FATORES DE RISCO PARA O DIAGNÓSTICO DA SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES SOBREPESOS, OBESOS E SUPEROBESOS

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1 FATORES DE RISCO PARA O DIAGNÓSTICO DA SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES SOBREPESOS, OBESOS E SUPEROBESOS Dissertação apresentada ao programa de Pós- Graduação em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia da Faculdade de Medicina de Botucatu Unesp, para obtenção do Título de Mestre. Aluna: Anapaula da Conceição Bisi Rizzo Orientadora: Profa. Adj. Tamara B. L. Goldberg Botucatu- SP

2 Introdução Conceito Obesidade Acúmulo exagerado de gordura no organismo decorrente de um desequilíbrio entre a quantidade de alimentos ingeridos e o gasto energético despendido (WHO, 2000)

3 2003 1º artigo científico que coloca em destaque a Síndrome Metabólica em adolescentes e a possibilidade de intervenções terapêuticas precoces especificamente voltadas para esse grupamento (Cook et al., 2003)

4

5 Dificuldades enfrentadas - Falta de padronização internacional adequada para a identificação e interpretação de quadros sindrômicos, quando presentes nesse recorte etário, tais como a SM (Goodman et al., 2007) - Alto custo e pequena acessibilidade de exames laboratoriais - Carências de estudos prospectivos longitudinais nessa faixa etária, quanto a circunferência abdominal

6 Epidemiologia Obesidade é atualmente considerada um dos graves problemas médicos, sociais, sendo reconhecida como epidêmica pelos órgãos de saúde pública, com aumento da incidência, prevalência das comorbidades e agravos tanto em adultos quanto entre crianças e adolescentes. EUA: NHANES, %(6-19 anos)-risco para sobrepeso e obesidade 16% (6-19 anos)-sobrepesos 2002 meninos sobrepesos (6-19 anos)-16,6% meninas sobrepesos (6-19 anos)-19,9% ( Zimmermann, 2004 )

7 Brasil (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e do Ministério da Saúde) 40% apresenta excesso de peso. IBGE, 2006 entre 1975 a 1997 sobrepesos e obesos 6-18 anos 4,1% - 13,9% Mostrando portanto a intensa preocupação que esses diagnósticos determinam, uma vez que se associam a doenças tais como hipertensão arterial, doenças cardiocirculatórias, Diabetes Mellitus tipo 2, doenças osteoarticulares, neoplasias entre outras que redundariam em aumento da mortalidades em idades cada vez mais precoces.

8 Avaliação Nutricional HISTÓRIA MÉDICA PREGRESSA AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA HÁBITOS ALIMENTARES AVALIAÇÃO LABORATORIAL

9 Avaliação Antropométrica OMS, 1995 padrão ouro: peso e estatura IMC (Kg/m²) quando confrontadas as curvas divulgadas, segundo idade e sexo (OMS, 1995 ; CDC, 2000)

10 Etiologia Fatores Determinantes

11 Síndrome Metabólica Consiste em um conjunto de alterações metabólicas, que é reconhecido como fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares (DCV), bem como, de Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). Entre os fatores definidos como determinantes desta Síndrome, segundo a International Diabetes Federation (IDF, 2007), estão obesidade, hipertensão, dislipidemia e hiperglicemia. Prevalência EUA SM ( ) - 9,2% dos adolescentes ( ) - 12,7% dos adolescentes (Ferrante et al., 2006 ) Berenson et al., 1998 sobrepesos e obesos SM 30,5% Cook et al., 2003 obesos SM 32,1% - sobrepesos SM 7%

12 Resistência à Insulina Não faz parte dos critérios propostos pelo IDF, 2007 Parece ser a base fisiopatológica para o desenvolvimento da SM. A hiperinsulinemia, e em especial a obesidade infantil são fatores de risco para a SM. A hiperinsulinemia pode preceder o aparecimento da SM, sendo uma complicação cada vez mais frequente em crianças e adolescentes com obesidade grave e está relacionada a dislipidemia, aumento da pressão arterial e desenvolvimento de Diabetes Mellitus tipo 2.

13 Síndrome Metabólica em adultos IDF (2007) Obesidade central Circunferência Abdominal 80cm sexo feminino 90cm sexo masculino + 2 fatores dentre os 4 triglicérides 150 mg/dl HDL c < 50 mg/dl mulheres < 40 mg/dl homens Hipertensão arterial PAS 130 mmhg e/ou PAD 85 mmhg Glicemia de jejum 100mg/dL

14 Critérios SM em crianças e adolescentes IDF (2007) 6-10 anos - não se recomenda fazer o diagnóstico SM 10 - < 16 anos - 16 anos - similar ao adulto 10 - < 16 anos Obesidade central circunferência abdominal 90 percentil p/ idade e sexo + 2 critérios Triglicérides 150 mg/dl HDL-c <40 mg/dl PAS 130 mmhg e/ou PAD 85 mmhg Glicemia de jejum 100 mg/dl

15 Objetivos Geral Determinar para uma população de adolescentes matriculados na condição de casos novos no ambulatório de medicina do adolescente da Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP, de ambos os sexos na faixa etária entre 10 anos completos e 16 anos incompletos, considerados sobrepesos, obesos e superobesos, quais deles apresentam critérios para SM e, dentre os critérios avaliados, quais são os mais prevalentes para essa população

16 Objetivos Específicos Avaliar medidas antropométricas peso, estatura, circunferência abdominal e cálculo do IMC de adolescentes de ambos os gêneros matriculados no Ambulatório de Medicina do Adolescente da Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP, no momento de sua primeira consulta naquele ambulatório Classificar nutricional esses adolescentes de acordo com o seu IMC como eutróficos, sobrepesos, obesos e superobesos com os pontos de corte propostos pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC, 2002) Classificar os adolescentes considerados sobrepesos, obesos e superobesos dessa população, segundo os critérios propostos para a SM, baseados no IDF (2007)

17 Participantes e Métodos Casuística Adolescentes 10 anos completos a 16 anos incompletos de ambos os gêneros matriculados no Ambulatório de Medicina do Adolescente da Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP, abril/2009 a abril/2010 Apresentação dos objetivos, preocupações com a situação de saúde atual e futura dos jovens e demais propostas contidas no presente estudo, bem como ciência e concordância dos pais ou responsáveis e dos adolescentes ao consentimento livre e esclarecido, os adolescentes foram convidados a participar do estudo Aprovado no CEP FMB - UNESP, em 01/09/2008, nº de Ofício 357/08

18 Métodos Coleta de Dados Exame clínico Avaliação Antropométrica (peso/estatura/c Abd/PAS e PAD) Avaliação Nutricional (curvas IMC - peso Kg/estatura m²) Avaliação Laboratorial(colesterol total e frac, Triglicérides, glicemia de jejum, insulina basal, T4 livre, TSH Classificação do IMC ( CDC, 2002) -Eutrofia percentis 5 e 85 -Sobrepeso P 85 e < 95 -Obeso P 95 -Superobeso P 99 (Freedman et al., 2006)

19 Resistência à Insulina Valores de Referência Insulina Basal 12 µu/ml (Carmina e Lobo, 2004 ) HOMA-IR (Homeostasis Model Assessement of Insulin Resistance) > 3,16 (Keskin et al., 2005) QUICKI (Quantitative Insulin Sensitivity Check Index) < 0,313 (Keskin et al., 2005) FGI (Fração Glicemia de Jejum / Insulina de jejum) < 7,0 (Dimartino Nardi., 1999)

20 Critérios de Exclusão Adolescentes que se negaram à realização dos procedimentos Os que não compareceram a todos os compromissos agendados para aferição das medidas antropométricas ou coleta de sangue ou que não seguiram os critérios preconizados para procedimento de coleta, ex: jejum de pelo menos 10 horas Presença de doença metabólica, endócrina ou genética e qualquer alteração do ciclo menstrual que pudesse reportar a presença da SOP

21 Estratégias de Análise Estatística Cálculo amostral coeficiente de confiança de 95%; um erro de 6%; uma prevalência de 20% de SM; necessários um mínimo de 171 adolescentes; 200 indivíduos. Comparação das variáveis antropométricas e laboratoriais IMC e Sexo Kruskal-Wallis Teste de Dunn

22 Associação entre critérios de SM Estado nutricional Teste Qui-Quadrado Ou Teste exato de Fisher Nível de significância de 5% ou P - valor correspondente

23 RESULTADOS Participantes: 200 adolescentes 100 (50 %) feminino 100 (50 %) masculino 69 (34,5 %) sobrepesos (G1) 77 (38,5 %) obesos (G2) 54 (27,0 %) superobesos (G3)

24 Tabela 1 Caracterização de adolescentes do sexo feminino de acordo com avaliação do estado nutricional (IMC) em relação às variáveis antropométricas e laboratoriais. TG

25 Tabela 2 Caracterização de adolescentes do sexo masculino de acordo com avaliação do estado nutricional (IMC) em relação às variáveis antropométricas e laboratoriais.

26 Tabela 3 Prevalência de critérios para Síndrome Metabólica entre todos os adolescentes e para aqueles sobrepesos, obesos e superobesos

27 Tabela 4 Prevalência de critérios para Síndrome Metabólica entre todos os adolescentes e para aqueles sobrepesos, obesos e superobesos segundo o sexo Obeso (n=37)

28 Tabela 5 Distribuição da Casuística dos adolescentes em relação à presença de Síndrome Metabólica segundo avaliação nutricional (IMC) e sexo

29 Tabela 6 Percentual de adolescentes resistentes À insulina segundo o método proposto

30 (Xe) Figura 1 Distribuição gráfica dos adolescentes do sexo feminino segundo (Xa) índice de massa corpórea, (Xb) C Abd, (Xc) HDL colesterol, (Xd) Pressão Arterial Sistólica, (Xe) Pressão Arterial Diastólica

31 (Xe) Figura 2 Distribuição gráfica dos adolescentes do sexo masculino segundo (Xa) índice de massa corpórea, (Xb) C Abd, (Xc) HTG, (Xd) Pressão Arterial Sistólica, (Xe) Pressão Arterial Diastólica

32 Discussão Obesidade Central X Riscos para a Saúde > Obesidade localizada no tronco e abdômen > Risco DCV Obesidade Central + 2 fatores de risco SM Hiperinsulinemia X Alteração pressórica Dislipidemia Aterosclerose em adultos jovens

33 IMC > 99ºP (superobesos) Obesidade severa Adultos com obesidade mórbida ou obesidade classe III Obesidade na vida adulta (Freedman et al., 2007) A classificação do estado nutricional pela obtenção do IMC tem terminologias com o mesmo ponto de corte Dificultando a interpretação

34 Obesidade persistente parece ser maior nas meninas adolescentes No presente estudo com sobrepeso e obesidade

35 200 adolescentes 34,5% sobrepeso 38,5% obesos 27% superobesos Poderia não refletir a população HC - UNESP desnutridos Sobrepeso / obesidade

36 Ramachandran et al (2007) Presente estudo HDL colesterol >sexo feminino >sexo feminino Insulina basal >sexo feminino >sexo feminino HOMA-IR >sexo feminino >sexo feminino Variáveis cardiometabólicas >IMC >IMC HDL-c HDL-c 35,5% PA 21% Triglicérides Triglicérides 18,5% Circunferência abdominal Mais frequente e maiores alterações naqueles de maior IMC - 86,3% deles Mais frequente em ambos os gêneros naqueles de maior IMC - 96,6% (F) e 76% (M)

37 fatores de risco cardiometabólico Bogalusa Heart Study (2006 ) Presente Estudo 0 Não foi mensionado 26% 1 26% 31% 2 Não foi mensionado 26% 3 34,0 %(sexo feminino superobesas) 32,0%(sexo masculino superobesos) 51,7 % (sexo feminino superobesas) 32,0% (sexo masculino superobesos)

38 Conclusões CRITÉRIOS MAIS PREVALENTES DA SM C Abd 34,4% sobrepesos/87% superobesos HDL-c 29% sobrepesos/40,7% superobesos PA 21% adolescentes Alteração de Triglicéride 18,5% adolescentes Alteração de glicemia 2% adolescentes

39 Prevalência de Síndrome Metabólica na população geral estudada e no sexo feminino segundo o IMC e Prevalência da resistência à insulina de acordo com o sexo pelo método FGI Prevalência de Síndrome Metabólica % 41 20,5 Prevalência de Síndrome Metabólica no sexo feminino % Meninas superobesas ,7% Resistência à insulína no sexo feminino pelo FGI Resistência à insulína no sexo masculino pelo FGI 75% 55%

40 Considerações Preocupante prevalência de adolescentes peso Fatores de risco para SM Necessidade de mudanças no estilo de vida Taxas de mortalidade e comorbidades relacionadas à obesidade

41 Doenças crônicas não transmissíveis 58,5% das mortes 45,9% anos saudáveis perdidos entre adultos (Monteiro et al., 2005) Ministério da Saúde Projeto Brasil Saudável

42 Ambulatório de Medicina do Adolescente da FMB HC UNESP Praticando Saúde

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