SÍNDROME METABÓLICA Qual a dimensão do problema numa consulta de medicina geral e familiar?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SÍNDROME METABÓLICA Qual a dimensão do problema numa consulta de medicina geral e familiar?"

Transcrição

1 Síndrome metabólica numa consulta de medicina geral e familiar 121 SÍNDROME METABÓLICA Qual a dimensão do problema numa consulta de medicina geral e familiar? Sónia Cunha Cruz e João Luís Pereira Centro de Saúde de Sacavém Já há alguns anos que a Síndrome Metabólica ou Síndrome de Insulino-resistência está descrita como fortemente relacionada com a obesidade visceral, diabetes e a alto risco de morbilidade e mortalidade cardiovascular. O primeiro passo foi dado em 1939 por Himsworth e Kerr ao verificarem resposta diminuída à insulina nos diabéticos obesos. Muitos foram os estudos realizados desde então, inclusive aqui em Portugal. Júdice Halpern, investigador e professor na Faculdade de Medicina de Lisboa, publica em 1984 artigo onde designa de Síndroma Plurimetabólica às alterações metabólicas que associam dislipidémia e tolerância diminuída à glicose. Em 1988, Halpern investiga a associação do hiperinsulinismo com as dislipidémias, contemporâneo portanto de G. Reaven, autor que ficou internacionalmente conhecido naquele mesmo ano ao propor chamar-se de Síndrome X a associação entre as alterações da glicose, dislipidémia e hipertensão arterial. Em 1999 a OMS propõe uma definição de Síndrome Metabólica (SM) com uma aplicabilidade clínica limitada em Medicina geral e Familiar (MGF). Em 2002 o Adult Treatment Panel III (ATP III) do National Cholesterol Education Program dos EUA propõe critérios clínicos para a síndrome. Em 2004 o European Group for Study of Insulin Resistance (EGIR) define critérios de fácil aplicabilidade. Em 2004 Darwin Deen considera a SM como marcador de risco primário para as doenças cardiovasculares e como muito forte preditor de risco para a diabetes tipo 2. Na Europa, estudo belga de 2003 estima que cerca de 20% dos adultos sofrem de SM e considera tal como um problema de saúde pública. Nos Estados Unidos a situação é mais dramática: com o aumento na última década do milénio ( ) de 61% na incidência de obesidade principalmente entre as mulheres, estima-se em estudo de 2004 que> 45% destas após a menopausa sofram de SM! Fala-se de pandemia!

2 122 Manual sobre Insulino-resistência E entre nós os portugueses? Qual é a dimensão deste problema na nossa consulta de MGF no Centro de Saúde? Conseguiremos com os nossos meios adequadamente prevenir, detectar, e tratar a síndrome metabólica??? Com o objectivo de perceber a prevalência da SM no âmbito da consulta de MGF, foram avaliados todos os indivíduos de 2 listas de utentes 20 anos, excepto grávidas, que procuraram seu médico de família pelos mais diversos motivos durante os 20 dias úteis de Junho/2004 (n=580). Registou-se para cada um dos indivíduos avaliados a verificação de cada um dos critérios diagnósticos da SM de acordo com o ATPIII. Síndrome Metabólica (NCEP-ATPIII, 2002) Obesidade central Hiperglicemia em jejum Hipertrigliceridemia HDL reduzida Pressão arterial elevada P. abd. a > 88 / ` > 102 cm 110 mg/dl 150 mg/dl a < 50 / ` < 40 mg/dl PAS 130 e/ou PAD 85 mm HG Nota: a associação de positividade em 3 destes critérios dá-nos o diagnóstico de Síndrome Metabólica Foram estudados 580 indivíduos com idade média de 56,4 anos. Pelo menos 3 dos 5 parâmetros dos critérios do ATPIII foram encontrados em 217 indivíduos, com uma idade média de 62,6 anos, correspondendo a uma prevalência de SM de 37% na população estudada, assim distribuídos: 16% (31) do total (192) de indivíduos da faixa etária <50 anos 48% (150) do total (315) de indivíduos da faixa etária 50<74 anos 49% (36) do total (73) de indivíduos da faixa etária 74 anos Acontece que 99 (17%) destes 580 indivíduos eram bem conhecidos: diabéticos já diagnosticados e em tratamento. Neste grupo a prevalência de SM subia a 83% (82 diabéticos), conforme esperado.

3 Síndrome metabólica numa consulta de medicina geral e familiar 123 Estudamos então a população não diabética (n=481). Possuíam critérios para a SM 135 destes indivíduos. O que quer dizer ainda um prevalência de 28%! Se foram encontrados 37% da população geral e 28% da população não diabética com Síndrome Metabólica, isto é mesmo um problema de saúde pública! Confrontados com estes números e chamando a atenção que o estudo incidiu apenas sobre os utentes que nos procuraram para consulta pelos mais variados motivos durante o mês de Junho de 2004 e não sobre a lista total de inscritos em si interrogamo-nos: Como poderemos nós, médicos de MGF, objectivamente intervir para atenuar a dimensão deste problema? Ora, os utentes diabéticos são bem nossos conhecidos e já se encontram quase sempre motivados, embora da pior maneira pois já com a doença estabelecida e muitos deles estão convencidos e a seguir as necessárias instruções terapêuticas e a adoptar um estilo de vida mais saudável. Logo, podemos dizer que os temos em nossas mãos. Por outro lado, como médicos de família, a nossa preocupação vai para os tais 28% que circulam inocentes dos riscos que correm, nem um pouco preocupados com a barriguinha (assassina) que vai crescendo, a tensão um pouquinho mais alta e quem sabe mais o que muitas vezes ainda a fumar um cigarrinho para descontrair! Com o objectivo de estudar mais a fundo o grupo de risco para a SM como reconhecer estes indivíduos de forma rápida, eficaz e não dispendiosa dentre a população em geral que todos os dias entope a nossa consulta? Estudando os dados de todos os factores, constatamos que o perímetro abdominal isolado foi o que demonstrou maior valor preditivo positivo cerca de 70% e a pressão arterial cerca de 59%. Curiosamente, ao cruzar os dados percebemos que 38% da população em geral e 78% dos indivíduos com SM apresentavam associação de pressão arterial e perímetro abdominal elevados.

4 124 Manual sobre Insulino-resistência O que significa que APENAS COM UMA FITA MÉTRICA E UM ESFIGMO- MANÓMETRO conseguiremos reconhecer cerca de 80% dos indivíduos de alto risco para SM! E são justamente estes que precisam ser melhor estudados, valendo a pena insistir e intervir através a modificação do estilo de vida e a correcção dos factores alterados! Apesar de não ser fácil pois convencer alguém que não se sente doente a modificar seus hábitos é algo muito, muito difícil. Durante milhares de anos a estrutura biológica do Homem teve necessidade de se adaptar à escassez alimentar e ao esforço físico para conseguir nutrientes. É provável que um organismo humano, quiçá com tendência para a insulino-resistência, esteja preparado para vencer crises de fome mas não se adapte ao excesso alimentar e ao sedentarismo e ao stress próprio das grandes urbes. Pagará esse estilo de vida com a doença cardiovascular. Como intervir para modificar esse destino? Não será voltar às cavernas mas intervir na modificação harmoniosa do estilo de vida. Será necessário adaptar o modo de vida do Homem à sua estrutura biológica. Resumindo: Saber viver, promovendo a saúde e minorando os riscos. A Finlândia é nesse momento um exemplo a seguir: desde 2004 decorre um Programa Nacional de Prevenção da Diabetes tipo 2 e que prevê resultados até 2010, através a prevenção sistemática da obesidade e a promoção de uma alimentação saudável e actividade diária, utilizando os meios de comunicação social, treinos físicos, aconselhamentos gerais de estilo de vida e uma rede extensa de suporte destas actividades para a população em geral; através o controlo eficiente da pessoa em risco, avaliando, monitorizando os níveis de glicemia, investigando e tratando a doença cardiovascular, procedendo ao tratamento intensivo da obesidade, educação alimentar e educação física. Esta é a combinação ideal: macro e microintervenção! Portugal bem poderia seguir este exemplo mas enquanto tal não acontece, sugiro que todos nós, médicos de família (pois é por nossas mãos que passam as pessoas saudáveis e suas famílias), passemos a utilizar juntamente

5 Síndrome metabólica numa consulta de medicina geral e familiar 125 com o estetoscópio uma fita métrica ao pescoço para que assim, de forma rápida e sem custos (financeiros!) adicionais consigamos reconhecer a população de risco para a Síndrome Metabólica e assim trabalhá-la, contribuindo deste modo activamente para a prevenção e a diminuição efectiva das terríveis consequências da Doença Cardiovascular!

SÍNDROME DE INSULINO-RESISTÊNCIA, SÍNDROME METABÓLICA: DEFINIÇÕES

SÍNDROME DE INSULINO-RESISTÊNCIA, SÍNDROME METABÓLICA: DEFINIÇÕES Síndrome de insulino-resistência, síndrome metabólica: definições 15 SÍNDROME DE INSULINO-RESISTÊNCIA, SÍNDROME METABÓLICA: DEFINIÇÕES Sandra Paiva Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo; Hospital

Leia mais

SÍNDROME METABÓLICA E ADOLESCÊNCIA

SÍNDROME METABÓLICA E ADOLESCÊNCIA 44 Manual sobre Insulino-resistência SÍNDROME METABÓLICA E ADOLESCÊNCIA Helena Fonseca Unidade de Medicina do Adolescente, Clínica Universitária de Pediatria Hospital de Santa Maria A prevalência de obesidade

Leia mais

Relevância Clínica da Síndrome Metabólica nos Indivíduos Não Obesos

Relevância Clínica da Síndrome Metabólica nos Indivíduos Não Obesos CONGRESSO PORTUGUÊS DE CARDIOLOGIA Relevância Clínica da Síndrome Metabólica nos Indivíduos Não Obesos Susana Martins, Nuno Cortez-Dias, Adriana Belo*, Manuela Fiuza Serviço de Cardiologia - Hospital de

Leia mais

IMPLICAÇÕES DA CLASSE DE ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E OBESIDADE ABDOMINAL NO RISCO E GRAVIDADE DA HIPERTENSÃO ARTERIAL EM PORTUGAL

IMPLICAÇÕES DA CLASSE DE ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E OBESIDADE ABDOMINAL NO RISCO E GRAVIDADE DA HIPERTENSÃO ARTERIAL EM PORTUGAL CONGRESSO PORTUGUÊS DE CARDIOLOGIA IMPLICAÇÕES DA CLASSE DE ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E OBESIDADE ABDOMINAL NO RISCO E GRAVIDADE DA HIPERTENSÃO ARTERIAL EM PORTUGAL Susana Martins, Nuno Cortez-Dias, Adriana

Leia mais

Avaliação do Risco Cardiovascular

Avaliação do Risco Cardiovascular NUNO CORTEZ-DIAS, SUSANA MARTINS, ADRIANA BELO, MANUELA FIUZA 20 Abril 2009 Objectivos Avaliação do Risco Cardiovascular Padrões de Tratamento Impacto Clínico Síndrome Metabólica HTA Diabetes Mellitus

Leia mais

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA METABÓLICA

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA METABÓLICA O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE DOENÇA METABÓLICA ENTENDENDO a doença metabólica A doença metabólica, também chamada de síndrome metabólica ou ainda de plurimetabólica, em geral faz parte de um conjunto de

Leia mais

XXXV Congresso Português de Cardiologia Abril ú ç

XXXV Congresso Português de Cardiologia Abril ú ç XXXV Congresso Português de Cardiologia Abril 2014 é í é A Diabetes em Portugal Prevalência elevada - 39,2% (20-79 anos) Diabetes ou Pré-Diabetes Aumento de 80% na incidência na última década Uma das principais

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 1 Influência de um programa de exercícios aeróbios sobre níveis pressórios de indivíduos com Síndrome Metabólica Chane Basso Benetti;

Leia mais

Síndrome Metabólica. Wilson Marques da Rosa Filho. (Tratamento pela Acupuntura e Homeopatia)

Síndrome Metabólica. Wilson Marques da Rosa Filho. (Tratamento pela Acupuntura e Homeopatia) Síndrome Metabólica (Tratamento pela Acupuntura e Homeopatia) Wilson Marques da Rosa Filho 1 Síndrome Metabólica 1ª edição: maio de 2017 Síndrome Metabólica / Wilson Marques da Rosa Filho São Paulo: Perse

Leia mais

CENTRO DE SAÚDE DE SERPA DIA NACIONAL DE COMBATE À OBESIDADE 19/5/2007

CENTRO DE SAÚDE DE SERPA DIA NACIONAL DE COMBATE À OBESIDADE 19/5/2007 CENTRO DE SAÚDE DE SERPA DIA NACIONAL DE COMBATE À OBESIDADE 19/5/2007 Maio 2007 1-Problema A Obesidade é um importante problema de Pública e uma doença crónica, com génese multifactorial, que requer esforços

Leia mais

Insulino-resistência e obesidade

Insulino-resistência e obesidade 62 Manual sobre Insulino-resistência Insulino-resistência e obesidade A associação de obesidade visceral com resistência à insulina, hipertrigliceridemia, aumento da apolipoproteína B, aumento das LDL

Leia mais

Diabetes Continua a aumentar no distrito - Retrato da Diabetes no distrito 19-Nov-2008

Diabetes Continua a aumentar no distrito - Retrato da Diabetes no distrito 19-Nov-2008 Diabetes Continua a aumentar no distrito - Retrato da Diabetes no distrito 19-Nov-2008 16000 - É o número total de diabéticos existentes no distrito de Viseu. 80 - Cerca de 80 por cento da população do

Leia mais

DIABETES: ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR (NOV 2016) - PORTO

DIABETES: ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR (NOV 2016) - PORTO DIABETES: ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR (NOV 2016) - PORTO A Diabetes Mellitus é uma doença crónica, cujos índices de incidência e prevalência aumentam a cada ano. Para poderem prestar cuidados de saúde globais

Leia mais

Manejo do Diabetes Mellitus na Atenção Básica

Manejo do Diabetes Mellitus na Atenção Básica Manejo do Diabetes Mellitus na Atenção Básica Daiani de Bem Borges Farmacêutica (NASF/PMF) Preceptora da Residência Multiprofissional em Saúde/UFSC/PMF Doutoranda - Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva/UFSC

Leia mais

Relatório de Estágio Mestrado Integrado em Medicina OBESIDADE NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS. Marta Alexandra Araújo Oliveira da Silva

Relatório de Estágio Mestrado Integrado em Medicina OBESIDADE NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS. Marta Alexandra Araújo Oliveira da Silva Relatório de Estágio Mestrado Integrado em Medicina OBESIDADE NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS Marta Alexandra Araújo Oliveira da Silva Orientador Maria Helena Cardoso Pereira da Silva Co-Orientador Cecília

Leia mais

Hipertensão Diabetes Dislipidemias

Hipertensão Diabetes Dislipidemias Hipertensão Diabetes Dislipidemias Hipertensão A pressão alta atinge 24,3% da população adulta brasileira e é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como

Leia mais

GRUPO COPPA: ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR NO PATOLOGIAS ASSOCIADAS BRIGITTE OLICHON LUMENA MOTTA REGINA BOSIO

GRUPO COPPA: ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR NO PATOLOGIAS ASSOCIADAS BRIGITTE OLICHON LUMENA MOTTA REGINA BOSIO GRUPO COPPA: ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR NO CONTROLE DA OBESIDADE E PATOLOGIAS ASSOCIADAS BRIGITTE OLICHON LUMENA MOTTA REGINA BOSIO Introdução Obesidade Brasil EPIDEMIA 40% em sobrepeso 12,7% adultos obesos

Leia mais

Marta Maria do Amaral dos Santos Mestranda do Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição - PPGAN

Marta Maria do Amaral dos Santos Mestranda do Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição - PPGAN Marta Maria do Amaral dos Santos Mestranda do Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição - PPGAN SÍNDROME METABÓLICA (SM) Contexto histórico Definição Parâmetros Fatores de risco: Obesidade central

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL E DE SAÚDE DE IDOSOS DIABÉTICOS ATENDIDOS NO AMBULATÓRIO DE NUTRIÇÃO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY

PERFIL NUTRICIONAL E DE SAÚDE DE IDOSOS DIABÉTICOS ATENDIDOS NO AMBULATÓRIO DE NUTRIÇÃO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY RESUMO PERFIL NUTRICIONAL E DE SAÚDE DE IDOSOS DIABÉTICOS ATENDIDOS NO AMBULATÓRIO DE NUTRIÇÃO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY FERREIRA 1,Camila da Silva GUIMARÃES, Keyth 2, Sulamitta de Lima

Leia mais

TÍTULO: HIPERTRIGLICERIDEMIA PÓS-PRANDIAL EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 E O RISCO CARDIOVASCULAR

TÍTULO: HIPERTRIGLICERIDEMIA PÓS-PRANDIAL EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 E O RISCO CARDIOVASCULAR TÍTULO: HIPERTRIGLICERIDEMIA PÓS-PRANDIAL EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 E O RISCO CARDIOVASCULAR CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FARMÁCIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE

Leia mais

LIVRO DE ACTAS COORDENADORES: Maria Helena Pimentel Isabel Pinto Olívia Pereira

LIVRO DE ACTAS COORDENADORES: Maria Helena Pimentel Isabel Pinto Olívia Pereira COORDENADORES: Maria Helena Pimentel Isabel Pinto Olívia Pereira O6. PREVALÊNCIA DE SÍNDROME METABÓLICA NOS UTENTES DE UMA FARMÁCIA DO DISTRITO DE BRAGANÇA Lopes a* F., Lopes b*, M., Serra c, I., Pereira

Leia mais

A Doença Cardiovascular e a Evidência da Consulta de Enfermagem

A Doença Cardiovascular e a Evidência da Consulta de Enfermagem A Doença Cardiovascular e a Evidência da Consulta de Enfermagem XXXII Congresso Português de Cardiologia Enf.ª Patrícia Alves UCIC CHVNGaia/Espinho,Epe Abril 2011 PATOLOGIA CARDIOVASCULAR Principal causa

Leia mais

Clínica médica e Geriatria

Clínica médica e Geriatria Sérgio Murilo Clínica médica e Geriatria O que é? Qual o foco? Quero todos os exames. Mais benefício ou prejuízo? Como decidir que condições serão avaliadas e como serão avaliadas? Condições (não o teste)

Leia mais

Estudo de prevalência da hipertensão arterial, excesso de peso e obesidade no concelho de Vizela em

Estudo de prevalência da hipertensão arterial, excesso de peso e obesidade no concelho de Vizela em Estudo de prevalência da hipertensão arterial, excesso de peso e obesidade no concelho de Vizela em 2007-2010 Guimarães A. Unidade de Saúde Familiar Physis, Vizela, Portugal Resumo Este estudo teve como

Leia mais

PERFIL LIPÍDICO E FATORES BIOLÓGICOS E AMBIENTAIS

PERFIL LIPÍDICO E FATORES BIOLÓGICOS E AMBIENTAIS PERFIL LIPÍDICO E FATORES BIOLÓGICOS E AMBIENTAIS hjhjh O papel da atividade física Margarida Amorim Fernandes Rodrigues Siopa Orientador: Professor Pedro Manuel Vargues Aguiar Coorientadora: Doutora Mafalda

Leia mais

Síndrome Metabólica e Risco Cardiovascular

Síndrome Metabólica e Risco Cardiovascular Síndrome Metabólica e Risco Cardiovascular Farmacoterapia Ano lectivo 2012-2013 Dias 19 e 26 de Novembro Isabel Vitória Figueiredo 1990 50 milhões de mortes em todo o mundo 28% 2030 [8 mil milhões] 32%

Leia mais

COMO CONTROLAR HIPERTENSÃO ARTERIAL?

COMO CONTROLAR HIPERTENSÃO ARTERIAL? COMO CONTROLAR HIPERTENSÃO ARTERIAL? Profa. Dra. Rosália Morais Torres VI Diretrizes Brasileiras de hipertensão arterial Arq Bras Cardiol 2010; 95 (1 supl.1): 1-51 HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA (HAS)

Leia mais

A Pessoa com alterações nos valores da Tensão Arterial

A Pessoa com alterações nos valores da Tensão Arterial A Pessoa com alterações nos valores da Tensão Arterial Fisiologia da TA Tensão arterial é a força exercida pelo sangue, devido à pressão do coração, sobre as paredes de uma artéria. Tensão sistólica: pressão

Leia mais

Diagnóstico de Saúde Lourinhã. Lourinhã 15 de Maio de 2017

Diagnóstico de Saúde Lourinhã. Lourinhã 15 de Maio de 2017 Diagnóstico de Saúde Lourinhã Lourinhã 15 de Maio de 2017 A população do Concelho Homens Mulheres 2 Pirâmide etária da população residente em Lourinhã Fonte: INE, Últimos dados de 2013 A população do Concelho

Leia mais

AULA: 5 - Assíncrona TEMA: Cultura- A pluralidade na expressão humana.

AULA: 5 - Assíncrona TEMA: Cultura- A pluralidade na expressão humana. : 5 - Assíncrona TEMA: Cultura- A pluralidade na expressão humana. Conteúdo: Doenças relacionadas ao sedentarismo Diabetes. Doenças relacionadas ao sedentarismo Hipertensão arterial e dislipidemias. Habilidades:

Leia mais

41 ANOS DE EXISTÊNCIA. 942 Médicos Cooperados 71 mil clientes. 1ª Sede Praça Carlos de Campos

41 ANOS DE EXISTÊNCIA. 942 Médicos Cooperados 71 mil clientes. 1ª Sede Praça Carlos de Campos 41 ANOS DE EXISTÊNCIA 942 Médicos Cooperados 71 mil clientes 1ª Sede Praça Carlos de Campos UNIDADES DE NEGÓCIOS PROGRAMA DR. SAUDÁVEL EQUIPE MEDICINA PREVENTIVA 04 Cooperados Coordenador Médico Supervisor

Leia mais

Curso de Formação Avançada em Diabetes

Curso de Formação Avançada em Diabetes Curso de Formação Avançada em Diabetes Fundamentação Diabetes Mellitus (DM) é uma doença crónica cada vez mais frequente na nossa sociedade. Em 2014 a prevalência estimada da Diabetes na população portuguesa

Leia mais

Hipertensão Arterial. Educação em saúde. Profa Telma L. Souza

Hipertensão Arterial. Educação em saúde. Profa Telma L. Souza Hipertensão Arterial Educação em saúde Profa Telma L. Souza Introdução Conceito Importância HAS DHEG Metas Estratégica Classificação de pressão Fatores de risco Tratamento Introdução Conceito Pressão arterial

Leia mais

Saúde individual e comunitária

Saúde individual e comunitária Saúde individual e comunitária Viver melhor na Terra é garantir uma qualidade de vida contigo próprio, com os outros e com o ambiente. A opção por uma vida saudável contribui para o bemestar individual

Leia mais

AULA 2 Fatores de Risco para Crianças e Adolescentes

AULA 2 Fatores de Risco para Crianças e Adolescentes AULA 2 Fatores de Risco para Crianças e Adolescentes Sumário Ver Livro Didático: pág. 37 à 45 e 65 à 71. Lipídeos e Lipoproteínas Sanguíneas Quando pedir ao responsável a análise do perfil lipídico? Pais

Leia mais

19/04/2016. Profª. Drª. Andréa Fontes Garcia E -mail:

19/04/2016. Profª. Drª. Andréa Fontes Garcia E -mail: Profª. Drª. Andréa Fontes Garcia E -mail: andrea@salesiano-ata.br 1 A Obesidade Definida como doença crônica caracterizada pelo excesso de peso corporal Decorre na maior parte dos casos de um desequilíbrio

Leia mais

Projecto MobES, Mobilidade e Envelhecimento Saudável

Projecto MobES, Mobilidade e Envelhecimento Saudável Projecto MobES, Mobilidade e Envelhecimento Saudável Projecto MobES - JUSTIFICAÇÃO Aumento da Esperança Média de Vida associa-se a: Prevalência de doenças crónicas; Custos na saúde. Inatividade Física

Leia mais

PAPEL DOS FORMADORES NA ÁREA DA PREVENÇÃO DA DIABETES

PAPEL DOS FORMADORES NA ÁREA DA PREVENÇÃO DA DIABETES PAPEL DOS FORMADORES NA ÁREA DA PREVENÇÃO DA DIABETES Prevenção da Diabetes T2 Factores etiológicos não modificáveis Factores genéticos Envelhecimento populacional Factores etiológicos modificáveis Ingestão

Leia mais

Obesidade - Ingresso

Obesidade - Ingresso Obesidade - Ingresso XVII Congresso Brasileiro de Perícia Médica Novembro / 2008 - SÃO PAULO Sociedade Brasileira de Perícias Médicas Obesidade Definição : IMC Importancia 1.Alta incidencia na população

Leia mais

Curso de de Modificação de hábitos de vida. Organização: Dra. Ivone Ferreira. Dia 7-2 das 17h00 às 19h00

Curso de de Modificação de hábitos de vida. Organização: Dra. Ivone Ferreira. Dia 7-2 das 17h00 às 19h00 Curso de de Modificação de hábitos de vida Organização: Dra. Ivone Ferreira Dia 7-2 das 17h00 às 19h00 Moderador: Dra. Ivone Ferreira - Assistente Hospitalar graduada de Medicina Interna, Responsável da

Leia mais

Referências e apresentações

Referências e apresentações Referências e apresentações Aparelho Accutrend Plus Valores em mg/dl 05050472223 Embalagens de tiras de teste Accutrend Glucose 50 testes 11443054187 Accutrend Colesterol Accutrend Colesterol Accutrend

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Assunto: Risco Global Cardiovascular Nº: 06/DSPCS DATA: 18/04/07 Para: Contacto na DGS: Serviços Prestadores de Cuidados de Saúde do Serviço Nacional de Saúde

Leia mais

DIA MUNDIAL DO RIM 13 DE MARÇO DE 2014-FORTALEZA, CE 1 EM 10. O RIM ENVELHECE, ASSIM COMO NÓS

DIA MUNDIAL DO RIM 13 DE MARÇO DE 2014-FORTALEZA, CE 1 EM 10. O RIM ENVELHECE, ASSIM COMO NÓS UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CURSO DE MEDICINA LIGA ACADÊMICA DE NEFROLOGIA LIGA DE CLÍNICA MÉDICA LIGA DE CARDIOLOGIA DIA MUNDIAL DO RIM 13 DE MARÇO DE 2014-FORTALEZA, CE 1 EM 10. O RIM ENVELHECE, ASSIM

Leia mais

PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES

PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES Dra Fabrícia de Oliveira Assis Cantadori Cardiologista do HUJM Cuiabá, maio de 2015 UFMT PREVENÇÃO É procurar e utilizar métodos para prevenir doenças e/ou suas complicações,

Leia mais

INSULINO-RESISTÊNCIA E ESTILO DE VIDA

INSULINO-RESISTÊNCIA E ESTILO DE VIDA Insulino-resistência e estilo de vida 33 INSULINO-RESISTÊNCIA E ESTILO DE VIDA Helena Cardoso Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo; Hospital Geral de Santo António, Porto. Para além dos factores

Leia mais

Segurança Alimentar e Obesidade

Segurança Alimentar e Obesidade Riscos e Segurança Alimentar Segurança Alimentar e Obesidade Vítor Rosado Marques Ana M. P. Melo Luís F. Goulão Instituto de Investigação Científica Tropical, IICT-2013 Vítor Rosado Marques, vrosadomarques@iict.pt

Leia mais

doenças coronárias Factores de Risco

doenças coronárias Factores de Risco doenças coronárias Factores de Risco Com vista a maximizar o diagnóstico clínico-laboratorial, o Centro de Medicina Laboratorial Dr. Germano de Sousa, coloca à disposição um painel de parâmetros bioquímicos

Leia mais

A Diabetes: que desafio?

A Diabetes: que desafio? A Diabetes: que desafio? José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes Audição na Comissão Parlamentar da Saúde Assembleia da República 25 Fevº 2015 Prevalência da Diabetes Prevalência

Leia mais

Projecto-Lei n.º 118/XIII/ 1ª. Regulamentação da publicidade de produtos alimentares destinada a crianças e jovens. Exposição de motivos

Projecto-Lei n.º 118/XIII/ 1ª. Regulamentação da publicidade de produtos alimentares destinada a crianças e jovens. Exposição de motivos Projecto-Lei n.º 118/XIII/ 1ª Regulamentação da publicidade de produtos alimentares destinada a crianças e jovens Exposição de motivos A alimentação saudável é essencial para o crescimento, desenvolvimento

Leia mais

FEIRA DE SAÚDE TESTE DE ACUIDADE VISUAL ESCALA OPTOMÉTRICA DE SNELLEN LIONS CLUBE: LOCAL: DATA: HORÁRIO: Resultado. Nº Nome Legível Telefone

FEIRA DE SAÚDE TESTE DE ACUIDADE VISUAL ESCALA OPTOMÉTRICA DE SNELLEN LIONS CLUBE: LOCAL: DATA: HORÁRIO: Resultado. Nº Nome Legível Telefone TESTE DE ACUIDADE VISUAL ESCALA OPTOMÉTRICA DE SNELLEN Idade Sexo (anos) (M/F) Resultado Olho Direito Olho Esquerdo Observações FAF MODELO / TESTE DE GLICOSE Idade (anos) Sexo (M/F) Antecedentes na família?

Leia mais

Síndrome Metabólica. Curso de Reciclagem SBC-SC Artur Haddad Herdy

Síndrome Metabólica. Curso de Reciclagem SBC-SC Artur Haddad Herdy Síndrome Metabólica Curso de Reciclagem SBC-SC 2006 Artur Haddad Herdy Mestre e Doutor em Cardiologia - UFRGS Chefe do Serviço de Reabilitação Cardiovascular- ICSC Especialista em Medicina Esportiva Não

Leia mais

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL e SEGURA. Menos SAL Mais Sabor a VIDA

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL e SEGURA. Menos SAL Mais Sabor a VIDA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL e SEGURA Menos SAL Mais Sabor a VIDA Formação para Profissionais de Escolas e IPSS Unidade Local de Saúde Pública - Aveiro Maio de 2015 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL A prática de uma alimentação

Leia mais

Entidade responsável: CEIDSS Centro de Estudos e Investigação em Dinâmicas Sociais e Saúde

Entidade responsável: CEIDSS Centro de Estudos e Investigação em Dinâmicas Sociais e Saúde Projecto Obesidade Zero (POZ) CEIDSS Centro de Estudos e Investigação em Dinâmicas Sociais e Saúde 1 ano Resumo: O Projecto Obesidade Zero tem como objectivo principal desenvolver um programa de promoção

Leia mais

OBESIDADE MAPA DE REVISÕES PROTOCOLO CLINICO. Destinatários. Data Dr. Bilhota Xavier

OBESIDADE MAPA DE REVISÕES PROTOCOLO CLINICO. Destinatários. Data Dr. Bilhota Xavier Palavras-Chave: Destinatários Médicos dos ACES da Unidade Coordenadora Funcional (UCF) de Leiria Elaboração Dr.ª Sandra Ferreira, Dr.ª Carla Loureiro, Dr. Pascoal Moleiro Aprovação Diretor do Serviço Dr.

Leia mais

FARMÁCIA UNOESC NA PRAÇA RESUMO. objetivo a conscientização da população sobre as questões que afetam a

FARMÁCIA UNOESC NA PRAÇA RESUMO. objetivo a conscientização da população sobre as questões que afetam a FARMÁCIA UNOESC NA PRAÇA Bibiana Paula Dambrós* Ana Paula Scherer de Brum** Elisandra Minotto*** Mônica Frighetto**** RESUMO O Dia Mundial da Saúde é comemorado no dia 7 de abril e tem como objetivo a

Leia mais

NÚMERO: 008/2011 DATA: 31/01/2011 Diagnóstico Sistemático da Nefropatia Diabética

NÚMERO: 008/2011 DATA: 31/01/2011 Diagnóstico Sistemático da Nefropatia Diabética ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 008/2011 DATA: 31/01/2011 Diagnóstico Sistemático da Nefropatia Diabética Nefropatia; Diabetes Conselhos Directivos das Administrações Regionais de Saúde,

Leia mais

DIABETES MELLITUS. Jejum mínimo. de 8h. Tolerância à glicose diminuída 100 a a 199 -

DIABETES MELLITUS. Jejum mínimo. de 8h. Tolerância à glicose diminuída 100 a a 199 - DIABETES MELLITUS 3.3 - Diagnóstico Glicemias (mg/dl) Categorias Jejum mínimo de 8h 2hs após 75g de glicose Casual Normal 70 a 99 até 139 - Tolerância à glicose diminuída 100 a 125 140 a 199 - Diabetes

Leia mais

Obesidade em Portugal e no mundo Sinopse

Obesidade em Portugal e no mundo Sinopse Obesidade em Portugal e no mundo Sinopse 1. Obesidade a Epidemia Global No final do século XX, a obesidade tinha-se tornado num dos grandes problemas de saúde pública. No início do século XXI calcula-se

Leia mais

Isabel Cardoso, Filipa Guerra, Ana Pinto, Violeta Alarcão, Milene Fernandes, Sofia Guiomar, Paulo Nicola, Evangelista Rocha

Isabel Cardoso, Filipa Guerra, Ana Pinto, Violeta Alarcão, Milene Fernandes, Sofia Guiomar, Paulo Nicola, Evangelista Rocha CONHECIMENTOS E HÁBITOS ALIMENTARES CONSIDERANDO AS RECOMENDAÇÕES PARA HIPERTENSOS MEDICADOS IMIGRANTES E NATIVOS SEGUIDOS NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS DA REGIÃO DE LISBOA: DETERMINANTES DA ADESÃO ÀS

Leia mais

[Diabetes: Factos & Números] [Luís Gardete Correia Director do Observatório Nacional da Diabetes]

[Diabetes: Factos & Números] [Luís Gardete Correia Director do Observatório Nacional da Diabetes] [Diabetes: Factos & Números] [Luís Gardete Correia Director do Observatório Nacional da Diabetes] Diabetes: Factos & Números, 2014 Epidemiologia da Diabetes Controlo e Tratamento da Diabetes Regiões e

Leia mais

A PREVENÇÃO faz a diferença

A PREVENÇÃO faz a diferença 1 A prevalência do Aneurisma da Aorta Abdominal (AAA), em Portugal, em pessoas com mais 65 anos é de 2,47%. Este valor sobe, no caso dos homens com mais de 65 anos e fumadores, para 4,7%. O AAA é a 12ª

Leia mais

15º FÓRUM DE FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA AUDITÓRIO 10

15º FÓRUM DE FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA AUDITÓRIO 10 Fóruns 28 de setembro de 2013 15º FÓRUM DE FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA AUDITÓRIO 10 Insuficiência Cardíaca Como abordar na: IC Fração de ejeção reduzida / normal IC descompensada IC Crônica IC Chagásica

Leia mais

Diagnóstico e Prevenção do Diabetes com os Recursos Tecnológicos da Informática

Diagnóstico e Prevenção do Diabetes com os Recursos Tecnológicos da Informática Diagnóstico e Prevenção do Diabetes com os Recursos Tecnológicos da Informática PAULINO, Paulo C.; ALMEIDA, Fellipe R. de; FERNANDES, Ícaro A.; MEDEIROS, Bruno C. de; OLIVEIRA, Stephanie P. D.; PARMEZAN,

Leia mais

AVALIAÇÃO DE PROTOCOLOS CINESIOTERÁPICOS COMO

AVALIAÇÃO DE PROTOCOLOS CINESIOTERÁPICOS COMO AVALIAÇÃO DE PROTOCOLOS CINESIOTERÁPICOS COMO INSTRUMENTO DE REABILITAÇÃO DE PACIENTES COM SÍNDROME METABÓLICA Christino Stefani Neto Fabiana da Silveira Bianchi Perez Faculdade Alfredo Nasser netostefani10@gmail.com

Leia mais

OBJETIVO: Avaliar qual dos parâmetros: cintura, quadril e RCQ tem maior relação com os fatores utilizados no diagnóstico para SM.

OBJETIVO: Avaliar qual dos parâmetros: cintura, quadril e RCQ tem maior relação com os fatores utilizados no diagnóstico para SM. PT.03.02 (RS35150B) SÍNDROME METABÓLICA E FATORES ASSOCIADOS Inácio LB 1 ; Fagundes ALR 1 ; Menezes E 1 ; Magnino FS 1 ; Mendonça ALS 1 ; Redondo LS 1 ; Ribeiro NC 1 ; Dias CR 1 ; Carvalho NV 2 ; Lopes

Leia mais

Maio, Unidade de Cuidados na Comunidade de Castelo Branco. Hipertensão Arterial

Maio, Unidade de Cuidados na Comunidade de Castelo Branco. Hipertensão Arterial Maio, 2014 Unidade de Cuidados na Comunidade de Castelo Branco Hipertensão Arterial Sumário: O que é a Hipertensão Arterial (HTA)?; Causas da HTA; Fatores de Risco; Como prevenir a HTA; Sintomas; Problemas

Leia mais

Aluna: Laise Souza Mestranda em Alimentos e Nutrição

Aluna: Laise Souza Mestranda em Alimentos e Nutrição PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ALIMENTOS E NUTRIÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Aluna: Laise Souza Mestranda em Alimentos e Nutrição glicose

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO TÍTULO: AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE GORDURA SATURADA E DA SUA ASSOCIAÇÃO COM OS FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES DE MULHERES ATENDIDAS NA CLÍNICA DE NUTRIÇÃO DA UNIBAN CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA:

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS COM DIABETES MELLITUS

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS COM DIABETES MELLITUS TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS COM DIABETES MELLITUS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE

Leia mais

Prof. Coordenador - Escola Sup. de Enfermagem do Porto. Presidente da Sociedade Port. de Enf. de Saúde Mental

Prof. Coordenador - Escola Sup. de Enfermagem do Porto. Presidente da Sociedade Port. de Enf. de Saúde Mental Estado da Arte em de Saúde Mental Prática Clínica em de Saúde Mental e Psiquiátrica Carlos Sequeira, PhD. Prof. Coordenador - Escola Sup. de do Porto Presidente da Sociedade Port. de Enf. de Saúde Mental

Leia mais

O Impacto de uma pesquisa de hidroginástica na captação de novos clientes Condicionamento cardiorrespiratório

O Impacto de uma pesquisa de hidroginástica na captação de novos clientes Condicionamento cardiorrespiratório O Impacto de uma pesquisa de hidroginástica na captação de novos clientes Tese de Doutordo Efeitos do treinamento aeróbio, de força muscular e combinado no meio aquático em mulheres com Síndrome Metabólica:

Leia mais

CAPÍTULO IV APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

CAPÍTULO IV APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS CAPÍTULO IV APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Ao longo deste capítulo, serão apresentados os resultados obtidos bem como a sua discussão, após o tratamento estatístico das variáveis envolvidas no

Leia mais

OBESIDADE INFANTIL NOS AÇORES

OBESIDADE INFANTIL NOS AÇORES OBESIDADE INFANTIL NOS AÇORES Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Senhoras e Senhores Deputados, Senhoras e Senhores Membros do Governo, Apresento-me novamente

Leia mais

Introdução Descrição da condição

Introdução Descrição da condição Introdução Descrição da condição Diabetes mellitus: desordem metabólica resultante de defeito na secreção e\ou ação do hormônio insulina. Consequência primária: hiperglicemia. Crônica: diagnóstico de diabetes.

Leia mais

Educar Para a Saúde Saúde e Bem Estar Físico

Educar Para a Saúde Saúde e Bem Estar Físico Educar Para a Saúde Saúde e Bem Estar Físico Simão Moreira Especialista em Medicina Geral e Familiar 18-02-2016 Saúde e Bem Estar Físico q Conceito q Enquadramento - OMS q Níveis de Prevenção q Determinantes

Leia mais

Levantamento de projetos locais no âmbito da alimentação saudável e atividade física

Levantamento de projetos locais no âmbito da alimentação saudável e atividade física Levantamento de projetos locais no âmbito da alimentação saudável e atividade física Concelho Nome do projeto Identificação da instituição promotora Equipa de trabalho/ dinamizadora Parceiros Enquadramento/

Leia mais

1. (PT) - Jornal de Notícias, 11/09/2015, Misericórdias distinguem Passos Coelho 1

1. (PT) - Jornal de Notícias, 11/09/2015, Misericórdias distinguem Passos Coelho 1 11-09-2015 Revista de Imprensa 11-09-2015 1. (PT) - Jornal de Notícias, 11/09/2015, Misericórdias distinguem Passos Coelho 1 2. (PT) - Correio da Manhã, 11/09/2015, Ministro promete mais 2 mil médicos

Leia mais

GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA LICA DIAGNÓSTICO HELMA PINCHEMEL COTRIM FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA LICA DIAGNÓSTICO HELMA PINCHEMEL COTRIM FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DOENÇA A HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓ DIAGNÓSTICO HELMA PINCHEMEL COTRIM FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DOENÇA A HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓ ESTEATOSE ESTEATO-HEPATITE (NASH) FIBROSE

Leia mais

Izabela Alves Gomes Nutricionista UERJ Mestranda em Alimentos e Nutrição - UNIRIO

Izabela Alves Gomes Nutricionista UERJ Mestranda em Alimentos e Nutrição - UNIRIO Izabela Alves Gomes izabela.nut@gmail.com Nutricionista UERJ Mestranda em Alimentos e Nutrição - UNIRIO Rio de Janeiro - 2016 É considerado vegetariano todo aquele que exclui de sua alimentação todos os

Leia mais

Adesão a um Programa de Reabilitação Cardíaca: quais os benefícios e impacto no prognóstico?

Adesão a um Programa de Reabilitação Cardíaca: quais os benefícios e impacto no prognóstico? REUNIÃO CONJUNTA DOS GRUPOS DE ESTUDO DE CUIDADOS INTENSIVOS CARDÍACOS E DE FISIOPATOLOGIA DO ESFORÇO E REABILITAÇÃO CARDÍACA Compliance to a Cardiac Rehabilitation Program: what are the benefits and impact

Leia mais

NOVASInterações com os Serviços de Saúde 26 de junho de 2015

NOVASInterações com os Serviços de Saúde 26 de junho de 2015 Seminário NOVASInterações com os Serviços de Saúde 26 de junho de 2015..Resultados em Saúde.. O Programa do XVII Governo reconheceu os Cuidados de Saúde Primários como o pilar central do sistema de saúde.

Leia mais

2 - Agravos à saúde e epidemiologia da obesidade

2 - Agravos à saúde e epidemiologia da obesidade 2 - Agravos à saúde e epidemiologia da obesidade Luiz Antonio dos Anjos SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros ANJOS, LA. Agravos à saúde e epidemiologia da obesidade. In: Obesidade e saúde pública

Leia mais

Utilização de diretrizes clínicas e resultados na atenção básica b

Utilização de diretrizes clínicas e resultados na atenção básica b Utilização de diretrizes clínicas e resultados na atenção básica b à hipertensão arterial Construindo Estratégias e Avaliando a Implementação de Diretrizes Clínicas no SUS Edital 37/2004 CNPq ENSP/FIOCRUZ

Leia mais

MUTIRÃO DA SAÚDE. Doutora, Docente do Departamento de Biologia Estrutural, Molecular e Genética da UEPG, 4

MUTIRÃO DA SAÚDE. Doutora, Docente do Departamento de Biologia Estrutural, Molecular e Genética da UEPG, 4 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA MUTIRÃO DA SAÚDE CHAVES, Camila

Leia mais

OBESIDADE E DISLIPIDEMIA NA INFANCIA E ADOLESCENCIA

OBESIDADE E DISLIPIDEMIA NA INFANCIA E ADOLESCENCIA I CONGRESSO MÉDICO DA CIDADE DE GUARULHOS OBESIDADE E DISLIPIDEMIA NA INFANCIA E ADOLESCENCIA Ana Margarida B. Moreira Pediatra e Endocrinologia Pediátrica. H.M.C.A Hospital Municipal da Criança e do Adolescente.

Leia mais

VIVER BEM RENATO MAURÍCIO EM HERÓI TAMBÉM É GENTE SAÚDE DO HOMEM

VIVER BEM RENATO MAURÍCIO EM HERÓI TAMBÉM É GENTE SAÚDE DO HOMEM VIVER BEM RENATO MAURÍCIO EM HERÓI TAMBÉM É GENTE SAÚDE DO HOMEM Renato Maurício vive achando que é um super-herói. Trabalha muito e resolve tudo. Todo dia se reúne no bar com os amigos, que fazem até

Leia mais

Anexo 1. Determinação do Índice de Massa Corporal* Estatuto de peso corporal <18.5 Falta de peso Normal

Anexo 1. Determinação do Índice de Massa Corporal* Estatuto de peso corporal <18.5 Falta de peso Normal Anexo 1 Determinação do Índice de Massa Corporal* O índice de massa corporal (BMI) é um instrumento utilizado para determinar o estatuto de peso corporal nos seres humanos. Os seus valores variam em função

Leia mais

Convocados Rastreados % ,6. Rastreados Número absoluto % Homens 72 41,38 Mulheres ,62

Convocados Rastreados % ,6. Rastreados Número absoluto % Homens 72 41,38 Mulheres ,62 ANEXO 1 Dados das amostras Tabela 1 Percentagem de rastreados Convocados Rastreados % 250 174 69,6 Tabela 2 Distribuição por sexo Rastreados Número absoluto % Homens 72 41,38 Mulheres 102 58,62 Tabela

Leia mais

[José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes]

[José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes] [José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes] Desafio do Dr. José António Freire Soares Contributo e informação recolhida a partir da base de dados de GDH s / ACSS na elaboração dos

Leia mais

Na hipertensão arterial

Na hipertensão arterial Erros frequentes na prática clínica como evitá-los? Na hipertensão arterial - Novembro de 2013 - Liliana Marta Serviço de Cardiologia, Hospital de Santarém Hipertensão Arterial Importante problema de saúde

Leia mais

ESTUDO DO ESTILO DE VIDA DE MULHERES NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO E A RELAÇÃO COM OS FATORES DE RISCO DA SÍNDROME METABÓLICA 1

ESTUDO DO ESTILO DE VIDA DE MULHERES NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO E A RELAÇÃO COM OS FATORES DE RISCO DA SÍNDROME METABÓLICA 1 ESTUDO DO ESTILO DE VIDA DE MULHERES NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO E A RELAÇÃO COM OS FATORES DE RISCO DA SÍNDROME METABÓLICA 1 Luana Brum De Jesus 2, Daiana Meggiolaro Gewehr 3, Evelise Moraes Berlezi 4. 1

Leia mais

Alimentação Responsável A responsabilidade social dos fornecedores de alimentos e refeições

Alimentação Responsável A responsabilidade social dos fornecedores de alimentos e refeições Alimentação Responsável A responsabilidade social dos fornecedores de alimentos e refeições Hábitos Alimentares e Saúde Alexandra Bento Associação Portuguesa dos Nutricionistas 10 de Maio Fundação Cidade

Leia mais

DOENÇAS CARDIO VASCULARES. O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. Provérbios 15:13

DOENÇAS CARDIO VASCULARES. O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. Provérbios 15:13 DOENÇAS CARDIO VASCULARES O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. Provérbios 15:13 INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM) INTRODUÇÃO EPIDEMIOLOGIA FATORES DE RISCO COMPLICAÇÕES

Leia mais

Uma vida mais saudável pede autoconhecimento. Painel Genômico de Nutrição e Resposta ao Exercício

Uma vida mais saudável pede autoconhecimento. Painel Genômico de Nutrição e Resposta ao Exercício Uma vida mais saudável pede autoconhecimento. Painel Genômico de Nutrição e Resposta ao Exercício Até que ponto você se conhece? Conquistar uma vida mais saudável, ter mais energia, melhorar o desempenho

Leia mais

SEMINÁRIO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO QUATERNÁRIA EM APS

SEMINÁRIO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO QUATERNÁRIA EM APS SEMINÁRIO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO QUATERNÁRIA EM APS DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO QUATERNÁRIA João Carlos Schneider, MFC Unidade de Saúde Estrela SMS Curitiba jschneider@gmail.com V DIRETRIZ DE DISLIPIDEMIA

Leia mais

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. Dra. Helena Maia Nutricionista

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. Dra. Helena Maia Nutricionista ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Dra. Helena Maia Nutricionista OBJECTIVOS Obesidade: Riscos, prevalências e tipos Nutrição / Nutrientes Roda dos Alimentos Alimentação Mediterrânica IMC Conclusão RISCOS RELACIONADOS

Leia mais

Programas Nacionais relacionados com a Promoção de Estilos de Vida Saudáveis

Programas Nacionais relacionados com a Promoção de Estilos de Vida Saudáveis Programas Nacionais relacionados com a Promoção de Estilos de Vida Saudáveis Emília Nunes Direcção de Serviços de Promoção e Protecção da Saúde emiliann@dgsaude.min-saude.pt Carga da Doença Expressa em

Leia mais

ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR

ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR Março de 2016 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS... 3 3. ESTRATIFICAÇÃO INDIVIDUAL DE RISCO CARDIOVASCULAR... 4 4. CALCULE O SEU RISCO E DE SEUS

Leia mais

Principais sintomas: - Poliúria (urinar muitas vezes ao dia e em grandes quantidades); - Polidipsia (sede exagerada); - Polifagia (comer muito);

Principais sintomas: - Poliúria (urinar muitas vezes ao dia e em grandes quantidades); - Polidipsia (sede exagerada); - Polifagia (comer muito); O diabetes mellitus é uma doença crônica que se caracteriza por uma elevada taxa de glicose (açúcar) no sangue. Essa elevação ocorre, na maioria das vezes, por uma deficiência do organismo em produzir

Leia mais

9 de março de 2017 Dia Mundial do Rim Doença Renal e Obesidade - Estilo de Vida Saudável para Rins Saudáveis!. A BOA NOTÍCIA

9 de março de 2017 Dia Mundial do Rim Doença Renal e Obesidade - Estilo de Vida Saudável para Rins Saudáveis!. A BOA NOTÍCIA No dia 9 de março de 2017, o Dia Mundial do Rim (World Kidney Day - a campanha internacional de consciencialização sobre a importância dos nossos rins) será assinalado por milhões de pessoas em todo o

Leia mais