014

2 Nota O presente relatório apresenta, na seção 1, uma comparação entre as despesas totais e per capita dos Estados brasileiros e as participações das despesas em relação às receitas. Posteriormente, as seções 2 a 12 apresentam as 11 maiores despesas por função do RS, ordenadas por ordem de grandeza, comparando o Estado com as demais s. Por fim, na seção 13 é estudada, com mais detalhe, a evolução anual da despesa total do RS (somente) e suas funções. Todos os valores absolutos apresentados nesse relatório são deflacionados para Julho de 2012 pelo IGP-DI. Embora sejam apresentados os dados de todos os estados do Brasil, as comparações no texto são focadas nos Estados de SC, PR, SP, RJ e MG, devido às semelhanças populacionais e econômicas. Esse grupo foi nomeado como Estados de comparação.

3 1) Despesas dos Estados e participação na receita O Rio Grande do Sul obteve, em 2012, uma despesa total de R$ 40,5 bilhões, equivalente a R$ por habitante, representando um aumento real em sua despesa per capita de 59,2% entre 2004 e 2012 (Tabela 1), passando da 12ª para a 9ª posição entre todas as s nesse período. Esse valor está muito próximo a estados como RJ (R$ 3.815) e SP (R$ 3.673), e muito acima de estados como MG (R$ 2.732), SC (R$ 2.721) e PR (R$ 2.677). Além disso, dentre os Estados de comparação, obteve o maior aumento da despesa per capita no período. Tabela 1 - Despesa Total (1) e Despesa Total per capita (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc em 2012 TOTAL (R$ mil) pc (R$) ORDEM pc TOTAL (R$ mil) pc (R$) ORDEM pc VARIAÇÃO pc 2012/2004 AC ,7% DF ,8% RR ,2% AP ,9% MT ,9% MS ,2% TO ,8% RJ ,4% RS ,2% SP ,3% RO ,3% AM ,8% SE ,1% ES ,1% MG ,1% GO ,8% SC ,1% RN ,7% PR ,1% PE ,3% BA ,7% PI ,4% AL ,7% CE ,8% PB ,9% PA ,6% MA ,1% Total ,2% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) Quando são relativizadas as despesas dos Estados às suas receitas (Gráfico 1), verifica-se que houve, na média nacional, uma diminuição desse percentual entre 2004 e 2012, que passou de 100,2% para 92,9%. O RS, com a mesma tendência, reduziu de 106,4% para 101,9% seus gastos em relação à sua receita. Esse último percentual, de 2012, era o 5º maior dentre todos os Estados do Brasil. Em comparação, PR era o 2º (102,4%), SC o 14º (96,6%), RJ o 15º (95,7%), SP o 20º (89,6%) e MG o 24º (83,7%).

4 Gráfico 1 Participação da Despesa Total em relação à Receita Total, Unidades da Federação, 2004 e AL PR SE MA RS CE DF MS RN MT PB GO RO SC RJ BA AC AM PA SP AP PE PI MG ES TO RR 2) Despesas com previdência Social A previdência social representou a maior despesa do Governo do Estado em Com um gasto anual por habitante de R$ (Tabela 2), o RS é a com maior despesa per capita com previdência. Esse valor é 177,1% maior do que o valor de 2004, enquanto que a média nacional foi de um crescimento de 123,8%. Em números absolutos, o gasto foi de R$ 11,8 bilhões em Conforme o Instituto de Previdência do RS (IPERGS 1 ), haviam no Estado aposentados pela previdência social em 2012, o que representava um salário médio mensal de R$ 6.298,43, valor 60,8% maior do que o teto do regime geral da previdência (INSS) nesse mesmo ano, que era de R$ 3.916,20. O gasto per capita de R$ com a previdência social no RS é muito superior às demais s. O estado de Mato Grosso, 2º colocado, despendia R$ 703 por habitante, 34,2% a menos do que o RS. De forma geral, como esperado, são os estados mais urbanizados, de maior PIB e com uma estrutura pública maior (principalmente Sul e Sudeste) que apresentam os mais elevados gastos com previdência Social. 1 Boletim de Informações Previdenciárias Disponível em

5 Tabela 2 - Despesa absoluta e Despesa per capita com Previdência Social (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc com Previdência Social em 2012 PREV. SOCIAL (R$ mil) PREV. SOCIAL pc (R$) PREV. SOCIAL (R$ mil) PREV. SOCIAL pc (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 RS ,1% MT ,8% RJ ,2% DF ,2% SE ,1% MG ,7% SP ,1% MS ,7% SC ,2% ES ,9% PR ,5% RN ,9% PE ,9% PI ,6% GO ,4% AC PA ,6% PB ,9% BA , AM ,7% CE ,9% MA ,9% TO ,3% RO ,5% AL ,7% AP ,7% RR ,3% Total ,8% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) Ao comparar, no ano de 2012, as despesas com previdência social das s em relação às suas despesas totais, verifica-se que 29,1% de toda a despesa do RS foi com a previdência (Gráfico 2). O estado de MG obteve o 2º maior percentual, com 19,7%; SC o 3º, com 18,5%; RJ o 5º, com 17,; SP o 9º, com 14,4%; PR o 10º, com 14,4%. É considerável o crescimento desse percentual no RS entre 2004 e 2012: passou de 16,7% para 29,1% no período.

6 Gráfico 2 3 Participação da despesa com Previdência Social na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e % 25% % 17% 15% 1 15% 1 5% RS MG SC SE RJ MT PI ES SP PR PA PB PE RN MS BA GO CE MA DF AM AC AL RO TO AP RR 3) Despesas com Educação O RS é o 11º Estado com maior despesa por habitante com educação: com um gasto anual per capita de R$ 522 em 2012, obteve um crescimento de 55,7% em relação a 2004, sendo que a média nacional foi de 34,3%. Destaca-se o Estado do PR, que nesse período aumentou seus gastos por habitante em 78%, passando da 16ª para a 7ª colocação (atingindo R$ 571 no último ano da série). O Estado de São Paulo, embora tenha obtido um crescimento moderado de 10,6%, em nível per capita é o 6º maior gasto (R$ 611). Em contrapartida, SC aumentou apenas 4,1% suas despesas per capita com educação no período, caindo da 8ª para a 17ª posição (R$ 396 em 2012), enquanto o Estado de MG despendia R$ 329 per capita, ocupando a 19ª colocação. Embora o RS ocupe a 11ª posição, ao relativizar seus gastos com educação às suas despesas totais, o estado decai para a 19ª colocação (Gráfico 3). Entre 2004 e 2012, a participação dessa despesa no total do Estado decaiu de 14,5% para 14,2%. O maior percentual, em 2012, é apresentado pelo PR, com 21,3%, enquanto SP aparece em 10º com 16,6% e SC em 18º com 14,6%. Possuem percentuais menores que o RS estados como RJ (12,5%) e MG (12,). Esse último é o segundo menor dentre todas as s.

7 Tabela 3 - Despesa absoluta e Despesa per capita com Educação (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc com Educação em 2012 EDUCAÇÃO (R$ mil) EDUCAÇÃO pc (R$) EDUCAÇÃO (R$ mil) EDUCAÇÃO pc (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 DF ,8% AP ,3% AC ,5% RR ,6% TO ,3% SP ,6% PR , MS , RO ,3% MT ,4% RS ,7% AM ,5% RJ ,3% RN , GO ,7% SE ,8% SC ,1% PB ,1% MG ,3% ES ,6% AL ,9% PI ,4% PE ,3% PA ,5% CE ,3% BA ,7% MA ,1% Total ,3% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) Gráfico 3 25% Participação da despesa com Educação na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e % 1 5% PR AP DF PB RN AC RR TO GO SP PA MA RO AL AM PI CE SC RS SE MS BA RJ PE MT MG ES

8 4) Despesas com Saúde O RS cresceu suas despesas per capita com saúde em 75,4% entre 2004 e 2012 (Tabela 4), percentual superior à média nacional (53,9%). Em 2012 ocupava a 13ª posição dentre as s, com um gasto per capita anual de R$ 361. Dentre os Estados de comparação, esse custo só é menor que SP (R$ 403). O Estado do RJ, por sua vez, gastava apenas R$ 266 por habitante em 2012, ocupando a 21ª posição. Tabela 4 - Despesa absoluta e Despesa per capita com Saúde (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc com Saúde em 2012 SAÚDE (R$ mil) SAÚDE pc (R$) SAÚDE (R$ mil) SAÚDE pc (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 DF ,3% AC ,2% RR ,1% AP ,4% TO ,6% AM ,7% ES ,6% RO ,9% SE ,4% PE ,5% SP ,3% RN ,2% RS ,4% GO ,2% SC ,9% MT ,3% BA ,3% MG ,7% PR ,9% MS ,7% RJ ,8% PA ,9% AL ,8% PB ,4% PI ,9% CE ,1% MA ,4% Total ,9% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) Quando comparados os gastos com saúde relativos às despesas totais, contudo, o RS é o quarto estado com menor percentual: despendia 9,8% em Esse percentual é relativamente baixo em relação aos Estados de comparação. São maiores para SC (12,8%), MG (11,), SP (11,) e PR (10,4%) e é menor para o RJ (7,).

9 Gráfico 4 Participação da despesa com Saúde na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e % 16% 14% 12% 1 8% 6% 4% 2% DF PE TO BA AM RR AC ES RN AP PA PB SE GO AL CE SC RO PI MA MG SP PR RS MT RJ MS 5) Despesas com Serviços e Refinanciamento da Dívida A 4ª maior despesa por função do Estado diz respeito aos custos da dívida pública. O gasto anual per capita foi de R$ 246 (Tabela 5), a 11ª primeira colocação entre todos os Estados. Entre 2004 e 2012 o percentual de crescimento foi de 12,3%, inferior à média nacional (32,9%). Dentre os Estados de comparação, MG, RJ e SP possuem os maiores gastos por habitante: R$ 306, R$ 304 e R$ 296, respectivamente. A participação com gastos de serviços e refinanciamento da dívida em relação à despesa Total decaiu no RS entre 2004 e 2012, passando de 9,5% para 6,7% (Gráfico 5). Com essa redução, o RS apresentou, em 2012, um percentual inferior à média nacional (7,3%).

10 Tabela 5 - Despesa absoluta e Despesa per capita com Serviços e Refinanciamento da dívida (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc com Serviços e Refinanciamento da dívida em 2012 DÍVIDA (R$ mil) DÍVIDA pc (R$) DÍVIDA (R$ mil) DÍVIDA pc (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 MT ,4% AC ,9% GO ,2% PI ,9% MG ,1% RJ , MS ,2% SP ,7% RR ,9% AL ,9% RS ,3% MA ,5% ES ,1% RO ,7% TO ,9% SE ,8% AM ,9% PR ,7% DF ,4% CE BA ,3% RN ,8% PE ,4% AP , PB ,9% PA ,5% SC , Total ,9% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) Gráfico 5 18% 16% 14% 12% 1 8% 6% 4% 2% Participação da despesa com Serviços e Refinanciamento da dívida na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e 2012 PI MT AL GO MG MA SP RJ AC MS RS ES CE SE BA RO PR RR PB AM TO PE RN PA DF AP SC

11 6) Despesas com Segurança Pública O RS está entre os Estados com menor gasto per capita com segurança pública, ocupando a 20ª colocação, com R$ 202 por habitante, frente à media nacional de R$ 232 (Tabela 6). Dentre os Estados de comparação, está atrás de RJ (R$ 354), MG (R$ 250), SC (R$ 221) e SP (R$ 205), e a frente apenas do PR (R$ 192). Tabela 6 - Despesa absoluta e Despesa per capita com Segurança Pública (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem SEGURANÇA PÚBLICA (R$ mil) de maior despesa pc com Segurança Pública em 2012 SEGURANÇA SEGURANÇA SEGURANÇA PÚBLICA pc PÚBLICA pc PÚBLICA (R$ mil) (R$) (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 AC ,5% RO , MS , TO ,9% SE ,2% RJ ,5% MT ,5% RR ,3% AM ,2% RN ,7% ES ,5% MG ,9% AL ,1% GO ,3% SC ,6% PE ,9% DF ,7% BA ,4% SP , RS ,9% PB ,5% PR ,6% PA ,5% CE ,5% MA ,7% PI ,6% AP ,1% Total ,6% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) O baixo gasto com segurança pública se torna mais evidente quando relativizado às despesas totais do Estado (Gráfico 6). Em 2012, esse percentual no RS (que diminuiu de 6,5% para 5,5%) só não era menor do que AP, DF e PI.

12 Gráfico 6 Participação da despesa com Segurança Pública na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e % 12% 1 8% 6% 4% 2% RO AL SE PB TO BA PA MS RN RJ MG PE CE AM GO ES SC MT AC MA PR RR SP RS PI DF AP 7) Despesas com a Administração Na 14ª colocação dentre os Estados, o RS despendia com a administração R$ 156 per capita em 2012 (Tabela 7), valor muito próximo a SC (R$ 157) e maior que todos os demais Estados de comparação. Destaque para a baixa despesa do PR (R$ 69), a menor dentre todos os Estados. Na relação com a despesa total o Estado ocupava, em 2012, a 19ª posição, com 4,2% (Gráfico 7). Em geral, como esperado, os estados mais populosos possuem um gasto proporcional à despesa total menor com a administração do que os estados menos populosos. O menor percentual é de SP (2,5%).

13 Tabela 7 - Despesa absoluta e Despesa per capita com a Administração (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc com a Administração em 2012 ADMINISTRACAO (R$ mil) ADMINISTRACA O pc (R$) ADMINISTRACAO (R$ mil) ADMINISTRACA O pc (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 AP ,2% TO ,3% DF ,3% GO ,2% RR , SE ,4% RO ,9% AC ,9% AL , PI ,1% MS ,4% AM ,4% SC ,5% RS ,6% RN ,4% PB , MT ,2% RJ ,7% CE ,3% PE ,3% ES ,1% MG ,5% MA ,3% SP ,9% BA ,2% PA ,6% PR , Total ,9% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) Gráfico 7 35% 3 25% 2 15% 1 5% Participação da despesa com a Administração na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e 2012 TO GO AP AL PI DF SE RO RR MS PB AC CE SC MA AM RN PE RS BA PA MG ES RJ MT PR SP

14 8) Despesas com o Judiciário O Judiciário representava a 7ª maior despesa do RS em Com um valor per capita de R$ 141, o Estado ocupava a 13ª colocação dentre as s (Tabela 8). Dentre os Estados comparáveis, possuem maiores despesas por habitante: RJ (R$ 199), SC (R$ 167) e SP (R$ 149). Tabela 8 - Despesa absoluta e Despesa per capita com o Judiciário (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc com o Judiciário em 2012 JUDICIÁRIO (R$ mil) JUDICIÁRIO pc (R$) JUDICIÁRIO (R$ mil) JUDICIÁRIO pc (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 AP ,4% RO , TO ,2% AC ,3% MT ,6% RN ,5% MS ,3% RJ ,8% ES ,5% SE ,7% SC ,6% SP ,9% RS ,3% PR ,5% PB ,8% AM ,4% MG ,3% BA ,5% AL ,4% GO ,1% PE ,7% MA ,1% CE ,4% PI ,3% PA ,8% DF RR , Total ,7% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) A participação dos gastos com o judiciário na despesa total reduziu no RS entre 2004 e 2012 (Gráfico 8), passando de 5,9% para 3,8%, deixando o Estado com o 5º menor percentual. De fato, a média dos Estados como um todo também diminuiu (de 5,4% para 4,6%).

15 Gráfico 8 Participação da despesa com o Judiciário na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e % 1 8% 6% 4% 2% AP RO RN PB ES TO SC MA SE BA AL RJ PR MT MS CE MG PE PI SP PA GO RS AM AC DF RR 9) Despesas com Transporte Transporte era a 8ª maior despesa do RS em 2012, com um valor anual per capita de R$ 70, o 19º maior valor dentre todos os Estados. Esse valor é próximo aos gastos do PR (R$ 70) e SC (R$ 80), inferior ao RJ (R$ 153) e muito inferior a SP (R$ 217). Em contrapartida, MG gastava menos: R$ 59 por habitante. Em participação na despesa total, o Estado possui o segundo menor percentual, a frente apenas do AM. Esse percentual no RS era de 2,7% em 2004 e passou a 1,9% em Dentre os Estados de comparação, destaca-se a elevada participação dessa despesa em São Paulo, um percentual de 5,9%.

16 Tabela 9 - Despesa absoluta e Despesa per capita com Transporte (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc com Transporte em 2012 TRANSPORTE (R$ mil) TRANSPORTE pc (R$) TRANSPORTE (R$ mil) TRANSPORTE pc (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 RR , AC ,3% DF ,8% MS ,7% AP ,1% SP ,8% TO ,7% ES ,5% RJ ,1% RO , PE ,1% MT ,9% GO ,4% PI ,3% CE ,2% SE ,6% SC ,9% PR ,5% RS ,9% MA ,8% AL ,5% MG ,5% AM ,9% RN ,5% PB ,8% PA ,5% BA ,4% Total ,2% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) Gráfico 9 25% Participação da despesa com Transporte na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e % 1 5% RR AC MS SP DF PE ES CE PI TO RO AP RJ GO MA MT AL PB SC SE PR PA MG BA RN RS AM

17 10) Despesas com Essencial à Justiça As despesas essenciais à justiça, que incluem, por exemplo, os gastos com os serviços penitenciários, foram de R$ 67 por habitante no RS em 2012, o que deixa o Estado na 10ª colocação dentre as s (Tabela 10). Dentre os Estados de comparação, destaca-se o elevado gasto per capita do RJ (R$105) e o baixo gasto per capita de MG (R$ 50). A participação dessa despesa em 2004 era maior do que em 2012 (Gráfico 10): passou de 2,5% para 1,8% no período. No Estado do RJ esse percentual representou 2,8% no último ano analisado, o maior dentre os Estados de comparação. Tabela 10 - Despesa absoluta e Despesa per capita Essencial a Justiça (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc Essencial a Justiça em 2012 ESSENCIAL À JUSTIÇA (R$ mil) ESSENCIAL À JUSTIÇA pc (R$) ESSENCIAL À JUSTIÇA (R$ mil) ESSENCIAL À JUSTIÇA pc (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 MS ,4% RR ,4% AC ,3% RO RJ ,6% SE ES ,9% MT , PA ,4% RS ,9% SC ,7% SP ,4% RN PR AM ,4% MG , PB MA ,4% DF GO ,7% BA ,4% AL ,6% CE ,7% TO ,5% AP ,6% PI ,7% PE Total ,4% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013)

18 Gráfico 10 Participação da despesa Essencial a Justiça na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e % 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% MS PA RO RJ SE MA RR SC PB ES AC RN PR BA AL MG AM RS SP CE MT GO TO DF AP PI PE 11) Despesas com o Legislativo De forma geral, os Estados menos populosos possuem uma maior despesa com o legislativo, o que era esperado, pois o número de parlamentares nesses estados é proporcionalmente (em relação à população) maior do que em estados mais populosos. Por exemplo, o Estado de RR gastou, em 2012, R$ 408 por habitante, frente aos R$ 23 gastos por SP. A despesa per capita do RS foi de R$ 56 no ano de 2012, 22ª posição dentre todos os Estados. Em proporção da despesa total (Gráfico 11), esse percentual no RS, que era de 1,5%, não é menor apenas ao percentual do Estado de SP, de 0,6%.

19 Tabela 11 - Despesa absoluta e Despesa per capita com o Legislativo (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc com o Legislativo em 2012 JUDICIÁRIO (R$ mil) JUDICIÁRIO pc (R$) JUDICIÁRIO (R$ mil) JUDICIÁRIO pc (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 RR ,9% AP ,1% DF ,7% AC ,6% MT ,2% RO ,9% TO ,1% SE ,9% MS ,1% AM ,3% RN , PI ,6% PB ,9% SC ,7% GO ,9% AL ,8% RJ ,2% PA ,1% ES ,1% PE ,6% MA ,1% RS ,8% CE ,8% MG ,1% BA ,7% PR ,9% SP ,6% Total ,5% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) Gráfico 11 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% Participação da despesa com o Legislativo na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e 2012 RR AP RO PI MT PB TO SE AM AL MA RN PA DF AC MS CE SC GO PE BA ES MG RJ PR RS SP

20 12) Despesas com Agricultura Os gastos com a agricultura representavam a 11ª maior despesa do RS, com um valor per capita de R$ 45 em 2012, o que coloca o Estado na 10ª posição dentre as s (Tabela 12). Dentre os estados comparáveis, apenas SC possui um maior gasto, de R$ 75 por habitante. MG, em contrapartida, obteve uma despesa per capita de apenas R$ 9, a menor dentre todos os estados. Tabela 12 - Despesa absoluta e Despesa per capita com Agricultura (1), por Unidade da Federação, 2004 e 2012, por ordem de maior despesa pc com Agricultura em 2012 AGRICULTURA (R$ mil) AGRICULTURA pc (R$) AGRICULTURA (R$ mil) AGRICULTURA pc (R$) VARIAÇÃO pc 2012/2004 AC ,1% RR ,4% TO ,9% RO ,8% SC ,4% SE ,3% DF ,3% MS ,8% ES ,3% RS ,6% PB , CE ,3% BA ,9% PE ,7% AP ,2% PR ,3% RN ,1% AM ,4% PA , AL ,8% MT ,4% GO ,2% SP ,9% MA , PI ,6% RJ ,3% MG ,6% Total ,8% e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013) A participação da agricultura nas despesas totais do RS diminuiu de 1,8% para 1,2% entre 2004 e 2012, mas ainda mantém o RS acima da média nacional (Gráfico 12).

21 Gráfico 12 Participação da despesa com Agricultura na Despesa Total, Unidades da Federação, 2004 e % 4% 3% 2% 1% AC SC TO RO SE PB CE RR BA ES PA PE MS AL RS PR RN DF AM MA PI GO AP MT SP MG RJ 13) Evolução anual por função de despesa no RS Ao analisar a Tabela 13 e o Gráfico 13, evidencia-se que o aumento dos gastos do Estado com a previdência Social foi muito elevado quando comparado com o crescimento das demais despesas. De forma sistemática (com exceção de 2008 que possui um comportamento atípico), os valores per capita passaram de R$ 380 para R$ 1061 entre 2004 e Quanto às despesas totais, o ano de 2011 foi o único que apresentou redução real em relação ao ano anterior. Essa redução foi importante, pois conforme apresentado no relatório 1, as receitas também diminuíram consideravelmente (passaram de R$ para R$ 3.437). Tabela 13: Evolução da despesa total per capita (1) e das principais funções de despesa per capita (1), Governo do Estado do RS, 2004 a 2012 FUNÇÃO Despesa Total Previdência Social Educação Saúde Serviços e Refinanciamento da dívida Segurança Pública Administração Judiciária Transporte Essencial à Justiça Legislativa Agricultura e IBGE (Projeções Populacionais Revisão 2013)

22 Gráfico 13 Evolução das principais funções de despesa (1), Governo do Estado do RS, 2004 a 2012 (R$ milhões) Administração Judiciária Segurança Pública Transporte Dívida Essencial à Justiça Saúde Legislativa Educação Agricultura Previdência Social A despesa total do RS representava 106,4% de sua receita em 2004 ano de seca no RS, em que houve decréscimos das receitas (Tabela 14). Esse percentual se manteve relativamente elevado até o ano de Em 2007 ocorreu uma forte queda, com as despesas totais representando 97, da receita total. Entre 2007 e 2012 houve, anualmente, um pequeno aumento desse percentual, sendo que desde 2010 ele passou a ser maior que 10. Analisando 2010 e 2011, verifica-se que entre esses dois anos houve um salto dos gastos com a previdência social, o que gerou o maior impacto no aumento das receitas em relação às despesas. Entre esses dois anos, concomitantemente, diminuíram os percentuais da dívida pública, da segurança pública e do transporte. A educação e a saúde, segunda e terceira maiores despesas do RS, desde 2010 aumentaram seus percentuais de gastos em relação à receita, mesmo com o elevado crescimento dos gastos com a previdência social nesse período.

23 Tabela 14: Evolução da Despesa Total (1) e das principais funções de despesa (1) em relação à Receita Total, Governo do Estado do RS, 2004 a 2012 FUNÇÃO Despesa Total 106,4% 105,6% 105, 97, 98,2% 100, 100,5% 101,4% 101,9% Previdência Social 17,8% 24,5% 25, 23,9% 15,5% 20,5% 19, 29,3% 29,6% Educação 15,5% 10,5% 10,6% 9,6% 15,6% 14,5% 13,6% 14,2% 14,5% Saúde 9,5% 9, 8,5% 8, 8,2% 8,3% 9,2% 9,6% 10, Serviços e Refinanciamento da dívida 10,1% 9,6% 9,7% 8,8% 13, 7,4% 8,5% 6,9% 6,8% Segurança Pública 6,9% 7,7% 8, 7,4% 5,6% 7,7% 7,6% 5,3% 5,6% Administração 4,7% 3,1% 3,2% 2,7% 4,1% 3,6% 3,6% 4,2% 4,3% Judiciária 6,3% 5,3% 5,5% 5, 4,8% 4,4% 4,1% 4,2% 3,9% Transporte 2,9% 2,8% 3,1% 1,9% 1,6% 1,9% 3,9% 2,3% 1,9% Essencial à Justiça 2,6% 2,5% 2,5% 2,3% 2, 1,9% 1,7% 1,8% 1,8% Legislativa 2,3% 1,9% 1,9% 1,7% 1,5% 1,7% 1,4% 1,6% 1,5% Agricultura 1,9% 1,7% 1,4% 1, 0,9% 0,9% 0,9% 1, 1,3% O Gráfico 14 realiza uma fotografia, para o ano de 2012, das principais funções de despesa do RS em relação à receita total. Nesse ano, os gastos com previdência social, educação e saúde representavam 54,1% de toda a receita do Estado. Gráfico 14 Participação das principais funções de despesa em relação à receita Total, RS, 2012 Educação; 14,5% Saúde; 10, Previdência Social; 29,6% Outras Despesas; 27,1% Dívida; 6,8% Segurança Pública; 5,6% Administração; 4,3% Judiciária; 3,9%

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA Nível superior Cargo 1: Contador DF Brasília/Sede da Administração Central 35 1820 52,00 Nível médio Cargo 2: Agente Administrativo AC Rio Branco/Sede da SRTE 2 1496 748,00 Nível médio Cargo 2: Agente

Leia mais

Pendências de Envio do Relatório de Gestão Municipal-2013 aos CMS

Pendências de Envio do Relatório de Gestão Municipal-2013 aos CMS INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF UF Tecnologia Velocidade Quantidade de Acessos AC ATM 12 Mbps a 34Mbps 3 AC ATM 34 Mbps

Leia mais

MEC. Censo da Educação Superior 2014

MEC. Censo da Educação Superior 2014 MEC Censo da Educação Superior 2014 BRASÍLIA DF 04 DE DEZEMBRO DE 2015 Tabela Resumo Estatísticas Gerais da Educação Superior Brasil 2014 Categoria Administrativa Estatísticas Básicas Total Geral Pública

Leia mais

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR EM CARGOS DE E DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO Administrador AC 1 14 14.00 Administrador AL 1 53 53.00 Administrador AP 1 18 18.00 Administrador BA 1 75 75.00 Administrador DF 17 990 58.24 Administrador MT 1 55

Leia mais

PRODUTO INTERNO BRUTO DO DISTRITO FEDERAL

PRODUTO INTERNO BRUTO DO DISTRITO FEDERAL PRODUTO INTERNO BRUTO DO DISTRITO FEDERAL 2010 Produto Interno Bruto - PIB Corresponde ao valor a preços de mercado, de todos os bens e serviços finais produzidos em um território, num determinado período

Leia mais

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS Seminário POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS LEGISLAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E POLÍTICA DE SEGURANÇA Brasília DF 13 de setembro de 2012 Regulamentação da atividade de mototaxista Mesmo diante da ausência

Leia mais

EDITAL SG/MPU N.º 27, DE 2 DE OUTUBRO DE 2007.

EDITAL SG/MPU N.º 27, DE 2 DE OUTUBRO DE 2007. VA PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO DE 4/10/2007, SEÇÃO 3, PÁG.. EDITAL SG/MPU N.º 27, DE 2 DE OUTUBRO DE 2007. Divulgar a distribuição de vagas do Concurso Público para provimento de cargos e formação

Leia mais

Quantidade de pedidos registrados por mês

Quantidade de pedidos registrados por mês Relatório de Pedidos de Acesso à Informação e Solicitantes (*) Informações adicionais para o correto entendimento do relatório podem ser encontradas na última seção. Órgão(s) de referência: MinC - Ministério

Leia mais

A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO

A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO SINDICATO APEOC DE CONSTRUIR A ADEQUAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO COM BASE NA LEI Nº 11738 DO PISO NACIONAL NA SUA FORMA ORIGINAL

Leia mais

Indenizações Pagas Quantidades

Indenizações Pagas Quantidades Natureza da Indenização Jan a Dez 2011 % Jan a Dez 2012 % Jan a Dez 2012 x Jan a Dez 2011 Morte 58.134 16% 60.752 12% 5% Invalidez Permanente 239.738 65% 352.495 69% 47% Despesas Médicas (DAMS) 68.484

Leia mais

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS: Repartição das responsabilidades entre União, Estados e Municípios; Vinculação de impostos; Definição de Manutenção e Desenvolvimento do

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC A EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA O movimento Constitucional; O processo de discussão que antecedeu a LDB nº9394/96; A concepção de Educação Básica e a universalização do

Leia mais

Unidade Tipo de Serviço Análise da proposta Análise da proposta (em 15/10/2014, após diligência)

Unidade Tipo de Serviço Análise da proposta Análise da proposta (em 15/10/2014, após diligência) Unidade Tipo de Serviço Análise da proposta Análise da proposta (em 15/10/2014, após diligência) MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012.

De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012. De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012. Os casos de Invalidez Permanente representaram a maioria das indenizações pagas

Leia mais

População residente, por situação do domicílio Brasil, 2000 Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000 Resultados do Universo

População residente, por situação do domicílio Brasil, 2000 Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000 Resultados do Universo Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2012 Prova bimestral 3o Bimestre 5o ano Geografia Data: / / Nível: Escola: Nome: 1. Leia os dados e o gráfico do censo do

Leia mais

4» Quadra escolar Maria Nascimento Paiva. 1» Centro de Artes e Esportes Unificados. 2» Unidade Básica de Saúde, Clínica da Família Quadra 308

4» Quadra escolar Maria Nascimento Paiva. 1» Centro de Artes e Esportes Unificados. 2» Unidade Básica de Saúde, Clínica da Família Quadra 308 1 2 8 1» Centro de Artes e Esportes Unificados Rio Branco AC 2» Unidade Básica de Saúde, Clínica da Família Quadra 308 Recanto das Emas DF 3» Creche Ipê Rosa Samambaia DF 4» Quadra escolar Maria Nascimento

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento C o m p an h i a N ac io n a l d e Abastecimento D i r e t o r i a d e Opercações e A b a stecimento S u p erintedência de O p erações Comerciais G e r ên c i a d e Formação e Controle de Estoques P o

Leia mais

Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional. Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011

Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional. Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011 Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011 Quem ganha com a Guerra Fiscal? O país perde Porque grande parte dos incentivos é concedido a importações

Leia mais

Gestão da Qualidade da Banda Larga

Gestão da Qualidade da Banda Larga Gestão da Qualidade da Banda Larga Agência Nacional de Telecomunicações Brasília, 17 de maio de 2013 METODOLOGIA DE MEDIÇÃO INDICADORES DE BANDA LARGA FIXA Avaliações realizadas através de medidores instalados

Leia mais

Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano

Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano Seminário de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos Mesa Redonda I Exposição humana a agrotóxicos: ações em desenvolvimento Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano Coordenação

Leia mais

Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP. UBS Elpidio Moreira Souza AC. UPA município de Ribeirão Pires SP

Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP. UBS Elpidio Moreira Souza AC. UPA município de Ribeirão Pires SP Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP UBS Elpidio Moreira Souza AC Quadra da Escola Municipal Érico de Souza, Águas Lindas GO UPA município de Ribeirão Pires SP UBS Clínica da Família,

Leia mais

Transporte Escolar nos Estados e no DF. Novembro/2011

Transporte Escolar nos Estados e no DF. Novembro/2011 Transporte Escolar nos Estados e no DF Novembro/2011 UFs onde existe terceirização total ou parcial (amostra de 16 UFs) AC AL AP AM DF GO MT MS PB PI RJ RN RO RR SE TO TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO

Leia mais

Geração de Emprego Formal no NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 2011

Geração de Emprego Formal no NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 2011 Geração de Emprego Formal no RIO DE JANEIRO NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 211 1 211 O crescimento da economia fluminense nos últimos

Leia mais

O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE?

O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE? O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE? Instrumento que permite o financiamento, por meio de incentivos fiscais, de projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte. BASE LEGAL: Lei 11.438/06 -

Leia mais

MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015

MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015 MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015 Situação da microcefalia no Brasil Até 21 de novembro, foram notificados 739 casos suspeitos de microcefalia, identificados em 160 municípios de nove

Leia mais

Evolução demográfica 1950-2010

Evolução demográfica 1950-2010 Evolução demográfica 195-1 37 A estrutura etária da população brasileira em 1 reflete as mudanças ocorridas nos parâmetros demográficos a partir da segunda metade do século XX. Houve declínio rápido dos

Leia mais

Indenizações Pagas Quantidades

Indenizações Pagas Quantidades Natureza da Indenização Jan a Dez 2012 % Jan a Dez 2013 % Jan a Dez 2013 x Jan a Dez 2012 Morte 60.752 1 54.767 9% - Invalidez Permanente 352.495 69% 444.206 70% 2 Despesas Médicas (DAMS) 94.668 19% 134.872

Leia mais

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL 08 de Novembro de 2012 O que é o Brasil Rural? O Brasil Rural Diversidade: raças, origens étnicas, povos, religiões, culturas Conflitos: concentração de terra, trabalho

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO 8º CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NOS CARGOS DE ANALISTA E DE TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO 8º CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NOS CARGOS DE ANALISTA E DE TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO Cargo 1: Analista do MPU Área de Atividade: Apoio Técnico-Administrativo Especialidade: Arquivologia Distrito Federal / DF 596 4 149,00 Especialidade: Biblioteconomia Acre / AC 147 1 147,00 Especialidade:

Leia mais

Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe. Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER

Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe. Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe Eustáquio Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER RR AP AM PA MA CE RN AC 90 s RO MT TO PI BA PB PE AL SE 80

Leia mais

Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais. 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará

Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais. 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará IPECE Informe nº 38 Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará 1. INTRODUÇÃO O Neste documento serão analisados os aspectos educacionais da capital

Leia mais

EVOLUÇÃO & PROGNÓSTICOS

EVOLUÇÃO & PROGNÓSTICOS APRESENTAÇÃO POPULAÇÃO CARCERÁRIA BRASILEIRA O objetivo deste trabalho, elaborado pela Comissão de Monitoramento e Avaliação do DEPEN, é realizar um levantamento, de forma sucinta, sobre o quadro evolutivo

Leia mais

Propostas do Governo para o ICMS

Propostas do Governo para o ICMS Propostas do Governo para o ICMS Audiência pública da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Brasília, 11 de março de 2013 Avaliação geral Proposta do Governo vai na direção correta em termos

Leia mais

ÍNDICE RELATÓRIO SIOR 2012. Pág. 02 NOTÍCIAS 2011/2012. Pág. 03 ANÁLISE DAS DEMANDAS. Pág. 04 GRÁFICO DE DEMANDAS POR ESTADO. Pág.

ÍNDICE RELATÓRIO SIOR 2012. Pág. 02 NOTÍCIAS 2011/2012. Pág. 03 ANÁLISE DAS DEMANDAS. Pág. 04 GRÁFICO DE DEMANDAS POR ESTADO. Pág. RELATÓRIO SIOR 2012 ÍNDICE NOTÍCIAS 2011/2012 ANÁLISE DAS DEMANDAS GRÁFICO DE DEMANDAS POR ESTADO TEMPO DE ATENDIMENTO DEMANDAS CONSIDERADAS PROCEDENTES MAPA DAS PRINCIPAIS DEMANDAS CONSIDERADAS PROCEDENTES

Leia mais

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília Apresentação do IDConselho Municipal Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília 5.366 Conselhos Municipais que preencheram o Censo SUAS 2014 Dinâmica de

Leia mais

DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA Analista de Correios / Administrador AC / Rio Branco 123 1 123,00 Analista de Correios / Técnico em Comunicação Social Atuação: Jornalismo AC / Rio Branco 27 1 27,00 Médico do Trabalho Formação: Medicina

Leia mais

MERCADO DE CAPITALIZAÇÃO JANEIRO / ABRIL -2011

MERCADO DE CAPITALIZAÇÃO JANEIRO / ABRIL -2011 MERCADO DE CAPITALIZAÇÃO JANEIRO / ABRIL -2011 1 MERCADO DE CAPITALIZAÇÃO: O Mercado de títulos de capitalização vem mantendo crescimentos fortes e retornos robustos. Nesse período o volume de vendas atingiu

Leia mais

MERCADO BRASILEIRO DE SEGUROS

MERCADO BRASILEIRO DE SEGUROS MERCADO BRASILEIRO DE SEGUROS PRESTAMISTA RESULTADOS E INDICADORES JAN A MAIO 2010 09-07-2010 1 MERCADO BRASILEIRO DE SEGUROS PRESTAMISTA Esse conjunto encerrou o período com um volume de vendas de R$

Leia mais

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério das Comunicações Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD Suplementar 2013 Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular

Leia mais

Brasília, agosto de 2012.

Brasília, agosto de 2012. Brasília, agosto de 2012. Contas de Governo Cap. 4 (Análise Setorial) Execução do gasto Orçamentário (OFSS + RPNP) Gasto tributário (renúncia de receita) Resultado da atuação governamental no exercício

Leia mais

ESPORTE E UNIVERSIDADE: a reestruturação do esporte universitário no Brasil

ESPORTE E UNIVERSIDADE: a reestruturação do esporte universitário no Brasil ESPORTE E UNIVERSIDADE: a reestruturação do esporte universitário no Brasil Wadson Ribeiro Secretário Nacional de Esporte Educacional Ministério do Esporte A DÉCADA DO ESPORTE BRASILEIRO Criação do Ministério

Leia mais

Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009

Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009 Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009 Estrutura e Distribuição Geográfica Estrutura Estatutária A GEAP GEAP é administrada por por um um Conselho Deliberativo responsável pela pela definição da da

Leia mais

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS. DNIT www.dnit.gov.br

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS. DNIT www.dnit.gov.br DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS BREVE HISTÓRICO SISTEMA DE GERÊNCIA DE PAVIMENTOS O SISTEMA DE GERÊNCIA DE PAVIMENTOS (SGP) É UM CONJUNTO

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (julho/2015) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

Vagas autorizadas. 4.146 vagas* autorizadas em 1.294 municípios e 12 DSEIs *35 vagas nos Distritos Indígenas e 361 vagas de reposição

Vagas autorizadas. 4.146 vagas* autorizadas em 1.294 municípios e 12 DSEIs *35 vagas nos Distritos Indígenas e 361 vagas de reposição Vagas autorizadas 4.146 vagas* autorizadas em 1.294 municípios e 12 DSEIs *35 vagas nos Distritos Indígenas e 361 vagas de reposição Fonte: IBGE e MS. Datum: SIRGAS2000 Elaboração: MS/SGTES/DEPREPS Data:

Leia mais

MA003. Página 1 de 11. Responsável. Revisão A de 21/01/2015. Cantú & Stange Software. Página

MA003. Página 1 de 11. Responsável. Revisão A de 21/01/2015. Cantú & Stange Software. Página Manual de instalação de NF-e Zada MA003 Responsável Revisão A de 21/01/2015 FL Página 01 de 11 Página 1 de 11 MA003 Revisão A de 21/01/2015 Responsável: FL Manual de instalação de NF-e Zada MANUAL DE INSTALAÇÃO

Leia mais

Percepção da População Brasileira Sobre a Adoção

Percepção da População Brasileira Sobre a Adoção Percepção da População Brasileira Sobre a Adoção Brasília/DF Maio/2008 www.amb.com.br/mudeumdestino www.opiniaoconsultoria.com.br Objetivos Específicos Verificar o grau de consciência e envolvimento da

Leia mais

Brasil Economia e Educação. Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação

Brasil Economia e Educação. Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Brasil Economia e Educação Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Gini e PIB Per Capita 380 Gini e Pib Per Capita (1960 - base =100) 120 PIB Per Capita 330 280 230 180 1995 111,42 108,07 1992

Leia mais

Objetivos. 1. Fazer o diagnóstico das condições de saúde bucal da população brasileira em 2010. 2. Traçar comparativo com a pesquisa SB Brasil 2003

Objetivos. 1. Fazer o diagnóstico das condições de saúde bucal da população brasileira em 2010. 2. Traçar comparativo com a pesquisa SB Brasil 2003 Objetivos 1. Fazer o diagnóstico das condições de saúde bucal da população brasileira em 2010 2. Traçar comparativo com a pesquisa SB Brasil 2003 3. Avaliar o impacto do Programa Brasil Sorridente 4. Planejar

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (setembro/13) outubro de 2013 Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda

Leia mais

SONDAGEM INDUSTRIAL PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2004 RESULTADOS DE RIO BRANCO - ACRE

SONDAGEM INDUSTRIAL PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2004 RESULTADOS DE RIO BRANCO - ACRE O QUE É A SONDAGEM INDUSTRIAL A Sondagem é uma pesquisa qualitativa realizada trimestralmente pela CNI e pelas Federações das s de 19 estados do país (AC, AL, AM, BA, CE, ES, GO, MG, MS, MT, PA, PB, PE,

Leia mais

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/2015

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/2015 ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL APRESENTA RETRAÇÃO NAS VENDAS EM FEVEREIRO A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro

Leia mais

SEGURO RISCOS RURAIS 2002 / JAN A SET - 2012

SEGURO RISCOS RURAIS 2002 / JAN A SET - 2012 SEGURO RISCOS RURAIS 2002 / JAN A SET - 2012 1 SEGURO RISCOS RURAIS Esse estudo tomou por base dados oficiais gerados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, IBGE e pela SUSEP (Superintendência

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Brasília DF 2009 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS... 3 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

profissional: desafios e integração

profissional: desafios e integração O papel das IES na formação profissional: desafios e integração da equipe de saúde Clarice A. Ferraz Coordenadora d Geral das Ações Técnicas em Educação na Saúde e Formação de Profissionais de Nível Médio

Leia mais

PROGRAMA DE FISCALIZAÇÃO EM ENTES FEDERATIVOS 2º CICLO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO

PROGRAMA DE FISCALIZAÇÃO EM ENTES FEDERATIVOS 2º CICLO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO PROGRAMA DE FISCALIZAÇÃO EM ENTES FEDERATIVOS 2º CICLO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO UF / Ação de Governo Valor a ser Fiscalizado AC R$ 99.891.435,79 Apoio à Alimentação Escolar na Educação Básica (PNAE) R$

Leia mais

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE:

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Lista de Siglas do Pa CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Boletim Ano VI - Edição nº 2/211 Boletim Ano VI - Edição nº 1 / 211 Painel de Indicador Nº 2/215 Técnicos Responsáv

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS BRASÍLIA, Julho de 2014 1 Proteção Social entre os Idosos (pessoas com 60 anos ou mais de idade) - Brasil 2 Cobertura Social entre os

Leia mais

(MLRV) SEGURO GARANTIA ESTENDIDA JAN A MAIO DE 2015 SUSEP SES. lcastiglione@uol.com.br - 011-99283-6616 Página 1

(MLRV) SEGURO GARANTIA ESTENDIDA JAN A MAIO DE 2015 SUSEP SES. lcastiglione@uol.com.br - 011-99283-6616 Página 1 SEGURO GARANTIA ESTENDIDA JAN A MAIO DE 2015 SUSEP SES lcastiglione@uol.com.br - 011-99283-6616 Página 1 1- INTRODUÇÃO: O seguro de Garantia Estendida tem como objetivo fornecer ao segurado, facultativamente

Leia mais

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Brasília, Novembro/ 2013 Unidade de Políticas Públicas NOTA TÉCNICA IMPACTOS DAS DISTORÇOES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Este estudo

Leia mais

O Desempenho do Investimento Público do Ceará, 2007 2012, uma análise comparativa entre os Estados.

O Desempenho do Investimento Público do Ceará, 2007 2012, uma análise comparativa entre os Estados. Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento

Leia mais

Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA.

Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA. Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA Brasília 2005 O Licenciamento Ambiental nasceu de uma exigência social, fruto de uma

Leia mais

FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME. Belo Horizonte, 3 de abril de 2013.

FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME. Belo Horizonte, 3 de abril de 2013. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME MINAS GERAIS Belo Horizonte, 3 de abril de 2013. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ALINHAMENTO DOS PLANOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO AO PNE SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO

Leia mais

6º Censo da Reciclagem de PET no Brasil 2009/2010

6º Censo da Reciclagem de PET no Brasil 2009/2010 6º Censo da Reciclagem de PET no Brasil 2009/2010 Reciclagem de PET no Brasil 2009 Censo Por quê? O Censo é a metodologia mais indicada quando a população é pequena e a variabilidade dentro da população

Leia mais

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este

Leia mais

I I F ó r u m N a c i o n a l d o s. Conselhos de Usuár ios

I I F ó r u m N a c i o n a l d o s. Conselhos de Usuár ios I I F ó r u m N a c i o n a l d o s Conselhos de Usuár ios PESQUISA DE SATISFAÇÃO E QUALIDADE PERCEBIDA Destaques dos Resultados Coletiva de Imprensa Superintendência de Relações com Consumidores 29/03/2016

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010

ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010 ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL PROFESSORES DAS REDES ESTADUAIS NO BRASIL A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO SINDICATO APEOC DE CONSTRUIR A ADEQUAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA DOS TRABALHADORES

Leia mais

Estimativas de Arrecadação de Impostos Próprios Estaduais e Municipais, Transferências Constitucionais e os 25% Constitucionais da Educação

Estimativas de Arrecadação de Impostos Próprios Estaduais e Municipais, Transferências Constitucionais e os 25% Constitucionais da Educação 1 Estimativas de Arrecadação de Impostos Próprios Estaduais e Municipais, Transferências Constitucionais e os 25% Constitucionais da Educação Resumo O presente estudo objetivou levantar dados sobre o total

Leia mais

Políticas de garantia de acesso aos recursos naturais: como evoluir?

Políticas de garantia de acesso aos recursos naturais: como evoluir? EXPOSIBRAM 2011 14º Congresso Brasileiro de Mineração Painel 5 Políticas de garantia de acesso aos recursos naturais: como evoluir? Márcio Pereira Meio Ambiente e Sustentabilidade Belo Horizonte, 28.9.2011

Leia mais

1. O Novo Plano Nacional de Educação (2011 2020) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em

1. O Novo Plano Nacional de Educação (2011 2020) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em 1. O Novo Plano Nacional de Educação (2011 2020) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em discussão na Câmara dos Deputados (PL 8.035/2010). Até o

Leia mais

FINANCIAMENTO DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL Um balanço o entre aspectos sociais e econômicos

FINANCIAMENTO DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL Um balanço o entre aspectos sociais e econômicos Seminário Internacional sobre Tributação Imobiliária FINANCIAMENTO DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL Um balanço o entre aspectos sociais e econômicos Maria Cristina Mac Dowell maria-macdowell.azevedo@fazenda.gov.br

Leia mais

Boletim do Complexo soja

Boletim do Complexo soja Boletim do Complexo soja 1. Grão: No mês de fevereiro houve um aumento no preço médio em quase todos os estados, com exceção de Santa Catarina. O estado que obteve a maior média foi o do Paraná R$ 57,31/sc,

Leia mais

ÁREA: Estudos Técnicos e Saúde TÍTULO: Parâmetros referente a quantidade de Agentes de Combate à Endemias (ACE) por Município.

ÁREA: Estudos Técnicos e Saúde TÍTULO: Parâmetros referente a quantidade de Agentes de Combate à Endemias (ACE) por Município. NOTA TÉCNICA Nº 23/2016 Brasília, 14 de Junho de 2016. ÁREA: Estudos Técnicos e Saúde TÍTULO: Parâmetros referente a quantidade de Agentes de Combate à Endemias (ACE) por Município. 1- LEGISLAÇÃO A Lei

Leia mais

Desenvolvimento e Oportunidades da Agricultura Familiar. Marco Antonio Viana Leite Diretor PAC e Mais Alimentos

Desenvolvimento e Oportunidades da Agricultura Familiar. Marco Antonio Viana Leite Diretor PAC e Mais Alimentos Desenvolvimento e Oportunidades da Agricultura Familiar Marco Antonio Viana Leite Diretor PAC e Mais Alimentos Agricultura Familiar no Mundo São 500 milhões de estabelecimentos da agricultura familiar

Leia mais

Carga Tributária dos Combustíveis por Estado. Referência: Junho/2015

Carga Tributária dos Combustíveis por Estado. Referência: Junho/2015 Carga Tributária dos Combustíveis por Estado Referência: Junho/2015 Pontos importantes da Lei 12.741/2012 para a revenda de combustíveis Art. 1º Emitidos por ocasião da venda ao consumidor de mercadorias

Leia mais

LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX

LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX SUMÁRIO 1 ICMS 1.1 CONTRIBUINTE 1.2 FATO GERADOR DO IMPOSTO 1.3 BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO 1.4 REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO 1.5 CARTA DE CORREÇÃO 1.6 CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA

Leia mais

Anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas

Anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas Avanços e Pontos para Reflexão Renato da Fonseca Secretário-Executivo do Conselho da Micro e Pequena Empresa da Confederação Nacional da Indústria Pontos para reflexão Por que devemos criar um regime especial

Leia mais

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia Sublimites estaduais de enquadramento para o ICMS no Simples Nacional 2012/2013 Vamos acabar com essa ideia 4 CNI APRESENTAÇÃO Os benefícios do Simples Nacional precisam alcançar todas as micro e pequenas

Leia mais

AGENDA DE SEMINÁRIOS CALENDÁRIO 2016/1

AGENDA DE SEMINÁRIOS CALENDÁRIO 2016/1 AGENDA DE SEMINÁRIOS CALENDÁRIO 2016/1 AGENDA DE SEMINÁRIOS CALENDÁRIO 2016/1 >> INFORMAÇÕES GERAIS Os treinamentos são realizados no Centro de Treinamento, nas instalações da Ciber Equipamentos Rodoviários

Leia mais

AVALIAÇÕES E PERSPECTIVAS ESTRATÉGIAS PARA OS PROJETOS IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PNCF

AVALIAÇÕES E PERSPECTIVAS ESTRATÉGIAS PARA OS PROJETOS IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PNCF AVALIAÇÕES E PERSPECTIVAS ESTRATÉGIAS PARA OS PROJETOS IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PNCF Crédito Fundiário no combate a pobreza rural: Sustentabilidade e qualidade de vida 2011 PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO

Leia mais

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Limitações: Requer informações adicionais sobre a quantidade per capita, a qualidade da água de abastecimento

Leia mais

Política Nacional de Educação Infantil

Política Nacional de Educação Infantil Política Nacional de Educação Infantil (arquivo da Creche Carochinha) Junho/2012 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem

Leia mais

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Um total de 131 municípios da região Norte participou do Levantamento Nacional do Transporte Escolar. No Acre, 36% dos municípios responderam

Leia mais

Gráfico 01: Estados brasileiros - Evolução do emprego formal - primeiro semestre de 2014 Variação relativa (%)

Gráfico 01: Estados brasileiros - Evolução do emprego formal - primeiro semestre de 2014 Variação relativa (%) 1,96 1,96 1,76 1,73 1,54 1,47 1,37 0,92 0,85 0,74 0,50 0,46 0,31 Nº 17 / 14 Embora o cenário macroeconômico aponte perda de dinamismo para setores importantes da economia brasileira, os resultados do emprego

Leia mais

Contas Regionais do Brasil 2010

Contas Regionais do Brasil 2010 Diretoria de Pesquisas Contas Regionais do Brasil 2010 Coordenação de Contas Nacionais frederico.cunha@ibge.gov.br alessandra.poca@ibge.gov.br Rio, 23/11/2012 Contas Regionais do Brasil Projeto de Contas

Leia mais

Manual Identidade Visual CFC - CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

Manual Identidade Visual CFC - CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE Partindo da figura da engrenagem, presente na logo atual do CFC, o novo logo desenvolvido mantém uma relação com o passado da instituição, porém com um olhar no presente e no futuro, na evolução e ascensão

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015 DADOS GERAIS DO ESTADO DA RORAIMA Total Part % Brasil Part % Região Área Total - km² 224.118 2,64% 5,82% População - mil (1)

Leia mais

DPE / COAGRO Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - LSPA Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Gerência de Agricultura LSPA

DPE / COAGRO Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - LSPA Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Gerência de Agricultura LSPA Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Gerência de Agricultura LSPA janeiro de 215 Levantamento Sistemático da Agrícola Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no

Leia mais

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE:

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Lista de Siglas d CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Boletim Ano VI - Edição nº 2/211 Boletim Ano VI - Edição nº 1 / 211 Painel de Indica Nº 1/215 Técnicos Respon Equipe

Leia mais

Perfil das pessoas físicas tomadoras de operações de crédito nas cooperativas brasileiras

Perfil das pessoas físicas tomadoras de operações de crédito nas cooperativas brasileiras Perfil das pessoas físicas tomadoras de operações de crédito nas cooperativas brasileiras 1 Objetivo Conhecer a população de pessoas físicas tomadoras de operações de crédito junto a cooperativas. A partir

Leia mais

RISCOS NOMEADOS E OPERACIONAIS JAN A MAIO DE 2012

RISCOS NOMEADOS E OPERACIONAIS JAN A MAIO DE 2012 RISCOS NOMEADOS E OPERACIONAIS JAN A MAIO DE 2012 1 ANÁLISE RISCOS NOMEADOS E OPERACIONAIS: Essa análise está calcada nos números divulgados pela SUSEP referente ao período de jan a maio de 2012 através

Leia mais

A agenda que está na mesa: A agenda do ICMS e do PIS-Cofins

A agenda que está na mesa: A agenda do ICMS e do PIS-Cofins A agenda que está na mesa: A agenda do ICMS e do PIS-Cofins Fórum Estadão Brasil Competitivo Bernard Appy outubro de 2012 Relevância da agenda PIS e Cofins ICMS Relevância da agenda PIS e Cofins ICMS Relevância

Leia mais

TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL

TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL PAULO DE SENA MARTINS Consultor Legislativo da Área XV Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia MAIO/2008 Paulo de Sena Martins 2 2008

Leia mais

EVTEA - H Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental das Hidrovias

EVTEA - H Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental das Hidrovias EVTEA - H Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental das Hidrovias Descrição geral - Trabalho técnico de Economia, Engenharia, Ciências do Meio Ambiente, Estatística, Geografia, Ciências Sociais

Leia mais