DEFICIÊNCIA FÍSICA E TRABALHO COM PINTURA: POSSIBILIDADES DE INCLUSÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DEFICIÊNCIA FÍSICA E TRABALHO COM PINTURA: POSSIBILIDADES DE INCLUSÃO"

Transcrição

1 DEFICIÊNCIA FÍSICA E TRABALHO COM PINTURA: POSSIBILIDADES DE INCLUSÃO Rafael Fernando da Costa Raphael Manzini Thamiris de Paula Pereira Leonardo Bruno da Silva Graziele Thomasinho de Aguiar Maria Amélia Almeida Márcia Duarte Galvani Universidade Federal de São Carlos Eixo Temático: Aspectos sociais das deficiências 1. Introdução Segundo o decreto nº 5296/04 (BRASIL, 2001), a deficiência física é a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física. Porém, o mesmo decreto traz a necessidade de conscientizar a sociedade sobre as potencialidades desses indivíduos, inclusive com relação à inclusão no mercado de trabalho. Nesse aspecto, a realização de artes plásticas atua como uma forma de expressão e tem potencial para agir como facilitadora para que a socialização de pessoas com deficiência física ocorra (ATTACK, 1995). Com a produção de suas próprias obras de artes, a pessoa com deficiência física, além de expor seus pensamentos e sentimentos, pode se tornar um dos colaboradores da renda familiar ao comercializar seus quadros, gerando autonomia para si e sua família. Essa possibilidade permite romper com o estigma de ter um corpo que não é apto para o trabalho e, portanto, excluído do sistema de produção (LEAL, MATTOS e FONTANA, 2013).

2 2. Objetivos O objetivo deste trabalho foi investigar a inclusão de pessoas com deficiência física no mercado de trabalho por meio da realização e comercialização de pinturas. 3. Método Participaram da pesquisa oito pessoas, sendo: quatro com deficiência física (cadeirantes e/ou com atrofia nas mãos), duas mulheres (A1 e A2) e dois homens (A3 e A4), todos com mais de 40 anos, que trabalham com a comercialização de pinturas há pelo menos dois anos; e quatro familiares (F1, F2, F3 e F4), um familiar por artista, todas mulheres com mais de 50 anos e mais de 15 anos de convivência com o artista. O critério de exclusão da participação dos artistas foi o diagnóstico de qualquer outra deficiência (visual, auditiva, intelectual). O recrutamento dos participantes se deu por consulta via internet de artistas com deficiência física que expõe seus quadros na web, com posterior contato via e/ou telefone. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética para pesquisa com seres humanos da Universidade Federal de São Carlos sob o CAAE Os locais de realização foram três cidades do interior do Estado de São Paulo, nas respectivas casas dos participantes. Como materiais, foi utilizado computador, telefone, um gravador de voz, folhas em papel sulfite com o roteiro da entrevista e Termo de consentimento livre e esclarecido. Perante o aceite do participante, via ou telefone, e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, foi realizada uma entrevista semiestruturada áudiogravada com o artista com deficiência física e com um de seus respectivos familiares, individualmente e separadamente, com duração de até uma hora. A entrevista constou de 16 perguntas abertas como, por exemplo, Qual a importância da arte na sua vida profissional hoje?, De que maneira a pintura a insere na sociedade?, Quais os apoiadores do seu trabalho artístico?, Você comercializa suas obras?. O áudio da entrevista de cada participante foi transcrito integralmente em ordem cronológica das falas. A partir das transcrições, foi realizado o procedimento de Análise de Conteúdo (BARDIN, 1977) para a obtenção de descrições sistemáticas e qualitativas,

3 identificando conteúdos recorrentes intra e entre os entrevistados. Com isso, realizou-se uma interpretação dos conteúdos que continham uma síntese dos significados dos pontos principais de interesse deste trabalho. 4. Resultados e Discussão Considerando todos os participantes, pode-se notar que a realização e comercialização das pinturas possibilitaram a inserção dos artistas com deficiência física entrevistados como pessoas produtivas no mercado de trabalho, já que a pintura foi uma maneira de gerar autonomia financeira e uma forma de organização psicológica. Com relação à visão dos artistas sobre sua atividade de pintura enquanto profissão, todos apontaram a pintura como única forma de trabalho que se poderia enquadrar o mais próximo possível de um trabalho formal na vida atual deles. Como renda, sabe-se que A1 e A3 são aposentados por invalidez e A2 é aposentada por tempo de trabalho (professora). A4 não citou outra fonte de renda além do dinheiro ganho pela venda de suas obras, aliás, ele citou dificuldades financeiras inclusive para compra de material de trabalho. É importante informar que A4 não participa de nenhuma instituição que o ajude a divulgar suas pinturas. Diferente de A1, A2 e A3, que participam da Associação de pintores com a boca e os pés, fundada em A1, A2 e A3 reconhecem o valor da associação em suas vidas já que esta permite que suas obras sejam expostas, ganhando reconhecimento, inclusive internacional, ajudando-os em suas vendas. A2 até explicitou que se sente uma funcionária formal quando se refere à sua relação com a referida associação. Os artistas ainda citaram que não conseguem fazer uma diferenciação de vida pessoal e profissional com relação às artes. Há consenso entre os artistas, que entre a realização pessoal em fazer pintura e o descrédito atribuído a deficiência, o ganho monetário é um aspecto muito importante que influencia seu trabalho, conforme comentam em suas respostas:... ganho meu dinheiro que me sustenta, tenho independência financeira. (A3); Meu único meio de ganhar um trocado é com meus pincéis... (A4). Com relação aos familiares, todos salientaram a importância financeira do trabalho artístico para a família. Por exemplo, F2 e F3 afirmaram que a inclusão social de seus familiares ocorre por meio dos recursos financeiros provenientes da pintura, pois é por meio de sua obra que os artistas conseguem dinheiro para suprir a maioria de suas necessidades.

4 Apesar de caracterizarem o trabalho dos artistas positivamente, os familiares tem um conhecimento limitado quanto ao aspecto profissional ou de sentido técnico das pinturas. Por exemplo, F1, apesar de usar o termo profissional, não dá detalhes de quais são suas percepções acerca do exercício da pintura. F4 apenas indicou compreender a pintura como uma possível profissão de A4 devido à quantidade de clientes deste artista, já que houve um aumento no número de pessoas frequentando a moradia de A4 para comprar suas obras de arte. 5. Conclusões O objetivo deste trabalho foi investigar a inclusão de pessoas com deficiência física no mercado de trabalho por meio da comercialização de pinturas plásticas a partir de entrevistas realizadas com quatro pessoas com deficiência física que comercializam suas obras de arte e seus respectivos familiares. Constatou-se que todos os participantes consideraram a comercialização das obras de arte como um trabalho importante na vida dos artistas entrevistados, pois, além da realização pessoal, tal trabalho gera renda familiar. Os artistas encararam que a renda advinda das pinturas lhes ajuda a manter o trabalho, como para a compra de pincéis e tintas, além de se inserirem em diferentes espaços da comunidade, inclusive, da comunidade internacional. Os familiares também incentivaram o trabalho dos artistas devido à renda e à possibilidade dessas pessoas se engajarem no mercado produtivo da sociedade e serem reconhecidos pelas pessoas. Com relação às implicações desta pesquisa, pode-se dizer que os resultados mostraram a real colocação de pessoas com deficiência física no mercado de trabalho por meio de pinturas, gerando inclusão social. Porém, a investigação deste objetivo poderia revelar, ainda, algumas dificuldades enfrentadas na inclusão de pessoas com deficiência física no mercado artístico quando não há uma instituição de apoio, a exemplo de A4, que não está associado a nenhuma instituição e tem muitas dificuldades financeiras para continuar realizando seu trabalho. Pensando também que o desenvolvimento de habilidades artísticas pode se revelar como uma forma de engajamento em um trabalho rentável e de inclusão social, as escolas que recebem essa população deveriam se atentar quanto à formação artística de pessoas com deficiência física, não apenas como uma possível medida terapêutica, mas como possibilidade de auto expressão e renda.

5 A principal limitação da pesquisa foi a dificuldade de encontrar participantes com disponibilidade de realizar a entrevista, o que demonstra a necessidade de continuação das investigações, com esforços de ir ao encontro destes artistas em diferentes realidades do Brasil. Referências ATACK, S. M. Atividades artísticas para deficientes. Campinas, SP: Papirus, BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70; 1977 BRASIL. Decreto Lei nº 3.956, de 8 de Outubro de Disponível em: Acesso em: 22 de Junho de BRASIL. A inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. 2ª edição, Brasília: MTE, SIT, LEAL, D. R.; MATTOS, G. D.; FONTANA, R. T. Trabalhador com deficiência física: fragilidades e agravos auto referidos. Revista brasileira de enfermagem. [online]. v.66, n.1, pp ISSN , Disponível em: Acesso em: 22 de junho de 2015.

ACESSO A ÓRTESES E PRÓTESES POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO PROGRAMA BPC NA ESCOLA: CONEXÕES COM A INCLUSÃO EDUCACIONAL

ACESSO A ÓRTESES E PRÓTESES POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO PROGRAMA BPC NA ESCOLA: CONEXÕES COM A INCLUSÃO EDUCACIONAL ACESSO A ÓRTESES E PRÓTESES POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO PROGRAMA BPC NA ESCOLA: CONEXÕES COM A INCLUSÃO EDUCACIONAL Mileide Cristina Stoco de Oliveira Magda Campos Curcino Eliane Ferrari Chagas

Leia mais

A PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E O MERCADO DE TRABALHO: UM ESTUDO SOBRE A INFLUÊNCIA DA OFICINA PROTEGIDA DE PADARIA DA APAE

A PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E O MERCADO DE TRABALHO: UM ESTUDO SOBRE A INFLUÊNCIA DA OFICINA PROTEGIDA DE PADARIA DA APAE A PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E O MERCADO DE TRABALHO: UM ESTUDO SOBRE A INFLUÊNCIA DA OFICINA PROTEGIDA DE PADARIA DA APAE Tatiane Cristina Athayde Marques Glaucimara Pires Oliveira Universidade

Leia mais

CHEFIA MONOPARENTAL FEMININA

CHEFIA MONOPARENTAL FEMININA CHEFIA MONOPARENTAL FEMININA Aparecida Maiara Cubas da Silva, e mail: maiara_cubas@outlook.com, Rosana de Araujo, Maria Inez Barbosa Margues (Orientadora),email:marques@sercomtel.com.br(UNESPAR-Campus

Leia mais

SESSÃO SOBRE TECNOLOGIAS DE APOIO PARA A BAIXA VISÃO

SESSÃO SOBRE TECNOLOGIAS DE APOIO PARA A BAIXA VISÃO CENTRO DE RECURSOS T I C PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL DE POMBAL SESSÃO SOBRE TECNOLOGIAS DE APOIO PARA A BAIXA VISÃO 1 9 D E N O V E M B R O A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D R. B I S S A Y A B A R

Leia mais

Elementos Pré-textuais. Elementos Textuais. O Relatório de Pesquisa (adaptado para artigo) Elementos Pós-textuais. Elementos Pré-textuais

Elementos Pré-textuais. Elementos Textuais. O Relatório de Pesquisa (adaptado para artigo) Elementos Pós-textuais. Elementos Pré-textuais ELEMENTOS ESTRUTURAIS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO Elementos Pré-textuais O Relatório de Pesquisa (adaptado para artigo) Elementos Pós-textuais Profª. Drª. Berenice Gonçalves Hackmann Elementos Pré-textuais

Leia mais

Componente Curricular: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS PLANO DE CURSO

Componente Curricular: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS PLANO DE CURSO CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS Código: ENF 405 Pré-requisito: Nenhum

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO COMPETITIVO: percepções de profissionais de Recursos Humanos

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO COMPETITIVO: percepções de profissionais de Recursos Humanos INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO COMPETITIVO: percepções de profissionais de Recursos Humanos Thelma Helena Costa Chahini. - Universidade Federal do Maranhão Maria da Piedade

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO

Leia mais

COLEGIADO DE ENFERMAGEM

COLEGIADO DE ENFERMAGEM INSTITUTO FORMAÇÃO COLEGIADO DE ENFERMAGEM 14 NOME 14 TÍTULO: subtítulo 16 BARRA DA ESTIVA 2015 14 NOME 14 TÍTULO: subtítulo 16 Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Colegiado do Curso Técnico

Leia mais

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL - UNIJUÍ

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL - UNIJUÍ PARECER CONSUBSTANCIADO DO CEP DADOS DO PROJETO DE PESQUISA Título da Pesquisa: MULHERES COM CÂNCER DE MAMA QUE PARTICIPAM DE UM GRUPO DE APOIO E AÇÕES PARA MINIMIZAR O ESTRESSE Pesquisador: Eniva Miladi

Leia mais

Inclusão de pessoas com deficiência no mercado trabalho: implicações da baixa escolarização

Inclusão de pessoas com deficiência no mercado trabalho: implicações da baixa escolarização Inclusão de pessoas com deficiência no mercado trabalho: implicações da baixa escolarização Suelen Moraes de Lorenzo 1 e-mail: suelen.lorenzo@gmail.com Amabriane da Silva Oliveira e-mail: amabriane@r7.com

Leia mais

2. Nome do(s) supervisor(es): PROFA. DRA. SONIA REGINA PASIAN. Psicóloga MARIA PAULA FOSS

2. Nome do(s) supervisor(es): PROFA. DRA. SONIA REGINA PASIAN. Psicóloga MARIA PAULA FOSS UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE RIBEIRÃO PRETO DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO CENTRO DE PESQUISA E PSICOLOGIA APLICADA ESTÁGIO: AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

Leia mais

Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS. Uma instituição do grupo

Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS. Uma instituição do grupo Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS F U T U R O T E N D Ê N C I A S I N O V A Ç Ã O Uma instituição do grupo CURSO 2 OBJETIVOS Discutir e fomentar conhecimentos sobre a compreensão das potencialidades,

Leia mais

PESQUISA HELLO OPINION OS JOGOS NO BRASIL: Percepção & engajamento

PESQUISA HELLO OPINION OS JOGOS NO BRASIL: Percepção & engajamento PESQUISA HELLO OPINION OS JOGOS NO BRASIL: Percepção & engajamento Pela 1ª vez na história o maior evento esportivo do mundo acontece na AMÉRICA DO SUL A 150 dias dos jogos, qual a percepção do BRASILEIRO

Leia mais

Mulheres empreendedoras abririam mão do próprio relacionamento em função da carreira, revela SPC Brasil

Mulheres empreendedoras abririam mão do próprio relacionamento em função da carreira, revela SPC Brasil Mulheres empreendedoras abririam mão do próprio relacionamento em função da carreira, revela SPC Brasil Pesquisa inédita traça perfil da empresária brasileira. Maioria divide as contas da casa, mas 47%

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico Unidade Universitária: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - 040 Curso: Psicologia Núcleo Temático: Avaliação Psicológica Disciplina: Supervisão de Estágio Básico em Avaliação Psicológica e Psicodiagnóstico

Leia mais

LIBRAS NO ENSINO SUPERIOR: DESAFIOS DIANTE DE UMA CARGA HORÁRIA LIMITADA

LIBRAS NO ENSINO SUPERIOR: DESAFIOS DIANTE DE UMA CARGA HORÁRIA LIMITADA LIBRAS NO ENSINO SUPERIOR: DESAFIOS DIANTE DE UMA CARGA HORÁRIA LIMITADA Eliziane Manosso Streiechen Evelline Cristhine Fontana Universidade Estadual do Centro Oeste -UNICENTRO Eixo Temático: Formação

Leia mais

AS MULHERES NA POLÍTICA E NO IINSTITUTO FEDERAL CATARINENSE/SÃO FRANCISCO DO SUL: INDEPENDENCIA FEMINISTA E TRABALHO

AS MULHERES NA POLÍTICA E NO IINSTITUTO FEDERAL CATARINENSE/SÃO FRANCISCO DO SUL: INDEPENDENCIA FEMINISTA E TRABALHO AS MULHERES NA POLÍTICA E NO IINSTITUTO FEDERAL CATARINENSE/SÃO FRANCISCO DO SUL: INDEPENDENCIA FEMINISTA E TRABALHO Gabriely RIBEIRO, Lilia Silva do NASCIMENTO, Micaela Kania KRUDES, Paola Ribas Gonçalves

Leia mais

GESTÃO DE PESSOAS Prof. Saravalli.

GESTÃO DE PESSOAS Prof. Saravalli. GESTÃO DE PESSOAS Prof. Saravalli www.profsaravalli.com ademir_saravalli@yahoo.com.br Loanda/PR 2016 RECRUTAMENTO DE PESSOAL* * Silvana Quintanilha Alves O recrutamento é o meio onde as organizações buscam

Leia mais

Agrupamento de Escolas nº 2 de Évora

Agrupamento de Escolas nº 2 de Évora Agrupamento de Escolas nº 2 de Évora RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PLANO ANUAL E PLURIANUAL DE ATIVIDADES 2011/2012 PLANO ANUAL E PLURIANUAL DE ATIVIDADES 2011/2012 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Pré-escolar e 1º

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA E O MINISTÉRIO FEDERAL DE TRABALHO E DE ASSUNTOS SOCIAIS DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA Considerando a necessidade

Leia mais

TERMO DE ABERTURA DO PROJETO

TERMO DE ABERTURA DO PROJETO 1 Nome do Projeto 2 Código Projeto Fiscalização do Exercício e Atividade Profissional 3 Coordenador(a) 4 Tipo de Projeto João Augusto de Lima Estratégico 5 Gestor(a) 6 Programa Igor de Mendonça Fernandes

Leia mais

Recrutamento & Seleção

Recrutamento & Seleção Recrutamento & Seleção de Pessoas com Deficiência Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro CONTEXTO Pessoas com Deficiência e o Mercado de Trabalho Pessoas com Deficiência CONTEXTO Pessoas com deficiência

Leia mais

Rede Empresarial de Inclusão Social

Rede Empresarial de Inclusão Social Rede Empresarial de Inclusão Social Rede Empresarial de Inclusão Social O que fizemos 2 de Maio 4 de Maio 11 de Maio 18 de Maio 25 de Maio 1º de Junho 26º Fórum de Empregabilidade Avaliação do 26º Fórum

Leia mais

Rita Bersch 2014 Assistiva Tecnologia e Educação

Rita Bersch 2014 Assistiva Tecnologia e Educação Tecnologia Assistiva ou Tecnologia de Reabilitação? TA Construção conceitual CAT Novembro de 2006, o Comitê de Ajudas Técnicas (CAT), estabelecido pelo Decreto nº 5.296/2004. Portaria nº 142 Secretaria

Leia mais

ESCOLA DE MÚSICA DO CONSERVATÓRIO NACIONAL. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 20012/203 Organologia e Psicoacústica

ESCOLA DE MÚSICA DO CONSERVATÓRIO NACIONAL. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 20012/203 Organologia e Psicoacústica ESCOLA DE MÚSICA DO CONSERVATÓRIO NACIONAL CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 20012/203 Organologia e Psicoacústica Contínua 1. Competências DOMINÍOS Competências essenciais Instrumentos de Peso % - Generalidades

Leia mais

Pesquisa em. propaganda. Faccat Profª Me. Taís Vieira

Pesquisa em. propaganda. Faccat Profª Me. Taís Vieira Pesquisa em propaganda Faccat Profª Me. Taís Vieira Tipos de pesquisa - Na escolha da melhor metodologia para uma investigação, tudo depende do que se deseja conhecer: o que e quanto ou como e por quê?

Leia mais

Boletim Eletrônico Casa Abrigo Betel

Boletim Eletrônico Casa Abrigo Betel Boletim Eletrônico Casa Abrigo Betel 3ª edição Junho de 2011 Nesta edição: Palavra da Presidente 1 Palavra da Presidente A Psicologia em Ação 2 Galeria de fotos 3 Galeria de Fotos 4 Ser Presidente da Casa

Leia mais

Descrição da Pesquisa

Descrição da Pesquisa Projeto de Pesquisa Descrição da Pesquisa Título do Projeto Pesquisador Principal Colaboradores [se houver] Local de Realização Período da Pesquisa 1. Objetivo da Pesquisa [o que se pretende pesquisar]

Leia mais

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL Carmen Leite Ribeiro Bueno* A Avaliação Profissional tem como objetivo geral auxiliar o indivíduo em seu desenvolvimento pessoal e profissional, utilizando sistematicamente

Leia mais

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS PARA A COMUNICAÇÃO DE DEFICIENTES AUDITIVOS

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS PARA A COMUNICAÇÃO DE DEFICIENTES AUDITIVOS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS PARA A COMUNICAÇÃO DE DEFICIENTES AUDITIVOS 1. Introdução Anderson Luís Furlan Este resumo objetiva apresentar de forma sucinta o que é, deficiência, dando enfoque a deficiência

Leia mais

Deficiência Intelectual

Deficiência Intelectual Deficiência Intelectual Nicoly Siqueira JOÃO PESSOA-PB COMO ACONTECE Causas de deficiência intelectual no período pré-natal: PERÍODO PRÉ-NATAL BIOMÉDICOS SOCIAIS COMPORTAMENTAIS EDUCACIONAIS Cromossômicas

Leia mais

Carta de Autorização outra instituição

Carta de Autorização outra instituição Modelos Carta de Autorização outra instituição (TIMBRE DO LOCAL DA PESQUISA) (cidade), de de 2010. Ao: Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos MULTIVIX Vitória At. Coordenação do CEP Eu, (NOME

Leia mais

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como Processo Sintetizador Coleta de informações publicadas e não publicadas Coleta de informações externas Coleta de informações

Leia mais

PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO COM SÍNDROME DE DOWN EM UMA ESCOLA PÚBLICA MUNICIPAL DA CIDADE DE REMÍGIO.

PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO COM SÍNDROME DE DOWN EM UMA ESCOLA PÚBLICA MUNICIPAL DA CIDADE DE REMÍGIO. PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO COM SÍNDROME DE DOWN EM UMA ESCOLA PÚBLICA MUNICIPAL DA CIDADE DE REMÍGIO. Lidiane Rodrigues Diniz; Universidade Federal da Paraíba lidiany-rd@hotmail.com Ana Cristina

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS INTERPRETAÇÃO TÉCNICA ICPC 02. Contrato de Construção do Setor Imobiliário

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS INTERPRETAÇÃO TÉCNICA ICPC 02. Contrato de Construção do Setor Imobiliário COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS INTERPRETAÇÃO TÉCNICA ICPC 02 Contrato de Construção do Setor Imobiliário Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRIC 15 Índice REFERÊNCIAS Item HISTÓRICO

Leia mais

A AUTONOMIA DA MULHER BENEFICIÁRIA DO PROGRAMA BOLSA FAMILIA. Eixo Temático - Política Social e Trabalho

A AUTONOMIA DA MULHER BENEFICIÁRIA DO PROGRAMA BOLSA FAMILIA. Eixo Temático - Política Social e Trabalho ISSN 2359-1277 A AUTONOMIA DA MULHER BENEFICIÁRIA DO PROGRAMA BOLSA FAMILIA Anna Flávia Gouvêa Falavinha, anaflaviagf@hotmail.com; Fernanda Balestri Neves, nanda_balestri@hotmail.com; Keila Pinna Valensuela

Leia mais

EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 002/2013 - OFICINAS E PALESTRAS PARA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E SERVIÇOS DE ACESSIBILIDADE O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DE SÃO PAULO

Leia mais

O USO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA EM SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS DO MUNICÍPIO DE DOURADOS-MS

O USO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA EM SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS DO MUNICÍPIO DE DOURADOS-MS O USO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA EM SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS DO MUNICÍPIO DE DOURADOS-MS Priscila de Carvalho Acosta, Universidade Federal da Grande Dourados; Morgana de Fátima Agostini Martins,

Leia mais

Pólos de Educação Permanente em Saúde: a participação na Roda de Gestão

Pólos de Educação Permanente em Saúde: a participação na Roda de Gestão Pólos de Educação Permanente em Saúde: a participação na Roda de Gestão Introdução Em 13 de fevereiro de 2004 o Ministério da Saúde emite a Portaria Nº 198/GM/MS instituindo a Política Nacional de Educação

Leia mais

Escola Secundária D. João II. Ano Letivo 2014/2015

Escola Secundária D. João II. Ano Letivo 2014/2015 Escola Secundária D. João II Ano Letivo 2014/2015 Ponte de Lima, 1 de Julho de 2015 Neste trabalho teve-se em consideração duas linhas de investigação interrelacionadas: 1ª - Características específicas

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DOS PROFESSORES E A INCLUSÃO DOS ALUNOS PÚBLICO ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

FORMAÇÃO INICIAL DOS PROFESSORES E A INCLUSÃO DOS ALUNOS PÚBLICO ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL FORMAÇÃO INICIAL DOS PROFESSORES E A INCLUSÃO DOS ALUNOS PÚBLICO ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Larissa Guadagnini Thereza Makibara Ribeiro Márcia Duarte Universidade Federal de São Carlos Palavras-chave: Inclusão

Leia mais

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social DIFICULDADES ENCONTRADAS PELOS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM NO CUIDADO AO IDOSO HOSPITALIZADO. Andressa de Fátima Silva* (PIBIC/AF/IS/CNPq), Herbert Leopoldo de Freitas Góes (Orientador), Viviani Camboin

Leia mais

ATER PARA MULHERES. O processo de organização das mulheres na construção do Feminismo e da Agroecologia no Brasil

ATER PARA MULHERES. O processo de organização das mulheres na construção do Feminismo e da Agroecologia no Brasil ATER PARA MULHERES O processo de organização das mulheres na construção do Feminismo e da Agroecologia no Brasil PARA NÓS A AGROECOLOGIA É Um modo de produzir, relacionar e viver na agricultura que implica

Leia mais

O profissional que sua empresa procura está na Avanti RH.

O profissional que sua empresa procura está na Avanti RH. O profissional que sua empresa procura está na Avanti RH. Apresentação Experiência e juventude se unem na Avanti Humanas, afinal, somos uma empresa dedicada à atração, recrutamento, seleção e desenvolvimento

Leia mais

Parecer sobre Referenciais para a Promoção e Educação para a Saúde (PES)

Parecer sobre Referenciais para a Promoção e Educação para a Saúde (PES) Parecer sobre Referenciais para a Promoção e Educação para a Saúde (PES) Sociedade Portuguesa de Educação Física Conselho Nacional das Associações de Professores e Profissionais de Educação Física O documento

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DOS CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE PARA DESENVOLVIMENTO DE GAMES

ESTUDO COMPARATIVO DOS CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE PARA DESENVOLVIMENTO DE GAMES ESTUDO COMPARATIVO DOS CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE PARA DESENVOLVIMENTO DE GAMES QUE CONTRIBUAM COM A APRENDIZAGEM DE ESTUDANTES COM TRASNTORNO DO ESPECTRO AUTISTA. Mestranda Gisele Silva Araújo Dr. Manoel

Leia mais

Inclusão de PNE através de EaD

Inclusão de PNE através de EaD Inclusão de PNE através de EaD A educação no Brasil mudou significativamente devido a implantação de métodos Inspirados em experiências concretizadas na Europa e Estados Unidos, alguns brasileiros iniciaram,

Leia mais

Stress e a caracterização de doenças psicológicas. Camila Helaehil Alfredo Médica do Trabalho

Stress e a caracterização de doenças psicológicas. Camila Helaehil Alfredo Médica do Trabalho Stress e a caracterização de doenças psicológicas Camila Helaehil Alfredo Médica do Trabalho camila@azevedonetto.com.br Definição Uma força que deforma corpos processo corporal para se adaptar a todas

Leia mais

REDUÇÃO DO IPI. Luciana Ghidetti de Oliveira

REDUÇÃO DO IPI. Luciana Ghidetti de Oliveira REDUÇÃO DO IPI Luciana Ghidetti de Oliveira A Futura foi às ruas saber a opinião da população capixaba sobre a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que engloba produtos da linha branca

Leia mais

- Identificar as formas de gestão e de tomadas de decisão dentro da organização escolar

- Identificar as formas de gestão e de tomadas de decisão dentro da organização escolar Disciplina: Gestão e Organização Escolar Código da Disciplina: EDU336 Curso: Pedagogia Período: 6º Faculdade Responsável: Pedagogia Programa em vigência a partir de: 2015 Número de créditos: 05 Horas-aula:

Leia mais

1.1 A paternidade como uma etapa de desenvolvimento para o homem no contexto da família

1.1 A paternidade como uma etapa de desenvolvimento para o homem no contexto da família INDICE pp. INTRODUÇÃO 1 CAPÍTULO I - A TRANSIÇÃO PARA A PATERNIDADE 1. A parentalidade 1.1 A paternidade como uma etapa de desenvolvimento para o homem no contexto da família 10 10 14 1.2 O desejo de paternidade

Leia mais

REGULAMENTO BEST PRACTICES TOOLBOX

REGULAMENTO BEST PRACTICES TOOLBOX REGULAMENTO BEST PRACTICES TOOLBOX A atividade BEST PRACTICES TOOLBOX está sujeita a este regulamento e, ao se inscrever, o participante automaticamente declara sua concordância com todas as condições

Leia mais

Seminário Internacional de Certificação Profissional. Brasília novembro 2005 Contribuição dos CEFET s

Seminário Internacional de Certificação Profissional. Brasília novembro 2005 Contribuição dos CEFET s Seminário Internacional de Certificação Profissional Brasília novembro 2005 Contribuição dos CEFET s Certificação Profissional - Definição Usual Reconhecimento formal dos conhecimentos, habilidades, atitudes

Leia mais

RECURSOS HUMANOS DEFINIÇÃO DE CARGOS / JOB DESIGN

RECURSOS HUMANOS DEFINIÇÃO DE CARGOS / JOB DESIGN RECURSOS HUMANOS / JOB DESIGN Introdução Conceitos, definição e origens Introdução Conceitos, definição e origens (Re)Definição de cargos? Introdução Conceitos, definição e origens Definição, conceitos

Leia mais

Área: Formação Pessoal e Social. Domínio: Identidade / Auto - estima (5anos)

Área: Formação Pessoal e Social. Domínio: Identidade / Auto - estima (5anos) Domínio: Identidade / Auto - estima (5anos) - No final da educação pré-escolar, a criança identifica as suas características individuais, manifestando um sentimento positivo de identidade e tendo consciência

Leia mais

RESUMO EXECUTIVO. Termo de Parceria MTUR/IMB/N /2009

RESUMO EXECUTIVO. Termo de Parceria MTUR/IMB/N /2009 RESUMO EXECUTIVO Termo de Parceria MTUR/IMB/N 703.686/2009 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Forma de Coleta: Quantitativa, com 500 entrevistados em 4 eventos pelo Instituto Marca Brasil entre 19 de novembro de

Leia mais

11ª SEMANA DA MÚSICA DE OURO BRANCO

11ª SEMANA DA MÚSICA DE OURO BRANCO 11ª SEMANA DA MÚSICA DE OURO BRANCO Associação Cultural Casa de Música de Ouro Branco Av. Augusto Barbosa da Silva, 313, Pioneiros Ouro Branco-MG, 36420-000 000 (31) 3742-3553 3553 / (31) 9624-8059 O projeto

Leia mais

FACETAS DA MULHER BRASILEIRA: VIDA FINANCEIRA

FACETAS DA MULHER BRASILEIRA: VIDA FINANCEIRA FACETAS DA MULHER BRASILEIRA: VIDA FINANCEIRA Abril 2016 INTRODUÇÃO Maioria das brasileiras tem acesso aos principais serviços financeiros, mas relacionamento com bancos e instituições é insatisfatório

Leia mais

Objetivo Geral: Objetivos Específicos:

Objetivo Geral: Objetivos Específicos: Disciplina: Gestão e Organização do Trabalho Pedagógico Código da disciplina: EDU 339 Semestre de oferta da disciplina: 7º Faculdade responsável: Pedagogia Programa em vigência a partir de: 2015 Número

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS FAEPU

ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS FAEPU 0 ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS FAEPU APRESENTAÇÃO Este manual busca orientar os funcionários do quadro da FAEPU sobre a Avaliação de Desempenho que será realizada.

Leia mais

ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NA PERSPECTIVA INCLUSIVA: UMA ANÁLISE DA REESTRUTURAÇÃO DAS PRÁTICAS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NA PERSPECTIVA INCLUSIVA: UMA ANÁLISE DA REESTRUTURAÇÃO DAS PRÁTICAS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NA PERSPECTIVA INCLUSIVA: UMA ANÁLISE DA REESTRUTURAÇÃO DAS PRÁTICAS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Tânia Gonçalves Martins 1 Sergio Vasconcelos de Luna 2 Rua Jacuí, 40; bl.09, apto. 402 - Floresta.

Leia mais

II SEMINÁRIO DE PRÁTICA DE PESQUISA EM PSICOLOGIA Universidade Estadual de Maringá 28 a 30 de Novembro de 2012

II SEMINÁRIO DE PRÁTICA DE PESQUISA EM PSICOLOGIA Universidade Estadual de Maringá 28 a 30 de Novembro de 2012 AS CONCEPÇÕES DE PSICÓLOGOS SOBRE ANGÚSTIA/ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO E SUAS IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA CLÍNICA Mayara Lúcia Embercics Calazans (Departamento de Psicologia,, Fundação Araucária, PIBIC); Paulo José

Leia mais

Karla Muniz Belém Secretaria Estadual de Educação do Estado da Bahia (SEC/BA)

Karla Muniz Belém Secretaria Estadual de Educação do Estado da Bahia (SEC/BA) EDUCAÇÃO INCLUSIVA E A FAMÍLIA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA: ANÁLISE DOS ARTIGOS PUBLICADOS NA REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NO PERÍODO DE 2000 A 2016. Karla Muniz Belém Secretaria Estadual de Educação

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2016 Ensino Técnico Plano de Curso n.º 206 aprovado pela portaria Cetec nº 733 de 10/09/2015 Etec PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão de

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Haley Almeida. Brasília - DF Março de 2011

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Haley Almeida. Brasília - DF Março de 2011 Haley Almeida Brasília - DF Março de 2011 Agenda Alinhamento conceitual Processo de elaboração Ação de monitoramento O que é Carta de Serviços ao Cidadão? A Carta de Serviços é um documento elaborado por

Leia mais

INTERFACE CAPS E PSF UMA EXPERIÊNCIA DE

INTERFACE CAPS E PSF UMA EXPERIÊNCIA DE INTERFACE CAPS E PSF UMA EXPERIÊNCIA DE RESPEITO E SUCESSO EXPERIÊNCIA DE ARACAJU 2002 Ampliação do PSF cobertura de 70% da população; Implantação do Acolhimento; Na Saúde Mental a implantação de equipes

Leia mais

ANEXO I DO EDITAL DETALHAMENTO DOS SERVIÇOS

ANEXO I DO EDITAL DETALHAMENTO DOS SERVIÇOS EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 002/2013 - OFICINAS E PALESTRAS PARA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E SERVIÇOS DE ACESSIBILIDADE O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DE SÃO PAULO

Leia mais

sumário 1 Abrindo as portas do novo mundo 2 Como fica a eficiência diante da força

sumário 1 Abrindo as portas do novo mundo 2 Como fica a eficiência diante da força sumário Palavras do autor... 9 Questões que merecem grande consideração... 11 Introdução... 15 1 Abrindo as portas do novo mundo das competências... 17 2 Como fica a eficiência diante da força da competência?...

Leia mais

Formador Residente, Maurício Ferreira

Formador Residente, Maurício Ferreira A Compreensão do Oral A compreensão do oral consiste na atribuição de significado a cadeias fónicas produzidas de acordo com a gramática da língua. Formador Residente, Maurício Ferreira Factores de compreensão

Leia mais

Página 2 em diante devem estar contemplados os seguintes itens:

Página 2 em diante devem estar contemplados os seguintes itens: 1 TEMPLATE - Projeto de pesquisa FORMATAÇÃO Fonte: Texto: Arial ou Times New Roman, tamanho 12. Títulos: Arial ou Times New Roman, tamanho 14, negrito Espaço: duplo Margens: 2,5 cm em todas as margens

Leia mais

INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES

INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES Vera M. L. Ponçano Rede de Saneamento e Abastecimento de Água Aracaju, 10 dezembro 2015 REDES: TECNOLÓGICAS TEMÁTICAS - PÚBLICAS FATORES DE INFLUÊNCIA: PESSOAL, SOCIAL, TECNOLÓGICO,

Leia mais

PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS

PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS A pesquisa foi realizada no período de 28 a 31 de março de, com uma amostra de 600 questionários. Utilizou-se o dimensionamento da pesquisa probabilística com p=0,50 e q=0,50, confiabilidade 95%, margem

Leia mais

Consideras a possibilidade de trabalhar no estrangeiro?

Consideras a possibilidade de trabalhar no estrangeiro? Inquérito Universia e Trabalhando 94% dos jovens portugueses considera a possibilidade de trabalhar no estrangeiro Lisboa, 29 de Novembro de 2012. O Universia Portugal (http://), a rede de universidades

Leia mais

Psicologia e Educação

Psicologia e Educação Psicologia e Educação 2016.2 Profª. MSc. Fernanda Lima. Unidade III: O que pode fazer o psicólogo na escola. Psicólogo escolar: Papéis e funções na escola. Escola é um espaço social onde pessoas convivem

Leia mais

Carla Kowalski Marzari

Carla Kowalski Marzari Carla Kowalski Marzari CONSULTA DE ENFERMAGEM Lei do Exercício Profissional A consulta de enfermagem (CE) é uma atividade específica do enfermeiro, conforme decreto Lei n.º 94406 de junho de 1987, sendo

Leia mais

IV JORNADA DE ESTUDOS EM SERVIÇO SOCIAL SERVIÇO SOCIAL NO CREAS: ENTREVISTA COM A ASSISTENTE SOCIAL DO CREAS

IV JORNADA DE ESTUDOS EM SERVIÇO SOCIAL SERVIÇO SOCIAL NO CREAS: ENTREVISTA COM A ASSISTENTE SOCIAL DO CREAS ISSN 2359-1277 SERVIÇO SOCIAL NO CREAS: ENTREVISTA COM A ASSISTENTE SOCIAL DO CREAS Brenda de Oliveira Dias, brendadiasoliveira3@gmail.com Débora dos Santos Marques, dmarx670@yahoo.com.br Gabriela Machado

Leia mais

PROJETO ARTESANATO PARA A FAMÍLIA EM BENEFÍCIO DA EDUCAÇÃO EMEF ALFREDO DE OLIVEIRA CEZAR BAIRRO LINHARES LOCALIDADE: BAIRRO LINHARES

PROJETO ARTESANATO PARA A FAMÍLIA EM BENEFÍCIO DA EDUCAÇÃO EMEF ALFREDO DE OLIVEIRA CEZAR BAIRRO LINHARES LOCALIDADE: BAIRRO LINHARES 1 PROJETO ARTESANATO PARA A FAMÍLIA EM BENEFÍCIO DA EDUCAÇÃO EMEF ALFREDO DE OLIVEIRA CEZAR BAIRRO LINHARES LOCALIDADE: BAIRRO LINHARES COORDENADORA: PROFª BRUNA LINHATI DE OLIVEIRA DIRETORA: PROFª ROSANE

Leia mais

DANÇA SÊNIOR E DANÇA DE SALÃO: QUALIDADE DE VIDA NA UNATI- UNISUAM

DANÇA SÊNIOR E DANÇA DE SALÃO: QUALIDADE DE VIDA NA UNATI- UNISUAM DANÇA SÊNIOR E DANÇA DE SALÃO: QUALIDADE DE VIDA NA UNATI- UNISUAM FLAVIA FERNANDES DE OLIVEIRA UNISUAM- RIO DE JANEIRO/RJ-BRASIL tabininha@terra.com.br 1- Introdução: A qualidade de vida está associada

Leia mais

CRIANÇA E CONSUMO. Segundo a pesquisa, estima-se que a Grande Vitória possua, em média, 1,78 crianças com essa faixa de idade por domicílio.

CRIANÇA E CONSUMO. Segundo a pesquisa, estima-se que a Grande Vitória possua, em média, 1,78 crianças com essa faixa de idade por domicílio. CRIANÇA E CONSUMO Tâmara Barros Em época de Natal, os pais enchem shoppings e lojas para atender os desejos dos filhos. Entretanto, essa cena não é comum somente no mês de dezembro. As crianças estão frequentemente

Leia mais

Margarita Barreto. Grabum, N. [et al.]. Turismo e antropologia: novas abordagens. Campinas: Papirus, 2009.

Margarita Barreto. Grabum, N. [et al.]. Turismo e antropologia: novas abordagens. Campinas: Papirus, 2009. Margarita Barreto Grabum, N. [et al.]. Turismo e antropologia: novas abordagens. Campinas: Papirus, 2009. Estudo de turismo na antropologia 1999 III Reunião de Antropologia do Mercosul (Argentina) - RAM

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO PROTOCOLO DE PESQUISA

MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO PROTOCOLO DE PESQUISA MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO PROTOCOLO DE PESQUISA O QUE DEVE CONTER EM UM PROJETO DE PESQUISA: 1. FOLHA DE ROSTO (Plataforma Brasil) O preenchimento do documento é de responsabilidade do

Leia mais

Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva Mestrado Profissional

Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva Mestrado Profissional A incorporação dos Agentes de Combate de Endemias na Estratégia Saúde da Família: percepções e atitudes dos agentes nesse processo e no controle da dengue João Paulo de Morais PESSOA 1 ; Hélina Augusta

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE OLIVAIS. Prémio Literário e de Ilustração Eça de Queiroz

JUNTA DE FREGUESIA DE OLIVAIS. Prémio Literário e de Ilustração Eça de Queiroz Prémio Literário e de Ilustração Eça de Queiroz Introdução Considerando a importância do papel das instituições públicas na promoção e apoio das artes e da cultura, nomeadamente da literatura e da ilustração

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA Prova: 344 / 2015 12.º Ano de Escolaridade Formação

Leia mais

Profa. Dra. Maria da Conceição Lima de Andrade

Profa. Dra. Maria da Conceição Lima de Andrade Profa. Dra. Maria da Conceição Lima de Andrade Conceitos de pesquisa A Pesquisa é: procedimento reflexivo sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir novos fatos ou dados, relações ou leis,

Leia mais

IV JORNADA DE ESTUDOS EM SERVIÇO SOCIAL

IV JORNADA DE ESTUDOS EM SERVIÇO SOCIAL ISSN 2359-1277 AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS ASSISTENTES SOCIAIS QUE ATUAM NOS MUNICÍPIOS DE ABRANGÊNCIA DO ESCRITÓRIO REGIONAL DE PARANAVAÍ - SECRETARIA DA FAMÍLIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO ESTADO DO

Leia mais

MODELO FORMATIVO. DATA DE INíCIO / FIM / HORARIO 1ª sessão - 16:00 às 22:00 2ª sessão - 9:00 às 14:00 INVESTIMENTO FORMADOR

MODELO FORMATIVO. DATA DE INíCIO / FIM / HORARIO 1ª sessão - 16:00 às 22:00 2ª sessão - 9:00 às 14:00 INVESTIMENTO FORMADOR ANáLISES CLíNICAS: DA COLHEITA à INTERPRETAçãO (MAI 2016) LISBOA A interpretação de exames laboratoriais é uma realidade incontestável do dia-a-dia dos enfermeiros. Mas será que todos os enfermeiros estão

Leia mais

Plano de Campanha EQUIDADE DE GÊNERO E RAÇA

Plano de Campanha EQUIDADE DE GÊNERO E RAÇA Plano de Campanha EQUIDADE DE GÊNERO E RAÇA Plano de Campanha Equidade de Gênero e Raça Sumário 1. Objetivos... 3 2. Público... 3 3. Slogan e Conceito...3 4. Realização... 3 5. Peças Publicitárias (publicidade)...3

Leia mais

INSERÇÃO SOCIAL DOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO A PARTIR DO TRABALHO ASSALARIADO.

INSERÇÃO SOCIAL DOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO A PARTIR DO TRABALHO ASSALARIADO. INSERÇÃO SOCIAL DOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO A PARTIR DO TRABALHO ASSALARIADO. Camila Thais Vieira (PIBIC) Antonio Costa Gomes Filho (Orientador), e-mail: antoniocostapg@gmail.com Universidade

Leia mais

ÉTICA E INTEGRIDADE EMP M R P ESA S RIA I L Ant n oni n o i F e F r e n r a n nd n o St S anz n ia i ni n

ÉTICA E INTEGRIDADE EMP M R P ESA S RIA I L Ant n oni n o i F e F r e n r a n nd n o St S anz n ia i ni n ÉTICA E INTEGRIDADE EMPRESARIAL Antonio Fernando Stanziani Eu sou eu e minhas circunstâncias e se não as salvo também não me salvo. Ortega y Gasset Meditações do Quixote Integridade Sentir, pensar, falar

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO MÉDIO EM UMA ESCOLA PARTICULAR: VISÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA.

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO MÉDIO EM UMA ESCOLA PARTICULAR: VISÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA. EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO MÉDIO EM UMA ESCOLA PARTICULAR: VISÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA. Beatriz A. Barboza do Nascimento Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho UNESP Mestranda do programa

Leia mais

INCLUSÃO DA DIVERSIDADE 09:00 09:01

INCLUSÃO DA DIVERSIDADE 09:00 09:01 INCLUSÃO DA DIVERSIDADE 09:00 09:01 Objetivo - Partindo do entendimento amplo do conceito de Diversidade e de Inclusão, identificar as ações que permitam o engajamento de todos os funcionários. 09:01 09:02

Leia mais

ENADE Relatório da IES INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE MOSSORÓ

ENADE Relatório da IES INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE MOSSORÓ ENADE 2011 Relatório da IES G Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE MOSSORÓ O V E R N O F E D E R A L PAÍS RICO

Leia mais

PROJETO ABESPETRO SENAI

PROJETO ABESPETRO SENAI PROJETO ABESPETRO SENAI Educação Profissional para Pessoas com Deficiência Relatório 1º Ciclo Setembro / 2016 O projeto foi realizado pela Unidade SENAI Macaé com o apoio do PSAI - Programa SENAI de Ações

Leia mais

REGULAMENTO DA SALA DE EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS GUILHERME FILIPE

REGULAMENTO DA SALA DE EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS GUILHERME FILIPE REGULAMENTO DA SALA DE EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS GUILHERME FILIPE Preâmbulo A Câmara Municipal de Arganil disponibiliza a Sala de Exposições Temporárias Guilherme Filipe para a realização de exposições temporárias,

Leia mais

E.M.E.F. ANTONIO DUARTE DE ALMEIDA MULHERES CHEFES DE FAMÍLIA: PRINCIPAIS CONQUISTAS

E.M.E.F. ANTONIO DUARTE DE ALMEIDA MULHERES CHEFES DE FAMÍLIA: PRINCIPAIS CONQUISTAS E.M.E.F. ANTONIO DUARTE DE ALMEIDA MULHERES CHEFES DE FAMÍLIA: PRINCIPAIS CONQUISTAS Trabalho apresentado para a conclusão do ciclo autoral. Cinthia Ferreira N 09 Kauane Monteiro N 21 Thaina Nogueira N

Leia mais

LEVANTAMENTO DA CONCEPÇÃO DE RISCO AMBIENTAL E ÁREAS DE RISCO NA ESCOLA BÁSICA EM SÃO JOÃO DEL REI BRASIL: RESULTADO PRELIMINAR

LEVANTAMENTO DA CONCEPÇÃO DE RISCO AMBIENTAL E ÁREAS DE RISCO NA ESCOLA BÁSICA EM SÃO JOÃO DEL REI BRASIL: RESULTADO PRELIMINAR III Congresso Internacional III Congresso Internacional, I Simpósio Ibero-Americano e VIII Encontro Nacional de Riscos Guimarães LEVANTAMENTO DA CONCEPÇÃO DE RISCO AMBIENTAL E ÁREAS DE RISCO NA ESCOLA

Leia mais

EDUCAÇÃO CORPORATIVA

EDUCAÇÃO CORPORATIVA O foco organizacional que antes voltava-se para o mercado, nesta última década foca no ser humano, objetivando potencializar e valorizar o conhecimento e qualidades dos funcionários e de toda a cadeia

Leia mais

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09 MISSÃO O Serviço Social tem como missão dar suporte psico-social e emocional ao colaborador e sua família. Neste sentido, realiza o estudo de casos, orientando e encaminhando aos recursos sociais da comunidade,

Leia mais