Alteração do numero do item para 6.1.3; atualização do preenchimento de RNC Exclusão da analise de RNC 6.2.6

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Alteração do numero do item para 6.1.3; atualização do preenchimento de RNC Exclusão da analise de RNC 6.2.6"

Transcrição

1 Folha 1 de 6 Controle de revisão Revisão Data Item Descrição das alterações -- 21/05/ Emissão inicial 01 10/03/ Exclusão da abordagem de processo 6.2 Alteração do numero do item para 6.1; Alteração do numero do item para 6.1.1; adequação da detecção de nãoconformidades Alteração do numero do item para e da nomenclatura para Reclamações de Cliente ; atualização do mesmo Exclusão da identificação e controle de produto não-conforme Alteração do numero do item para 6.1.3; atualização do preenchimento de RNC Exclusão da analise de RNC Alteração do numero do item para 6.1.4; revisão da ação corretiva e preventiva Alteração do numero do item para 6.1.5; revisão da aprovação do RNC Alteração do numero do item para 6.1.6; revisão da implementação e acompanhamento das ações Alteração do numero do item para 6.1.7; adequação da avaliação da eficácia Alteração do numero do item para Alteração do numero do item para 6.1.9; 02 30/10/ Atualização para a NBR ISO 9001: Adequação ao SiAC 03 01/09/2010 Revisão da estrutura do documento Inserção do RQ-SGQ-07 Tratamento de Reclamações de Cliente 04 01/02/ Revisão geral do documento 05 27/07/ Revisão geral do documento. Distribuição de cópias: Original assinado sob a responsabilidade do RD Disponível para consulta Cópia arquivo lógico em diretório interno específico Elaborado por: Visto Verificado por: Visto Tiago Bicalho de Sousa Roney Geraldo Nogueira Aprovado por: Visto Data: Camilo de Léllis Nogueira 27/07/2013

2 Folha 2 de 6 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes e requisitos para a implementação de tratamento das não conformidades e das reclamações de clientes e de demais partes interessadas e ações corretivas e preventivas, de forma a contribuir para a melhoria contínua do sistema de gestão da Alta Engenharia. 2. APLICAÇÃO Este procedimento se aplica a todas as áreas inseridas no Sistema de Gestão, em implantação e/ou certificados conforme uma das normas de referência a seguir: SGQ NBR ISO 9001: REFERÊNCIAS MSG Manual do Sistema de Gestão; NBR ISO 9000:2005 Sistema de Gestão da Qualidade Fundamentos e vocabulário; NBR ISO 9001:2008 Sistema de Gestão da Qualidade Requisitos; Sistema de Avaliação da Conformidade (SiAC), do Programa Mineiro da Qualidade e Produtividade no Habitat (PMQP-H); REG-04 Auditorias do Sistema de Gestão; REG-06 Análise Crítica Pela Direção. 4. DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS Para os propósitos deste procedimento são aplicáveis as definições contidas na NBR ISO 9000:2005, das quais algumas destacamos, complementadas ou reforçadas por outras definições e siglas: Ação corretiva ação para eliminar a causa de uma não conformidade/reclamação identificada, ou outra situação indesejável. Podem existir mais de uma causa para não conformidade/reclamação. A ação corretiva é executada para prevenir a repetição. Ação preventiva ação para eliminar a causa de uma não conformidade potencial (podem existir mais de uma causa para uma não conformidade potencial) ou outra situação potencialmente indesejável. A ação preventiva é executada para prevenir a ocorrência. AD Alta Direção. Concessão permissão para usar ou liberar um produto que não atende a requisitos especificados. Correção ação para eliminar os efeitos imediatos de uma não conformidade/reclamação identificada. Uma correção pode ser feita em conjunto com a ação corretiva. MSG Manual do Sistema de Gestão documento que especifica o sistema de gestão da Alta Engenharia. Não conformidade não atendimento a um requisito. Não conformidade potencial é a não conformidade possível de ocorrer a qualquer momento (nunca ocorreu ou já ocorreu há mais de um mês). PACP Plano de Ação e Controle de Pendências. Parte interessada pessoa ou grupo que tem interesse no desempenho ou no sucesso de uma organização, como, por exemplo: clientes, proprietários, pessoas em uma organização, fornecedores, banqueiros, sindicatos, parceiros ou a sociedade. RD Representante da Direção.

3 Folha 3 de 6 RNC Registro de não conformidade. SGQ Sistema de Gestão da Qualidade. 5. RESPONSABILIDADES E AUTORIDADES ATIVIDADES Detecção da não conformidade. Abertura do RNC. Análise das causas do RNC e definição de ações corretivas e preventivas. Aprovação do RNC. Implementação e acompanhamento das ações. Avaliação da eficácia. Encerramento do RNC. RESPONSABILIDADES Qualquer colaborador. RD e Responsável da área. Responsável da área, RD e/ou colaborador designado. AD e/ou RD. Colaboradores designados. Responsável da área e/ou RD. AD e/ou RD. 6. AÇÕES E MÉTODOS 6.1 Tratamento de Não Conformidades e Reclamações Detecção de Não Conformidade e Comunicação As não conformidades são representadas pelo não atendimento a um requisito estabelecido pelo sistema e podem estar relacionadas a: Não conformidade real, identificada na manutenção e operação do processo, no produto ou no sistema; Não conformidade potencial, detectada em função da possibilidade de sua ocorrência. Não Conformidades ocorrem quando um produto, processo ou serviço não atende ou há possibilidade de não atender a requisitos para ele anteriormente especificados, inclusive prazo de execução do contrato; exceto no caso de mudança de escopo do serviço. As Não Conformidades podem ter origem tanto em fatores internos quanto externos às atividades da Empresa, sendo detectadas no desenvolvimento dos processos, reuniões de análise crítica, avaliações, verificações ou validação de serviços e são caracterizadas por: Documentos e dados técnicos (recebidos ou produzidos) insuficientes, incompletos ou com erros; Falhas relativas a requisitos de normas, especificações técnicas e documentos de referência; Não atendimento a requisitos legais e regulamentares; Erros com relação a requisitos e prescrições de documentos do Sistema de Gestão da Qualidade; Erros em requisitos e prescrições para os projetos ou serviços; Falta de objetividade ou insuficiência de informações e detalhes; Inadequação das interfaces de projeto;

4 Folha 4 de 6 Não atendimento às condições de segurança e confiabilidade para os serviços; Inadequação do produto ou serviço às condições de produção, execução, instalação e montagem; Não cumprimento de prazos contratados; Não utilização de profissionais qualificados para a realização da atividade; Não emissão ou emissão em atraso de informações, dados e relatórios de gerenciamento ou supervisão; Desconhecimento ou não aplicação de outros requisitos aplicáveis aos serviços. Em situações nas quais a não conformidade possa representar danos imediatos à Empresa, devem ser definidas ações corretivas, de forma a evitar estes danos, mesmo antes do preenchimento do RNC. As não conformidades podem ser detectadas por qualquer colaborador, que deve comunicar ao Responsável da área, ou diretamente ao RD. Caso seja pertinente, caberá ao RD a abertura de Registro de Não Conformidade - RQ-SGQ-06. Este procederá à verificação junto ao Coordenador do setor emitente e/ou à respectiva Diretoria responsável, que fará a investigação da causa-raiz da não conformidade. Após esta verificação, o Coordenador do setor definirá quais as ações necessárias para a eliminação da não conformidade, bem como o prazo e o responsável pela sua execução. O(s) profissional(is) indicado(s) para a execução das ações corretivas deve(m) ter autoridade suficiente para coordenar todas as ações. Para tanto são consideradas a complexidade e as interfaces no tratamento da não conformidade ou reclamação do cliente. As não conformidades identificadas em auditorias externas, reais ou potenciais, devem ser tratadas pelo SGQ devendo-se abrir um RNC para investigação das causas-raízes, definição de planos de ação, corretivas ou preventivas, e devido tratamento Reclamação do Cliente As reclamações de clientes podem ser identificadas por qualquer colaborador, devendo ser registradas no RQ-SGQ-07 - Tratamento de Reclamações de Clientes pelo Representante da área que a identificou ou pelo RD e avaliadas quanto: Sua pertinência; Se decorrem do não atendimento a um requisito especificado do cliente ou do produto. Nos casos em que for verificado o não atendimento a requisitos especificados de cliente ou produto, a reclamação deverá gerar um RNC. No entanto, independente de representarem não conformidades, as reclamações devem sempre ser consideradas na avaliação de medidas corretivas ou preventivas e no monitoramento da satisfação do cliente. Assim como as não conformidades do sistema, devem ser avaliadas quanto às suas causas-raiz para que sejam definidos planos de ação, corretivas ou preventivas, para a eliminação da mesma. A ação implementada deve ser comunicada ao cliente pelo Diretor/Coordenador/Supervisor do Produto ou Serviço. A comunicação deve conter as justificativas e embasamentos expostos de maneira clara e objetiva, necessários ao total entendimento deste pelo Cliente. As comunicações desta natureza, obrigatoriamente, são documentadas e o respectivo documento registrado no campo específico do registro RQ-SGQ-07 Tratamento de Reclamações de Clientes. No campo Meio de Retorno ao Cliente deve-se indicar o documento ou comunicação realizada e data.

5 Folha 5 de Identificação e controle de produto não conforme Quando se tratar de produto não conforme, o responsável pela detecção da não conformidade ou recebimento do produto deve, de imediato: Identificar o produto através de etiquetas, placas, sinalizações, marcações, anotações no projeto ou em outros meios adequados inequívocos, indicando claramente a condição do produto não conforme. Providenciar o controle do produto não conforme de forma a evitar seu uso ou entrega não intencional. Isso pode incluir, se necessário, segregação em local apropriado. Em caso de produto não conforme, o Responsável pela área deve solicitar ao RD a emissão de um RNC no qual fará a investigação das causas-raízes da não conformidade identificada, bem como definidos os planos de ação necessários para eliminá-la. Em caso de concessões de uso ou entrega de produto não conforme, deve-se registrar no campo específico do RQ-SGQ-06 - Registro de Não Conformidade, incluindo a assinatura do responsável pela permissão de desvio. As concessões referentes ao uso de produtos não conformes devem ser autorizadas conforme a seguir: Não conformidades/reclamações de clientes e demais partes interessadas em relação a: Requisitos regulamentares e estatutários. Requisitos acordados com o cliente. Requisitos internos definidos pela Empresa. Autoridade para aprovação da concessão: Autoridade constituída com poderes para aceitar o desvio. Pessoa do cliente com autoridade definida no contrato ou outro documento. AD, RD ou outra pessoa designada pela AD. Em caso de correção do produto não conforme, o mesmo deve ser submetido a reverificação pelo Coordenador do Setor, antes da entrega do produto ao cliente, para demonstrar a conformidade com os requisitos Ação corretiva e preventiva Ações corretivas e preventivas são estabelecidas para: Atuar sobre as causas da não conformidade real, evitando a sua repetição; Prevenir a ocorrência de uma não conformidade potencial ou reclamação. Nos casos em que a não conformidade/reclamação tenha sido detectada após a entrega do produto, devem ser considerados os efeitos ou potenciais efeitos da não conformidade/reclamação na concepção das ações. Em situações específicas, a não conformidade pode ser tratada por meio da obtenção de documento de concessão autorizando a aceitação e/ou recebimento do serviço ou produto não conforme.

6 Folha 6 de Aprovação do RNC A análise realizada e as ações propostas devem ser aprovadas pelo RD ou pelo responsável pela área ou processo envolvido, antes de serem implementadas. Para a aprovação deve ser verificado se: As ações propostas para resolver a não conformidade são suficientes; A análise da causa da não conformidade foi feita de forma adequada; As ações corretivas/preventivas propostas são suficientes para atuar na causa da não conformidade; As ações corretivas/preventivas propostas são suficientes para evitar a repetição/ocorrência da não conformidade/reclamação ou reduzi-la a níveis aceitáveis, abrangendo todos os setores pertinentes da Empresa Implementação e acompanhamento das ações As ações aprovadas devem ser incluídas no PACP, implementadas e acompanhadas pelos responsáveis indicados Avaliação da eficácia As ações propostas devem ser verificadas quanto à sua eficácia. Assim, deve-se definir o critério e o período a ser considerado para a avaliação. Nesse período são considerados: O prazo de conclusão das ações; Um período subseqüente de avaliação para evidenciar se as ações foram eficazes. Durante esse período, o RNC é mantido em aberto até o término da avaliação. A avaliação da eficácia das ações é realizada pelo Responsável da área, pelo RD ou outra pessoa apta designada. Caso a avaliação constate que as ações foram eficazes para o tratamento da não conformidade e de suas causas, deve-se encerrar o RNC. Caso seja avaliado que as ações não foram eficazes para se eliminar a não conformidade, deve-se avaliar se os planos de ação foram adequados. Se necessário, os mesmos devem ser redefinidos. Caso não seja possível, o RNC deve ser cancelado e outro RNC aberto para nova avaliação Cancelamento de RNC Além da hipótese acima, caso seja necessário cancelar o RNC, seja pela perda de seu objeto ou finalidade, o responsável pela sua análise deverá justificar, no campo observações, o motivo do cancelamento, datar, assinar e encaminhar para o RD para aprovação. A RD deverá analisar a justificativa apresentada e, havendo concordância, assinar e datar no campo observações, identificando o cancelamento e providenciando o seu arquivamento. 7. REGISTROS RQ-SGQ-06 RNC Registro de Não Conformidade; RQ-SGQ-07 Tratamento de Reclamações de Clientes; Plano de Ação e Controle de Pendências PACP.

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 6 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para identificação de não-conformidades, assim como a implantação de ação corretiva e ação preventiva, a fim de eliminar as causas das não-conformidades

Leia mais

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva 1. HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão: 02 Página 1 de 6 DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 21/08/2014 01 03/12/2015 02 Definição mais clara da sistemática de tratativa de cargas

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE COORDENAÇÃO DA QUALIDADE

GESTÃO DA QUALIDADE COORDENAÇÃO DA QUALIDADE Primeira 1/7 CONTROLE DE APROVAÇÃO ELABORADO REVISADO POR APROVADO Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Silvia Helena Correia Vidal Aloísio Barbosa de Carvalho Neto HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PO Procedimento Operacional

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PO Procedimento Operacional E AÇÃO PREVENTIVA PO. 09 10 1 / 5 1. OBJETIVO Descrever a forma como o produto ou serviço não conforme deve ser controlado, a fim de se prevenir a sua utilização ou entrega não intencional ao cliente.

Leia mais

Não Conformidades, Ações Corretivas e Preventivas

Não Conformidades, Ações Corretivas e Preventivas 1 Objetivo Estabelecer diretrizes para o tratamento de não conformidades detectadas na unidade de gestão, e estabelecer um método para realizar ações corretivas e ações preventivas que possam ser executadas

Leia mais

Primeira Edição: 23/08/2010 Página 1 de 7 Revisão 02 AÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA PROCEDIMENTO

Primeira Edição: 23/08/2010 Página 1 de 7 Revisão 02 AÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA PROCEDIMENTO Página 1 de 7 REGISTRO DE ALTERAÇÕES REV. DATA ALTERAÇÃO EFETUADA 00 23/08/2010 Emissão do Documento 01 05/11/2010 Junção e POP.ADM.008, revisão do procedimento 02 08/11/2011 Alteração da logomarca Claudiane

Leia mais

PROC. 04 ANÁLISE CRÍTICA

PROC. 04 ANÁLISE CRÍTICA 1 de 7 ANÁLISE CRÍTICA MACROPROCESSO GESTÃO DE PROCESSOS PROCESSO ANÁLISE CRÍTICA ANÁLISE CRÍTICA 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 4.1 DEFINIÇÕES...

Leia mais

Tratamento de sugestões, reclamações, não-conformidades, ações corretivas e preventivas.

Tratamento de sugestões, reclamações, não-conformidades, ações corretivas e preventivas. 1/8 Palavras-chave: sugestões, reclamações, não-conformidades, corretiva, preventiva. Exemplar nº: umário 1 Objetivo 2 Aplic 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento 6 Referências Anexo

Leia mais

PQ /04/

PQ /04/ PQ.06 03 02/04/2013 1-5 1. OBJETIVO Estabelecer sistematica para o processo de solicitação, análise crítica e preparação para a avaliação da conformidade. 2. DEFINIÇÕES Modelo de Avaliação da Conformidade:

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos ISO 9001:2008 GESTÃO DE QUALIDADE O que é ISO? ISO = palavra grega que significa Igualdade O Comitê - ISO A Organização Internacional de Normalização (ISO) tem sede em Genebra na Suíça, com o propósito

Leia mais

AVALIAÇÃO. A responsabilidade pela revisão e cancelamento desta Norma é da Cgcre.

AVALIAÇÃO. A responsabilidade pela revisão e cancelamento desta Norma é da Cgcre. AVALIAÇÃO NORMA Nº: NIE-CGCRE-029 APROVADA EM DEZ/28 Nº 01/06 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Documentos Complementares 5 Siglas 6 Definições 7 Tipos de Avaliação 8 Condições

Leia mais

Solução de problemas

Solução de problemas Solução de problemas ASSUNTOS ABORDADOS NESTE TREINAMENTO - REQUISITOS DA NORMA ISO 9001:2000 8.3 Controle de produto não conforme 8.5 Melhorias - 8.5.1 Melhoria continua - 8.5.2 Ações corretivas - 8.5.3

Leia mais

Registro de Acidentes, Incidentes, Nãoconformidades, Revisão: 04 Ações Corretivas e Preventivas Página:

Registro de Acidentes, Incidentes, Nãoconformidades, Revisão: 04 Ações Corretivas e Preventivas Página: PROCEDIMENTO DO SMS PR-99-991-CPG-005 Registro de Acidentes, Incidentes, Nãoconformidades, Revisão: 04 Ações Corretivas e Preventivas Página: 1/6 1. OBJETIVO Definir metodologia e responsabilidades para

Leia mais

AÇÃO PREVENTIVA Secretaria de Educação

AÇÃO PREVENTIVA Secretaria de Educação 1. Objetivo Esta norma estabelece o procedimento para elaboração e implementação de ações preventivas no Sistema de Gestão da Qualidade da (Seduc). 2. Documentos complementares 2.1 Norma EDSGQN003 Registros

Leia mais

1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para elaboração e controle dos documentos e registros do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ).

1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para elaboração e controle dos documentos e registros do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ). Sistema de Gestão da Qualidade SUPERINTENDÊNCIA DE VAPT VUPT E ATENDIMENTO AO PÚBLICO PROCEDIMENTO DE CONTROLE DE DOCUMENTOS E REGISTROS Responsável: Juliana Maria Gomes de Almeida Alves Cópia Controlada

Leia mais

Cadastro de Fornecedores de Bens e Serviços

Cadastro de Fornecedores de Bens e Serviços Famílias Todos Todos Todas Critério SMS Critério CONJUNTO DE REQUISITOS DE SMS PARA CADASTRO CRITÉRIO DE NOTAS DO SMS Portal do Cadastro SMS MEIO AMBIENTE Certificação ISO 14001 - Sistema de Gestão Ambiental

Leia mais

PROCEDIMENTO Sistemática de Tratamento de Reclamações, Acidentes/Incidentes e Faltas Graves

PROCEDIMENTO Sistemática de Tratamento de Reclamações, Acidentes/Incidentes e Faltas Graves 1 de 2 Objetivo: Definir a sistemática das atividades relacionadas com o tratamento de reclamações, acidentes e incidentes e faltas graves das partes interessadas dentro do Sistema Qualinstal. 1. Aplicação:

Leia mais

Questões sobre a IS014001

Questões sobre a IS014001 Professor: Carlos William Curso/ Disciplina/Período: Administração/ Gestão Ambiental/ 2º ano Aluno: Lázaro Santos da Silva Questões sobre a IS014001 1. A NBR ISO 14001:2004 foi concebida para estabelecer

Leia mais

PROCEDIMENTO USO DO CERTIFICADO E DA LOGOMARCA CONCEITOS DE CERTIFICAÇÃO E MARCA DE ACREDITAÇÃO.

PROCEDIMENTO USO DO CERTIFICADO E DA LOGOMARCA CONCEITOS DE CERTIFICAÇÃO E MARCA DE ACREDITAÇÃO. Página 1 de 8 1. HISTÓRICO DE REVISÕES Data da Revisão Nº da Revisão 20/08/2007 00 Emissão Inicial Aprovada Histórico das Alterações 22/07/2013 15 NBR ISO 14065:2012 Gases de Efeito Estufa Requisitos para

Leia mais

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA 1 / 8 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Meio Ambiente por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Diretoria de Sustentabilidade DS, sobre as obras executadas no

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Versão 1.4 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 11/10/2012 1.0 Revisão das políticas EPG 26/11/2012 1.1 Revisão do Item de customização EPG 24/10/2013 1.2 Revisão

Leia mais

XXXXXXX. Todos os técnicos responsáveis pelas atividades de inspeção em indústrias de medicamentos.

XXXXXXX. Todos os técnicos responsáveis pelas atividades de inspeção em indústrias de medicamentos. NOME DO X 1/6 // 1 INTRODUÇÃO O passo seguinte à aprovação de um documento do sistema de qualidade, para que ele possa realmente se tornar efetivo, é o treinamento de todos os envolvidos na execução das

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO NORTE INVESTIMENTOS ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA. POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL Versão 1.0 Vigência Agosto / 2016 Classificação das Informações [ X ] Uso Interno [ ] Uso Público Conteúdo

Leia mais

CB.POL a. 1 / 7

CB.POL a. 1 / 7 CB.POL-.01 4 a. 1 / 7 1. CONTEÚDO DESTE DOCUMENTO Esta política estabelece diretrizes e responsabilidades para a implementação e manutenção do Sistema de Controles Internos integrado ao Gerenciamento de

Leia mais

A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000

A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000 1. A Norma NBR ISO 9001:2000 A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000 A ISO International Organization for Standardization, entidade internacional responsável

Leia mais

PROC. 05 NÃO CONFORMIDADES, AÇÕES PREVENTIVAS, CORRETIVAS E MELHROIAS

PROC. 05 NÃO CONFORMIDADES, AÇÕES PREVENTIVAS, CORRETIVAS E MELHROIAS 1 de 13 NÃO CONFORMIDADES, AÇÕES PREVENTIVAS, CORRETIVAS E MELHORIAS MACROPROCESSO GESTÃO DE PROCESSOS PROCESSO NÃO CONFORMIDADES, AÇÕES PREVENTIVAS, CORRETIVAS E MELHORIAS NÃO CONFORMIDADES, AÇÕES PREVENTIVAS,

Leia mais

Normas ISO:

Normas ISO: Universidade Católica de Pelotas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina de Qualidade de Software Normas ISO: 12207 15504 Prof. Luthiano Venecian 1 ISO 12207 Conceito Processos Fundamentais

Leia mais

Certificações do PNCQ

Certificações do PNCQ Isabeth Gonçalves Gestão da Qualidade PNCQ Certificações do PNCQ 1 A tendência natural de todos os processos é vigorar em estado caótico e não controlado. Tudo está sujeito a falhas. Não existe perfeição.

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE PARA AS EMPRESAS DISTRIBUIDORAS DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) SUMÁRIO & '!

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE PARA AS EMPRESAS DISTRIBUIDORAS DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) SUMÁRIO & '! Página 1 de 11 SUMÁRIO! " #$ % & $! & '! $ " () % %% % ($)& $ Página 2 de 11 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS PÁGINA SUMÁRIO DE MUDANÇA DATA ELABORADO APROVADO Todas Liberação do documento 07/07/2001 Todas Todas

Leia mais

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 Política de Controles Internos Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 OBJETIVO Garantir a aplicação dos princípios e boas práticas da Governança Corporativa, e que

Leia mais

GERENCIAR MELHORIA AÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: Saada Chequer. Próxima revisão: após 1 ano da última aprovação

GERENCIAR MELHORIA AÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: Saada Chequer. Próxima revisão: após 1 ano da última aprovação GERENCIAR MELHORIA AÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA HISTÓRICO DE REVISÕES Data Revisão Descrição da Revisão 00 Emissão Inicial 15/03/2013 01 Item 3 Definição de OM e RNCAC; Item 7: Anexo 1 Formulário de Gerenciamento

Leia mais

Primeira Edição: 20/08/2010 Página 1 de 10 Revisão 01 POP.ADM.001 PROCEDIMENTO ELABORAÇÃO E CONTROLE DE DOCUMENTOS

Primeira Edição: 20/08/2010 Página 1 de 10 Revisão 01 POP.ADM.001 PROCEDIMENTO ELABORAÇÃO E CONTROLE DE DOCUMENTOS Página 1 de 10 REGISTRO DE ALTERAÇÕES REV. DATA ALTERAÇÃO EFETUADA 00 20/08/2010 Emissão do Documento 01 08/11/2011 Alteração logomarca e revisão do procedimento Claudiane Freire de Oliveira Coordenador

Leia mais

MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016

MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016 MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DA PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016 ÍNDICE GERAL 1. INTRODUÇÃO... 2 2. APLICAÇÃO... 2 3. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 3.1 DISPOSIÇÕES INICIAIS...

Leia mais

RESOLUÇÃO N Parágrafo 2º São de responsabilidade da diretoria da instituição:

RESOLUÇÃO N Parágrafo 2º São de responsabilidade da diretoria da instituição: RESOLUÇÃO N 2554 Dispõe sobre a implantação e implemenação de sistema de controles internos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO

Leia mais

Certificação ISO

Certificação ISO Sistema de Gestão Ambiental SGA Certificação ISO 14.000 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento das Boas Práticas, das Normas e da Legislação

Leia mais

FORMAÇÃO DE AUDITORES INTERNOS DE GESTÃO DA QUALIDADE PARTE 1

FORMAÇÃO DE AUDITORES INTERNOS DE GESTÃO DA QUALIDADE PARTE 1 FORMAÇÃO DE AUDITORES INTERNOS DE GESTÃO DA QUALIDADE PARTE 1 Curso realizado de 23 a 26 de agosto /2010 OBJETIVO PARTE 1: Capacitar os participantes para: Ter habilidade para avaliar os requisitos da

Leia mais

PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE

PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE Código: PRO.QUALI 006/05 Folhas: 30 Revisão: 16 Data: 14.01.2016 Elaborado por: Mariana Ferraz Fernandes Verificado por: Berilo Gonçalves de Oliveira

Leia mais

(DESENVOLVIMENTO, QUALIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO E CONTROLE)

(DESENVOLVIMENTO, QUALIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO E CONTROLE) 1/9 (DESENVOLVIMENTO, QUALIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO E CONTROLE) Elaborado Aprovado Adilson Ferreira Nunes (Gestor do SGQ) Mauricio de Souza (Supervisor Compras) 2/9 Índice 1. O MANUAL DO FORNECEDOR... 3 INTRUDUÇÃO...

Leia mais

Versão: 1 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 1.578, de 14 de outubro de 2005

Versão: 1 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 1.578, de 14 de outubro de 2005 Procedimento de Comercialização Versão: 1 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho AEEL nº 1.578, de 14 de outubro de 2005 CÓDIGO ÍDICE 1. APROVAÇÃO...3 2. HISTÓRICO DE REVISÕES...3 3. PROCESSO

Leia mais

2. Os Serviços de Suporte Técnico e Atualização da SOLUÇÃO compreenderão: Recepção e Resolução de Chamados de Suporte.

2. Os Serviços de Suporte Técnico e Atualização da SOLUÇÃO compreenderão: Recepção e Resolução de Chamados de Suporte. Este documento descreve como deverão ser prestados os serviços de suporte técnico e atualização da solução de Gestão do Risco Operacional e Controles Internos, doravante chamada SOLUÇÃO, compreendendo

Leia mais

3. Engenharia dos requisitos de software

3. Engenharia dos requisitos de software Renato Cardoso Mesquita Departamento de Eng. Elétrica da UFMG renato@cpdee.ufmg.br Engenharia de Software 3. Engenharia dos requisitos de software.......... 3.1. Visão Geral O fluxo de Requisitos reúne

Leia mais

Problemas identificados nas propostas de ações e seu acompanhamento

Problemas identificados nas propostas de ações e seu acompanhamento Problemas identificados nas propostas de ações e seu acompanhamento Ana Cristina D. M. Follador Coordenação Geral de Acreditação Divisão de Acreditação de Laboratórios Objetivos Identificar as falhas significativas

Leia mais

Portaria n.º 106, de 25 de fevereiro de 2015. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 106, de 25 de fevereiro de 2015. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 106, de 25 de fevereiro de 2015. CONSULTA

Leia mais

Comparação NBR ISO X RDC s ANVISA ESTUDO COMPARATIVO ENTRE: NBR ISO 13485:2004 RCD 59:2000 PORTARIA 686:1998

Comparação NBR ISO X RDC s ANVISA ESTUDO COMPARATIVO ENTRE: NBR ISO 13485:2004 RCD 59:2000 PORTARIA 686:1998 Comparação NBR ISO 13485 X RDC s ANVISA ESTUDO COMPARATIVO ENTRE: NBR ISO 13485:2004 RCD 59:2000 PORTARIA 686:1998 Agenda Objetivo do estudo Visão Geral da NBR 13485:2004 Tendências mundiais Resultados

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO GESTÃO INTEGRADA DE RISCO OPERACIONAL, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE Objetivo Este documento

Leia mais

Ministério das Cidades

Ministério das Cidades Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Habitação Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat - PBQP-H ANEXO III Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras

Leia mais

Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00

Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00 Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00 Brasil: uma vocação natural para a indústria química País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais e terras raras Objetivo Desenvolver

Leia mais

BONSUCESSO ASSET ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA

BONSUCESSO ASSET ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA ELABORAÇÃO: APROVAÇÃO: GERÊNCIA DE RISCOS JULIANA PENTAGNA GUIMARÃES Diretoria da Sociedade LEANDRO SALIBA Diretoria da Sociedade INDICE 1. OBJETIVO... 2 2. REFERÊNCIAS... 2 3. CONCEITO... 2 4. ABRANGÊNCIA...

Leia mais

ANEXO 4 AO CONTRATO DE INTERCONEXÃO DE REDES CLASSE V ENTRE SAMM E XXX NºXXX SOLICITAÇÃO, PROVIMENTO E PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO DE INTERCONEXÃO

ANEXO 4 AO CONTRATO DE INTERCONEXÃO DE REDES CLASSE V ENTRE SAMM E XXX NºXXX SOLICITAÇÃO, PROVIMENTO E PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO DE INTERCONEXÃO SOLICITAÇÃO, PROVIMENTO E PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO DE INTERCONEXÃO 1. CONDIÇÕES GERAIS 1.1 Qualquer das Partes poderá, na forma da regulamentação pertinente, solicitar novas Interconexões ou alterações

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 11/01/10 Emissão Inicial N/A

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 11/01/10 Emissão Inicial N/A Página 1 de 9 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 11/01/10 Emissão Inicial N/A Documento via original Assinada OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Assistência Técnica Aprovada em 11-05-2015, após procedimento de consulta escrita aos membros da

Leia mais

Módulo 5 Implementação, operação, verificação e análise crítica do SGSSO, exercícios.

Módulo 5 Implementação, operação, verificação e análise crítica do SGSSO, exercícios. Módulo 5 Implementação, operação, verificação e análise crítica do SGSSO, exercícios. 4.4 - Implementação e operação 4.4.1 - Recursos, papéis, responsabilidades e autoridade 4.4.2 - Competência, treinamento

Leia mais

Certificação e Auditoria Ambiental

Certificação e Auditoria Ambiental Certificação e Auditoria Ambiental Auditoria Ambiental - 5 Prof. Gustavo Rodrigo Schiavon Eng. Ambiental Auditoria Ambiental Questionário Pré-Auditoria É um instrumento utilizado na etapa de pré-auditoria,

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL A Um Investimentos S/A CTVM atendendo às disposições da Resolução CMN 3.380/06 demonstra através deste relatório a sua estrutura do gerenciamento de risco

Leia mais

Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes

Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA DISCIPLINA: INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes 2012.2 INTRODUÇÃO Principais ferramentas - garantia da inocuidade,

Leia mais

ABORDAGEM INICIAL DA INTER-RELAÇÃO DE ITENS DAS NORMAS ISO 9001:2008 e 14001:2004

ABORDAGEM INICIAL DA INTER-RELAÇÃO DE ITENS DAS NORMAS ISO 9001:2008 e 14001:2004 ABORDAGEM INICIAL DA INTER-RELAÇÃO DE ITENS DAS NORMAS ISO 9001:2008 e 14001:2004 JOSÉ EDUARDO DO COUTO BARBOSA 1 ALAN FERNANDO TORRES 2 RESUMO A utilização de sistemas integrados se torna, cada vez mais,

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (OFICINA 08)

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (OFICINA 08) SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (OFICINA 08) Oficina 07 Política de Meio Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho Objetivos, Metas e Programas 4.2 Política de SSTMA A Alta Administração

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N 25, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000.

RESOLUÇÃO CNSP N 25, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000. RESOLUÇÃO CNSP N 25, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000. Dispõe sobre escritório de representação, no País, de ressegurador admitido, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental Criação: junho/2015 Page 1 of 5 1. OBJETIVOS A Política de Responsabilidade Socioambiental ( PRSA ou Política ) tem o objetivo de estabelecer os princípios,

Leia mais

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA aprovados através de processo de consulta escrita concluído a 13 de Maio de 2015 METODOLOGIA E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA

Leia mais

RELATÓRIO SUMÁRIO CERFLOR/PEFC COMPENSADOS FUCK LTDA.

RELATÓRIO SUMÁRIO CERFLOR/PEFC COMPENSADOS FUCK LTDA. 1- Histórico da Compensados Fuck Ltda. Fundada em 1978, a empresa Fuck ainda se chamando Fuck Indústria e Comercio LTDA a partir desse momento passa a investir em compensados, com a compra da COVEMA que

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA AQUISIÇÃO DE SELOS DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DE PRODUTOS E SERVIÇOS COM CONFORMIDADE AVALIADA

PROCEDIMENTO PARA AQUISIÇÃO DE SELOS DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DE PRODUTOS E SERVIÇOS COM CONFORMIDADE AVALIADA PROCEDIMENTO PARA AQUISIÇÃO DE SELOS DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DE PRODUTOS E SERVIÇOS COM CONFORMIDADE AVALIADA NORMA Nº NIE-DQUAL-142 APROVADA EM NOV/2009 Nº 1/5 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação

Leia mais

Ministério das Cidades

Ministério das Cidades Ministério das idades Secretaria Nacional de Habitação Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat - PBQP-H ANEXO III Sistema de Avaliação da onformidade de Empresas de Serviços e Obras

Leia mais

Elaborado por: 07/01/2008 Revisado por: 07/01/2008 Aprovado por: 07/01/2008

Elaborado por: 07/01/2008 Revisado por: 07/01/2008 Aprovado por: 07/01/2008 01/08 Elaborado por: 07/01/2008 isado por: 07/01/2008 Aprovado por: 07/01/2008 Silas Sampaio Moraes Junior ASQ/MTZ Silas Sampaio Moraes Junior ASQ/MTZ Silas Sampaio Moraes Junior ASQ/MTZ Objetivos: Registrar

Leia mais

PROCESSO PARA CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS

PROCESSO PARA CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS 1 Solicitação de Certificação Para aquelas empresas que tenham interesse em certificar seus produtos, as informações referentes à certificação estão disponíveis na página da internet do ITEP/OS (www.itep.br/certificacaodeproduto)

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Paulo Bornhausen) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Paulo Bornhausen) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. Paulo Bornhausen) Dispõe sobre o exercício da profissão de supervisor de segurança portuária. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A profissão de supervisor de segurança

Leia mais

Gestão de Segurança da Informação. Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006. Curso e Learning. Sistema de

Gestão de Segurança da Informação. Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006. Curso e Learning. Sistema de Curso e Learning Sistema de Gestão de Segurança da Informação Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste

Leia mais

Qualidade: reflexões e críticas

Qualidade: reflexões e críticas Qualidade: reflexões e críticas 68 Agosto de 2011 Notas Técnicas Ano III Por José Silvino Filho Silvino.qualidade@gmail.com AÇÕES PREVENTIVAS Professor José Silvino Filho Consultor de Projetos em Sistemas

Leia mais

Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado ENGENHARIA ELÉTRICA - TELECOMUNICAÇÕES

Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado ENGENHARIA ELÉTRICA - TELECOMUNICAÇÕES Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado ENGENHARIA ELÉTRICA - TELECOMUNICAÇÕES CAMPO LIMPO PAULISTA 2014 Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica - Telecomunicações

Leia mais

Regulamento Interno Para Bolsas PCI

Regulamento Interno Para Bolsas PCI Regulamento Interno Para Bolsas PCI Introdução Este documento contém a regulamentação para o uso de bolsas do Programa de Capacitação Institucional PCI no. São estabelecidas regras para a solicitação de

Leia mais

7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos

7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos 7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos 1 Introdução Sub-Comitê de Gestão de Riscos (nov 2004) Motivação: O fortalecimento do Conselho

Leia mais

Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda. Manual de Fornecedores

Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda. Manual de Fornecedores Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda Manual de Fornecedores A Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda pretende com este Manual aprimorar a relação com seus fornecedores e padronizar informações entre as partes.

Leia mais

PROGRAMA VIVÊNCIA PROFISSIONAL : REGULAMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL / ESTÁGIO. Escola SENAI Anchieta

PROGRAMA VIVÊNCIA PROFISSIONAL : REGULAMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL / ESTÁGIO. Escola SENAI Anchieta PROGRAMA VIVÊNCIA PROFISSIONAL : REGULAMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL / ESTÁGIO Escola SENAI Anchieta Sumário Página 01 Prática Profissional / Estágio 03 02 Da carga horária da Prática Profissional / Estágio

Leia mais

MANUAL DE PESSOAL CAPÍTULO 2: CONSTITUIR COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA

MANUAL DE PESSOAL CAPÍTULO 2: CONSTITUIR COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA 1 MÓDULO 20: SEGURANÇA NO TRABALHO CAPÍTULO 2: CONSTITUIR COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA ANEXOS: 1 Fluxo do Subprocesso Constituir Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA 2 Formulário

Leia mais

PQ /04/ OBJETIVO Definir as condições necessárias para os trabalhos do Comitê de Certificação da SAVASSI CERTIFICADORA.

PQ /04/ OBJETIVO Definir as condições necessárias para os trabalhos do Comitê de Certificação da SAVASSI CERTIFICADORA. PQ.08 04 02/04/2013 1-6 1. OBJETIVO Definir as condições necessárias para os trabalhos do Comitê de Certificação da SAVASSI CERTIFICADORA. 2. DEFINIÇÕES Comitê de Certificação Grupo de pessoas representantes

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 56, de 18 de fevereiro de 2004. O PRESIDENTE

Leia mais

A BÍblia. de Segurança

A BÍblia. de Segurança A BÍblia de Segurança Copyright da Katoen Natie e da Dicky para as ilustrações. Esta publicação não pode ser reproduzida ou transmitida, no todo ou em parte, sob qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho SERVIÇOS GERAIS IT. 26 10 1 / 6 1. OBJETIVO Orientar a realização de serviços gerais nas dependências do Crea GO e controle dos s. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA IT.28 Patrimônio. IT.27 Arquivo Geral e Correspondências

Leia mais

Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC

Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 INTRODUÇÃO... 2 OBJETIVOS... 3 CONCEITOS...

Leia mais

Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná HEMEPAR Farm. Elvira Rosa Folda DVGQB Jul/2012

Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná HEMEPAR Farm. Elvira Rosa Folda DVGQB Jul/2012 Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná HEMEPAR Farm. Elvira Rosa Folda DVGQB Jul/2012 ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário A documentação permite a comunicação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001)

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001) Página 1 de 5 RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001) O Conselho Nacional de Recursos Hídricos, no uso das competências que lhe são conferidas pela Lei nº 9.433,

Leia mais

MANUAL DE PROCESSOS INF03 - ACOMPANHAR PROJETO DE OBRA

MANUAL DE PROCESSOS INF03 - ACOMPANHAR PROJETO DE OBRA MANUAL DE PROCESSOS INF03 - ACOMPANHAR PROJETO DE OBRA SUMÁRIO GLOSSÁRIO (SIGLAS, SIGNIFICADOS)... Erro! Indicador não definido. I. OBJETIVO DO PROCESSO... 5 II. ÁREAS ENVOLVIDAS... 5 III. DESCRIÇÃO DAS

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital Sumário RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 3 1. INTRODUÇÃO... 3

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS AVALIAR DESEMPENHO DE CONTRATADA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS AVALIAR DESEMPENHO DE CONTRATADA MP080.100.030.160.040 1/11 MANUAL DE PROCEDIMENTOS AVALIAR DESEMPENHO DE CONTRATADA ESTA FOLHA ÍNDICE INDICA EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA NA EMISSÃO CITADA R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 R. 0 1 2

Leia mais

CAPÍTULO II Fornecedores SEÇÃO I Qualificação de fornecedores de produtos e insumos

CAPÍTULO II Fornecedores SEÇÃO I Qualificação de fornecedores de produtos e insumos REGULAMENTO PRÓPRIO PARA CONTRATAÇÃO DE OBRAS, SERVIÇOS E COMPRAS COM RECURSOS PROVENIENTES DO PODER PÚBLICO. CONSIDERANDO a necessidade de estabelecer normas de padronização para aquisição de materiais,

Leia mais

Unidade: Centro de Educação a Distância MANUAL DE PROCEDIMENTOS Nº: Manual de Instruçao - Autorizar Liberação de ValoresAutorizar Liberação de Valores

Unidade: Centro de Educação a Distância MANUAL DE PROCEDIMENTOS Nº: Manual de Instruçao - Autorizar Liberação de ValoresAutorizar Liberação de Valores 1/15 ESTA FOLHA ÍNDICE INDICA EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA NA EMISSÃO CITADA FL/R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 FL/R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 01 26 02 27 03 28 04 29 05 30 06 31 07 32 08 33

Leia mais

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO, no uso de suas atribuições regimentais,

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO, no uso de suas atribuições regimentais, PORTARIA TRT/GP/DGCA Nº 38/2016 Define a Política de Gerenciamento da Central de Serviços de Tecnologia da Informação e Comunicações do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL

Leia mais

Guia do Processo de Teste Metodologia Celepar

Guia do Processo de Teste Metodologia Celepar Guia do Processo de Teste Metodologia Celepar Agosto de 2009 Sumário de Informações do Documento Documento: guiaprocessoteste.odt Número de páginas: 11 Versão Data Mudanças Autor 1.0 26/12/07 Criação.

Leia mais

Manual de utilização do Portal de Fornecedores MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO PORTAL DE FORNECEDORES TEKSID

Manual de utilização do Portal de Fornecedores MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO PORTAL DE FORNECEDORES TEKSID Manual de utilização do Portal de Fornecedores 1 Portal de Fornecedores Teksid Visando tornar nossa gestão da qualidade ainda mais eficiente, estamos realizando a implantação do Portal de Fornecedores

Leia mais

2 Âmbito Esta Instrução de Trabalho aplica-se à Certificação do Controlo da Produção de Cabos, de acordo com a norma NS 9415.

2 Âmbito Esta Instrução de Trabalho aplica-se à Certificação do Controlo da Produção de Cabos, de acordo com a norma NS 9415. 1 Objectivo Esta Instrução de Trabalho define o esquema de certificação do controlo da produção de Cabos, nomeadamente os Planos de Controlo Externo e Interno a efectuar pela EIC e pelo produtor, respectivamente.

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL - PRSA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL - PRSA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL - PRSA A presente política foi elaborada pela PLANNER e é documento complementar ao procedimento interno, sendo proibida sua reprodução total ou parcial, de

Leia mais

PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.3322 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE (820.100 Corrective and Preventive Action) (8.5.1 Ação Corretiva) (8.5.2 Ação Preventiva) APROVAÇÃO MARCOS FERNANDES NUNES Gerente da QA/ RA Data: /

Leia mais

IT-IB-012 Instrução para Inscrição de Exames

IT-IB-012 Instrução para Inscrição de Exames IT-IB-012 Instrução para Inscrição de Exames Para os profissionais de acesso por corda. Rev. 00 SUMÁRIO 1. OBJETIVO.... 3 2. CAMPO DE APLICAÇÃO... 3 3. RESPONSABILIDADES... 3 4. REVISÃO... 3 5. DOCUMENTO

Leia mais

Anexo I, da Portaria nº 142/2014

Anexo I, da Portaria nº 142/2014 Anexo I, da Portaria nº 142/2014 MANUAL DE USO DO CADASTRO DE VEÍCULOS DE DIVULGAÇÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (Midiacad) Conteúdo OBJETIVO:... 2 USUÁRIOS DO MIDIACAD:...

Leia mais

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a contratação de empresa Especializada de Consultoria para Planejamento da Estrutura Funcional e Organizacional

Leia mais

ACOMPANHAR A LEGISLAÇÃO, NORMAS E DECISÕES JUDICIAIS DE RECURSOS HUMANOS. HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: José Carlos S Pereira

ACOMPANHAR A LEGISLAÇÃO, NORMAS E DECISÕES JUDICIAIS DE RECURSOS HUMANOS. HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: José Carlos S Pereira Ministério da Saúde FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz ACOMPANHAR A LEGISLAÇÃO, NORMAS E DECISÕES JUDICIAIS DE RECURSOS HUMANOS. HISTÓRICO DE REVISÕES Data Revisão Descrição da Revisão 00 Emissão Inicial 10/03/2012

Leia mais

TERMO DE ABERTURA DO PROJETO

TERMO DE ABERTURA DO PROJETO 1 Nome do Projeto 2 Código Projeto Fiscalização do Exercício e Atividade Profissional 3 Coordenador(a) 4 Tipo de Projeto João Augusto de Lima Estratégico 5 Gestor(a) 6 Programa Igor de Mendonça Fernandes

Leia mais

SECRETARIADO EXECUTIVO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Minuta de

SECRETARIADO EXECUTIVO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Minuta de SECRETARIADO EXECUTIVO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Minuta de PROTOCOLO entre O FUNDO ESPECIAL DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) e (ENTIDADE PROPONENTE) Para a implementação

Leia mais

O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social

O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social Securitas Portugal O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social Agosto de 2016 1 O Sistema de Gestão da Responsabilidade Social A SECURITAS desenvolveu e implementou um Sistema de Gestão de aspetos de

Leia mais

Ação Preventiva Ação para eliminar a causa de um potencial não-conformidade ou outra situação potencialmente indesejável.

Ação Preventiva Ação para eliminar a causa de um potencial não-conformidade ou outra situação potencialmente indesejável. A Ação Corretiva Ação para eliminar a causa de uma não-conformidade identificada ou outra situação indesejável. Ação Preventiva Ação para eliminar a causa de um potencial não-conformidade ou outra situação

Leia mais