Qualidade do ambiente aéreo na criação de codornas de corte mantidas 1. em diferentes temperaturas

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1 Qualidade d ambiente aére na criaçã de cdrnas de crte mantidas 1 em diferentes temperaturas Marilú Sants Susa, Ilda de Fátima Ferreira Tinôc, Lucian Barret Mendes, Renata de Suza Reis, Érika Martins de Figueired e Patrícia Queirz 1 2 Prjet financiad pel CNPq Pós dutranda em Engenharia Agrícla FZEA/USP, Pirassununga, SP, Brasil 3 4 Prfessra Adjunta d Departament de Engenharia Agrícla DEA/UFV Aluns de pósgraduaçã da U F V Resum - O bjetiv deste trabalh fi avaliar efeit de distints ambientes térmics na qualidade d ar para cdrnas de crte na fase final de criaçã (22 a 35 dias de idade). O experiment fi cnduzid na área experimental d AMBIAGRO, Departament de Engenharia Agrícla da Universidade Federal de Viçsa. Grups de 0 cdrnas de crte fram aleatriamente aljads em 3 câmaras climáticas. Os animais fram distribuíds em 15 trataments (temperaturas), cm duas cndições de estresse pr calr (mderad e sever) e uma cndiçã de cnfrt térmic. A remçã ds dejets e a higienizaçã das bandejas fram realizadas diariamente, razã pela qual, a análise ds dads indicu que s níveis de NH 3 fram mantids abaix d limite de detecçã d sensr, cm cnsequência da remçã ds dejets. As cncentrações de CO 2 para as duas últimas semanas de criaçã nã apresentaram valres prejudiciais para as cdrnas, u seja, permaneceram dentr ds limites aceitáveis de qualidade d ar, tant n períd da manhã quant n da tarde. Palavras chave: ambiente térmic, amônia, Cturnix cturnix cturnix, dióxid de carbn. Ambient air quality fr rearing f meat quails kept at different temperatures Abstract - The bjective f this study was t evaluate the effect f different thermal envirnments n the quality f air inhaled by meat quails in the final phase (22 t 35 days ld). The experiment was cnducted in area AMBIAGRO frm the Department f Agricultural Engineering, Federal University f Viçsa, MG, Brazil. Grups f 0 meat quails were randmly hused in three chambers. The animals were divided int 15 treatments (temperatures), with tw cnditins f heat stress (mderate and severe) and a thermal cmfrt cnditin. The remval f manure and washing the trays were taken every day, fr which reasn, analysis f the data indicated that the levels f NH3 were kept belw the detectin limit f the sensr, as a cnsequence f the remval f waste. It was cncluded that cncentratins f CO2 fr tw weeks did nt shw values f creating detrimental t quail, r remained within acceptable air quality, bth in the mrning and in the afternn. Intrduçã O cntrle d ambiente de criaçã animal é uma das principais necessidades para garantir bem-estar das aves, visand mair prdutividade e qualidade d prdut final (Tinôc et al., 2004). O ambiente intern nde as aves estã inseridas é determinad pr fatres físics químics e bilógics, que incluem ambiente aére, a luz e s cmpnentes cnstrutivs (Tinôc, 2001). Alguns autres apntam que, entre s fatres ambientais, s térmics sã s que afetam diretamente as aves, pis cmprmetem sua funçã vital mais imprtante, que é a manutençã de sua hmetermia (Welker, 2008; Barbsa Filh, 2009). N entant, deve-se dar atençã também à qualidade d ar n interir ds galpões. As atividades agrpecuárias sã fntes significantes de pluentes aéres (Brink et al., 2001; Kcaman et al., 2005), e a depreciaçã da qualidade d ar afeta a saúde e bemestar ds animais e ds tratadres, cnstituind um risc para a qualidade ambiental (Nääs et al., 2007). Os cntaminantes pdem carregar patógens específics u alterar sua virulência, afetand cresciment das aves (Wathes, 1999). Diante ds prblemas casinads pela má qualidade d ar, trna-se necessári manej adequad da ventilaçã mínima, natural u mecânica, visand evitar cncentrações de gases indesejáveis dentr d aviári; entretant, deve-se atentar à perda de calr, principalmente, na fase inicial de vida das aves. Uma vez que aqueciment é fundamental n iníci da vida e dele depende bm desenvlviment das aves (Tinôc, 2001). O bjetiv deste trabalh fi avaliar efeit de distints ambientes térmics na qualidade d ar para cdrnas de crte na fase final de criaçã (22 a 35 dias de idade). 1

2 Material e Métds O experiment fi realizad em três câmaras climáticas, cm as dimensões de 2,5 m x 3,5 m x 2,5 m, lcalizadas na área experimental d Núcle de Pesquisa em Ambiência e Engenharia de Sistemas Agrindustriais (AMBIAGRO), d Setr de Cnstruções Rurais e Ambiência d Departament de Engenharia Agrícla da Universidade Federal de Viçsa, MG. A cleta ds dads fi realizada n períd de fevereir de 2012, ttalizand duas semanas experimentais em camp (14 dias). Cada câmara climática fi equipada cm um aquecedr de ar de resistência elétrica (cm 2000 W de ptência), um cndicinadr de ar d tip split quente / fri, de BTU/h e um umidificadr de ar, cm capacidade de 4,5 L e débit de néva (valr médi) de 0 ml pr hra. O aquecedr e umidificadr fram perads pr cntrladr eletrônic de temperatura e umidade. A ventilaçã higiênica aplicada n interir das câmaras climáticas fi feita pr mei de dis exaustres axiais cm acinament autmátic, de frma a permitir quatr renvações de ar pr hra durante td períd experimental, u seja, uma renvaçã a cada 15 minuts. Este experiment fi cnduzid a partir d 22 até 35 dia de idade das cdrnas, u seja, quarta e quinta semana de vida (cicl final de prduçã). Fram utilizadas 0 cdrnas de crte (Cturnix cturnix cturnix), de ambs s sexs (cm bjetiv de evitar favreciment de algum sex), cm 22 dias de vida, riginárias de uma primeira fase experimental, na qual estes animais, em cinc grups distints de 60 aves, já haviam sid aljads em diferentes temperaturas. Desta frma, um grup de 60 aves teve seu cresciment inicial (períd de 1 a 21 dias de idade) cnduzid em ambiente cnsiderad cnfrtável, um grup de 60 aves em ambiente de estresse pr calr mderad, 60 aves em ambiente de estresse pr calr agud, 60 aves em ambiente de estresse fri mderad e 60 aves em ambiente de estresse pr fri agud. Cada um destes grups de 60 aves fi redistribuíd em subgrups de 20 indivídus, s quais fram realcads, aleatriamente, em três câmaras climáticas, ttalizand 20 aves pr tratament, send 10 aves pr unidade experimental (gaila), send 10 gailas pr câmara, ttalizand quinze trataments descrits na Tabela 1. As gailas pssuíam dimensões de 1,0 m x 0,5 m x 0,5 m 2 (largura, prfundidade e altura), frnecend área de 0,5 m. Cada tratament (cada uma das câmaras climáticas submetidas a diferentes ambientes térmics) fi cnstituíd de duas repetições (duas gailas), cntend, cada uma, 10 cdrnas. Cada uma destas câmaras, aleatriamente, fi prgramada para pssibilitar distintas temperaturas às cdrnas, de frma que cada uma delas representasse um distint tratament térmic, em cada semana de vida das aves, cnstituind-se a única variável de interferência n desempenh prdutiv das mesmas. Tabela 1. Ambientes térmics em funçã das temperaturas d ar ambiente n interir das câmaras climáticas, durante a quarta e quinta semanas de vida das cdrnas. Ambientes Térmics CF1/CF2 FMF1/CF2 FSF1/CF2 QMF1/CF2 QSF1/CF2 CF1/QMF2 FMF1/QMF2 FSF1/QMF2 QMF1/QMF2 QSF1/QMF2 CF1/QSF2 FMF1/QSF2 FSF1/QSF2 QMF1/QSF2 QSF1/QSF2 Descriçã de cada ambiente, send F1 a fase inicial de criaçã (1 a 21 dias) e F2 a fase de cresciment (22 a 35 dias) criaçã das cdrnas Cnfrt Precnizad F1 + Cnfrt Precnizad F2 (CF1/CF2) Fri mderad F1+ Cnfrt Precnizad F2 (FMF1/CF2) Fri sever F1+ Cnfrt Precnizad F2 (FSF1/CF2) Calr mderad F1 + Cnfrt Precnizad F2 (QMF1/CF2) Calr sever F1 + Cnfrt Precnizad F2 (QSF1/CF2) Cnfrt Precnizad F1+ Calr mderad F2 (CF1/QMF2) Fri mderad F1 + Calr mderad F2 (FMF1/QMF2) Fri sever F1+ Calr mderad F2 (FSF1/QMF2) Calr mderad F1 + Calr mderad F2 (QMF1/QMF2) Calr sever F1 + Calr mderad F2 (QSF1/QMF2) Cnfrt Precnizad F1+ Calr sever F2 (CF1/QSF2) Fri mderad F1 + Calr sever F2 (FMF1/QSF2) Fri sever F1 + Calr sever F2 (FSF1/QSF2) Calr mderad F1+ Calr sever F2 (QMF1/QSF2) Calr sever F1 + Calr sever F2 (QSF1/QSF2) Temperatura 4ª semana ( C) Temperatura 5ª semana ( C) 2

3 Cm base na premissa, de que as exigências térmicas das aves dmésticas mudam de acrd cm seu cresciment, fram definidas faixas de cndições térmicas diferentes para cada uma das câmaras climáticas, que abrigaram as cdrnas em suas duas últimas semanas de vida. Uma destas faixas fi tida cm send faixa de cnfrt térmic (cnfrt térmic precnizad pela literatura), cnfrme sugerid pr Albin & Barret (2003), as demais cm send dis níveis de estresse pr calr (sever e mderad). Desta frma, as cdrnas fram submetidas as diferentes ambientes térmics: CP Cnfrt Precnizad (temperaturas de e C, respectivamente, para quarta e quinta semana de vida das aves); QM Calr Mderad ( C para a quarta e quinta semana de vida das aves) e QS - Calr Sever ( C para a quarta e quinta semana de vida das aves). Em relaçã à umidade relativa d ar n interir das câmaras climáticas, durante td períd experimental e para tds s trataments, fi estabelecid valr de 55% (± 5%), pr ser cnsiderad um valr adequad à prduçã avícla, independente da idade das aves e da temperatura ambiente, de acrd cm estuds de alguns autres (Tinôc, 1996; Tinôc, 2004 e Medeirs, 2005). Os valres de temperaturas e de umidade relativa d ar n interir das câmaras climáticas fram mantids cnstantes durante td períd experimental, u seja, 24 hras diárias. Para cntrle d ambiente térmic s valres de temperatura e de umidade relativa d ar, requerids n interir de cada câmara climática, fram cntrlads autmaticamente cm a utilizaçã de umidificadres, aquecedres, cndicinadres de ar e exaustres axiais, send s dads térmics registrads diariamente pr mei de datalggers de mediçã de temperatura e umidade, cm resluçã de 0,1 C. As cletas das variáveis ambientais fram feitas a cada cinc minuts. Diante ds valres registrads, fi calculad Índice de Temperatura de Glb Negr e Umidade (ITGU), para cada ambiente térmic, cm base na equaçã prpsta pr Buffingtn et al. (1981), n qual a equaçã desenvlvida é dada pr: ITGU= tgn + 0,36 (tp) 3,08 em que, tgn = temperatura de glb negr, K; e tp = temperatura pnt de rvalh, K. A temperatura de glb negr fi btida a partir de sensr de temperatura lcalizad n centr de uma esfera ca, cm 0,15 m de diâmetr e 0,5 mm de espessura, pintada externamente cm tinta preta fsca. Em relaçã a arraçament das aves, esta fi realizada ad libitum, u seja, a raçã fi frnecida de frma cntínua e à vntade, de frma que s cmedurs e bebedurs estivessem sempre abastecids, este manej era realizad duas vezes a dia, ns hráris de 8:00 e 16:00 hras. Esta raçã fi frnecida, durante a primeira semana de vida das aves, em cmedur tip bandeja, e a partir daí cmedurs tip calha. Os bebedurs utilizads fram d tip cp de pressã durante tda a fase inicial, send abastecids manualmente ns mesms hráris d abasteciment de raçã. O prgrama de luz adtad fi cntínu, cm uma hra de escur e 23 hras de luz durante td períd experimental, seguind-se s padrões nrmalmente utilizads em granjas cmerciais. Para verificar s níveis de gases presentes n interir das câmaras climáticas fram realizadas as medições ds níveis de cncentrações ds gases CO₂ e NH₃. Os dads de cncentraçã de NH n ambiente fram 3 btids pr mei de um detectr eletrquímic BW, Gasalert Extreme Ammnia (NH₃) Detectr cm uma faixa de mediçã entre ppm, entre -4 a +40 C e umidade relativa entre 15% e 90% e exatidã de ±2% (a ºC entre 5% e 95% de HR). Para verificar as cncentrações d gás CO₂ fi utilizad um sensr de CO₂, de princípi infravermelh, cm resluçã de ±1 ppm e acurácia de ±50 ppm que detecta a cncentraçã instantânea numa faixa de mediçã de 0 a ppm. Para medir as cncentrações d gás NH fi 3 utilizad também um sensr. Ambas medições fram realizadas a cada dis dias, ns hráris de 08:00 e 15:00 h. Os dads btids fram submetids à análise de variância e as médias fram cmparadas pel teste de Tukey a nível de 5% de prbabilidade. Nas análises fi utilizad Prgrama Sistema para Análises Estatísticas e Genética - SAEG, desenvlvid pela Universidade Federal de Viçsa (1999). Resultads e Discussã Os valres de temperatura e umidade relativa d ar ambiente, e seus respectivs valres para I TG U crrespndentes para a fase de cresciment das cdrnas (quarta e quinta semana de vida) para s diferentes trataments estã apresentads na Tabela 2. Cm se bserva, s valres de temperatura d ar e umidade relativa d ar mantiveram-se próxims as valres prpsts para cada cndiçã térmic-ambiental descrita na metdlgia, indicand que cntrle térmic ambiental das câmaras climáticas fi adequad. Ainda nã existem, na literatura, dads específics para valres de ITGU ideais para cdrnas destinadas a crte. Diante diss, s valres btids neste experiment fram 3

4 cmparads cm aqueles já encntrads em literatura, para frangs de crte. Entende-se que, desta frma, dar-seá iníci a um banc de dads interessante para análises futuras que pssibilitem cmprvar realmente valr de cnfrt térmic para cdrnas de acrd cm ITGU. Teixeira (1983) admitiu valres de ITGU cnfrtáveis para a criaçã de frangs de crte em trn de 65 a 77, a partir da terceira semana de vida das aves. Diante dist, e cnsiderand este um parâmetr de referência, pde-se inferir que as cdrnas mantidas n tratament CP, realmente estiveram em cnfrt, tant para a quarta, cm para a quinta semanas de vida destas. Tabela 2. Médias e desvis-padrã ds valres de temperatura d ar (Tar), umidade relativa d ar (UR) e índice temperatura de glb negr e umidade (ITGU) para cada cndiçã climática avaliada n períd de 22 a 35 dias de vida das cdrnas de crte. Ambientes Térmics Cnfrt Precnizad Calr Mderad Calr Sever Cnfrt Precnizad Calr Mderad Calr Sever Tar ( C) UR (%) ITGU Quarta Semana (22 a 28 dias),7 ± 0,6,4 ± 0,8,0 ± 0,8 60,2 ± 6,4 59,3 ± 4,0 57,6 ± 8,0 Quinta Semana (29 a 35 dias),6 ± 0,6,5 ± 0,4,2 ± 0,2 60,7 ± 4,5 61,1 ± 3,5 61,0 ± 6,4 75,8 ± 0,9 79,7 ± 1,0 80,8 ± 1,1 75,3 ± 0,7 79,9 ± 0,5 82,2 ± 0,4 Da mesma frma, Tinôc (1988) verificu que valres de ITGU superires a 75,0 causam descnfrt às aves cm idade superir a quinze dias, send que a situaçã de estresse se agrava cm avanç da idade das aves. Crrbrand cm estes dads, Mraes et al. (1999) assumiram 76 cm send valr de ITGU n limite máxim tlerad sem estresse para frangs de crte cm mais de três semanas de idade. Medeirs (2005) afirmu que valres de ITGU de 78 a 88 caracterizam ambiente quente para frangs de crte. Segund Mraes et al. (1999), limite máxim tlerad pr frangs de crte cm mais de três semanas de idade é ITGU de 76. Em cndições de verã têm-se verificad, n interir ds aviáris, que valres de ITGU acima de 76, inibe desempenh prdutiv de frangs de crte de 21 a 52 dias de idade, cnstituind-se em um ds principais prblemas para sua criaçã (Curtis, 1983). Cm base nestes autres, pde-se inferir que as cndições de calr mderad e sever aplicadas neste experiment, estã acima d limite de cnfrt para as cdrnas de crte em sua fase final de criaçã. Fazend referência a gás amônia (NH₃), este fi encntrad a nível de 0 ppm, u seja, nã huve presença d gás NH₃ durante períd experimental em nenhum tratament (ambientes térmics), durante a fase inicial de criaçã das cdrnas. Este resultad fi alcançad devid a eficiente manej da cleta ds dejets, uma vez que eram reclhids diariamente e, psterirmente, as bandejas cletras eram limpas. Na Tabela 3 encntram-se apresentads s valres médis em ppm (parte pr milhã) d gás dióxid de carbn (CO₂) ns diferentes hráris registrads para s diferentes ambientes térmics da quarta e quinta semana durante a fase final de vida das cdrnas. Verifica-se que crreu efeit significativ entre s ambientes térmics durante a quarta semana de criaçã para hrári das 15h00, enquant para a quinta semana fram encntradas diferenças para s dis hráris. Durante a quarta e quinta semana de criaçã, s valres de CO₂ para as temperaturas de estresse pr calr (mderad e sever) fram mais alts, n primeir hrári d dia (08h00), e quand cmparadas cm as médias d hrári das 15h00, crreu cntrári, s valres para a temperatura de cnfrt tiveram maires valres de CO₂ em relaçã às temperaturas de estresse pr calr. Tabela 3. Valres médis em ppm para gás dióxid de carbn (CO₂), ns hráris de 8:00 e 15:00 h, durante a quarta semana (21 a 28 dias) e quinta semana (28 a 35 dias) de vida das cdrnas. Ambientes térmics CF1/CF2 FMF1/CF2 FSF1/CF2 QMF1/CF2 QSF1/CF2 CF1/QMF2 FMF1/QMF2 FSF1/QMF2 QMF1/QMF2 QSF1/QMF2 CF1/QSF2 FMF1/QSF2 FSF1/QSF2 QMF1/QSF2 QSF1/QSF2 Quarta Semana Quinta Semana CO₂ CO₂ CO₂ CO₂ (8h00) (15h00) (8h00) (15h00) 16,5 b 16,5 b 16,5 b 16,5 b 16,5 b Médias seguidas cm letras diferentes, nas clunas, diferem entre si pel teste de Tukey, a nível de 5% de prbabilidade. 4

5 Os dads encntrads experimentalmente crrbram cm s encntrads pr diverss autres (Wathes, 1999; Nader et al., 2002; Nääs et al., 2007), que recmendaram limite de ppm para CO₂ cm máxim para a expsiçã cntínua das aves nas instalações. Neste trabalh verificu-se que tds s ambientes térmics adtads estiveram dentr ds limites aceitáveis para a criaçã das cdrnas, sem perdas n prcess prdutiv e bem-estar das aves. Já Menegali et al. (2009) verificaram que valres acima de ppm nas instalações avíclas, causam aument n ritm respiratóri e respirações mais prfundas nas aves, levand estas a óbit. Cnclusões 1. As temperaturas adtadas na fase final de criaçã das cdrnas nã afetaram a qualidade d ar ambiente, em relaçã as gases NH₃ e CO₂; 2. As cncentrações de NH₃ avaliadas nã afetaram a qualidade d ar n ambiente de criaçã das cdrnas (câmaras climáticas); 3. As cncentrações de CO₂ estiveram abaix ds limites tleráveis para as cdrnas ns períds da manhã e da tarde, nã afetand a qualidade e bem-estar das aves. Agradeciment À Capes pela cncessã da blsa de estuds, a CNPq e a INCT-CA pel auxíli financeir cncedid a prjet. Referências BARBOSA FILHO, J.A.D.; VIEIRA, F.M.C.; SILVA, I.J.O. et al. Transprte de frangs: caracterizaçã d micrclima na carga durante invern. Revista Brasileira de Ztecnia, Viçsa, MG, v.38, n.12, p , BUFFINGTON, D.E.; COLLAZO-AROCHO, A.; CANTON, G.H.; PITT, D. Black glbe-humidity index (BGHI) as cmfrt equatin fr dairy cws. Transactins f the ASAE, St. Jseph, v.24, n.3, p , CURTIS, S.E. Envirnmental Management in animal agriculture. Ames, the Iwa State University Press p. KO C A M A N, B.; YA G A N O G L U, A.V.; YA N A R, M. Cmbinatin f fan ventilatin system and spraying f ilwater mixture n the levels f dust and gases in caged layer facilities in Eastern Turkey. Jurnal Applied Animal Research, v.27, p , MEDEIROS, C.M.; BAÊTA, F.C.; OLIVEIRA, R.F.M.; TINÔCO, I.F.F.; ALBINO, L.F.T.; CECON, P.R. Efeits da temperatura, umidade relativa e velcidade d ar em frangs de crte. Engenharia na Agricultura, Viçsa, MG, v.13. n.4, , ut./dez., MENEGALI, I.; TINÔCO, I.F.F.; BAÊTA, F.C. et al. Ambiente térmic e cncentraçã de gases em instalações para frangs de crte n períd de aqueciment. Revista Brasileira de Engenharia Agrícla e Ambiental, Campina Grande, v.13, n.1, p , MORAES, S.R.P.; TINÔCO, I.F.F.; BAÊTA, F.C.; CECON, P.R. Cnfrt térmic em galpões avíclas, sb cberturas de ciment-amiant e suas diferentes assciações. Revista Brasileira de Engenharia Agrícla e Ambiental, Campina Grande, v.3, n.1, p.89-92, NÄÄS, I.A.; MIRAGLIOTTA, M.Y.; BARACHO, M.S. et al. Ambiência aérea em aljament de frangs de crte: peira e gases. Engenharia Agrícla, Jabticabal, v.27, n.2, p.3-5, NADER, A.S.; BARACHO, M. S.; NÂAS, I.A.; SAMPAIO, C.A.P. Avaliaçã da qualidade d ar em creche de suíns. In: Seminári: Pluentes Aéres e ruíds em instalações para prduçã de animais. Campinas, Sã Paul. p set TEIXEIRA, V.H. Estuds ds índices de cnfrt em duas instalações de frang de crte para as regiões de Viçsa e Viscnde d Ri Branc, MG Dissertaçã (Mestrad em Engenharia Agrícla) Universidade Federal de Viçsa, Viçsa, MG, TINÔCO, I.F.F. A granja de frangs de crte. Prduçã de frangs de crte / editad pr Ariel Antôni Mendes, Irenilza de Alencar Nääs, Marcs Macari Campinas: FACTA, 356p TINÔCO, I.F.F. Avicultura industrial: nvs cnceits de materiais, cncepções e técnicas cnstrutivas dispníveis para galpões avíclas brasileirs. Revista Brasileira de Ciência Avícla, v.3, n.1, p.1-, T I N Ô CO, I.F.F. Efeit de diferentes sistemas de acndicinament de ambiente e níveis de energia metablizável na dieta, sbre desempenh de matrizes de frangs de crte, em cndições de verã e utn p. Tese (Dutrad em Engenharia Agrícla) Universidade Federal de Minas Gerais UFMG, Bel Hriznte,

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