Deliberação nº 131/97 MINISTÉRIO DO EQUIPAMENTO, DO PLANEAMENTO E DA ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO. Conselho Superior de Estatística

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1 Deliberação nº 131/97 MINISTÉRIO DO EQUIPAMENTO, DO PLANEAMENTO E DA ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO Conselho Superior de Estatística Deliberação nº 131/ ª Deliberação do Conselho Superior de Estatística - 10ª Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID-10). - Tendo sido reconhecida nas «Linhas gerais da actividade estatística nacional », a relevância de «[...] aumentar a coordenação técnica como forma de melhorar, do ponto de vista da qualidade [...] a produção estatística nacional»; Salientando-se, neste mesmo contexto, que «a coerência, a fiabilidade e a comparabilidade das estatísticas nacionais assentam na existência de normas e métodos estatísticos adequados e de utilização generalizada por todos os produtores de informação estatística oficial»; Tendo sido reconhecido como uma primeira prioridade «adoptar novas nomenclaturas estatísticas nacionais, em articulação com as mais actualizadas versões das nomenclaturas internacionais», designadamente a «Classificação Internacional de Doenças e Causas de Morte (CID)»; Considerando ainda que a 10ª Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID-10) foi aprovada em 1989 pela Conferência Internacional para a 10ª Revisão, sendo posteriormente adoptada pela 43ª Assembleia Mundial de Saúde: O Conselho Superior de Estatística, nos termos da alínea b) do nº 1 do artigo 10º da Lei nº 6/89, de 15 de Abril, decide aprovar a 10ª Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID-10), em anexo a esta deliberação e dela fazendo parte integrante, para utilização no âmbito do Sistema Estatístico Nacional a partir de 1 de Janeiro de de Maio de O Vice-Presidente do CSE, C. Corrêa Gago. - O Secretário do CSE, Pedro Jorge Nunes da Silva Dias. CID-10 Introdução Uma classificação de doenças pode ser definida como um sistema de categorias atribuídas a entidades patológicas segundo algum critério estabelecido. Existem vários eixos possíveis de classificação e aquele que vier a ser seleccionado depende da utilização das estatísticas elaboradas. Uma classificação estatística de doenças tem de incluir todas as entidades patológicas dentro de um número manuseável de categorias. A 10ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças e de Problemas Relacionados com a Saúde é a última de uma série que se iniciou em 1893 com a Classificação de Bertillon ou Lista Internacional de Causas de Morte. O vol. 2 contém uma revisão completa dos antecedentes históricos da elissificação. Mantém-se a

2 abreviatura familiar «CID», embora o título tenha sido alterado para tornar mais claro o conteúdo e a finalidade e ainda para indicar a extensão progressiva do âmbito da classificacão, que ultrapassa as doenças e lesões. Quando a classificação foi actualizada, houve a preocupação de agrupar as afecções de tal forma que pudesse ser utilizada para estudos epidemiológicos e para avaliação dos cuidados de saúde. O trabalho para a 10ª Revisão da CID iniciou-se em 1983 quando foi realizada uma reunião preparatória sobre a CID-10 em Genebra. O programa de trabalho foi conduzido Por meio de reuniões periódicas dos directores de centros colaboradores da OMS para a classificacão de doenças. O plano de acção foi estabeclecido em reuniões especiais, incluindo as do Comité de Peritos em Classificação Internacional de Doenças - 10ª Revisão, realizadas em 1984 e Além das contribuições técnicas oferecidas por vários grupos de especialistas bem como de peritos individuais muitos comentários e sugestões vieram dos países membros da OMS e das sedes regionais da OMS; esses comentários e sugestões resultaram da circulação, pelos países, em 1984 e 1986 das propostas da Revisão. Ficou claro, pelos comentários recebidos, que muitos utilizadores desejariam que a CID incluísse outros tipos de dados além da «informação diagnóstica» (no sentido mais amplo do termo) que sempre havia incluído. Visando atender às necessidade desses utilizadores, surgiu o conceito de uma «família» de classificações tendo como núcleo central a tradicional CID com a forma e estrutura já conhecidas. A CID, em si mesma, responderia às necessidades de informação diagnóstica para finalidades gerais. Uma variedade de outras classificações poderia ser aplicada em conjunto com a CID à mesma informação, utilizando abordagens diferentes, ou ser aplicada a informação diferente (nomedamente Procedimentos médicos e cirúrgicos e incapacidades). Seguindo as sugestões apresentadas quando se preparava a 9ª Revisão da Classificação de que uma estrutura básica diferente responderia melhor às necessidades dos muitos e variados utilizadores, foram avaliados vários modelos alternativos. Ficou claro, porém, que o modelo tradicional de classificação monoaxial e os outros aspectos da sua estrutura que valorizavam as afecções mais frequentes, as que custavam mais caro ou as de maior importância em saúde pública, tinha resistido ao tempo e que muitos utilizadores não se sentiam felizes com nenhum dos modelos propostos para substituir a CID tradicional. Por isso, como a observação da 10ª Revisão mostrará, foi mantida a estrutura tradicional da CID, utilizando-se, porém, um esquema de código alfanumérico substituindo o anterior, que era apenas numérico. Isso levou a um sistema com muito maior número de códigos deixando espaços para que em futuras revisões não haja quebra da ordenação, como acontecia nas revisões anteriores. Conteúdo dos três volumes da CID A apresentação da classificação foi alterada, passando a haver três volumes: Vol. 1 - Lista Tabular. - Este volume contém o relatório da Conferência Internacional para a 10ª Revisão, a classificação propriamente dita nos níveis de três e quatro caracteres, a classificação da morfologia de neoplasias, listas especiais de tabulação para mortalidade e para morbilidade, as definições e os regulamentos da nomenclatura; Vol. 2 - Manual de Instruções. - Este volume inclui as notas sobre a certificação médica e sobre a classificação, que antes estavam incluídas no vol. 1, agora com maior quantidade de informações e de orientações sobre o uso do vol. 1, sobre as tabulações e sobre o planeamento para o uso da CID, por se ter verificado que

3 faltava nas revisões anteriores. Inclui também a parte histórica, que anteriormente estava na introdução do vol. 1; Vol. 3 - Índice Alfabético. - Este volume apresenta o índice propriamente dito com uma introdução e maior quantidade de instruções sobre o seu uso. A Classificação foi aprovada pela Conferência Internacional para a 10ª Revisão em 1989 e adoptada pela 43ª Assembleia Mundial de Saúde pela seguinte resolução: A 43ª Assembleia Mundial de Saúde, tendo tomado conhecimento do relatório da Conferência Internacional para a 10ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças: 1. - Adopta o que se segue, recomendado pela Conferência: 1. A lista detalhada de categorias a três caracteres e subcategorias opcionais a quatro caracteres com as Listas Abreviadas de Tabulação para Mortalidade e para Morbilidade, constituindo a 10ª Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e de Problemas Relacionados com a Saúde, que deverá entrar em vigor em 1 de Janeiro de 1993; 2. As definições, normas e requisitos para informações relacionadas com as mortalidades materna, fetal, perinatal, neonatal e infantil; 3. As regras e instruções para as codificações da causa básica de mortalidade e da afecção principal em morbilidade Solicita ao director geral a publicação do Manual da Classificação Estatística Internacional de Doenças e de Problemas Relacionados com a Saúde Endossa as recomendações da Conferência relativas ao: 1. Conceito e implementação de uma família de classificações de doenças e de problemas relacionados com a saúde, tendo como núcleo central a Classificação Estatística Internacional de Doenças e de Problemas Relacionados com a Saúde, rodeado por várias classificações suplementares com ela relacionados e com a Nomenclatura Internacional de Doenças; 2. Estabelecimento de um processo de actualização durante o ciclo de 10 anos da revisão. Agradecimentos A revisão periódica da CID, desde a 6ª Revisão, vem sendo coordenada pela Organização Mundial de Saúde. Como o uso da classificação tem aumentado bastante, é compreensível que exista a vontade, entre os seus utilizadores, de contribuírem para o processo de revisão. A 10ª Revisão é o resultado de um vasto conjunto de actividades, cooperação e compromissos internacionais. A OMS reconhece com gratidão as contribuições de muitos indivíduos e grupos de especialistas nacionais e internacionais de numerosos países. Centros colaboradores da OMS para a classificação de doenças Existem actualmente nove centros colaboradores da OMS para a classificação de doenças e que prestam assistência aos países no desenvolvimento e na utilização de classificações relacionadas com a saúde e, particularmente, na utilização da CID. É importante que os países levem ao conhecimento do respectivo centro quaisquer problemas que eventualmente encontrem ao utilizar a CID e, especialmente, quando

4 uma nova doença é descrita e para a qual a CID não apresenta uma classificação apropriada. Até agora a CID não tem sido actualizada entre as revisões; entretanto foi proposta a introdução de mecanismos para, por intermédio dos centros, e quando necessário, prover códigos adequados para as novas doenças. Além dos centros colaboradores da OMS oficiais, existem vários centros de referência nacionais que os utilizadores podem inicialmente consultar quando houver necessidade. Existem três centros para utilizadores de idioma inglês. As comunicações devem ser endereçadas ao director, Centro Colaborador da OMS para a Classificação de Doenças, a saber: Office of Population Censuses and Surveys, St. Catherine s House, Kingsway 10, Londres WC2B 6JP, Reino Unido; National Center for Health Statistics, 6525 Belcrest Road, Hyattsville, MD 20782, Estados Unidos da América; Australian Institute of Health, GPO Box 570, Camberra ACT 2601, Austrália. Os outros seis centros, um para cada idioma ou grupo de idiomas, estão localizados nas seguintes instituições: Peking Union Medical College Hospital, Chinese Academy of Medical Sciences, Pequim , República Popular da China (para o chinês); Institut National de la Santé et de la Recherche Médicale, 44 Chemin de Ronde, F Le Vésinet, França (para o francês); Department of Social Medicine, University Hospital, S Upsália, Suécia (para os países nórdicos); Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, Avenida Dr. Arnaldo, 715, , São Paulo, SP, Brasil (para o português); The N. A. Semasko Institute, Ul. Obuha 12, Moscovo B-120, Federação Russa (para o russo); Centro Venezolano de Clasificacion de Enfermedades, Edificio Sur, 9º piso, M. S. A. S., Centro Simón Bolívar, P. 0. Box 6653, Caracas, Venezucla (para o espanhol). Relatório da Conferência Internacional para a 10ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças Preâmbulo A Conferência Internacional para a 10ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças foi convocada pela Organização Mundial de Saúde e realizada na sua sede em Genebra, de 26 de Setembro a 2 de Outubro de Participaram na Conferência delegados de 43 países membros: Angola; Austrália; Bahamas; Bélgica; Brasil; Bulgária; Burundi; Canadá; China; Chipre;

5 Cuba; Dinamarca; Emirados Árabes Unidos; Espanha; Estados Unidos da América; Finlândia; França; Hungria; Índia; Indonésia; Israel; Japão; Kuweit; Luxemburgo; Madagáscar; Mali; Malta; Moçambique; Nigéria; Países Baixos; Portugal; Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte; República da Coreia; República Democrática da Alemanha; República Federal da Alemanha; Senegal; Singapura; Suécia; Suíça; Tailândia; Uganda; União das Repúblicas Socialistas Soviéticas; Venezuela. Participaram na Conferência representantes das Nações Unidas, da Organização Internacional do Trabalho e dos centros regionais da OMS, bem como representantes do Conselho das Organizações Internacionais de Ciências Médicas e de 12 outras organizações não governamentais relacionadas com registos de cancro, surdez, epidemiologia, medicina de família, ginecologia e obstetrícia, hipertensão, documentação médica, medicina preventiva e social, neurologia, psiquiatria, reabilitação e doenças sexualmente transmissíveis. A Conferência adoptou uma agenda que incluía as propostas do conteúdo dos capítulos da 10ª Revisão, o material a ser incorporado no manual que vai ser publicado, o processo para a sua introdução e a família de classificações e temas relacionados. 1 - História e desenvolvimento das utilizações da Classificação Internacional de Doenças (CID) Na Conferência foi recordada a impressionante história de uma classificação estatística que remonta ao século XVIII. Enquanto as primeiras revisões da classificação diziam respeito somente às causas de morte, a partir da 6ª Revisão, em 1948, o seu

6 âmbito alargou-se, passando a incluir doenças não fatais. Esta expansão continuou com a 9ª Revisão, que contém algumas inovações para atender às necessidades estatísticas das mais diversas organizações. Acresce também que, na Conferência Internacional para a 9ª Revisão (Genebra, 1975), foram feitas e aprovadas recomendações no sentido de serem publicadas classificações suplementares de procedimentos em medicina e de deficiências, incapacidades e desvantagens, para serem utilizadas com fins experimentais. 2 - Retrospectiva das actividades de preparação das propostas para a 10ª Revisão da CID As propostas apresentadas na Conferência foram o resultado de uma grande quantidade de actividades, não somente na OMS mas em todo o mundo. O programa de trabalho foi orientado por reuniões periódicas dos directores dos centros colaboradores da OMS para a classificação de doenças. O plano de acção foi estabelecido em reuniões especiais; o Comité de Peritos para a Classificação Internacional de Doenças - 10ª Revisão, que se reuniu em 1984 e 1987, decidiu sobre as orientações que o trabalho deveria seguir e sobre a forma das propostas finais. Grande parte das actividades preparatórias foi dedicada a uma revisão radical sobre a adequação da estrutura da CID - uma classificação essencialmente estatística de doenças e de outros problemas de saúde - para responder a uma variedade de necessidades quer para mortalidade quer para dados de cuidados de saúde. Foram estudadas maneiras de estabilizar o sistema de códigos visando minimizar a descontinuidade em sucessivas revisões, bem como a possibilidade de conseguir um melhor equilíbrio entre o conteúdo dos diferentes capítulos da CID. Mesmo com uma nova estrutura, tornou-se evidente que uma classificação não poderia atender a todas as necessidades. Por esta razão desenvolveu-se o conceito de uma «família» de classificações em que a CID constitui o seu núcleo ou centro e à qual caberia dar resposta na área tradicional das estatísticas de mortalidade e morbilidade. Às necessidades sentidas de ter classificações mais detalhadas, menos detalhadas ou classificações diferentes e assuntos relacionados seria dada resposta através de outros membros da família. Foram investigados, pelos centros colaboradores, vários modelos opcionais para a estrutura da CID. Os resultados, porém, mostraram que cada um desses modelos apresentava aspectos não satisfatórios e que nenhum deles tinha vantagens suficientes em relação à estrutura existente a ponto de justificar a sua substituição. Reuniões especiais para avaliar a 9ª Revisão confirmaram que, apesar de alguns utilizadores potenciais não julgarem conveniente a estrutura da CID, havia uma grande quantidade de utilizadores satisfeitos que identificavam muitas vantagens inerentes, mesmo existindo algumas inconsistências aparentes, e que expressaram o desejo de continuar com a forma actual. Foram analisados vários esquemas com notação alfanumérica visando produzir uma estrutura de códigos que oferecesse um melhor equilíbrio entre os capítulos e permitisse ter espaço suficiente para acréscimos e mudanças futuras sem interromper a ordem dos códigos. As decisões tomadas sobre esses assuntos abriram caminho para a preparação das minutas sucessivas sobre as propostas dos capítulos para a 10ª Revisão. Essas minutas circularam duas vezes, para comentários, entre os países membros e foram igualmente revistas por outros interessados em reuniões de directores dos centros e pelo Cormité de Peritos.

7 A unidade da OMS responsável pela CID e os centros colaboradores receberam opiniões e orientações de um grande número de associações de especialistas, de alguns peritos individuais e de outras unidades da OMS em Genebra e nas sedes regionais da OMS que deram um grande contributo na preparação das propostas e outros materiais apresentados à Conferência. A OMS reconhece, agradecida, esse auxílio. 3 - Características gerais e conteúdo da proposta para a 10ª Revisão da CID A principal inovação das propostas para a 10ª Revisão foi o uso de um esquema de código alfanumérico que consiste em uma letra seguida de três dígitos ao nível de quatro caracteres. Este facto mais que duplicou o tamanho do conjunto de códigos quando se compara com a 9ª Revisão e possibilitou que, para a grande maioria dos capítulos, fosse atribuída uma única letra, cada uma das quais possibilitando 100 categorias de três caracteres. Foram utilizadas 25 letras das 26 existentes. A letra U não foi utilizada e poderá servir para adições e alterações futuras, bem como para possíveis classificações provisórias visando resolver dificuldades que venham a surgir entre as revisões, em âmbito nacional ou internacional. Decidiu-se que algumas categorias de três caracteres ficassem vazias para expansões e revisões futuras, variando o seu número de acordo com os capítulos: os que têm eixo de classificação primariamente anatómico têm menor número de categorias vazias, visto que se considerou que as modificações futuras seriam mais limitadas. A 9ª Revisão continha 17 capítulos e duas classificações suplementares: a Classificação Suplementar de Causas Externas de Lesões e de Envenenamentos (código E) e a Classificação Suplementar de Factores Influenciando o Estado de Saúde e de Contacto com Serviços de Saúde (código V). De acordo com a recomendação da Reunião Preparatória sobre a 10ª Revisão (Genebra, 1983) e endossados nas reuniões seguintes, estes dois capítulos não seriam mais considerados como suplementares mas sim incluídos como parte do núcleo da classificação. A ordem de entrada dos capítulos nas propostas para a 10ª Revisão foi, inicialmente, a mesma da 9ª Revisão. Entretanto, para tornar mais eficiente o uso dos espaços disponíveis, as alterações do mecanismo imunitário foram incluídas juntamente com as doenças do sangue e dos órgãos bematopoéticos, enquanto na 9ª Revisão elas estavam incluídas nas doenças endócrinas, da nutrição e do metabolismo. O novo capítulo «Doenças do sangue e dos órgãos hematopoéticos algumas alterações do sistema imunitário» segue o capítulo «Tumores [neoplasias]» com o qual partilha a letra D. Durante a elaboração dos primeiros rascunhos do capítulo «Doenças do sistema nervoso e dos órgãos dos sentidos» ficou claro que não poderiam ser contemplados todos os pormenores necessários sob uma única letra com as 100 categorias de três caracteres. Foi decidido então criar três capítulos independentes - «Doenças do sistema nervoso», com a letra G, e dois outros capítulos, «Doenças do olho e anexos» e «Doenças do ouvido e da apófise mastoideia», que partilham a letra H. Os quatro capítulos intitulados «Doenças do aparelho geniturinário», «Gravidez, parto e puerpério», «Algumas afecções originadas no período perinatal» e «Malformações congénitas e anomalias cromoss6micas» foram reagrupados com os números XIV a XVII. Com a inclusão das antigas classificações suplementares como parte da classificação central e com a criação de dois novos capítulos, o número total de capítulos na proposta para a 10ª Revisão passou para 21. Os títulos de alguns capítulos foram rectificados com a finalidade de indicar melhor o seu conteúdo. Foram realizados alguns estudos de campo nos casos de propostas de alterações

8 radicais na CID. Este facto ocorreu com os seguintes capítulos: V, «Perturbações mentais e do comportamento»; XIX, «Lesões traumáticas, envenenamentos e algumas outras consequências de causas externas»; XX, «Causas externas de morbilidade e de mortalidade». Para o capítulo II, «Tumores [neoplasias]», também foi realizado teste de campo, ainda que as mudanças no seu conteúdo tenham sido menores. Alguns aspectos novos das propostas para a 10ª Revisão são os seguintes: As notas de exclusão no início de cada capítulo foram expandidas para explicar a hierarquia relativa dos capítulos e tornar claro que, para a codificação, o grupo especial de capítulos tem prioridade sobre os que se referem a órgãos e sistemas e que, entre os especiais, «Gravidez, parto e puerpério» e «Algumas afecções originadas no período perinatal» têm prioridade sobre os outros; Também, no início de cada capítulo, se apresenta uma descrição dos agrupamentos de categorias de três caracteres e, quando for o caso, das categorias com asterisco. Isso foi feito com o objectivo de esclarecer sobre a estrutura dos capítulos e para facilitar o uso das categorias de asterisco; As notas na lista tabular aplicam-se a todos os usos da classificação; se existir uma nota apropriada somente para morbibdade ou somente para mortalidade, ela estará incluída nas notas especiais que aparecem nas regras de codificação de morbilidade ou nas regras de codificação de mortalidade; A 9ª Revisão identificava algumas afecções como sendo induzidas por drogas; esta abordagem continuou a ser feita na preparação das propostas para a 10ª Revisão e muitas delas são agora identificadas separadamente. Uma importante inovação foi a criação, no final de alguns capítulos, de categorias para alterações consequentes a procedimentos. Estas categorias identificam afecções importantes que constituem, por si mesmas, problemas de assistência médica e incluem como exemplos doenças endócrinas e metabólicas que surgem após a remoção de um órgão ou outras afecções específicas como a síndroma de dumping após gastrectomia. Outras afecções pós-procedimento que não são específicas de um órgão ou sistema, incluindo complicações imediatas como a embolia gasosa e o choque pós-operatório, continuam a ser classificadas no capítulo «Usões traumáticas, envenenamentos e algumas outras consequências de causas externas». Outra mudança verificada foi: na 9ª Revisão os títulos das subcategorias de quatro dígitos tinham, muitas vezes, de ser lidos juntamente com os títulos das categorias de três dígitos para se apreender o significado completo da subcategaria. Na proposta da 10ª Revisão apresentada na Conferência, os títulos são, quase sempre, completos e podem ser entendidos por si mesmos. O esquema de classificação dupla para etiologia e manifestação, conhecido como sistema de cruz e asterisco, introduzido na 9ª Revisão, tem sido motivo de algumas críticas. Estas dizem respeito, principalmente, ao facto de a classificação frequentemente conter uma mistura de manifestação e outra informação aos níveis de três e quatro dígitos, aparecendo nos dois eixos os mesmos termos diagnósticos. Também é considerado por muitos como um sistema pouco abrangente. Para superar tais problemas, na proposta para a 10ª Revisão, os códigos com asterisco aparecem, para uso opcional, em 82 categorias homogéneas de três caracteres. Desta maneira, é possível que aqueles diagnósticos contendo informações sobre uma doença básica generalizada e uma manifestação ou complicação em um determinado órgão ou localização recebam dois códigos, possibilitando a recuperação ou tabulação de acordo

9 com os dois eixos. Estas características da proposta para a 10ª Revisão foram aceites pela Conferência. Cada um dos capítulos foi apresentado na Conferência com a descrição das alterações introduzidas em relação à 9ª Revisão e com as informações que fundamentaram determinadas inovações. Algumas questões relativas às alterações na estrutura e no conteúdo dos capítulos foram discutidas na Conferência, alcançando-se um acordo sobre a continuidade a executar e as modificações a realizar pelo secretariado. 4 - Critérios e definições relacionados com a saúde materna e infantil A Conferência considerou com interesse as recomendações sobre as definições, critérios e requisitos relacionados com as mortalidades materna, fetal, perinatal, neonatal e infantil para a 10ª Revisão. Estas recomendações resultaram de uma série de encontros e consultas especiais que tinham como objectivo melhorar a comparabilidade dos dados. A Conferência concordou que seria desejável manter as definições de nado-vivo e de feto-morto da forma como estavam na 9ª Revisão. Após algumas discussões, a Conferência organizou um grupo de trabalho sobre o tema da mortalidade materna e, com base na recomendação feita, após esta reunião, concordou em manter a definição de mortalidade materna como foi apresentada na 9ª Revisão. A fim de melhorar a qualidade dos dados sobre mortalidade materna e possibilitar métodos alternativos de colheita dos dados sobre mortes ocorridas durante a gestação ou relacionadas com ela, bem como para incentivar o registo dos óbitos por causas obstétricas ocorridos depois de 42 dias após o termo da gestação, o grupo de trabalho formulou duas definições adicionais, para «mortes relacionadas com a gravidez» e para «morte materna tardia». Elas estão incluídas no item «Definições». A Conferência recomendou que os países considerem a inclusão, nos certificados de óbito, de questões relacionadas com a gestação actual e com a gestação existente no último ano que antecedeu a morte. A Conferência concordou que, como o número de nados-vivos é universalmente mais disponível que o número total de nascimentos (nados-vivos mais fetos-mortos), o mesmo deverá ser utilizado como denominador nas taxas relacionadas com a mortalidade materna tal como vem referido no vol. 2. No que se refere às mortalidades perinatal, neonatal e infantil, foi enfaticamente recomendado que nas publicações as taxas baseidas em coortes de nascimentos sejam assim identificadas e diferenciadas. A Conferência confirmou a prática de expressar a idade em unidades de tempo completas e deste modo designou o primeiro dia de vida como dia zero. A Conferência recomendou a inclusão, no manual da 10ª Revisão da CID, de definições, critérios e requisitos para a apresentação de dados relacionados com as mortalidades materna, fetal, perinatal, neonatal e infantil. 5 - Regras de selecção e codificação e listas tabulares Regras de selecção e codificação para mortalidade A Conferência foi informada sobre o processo para a revisão das regras de selecção e modificação da causa básica de morte e das notas associadas, da forma como apareciam na 9ª Revisão, o que resultou em várias recomendações de mudanças para as regras e mudanças extensivas nas notas.

10 A Conferência recomendou que as regras para a selecção da causa básica da morte para tabulações primárias de mortalidade, tal como aparecem na 9ª Revisão da CID, sejam substituídas na 10ª Revisão (por aquelas contidas no vol. 2). A Conferência foi informada de que notas adicionais para uso na codificação da causa básica e na interpretação das menções de causas de morte foram planeadas e estavam a ser revistas. Como o objectivo dessas notas é tornar mais consistente a codificação, a Conferência concordou que elas fossem incorporadas na 10ª Revisão. A Conferência tomou conhecimento do uso da metodologia de causas múltiplas de morte para a codificação e análise das causas de morte. Ela expressou o seu estímulo a estas actividades, mas não recomendou que a 10ª Revisão contenha qualquer regra particular ou método de análise a serem seguidos. Considerando o modelo internacional de atestado médico de causa de morte, o Comité de Peritos reconheceu que a situação da população idosa com uma maior proporção de óbitos, envolvendo múltiplos processos patológicos, e os efeitos de intervenções terapêuticas associadas tendem a aumentar o número de doenças declaradas entre a causa básica e a causa directa da morte: isto significa que um número crescente de afecções estavam a ser citadas no atestado de óbito em muitos países. Isto levou o Comité a recomendar a inclusão de uma linha adicional (d) na parte I no atestado médico do óbito. A Conferência, portanto, recomendou que, onde houver necessidade, os países considerem a possibilidade de incluir uma linha adicional (d) na parte I do certificado médico de causa de morte Regras de selecção e codificação para morbilidade A 9ª Revisão apresentou, pela primeira vez, uma orientação para o registo, a codificação e principalmente para a selecção de uma afecção única para a elaboração das estatísticas de morbilidade. A experiência do uso dessas definições e regras da 9ª Revisão mostrou que elas são úteis e gerou pedidos para que fossem mais bem esclarecidas no sentido de serem utilizadas para o registo de informações sobre diagnósticos resultantes de consultas ou episódios de atendimento, assim como para situações onde houver um problema específico. A Conferência endossou as recomendações da Conferência para a Revisão de 1975 sobre a afecção a ser seleccionada para análise por causa única de qualquer episódio de cuidados de saúde e, quando possível, a codificação de causas múltiplas, o que permite uma análise suplementar das estatísticas de rotina. Determinou-se que a 10ª Revisão esclareça que a orientação deve ser utilizada apenas quando a tabulação da «afecção principal» de um episódio ou consulta tenha sido adequada e quando a conceito de «episódio per se» tenha sido relevante na maneira de organizar a colheita dos dados. A Conferência, portanto, recomendou que uma orientação adicional sobre o registo e a codificação de morbilidade seja incluída na 10ª Revisão, e que as definições de «afecção principal» e «outras afecções» devam ser incorporadas, bem como as regras de modificação para casos onde a «afecção principal» for incorrectamente anotada (esses tópicos estão incluídos no vol. 2). A Conferência também recomendou que em casos onde a «afecção principal» seja passível de código duplo, previsto pela CID, ambos, o código cruz e o código asterisco, devem ser registados, permitindo uma tabulação alternativa. A Conferência concordou que notas e exemplos esclarecedores devam ser adicionados com a finalidade de permitir maior compreensão.

11 5.3 - Listas para tabulação de mortalidade e morbilidade A Conferência foi informada sobre as dificuldades do uso da Lista Básica para Tabulação baseada na 9ª Revisão e sobre as actividades, particularmente da OMS, para desenvolver novas listas para a tabulação e a publicação dos dados de mortalidade. Neste processo tornou-se claro que, em muitos países, a mortalidade de menores de 5 anos tem sido um indicador melhor do que a mortalidade infantil, e portanto é preferível ter uma lista que inclua mortes infantis e mortes de crianças até 5 anos de idade do que apenas a lista para mortalidade infantil. Foram preparadas, para serem consideradas pela Conferência, duas versões para a lista de mortalidade geral e para a lista de mortalidade infantil e de crianças; a segunda versão de cada uma inclui os títulos dos capítulos e rubricas residuais para os capítulos, se necessário. Na sequência da preocupação manifestada durante a apreciação das listas de mortalidade, reuniu-se um grupo de trabalho que considerou a possibilidade de inclusão de alguns itens adicionais. O relatório do grupo de trabalho foi aceite pela Conferência e está consubstanciado nas listas de mortalidade. Em relação às listas de tabulação de morbilidade, a Conferência reviu ambas as propostas, a lista para a tabulação e um modelo de lista baseada nos títulos dos capítulos, com itens seleccionados e incluídos como exemplos sob cada título. A aplicabilidade, em sentido amplo, dessas listas para morbilidade foi motivo de preocupação. Houve consenso geral em considerar que as listas tal como foram apresentadas eram provavelmente mais adequadas para morbilidade hospitalar, e foi sentida a necessidade de maiores esforços para desenvolver uma lista aplicável a outros tipos de atendimentos de morbilidade e, também, que ambas as listas de tabulação de morbilidade e mortalidade devessem ser acompanhadas de explicações e instruções apropriadas à utilização da 10ª Revisão. Como consequência da preocupação da Conferência e das conclusões do grupo de trabalho, a Conferência concordou que as listas de tabulação e de publicação estejam contidas na 10ª Revisão, enquanto se procuram títulos mais esclarecedores para essas listas. Concordou-se também em desenvolver uma segunda versão da lista de tabulação para morbilidade com a finalidade de facilitar a tabulação alternativa das categorias de asterisco. 6 - Família de classificações Durante a preparação da 9ª Revisão percebeu-se que a CID sozinha não poderia abranger todas as informações necessárias e que apenas uma «família» de classificações sobre doenças e outros problemas relacionados com a saúde poderia responder às várias necessidades em saúde pública. Desde o final da década de 70, várias soluções possíveis têm sido consideradas, uma das quais considerava uma classificação central (CID) com uma série de módulos, alguns hierarquicamente relacionados e outros de carácter suplementar. A Conferência recomendou que o conceito de família de classificações de doenças e problemas relacionados com a saúde deva ser seguido pela OMS. Visando manter a integridade da CID e o conceito de família, a Conferência recomendou que, com a finalidade de manter a comparabilidade internacional, nenhuma mudança deva ser realizada no conteúdo (como indicado pelo título) das categorias de três algarismos e nas subcategorias de quatro caracteres da 10ª Revisão durante a fase de

12 preparação, tradução ou adaptação, excepto as autorizadas pela OMS. O Secretariado da OMS é o responsável pela CID e actua como centro de referência para qualquer publicação (excepto as publicações das estatísticas nacionais) ou para traduções a partir da CID. A OMS deve ser prontamente notificada sobre a intenção de produzir traduções e adaptações ou qualquer outra classificação relacionada com a CID. A Conferência viu com interesse a apresentação do uso e da ligação entre diferentes membros da família da CID na avaliação médico-social e multidimensional dos idosos não apenas em relação à saúde mas também nas actividades diárias e nos ambientes social e físico. Foi mostrado que poderiam ser obtidas boas informações através do uso da CID e da Classificação Internacional das Deficiências, Incapacidades e Desvantagens (International Classification of Impairments, Disabilities and Handicaps) e especificamente através do uso de códigos do capítulo XXI proposto para a 10ª Revisão. 7 - Execução de 10ª Revisão da CID A Conferência foi informada sobre a intenção da OMS de publicar a versão detalhada de quatro caracteres da 10ª Revisão em três volumes: um contendo a Lista Tabular, o segundo contendo todas as definições relacionadas com a CID, bem como os critérios, regras e instruções, e um terceiro volume com o índice alfabético. A Conferência foi ainda informada de que a versão de três caracteres da 10ª Revisão seria publicada como um único volume que incluiria na Lista Tabular todas as notas de inclusão e de exclusão. Conteria também todas as definições, critérios, regras e instruções e um índice alfabético resumido. Os países membros que pretenderem produzir versões da 10ª Revisão nas suas respectivas línguas devem notificar a OMS sobre as suas intenções. Cópias dos projectos da CID em versões de três e de quatro caracteres devem ser colocadas à disposição pela OMS, tanto na forma impressa como por meio de suporte informático. Com respeito à forma física das páginas e ao tipo a ser utilizado, tanto para a Lista Tabular como para o índice alfabético, a Conferência recebeu garantias de que as recomendações dos directores de centros e as observações dos codificadores seriam levadas em consideração e que todos os esforços seriam feitos para melhorar os referidos aspectos em relação aos apresentados na 9ª Revisão. Assim como na 9ª Revisão, foi definida a necessidade de elaborar material para a orientação e treino dos codificadores, com o auxílio dos centros colaboradores. Os cursos de formação seriam da responsabilidade das sedes regionais da OMS e de cada país. Estes devem ocorrer a partir do final de 1991 até Dezembro de 1992, de modo a terminar antes do início do uso da 10ª Revisão. Será elaborado pela OMS material para a formação básica de novos utilizadores da CID. Não está contudo planeado iniciar cursos antes de Como foi citado acima, a OMS disponibiliza a 10ª Revisão (tanto a Lista Tabular como o índice alfabético) em suporte informático. No futuro, com o auxílio dos centros colaboradores, outros programas estarão disponíveis. Um programa que faça a conversão da 9ª Revisão para a 10ª, e o inverso, poderá estar disponível antes da entrada em vigor da 10ª Revisão. Como as actividades aprovadas pelo Comité de Peritos se desenvolvem de acordo com o programado, a Conferência recomendou que a 10ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças entre em vigor em 1 de Janeiro de Futuras revisões da CID

13 A Conferência discutiu as dificuldades apresentadas durante o longo período de uso da 9ª Revisão, principalmente o facto de novas doenças terem aparecido e a falta de um sistema de actualização que as inserisse na classificação. Discutiram-se as várias sugestões de processos para superar essas dificuldades e evitar problemas semelhantes na 10ª Revisão. Ficou clara a necessidade de troca de informações entre países, no sentido de padronizar o uso da 10ª Revisão, mas qualquer mudança a ser introduzida durante o tempo de utilização da Revisão deve ser considerada com bastante cuidado, pois pode apresentar um impacto na análise e nas tendências.discutiu-se que tipo de reunião seria adequado para apreciar essas mudanças e o uso potencial da letra U, que está vaga, como código novo ou temporário. Concordou-se que não seria viável ter revisões em períodos de tempo inferiores a 10 anos. Com base nas necessidades expressas e no facto de que não seria apropriado tentar definir o processo exacto a ser usado, a Conferência recomendou que a próxima Conferência Internacional para Revisão deva ser realizada dentro de 10 anos e que a OMS aprove o princípio de um processo de actualização no período entre duas conferências de revisão e considere os meios para que esta actualização seja posta em prática. 9 - Adopção da 10ª Revisão da CID A Conferência fez a seguinte recomendação: Tendo considerado as propostas preparadas pela Organização, com base nas recomendações do Comité de Peritos sobre a Classificação Internacional de Doenças - 10ª Revisão; Reconhecendo a necessidade de proceder a ligeiras modificações que reflictam os comentários sobre pequenos detalhes feitos pelos Estados membros durante a Conferência: Recomendou que os capítulos revistos que foram propostos com as categorias de três caracteres e as subcategorias de quatro caracteres e as Listas Abreviadas de Tabulação para Morbilidade e Mortalidade constituam a 10ª Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde. o o keywords: ICD-10, D.R.: Classificações, Diário da República, Min. Equip. Planeam. Admin. Te, Conselho Superior Estatística autores: Gago, C. Corrêa; Dias, Pedro Jorge Nunes da Silva

14 10ª Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID-10) Lista de categorias a três caracteres (Anexo à Deliberação nº 131/97, Diário da República II Série Nº /07/1997) Capítulo I: Algumas doenças infecciosas e parasitárias (A00-B99) A00-A09 - Doenças infecciosas intestinais: A00 Cólera. A01 Febres tifóide e paratifóide. A02 Outras infecções por Salmonella. A03 Shigelose. A04 Outras infecções intestinais bacterianas. A05 Outras intoxicações alimentares bacterianas. A06 Amebíase. A07 Outras doenças intestinais por protozoários. A08 Infecções intestinais virais, e outras especificadas. A09 Diarreia e gastrenterite de origem infecciosa presumível. A15-A19 - Tuberculose: A15 Tuberculose respiratória, com confirmação bacteriológica e histológica. A16 Tuberculose das vias respiratórias, sem confirmação bacteriológica ou histológica. A17 Tuberculose do sistema nervoso. A18 Tuberculose de outros órgãos. A19 Tuberculose miliar. A20-A28 - Algumas doenças bacterianas zoonóticas: A20 Pelagra. A21 Tularemia. A22 Carbúnculo (antraz). A23 Brucelose. A24 Mormo e melioidose. A25 Febres transmitidas por mordedura de rato. A26 Erisipelóide. A27 Leptospirose. A28 Outras doenças bacterianas zoonóticas não classificadas em outra parte. A30-A49 - Outras doenças bacterianas: A30 Doença de Hansen (lepra). A31 Infecções devidas a outras micobactérias. A32 Listeriose (listeríase). A33 Tétano do recém-nascido (neonatal). A34 Tétano obstétrico. A35 Outros tétanos. A36 Difteria. A37 Tosse convulsa (coqueluche).

15 A38 Escarlatina. A39 Infecção meningocócica. A40 Septicemia estreptocócica. A41 Outras septicemias. A42 Actinomicose. A43 Nocardiose. A44 Bartonelose. A46 Erisipela. A48 Outras doenças bacterianas não classificadas em outra parte. A49 Infecção bacteriana de local não especificado. A50-A64 - Infecções de transmissão predominantemente sexual: A50 Sífilis congénita. A51 Sífilis precoce. A52 Sífilis tardia. A53 Outras formas e as não especificadas de sífilis. A54 Infecção gonocócica. A55 Linfogranuloma venéreo (por clamídia). A56 Outras infecções causadas por clamídias transmitidas por via sexual. A57 Cancro mole. A58 Granuloma inguinal. A59 Tricomoníase. A60 Infecções anogenitais pelo vírus do herpes (herpes simples). A63 Outras doenças de transmissão predominantemente sexual, não classificadas em outra parte. A64 Doenças de transmissão sexual, não especificadas. A65-A69 - Outras doenças por espiroquetas: A65 Sífilis não venérea. A66 Bouba. A67 Pinta (carate). A68 Febres recorrentes (borrelioses). A69 Outras infecções por espiroquetas. A70-A74 - Outras doenças causadas por clamídias: A70 Infecção causada por Chlamydia psittaci. A71 Tracoma. A74 Outras doenças causadas por clamídias. A75-A79 - Rickettsioses: A75 Tifo exanternático. A77 Febre escaro nodular [rickettsioses transmitidas por carraças (carrapatos)]. A78 Febre Q A79 Outras rickettsioses. A80-A89 - Infecções virais do sistema nervoso central: A80 Poliomielite aguda. A81 Infecções por vírus lentos do sistema nervoso central. A82 Raiva. A83 Encefalite por vírus transmitidos por mosquitos.

16 A84 Encefalite por vírus transmitidos por carraças (carrapatos). A85 Outras encefalites virais, não classificadas em outra parte. A86 Encefalite viral, não especificada. A87 Meningite viral. A88 Outras infecções virais do sistema nervoso central não classificadas em outra parte. A89 Infecções virais não especificadas do sistema nervoso central. A90-A99 - Febres por arbovírus e febres hemorrágicas virais: A90 Dengue (dengue clássico). A91 Febre hemorrágica devida ao vírus do dengue. A92 Outras febres virais transmitidas por mosquitos. A93 Outras febres virais transmitidas por artrópodes não classificadas em outra parte. A94 Febre viral transmitida por artrópodes, não especificada. A95 Febre amarela. A96 Febre hemorrágica por arenavírus. A98 Outras febres bemorrágicas por vírus, não classificadas em outra parte. A99 Febres hemorrágicas virais não especificadas. B00-B09 - Infecções virais caracterizadas por lesões de pele e mucosas: B00 Infecções pelo vírus do herpes (herpes simples). B01 Varicela. B02 Herpes zoster (zona). B03 Varíola. B04 Varíola dos macacos (Monkeypox). B05 Sarampo. B06 Rubéola. B07 Verrugas de origem viral. B08 Outras infecções virais caracterizadas por lesões da pele e das membranas mucosas, não classificadas em outra parte. B09 Infecção viral não especificada caracterizada por lesões da pele e membranas mucosas. B15-B19 - Hepatite viral: B15 Hepatite aguda A. B16 Hepatite aguda B. B17 Outras hepatites virais agudas. B18 Hepatite viral crónica. B19 Hepatite viral não especificada. B20-B24 - Doenças pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH): B20 Doença pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH), facilitando outras doenças infecciosas e parasitárias. B21 Doença pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH), facilitando neoplasias malignas. B22 Doença pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH), facilitando outras doenças especificadas. B23 Doença pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH), facilitando outras condições. B24 Doença pelo vírus da imunodefíciência humana (VIH) não especificada.

17 B25-B34 - Outras doenças por vírus: B25 Doença por citomegalovírus. B26 Papeira (parotidite epidémica). B27 Mononucleose infecciosa. B30 Conjuntivite viral. B33 Outras doenças por vírus não classificadas em outra parte. B34 Doenças por vírus, de localização não especificada. B35-B49 - Micoses: B35 Dermatofitose. B36 Outras micoses superficiais. B37 Candidíase. B38 Coccidiomicose. B39 Histoplasmose. B40 Blastomicose. B41 Paracoccidiomicose. B42 Esporotricose. B43 Cromomicose e abcesso feomicótico. B44 Aspergilose. B45 Criptococose. B46 Zigomicose (ficomicose). B47 Micetoma. B48 Outras micoses não classificadas em outra parte. B49 Micose não especificada. B50-B64 - Doenças devidas a protozoários: B50 Malária por Plasmodium falciparum (febre terçã maligna) (paludismo). B51 Malária por Plasmodium vivax (febre terçã benigna) (paludismo). B52 Malária por Plasmodium malariae (febre quartã) (paludismo). B53 Outras formas de malária confirmadas por exames partasitológicos (paludismo). B54 Malária não especificada (paludismo). B55 Leishmaníase. B56 Tripanosomíase africana. B57 Doença de Chagas. B58 Toxoplasmose. B59 Pneumocistose. B60 Outras doenças devidas a protozoários, não classificadas em outra parte. B64 Doença não especificada devida a protozoários. B65-B83 - Helmintíases. B65 Schistosomíase (bilharziose) (bilharzíase). B66 Outras infestações por tremátodes. B67 Equinococose. B68 Infestação por ténia. B69 Cisticercose. B70 Difilobotríase e esparganose. B71 Outras infestações por cestóides. B72 Dracontíase (dracunculose). B73 Oncocercose. B74 Filaríase.

18 B75 Triquiníase (triquinose). B76 Ancilostomíase. B77 Ascaridíase. B78 Estrongiloidíase. B79 Tricuríase. B80 Oxiuríase. B81 Outras helmintíases intestinais não classificadas em outra parte. B82 Parasitose intestinal não especificada. B83 Outras helmintíases. B85-B89 - Pediculose, acaríase e outras infestações: B85 Pediculose e ftiríase. B86 Escabiose (sarna). B87 Miíase. B88 Outras infestações. B89 Doença parasitária não especificada. B90-B94 - Sequelas de doenças infecciosas e parasitárias: B90 Sequelas de tuberculose. B91 Sequelas de poliomielite. B92 Sequelas da doença de Hansen (lepra). B94 Sequelas de outras doenças infecciosas e parasitárias e das não especificadas. B95-B97 - Agentes de infecções bacterianas, virais e outros agentes infecciosos: B95 Estreptococos e estafilococos como causa de doenças classificadas em outros capítulos. B96 Outras bactérias como causa de doenças classificadas em outros capítulos. B97 Vírus como causa de doenças classificadas em outros capítulos. B99-B99 - Outras doenças infecciosas: B99 Outras doenças infecciosas e as não especificadas. C00-C97 - Tumores malignos: Capítulo II: Tumores (neoplasias) (C00-D48) C00-C14 - Tumores malignos do lábio, cavidade oral e faringe: C00 Tumor maligno do lábio. C01 Tumor maligno da base da língua. C02 Tumor maligno de outras partes e de partes não especificadas da língua. C03 Tumor maligno da gengiva. C04 Tumor maligno do pavimento da boca. C05 Tumor maligno do palato. C06 Tumor maligno de outras partes e de partes não especificadas da boca. C07 Tumor maligno da glândula parótida. C08 Tumor maligno de glândulas salivares principais, outras e não especificadas. C09 Tumor maligno da amígdala. C10 Tumor maligno da orofaringe. C11 Tumor maligno da nasofaringe. C12 Tumor maligno do seio piriforme.

19 C13 Tumor maligno da hipofaringe. C14 Tumor maligno de outras localizações e de localizações mal definidas, do lábio, cavidade oral e faringe. C15-C26 - Tumores malignos dos órgãos digestivos: C15 Tumor maligno do esófago. C16 Tumor maligno do estômago. C17 Tumor maligno do intestino delgado. C18 Tumor maligno do cólon. C19 Tumor maligno da junção rectossigmoideia. C20 Tumor maligno do recto. C21 Tumor maligno do ânus e do canal anal. C22 Tumor maligno do fígado e das vias biliares intra-hepáticas. C23 Tumor maligno da vesícula biliar. C24 Tumor maligno de outras partes e de partes não especificadas das vias biliares. C25 Tumor maligno do pâncreas. C26 Tumor maligno de outros órgãos digestivos e de localizações mal defmidas no aparelho digestivo. C30-C39 - Tumores malignos do aparelho respiratório e dos órgãos intratorácicos: C30 Tumor maligno da cavidade nasal e do ouvido médio. C31 Tumor maligno dos seios da face. C32 Tumor maligno da laringe. C33 Tumor maligno da traqueia. C34 Tumor maligno dos brônquios e dos pulmões. C37 Tumor maligno do timo. C38 Tumor maligno do coração, mediastino e plcura. C39 Tumor maligno de outras localizações e de localizações mal definidas do aparelho respiratório e dos órgãos intratorácicos. C40-C41 - Tumores malignos dos ossos e das cartilagens articulares: C40 Tumor maligno dos ossos e cartilagens articulares dos membros. C41 Tumor maligno dos ossos e das cartilagens articulares de outras localizações e de localizações não especificadas. C43-C44 - Melanoma e outros tumores malignos da pele: C43 Melanoma maligno da pele. C44 Outras neoplasias malignas da pele. C45-C49 - Tumores malignos do tecido mesotelial e tecidos moles: C45 Mesotelioma. C46 Sarcoma de Kaposi. C47 Tumor maligno dos nervos periféricos e do sistema nervoso autónomo. C48 Tumor maligno dos tecidos moles do retroperitoneu e do peritoneu. C49 Tumor maligno do tecido conjuntivo e de outros tecidos moles. C50-C50 - Tumores malignos da mama: C50 Tumor maligno da mama. C51-C58 - Tumores malignos dos órgãos genitais femininos:

20 C51 Tumor maligno da vulva. C52 Tumor maligno da vagina. C53 Tumor maligno do colo do útero. C54 Tumor maligno do corpo do útero. C55 Tumor maligno do útero, localização não especificada. C56 Tumor maligno do ovário. C57 Tumor maligno de outros órgãos genitais femininos e dos não especificados. C58 Tumor maligno da placenta. C60-C63 - Tumores malignos dos órgãos genitais masculinos: C60 Tumor maligno do pénis. C61 Tumor maligno da próstata. C62 Tumor maligno dos testículos. C63 Tumor maligno de outros órgãos genitais masculinos e dos não especificados. C64-C68 - Tumores malignos do aparelho urinário: C64 Tumor maligno do rim, excepto pelve renal. C65 Tumor maligno da pelve renal. C66 Tumor maligno dos ureteres. C67 Tumor maligno da bexiga. C68 Tumor maligno de outros órgãos urinários e dos não especificados. C69-C72 - Tumores malignos dos olhos, do encéfalo e de outras partes do sistema nervoso central: C69 Tumor maligno do olho e anexos. C70 Tumor maligno das meninges. C71 Tumor maligno do encéfalo. C72 Tumor maligno da medula espinhal, dos nervos cranianos e de outras partes do sistema nervoso central. C73-C75 - Tumores malignos da tiróide e de outras glândulas endócrinas: C73 Tumor maligno da glândula tiróide. C74 Tumor maligno da glândula supra-renal. C75 Tumor maligno de outras glândulas endócrinas e de estruturas relacionadas. C76-C80 - Tumores malignos de localizações mal definidas, secundárias e de localizações não especificadas: C76 Tumor maligno de outras localizações e de localizações mal definidas. C77 Tumor maligno secundário e não especificado dos gânglios linfáticos. C78 Tumor maligno secundário dos órgãos respiratórios e digestivos. C79 Tumor maligno secundário de outras localizações. C80 Tumor maligno, sem especificação de localização. C81-C96 - Tumores malignos do tecido linfático, hematopoético e de tecidos relacionados: C81 Doença de Hodgkin. C82 Linfoma não Hodgkin folicular (nodular). C83 Linfoma não Hodgkin difuso. C84 Linfomas cutâneos e periféricos de células T. C85 Linfoma não Hodgkin de outros tipos e de tipo não especificado.

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