Eric Maskin, Prêmio Nobel de Economia 2007

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Eric Maskin, Prêmio Nobel de Economia 2007"

Transcrição

1 P I R ATA R I A N O B R A S I L R A D I O G R A F I A D O C O N S U M O

2 A esécie humana é essencialmente egoísta e, com frequência, recisa receber estímulos individuais ara agir em rol de uma causa que transcenda o rório raio de interesses. Eric Maskin, Prêmio Nobel de Economia

3 Aresentação Pág. 4 Caítulo 1 - Radiografia do Consumo Pág. 6 Evolução do Consumo Pág. 7 Involução da Consciência Pág. 12 Manutenção do Risco Pág. 13 Caítulo 2 - A estratificação da esquisa Pág. 14 í n d i c e Homens X Mulheres Pág. 15 Faixa etária Pág. 17 Grau de instrução Pág. 19 Classe econômica Pág. 20 Regiões Pág. 22 Disseminação do roblema Pág. 24 Caítulo 3 - Conclusão do Estudo Pág. 26 Caítulo 4 - Pesquisa: O consumo de rodutos iratas no Brasil Pág. 29 3

4 Aresentação 4

5 O Brasil, assim como o mundo inteiro, vem agando um reço alto elos rejuízos financeiros e sociais rovocados ela irataria. O debate sobre como imedir que a sociedade siga arcando com essa conta é saudável e agrega alternativas ara eliminar tal rática nociva no cenário nacional e internacional, que além de rejudicar a economia ainda financia aralelamente uma diversidade de crimes. A Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), que reresenta os interesses do comércio de bens, serviços e turismo, tem como missão romover e desenvolver o crescimento emresarial, em harmonia com o desenvolvimento sustentado da sociedade, assegurando um ambiente favorável de negócios. Exatamente, or esse motivo, e ensando no bem-estar da sociedade, a Fecomércio-RJ vem se emenhando em contribuir ara o combate à irataria. Em rol desse objetivo, a Fecomércio-RJ elaborou esta segunda edição atualizada do estudo Pirataria no Brasil Radiografia do Consumo baseado na esquisa O consumo de rodutos iratas no Brasil, realizada desde 2006 em conjunto com a Isos. O levantamento visa aurar informações sobre o consumidor de rodutos iratas com o roósito de fomentar esse debate e fornecer ferramentas que ossam servir na elaboração de olíticas úblicas e alternativas de ações que deem um fim a essa rática. A esquisa, de abrangência nacional, feita em mil domicílios, situados em 70 cidades, incluindo nove regiões metroolitanas, rocura comreender nos últimos cinco anos quem é o consumidor de roduto irata no Brasil; o que o motiva a comrar cóias de qualidade inferior e se ele sabe quais são os danos e rejuízos gerados à sociedade or esse comércio ilegal. Afinal, ara enfrentar esse crime, é reciso reensar o ael do consumidor em toda a teia da irataria. Em um aís, como o Brasil, que hoje se encontra no centro dos rinciais debates do mundo e na mira de grandes investidores internacionais, seria leviano transferir aenas ao consumidor a cula dos graves danos causados elo comércio de rodutos ilegais, mas é necessário admitir que a rodução de rodutos iratas continua a se exandir orque a demanda é imensa. 5

6 Radiografia do Consumo 6

7 Evolução do Consumo A irataria moderna, assim como a rática que deu origem ao termo no século XV, é um crime que não se submete às leis de nenhum aís nem às convenções internacionais. É um crime sem fronteiras que invade os territórios e seduz uma arcela dos cidadãos comuns enquanto consumidores. A esquisa Fecomércio-RJ/Isos revela que nos últimos cinco anos aumentou o volume de brasileiros que consomem rodutos iratas. Em 2006, 42% 1 dos entrevistados comraram alguma mercadoria falsificada. Transformando esse ercentual em números absolutos, aroximadamente 56,4 milhões de brasileiros teriam adquirido algum item desta natureza naquela éoca. Em, 48% dos entrevistados que resonderam à esquisa afirmaram ter comrado algum roduto irata, o que reresenta um aumento de 13,8 milhões de essoas consumidoras deste tio de roduto. Hoje, no Brasil, são aroximadamente 70,2 milhões de consumidores de mercadorias falsificadas. Desde que a esquisa O consumo de rodutos iratas no Brasil foi realizada ela rimeira vez, em 2006, CD e DVD figuram no too da lista de rodutos iratas consumidos. Nos últimos cinco anos, o ercentual de brasileiros consumidores de CD ilegal caiu de 86% 2 ara 79%. 1 Tabela: ágina 30 2 Tabela: ágina 30 A justificativa ara esta oscilação é a exansão do mercado de m3 no Brasil, via iods e celulares, e a maior disseminação do uso da internet, que amliou a rática de se baixar músicas elo comutador, esecialmente entre o úblico consumidor de rodutos iratas. Aesar desta queda, em, o CD ainda é o roduto com o maior contingente de consumidores. No eríodo entre 2006 e, houve uma disarada no consumo de DVD. No rimeiro ano da esquisa, o ercentual de brasileiros que afirmou ter comrado este roduto no mercado ilegal era de 35% 3. Em, 77% dos entrevistados assumiram ter adquirido um DVD irata nos últimos doze meses. O binômio que sustenta esta exansão é a agilidade com que hoje os falsificadores odem reroduzir essas mídias, elo avanço e disseminação da tecnologia, e o aumento significativo na venda de aarelhos de DVD. Estimativa da Fecomércio-RJ, com base em dados da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, indica que de 2006 a foram vendidos anualmente, em média, 7,2 milhões destes equiamentos. O levantamento também aurou que nenhum dos malefícios e rejuízos do consumo ilegal é levado consideravelmente em conta na hora da comra de rodutos iratas, sendo o reço baixo o fator decisivo. Nos cinco anos da esquisa, é quase unânime, entre aqueles que consomem esse tio de mercadoria, a busca or rodutos baratos. Em, 3 Tabela: ágina 30 7

8 94% 4 dos que consomem rodutos iratas afirmaram que o custo baixo é o que os atrai. Em 2006, o ercentual era raticamente o mesmo: 93%. Os rodutos iratas custam bem menos, orque encontram abrigo na ilegalidade. Seus fabricantes, distribuidores e comerciantes não agam tributos, encargos trabalhistas, direitos autorais e todas as outras obrigações que o mercado formal tem or dever. À rimeira vista, arece uma equação simles. Só que a conta não bate. O reço baixo que atrai o consumidor acaba saindo caro. Afinal, é a rória sociedade que arca com a diferença entre o valor real do roduto e o valor da mercadoria irata. 4 Tabela: ágina 31 8

9 Tabelas carga tributária (CDs 5 e DVDs) NCM 8523 Rio de Janeiro Minas Gerais Emresas tributadas elo Lucro Real PIS COFINS ICMS IPI1 Total2 1,65% 7,6% 12% 15% 36,25% Emresas tributadas elo Lucro Real PIS COFINS ICMS IPI1 Total2 1,65% 7,6% 12% 15% 36,25% Emresas tributadas elo Lucro Presumido (faturamento anual de até R$ ,00) PIS COFINS ICMS IPI Total 0,65% 3% 12% 15% 30,65% Emresas tributadas elo Lucro Presumido (faturamento anual de até R$ ,00) PIS COFINS ICMS IPI1 Total2 0,65% 3% 12% 15% 30,65% São Paulo Pa r a n á Emresas tributadas elo Lucro Real PIS COFINS ICMS IPI Total 1,65% 7,6% 7% 15% 31,25% Emresas tributadas elo Lucro Real PIS COFINS ICMS IPI1 Total2 1,65% 7,6% 12% 15% 36,25% Emresas tributadas elo Lucro Presumido (faturamento anual de até R$ ,00) PIS COFINS ICMS IPI1 Total2 0,65% 3% 7% 15% 25,65% Emresas tributadas elo Lucro Presumido (faturamento anual de até R$ ,00) PIS COFINS ICMS IPI1 Total2 0,65% 3% 12% 15% 30,65% 5 Nomenclatura Comum do Mercosul ,

10 Rio Gr a n d e d o Su l Emresas tributadas elo Lucro Real PIS COFINS ICMS IPI1 Total2 1,65% 7,6% 17% 15% 41,25% Emresas tributadas elo Lucro Presumido (faturamento anual de até R$ ,00) PIS COFINS ICMS IPI Total 0,65% 3% 17% 15% 35,65% Emresas tributadas elo Lucro Presumido (faturamento anual de até R$ ,00) PIS COFINS ICMS IPI Total 0,65% 3% 17% 15% 35,65% Pe r n a m b u c o Emresas tributadas elo Lucro Real PIS COFINS ICMS IPI Total 1,65% 7,6% 12% 15% 36,25% Ba h i a Emresas tributadas elo Lucro Real PIS COFINS ICMS IPI Total 1,65% 7,6% 17% 15% 41,25% Emresas tributadas elo Lucro Presumido (faturamento anual de até R$ ,00) PIS COFINS ICMS IPI Total 0,65% 3% 17% 15% 35,65% Emresas tributadas elo Lucro Presumido (faturamento anual de até R$ ,00) PIS COFINS ICMS IPI Total 0,65% 3% 12% 15% 30,65% c e a r á Emresas tributadas elo Lucro Real PIS COFINS ICMS IPI Total 1,65% 7,6% 17% 15% 41,25% Pa r á Emresas tributadas elo Lucro Real PIS COFINS ICMS IPI Total 1,65% 7,6% 17% 15% 41,25% Emresas tributadas elo Lucro Presumido (faturamento anual de até R$ ,00) PIS COFINS ICMS IPI Total 0,65% 3% 17% 15% 35,65% 1 O IPI incide na oeração dos fabricantes, orém seu encargo é transferido aos comerciantes. 2 Total sem os tributos incidentes sobre o lucro, somente considerando os tributos incidentes sobre o faturamento e consumo, que são estritamente ligados com a atividade objeto da análise.. 10

11 Diante do cenário aresentado anteriormente, vemos que o eso dos imostos reduz drasticamente a cometitividade dos rodutos originais. A alta carga tributária eleva o custo dos rodutos, como CDs e DVDs, or exemlo. Caso houvesse uma desoneração ou isenção de imostos sobre essas mercadorias o reço oferecido oderia ficar róximo do desejado elos consumidores. A esquisa Fecomércio - RJ/Isos mostra que os brasileiros acreditam que o reço teria que ser reduzido cerca de 50% 6 ara que udessem comrar o original. A alta carga de tributos sobre emresários e rodutos é um dos rinciais entraves enfrentados elo comércio formal nessa disuta desleal com a irataria e o contrabando. A elevada incidência de imostos gera queda no faturamento do emreendedor, rincialmente os de menor orte, que não ossuem garantias ara a busca de oções no mercado financeiro caazes de oferecer sobrevida às suas atividades. este era o ensamento de 64% 7 dos brasileiros. Em, caiu ara 56%. Esse raciocínio é um equívoco. Há momentos em que as demissões crescem que as admissões, ou as contratações crescem menos do que oderiam, face aos efeitos da irataria sobre o comércio e a rodução legalizados. Isso gera, assim, um resultado líquido aquém do necessário ara a absorção da mão de obra disonível. E são justamente as essoas que ficam à margem do mercado formal de trabalho que muitas vezes encontram alento no mercado informal. 7 Tabela: ágina 32 E esse ciclo vicioso imede que o comércio de bens e serviços, elo essencial na cadeia rodutiva que une a rodução ao consumo, exlore toda a sua caacidade de contribuir ara o desenvolvimento econômico e ara a diminuição das desigualdades sociais. A consequência direta da alta carga tributária cobrada aos emresários é a redução do otencial do comércio em colaborar ara a melhoria do desemenho de fabricantes, comerciantes e trabalhadores, em vista da redução da taxa de crescimento do emrego oferecido. Desse modo uma carga tributária menor, concomitante à fiscalização eficiente contra a irataria, significaria até maior arrecadação ao governo do que o quadro atual. A esquisa revela que os consumidores de rodutos iratas acreditam, cada vez menos, que a irataria rovoca desemrego. Em 2006, 6 Tabela: ágina 31 11

12 Involução da Consciência A esquisa Fecomércio-RJ/Isos revelou também que o nível de conscientização dos consumidores em relação aos danos causados ela irataria diminuiu drasticamente no eríodo entre 2006 e. 8 Em 2006, ara 30% dos entrevistados, o uso de rodutos iratas não trazia consequência negativa. Em, este número subiu ara 37%. Houve redução do ercentual de brasileiros que associam a irataria ao crime organizado: de 70% 9, em 2006, ara 60%, em. 10 Ainda nesta linha, reduziu de 79%, em 2006, ara 68%, em, o total de consumidores que acredita que a venda dessas mercadorias rejudica o faturamento do comércio formal. 11 Em 2006, 83% dos brasileiros achavam que a irataria alimentava a sonegação de imostos. Essa roorção diminuiu ara 75%, em. Em relação aos rejuízos causados ao fabricante e/ou artista, caíram de 83% 12, em 2006, ara 79%, em, os que comartilham desta oinião. Esses resultados mostram que o controle do comércio ilegal de rodutos iratas no Brasil recisa ter como um dos focos de ação o consumidor, exigindo que ele se torne consciente e asse a considerar, em suas escolhas de consumo, as imlicações econômicas, ambientais, sociais, legais e individuais. O cidadão recisa assimilar que o ônus do consumo de rodutos iratas é maior que o bônus. Ele recisa se resonsabilizar or seus atos e se comrometer com suas ações. No eríodo observado ela esquisa aumentou, de zero 13 ara 13%, a arcela de brasileiros que não tem restrição a qualquer tio de roduto irata, ou seja, comraria qualquer mercadoria falsificada. Este dado mostra que cresceu a aceitação deste tio de roduto. 8 Tabela: ágina 32 9 Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 32 12

13 Manutenção do Risco A esquisa Fecomércio/Isos também investigou as essoas que não comraram rodutos iratas no eríodo. O objetivo foi entender or que uma arcela da sociedade não se interessa or esse tio de mercadoria. Foi verificado que: Entre os entrevistados que não adquiriram iratas, desde o lançamento da esquisa, a justificativa citada é a baixa qualidade dos rodutos. Em 2006, 42% 14 usaram este argumento. Em, o ercentual aumentou ara 48%. A afirmativa de que os rodutos iratas têm qualidade inferior aos originais é verdadeira. Alguns, como é sabido, colocam inclusive em risco a saúde de seus consumidores, ois são nocivos ao organismo. Em outro momento da esquisa, onde todos os entrevistados são questionados, ercebe-se uma redução de 49% 16 (2006) ara 35% () dos brasileiros que não comram de forma alguma equiamentos eletrônicos. Associando esses dois indicadores à informação de que o consumidor de irata adquire o roduto or conta do seu baixo reço ode-se concluir o seguinte: alheios à falta de segurança dos rodutos falsificados, que são roduzidos sem nenhum arâmetro de qualidade, muitos consumidores do comércio ilegal acreditam que o benefício do reço inferior suera o risco de comrar uma mercadoria com defeito, que não atenda às exectativas ou que até mesmo faça mal à sua saúde. Mas, a resosta dos não-consumidores de rodutos iratas ermitiu uma avaliação ainda rofunda de quem consome. Na análise evolutiva do levantamento, entre aqueles que não comram rodutos iratas, se destaca a diminuição da imortância da garantia dos rodutos. Em 2006, 17% 15 alegaram que não o faziam or conta da falta de garantia. Em, este ercentual caiu ara 11%. 16 Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 30 13

14 A estratificação da esquisa 14

15 Homens X Mulheres Aumentou o consumo de rodutos iratas no Brasil tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Entre os rimeiros, assou de 49% 17, em 2006, ara 52%, em, enquanto entre as últimas, de 36% ara 45%, na mesma base de comaração. Aesar de ser maior a roorção de homens que consomem de rodutos falsificados, a arcela de mulheres avançou que roorcionalmente na comra desses itens. Ambos os sexos justificam a comra dos rodutos iratas elo reço baixo 18. E assim como no dado agregado, CD e DVD figuram do too do ranking dos rodutos consumidos, sendo que houve um leve recuo no consumo de CD, entre 2006 e, e um avanço exressivo na aquisição de DVD, conforme já mencionado 19. A falta de restrição ao consumo de mercadorias iratas cresceu também tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Em 2006, quando erguntados se havia algum roduto falsificado que o consumidor não comraria, todos citaram elo menos uma oção. Em, 14% 20 dos homens disseram que não teriam resistência a nenhuma mercadoria irata, enquanto 11% das mulheres tiveram o mesmo tio de julgamento. Os homens e mulheres também acreditam que o reço teria que ser reduzido em um ouco de 50% 21 ara que udessem comrar o original. O nível de conscientização dos consumidores de rodutos iratas, sejam homens ou mulheres, foi bastante reduzido no eríodo entre 2006/. No comarativo entre os gêneros, as mulheres têm menos consciência dos malefícios da irataria. 20 Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 34 15

16 Homens Mulheres 22 Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 37 16

17 Faixa etária Os jovens, aesar do leve recuo no eríodo, seguem sendo os maiores consumidores dos rodutos iratas, assando de 67% 30, em 2006, ara 65% em. Mas o destaque entre as faixas etárias é a disseminação do consumo entre o úblico maduro, o que revela uma maior disseminação do consumo de rodutos iratas. A maior exansão no eríodo entre 2006/ aconteceu entre os brasileiros de 45 a 59 anos (de 21% ara 40%) 31, mas é ossível erceber um crescimento também entre o úblico de 35 a 44 anos (de 43% ara 60%) 32 e entre aqueles acima de 60 anos (de 13% ara 19%) 33. O roduto vendido, entre todas as faixas etárias, é o CD, que, não or acaso, lidera o ranking geral. Mas neste caso, odemos erceber que a facilidade dos jovens com as novas tecnologias, esecialmente com relação à internet e ao comutador, rovocou uma redução no consumo deste roduto no decorrer dos anos, enquanto houve um aumento na aquisição de CD or arte dos velhos. Para citarmos exemlos dessa afirmação, vamos mostrar os extremos da esquisa. Entre a oulação de 16 a 24 anos, o ercentual de 30 Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 38 consumidores, em 2006, era de 89% 34. Em, caiu ara 80%. Já entre os acima de 60 anos, na mesma base de comaração, o volume assou de 78% 35 ara 82%. O consumo de DVD, como dito, segue em segundo lugar na lista de rodutos falsificados adquiridos, com exansão recente significativa. 36 A falta de restrição ao consumo de mercadorias iratas também cresceu entre todas as faixas etárias. Em 2006, quando erguntados se havia algum roduto falsificado que o consumidor não comraria, todos os entrevistados em todas as faixas citaram elo menos uma oção. Em, o ercentual baixo ocorreu entre 25 e 44 anos (11%) 37, ao asso que a faixa de 45 a 59 chegou a 15% 38. Entre os que consomem roduto irata, todas as faixas etárias concordaram que o reço deveria ser reduzido, em média, em 50% 39, ara que assassem a consumir o roduto original. Aenas as essoas acima 34 Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 40 17

18 de 60 anos consideraram que a redução no reço deveria ser ainda maior: 64% 40. O nível de conscientização dos consumidores de rodutos iratas caiu em todas as faixas etárias. Mas ode-se erceber que a oulação acima de 35 anos está consciente dos malefícios rovocados elo consumo de mercadorias falsificadas 41. Entre os que se dececionaram com algum roduto irata, os de faixa etária entre 25 e 34 anos registraram a maior variação entre 2006 e, quando o ercentual assou de 50% 42 ara 63%. 40 Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 41 18

19 Grau de instrução Na divisão or grau de instrução, houve uma exansão de consumo em todas as faixas, exceto a de grau suerior comleto/incomleto. O maior avanço de 2006 ara deu-se entre a oulação analfabeta ou com rimário comleto/incomleto, de 26% 43 ara 35%, o que revela que quanto maior o grau de instrução, maior o conhecimento dos efeitos negativos. caiu em todos os graus de instrução. Entre os que se dececionaram com algum roduto irata, o destaque se encontra entre os que têm curso suerior comleto/incomleto, onde diminuíram de 62% 46 ara 60% os que não ficaram satisfeitos. Na lista de rodutos consumidos, quanto maior o grau de instrução ode-se observar uma tendência de o DVD ultraassar o CD no too do ranking de referência. Mas a rincial observação é de que houve uma exansão de consumo exressiva do DVD em todos os graus de instrução 44. A falta de restrição ao consumo de mercadorias iratas cresceu entre todos os graus de instrução. Em 2006, quando erguntados se havia algum roduto falsificado que o consumidor não comraria, todos citaram elo menos uma oção. Em, o menor ercentual aresentado foi de 10% entre os que têm ginásio comleto/incomleto, enquanto que entre os que ossuem escolaridade situada no ensino médio, a roorção chegou a 15% Tabela: ágina 46 O nível de conscientização dos consumidores de rodutos iratas 43 Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 43 19

20 Classe econômica O crescimento do oder aquisitivo nos últimos cinco anos também ode ser verificado no comércio informal, com o avanço do consumo de rodutos iratas. Houve um aumento do consumo de mercadorias iratas entre as classes C e D/E. Em 2006, 49% 47 dos consumidores da classe C e 32% 48 das classes D/E haviam comrado alguma mercadoria falsificada ao longo do ano, arcela que subiu ara 53% e 39%, resectivamente, em. Enquanto isso, nas classes A/B houve um recuo de 53% 49 ara 47% dos consumidores de rodutos iratas na mesma base de comaração. O que odemos concluir desse quadro é que o aumento do oder de comra no eríodo inseriu no mercado consumidor as classes C e D/E antes à margem do consumo, inclusive do informal, e ossibilitou que as classes A/B migrassem do mercado informal ara o formal. Na lista de mercadorias falsificadas consumidas em, o CD só não lidera o ranking da classe C. Neste caso, o DVD é que está em rimeiro lugar. Esta exceção corrobora com todos os indicadores econômicos dos últimos cinco anos, que revelam que a classe C aroveitou a oferta de crédito e o aumento de renda e emrego ara adquirir roorcionalmente rodutos duráveis, como aarelhos de DVD. Para se ter uma ideia do fortalecimento do mercado consumidor brasileiro, estudo da Fundação Getúlio Vargas mostra que, de 2003 a 2009, 35,5 milhões de essoas vivenciaram ascensão de nível social no País, sendo que a rincial mobilidade ocorreu das classes D/E ara a C: 29 milhões. Além desses, 6,5 milhões de brasileiros subiram ara as classes A e B: 3 milhões ara a A e 3,5 milhões ara a B. O maior consumo das classes de menor oder aquisitivo foi fundamental na assagem do Brasil ela crise econômica mundial e segue com ael reonderante ara o comércio e o giro da economia. A falta de restrição ao consumo de mercadorias iratas cresceu entre todas as classes econômicas. Aesar das classes A/B terem sido as únicas que registraram recuo no consumo de rodutos iratas, elas foram as que se mostraram tolerantes a esses itens. Em 2006, quando erguntados se havia algum roduto falsificado que os entrevistados em todas as classes não comrariam, todos citaram elo menos uma oção. Em, 15% 50 das classes A/B informaram não ter restrição a qualquer roduto irata, assim como 12% 51 das classes C e D/E. 47 Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 52 20

21 O nível de conscientização dos consumidores sobre os malefícios de rodutos iratas caiu em todas as classes. Aenas as classes A/B mantiveram o nível de reocuação com a questão do desemrego e com o fato de a irataria alimentar o crime organizado. 52 Aesar das diferenças orçamentárias, entre os que consomem rodutos ilegais, todas as classes concordam que uma redução na ordem de 50% 53 no reço oderia levá-los a comrar o roduto original. 52 Tabela: ágina Tabela: ágina 52 21

22 Regiões O consumo de rodutos iratas, no eríodo de avaliação do estudo, subiu em todas as regiões do Brasil, com exceção do Norte/Centro-Oeste, onde houve recuo de 54% 54, em 2006, ara 52%, em. Há cinco anos, essas duas regiões concentravam a maior arcela da oulação que comrava roduto irata. Nesse mesmo eríodo, o maior avanço ocorreu no Nordeste (de 43% ara 63%) 55, que assou a liderar o ranking roorcionalmente, em função dos ganhos socioeconômicos recentes da região, que lhe garantiram maior aquisição de rodutos como aarelhos de DVD e comutador. Entre os rodutos iratas consumidos, CD era unanimidade nas regiões brasileiras, em 2006, com DVD em segundo lugar no ranking 56. Cinco anos deois, observamos que aesar de o consumo de DVDs ter ultraassado o de CDs aenas no Nordeste e no Sudeste, ao longo dos anos, o consumo de DVDs deu um salto em todas as regiões. 54 Tabela: ágina 46 A falta de restrição ao consumo de mercadorias iratas cresceu entre todas as regiões do Brasil. Em 2006, quando entrevistados de todas as regiões brasileiras foram erguntados se havia algum roduto falsificado que o consumidor não comraria, todos citaram elo menos uma oção. Em, o destaque negativo ficou or conta da oulação da região Sudeste, com o maior ercentual de entrevistados (18%) 57 afirmando não ter restrição a qualquer roduto irata. O nível de conscientização sobre os malefícios dos rodutos iratas oscila entre os moradores das regiões 58. Em sintonia com a informação de que o Nordeste é o maior consumidor de rodutos iratas, a oulação desta região é a que aresentou a maior queda de consciência quanto às consequências negativas rovocadas or estas mercadorias nos últimos cinco anos e, em, é a menos consciente dentre as regiões. 57 Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 47 22

23 Entre os que se dececionaram com algum roduto irata, cresceu o ercentual de moradores em todas as regiões que se frustraram com a comra destas mercadorias. 59 As regiões Norte/ Centro-Oeste, uma vez, se destacaram, or registrar uma variação de 53% 60 ara 61%, entre 2006 e, neste quesito. Em todas as regiões, os moradores que consomem iratas concordam que uma redução na ordem de 50% 61 no reço oderia levá-los a comrar o roduto original, com exceção do Norte/Centro- Oeste que estimam uma diminuição de 39% Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina Tabela: ágina 48 23

24 Disseminação do roblema Diante do resultado das aberturas da esquisa e realizando um cruzamento de informações, odemos tirar as seguintes conclusões: Aesar de a arcela de homens consumidores de rodutos iratas ser maior do que a das mulheres, elas registraram um maior avanço no consumo destas mercadorias no eríodo observado. Sendo assim, a disseminação do consumo de rodutos iratas indeende do sexo. Os jovens seguem sendo o maior contingente de consumidores de rodutos iratas. Porém o maior crescimento, or faixa etária, foi registrado entre os brasileiros de 45 a 59 anos. Sendo assim, a disseminação do consumo de rodutos iratas indeende da idade. O consumo de rodutos iratas aumentou em todas as regiões do aís, exceto no Norte/Centro-Oeste. Aesar do recuo do consumo nestas regiões, de 50% dos moradores destas localidades afirmam terem consumido mercadorias falsificadas. Sendo assim, a disseminação do consumo de rodutos iratas indeende da região. O consumo de mercadorias falsificadas avançou entre as classes C e D/E, ao asso que houve redução na aquisição destes rodutos na classe A/B. Mesmo assim, quase metade desta que é considerada a classe abonada do aís consome este tio de roduto. Sendo assim, a disseminação do consumo de rodutos iratas indeende da classe social. Entre as essoas com os diferentes graus de instrução, houve um avanço no consumo de rodutos iratas, com exceção daqueles com grau suerior comleto/incomleto. Aesar disto, da metade destes instruídos afirmou adquirir rodutos iratas. Sendo assim, a disseminação do consumo de rodutos iratas indeende do grau de instrução. Podemos avaliar também que: Quem consome roduto irata justifica a atitude or conta do reço baixo. A maior facilidade de encontrar este tio de mercadoria, rincialmente de DVDs, aesar de baixa adesão, cresceu nos cinco anos do levantamento. Destacamos também que: Entre aqueles que se negam a comrar o roduto ilegal, o rincial motivo ainda é a baixa qualidade. Mas aesar de ser exressivo o volume daqueles que se dececionaram com a qualidade do 24

25 roduto, o consumo é mantido. De maneira geral, a erceção da oulação quanto aos malefícios da irataria diminuiu do rimeiro ano da esquisa ara este ano grave evidência da maior aceitação da irataria ela sociedade. Caiu o ercentual de quem acha que a irataria: Aumenta o desemrego Alimenta o crime organizado Prejudica o comércio formal Provoca rejuízos ao artista/fabricante Provoca sonegação de imostos Concluindo: Aesar da queda da consciência, o volume de brasileiros que acham que a irataria rovoca malefícios e riscos ainda é alto. No entanto, o levantamento mostra que, ainda assim, o brasileiro adquire os rodutos falsificados. Afinal, o consumidor continua a se mostrar reocuado com o ganho aarente, em função do reço baixo, do que com a ilegalidade do mercado em questão e seus imactos individuais e coletivos. 25

26 Conclusão do Estudo 26

27 A rodução e comercialização de rodutos iratas se imõem como um grave desafio à sociedade. Isso orque suas consequências e rejuízos se alastram, tanto com erdas individuais quanto coletivas. Durante os cinco anos de análise da esquisa O consumo de rodutos iratas no Brasil, a Fecomércio-RJ ercebeu que, além da necessidade de uma desoneração tributária e uma reestruturação na tramitação burocrática, que ermita ao comércio incorrer em custos menores ara raticar reços cometitivos, é reciso intensificar as ações que inibam o consumo de rodutos iratas. A interretação dos dados do levantamento também ermitiu concluir que o consumo de rodutos iratas faz arte do cotidiano do brasileiro. Atualmente, o cidadão vê o consumo/venda de mercadorias falsificadas como crime. Mas, com toda certeza, ara boa arte da oulação, um crime menor. E esse contingente de brasileiros que considera a irataria um crime menor vem crescendo de forma significativa. As camanhas de conscientização têm seu valor, tendo em vista que os consumidores têm lena noção dos danos e rejuízos rovocados à sociedade elo comércio ilegal de rodutos falsificados. Mas isso não é suficiente. A sociedade recisa assimilar que o ônus do consumo de rodutos iratas é maior do que o bônus. O cidadão recisa se resonsabilizar elas suas ações. Diante desta afirmação, no decorrer do rocesso, em 2008, foi incluída uma ergunta ao questionário já existente. Os entrevistados assaram a ser questionados também se sabiam que os rodutos iratas causam danos à saúde. Metade da oulação brasileira afirmou não saber dos riscos. Por isso, a decisão da Fecomércio-RJ de criar o Movimento Brasil sem Pirataria. A ideia é conscientizar o cidadão comum, que conhece os riscos imostos à sociedade ela irataria, mas não muda sua atitude. O objetivo com o Movimento é sensibilizar o indivíduo no que lhe é caro: a sua vida e a de sua família. Se consumir rodutos iratas é um crime, então orque grande arte das camanhas não é adequada ao úblico que retende atingir? A finalidade do Brasil sem Pirataria é conscientizaro maior número ossível de essoas. Por isso, as eças da camanha e todas as ações vão falar diretamente com o consumidor e colocá-lo no centro da discussão, mostrando que a decisão de comrar um roduto falsificado é muito séria e que, muitas vezes, tem consequências irreversíveis. Neste sentido, é necessário falar com cada cidadão, esecialmente, com aqueles das classes C e D/E. O estudo da Fundação Getúlio Vargas já citado mostra que essas classes já congregam oder de comra suerior ao das classes A/B. O Ministério da Fazenda, or sua vez, fez uma estimativa de consumo ara : enquanto as classes A e B devem gastar R$ 590 bilhões durante o ano, as classes C, D e E odem assar de R$ 880 bilhões. É rioritário, ortanto, que o oder úblico e a iniciativa rivada continuem trabalhando em sinergia ara um lanejamento estratégico de longo razo, como vem sendo desenvolvido elo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Proriedade Imaterial. A Fecomércio-RJ vem se emenhando no combate à irataria no Brasil, e em esecial, no nosso estado, or meio da realização de seminários, articiação em comitês e na rodução de estudos sobre o consumo de rodutos iratas no aís, como o trabalho aqui aresentado. Eseramos que com a esquisa O consumo de rodutos iratas no Brasil, o estudo Pirataria no Brasil - Radiografia do Consumo e o Movimento Brasil sem Pirataria, ossamos colaborar com o rojeto estratégico Comércio contra a 27

PIRATARIA. Introdução

PIRATARIA. Introdução PIRATARIA Introdução N o ano em que o projeto de lei que trata dos crimes relacionados à pirataria completa dez anos tramitando no Congresso, a Fecomércio-RJ divulga pelo terceiro ano consecutivo a pesquisa

Leia mais

Crescimento Econômico, Progresso Técnico e Distribuição de Renda : uma abordagem pluralista

Crescimento Econômico, Progresso Técnico e Distribuição de Renda : uma abordagem pluralista Caítulo 7 O Modelo de Crescimento Harrod-Domar e seus desdobramentos. 7.1 Introdução. A abordagem ós-keynesiana ara o crescimento e distribuição de renda tem sua origem com as contribuições seminais de

Leia mais

Crédito: Elza Fiúza/Agência Brasil

Crédito: Elza Fiúza/Agência Brasil Crédito: Elza Fiúza/Agência Brasil PESQUISA FECOMÉRCIO PIRATARIA EM SANTA CATARINA 2014 Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina Pesquisa Fecomércio Pirataria em Santa Catarina

Leia mais

Elasticidade - Demanda e Preço

Elasticidade - Demanda e Preço José Lásaro Cotta Elasticidade - Demanda e Preço Monografia aresentada ao Curso de Esecialização em Matemática Para Professores, elaborado elo Deartamento de Matemática da Universidade Federal de Minas

Leia mais

CAPÍTULO 3 - RETIFICAÇÃO

CAPÍTULO 3 - RETIFICAÇÃO CAPÍTULO 3 - RETFCAÇÃO A maioria dos circuitos eletrônicos recisa de uma tensão cc ara oder trabalhar adequadamente Como a tensão da linha é alternada, a rimeira coisa a ser feita em qualquer equiamento

Leia mais

Modelo Fuzzy de tomada de decisão para avaliação de projetos de Responsabilidade Socioambiental (RSA)

Modelo Fuzzy de tomada de decisão para avaliação de projetos de Responsabilidade Socioambiental (RSA) Modelo uzzy de tomada de decisão ara avaliação de rojetos de Resonsabilidade Socioambiental (RSA) Katia Cristina Garcia Laboratório Interdiscilinar de Meio Ambiente - COPPE/URJ Centro de Tecnologia, Bloco

Leia mais

Uma análise aplicada de decisão com opção de venda utilizando cadeias de Markov

Uma análise aplicada de decisão com opção de venda utilizando cadeias de Markov UMA ANÁLISE APLICADA DE DECISÃO COM OPÇÃO DE VENDA UTILIZANDO CADEIAS DE MARKOV JOSÉ CÉSAR CRUZ JÚNIOR; RICARDO MENDONÇA FONSECA; LUIZ FERNANDO OHARA KAMOGAWA; ESALQ/USP PIRACICABA - SP - BRASIL cesarcruzjr@hotmail.com

Leia mais

FINANCEIRA. Reginaldo J. Santos. Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005. 10 de abril de 2009

FINANCEIRA. Reginaldo J. Santos. Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005. 10 de abril de 2009 INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA Reginaldo J. Santos Deartamento de Matemática-ICEx Universidade Federal de Minas Gerais htt://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005 última atualização em 10 de abril de

Leia mais

PROVA DE FÍSICA 2º ANO - ACUMULATIVA - 2º TRIMESTRE TIPO A

PROVA DE FÍSICA 2º ANO - ACUMULATIVA - 2º TRIMESTRE TIPO A PROA DE FÍSICA º ANO - ACUMULATIA - º TRIMESTRE TIPO A 0) Considere as seguintes roosições referentes a um gás erfeito. I. Na transformação isotérmica, o roduto. é roorcional à temeratura do gás. II. Na

Leia mais

1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião

1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião Perfil Socioeconômico e Cultural dos Visitantes dos Museus Fluminenses e Paulistas: Uma Análise Comarativa. Camila Pereira Koehler (ENCE); José Matias de Lima (ENCE); Leandro Lins Marino (Fundação Cesgranrio)

Leia mais

A influência da responsabilidade social corporativa sobre o retorno das ações de empresas de capital aberto no Brasil

A influência da responsabilidade social corporativa sobre o retorno das ações de empresas de capital aberto no Brasil XXIV Encontro Nac. de Eng. de Produção - Florianóolis, SC, Brasil, 03 a 05 de nov de 2004 A influência da resonsabilidade social cororativa sobre o retorno das ações de emresas de caital aberto no Brasil

Leia mais

Protocolo Internacional Harmonizado para ensaios de proficiência de laboratórios analíticos (químicos)

Protocolo Internacional Harmonizado para ensaios de proficiência de laboratórios analíticos (químicos) Protocolo Internacional Harmonizado ara ensaios de roficiência de laboratórios analíticos (químicos) (Relatório Técnico IUPAC) Resumo: As organizações internacionais de normalização AOAC International,

Leia mais

microeconomia compêndio licenciatura em contabilidade e administração

microeconomia compêndio licenciatura em contabilidade e administração microeconomia comêndio licenciatura em contabilidade e administração 2010 Índice das figuras... 3 1. Formalização do roblema económico... 5 1.1. Necessidades e afectação eficiente de recursos escassos...

Leia mais

Journal of Transport Literature Vol. x, n. x, pp. xxx-xxx, xxx xxxx Research Directory. [In Press, Corrected Proof]

Journal of Transport Literature Vol. x, n. x, pp. xxx-xxx, xxx xxxx Research Directory. [In Press, Corrected Proof] B T P S Brazilian Transortation Planning Society Journal of Transort Literature Vol. x, n. x,. xxx-xxx, xxx xxxx Research Directory [In Press, Corrected Proof] JTL RELIT www.transort-literature.org ISSN

Leia mais

EA072 Prof. Fernando J. Von Zuben DCA/FEEC/Unicamp. Tópico P2.7: Teoria de Jogos 3. EA072 Prof. Fernando J. Von Zuben DCA/FEEC/Unicamp

EA072 Prof. Fernando J. Von Zuben DCA/FEEC/Unicamp. Tópico P2.7: Teoria de Jogos 3. EA072 Prof. Fernando J. Von Zuben DCA/FEEC/Unicamp Teoria de Jogos ntrodução... Exemlo de jogos... 5. Pilha de alitos... 5. Jogo de sinuca (bilhar inglês ou snooker)... 5.3 Duelo... 6.4 Lançamento de novos rodutos no mercado... 6.5 Dilema do risioneiro...

Leia mais

A MOTIVAÇÃO PARA APRENDER NO ENSINO SUPERIOR

A MOTIVAÇÃO PARA APRENDER NO ENSINO SUPERIOR A OTIVAÇÃO PARA APREER O ESIO SUPERIOR ébora enegazzo de Sousa Almeida - UEL Sueli Édi Rufini - UEL RESUO este estudo foi investigada a motivação de alunos do ensino suerior e os fatores a ela relacionados.

Leia mais

APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA

APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA Marcio Botelho da Fonseca Lima (UFPB) tismalu@uol.com.br ROBERTA DE

Leia mais

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES Sylio Luiz Andreozzi 1 Fláia Aarecida Vieira de Araújo 2 Introdução As uniersidades úblicas brasileiras determinam

Leia mais

Journal of Transport Literature Vol. 8, n. 1, pp. 125-158, Jan. 2014 Research Directory

Journal of Transport Literature Vol. 8, n. 1, pp. 125-158, Jan. 2014 Research Directory B T P S Brazilian Transortation Planning Society Journal of Transort Literature Vol. 8, n. 1,. 125-158, Jan. 2014 Research Directory JTL RELIT www.transort-literature.org ISSN 2238-1031 Sistema de aoio

Leia mais

Colégio Politécnico da UFSM DPADP0024 : Processamento Digital de Imagens (Prof. Dr. Elódio Sebem)

Colégio Politécnico da UFSM DPADP0024 : Processamento Digital de Imagens (Prof. Dr. Elódio Sebem) Para melhor aroveitamento das informações roduzidas or diferentes sensores, alguns métodos de rocessamento de imagens têm sido roostos. Estes métodos combinam imagens de diferentes características esectrais

Leia mais

Relação Entre Comunicação Interna e Comprometimento Afetivo em Pequenas Indústrias de Calçados

Relação Entre Comunicação Interna e Comprometimento Afetivo em Pequenas Indústrias de Calçados Relação Entre Comunicação Interna e Comrometimento Afetivo em Pequenas Indústrias de Calçados Francisco Roberto PINTO (UECE) Marilia FALCIONI (UECE) Ana Maria Souza de ARAÚJO (UFC) Resumo: No mundo organizacional

Leia mais

instituto politécnico do porto instituto superior de contabilidade e administração micro economia compêndio curso de contabilidade e administração

instituto politécnico do porto instituto superior de contabilidade e administração micro economia compêndio curso de contabilidade e administração instituto suerior de contabilidade e administração instituto olitécnico do orto micro economia I comêndio curso de contabilidade e administração MICROECONOMIA II 1. Tecnologia da rodução... 3 1.1. Função

Leia mais

Sistemas de Ar Comprimido

Sistemas de Ar Comprimido Meta Aresentar a utilização adequada dos sistemas de ar comrimido como fator contribuinte à eficiência energética. Objetivos Entender a história do uso do ar comrimido; Identificar algumas instalações

Leia mais

Segunda aula de mecânica dos fluidos básica. Estática dos Fluidos capítulo 2 do livro do professor Franco Brunetti

Segunda aula de mecânica dos fluidos básica. Estática dos Fluidos capítulo 2 do livro do professor Franco Brunetti Segunda aula de mecânica dos fluidos básica Estática dos Fluidos caítulo 2 do livro do rofessor Franco Brunetti NO DESENVOLVIMENTO DESTA SEGUNDA AULA NÃO IREI ME REPORTAR DIRETAMENTE AO LIVRO MENCIONADO

Leia mais

3) Da figura temos: 4) a altura total (h ) do vértice da cúpula até o piso é dada por: 5) Mas f > h e, portanto:

3) Da figura temos: 4) a altura total (h ) do vértice da cúpula até o piso é dada por: 5) Mas f > h e, portanto: Lista de Exercícios de Física II Eselhos Eséricos Pro: Tadeu Turma: Ano do Ensino Médio Data: 08/06/009 ) (ITA) Um objeto linear de altura h está assentado erendicularmente no eixo rincial de um eselho

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS UFGD FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS FACET WILHELM DOS SANTOS PAES

UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS UFGD FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS FACET WILHELM DOS SANTOS PAES UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS UFGD FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS FACET WILHELM DOS SANTOS PAES CRIPTOGRAFIA EM BLOCOS: UM ENFOQUE EM SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DE MATRIZES DISSERTAÇÃO

Leia mais

Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso

Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso MARCELO RIBEIRO DA LUZ MARCOS KUFNER Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso Trabalho aresentado ara a discilina de Laboratório de Estatística II do curso de graduação em Estatística da Universidade

Leia mais

GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL*

GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL* Artigos Primavera 2008 GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL* Fátima Cardoso** Paulo Soares Esteves** 1. INTRODUÇÃO As flutuações dos termos de troca constituem

Leia mais

Probabilidade parte 2. Robério Satyro

Probabilidade parte 2. Robério Satyro Probabilidade arte Robério Satyro Definição de robabilidade Vamos analisar o fenômeno aleatório lançamento de uma moeda erfeita. Nesse caso, temos: = {C, C} () = Os subconjuntos de são, {C}, { C} e {C,

Leia mais

3 Custos Incorridos pelos Agentes Prestadores dos Serviços de Reservas Operativas e de Regulação de Freqüência

3 Custos Incorridos pelos Agentes Prestadores dos Serviços de Reservas Operativas e de Regulação de Freqüência 3 Custos Incorridos elos Agentes Prestadores dos Serviços de Reservas Oerativas e de Regulação de Freqüência 3.1 Custo da Produção da Energia Elétrica A avaliação dos custos incorridos na geração da energia

Leia mais

Física B Semiextensivo V. 1

Física B Semiextensivo V. 1 Física Semiextensivo V. Exercícios 0) D luz é uma onda eletromagnética, ois se roaga em todos os meios, inclusive no vácuo. 0) x V. t x 3. 0 8. 3.. 0 7 x 9,6. 0 5 m 03) C I. Falsa. É transarente. II. Falsa.

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Camus de Ilha Solteira PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Análise da Relação entre o Faturamento do Consumo de Energia Elétrica e Demanda de Potência Ativa e Reativa Utilizando Hierbolóides

Leia mais

A INTEGRAÇÃO DOS INTERMEDIA RIOS FINANCEIROS NUM MOD:f:LO DE POLíTICA MONETÁRIA

A INTEGRAÇÃO DOS INTERMEDIA RIOS FINANCEIROS NUM MOD:f:LO DE POLíTICA MONETÁRIA A INTEGRAÇÃO DOS INTERMEDIA RIOS FINANCEIROS NUM MOD:f:LO DE POLíTICA MONETÁRIA José de Freitas Uchoa ( ) A - INTRODUÇAO O esfôrço que, há alguns anos, tem sido continuamente desenvolvido no Brasil através

Leia mais

MICROECONOMIA II (2011-12) João Correia da Silva (joao@fep.up.pt) 29-03-2012

MICROECONOMIA II (2011-12) João Correia da Silva (joao@fep.up.pt) 29-03-2012 MICROECONOMIA II 1E108 (2011-12) 29-03-2012 João Correia da ilva (joao@fe.u.t) 2. Estruturas de Mercado 2.1. Concorrência Perfeita. 2.2. Monoólio. 2 CONCORRÊNCIA PERFEITA O modelo de concorrência erfeita

Leia mais

Satisfação dos Enfermeiros: estudo comparativo em dois Modelos de Gestão Hospitalar

Satisfação dos Enfermeiros: estudo comparativo em dois Modelos de Gestão Hospitalar ARTIGO DE INVESTIGAÇÃO Satisfação dos Enfermeiros: estudo comarativo em dois Modelos de Gestão Hositalar Nurse Satisfaction: comarative study on two Models of Hosital Management Vera Lúcia Dias Batista*;

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SIMULADOR DE MOVIMENTOS VERTICAIS COM ATUAÇÃO PNEUMÁTICA

DESENVOLVIMENTO DE UM SIMULADOR DE MOVIMENTOS VERTICAIS COM ATUAÇÃO PNEUMÁTICA DEM - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA DESENVOLVIMENTO DE UM SIMULADOR DE MOVIMENTOS VERTICAIS COM ATUAÇÃO PNEUMÁTICA Allan Nogueira de Albuquerque 1, Marco Antonio Meggiolaro 2. 1 Aluno de Graduação

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA Indicadores CNI RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA Perfil do Consumidor Brasileiro Brasileiros barganham e esperam promoções para adquirir bens de maior valor 64% Esperam por promoções para ir às compras

Leia mais

GABARITO. Física B 07) 56 08) A 09) E. Nas lentes divergentes as imagens serão sempre virtuais. 10) A

GABARITO. Física B 07) 56 08) A 09) E. Nas lentes divergentes as imagens serão sempre virtuais. 10) A Física B Extensivo V. 4 Exercícios 0) V V V V F 0. Verdadeiro. Lentes, disositivos que ormam imagem usando essencialmente as leis da reração. 0. Verdadeiro. Eselhos vértice, oco, centro de curvatura. Lentes:

Leia mais

PERFIL ECONÔMICO DO CONSUMIDOR [ 1 ]

PERFIL ECONÔMICO DO CONSUMIDOR [ 1 ] PERFIL ECONÔMICO DO CONSUMIDOR [ 1 ] ORÇAMENTO [ 2 ] 1) Depois do pagamento de todas as despesas, como estará o orçamento familiar? Percentual (%) Total Vai sobrar 22 Não vai sobrar nem faltar 48 Vai faltar

Leia mais

13. MEDIÇÃO DE VAZÃO. 1. Introdução. 2. Aferição e Padrões

13. MEDIÇÃO DE VAZÃO. 1. Introdução. 2. Aferição e Padrões 3. MEDIÇÃO DE VZÃO. Introdução Vazão é uma das grandezas mais utilizadas na indústria. s alicações são inúmeras, indo desde de medição de vazão de água em estações de tratamento e residências, até medição

Leia mais

Atmosfera Padrão. Atmosfera Padrão

Atmosfera Padrão. Atmosfera Padrão 7631 2º Ano da Licenciatura em Engenharia Aeronáutica 1. Introdução O desemenho de aviões e de motores atmosféricos deende da combinação de temeratura, ressão e densidade do ar circundandante. O movimento

Leia mais

2º e 3º trimestres de 2014 - São Paulo/SP. dededededededededededed

2º e 3º trimestres de 2014 - São Paulo/SP. dededededededededededed Umbanda Uma Religião Brasileira Sinceridade - Justiça - Fé 2º e 3º trimestres de 2014 - São Paulo/SP dededededededededededed Meio dia e o sol a ino. É reimlantado mais um terreiro de umbanda nas terras

Leia mais

Neste pequeno artigo resolveremos o problema 2 da USAMO (USA Mathematical Olympiad) 2005: (x 3 + 1)(x 3 + y) = 147 157 (x 3 + y)(1 + y) = 157 147 z 9

Neste pequeno artigo resolveremos o problema 2 da USAMO (USA Mathematical Olympiad) 2005: (x 3 + 1)(x 3 + y) = 147 157 (x 3 + y)(1 + y) = 157 147 z 9 Ésófatorar... Serámesmo? Neste equeno artigo resolveremos o roblema 2 da USAMO (USA Mathematical Olymiad) 2005: Problema. Prove que o sistema x 6 + x + x y + y = 147 157 x + x y + y 2 + y + z 9 = 157 147

Leia mais

MICROECONOMIA II (2010-11) João Correia da Silva (joao@fep.up.pt) 11-04-2011

MICROECONOMIA II (2010-11) João Correia da Silva (joao@fep.up.pt) 11-04-2011 MICROECONOMIA II E08 00- -04-0 João Correia da Silva joao@fe.u.t . Estruturas de Mercado.. Concorrência Perfeita... Monoólio. MONOPÓLIO O Monoólio é uma estrutura de mercado na ual:. Existe aenas emresa

Leia mais

M.J.Mion 7 DICAS PARA CRIAR VALOR EM VOCÊ E FICAR INDISPENSÁVEL NO MERCADO DE TRABALHO E NA VIDA. UPERBEM www.vendasuperbem.com.

M.J.Mion 7 DICAS PARA CRIAR VALOR EM VOCÊ E FICAR INDISPENSÁVEL NO MERCADO DE TRABALHO E NA VIDA. UPERBEM www.vendasuperbem.com. r e M.J.Mion PARA CRIAR VALOR EM VOCÊ E FICAR INDISPENSÁVEL NO MERCADO DE TRABALHO E NA VIDA. www.vendabem.com.br r e Aresentação Olá, que ótimo t um ouco de a atenção ara que eu ossa ajudá-lo a conquistar

Leia mais

r 5 200 m b) 1 min 5 60 s s t a 5

r 5 200 m b) 1 min 5 60 s s t a 5 Resolução das atividades comlementares Matemática M Trigonometria no ciclo. 0 Um atleta desloca-se à velocidade constante de 7,8 m/s numa ista circular de raio 00 m. Determine as medidas, em radianos e

Leia mais

P(seleção de um elemento baixo) = p P(seleção de um elemento médio) = p. P(seleção de um elemento alto) = p

P(seleção de um elemento baixo) = p P(seleção de um elemento médio) = p. P(seleção de um elemento alto) = p . A Distribuição Multinomial - Teste Qui-Quadrado. Inferência Estatística Uma imortante generalização da rova de Bernoulli (), é a chamada rova multinomial. Uma rova de Bernoulli () ode roduzir dois resultados

Leia mais

RELATÓRIO DE CONSULTORIA

RELATÓRIO DE CONSULTORIA Recomendação ao Sr. Silva RELATÓRIO DE CONSULTORIA CONSTITUIÇÃO DO ÍNDICE PSI0 ALTRI SGPS, S.A. BCP Banco Comercial Português, S.A. BES Banco Esírito Santo, S.A. BPI Banco Português de Investimento, S.A.

Leia mais

O que é a Revisão Fiscal?

O que é a Revisão Fiscal? Case de Revisão Fiscal em supermercado com faturamento médio de R$ 1.200.000/mês; A análise foi efetuada sobre o faturamento do 1º trimestre de 2009; Há menos de dois anos haviam realizado uma revisão

Leia mais

Competências da Função de Controller: Evidências da Presença de Isomorfismo Mimético entre Hotéis de Grande Porte da Região Metropolitana do Recife

Competências da Função de Controller: Evidências da Presença de Isomorfismo Mimético entre Hotéis de Grande Porte da Região Metropolitana do Recife Cometências da Função de Controller: Evidências da Presença de Isomorfismo Mimético entre Hotéis de Grande Porte da Região Metroolitana do Recife Tania Nobre Gonçalves Ferreira Amorim FRPE tanobre@gmail.com

Leia mais

PROCESSO N : P266505/2014

PROCESSO N : P266505/2014 FL. 1 ORIGEM DA LICITAÇÃO: SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - SMS PROCESSO N : P266505/2014 OBJETO: CRITÉRIO DE JULGAMENTO: MODO DE DISPUTA: REGIME DE EXECUÇÃO: A PRESENTE LICITAÇÃO TEM COMO OBJETO A CONTRATAÇÃO

Leia mais

Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER

Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER Modelo definido or Peter Chen em 1976 modelo sofreu diversas extensões e notações ao longo do temo Padrão ara modelagem conceitual de BD modelo simles oucos

Leia mais

ACESSO A RECURSOS ESSENCIAIS E PODER DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DA CONCESSÃO DE SLOTS EM AEROPORTOS NO BRASIL

ACESSO A RECURSOS ESSENCIAIS E PODER DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DA CONCESSÃO DE SLOTS EM AEROPORTOS NO BRASIL 2º LUGAR - REGULAÇÃO ECONÔMICA AUTOR: ALESSANDRO VINICIUS MARQUES DE OLIVEIRA SÃO JOSÉ DOS CAMPOS -SP ACESSO A RECURSOS ESSENCIAIS E PODER DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DA CONCESSÃO DE SLOTS EM AEROPORTOS

Leia mais

A configuração da rede social de mulheres em situação de violência doméstica

A configuração da rede social de mulheres em situação de violência doméstica 1293 A configuração da rede social de mulheres em situação de violência doméstica The configuration of the social network of women living in domestic violence situations ARTIGO ARTICLE Maria de Lourdes

Leia mais

MANUAL do UTILIZAdOR de TeRMOPROdUTOs IsIde IdRO PORTUGUÊs/PORTOGHese

MANUAL do UTILIZAdOR de TeRMOPROdUTOs IsIde IdRO PORTUGUÊs/PORTOGHese MANUAL DO UTILIZADOR DE TERMOPRODUTOS Iside IDRO /PORTOGHESE 2 ... 4 Advertências... 4 Segurança... 4 Manutenção ordinária... 4 INSTALAÇÃO HIDRÁULICA... 5 Instalação e disositivos de segurança... 5 DISPOSITIVO

Leia mais

Pesquisa de opinião pública. sobre. Energia elétrica. Brasil

Pesquisa de opinião pública. sobre. Energia elétrica. Brasil 2ª Pesquisa de opinião pública sobre Energia Elétrica Brasil Julho de 2015 Pesquisa de opinião pública sobre Energia elétrica Brasil Junho de 2014 IBOPE Metodologia Pesquisa quantitativa com aplicação

Leia mais

Comunicação Interna e Fusões de Empresas: um caso do passado, uma oportunidade para o futuro

Comunicação Interna e Fusões de Empresas: um caso do passado, uma oportunidade para o futuro ACTAS ICONO 14, 2010, Nº A6,. 15-24. ISBN 1697-8293. Madrid (Esaña) Anabela Mateus: A Comunicação na Fusão Recibido: 22/09/2010 Acetado: 30/12/2010 ACTAS Nº A6: SIC Título Actas ISSN: 1697-8293 Comunicação

Leia mais

ROTINA COMPUTACIONAL PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS

ROTINA COMPUTACIONAL PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS 38 ROTINA COMPUTACIONA PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS Comutational routine to rovision of the caacity of load in iles. Tobias Ribeiro Ferreira 1, Rodrigo Gustavo Delalibera 2, Wellington

Leia mais

ROGÉRIO S. COSTA, RODRIGO S. TEIXEIRA, DARIZON A. DE ANDRADE, AUGUSTO A. FLEURY

ROGÉRIO S. COSTA, RODRIGO S. TEIXEIRA, DARIZON A. DE ANDRADE, AUGUSTO A. FLEURY MOTOR A RELUTÂNCIA CHAVEADO MONOFÁSICO ROGÉRIO S COSTA, RODRIGO S TEIXEIRA, DARIZON A DE ANDRADE, AUGUSTO A FLEURY Laboratório de Acionamentos Elétricos, Deartamento de Engenharia Elétrica, Universidade

Leia mais

GERADOR EÓLICO RESUMO (ABSTRACT): 1.1 MÁQUINAS COM EXCITAÇÃO ÚNICA

GERADOR EÓLICO RESUMO (ABSTRACT): 1.1 MÁQUINAS COM EXCITAÇÃO ÚNICA GERADOR EÓLICO Fredemar Rüncos, Engenheiro Eletricista e Físico, formado ela UFPR, Pós-Graduação em Máquinas Elétricas Girantes ela UFSC. Exerce a função de Gerente da Engenharia de Produto da WEG Máquinas,

Leia mais

Aplicação de Técnicas de Mineração de Dados em Problemas de Classificação de Padrões

Aplicação de Técnicas de Mineração de Dados em Problemas de Classificação de Padrões Laboratório de Comutação Evolucionária Deartamento de Engenharia Elétrica UFMG Av. Pres. Antônio Carlos, 6627 CEP 31.270 010 Fone: 5531 3409 34 26 5531 3409 4826 Alicação de Técnicas de Mineração de Dados

Leia mais

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO E VAZÃO MÁXIMA DE BACIAS URBANAS

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO E VAZÃO MÁXIMA DE BACIAS URBANAS COEFICIENTE DE ESCOMENTO E VZÃO MÁXIM DE BCIS URBNS Carlos E. M. Tucci Instituto de Pesquisas Hidráulicas UFRGS v. Bento Gonçalves, 9500 PORTO LEGRE-RS TUCCI@IF1.IF.UFRGS.BR Resumo: O coeficiente de escoamento

Leia mais

Pesquisa de opinião pública. sobre. Energia elétrica. Brasil Junho de 2014

Pesquisa de opinião pública. sobre. Energia elétrica. Brasil Junho de 2014 Pesquisa de opinião pública sobre Energia Elétrica Brasil Junho de 2014 Pesquisa de opinião pública sobre Energia elétrica Brasil Junho de 2014 IBOPE Especificações Técnicas Universo População brasileira

Leia mais

1ª RODADA NOVA S/B-IBOPE Comunicação de Interesse Público PESQUISA TELEFÔNICA NACIONAL SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL. IBOPE Opinião

1ª RODADA NOVA S/B-IBOPE Comunicação de Interesse Público PESQUISA TELEFÔNICA NACIONAL SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL. IBOPE Opinião 1ª RODADA NOVA S/B-IBOPE Comunicação de Interesse Público PESQUISA TELEFÔNICA NACIONAL SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL Metodologia Pesquisa quantitativa, com aplicação de questionário estruturado através de entrevistas

Leia mais

IBMEC SÃO PAULO Faculdade de Economia e Administração. Jerônimo Alves de Amorim Neto ESTIMAÇÃO DO PODER DE MERCADO DOS FRIGORÍFICOS NO BRASIL

IBMEC SÃO PAULO Faculdade de Economia e Administração. Jerônimo Alves de Amorim Neto ESTIMAÇÃO DO PODER DE MERCADO DOS FRIGORÍFICOS NO BRASIL IBMEC ÃO PAULO Faculdade de Economia e Administração erônimo Alves de Amorim Neto ETIMAÇÃO DO PODER DE MERCADO DO FRIGORÍFICO NO BRAIL ão Paulo 009 erônimo Alves de Amorim Neto Estimação do oder de mercado

Leia mais

Estudo de correlação entre ensaios penetrométricos estáticos e dinâmicos

Estudo de correlação entre ensaios penetrométricos estáticos e dinâmicos Estudo de correlação entre ensaios enetrométricos estáticos e dinâmicos Jeselay Hemetério Cordeiro dos Reis Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Brasil, E-mail: jeselay@hotmail.com Pedro Paulo Michelan

Leia mais

"DIÁLOGOS COM O PODER JUDICIÁRIO SOBRE COMÉRCIO EXTERIOR" PIRATARIA, FALSIFICAÇÃO OUTRAS PRÁTICAS ILÍCITAS DECORRENTES

DIÁLOGOS COM O PODER JUDICIÁRIO SOBRE COMÉRCIO EXTERIOR PIRATARIA, FALSIFICAÇÃO OUTRAS PRÁTICAS ILÍCITAS DECORRENTES "DIÁLOGOS COM O PODER JUDICIÁRIO SOBRE COMÉRCIO EXTERIOR" PIRATARIA, FALSIFICAÇÃO OUTRAS PRÁTICAS ILÍCITAS DECORRENTES Edson Luiz Vismona Presidente presidente@fncp.org.br vismona@institutobrasillegal.org.br

Leia mais

Tópico 5 88 PARTE I TERMOLOGIA

Tópico 5 88 PARTE I TERMOLOGIA 88 PRTE I TERMOLOGI Tóico 5 1 ocê já deve ter notado que ao esfregar as mãos durante algum temo elas f icam mais quentes. Isso ocorre orque: a) aumenta a circulação do sangue, elevando a rodução de calor;

Leia mais

Apresentação. Soluções para resolv. Legislação penal. Conclusão

Apresentação. Soluções para resolv. Legislação penal. Conclusão SUMÁRIO Apresentação Introdução Soluções para resolv esolver er a violência e a criminalidade Popularidade de possíveis soluções Políticas sociais x políticas de segurança Redução da maioridade penal Legislação

Leia mais

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA 8º CONGRESSO IEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, a de Outubro de 7 DESENOLIMENTO DO CONCEITO DE MOTOR SORE-EXPANDIDO análise teórica, numérica e exerimental Martins, J J.G *, Ribeiro, S *, * Deartamento

Leia mais

Unimed Leste Fluminense: Alinhando os Canais Para Crescer.

Unimed Leste Fluminense: Alinhando os Canais Para Crescer. Unimed Leste Fluminense: Alinhando os Canais Para Crescer. Autoria: Juliana Maffazioli Pires, Alice Souto de Vasconcelos Torres, Victor Manoel Cunha de Almeida RESUMO O caso de ensino Unimed Leste Fluminense

Leia mais

Matemática. Resolução das atividades complementares. M1 Trigonometria no ciclo. 1 Expresse: p 4 rad. rad em graus. 4 rad 12 p b) 330 em radianos.

Matemática. Resolução das atividades complementares. M1 Trigonometria no ciclo. 1 Expresse: p 4 rad. rad em graus. 4 rad 12 p b) 330 em radianos. Resolução das atividades comlementares Matemática M Trigonometria no ciclo. 7 Eresse: a) em radianos c) em radianos e) rad em graus rad rad b) 0 em radianos d) rad em graus f) rad 0 rad em graus a) 80

Leia mais

TEMAS LIVRES FREE THEMES. Thaís Silva Assunção 1 Príscila Guedes Santana Ursine 1

TEMAS LIVRES FREE THEMES. Thaís Silva Assunção 1 Príscila Guedes Santana Ursine 1 2189 Estudo de fatores associados à adesão ao tratamento não farmacológico em ortadores de diabetes mellitus assistidos elo Programa Saúde da Família, Ventosa, Belo Horizonte A study of factors associated

Leia mais

TRAINING PROGRAM RBCS. Palavras-chave: hipertrofia muscular, treinamento de força, composição corporal, força máxima.

TRAINING PROGRAM RBCS. Palavras-chave: hipertrofia muscular, treinamento de força, composição corporal, força máxima. MUDANÇAS DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E DA FORÇA APÓS UM PROGRAMA DE TREINAMENTO DE HIPERTROFIA CHANGES ON BODY COMPOSITION AND STRENGTH AFTER A HYPETROPHY TRAINING PROGRAM Renata Gomes 1, Jefferson Eduardo

Leia mais

Codificador de voz baseado na qualidade perceptual

Codificador de voz baseado na qualidade perceptual 617 Codificador de voz baseado na qualidade ercetual V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Flávio Luis Wisnevski 1, Rubem Dutra Ribeiro Fagundes 1 (orientador), Lucio Polese Cossio 2 (bolsista) 1 Programa

Leia mais

XXXIV OLIMPÍADA PAULISTA DE MATEMÁTICA Prova da Fase Final (6 de novembro de 2010) Nível α (6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental)

XXXIV OLIMPÍADA PAULISTA DE MATEMÁTICA Prova da Fase Final (6 de novembro de 2010) Nível α (6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental) V OLMPÍD PULST D MTMÁTC Prova da Fase Final (6 de novembro de Nível α (6 o e 7 o anos do nsino Fundamental wwwommatbr Folha de Perguntas nstruções: duração da rova é de hmin O temo mínimo de ermanência

Leia mais

1. ENTALPIA. (a) A definição de entalpia. A entalpia, H, é definida como:

1. ENTALPIA. (a) A definição de entalpia. A entalpia, H, é definida como: 1 Data: 31/05/2007 Curso de Processos Químicos Reerência: AKINS, Peter. Físico- Química. Sétima edição. Editora, LC, 2003. Resumo: Proas. Bárbara Winiarski Diesel Novaes 1. ENALPIA A variação da energia

Leia mais

UNIVERSIDADE DE ÉVORA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL

UNIVERSIDADE DE ÉVORA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL UNIVERSIDDE DE ÉVOR DEPRTMENTO DE ENGENHRI RURL HIDRÁULIC GERL PONTMENTOS DS ULS TEÓRICS ENGENHRI GRÍCOL ENGENHRI BIOFÍSIC ENGENHRI GEOLÓGIC Maria Madalena V. Moreira Vasconcelos Évora, 004 Caítulo 1 FORÇS

Leia mais

Numa época como a atual, em que a O EXEMPLO DE PAVAN, DESCOBRIDOR INCANSÁVEL. Pesquisador do Centro de História da Ciência

Numa época como a atual, em que a O EXEMPLO DE PAVAN, DESCOBRIDOR INCANSÁVEL. Pesquisador do Centro de História da Ciência Março 2000 Revista Adus O EXEMPLO DE PAVAN, DESCOBRIDOR INCANSÁVEL Paulo Marques Pesquisador do Centro de História da Ciência Oswaldo José dos Santos/Agência USP N Numa éoca como a atual, em que a universidade

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011 Rio de Janeiro, 21/09/2012 1 Abrangência nacional Temas investigados: Características Características gerais dos moradores Educação Migração Trabalho

Leia mais

I B OP E Opinião. O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água

I B OP E Opinião. O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Águas no Brasil: A visão dos brasileiros O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água Dezembro, 2006 METODOLOGIA OBJETIVO Levantar informações para

Leia mais

AVALIAÇÃO DE UMA MEDIDA DE EVIDÊNCIA DE UM PONTO DE MUDANÇA E SUA UTILIZAÇÃO NA IDENTIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NA TAXA DE CRIMINALIDADE EM BELO HORIZONTE

AVALIAÇÃO DE UMA MEDIDA DE EVIDÊNCIA DE UM PONTO DE MUDANÇA E SUA UTILIZAÇÃO NA IDENTIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NA TAXA DE CRIMINALIDADE EM BELO HORIZONTE versão imressa ISSN -7438 / versão online ISSN 678-542 AVALIAÇÃO DE UMA MEDIDA DE EVIDÊNCIA DE UM PONTO DE MUDANÇA E SUA UTILIZAÇÃO NA IDENTIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NA TAXA DE CRIMINALIDADE EM BELO HORIZONTE

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO PONTA GROSSA

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO PONTA GROSSA FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO ANÁLISE CONJUNTURAL DO MÊS DE JANEIRO DE 2014 PONTA GROSSA Este relatório, referente ao mês de Janeiro de 2014, da Pesquisa Conjuntural

Leia mais

Epson PowerLite S4. Manual do usuário

Epson PowerLite S4. Manual do usuário Eson PowerLite S4 Manual do usuário Significado dos símbolos 2 Significado dos símbolos c Indica a ossibilidade de que alguém ossa se machucar ou de que o equiamento ossa ser danificado se as instruções

Leia mais

O COMPORTAMENTO DE UM SISTEMA DE ATERRAMENTO DE UMA SUBESTAÇÃO DE ENERGIA FRENTE À SITUAÇÃO DE FALTA DE ALTA IMPEDÂNCIA

O COMPORTAMENTO DE UM SISTEMA DE ATERRAMENTO DE UMA SUBESTAÇÃO DE ENERGIA FRENTE À SITUAÇÃO DE FALTA DE ALTA IMPEDÂNCIA O COMPORTAMENTO DE UM SISTEMA DE ATERRAMENTO DE UMA SUBESTAÇÃO DE ENERGIA FRENTE À SITUAÇÃO DE FALTA DE ALTA IMPEDÂNCIA MARCOS A. R. GAMITO, MÁRIO OLESKOVICZ Escola de Engenharia de São Carlos, USP Av.

Leia mais

micro economia compêndio instituto superior de contabilidade e administração instituto politécnico do porto antónio saraiva

micro economia compêndio instituto superior de contabilidade e administração instituto politécnico do porto antónio saraiva instituto suerior de contabilidade e administração instituto olitécnico do orto micro economia II comêndio curso de contabilidade e administração antónio saraiva www.isca.i.t/~asaraiva MICOECONOMIA I

Leia mais

PESQUISA PULSO BRASIL FIESP/CIESP INFLAÇÃO JUNHO/2015 SUMÁRIO

PESQUISA PULSO BRASIL FIESP/CIESP INFLAÇÃO JUNHO/2015 SUMÁRIO PESQUISA PULSO BRASIL FIESP/CIESP INFLAÇÃO JUNHO/2015 SUMÁRIO A pesquisa revela que a inflação está alterando o consumo das pessoas. A maioria dos entrevistados vem percebendo grandes aumentos de preços

Leia mais

Microeconomia. Guião das aulas. António Saraiva

Microeconomia. Guião das aulas. António Saraiva Microeconomia Guião das aulas António Saraiva Instituto Suerior de Contabilidade e Administração do Porto MICROECONOMIA António Fernando Martins Garcia Saraiva 1998 3 Índice 1. Persectiva histórica sumária

Leia mais

São Paulo Rio de Janeiro Belo Horizonte Brasil

São Paulo Rio de Janeiro Belo Horizonte Brasil Projeto Pirataria São Paulo Rio de Janeiro Belo Horizonte Brasil Dezembro 2006 Índice I Objetivos & Metodologia II Opiniões sobre o mercado informal e pirataria III Consumo intencional declarado de falsificações

Leia mais

OS GASTOS PÚBLICOS NO BRASIL SÃO PRODUTIVOS?

OS GASTOS PÚBLICOS NO BRASIL SÃO PRODUTIVOS? OS ASTOS PÚBLICOS NO BRASIL SÃO PRODUTIVOS? José Oswaldo Cândido Júnior* Da Diretoria de Estudos Macroeconômicos DIMAC/IPEA RESUMO A reocuação com os efeitos dos gastos úblicos na economia é recorrente,

Leia mais

Modelagem Conceitual parte II

Modelagem Conceitual parte II Modelagem Conceitual arte II Vitor Valerio de Souza Camos Objetivos Aresentar o conceito de. Mostrar a cardinalidade de. Aresentar os tios de s. Aresentar o conceito de entidade fraca Aresentar o conceito

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS E INVASÃO DE PRIVACIDADE

NOVAS TECNOLOGIAS E INVASÃO DE PRIVACIDADE NOVAS TECNOLOGIAS E INVASÃO DE PRIVACIDADE Leandro de Souza Lino Com a onda de violência que gira em torno dos grandes centros urb, é cada vez mais comum encontrar câmeras de segurança instaladas em diversos

Leia mais

CAPITULO VI. LIMITES E CONTINUIDADE DE FUNÇÕES EM R n

CAPITULO VI. LIMITES E CONTINUIDADE DE FUNÇÕES EM R n CAPITULO VI LIMITES E CONTINUIDADE DE FUNÇÕES EM R n. Generalidades O conceito geral de função e outros associados foram já estudados quando se tratou da teoria dos conjuntos. Foi igualmente estudado com

Leia mais

A Transformação e a Reciclagem de Material Plástico. Estrutura e desafios

A Transformação e a Reciclagem de Material Plástico. Estrutura e desafios A Transformação e a Reciclagem de Material Plástico Estrutura e desafios 14 - Estados representados 21 - Sindicatos Associados Representa : 100% dos Estados do Sul e Sudeste e 65% dos Estados do Nordeste

Leia mais

Aluna do Curso de PG Energia na Agricultura - FCA/UNESP - Botucatu / SP. - Brasil

Aluna do Curso de PG Energia na Agricultura - FCA/UNESP - Botucatu / SP. - Brasil Análise da Racionalização de Energia Elétrica Através dos Volumes Determinados elo Hierbolóide Hibrido de Carga em Emresas Beneficiadoras de Café (Coffea Arábica/ Coffea Canehora). Patrícia Regina Mailho

Leia mais