Exercícios Cespe IGEPP Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Exercícios Cespe IGEPP Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli"

Transcrição

1 1 O papel do Estado e a atuação do governo nas finanças públicas. 1.1 Formas e dimensões da intervenção da administração na economia. 1. (BB/Certificação/2009/Setor Público) O fornecimento de bens e serviços públicos está diretamente ligado a duas das funções do governo relacionadas à forma e à intensidade de sua intervenção na economia, quais sejam, as funções alocativa e distributiva. Aspectos culturais, históricos, sociais e políticos evoluem ao longo do tempo, alterando a intensidade e a natureza das demandas da sociedade por maior ou menor intervenção do Estado na vida socioeconômica de um país. Em economias de mesmo tamanho, as necessidades de atuação estatal sofrem a influência de desigualdades regionais e sociais, cuja correção não dispensa a ação coletiva voltada para a eliminação dos fatores que concorrem para a preservação dessas disparidades. Fernando Rezende. Finanças públicas. 2.ª ed., São Paulo: Atlas, 2001, p (com adaptações). Tendo o fragmento de texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 2. (TCU/2008) A teoria de finanças públicas consagra ao Estado o desempenho de três funções primordiais: alocativa, distributiva, e estabilizadora. A função distributiva deriva da incapacidade do mercado de suprir a sociedade de bens e serviços de consumo coletivo. Como esses bens e serviços são indispensáveis para a sociedade, cabe ao Estado destinar recursos de seu orçamento para produzi-los e satisfazer sua demanda. 3. ABIN/2010/Contabilidade) A ação do governo por meio da política fiscal abrange as funções alocativa, distributiva e fiscalizadora. 4. (ABIN/2010/Contabilidade) Fatores demográficos podem explicar o crescimento do gasto público, como ocorre, por exemplo, quando os gastos com saúde e previdência aumentam à medida que a população se torna idosa. 5. (BB/Certificação/2009/Setor Público) Em uma economia de mercado, quando o governo realiza a tributação progressiva dos indivíduos de maior renda e subsidia aqueles com menores rendimentos, está exercendo a função de estabilizar a economia, em decorrência dos desequilíbrios do sistema.

2 Em relação às funções do governo, julgue os itens a seguir. 6. (IPEA/2008) O objetivo do governo, quando procura interferir no mercado de instituições privadas de previdência, geralmente, é impedir a formação da concorrência monopolística. 7. (ABIN/2010/Contabilidade) As externalidades positivas ou negativas são os efeitos diretos e indiretos sobre determinados agentes do sistema econômico e decorrem de transações sobre as quais esses agentes não exercem controle. 8. (IPEA/2008) Após a Segunda Guerra Mundial, os déficits públicos excessivamente altos e a crise econômica mundial levaram à assinatura do Acordo de Bretton Woods e à criação do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI). É correto afirmar que, nessas circunstâncias, a maior preocupação dos formuladores de políticas públicas devia ser com a função alocativa dos governos. Com relação às funções de governo e às políticas econômicas, julgue os itens a seguir. 9. (IPEA/2008) Os mecanismos de mercado são insatisfatórios para o atendimento das necessidades sociais. Isso significa que os consumidores dos bens e serviços que satisfazem essas necessidades não podem estar sujeitos ao princípio da exclusão. Nessas circunstâncias, a condição é de igual consumo para todos, paguem ou não por tais bens e serviços. 10. (IPEA/2008) As transferências, da mesma forma que os tributos, são mecanismos utilizados pelos governos para promoverem ajustes na distribuição de renda de uma população, com o objetivo de transferirem recursos da iniciativa privada para o setor público. 11. (IPEA/2008) A intervenção do governo na economia ao promover a fusão e a incorporação de bancos estatais pode ser justificada como reação a uma imperfeição de mercado, gerada pela maior concentração de instituições privadas no setor, e, portanto, como uma forma de limitar a capacidade dessas empresas na formação de preços. Uma alternativa seria limitar as fusões e incorporações no setor privado. 12. (ABIN/2010/Contabilidade) Como instrumento da política de estabilização econômica, o orçamento pode apontar ora na promoção de uma expansão da demanda, gerando superávit, ora na contração da demanda, gerando déficits.

3 13. (ANEEL/2010/Analista Administrativo) Uma das atribuições econômicas governamentais é a de promover ajustamentos na alocação de recursos, por exemplo, nas atividades relacionadas à expansão da infra-estrutura econômica. A intervenção governamental é justificada pela ausência de condições no mercado que assegurem maior eficiência na utilização dos recursos econômicos. 14. (ANEEL/2010/Analista Administrativo) De acordo com a solução de Pareto, considera-se que a economia atinge a máxima eficiência quando modificações em determinada alocação de recursos se revelam capazes de melhorar o nível de bem-estar de uma comunidade sem prejudicar o bem-estar individual. 15. (ANEEL/2010/Analista Administrativo) No cumprimento da função da estabilizadora da economia, o governo pode fazer uso de instrumentos macroeconômicos, como a política fiscal e a monetária. A política fiscal pode-se manifestar diretamente por meio da variação dos gastos públicos em consumo e investimento, ou indiretamente pela alteração das alíquotas de impostos. Algumas circunstâncias econômicas colaboram para a não ocorrência de uma situação de ótimo de Pareto; entre elas, as conhecidas como falhas de mercado. Acerca desse assunto, julgue os itens seguintes. 16. (MPS/2010/Analista) A existência de externalidades justifica a intervenção do Estado; contudo, de acordo com o teorema de Coase, as externalidades ou ineficiências econômicas podem ser, em determinadas circunstâncias, corrigidas e internalizadas pela negociação entre as partes afetadas, sem necessidade de regulação estatal. 17. (MPS/2010/Analista) Na área social, no Brasil, existe um mercado incompleto no que concerne à oferta dos serviços previdenciários. Isso ocorre porque o setor privado está disposto a assumir riscos, mesmo com o custo de produção acima do preço que os potenciais consumidores estão dispostos a pagar por planos de previdência complementares. 18. (MPS/2010/Analista) Uma situação econômica é ótima, no sentido de Pareto, se não for possível melhorar a situação de um agente sem degradar a situação ou utilidade de qualquer outro agente econômico. Assim, o que é produzido na economia é distribuído de forma eficiente pelos agentes econômicos, possibilitando que não sejam necessárias mais trocas entre indivíduos.

4 19. (MPS/2010/Analista) Na existência de um monopólio natural, ou seja, quando se configura situação de mercado em que o tamanho ótimo de instalação e de produção de uma empresa é suficientemente grande para atender todo o mercado, o Estado pode responsabilizarse diretamente pela produção do bem ou do serviço. 20. (MPS/2010/Analista) Por meio da política alocativa, o governo pode reduzir os gastos públicos, com o objetivo de inibir o consumo na sociedade, e elevar a alíquota de impostos, visando assegurar o controle dos preços na economia. 21. (MPS/2010/Analista) O aumento da carga tributária incidente sobre a renda e o patrimônio nos últimos anos no Brasil é um exemplo da função distributiva do governo, que passou a promover redistribuição de renda tributando, em maior medida, os indivíduos pertencentes às camadas de renda mais alta, transferindo-se os recursos para o pagamento de benefícios previdenciários. 22. (MPS/2010/Analista) O desenvolvimento do sistema de seguridade social no Brasil após a Constituição Federal de 1988 é um exemplo do cumprimento da função distributiva do governo. 23. (MPS/2010/Analista) A intervenção direta do setor público na produção de bens e serviços privados, principalmente nos setores de infra-estrutura, está em consonância com a função alocativa do governo. 24. (MPS/2010/Analista) As políticas públicas do Estado, principalmente a monetária e a fiscal, com vistas a promover um alto nível de emprego na economia, são exemplos da função estabilizadora exercida pelo governo. 25. (MPS/2010/Analista) Segundo a chamada Lei de Wagner, o ritmo de crescimento do Estado não acompanha a evolução da renda nos países industrializados, o que promove uma defasagem temporária entre as despesas do governo e a sua capacidade de financiá-las. 26. (MPS/2010/Analista) Para a teoria rent seeking (teoria da escolha pública), a presença do Estado é importante para corrigir as falhas que ocorrem no mercado durante o processo de produção e provisão de bens e serviços. Nesse sentido, o Estado deve preservar a sua função de produção de bens públicos em complemento aos ofertados pelo setor privado. 27. (MPS/2010/Analista) As políticas keynesianas defendem a presença do Estado na economia, por meio da implementação de políticas indutoras de investimentos e geradoras de renda e emprego, combinadas com políticas de conteúdo redistributivo.

5 28. (MPS/2010/Analista) A globalização econômica e o crescimento regular da produção industrial provocam um enfraquecimento do Estado. Com isso, ele deixa de ser um agente econômico importante no atendimento das necessidades coletivas, o que provoca redução dos gastos governamentais. 29. (MPS/2010/Analista) A teoria marxista considera que a lei do valor impede o mercado de autorregular os conflitos e de garantir as condições de reprodução do sistema capitalista, o que leva o Estado a assumir e desempenhar as funções de acumulação e legitimação para garantir essa reprodução. 30. (MPS/2010/Analista) Os gastos com saúde no âmbito da seguridade social brasileira são um exemplo da provisão, por parte do setor público, de bens meritórios, para os quais os recursos são obtidos compulsoriamente por meio da tributação. 31. (MPS/2010/Analista) A existência dos bens públicos é que permite a alocação ótima de recursos na economia, superando a ineficiência do mercado na garantia adequada de produtos e serviços que são necessários à sociedade. 32. (MPS/2010/Analista) Uma diferença essencial entre o bem público e o bem privado diz respeito à exclusão de determinados indivíduos do consumo desse bem. Na medida em que o Estado regula a produção de um bem privado, assegurando sua oferta pelo mercado, todos os indivíduos poderão consumi-lo, sem exclusão. 33. (MPS/2010/Analista) A característica essencial dos bens semipúblicos é seu elevado conteúdo de externalidades. Isso significa que os benefícios advindos de seu consumo não são totalmente internalizados pelo indivíduo que consome esses bens, espalhando-se uma parcela considerável desses benefícios por toda a coletividade. 34.(BB/Certificação/2010/Setor Público) Existem serviços que, pela sua natureza, são intrinsecamente públicos, mesmo que o seu fornecimento seja privado, situação em que o Estado deve assumir a responsabilidade como regulador ou fiscal do serviço. Por meio da regulação, busca-se, prioritariamente, tratar, com autonomia, dos conflitos entre prestadores e usuários dos serviços. 35.(BB/Certificação/2010/Setor Público) As circunstâncias caracterizadas como falhas de mercado impedem a alocação eficiente ou ótima dos recursos. A provisão de bens públicos é financiada pela tributação, por não ser aplicável a eles o sistema de preços. 36.(BB/Certificação/2010/Setor Público) Os bens semipúblicos ou meritórios não se submetem ao princípio da exclusão.

6 37.(BB/Certificação/2010/Setor Público) O fornecimento de bens e serviços públicos está diretamente ligado a funções do governo relacionadas à forma e à intensidade de sua intervenção na economia. Uma medida relacionada à função distributiva é a regulamentação do imposto sobre grandes fortunas. 38. (TRE/MG/2009/Técnico em Contabilidade) O governo pode realizar ajustamento na redistribuição da renda e da riqueza do país utilizando instrumentos como transferências, impostos e subsídios. Por exemplo, o Estado pode tributar indivíduos de alta renda e utilizar os recursos captados para o financiamento de programas para a parcela de baixa renda da população. 39. (TRE/MG/2009/Técnico em Contabilidade) A chamada função estabilizadora exercida pelo governo visa o provimento de bens públicos para todos os consumidores, em face das imperfeições inerentes à própria lógica de mercado, que determina o tipo e a quantidade de bens públicos a serem ofertados à população. 40. (TRE/MG/2009/Técnico em Contabilidade) O orçamento público é um importante instrumento da política de estabilização econômica. Por isso, não se recomenda a realização de mudanças nas receitas e nas despesas públicas, visando o controle da inflação e do crescimento econômico. 41. (TRE/MG/2009/Técnico em Contabilidade) A atividade do Estado na alocação de recursos justifica-se naquelas situações em que são utilizadas as receitas orçamentárias para provisão de bens que tenham as características de bens privados, mas que momentaneamente não estão sendo produzidos pelo mercado. 42. (TRE/MG/2009/Técnico em Contabilidade) A oferta do serviço público de justiça eleitoral é um exemplo de um bem semi-público, inerente à função estabilizadora exercida pelo governo de assegurar condições democráticas no país e estabilidade política. 1-Certo 2-Errado 3-Errado 4-Certo 5-Errado 6-Errado 7-Certo 8-Errado 9-Certo 10-Errado 11-Certo 12-Errado 13-Certo 14-Errado 15-Certo 16-Certo 17-Errado 18-Certo 19-Certo 20-Errado 21-Errado 22-Certo 23-Certo 24-Certo 25-Errado 26-Errado 27-Certo 28-Errado 29-Certo 30-Certo 31-Errado 32-Errado 33-Certo 34-Certo 35-Certo 36-Errado 37-Certo 38-Certo 39-Errado 40-Errado 41-Errado 42-Errado

AFO voltada cargo de técnico legislativo da Câmara dos Deputados

AFO voltada cargo de técnico legislativo da Câmara dos Deputados AFO voltada cargo de técnico legislativo da Câmara dos Deputados Turma IGEPP 2013 Dúvidas Email:giovanni_pacelli@hotmail.com 1 Objetivos do curso Preparar os concurseiros para o concurso da Câmara dos

Leia mais

PROGRAMAÇÃO FISCAL E FINANCEIRA

PROGRAMAÇÃO FISCAL E FINANCEIRA Universidade de Brasília (UnB) Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação (FACE) Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais (CCA) PROGRAMAÇÃO FISCAL

Leia mais

O SETOR PÚBLICO LEITURA OBRIGATÓRIA

O SETOR PÚBLICO LEITURA OBRIGATÓRIA LEITURA OBRIGATÓRIA CAPÍTULO 28 O SETOR PÚBLICO Pinho, Diva Benevides & Vasconcellos, Marco Antonio S.(Org.), Manual de Economia, 5ª Edição. São Paulo, Editora Saraiva, 2006. No início do século XX passou-se

Leia mais

Aula 4A - Introdução a Política Macroeconômica

Aula 4A - Introdução a Política Macroeconômica From the SelectedWorks of Jorge Amaro Bastos Alves August, 2010 Aula 4A - Introdução a Política Macroeconômica Jorge Amaro Bastos Alves, Faculdade de Campina Grande do Sul Available at: http://works.bepress.com/jorgeab_alves/16/

Leia mais

RACIONALIDADE ECONÔMICA DO GOVERNO Questão 37: Acerca da intervenção do Estado na economia, assinale a opção correta. a) A existência de bens

RACIONALIDADE ECONÔMICA DO GOVERNO Questão 37: Acerca da intervenção do Estado na economia, assinale a opção correta. a) A existência de bens RACIONALIDADE ECONÔMICA DO GOVERNO Questão 37: Acerca da intervenção do Estado na economia, assinale a opção correta. a) A existência de bens públicos, tais como as escolas públicas e privadas, justifica

Leia mais

O ESTADO PODE SER ENTENDIDO COMO O CONJUNTO DAS RELAÇÕES E CONTRADIÇÕES ECONÔMICAS QUE TRAZEM IMPACTOS DIRETOS E INDIRETOS SOBRE A SOCIEDADE A ESTE

O ESTADO PODE SER ENTENDIDO COMO O CONJUNTO DAS RELAÇÕES E CONTRADIÇÕES ECONÔMICAS QUE TRAZEM IMPACTOS DIRETOS E INDIRETOS SOBRE A SOCIEDADE A ESTE O ESTADO PODE SER ENTENDIDO COMO O CONJUNTO DAS RELAÇÕES E CONTRADIÇÕES ECONÔMICAS QUE TRAZEM IMPACTOS DIRETOS E INDIRETOS SOBRE A SOCIEDADE A ESTE PERTENCENTE. A FORMA DO ESTADO Os Estado pode ter as

Leia mais

UNIDADE III TRIBUTAÇÃO RECEITA PÚBLICA ORÇAMENTO PÚBLICO. Orçamento Público. Orçamento Público

UNIDADE III TRIBUTAÇÃO RECEITA PÚBLICA ORÇAMENTO PÚBLICO. Orçamento Público. Orçamento Público ORÇAMENTO PÚBLICO UNIDADE III TRIBUTAÇÃO RECEITA PÚBLICA 112 Principais categorias de tributos Do ponto de vista da base econômica, os tributos podem ser classificados em três grandes categorias: Impostos

Leia mais

2. As Despesas Públicas

2. As Despesas Públicas 2. As Despesas Públicas 2.1 Enquadramento geral 2.1.1.Noção de despesas públicas 2.1.2. Classificação e tipologias de despesas públicas 2.1.3.despesa pública 2.1.4. O crescimento da despesa pública 1 Bibliografia

Leia mais

Prof. Francisco C. E. Mariotti

Prof. Francisco C. E. Mariotti Prof. Francisco C. E. Mariotti A RECEITA PÚBLICA Receitas públicas são os recursos previstos em legislação e arrecadados pelo poder público com a finalidade de realizar gastos que atenda as necessidades

Leia mais

Finanças Públicas Brasileiras Experiências Recentes entre 1970/

Finanças Públicas Brasileiras Experiências Recentes entre 1970/ Capítulo 2 Bens Públicos, Externalidades, Falhas de Mercado 39 2.1. Bens públicos... 39 2.2 Monopólios naturais... 41 2.3 Externalidades... 42 2.4. Mercados incompletos e assimetria de informações... 43

Leia mais

Sugestão de cronograma das aulas de Introdução à Economia

Sugestão de cronograma das aulas de Introdução à Economia Aula Data 1 29/out 1 30/out Ter 2 31/out Qua 2 1/nov Qui Sugestão de cronograma das aulas de Introdução à Economia Conteúd o Especificado Economia: análise (ec. positiva ) e política (ec. normativa ),

Leia mais

Exercícios Avançados. Prof. César Rissete Finanças Públicas 55

Exercícios Avançados. Prof. César Rissete Finanças Públicas 55 01. Do ponto de vista das finanças públicas, diz-se, em relação ao princípio do benefício, que: a) cada um deve pagar proporcionalmente às suas condições. b) este princípio é o mais adotado, sendo as despesas

Leia mais

Aula 00 Curso: Economia Teoria e Questões Comentadas p/ Agente da PF. Professor: Marcos Bezerra

Aula 00 Curso: Economia Teoria e Questões Comentadas p/ Agente da PF. Professor: Marcos Bezerra Aula 00 Curso: Economia Teoria e Questões Comentadas p/ Agente da PF Prof. Marcos Bezerra Professor: Marcos Bezerra 1 de 33 APRESENTAÇÃO Olá, concursandos! Sejam bem-vindos ao curso de Economia para o

Leia mais

UNIDADE IV FINANCIAMENTO DO SETOR PÚBLICO, DÉFICIT E DÍVIDA PÚBLICA

UNIDADE IV FINANCIAMENTO DO SETOR PÚBLICO, DÉFICIT E DÍVIDA PÚBLICA UNIDADE IV FINANCIAMENTO DO SETOR PÚBLICO, DÉFICIT E DÍVIDA PÚBLICA 131 Daniele Oliveira, Dra. Déficit Público (R) (G) equilíbrio orçamentário ou superávit fiscal situação considerada pelas escolas clássica

Leia mais

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 PERÍODO: VII

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 PERÍODO: VII 1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 PERÍODO: VII CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO NOME DO CURSO: CIÊNCIAS ECONÔMICAS 2.

Leia mais

Sistema Tributário Nacional

Sistema Tributário Nacional A estrutura de um sistema tributário não se forma pelo lado da receita, mas do gasto público. Forma-se a partir da investigação de quais são os tributos necessários para a satisfação das necessidades coletivas.

Leia mais

Neste processo de elevação do papel do Estado na economia, dois fatos foram de fundamental importância.

Neste processo de elevação do papel do Estado na economia, dois fatos foram de fundamental importância. Módulo 10 O Papel do Estado na Atividade Econômica Como vimos no módulo anterior, são muitos os instrumentos de política macroeconômica que permitem ao Estado atuar de forma significativa para minimizar

Leia mais

Conteúdo Programático

Conteúdo Programático Conteúdo Programático 1. Introdução 1.1 Objetivos do capítulo 1.2 Conceitos fundamentais de economia 1.2.1 Conceito de economia 1.2.2 A escassez da teoria econômica 1.2.3 Os bens econômicos 1.2.4 A curva

Leia mais

Criação de serviços municipais

Criação de serviços municipais Desafios do Saneamento: Criação de serviços municipais 1.1 Titularidade municipal Constituição Federal estabelece titularidade dos municípios para serviço de saneamento básico CF/88: Art. 30. Compete aos

Leia mais

INSS Economia Macroeconomia Keynesiana Fábio Lobo

INSS Economia Macroeconomia Keynesiana Fábio Lobo INSS Economia Macroeconomia Keynesiana Fábio Lobo 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. MACROECONOMIA KEYNESIANA Nesta aula, estudaremos que variáveis determinam

Leia mais

Daniele Oliveira, DSc

Daniele Oliveira, DSc Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Turismo Pós-Graduação em Gestão de Negócios e Administração Pública CICLO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MARICÁ- RJ ORÇAMENTO

Leia mais

VII CONGRESSO BRASILEIRO E VIII CONGRESSO PAULISTA DE POLITICA MEDICA FINANCIAMENTO DO SUS. São Paulo, 21 de março de 2014.

VII CONGRESSO BRASILEIRO E VIII CONGRESSO PAULISTA DE POLITICA MEDICA FINANCIAMENTO DO SUS. São Paulo, 21 de março de 2014. VII CONGRESSO BRASILEIRO E VIII CONGRESSO PAULISTA DE POLITICA MEDICA FINANCIAMENTO DO SUS São Paulo, 21 de março de 2014. BASE LEGAL Constituição Federal Lei 8080 / 8142 Lei Complementar n. 141 (Regulamentação

Leia mais

ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO (LES0200)

ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO (LES0200) ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO (LES0200) Sílvia Helena G. de Miranda Profa. Associada LES/ESALQ-USP Novembro/2016 Bibliografia utilizada Vasconcellos, M.A.S.; Garcia, M.E.. O Setor Público (cap.14). In: Fundamentos

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas Ciclo Introdutório às Ciências Humanas

Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas Ciclo Introdutório às Ciências Humanas CARGA HORÁRIA: 60 (sessenta) hoas/aula CRÉDITOS: 04 (quatro) EMENTA: Economia: conceitos básicos. Caracterização do problema econômico. Ciências Econômicas em relação às demais ciências sociais. Linhas

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 63-COU/UNICENTRO, DE 29 DE MAIO DE 2009. Altera o art. 2º e anexo da Resolução nº 037- COU/UNICENTRO, de 28 de dezembro de 2006, e dá outras providências. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL

Leia mais

Para além da política macroeconômica. Geraldo Biasoto Junior

Para além da política macroeconômica. Geraldo Biasoto Junior Para além da política macroeconômica Geraldo Biasoto Junior Agosto de 2010 Política econômica no Brasil Cisão entre a macro e a microeconomia Taxa de juros = instrumento exclusivo de política econômica

Leia mais

Pulo do Gato Receita Federal. Graciano Rocha

Pulo do Gato Receita Federal. Graciano Rocha Pulo do Gato Receita Federal Graciano Rocha Edital RFB 2012 e 2014 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:1. Organização do Estado e da Administração Pública. 2. Modelos teóricos de Administração Pública: patrimonialista,

Leia mais

O Estado regulador moderno Teorias da regulação: abordagem econômica. Prof. Marcos Vinicius Pó

O Estado regulador moderno Teorias da regulação: abordagem econômica. Prof. Marcos Vinicius Pó O Estado regulador moderno Teorias da regulação: abordagem econômica Prof. Marcos Vinicius Pó marcos.po@ufabc.edu.br Regulação e Agências Reguladoras no Contexto Brasileiro O ESTADO REGULADOR MODERNO 2

Leia mais

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária. 04 (quatro) Semestral Semanal

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária. 04 (quatro) Semestral Semanal Credenciada pela Portaria Ministerial nº 2.611, de 18 de setembro de 2002 DOU - nº 183 - Seção 1, de 20 de Setembro de 2002 - MEC. CURSOS AUTORIZADOS CIÊNCIAS ECONÔMICAS Portaria nº 2.612 18/09/2002 MEC

Leia mais

Programa. Finanças Públicas 2.º Ano Turmas A/B/Noite Ano Lectivo 2012/2013. Professor Doutor Eduardo Paz Ferreira. Introdução

Programa. Finanças Públicas 2.º Ano Turmas A/B/Noite Ano Lectivo 2012/2013. Professor Doutor Eduardo Paz Ferreira. Introdução Programa Finanças Públicas 2.º Ano Turmas A/B/Noite Ano Lectivo 2012/2013 Professor Doutor Eduardo Paz Ferreira Introdução I. Aspectos gerais 1. As Finanças Públicas. Questões de ordem geral 2. Fixação

Leia mais

Unidade I. Economia e Gestão do. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade I. Economia e Gestão do. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade I Economia e Gestão do Setor Público Prof. Maurício Felippe Manzalli Estado De onde surge a palavra? O que essa expressão significa? O que quer representar? Qual a relação entre o Estado e a Qual

Leia mais

O pacto federativo na saúde e a Política Nacional de Atenção Básica: significados e implicações das mudanças propostas

O pacto federativo na saúde e a Política Nacional de Atenção Básica: significados e implicações das mudanças propostas O pacto federativo na saúde e a Política Nacional de Atenção Básica: significados e implicações das mudanças propostas 61ª Reunião Extraordinária do Conselho Nacional de Saúde Seminário sobre a Política

Leia mais

Concentração de renda

Concentração de renda economia Concentração de renda Nos últimos seis anos houve uma surpreendente redução da concentração de renda no Brasil. Contudo, as alternativas para a continuidade dessa redução não são favoráveis por

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO ORÇAMENTO PÚBLICO

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO ORÇAMENTO PÚBLICO CONTABILIDADE GOVERNAMENTAL CONCEITOS DE ORÇAMENTO PÚBLICO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO ORÇAMENTO PÚBLICO ALBANIR RAMOS 2006 É um processo de planejamento contínuo e dinâmico que o Estado se utiliza para demonstrar

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

2.3 Eficiência do Estado

2.3 Eficiência do Estado Por que Eficiência do Estado? A ineficiência do Estado gera dois efeitos principais sobre a competitividade: extrai recursos das empresas superiores ao necessário, reduzindo a sua eficiência, e provê,

Leia mais

Resolução de Questões-Tropa de Elite Economia Questões- 1ª Fabio Lobo

Resolução de Questões-Tropa de Elite Economia Questões- 1ª Fabio Lobo Resolução de Questões-Tropa de Elite Economia Questões- 1ª Fabio Lobo 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. QUESTÕES CESPE ECONOMIA 1ª. BATERIA DE EXERCÍCIOS NOÇÕES

Leia mais

Exercícios Comentados

Exercícios Comentados Exercícios Comentados Provas & Concursos Direito Previdenciário Exercícios Comentados Seguridade Social Conceitos 01) (CESPE) Consoante o caput do Art. 194 da CF, A Seguridade Social compreende um conjunto

Leia mais

PLANO DE ENSINO EMENTA

PLANO DE ENSINO EMENTA PLANO DE ENSINO FACULDADE: Faculdade de Ciências Humanas e Exatas CURSO: Administração Período: 3º DISCIPLINA: Macroeconomia Ano: 2016 CARGA HORÁRIA: 80 h/a SEMANAL: 4 aulas TOTAL: 80 horas PRÉ-REQUISITO:

Leia mais

Recessão brasileira: origens, determinantes e condições de saída

Recessão brasileira: origens, determinantes e condições de saída Recessão brasileira: origens, determinantes e condições de saída Fernando Ferrari Filho Professor Titular da UFRGS e Pesquisador do CNPq http://www.ppge.ufrgs.br/ferrari e ferrari@ufrgs.br e fernandoferrarifilho@gmail.com

Leia mais

Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro. Guilherme Mercês

Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro. Guilherme Mercês Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro Guilherme Mercês 27 de Setembro de 2016 Contas Públicas Variáveis estruturais estão na base da crise fiscal do estado do Rio de Janeiro e do Brasil.

Leia mais

Economia - Aula 3. Conceitos Introdução capitulo 1 (parcial) Conceitos Economia e Direito capitulo 3

Economia - Aula 3. Conceitos Introdução capitulo 1 (parcial) Conceitos Economia e Direito capitulo 3 Economia - Aula 3 Conceitos Introdução capitulo 1 (parcial) Conceitos Economia e Direito capitulo 3 Prof Isnard Martins Bibliografia: Material de Aula Estácio de Sá FUNDAMENTOS DE ECONOMIA 3ª. EDIÇÃO /

Leia mais

É o processo de planejamento, implementação e controle dos recursos de uma entidade.

É o processo de planejamento, implementação e controle dos recursos de uma entidade. O QUE É? É o processo de planejamento, implementação e controle dos recursos de uma entidade. OBJETIVO Fornecer informações adequadas para subsidiar as decisões que envolvam desembolso e/ou a captação

Leia mais

UNIDADE II GASTOS PÚBLICOS. Orçamento Público. Orçamento Público. Orçamento Público. O Gasto Público (Giambiagi)

UNIDADE II GASTOS PÚBLICOS. Orçamento Público. Orçamento Público. Orçamento Público. O Gasto Público (Giambiagi) UNIDADE II GASTOS PÚBLICOS 34 O Gasto Público (Giambiagi) O gasto do governo afeta uma gama diversa de atividades. Formas de mensurar o tamanho da participação do governo: Nas contas nacionais soma dos

Leia mais

Renda Básica de Cidadania no Contexto Fiscal Brasileiro (Orçamento e tributação)

Renda Básica de Cidadania no Contexto Fiscal Brasileiro (Orçamento e tributação) Renda Básica de Cidadania no Contexto Fiscal Brasileiro (Orçamento e tributação) Prof. Evilasio Salvador Universidade de Brasília (UnB) Pós-Graduação em Política Social evilasioss@unb.br Fundo Público

Leia mais

Mercados e Políticas Agrícolas

Mercados e Políticas Agrícolas Mercados e Políticas Agrícolas Aula 7: Introdução às Políticas Agrárias. Objetivos das Políticas Agrárias. Tipos de Políticas Agrárias. Análise dos efeitos das políticas de suporte de preços e rendimentos,

Leia mais

Seminário Práticas de Gestão de Pessoas nas Empresas Estatais Federais. Brasília - DF Dezembro de 2016

Seminário Práticas de Gestão de Pessoas nas Empresas Estatais Federais. Brasília - DF Dezembro de 2016 Seminário Práticas de Gestão de Pessoas nas Empresas Estatais Federais Brasília - DF Dezembro de 2016 A Participação Estratégica do Estado na Economia: A Inserção das Estatais Brasileiras ESTATAIS FEDERAIS:

Leia mais

ÍNDICE. Prefácio à presente edição 7. Prefácio à 3. 8 edição 9. Prefácio à 2.- edição 13. Prefácio à 1.* edição 15

ÍNDICE. Prefácio à presente edição 7. Prefácio à 3. 8 edição 9. Prefácio à 2.- edição 13. Prefácio à 1.* edição 15 ÍNDICE Prefácio à presente edição 7 Prefácio à 3. 8 edição 9 Prefácio à 2.- edição 13 Prefácio à 1.* edição 15 1. Introdução e fases do crescimento português 19 Resumo 19 1.1. As fases do crescimento económico

Leia mais

Aula 5 Teoria da Tributação e Gastos Públicos

Aula 5 Teoria da Tributação e Gastos Públicos Aula 5 Teoria da Tributação e Gastos Públicos Curso: Tendências Contemporâneas na Gestão do Orçamento Público - Módulo Básico Profª Drª Fernanda Graziella Cardoso email: fernanda.cardoso@ufabc.edu.br Março/2014

Leia mais

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS MAPUTO, 11 DE MARÇO DE 2013 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

Leia mais

Introdução à. Macroeconomia

Introdução à. Macroeconomia Introdução à Prof. Fabini Hoelz Bargas Alvarez IBMEC-RJ / UCP O que é? É o estudo da economia como um todo, pois analisa a economia através de suas variáveis fortemente agregadas. Abrange o comportamento

Leia mais

IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé).

IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé). IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé). O termo está vinculado à situação econômica e social das nações ricas ; Para atingir este estado, um país precisa de: 1. Controle

Leia mais

PEC 241/2016. Fórum Catarinense em Defesa do Serviço Público Elaborado por Luciano W Véras em 28/06/16

PEC 241/2016. Fórum Catarinense em Defesa do Serviço Público Elaborado por Luciano W Véras em 28/06/16 Fórum Catarinense em Defesa do Serviço Público Elaborado por Luciano W Véras em 28/06/16 O que é? Proposta de Emenda a Constituição encaminhada por TEMER em 15/06/16 para a Câmara dos Deputados. Do que

Leia mais

O Regime Geral de Previdência Social - RGPS e a PEC 287 de CURITIBA-PR, 14 DEZ 2016 Expositor: Luciano Fazio

O Regime Geral de Previdência Social - RGPS e a PEC 287 de CURITIBA-PR, 14 DEZ 2016 Expositor: Luciano Fazio O Regime Geral de Previdência Social - RGPS e a PEC 287 de 2016 CURITIBA-PR, 14 DEZ 2016 Expositor: Luciano Fazio 1 SUMÁRIO 1. O que é Previdência Social 2. Déficit do Regime Geral de Previdência Social

Leia mais

Parte I Compreensão dos Fundamentos da Ciência Política, Estado, Governo e Administração Pública, 9

Parte I Compreensão dos Fundamentos da Ciência Política, Estado, Governo e Administração Pública, 9 Sumário Apresentação, xiii Estrutura do livro, xv Introdução, 1 Debate sobre Governo e Administração Pública, 1 Gestão Pública no Brasil, 3 Reforma e Modernização do Estado, 4 Papel do Estado no Mundo

Leia mais

AGENTES, FLUXOS E AS QUESTÕES CHAVE DA ECONOMIA

AGENTES, FLUXOS E AS QUESTÕES CHAVE DA ECONOMIA AGENTES, FLUXOS E AS QUESTÕES CHAVE DA ECONOMIA Rossetti (Cap. III) As 4 Questões Chave da Economia Eficiência Produtiva Eficácia alocativa Justiça distributiva e Ordenamento Institucional Principais Elementos

Leia mais

Finanças Públicas. Provisionamento Público: SAÚDE CAP. 12 STIGLITZ

Finanças Públicas. Provisionamento Público: SAÚDE CAP. 12 STIGLITZ Finanças Públicas Provisionamento Público: SAÚDE CAP. 12 STIGLITZ 1. INTRODUÇÃO Saúde não é um bem público puro No contexto de economia do bem estar, governo pode intervir em determinador setor por duas

Leia mais

Aspectos destacados da Regulação Econômica da Cabotagem no Brasil

Aspectos destacados da Regulação Econômica da Cabotagem no Brasil III Congresso Iberoamericano de Regulação Econômica Aspectos destacados da Regulação Econômica da Cabotagem no Brasil Milene Corrêa Zerek Capraro O artigo objetiva contribuir para o desenvolvimento da

Leia mais

Política Fiscal CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA. Consultoria Desenvolvendo soluções, alavancando resultados!

Política Fiscal CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA. Consultoria Desenvolvendo soluções, alavancando resultados! Política Fiscal 2 CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA Consultoria Desenvolvendo soluções, alavancando resultados! Política Fiscal Neste Sumário serão analisados os principais indicadores de Política Fiscal.

Leia mais

Definições: Material 1. Problema Econômico Fundamental

Definições: Material 1. Problema Econômico Fundamental Material 1 Microeconomia Gilmar Ferreira Abril 2010 Escassez Eficiência produtiva e alocativa Curva de possibilidades de produção Eficiência (ótimo) de Pareto Custo de oportunidade Racionalidade econômica

Leia mais

Divisão da Aula. 1 Visão Constitucional 2 Visão da LRF. 1 Visão Constitucional. Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO

Divisão da Aula. 1 Visão Constitucional 2 Visão da LRF. 1 Visão Constitucional. Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO Divisão da Aula Professor Luiz Antonio de Carvalho Lei de Diretrizes Orçamentárias - lac.consultoria@gmail.com 1 Visão Constitucional 2 Visão da LRF 1 2 1 Visão Constitucional Art. 165. Leis de iniciativa

Leia mais

Tropa de Elite Delegado Federal Direito Previdenciário

Tropa de Elite Delegado Federal Direito Previdenciário Tropa de Elite Delegado Federal Direito Previdenciário Seguridade Social André Studart 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Conceito de Seguridade Social Art. 194.

Leia mais

Finanças Públicas Resultado Primário DÍVIDA PÚBLICA ENTENDER PARA AGIR. Prof. Moisés Ferreira da Cunha Colaboração: Prof. Everton Sotto Tibiriçá Rosa

Finanças Públicas Resultado Primário DÍVIDA PÚBLICA ENTENDER PARA AGIR. Prof. Moisés Ferreira da Cunha Colaboração: Prof. Everton Sotto Tibiriçá Rosa Finanças Públicas Resultado Primário DÍVIDA PÚBLICA ENTENDER PARA AGIR Prof. Moisés Ferreira da Cunha Colaboração: Prof. Everton Sotto Tibiriçá Rosa Os números que traduzem as finanças públicas decorrem

Leia mais

Constituição Federal/1988

Constituição Federal/1988 Notas da aula 8. MERCADO DE SAÚDE NO BRASIL Constituição Federal/1988 Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco

Leia mais

Tópico 1. Orçamento Público: conceitos e princípios orçamentários.

Tópico 1. Orçamento Público: conceitos e princípios orçamentários. Tópico 1. Orçamento Público: conceitos e princípios orçamentários. 1.(CGU/2008/Área geral) O Orçamento é um dos principais instrumentos da política fiscal do governo e traz consigo estratégias para o alcance

Leia mais

PARECER. Trata-se de consulta formulada acerca da obrigatoriedade ou não dos Regimes Próprios de Previdência de contribuírem com o PASEP.

PARECER. Trata-se de consulta formulada acerca da obrigatoriedade ou não dos Regimes Próprios de Previdência de contribuírem com o PASEP. PARECER EMENTA: Contribuição PASEP. Regimes Próprios de Previdência. Trata-se de consulta formulada acerca da obrigatoriedade ou não dos Regimes Próprios de Previdência de contribuírem com o PASEP. As

Leia mais

Políticas Públicas e Redistribuição de Renda e da Riqueza

Políticas Públicas e Redistribuição de Renda e da Riqueza Políticas Públicas e Redistribuição de Renda e da Riqueza Eduardo de Lima Caldas E-mail: eduardo@polis.org.br Instituto Pólis 1 Março de 2005 Questão central: Como as políticas públicas podem promover

Leia mais

Dimensão financeira do desequilíbrio fiscal

Dimensão financeira do desequilíbrio fiscal Dimensão financeira do desequilíbrio fiscal Geraldo Biasoto Jr I Jornada de Debates sobre a Dívida Pública 20/10/2105 Ministério Público Federal/Ministério Público de Contas SP Quando o fiscal virou financeiro?

Leia mais

LEI Nº /2013 CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL

LEI Nº /2013 CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL LEI Nº. 1.282/2013 Ementa: Institui o Plano Plurianual do Município de Ouricuri para o período de 2014 a 2017. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE OURICURI/PE, no uso de suas atribuições legais, faz saber que A

Leia mais

4. OS ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DA OFERTA E DA PROCURA

4. OS ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DA OFERTA E DA PROCURA Licenciatura em Comunicação Social, 2 ano 2002/2003 PROGRAMA de ECONOMIA 1. UNIDADE LECTIVA PRELIMINAR 1.1 Conceitos matemáticos 1.1.1 Conceito de função; funções lineares 1.1.2 Construção e leitura de

Leia mais

Aula 3 - Modelo Keynesiano Simples

Aula 3 - Modelo Keynesiano Simples Aula 3 - Modelo Keynesiano Simples 1. (ESAF) Considere: Y = C(Y) + I + G + X - M(Y) C(Y) = Co + 0,7.Y M(Y) = Mo + 0,5.Y I = 700 G = 200 X = 300 Co = 500 Mo = 100 Onde Y = produto; I = investimento; G =

Leia mais

Simples Nacional e a Tributação pelo Lucro Presumido. Prof. Dr. Paulo Caliendo Professor PUCRS

Simples Nacional e a Tributação pelo Lucro Presumido. Prof. Dr. Paulo Caliendo Professor PUCRS + Simples Nacional e a Tributação pelo Lucro Presumido Prof. Dr. Paulo Caliendo Professor PUCRS + Quaestione Disputatae O Simples Nacional é preferível ao Lucro Presumido? Questão óbvia: a resposta deveria

Leia mais

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Ciências Contábeis - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Ciências Contábeis - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE DISCIPLINAS DA SÉRIE ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN 2016.2 Ciências Contábeis - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA II DIREITO TRIBUTARIO LEGISLAÇÃO SOCIAL E TRABALHISTA ORÇAMENTO PUBLICO TEORIA

Leia mais

Os efeitos da PEC 55 na Saúde / SUS

Os efeitos da PEC 55 na Saúde / SUS Os efeitos da PEC 55 na Saúde / SUS Grazielle David Mestre em Saúde Coletiva/Economia da Saúde Assessora Política do INESC - Instituto de Estudos Socioeconômicos Diretora do CEBES Centro Brasileiro de

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: Introdução: Serviço Público. Administração Pública. Contabilidade Pública. Regimes Contábeis.

Resumo Aula-tema 01: Introdução: Serviço Público. Administração Pública. Contabilidade Pública. Regimes Contábeis. Resumo Aula-tema 01: Introdução: Serviço Público. Administração Pública. Contabilidade Pública. Regimes Contábeis. Ainda hoje no Brasil, são raras as pesquisas e publicações na área da Contabilidade Pública

Leia mais

5. Política Fiscal e déficit público

5. Política Fiscal e déficit público 5. Política Fiscal e déficit público 5.1 Política fiscal (tributação e gastos) 5.2 conceito de déficit público 5.3 evolução do déficit público no Brasil 5.4 relação entre déficit público, taxa de juros

Leia mais

A Restrição Política ao Crescimento Econômico

A Restrição Política ao Crescimento Econômico A Restrição Política ao Crescimento Econômico Marcos de Barros Lisboa Insper O Desafio Fiscal Brasileiro A Restrição Imediata Em 2014, Brasil teve déficit primário de 0,6% do PIB. Estabilização da dívida

Leia mais

Modelo de Desenvolvimento do Brasil: Oportunidades e Desafios. Nelson Barbosa 28 de novembro de 2011

Modelo de Desenvolvimento do Brasil: Oportunidades e Desafios. Nelson Barbosa 28 de novembro de 2011 Modelo de Desenvolvimento do Brasil: Oportunidades e Desafios Nelson Barbosa 28 de novembro de 2011 1 Oportunidades para o Brasil Comércio e financiamento externo: aumento nos termos de troca puxado pela

Leia mais

4 Economia do Setor Público

4 Economia do Setor Público 4 Economia do Setor Público Externalidades 10 Copyright 2004 South-Western Maximização de Benefício Agregado Relembrando: a mão invisível de Adam Smith faz com que compradores e vendedores interessados

Leia mais

SUMÁRIO CAPÍTULO I DOUTRINA BÁSICA DE DIREITO FINANCEIRO

SUMÁRIO CAPÍTULO I DOUTRINA BÁSICA DE DIREITO FINANCEIRO Direito Financeiro SUMÁRIO CAPÍTULO I DOUTRINA BÁSICA DE DIREITO FINANCEIRO 1 O DIREITO FINANCEIRO NOÇÕES INTRODUTÓRIAS... 21 1.1 O Estado e a atividade financeira... 21 1.2 Necessidades que não podem

Leia mais

SISTEMAS ECONÔMICOS. Capitalista Socialista Misto

SISTEMAS ECONÔMICOS. Capitalista Socialista Misto SISTEMAS ECONÔMICOS Capitalista Socialista Misto 1 Sistema Econômico / Organização Econômica Principais formas:. Economia de Mercado (ou descentralizada, tipo capitalista) Sistema de concorrência pura

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO ORÇAMENTO PÚBLICO (continuação)

DIREITO FINANCEIRO ORÇAMENTO PÚBLICO (continuação) DIREITO FINANCEIRO ORÇAMENTO PÚBLICO (continuação) III. VEDAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS A vedação, tratada pelo art. 167, da CF, é dividida em 2 tópicos: a) Execução Orçamentária (limitações a serem aplicadas no

Leia mais

OS PROBLEMAS DE FINANCIAMENTO DA SAÚDE

OS PROBLEMAS DE FINANCIAMENTO DA SAÚDE OS PROBLEMAS DE FINANCIAMENTO DA SAÚDE Medidas cabíveis para a subsistência e melhoria do atendimento AMPASA Brasília agosto de 2016 ALGUNS DESSES PROBLEMAS Emenda Constitucional nº 29, de 2000 Lei Complementar

Leia mais

MUNICÍPIO DE CAMBARÁ ESTADO DO PARANÁ

MUNICÍPIO DE CAMBARÁ ESTADO DO PARANÁ EDITAL DE RETIFICAÇÃO Nº007/2016 - CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2016 O Prefeito Municipal de Cambará/PR, no uso de suas atribuições legais, TORNA PÚBLICO a presente retificação do Edital de Abertura nº 001/2016,

Leia mais

Reforma Tributária e Seguridade Social

Reforma Tributária e Seguridade Social Reforma Tributária e Seguridade Social Audiência da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados Brasília 31 de março de 2009 1 Objetivos da Reforma Tributária ria Econômicos Sociais

Leia mais

Macroeconomia. 5. O Mercado de Bens e Serviços. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial

Macroeconomia. 5. O Mercado de Bens e Serviços. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Macroeconomia 5. O Mercado de Bens e Serviços Francisco Lima 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Modelo Macroeconómico Procura Agregada Políticas macroeconómicas

Leia mais

Sobre a qualidade do superávit primário

Sobre a qualidade do superávit primário Sobre a qualidade do superávit primário Manoel Carlos de Castro Pires * Desde a derrocada do regime de câmbio fixo, em janeiro de 1999, a política macroeconômica brasileira tem se apoiado no tripé câmbio

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira O IMPACTO DO REAJUSTE DO SALÁRIOMÍNIMO NO ORÇAMENTO DA UNIÃO PL 382/2011 E DEMAIS ALTERNATIVAS Fevereiro/2011 Nota Técnica n.º 01/2011

Leia mais

Marco Antonio Sandoval de Vasconcellos Apresentação elaborada por: Roberto Name Ribeiro Francisco Carlos B. dos Santos

Marco Antonio Sandoval de Vasconcellos Apresentação elaborada por: Roberto Name Ribeiro Francisco Carlos B. dos Santos Marco Antonio Sandoval de Vasconcellos Apresentação elaborada por: Roberto Name Ribeiro Francisco Carlos B. dos Santos 1 Capítulo 1: Introdução à Economia Conceito de Economia Problemas Econômicos Fundamentais

Leia mais

Finanças Públicas Receita Federal

Finanças Públicas Receita Federal Finanças Públicas Receita Federal Teste de Inteligência e Observação Prof: Francisco C. E. Mariotti e-mail: fcem90@gmail.com TEMPO PREVISTO: 3 MINUTOS Teste de Inteligência e Observação 1. Escreva seu

Leia mais

Curso de Atualização de Economia

Curso de Atualização de Economia 1 Curso de Atualização de Economia CACD 2017 O Edital de 2017 veio com várias mudanças, sendo que, em termos de conteúdo programático, a disciplina de Economia surpreendeu a todos. Estruturalmente, pouca

Leia mais

SISTEMA TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS. 7ª Edição da Pós-Graduação em Fiscalidade

SISTEMA TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS. 7ª Edição da Pós-Graduação em Fiscalidade SISTEMA TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS 7ª Edição da Pós-Graduação em Fiscalidade Instituto Politécnico de Leiria (E.S.T.G.) Departamento de Gestão e Economia 4 de Novembro 2016 OE 2017 CENÁRIO MACRO-ECONÓMICO FMI

Leia mais

Economia da Saúde. Pedro Pita Barros

Economia da Saúde. Pedro Pita Barros Economia da Saúde Pedro Pita Barros Economia da saúde é um tema demasiado amplo Vamos tratar apenas de um aspecto importante, mas apenas um: Sustentabilidade financeira do Serviço Nacional de Saúde O que

Leia mais

Finanças Públicas em Teoria e Exercícios AUDITOR/ISS-CUIABÁ Aula 00 Prof. Francisco Mariotti

Finanças Públicas em Teoria e Exercícios AUDITOR/ISS-CUIABÁ Aula 00 Prof. Francisco Mariotti www.pontodosconcursos.com.br 1 Aula Demonstrativa Olá! Apresento a você o curso de Finanças Públicas voltado exclusivamente à preparação para a prova de Auditor da Prefeitura de Cuiabá. Vamos à minha apresentação.

Leia mais

INSS Economia Conceitos Básicos - Contabilidade Nacional Fábio Lobo

INSS Economia Conceitos Básicos - Contabilidade Nacional Fábio Lobo INSS Economia Conceitos Básicos - Contabilidade Nacional Fábio Lobo 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Conceitos básicos macroeconômicos, Contabilidade Nacional.

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA SEMANA DO CONTABILISTA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA SEMANA DO CONTABILISTA UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA SEMANA DO CONTABILISTA PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Alexandre Henrique Salema Ferreira Ana Maria da Paixão Duarte OBJETIVO Discorrer acerca do Planejamento Tributário no campo

Leia mais

Análise da alocação de slots aeroportuários no Brasil

Análise da alocação de slots aeroportuários no Brasil PET - Economia UnB 3 de junho de 2014 Motivação O artigo tem como objetivo analisar a alocação de slots aeroportuários no Brasil Estrutura 1 Introdução 2 3 Atual regulação Proposta de resolução 4 5 6 Importância

Leia mais

Disciplina: Economia & Gestão no Setor Público Líder da Disciplina: Ivy Jundensnaider Professora: Rosely Gaeta

Disciplina: Economia & Gestão no Setor Público Líder da Disciplina: Ivy Jundensnaider Professora: Rosely Gaeta Disciplina: Economia & Gestão no Setor Público Líder da Disciplina: Ivy Jundensnaider Professora: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04: SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL SEMANA E DATA / / Para compreendermos o Sistema

Leia mais

AULA 03. Conteúdo da aula: Tributo; Classificação Qualitativa; Impostos; Conceito.

AULA 03. Conteúdo da aula: Tributo; Classificação Qualitativa; Impostos; Conceito. Turma e Ano: Master A (2015) Matéria / Aula: Direito Tributário / Aula 03 Professor: Vanessa Siqueira Monitora: Evellyn Nobre AULA 03 Conteúdo da aula: Tributo; Classificação Qualitativa; Impostos; Conceito.

Leia mais

Finanças Públicas. Seguridade Social CAP. 11 GIAMBIAGI

Finanças Públicas. Seguridade Social CAP. 11 GIAMBIAGI Finanças Públicas Seguridade Social CAP. 11 GIAMBIAGI 1. INTRODUÇÃO Em qualquer modalidade, idéia principal: Suavização do consumo Durante período produtivo, trabalhadores e empresas contribuem (tributos),

Leia mais