A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO PROCESSO DE REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL SEGUNDO A PERCEPÇÃO DE ADULTOS CEGOS RESUMO

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1 1 A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO PROCESSO DE REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL SEGUNDO A PERCEPÇÃO DE ADULTOS CEGOS João Roberto Franco & Tárcia Regina da Silveira Dias 1 (Universidade Federal de São Carlos UFSCar) RESUMO Este estudo buscou contribuir para a área de reabilitação de pessoas com deficiência visual, principalmente no que se refere à atuação do profissional de psicologia. As funções do psicólogo no processo de reabilitação de pessoas com deficiência visual têm se caracterizado principalmente pela coordenação de grupos de discussão com a equipe de reabilitação, o treinamento de pessoal auxiliar, orientação aos pais e professores, a avaliação diagnóstica e o aconselhamento. O objetivo deste estudo foi o de investigar como pessoas cegas adultas adquiridas e reabilitadas, avaliaram a atuação do psicólogo durante o seu processo de reabilitação. Os participantes foram cinco pessoas cegas, com idades entre 27 e 68 anos que perderam a visão na idade adulta, entre 17 e 60 anos, e que haviam concluído um processo de reabilitação. Entrevistas individuais e sucessivas foram empregadas na coleta de dados. As entrevistas foram realizadas nas casas e nos locais de trabalho dos participantes, em locais reservados, não sujeito à interferência de outras pessoas. A partir dos relatos, foi possível perceber a importância dada à atuação do psicólogo no processo de reabilitação de pessoas cegas. Todos os entrevistados consideraram fundamental a atuação do psicólogo, embora nem todos tenham considerado tal atuação como satisfatória, principalmente quando o seu nível de expectativa era alto. De acordo com os depoimentos, quanto mais adequada for a intervenção do psicólogo, maior a importância atribuída a este profissional. Concluindo, o estudo apontou para a importância de se repensar a atuação do psicólogo durante o processo de reabilitação de pessoas cegas, de maneira a assegurar maior envolvimento dessas pessoas no direcionamento do seu processo de reabilitação e maior compreensão sobre o que as mesmas esperam desse processo, garantindo, conseqüentemente, uma melhor qualidade de atendimento. 1

2 2 A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO PROCESSO DE REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL SEGUNDO A PERCEPÇÃO DE ADULTOS CEGOS João Roberto Franco & Tárcia Regina da Silveira Dias 2 INTRODUÇÃO O processo de reabilitação consiste num conjunto de medidas de natureza médica, social, educativa e profissional, caracterizando-se pela prestação de serviços especializados destinados a preparar ou reintegrar o indivíduo a sociedade com o objetivo de fazê-lo alcançar o maior nível de sua capacidade ou potencialidade (Mazzotta, 1993; Brasil, 1994). Segundo Amiralian (1986), o processo de reabilitação tem como objetivo tornar o indivíduo novamente apto, isto é, fazê-lo adquirir outras habilidades, diferentes daquelas que possuía anteriormente. Para Canejo (1996), a reabilitação é uma reorganização total de um indivíduo diante da complexidade decorrente da deficiência. A reorganização implica em uma readaptação física, psicológica, social e profissional de um indivíduo como um todo. De acordo com Franco (2001) a intervenção do psicólogo durante o processo de reabilitação deve ter como objetivo a resolução dos conflitos decorrentes da cegueira, assim como favorecer a autonomia e independência da pessoa em seu processo de reabilitação e transmitir à família e a comunidade, informações sobre procedimentos adequados no convívio com pessoas cegas, favorecendo o seu processo de inclusão social. OBJETIVO Este estudo teve como objetivo investigar como pessoas cegas adultas adquiridas e reabilitadas, avaliaram a atuação do psicólogo durante o seu processo de reabilitação. MÉTODO 2

3 3 Participantes Os participantes foram cinco pessoas cegas, com idades entre 30 e 47 anos que perderam a visão entre 17 e 42 anos, e que haviam concluído um processo de reabilitação. Os nomes dados aos participantes são fictícios. Dessas pessoas, três tiveram a perda da visão de forma súbita em ambos os olhos, uma de causa súbita em um olho e progressiva no outro, e uma progressiva em ambos os olhos. Procedimento de coleta de dados Entrevistas individuais e sucessivas foram empregadas na coleta de dados. As entrevistas foram realizadas nas casas e nos locais de trabalho dos participantes, em locais reservados, não sujeito à interferência de outras pessoas. Procedimento de análise de dos Realizou-se uma leitura das entrevistas de cada um dos participantes, buscando-se identificar recortes de falas que possibilitassem identificar como os participantes avaliaram a atuação do psicólogo durante o seu processo de reabilitação. RESULTADOS Para alguns participantes, a atuação do psicólogo no processo de reabilitação foi considerada satisfatória, enquanto outros caracterizaram-na como inadequada, conforme demonstram os relatos a seguir: Quanto à parte psicológica (...) Eu gostei, acho que foi válido, porque eu achava que o deficiente, ele ia depender muito das pessoas. (Ramos) No começo eu ia mais só pra conversar com a psicóloga. (Márcia) Eu ficava quieto, ela fazia pergunta eu não respondia. (Arnaldo) O ponto negativo que eu acho que eu passei muito rapidamente pela psicologia e eu acho que devia ter ficado mais tempo, uma avaliação equivocada talvez (...) Eu acho

4 4 que muita coisa eu poderia ter sido mais facilitada, mais viável, vamos dizer assim, talvez menos sofrimento (...) Tinha um pouco de pânico de multidão também, eu atribuo isso um pouco a cegueira, o momento em que eu tava, e acho que não teve na época assim ninguém pra me explicar exatamente que tipo de coisa era, acabava somatizando, meu corpo reagia de uma forma que eu não conhecia (...) A própria questão da cegueira no relacionamento com outras pessoas (...) Mas o que eu penso assim agora, é que na época acho eu não pensava claramente é o seguinte: é que eu tentei parecer muito forte na época (...) Acho que aquela necessidade de não parecer muito e eu acho que eu tive que superar muita coisa que passou na minha cabeça, eu penso assim, faltou uma pessoa, uma profissional, uma psicóloga mesmo. (Nelson) Na época, era fraquinho o trabalho psicológico, viu. É, infelizmente. Mas isso não tira, não dá demérito a ela (...) Que ela era uma boa psicóloga (...) Só não se encaixava no meu estado ali de espírito, no momento ali (...) Porque era muito pouco, sabe, eu mesmo noto isso, poucas vezes, sabe, que a gente participou (...) Ela fazia um grupo lá, fui poucas vezes. Eu acho que nisso daí precisaria um pouco mais, principalmente na fase inicial da perda da visão, que é a fase assim, mais pesada pra gente, um acompanhamento mais assim, mais de perto (...) Ela nem perguntava como que eu tava sentindo, o que eu tava sentindo, sabe, nunca perguntou isso, sabe esses tipos de coisas (...) Porque, às vezes, lá você tava sentindo um sufoco danado, você tava ali, sabe, com aquilo na mente, né, de puta merda! Tô sem enxergar, pô! (...) Moral baixo, baixo pra caramba e ela ia lá, perguntava pra todo mundo, qual o assunto que nós vamos falar hoje? Vamos conversar de amor? Pô! Totalmente contrário, como que você vai falar de amor se você tá (...) Sei lá, derrubado. (Celso) CONCLUSÃO Todos os participantes consideraram fundamental a atuação do psicólogo no processo de reabilitação como um agente facilitador para lidar com questões relativas à cegueira, principalmente porque o processo de reabilitação envolve uma reorganização existencial. Entretanto, alguns dos participantes consideraram tal atuação como insatisfatória. Acredita-se que essas queixas ocorreram pelo não atendimento às

5 5 expectativas desses participantes, muitas vezes decorrentes do estereótipo da profissão de psicólogo. Deve-se considerar, contudo, a possibilidade do profissional nem sempre estar devidamente preparado para lidar com as pessoas cegas. Este estudo apontou a importância de se repensar à atuação do psicólogo durante o processo de reabilitação de pessoas cegas, visando assegurar maior envolvimento dessas pessoas no direcionamento do seu processo de reabilitação e maior compreensão sobre o que as mesmas esperam desse processo, garantindo melhor qualidade de atendimento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMIRALIAN, M. L. T. M. Psicologia do excepcional. São Paulo: EPU, BRASIL Política Nacional de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, CANEJO, B. A reintegração dos portadores de cegueira adquirida na idade adulta: uma abordagem psicossocial. Dissertação de Mestrado. Rio de Janeiro: UERJ, FRANCO, J. R. Intervenção psicológica no processo de reabilitação de adolescentes e adultos com deficiência visual. Em M. C. MARQUEZINE; M. A. ALMEIDA; E. D. O. TANAKA (Org.) Perspectivas multidisciplinares em educação especial II. Londrina: UEL, MAZZOTTA, M. J. S. Trabalho docente e formação de professores de educação especial. São Paulo: EPU, Pesquisa financiada pela FAPESP

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