CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM DESIGN GRÁFICO I N S T R U Ç Õ E S

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM DESIGN GRÁFICO I N S T R U Ç Õ E S"

Transcrição

1 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS GOIÂNIA CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM DESIGN GRÁFICO I N S T R U Ç Õ E S Verifique se este cadern de prvas cntém númer de páginas infrmad pel Chefe de Sala e nele escreva seu nme cmplet n cant inferir; Nã assine e nã identifique a flha de respsta de nenhuma frma; É expressamente pribid us de crretiv líquid. A respsta rasurada, u marcada a lápis, nã será cmputada; Ante suas respstas a tinta, na cr azul u preta; A terminar a prva, sinalize para que sua flha de respsta seja reclhida e aguarde em seu lugar até a liberaçã d Chefe de Sala. NOME:

2 2 CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM DESIGN GRÁFICO 1. Preencha crretamente as lacunas e assinale a alternativa crreta: Em relaçã utilizaçã das redes sciais, deve-se que elas exercem funçã paralela da linguagem falada? a) a àquela; b) à à; c) a à; d) à aquela. 2. Assinale a pçã em que a cncrdância está crreta: a) Nã pderiam haver dúvidas sbre a imprtância da vacina; b) Os fats falam pr si sós; c) Fazendas e engenhs prósperas; d) D meu trabalh até minha casa sã quatr quilômetrs. 3. Marque a pçã que cmplete crretamente a pntuaçã d períd abaix: Que ótim ( ) Era precis ( ) prtant ( ) cmemrar a vitória. a) (!) (;) (,) b) (.) (:) (;) c) (!) (,) (,) d) (.) (,) (!) 4. Quant a us crret ds prnmes, assinale a alternativa que preencha períd crretamente: Se é para falar que pens, crei que a esclha será entre e. a) (mim) (tu) (eu); b) (eu) (mim) (ti); c) (eu) (mim) (tu); d) (eu) (eu) (ti). 5. Assinale a alternativa em que tdas as palavras sã acentuadas, de acrd cm nv acrd rtgráfic: a) Alcateia, heric, frequente; b) Vô, tranqüil, enj; c) Feiúra, heróic, assembleia; d) Leem, frequente, v.

3 3 6. Marque a pçã em que crra a regência verbal crreta: a) Mesm que chva, vcê e seus irmãs terã que cmparecer a cartóri; b) Há lcais neste país em que fazem quarenta graus à smbra; c) Em algumas situações de sfriment, falta-me palavras de cnsl; d) Cada vez mais me causa pânic essas manifestações. 7. Indique a sequência crreta da classificaçã mrflógica das palavras destacadas na frase: Aquil que se faz cm amr está sempre além d bem e d mal. (Friederich Nietzsche) a) Substantiv prepsiçã verb prnme; b) Prepsiçã verb prnme substantiv; c) Verb prnme substantiv prepsiçã; d) Prnme verb prepsiçã substantiv. 8. Marque a pçã em que exista adjunt adverbial de temp: a) O menin machucu clega cm a bla; b) Nesta nite fará muit fri; c) Cristina nã irá passar de an, se cntinuar assim; d) Talvez nã vá trabalhar amanhã. 9. Assinale a alternativa crreta quant a us ds prnmes de tratament: a) Ilustríssim Senhr Prefeit; b) Excelentíssim Senhr Reitr; c) Ilustríssim Senhr Juiz; d) Excelentíssim Senhr Juiz. 10. Marque a alternativa em que crra predicad verb-nminal: a) A criança brincava distraída; b) A prva fi difícil; c) Os manifestantes gritavam palavras de rdem; d) Os pássars pertencem a mund da natureza. 11. O cadead exibid ns navegadres de internet a acessar sites que cmeçam cm https significa que: a) O text está cmpactad para ser transmitid mais rápid; b) O servidr de internet pssui um antivírus instalad;

4 4 c) A página acessada está criptgrafada para garantir que apenas quem tenha legitimidade acesse s dads; d) O cnteúd está blquead, impedind que seja cpiad para utr lcal. 12. Sites terminads em.cm.br,.jus.br e.gv.br sã respectivamente destinads à sites de: a) Atividades Cmerciais, Entidades d Pder Judiciári e Entidades d Gvern Federal; b) Ambs pdem ser criads pr qualquer pessa; c) Sites.jus.br e.gv.br nã existem; d) Nenhuma das alternativas anterires. 13. As guias (u abas) ns brwsers (navegadres de internet) tem a finalidade de: a) Aglmerar várias páginas semelhantes de um mesm dmíni; b) Impedir que s navegadres sejam invadids pr crackers; c) Blquear s pp-ups em websites cmerciais; d) Organizar várias páginas em uma única janela, facilitand us d ambiente multitarefas. 14. Arquivs terminads cm as extensões.dc e.xls pdem ser aberts, respectivamente, cm s prgramas: a) Micrsft Wrd e Micrsft Excel; b) Micrsft PwerPint e Micrsft Wrd; c) Micrsft Access e Micrsft Wrd; d) Micrsft Excel e Micrsft Wrd. 15. Sã características de um pendrive: a) Armazenar arquivs para us psterir, assim cm realizar backup de arquivs; b) Facilitar manusei de arquivs, permitind inclusive armazenament de arquivs que pssam cnter vírus; c) Permitir armazenament de arquivs de música que pdem ser utilizads em Televisres e aparelhs de Rádi cm entradas USB; d) Tdas as alternativas estã crretas. 16. Para um melhr acabament, um flder impress em papel de gramatura 170g u acima, a dbra deve ser: a) Dbra cmum; b) Dbra vinc; c) Dbra especial;

5 5 d) O tip de dbra nã altera a qualidade d acabament. 17. A qualidade da impressã sfre influência d tip de papel utilizad, send um ds fatres que deve ser cnsiderad pel Designer Gráfic na hra da elabraçã da arte. Dessa frma, term usad para identificar a altura e a densidade d papel é: a) Gramatura expressa em gramas e pr metr quadrad (g/m²); b) Pes que é express em quilgrama pr metr quadrad (Kg/m²); c) Grssura expressa em pes pr metr quadrad(p/m²); d) Nenhuma das respstas acima. 18. Os tamanhs de papel se baseiam em sistemas recnhecids ficialmente pr cnvenções, send um ds mais utilizads padrã germânic. Manter a mesma prprçã entre diferentes tamanhs traz várias vantagens, excet: a) Facilita a ampliaçã e reduçã de um tamanh para utr; b) Facilita a cnfecçã de flhets e brchuras cm duas páginas em cada flha, na qual tamanh d papel deve ser, na série, de uma rdem acima d tamanh da página, p.ex., flhas A3 sã dbradas para fazer brchuras A4; c) Evita desperdíci de papel; d) Dá mair liberdade na elabraçã da arte e pssibilita desenvlver frmas diferenciadas das utilizadas nrmalmente. 19. Os tamanhs de papel-padrã frnecem as designers, tipógrafs e utrs envlvids na impressã e editraçã um mei cnveniente e eficiente de cmunicar especificações de prduts e cntrlar custs. Atualmente, frmat A4 é muit difundid, suas dimensões sã: a) 297 x 210 mm; b) 210 x 148,5 mm; c) 840 x 594 mm; d) 148,5 x 105 mm. 20. É cmum ser necessári alterar s espaçs entre determinadas letras para garantir uma unifrmidade visual em td espacejament entre letras de uma cmpsiçã. Qual a nmenclatura d ajuste de espaç entre letras par a par? a) Espaç de tipgrafia; b) Serifa; c) Kerning; d) Flga entre letras. 21. Para arquivs utilizads n Phtshp a extensã mais utilizada é: a) vhs;

6 6 b) ppt; c) psd; d) psb. 22. Denmina-se sangrament de uma imagem : a) At de crtar imagens sem us de esmaeciment das brdas, trnand-as duras e cm aspect serrilhad; b) At de enviar imagens n sistema crmátic errad para a gráfica, fazend cm que as imagens clridas saiam cm as cres erradas; c) O psicinament de uma imagem em uma página de md que ela ultrapasse seus limites, para que, refilad material, nã haja sbra de papel entre a imagem e a brda da página; d) Defeit de impressã que se verifica quand, pr err de mntagem das chapas, as cres sã impressas fra d cntrn da imagem. 23. Ds frmats de imagem a seguir, ideal para garantir a qualidade da impressã é: a) BMP; b) PSD; c) PNG; d) TIFF. 24. Faz parte d rl das características ds arquivs fechads enviads para a gráfica: a) A necessidade de envi de tdas as fntes utilizadas n layut; b) O preç elevad, pr resultar em um prcess mais precis de impressã; c) Os arquivs nã pdem ser alterads; d) A pssibilidade de alterar arquiv e cnsertar eventuais errs. 25. Cres secundárias sã aquelas: a) Que, misturadas, frmam a suplementar da cr primária; b) Que, num esquema de cres, cmplementam a cr principal, cnferind equilíbri à cmpsiçã; c) Que, misturadas, frmam a própria cr primária; d) Frmadas pela mistura de duas cres primárias. 26. Cnhecer um puc das prpriedades de luz relacinadas às cres ajuda a entender melhr cm prcess de impressã funcina. Cnsiderand a mistura das cres, é crret afirmar que a sma das cres primárias subtrativas (CMYK) prduz uma cr, enquant a sma das cres primárias aditivas (RGB) prduz uma cr. Qual pçã cmpleta adequadamente a afirmaçã acima?

7 7 a) Branca e preta; b) Magenta e cian; c) Cian e vermelh; d) Preta e branca. 27. O CrelDRAW é um prgrama de desenh vetrial bidimensinal para design gráfic desenvlvid pela Crel Crpratin. O efeit utilizad n CrelDRAW que tem cm finalidade criar s passs da metamrfse entre dis bjets, pdend ser utilizad também para criar um efeit de gradaçã se bjet inicial tem uma cr diferente d bjet final, é denminad: a) Interseçã; b) Mídia artística; c) Distrçã; d) Mistura. 28. Marque (1) para sistema de cres RGB e (2) para sistema de cres (CMYK): ( ) Cres primárias sã vermelh, verde e azul; ( ) Cres primárias sã cian, magenta e amarel; ( ) Utiliza intensidade da luz para frmar cres; ( ) Utilizad ns mnitres; ( ) Utilizad na impressã. a) 1, 2, 1, 1, 2; b) 2, 1, 2, 2, 1; c) 2, 2, 1, 1, 1; d) 2, 2, 2, 1, Quant à legibilidade d text é crret afirmar, excet: a) Deve-se evitar que s espaçs entre palavras sejam mair que espaç entre entrelinhas; b) Quant mais curta a linha, mens espaç é necessári na entrelinha; quant mais cmprida, mair espaç na entrelinha; c) Os tips serifads sã melhres para impresss gráfics; d) Linhas cmpridas em caixa alta (maiúsculas) sã indiscutivelmente mais fáceis de serem lidas. 30. É uma técnica de impressã direta, basead na repulsã tinta-água, exige a cnfecçã de ftlits e as subsequentes chapas de impressã (matrizes), é a técnica mais cmum utilizada pelas gráficas. Também pde dispensar a cnfecçã de ftlit n chamad prcess diret para a chapa. Estams faland da impressã em:

8 8 a) Serigrafia; b) Off-set; c) Ht Stamp; d) Digital.

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM ENGENHARIA ELÉTRICA I N S T R U Ç Õ E S

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM ENGENHARIA ELÉTRICA I N S T R U Ç Õ E S 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS GOIÂNIA CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM ENGENHARIA ELÉTRICA I N S T R U Ç Õ E S Verifique

Leia mais

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM INFORMÁTICA I N S T R U Ç Õ E S

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM INFORMÁTICA I N S T R U Ç Õ E S 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS PORANGATU CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM INFORMÁTICA I N S T R U Ç Õ E S Verifique

Leia mais

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM INFORMÁTICA I N S T R U Ç Õ E S

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM INFORMÁTICA I N S T R U Ç Õ E S 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS LUZIÂNIA CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM INFORMÁTICA I N S T R U Ç Õ E S Verifique

Leia mais

Versões Todos os módulos devem ser atualizados para as versões a partir de 03 de outubro de 2013.

Versões Todos os módulos devem ser atualizados para as versões a partir de 03 de outubro de 2013. Serviç de Acess as Móduls d Sistema HK (SAR e SCF) Desenvlvems uma nva ferramenta cm bjetiv de direcinar acess ds usuáris apenas as Móduls que devem ser de direit, levand em cnsideraçã departament de cada

Leia mais

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br Vensis PCP Vensis PCP O PCP é módul de planejament e cntrle de prduçã da Vensis. Utilizad n segment industrial, módul PCP funcina de frma ttalmente integrada a Vensis ERP e permite às indústrias elabrar

Leia mais

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM RELAÇÕES PÚBLICAS I N S T R U Ç Õ E S

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM RELAÇÕES PÚBLICAS I N S T R U Ç Õ E S 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS GOIÂNIA CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM RELAÇÕES PÚBLICAS I N S T R U Ç Õ E S Verifique

Leia mais

Transformadores. Transformadores 1.1- INTRODUÇÃO 1.2- PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

Transformadores. Transformadores 1.1- INTRODUÇÃO 1.2- PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Transfrmadres 1.1- INTRODUÇÃO N estud da crrente alternada bservams algumas vantagens da CA em relaçã a CC. A mair vantagem da CA está relacinada cm a facilidade de se elevar u abaixar a tensã em um circuit,

Leia mais

GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS

GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS CONTEÚDO 1. Intrduçã... 3 2. Requisits de Sftware e Hardware:... 3 3. Usuári e Grups:... 3 3.1. Cnfigurand cm Micrsft AD:... 3 3.2. Cnfigurand s Grups e Usuáris:...

Leia mais

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas Unidade 7: Sínteses de evidências para plíticas Objetiv da Unidade Desenvlver um entendiment cmum d que é uma síntese de evidências para plíticas, que inclui e cm pde ser usada 3 O que é uma síntese de

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Plano de aulas 2010 1ª série 1ª aula 2ª etapa

Plano de aulas 2010 1ª série 1ª aula 2ª etapa Plan de aulas 2010 1ª série 1ª aula 2ª etapa Escla Clégi Eng Juarez Wanderley Prfessr Fernand Nishimura de Aragã Disciplina Infrmática Objetivs Cnstruçã de um website pessal para publicaçã de atividades

Leia mais

Integração com coletores de ponto, catracas, dispositivos de abertura de portas, fechaduras eletromagnéticas,

Integração com coletores de ponto, catracas, dispositivos de abertura de portas, fechaduras eletromagnéticas, Vsft ids Pnt Web Cntrle de acess e pnt A Vsft desenvlveu uma sluçã baseada em sftware e hardware para cntrle de acess e u pnt que pde ser utilizada pr empresas de qualquer prte. Cm us da tecnlgia bimétrica

Leia mais

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM INFORMÁTICA I N S T R U Ç Õ E S

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM INFORMÁTICA I N S T R U Ç Õ E S 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS GOIÂNIA CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM INFORMÁTICA I N S T R U Ç Õ E S Verifique

Leia mais

Manual de Instalação

Manual de Instalação Manual de Instalaçã Prdut: n-hst Versã d prdut: 4.1 Autr: Aline Della Justina Versã d dcument: 1 Versã d template: Data: 30/07/01 Dcument destinad a: Parceirs NDDigital, técnics de suprte, analistas de

Leia mais

SMART CONTROLE DO ESTOQUE DE GONDOLA

SMART CONTROLE DO ESTOQUE DE GONDOLA SMART CONTROLE DO ESTOQUE DE GONDOLA O prcess de cntrle de estque de gôndla fi desenvlvid cm uma prcess de auxili a cliente que deseja cntrlar a quantidade de cada item deve estar dispnível para venda

Leia mais

REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1

REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1 REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1 DISPOSIÇÕES GERAIS A campanha d Dia Mundial de Cmbate à Plimielite (também cnhecida cm paralisia infantil), celebrad n dia 24 de utubr,

Leia mais

Informática II INFORMÁTICA II

Informática II INFORMÁTICA II Jrge Alexandre jureir@di.estv.ipv.pt - gab. 30 Artur Susa ajas@di.estv.ipv.pt - gab. 27 1 INFORMÁTICA II Plan Parte I - Cmplementar cnheciment d Excel cm ferramenta de análise bases de dads tabelas dinâmicas

Leia mais

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AURÉLIA DE SOUSA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Prva Escrita e Prva Oral de Inglês 11.º An de esclaridade DECRETO-LEI n.º 139/2012, de 5 de julh Prva (n.º367) 1.ªe 2.ª Fase 6

Leia mais

Boletim Técnico. CAGED Portaria 1129/2014 MTE. Procedimento para Implementação. Procedimento para Utilização

Boletim Técnico. CAGED Portaria 1129/2014 MTE. Procedimento para Implementação. Procedimento para Utilização Bletim Técnic CAGED Prtaria 1129/2014 MTE Prdut : TOTVS 11 Flha de Pagament (MFP) Chamad : TPRQRW Data da criaçã : 26/08/2014 Data da revisã : 12/11/2014 País : Brasil Bancs de Dads : Prgress, Oracle e

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUITE LIBREOFFICE: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TREINAMENTO

TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUITE LIBREOFFICE: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TREINAMENTO Term de Referência Anex I - Especificaçã técnica Cntrataçã de Empresa para prestaçã de Serviçs de Treinament na suíte Libreffice TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUITE LIBREOFFICE: CONTRATAÇÃO

Leia mais

HARDWARE e SOFTWARE. O Computador é composto por duas partes: uma parte física (hardware) e outra parte lógica (software).

HARDWARE e SOFTWARE. O Computador é composto por duas partes: uma parte física (hardware) e outra parte lógica (software). HARDWARE e SOFTWARE O Cmputadr é cmpst pr duas partes: uma parte física (hardware) e utra parte lógica (sftware). Vcê sabe qual é a diferença entre "Hardware" e "Sftware"? Hardware: é nme dad a cnjunt

Leia mais

De acordo com estes critérios, uma sugestão de formato para nomes de tablespaces no banco de dados Oracle é a seguinte: S_O_T, onde:

De acordo com estes critérios, uma sugestão de formato para nomes de tablespaces no banco de dados Oracle é a seguinte: S_O_T, onde: Pedr F. Carvalh cntat@pedrfcarvalh.cm.br Tablespaces: Organizaçã e Nmenclatura Definir critéris para a divisã de um banc de dads Oracle em tablespaces é sempre uma questã imprtante para s DBAs na rganizaçã

Leia mais

Profa. Dra. Silvia M de Paula

Profa. Dra. Silvia M de Paula Prfa. Dra. Silvia M de Paula Espelhs Esférics Certamente tds nós já estivems diante de um espelh esféric, eles sã superfícies refletras que têm a frma de calta esférica. Em nss ctidian ficams diante de

Leia mais

Manual de Configuração

Manual de Configuração Manual de Cnfiguraçã Pnt de Venda (PDV) Versã: 1.1 Índice 1 EASYASSIST PONTO DE VENDA (PDV)... 3 1.1 INSTALANDO O TERMINAL EASYASSIST PONTO DE VENDA (PDV)... 3 1.2 CAPTURANDO O NÚMERO DE SÉRIE E O GT DO

Leia mais

Exercícios de Java Aula 17

Exercícios de Java Aula 17 Exercícis de Java Aula 17 Link d curs: http://www.liane.cm/2013/10/curs-java-basic-java-se-gratuit/ 1. Faça um prgrama que peça uma nta, entre zer e dez. Mstre uma mensagem cas valr seja inválid e cntinue

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA Nme: Nº 8ºAn Data: / / 2015 Prfessres: Fabiana, Mayra e Olga. Nta: (valr: 1,0 para cada bimestre) 4º bimestre / 2º semestre A - Intrduçã Neste semestre, sua

Leia mais

ALTERAÇÕES NO SISTEMA ORION

ALTERAÇÕES NO SISTEMA ORION ALTERAÇÕES NO SISTEMA ORION Orin Versã 7.74 TABELAS Clientes Na tela de Cadastr de Clientes, fi inserid btã e um camp que apresenta códig que cliente recebeu após cálcul da Curva ABC. Esse btã executa

Leia mais

Agenda. A interface de Agendamento é encontrada no Modulo Salão de Vendas Agendamento Controle de Agendamento, e será apresentada conforme figura 01.

Agenda. A interface de Agendamento é encontrada no Modulo Salão de Vendas Agendamento Controle de Agendamento, e será apresentada conforme figura 01. Agenda Intrduçã Diariamente cada um ds trabalhadres de uma empresa executam diversas atividades, muitas vezes estas atividades tem praz para serem executadas e devem ser planejadas juntamente cm utras

Leia mais

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM JORNALISMO I N S T R U Ç Õ E S

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM JORNALISMO I N S T R U Ç Õ E S 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS GOIÂNIA CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM JORNALISMO I N S T R U Ç Õ E S Verifique

Leia mais

Vensis Manutenção. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br

Vensis Manutenção. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br Vensis Manutençã Vensis Manutençã É módul que permite gerenciament da manutençã de máquinas e equipaments. Prgramaçã de manutenções preventivas u registr de manutenções crretivas pdem ser feits de frma

Leia mais

Alterações na aplicação do Critério Brasil, válidas a partir de 01/01/2013

Alterações na aplicação do Critério Brasil, válidas a partir de 01/01/2013 Alterações na aplicaçã d Critéri Brasil, válidas a partir de 01/01/2013 A dinâmica da ecnmia brasileira, cm variações imprtantes ns níveis de renda e na psse de bens ns dmicílis, representa um desafi imprtante

Leia mais

TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentação / Apresentação do Projeto.

TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentação / Apresentação do Projeto. TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentaçã / Apresentaçã d Prjet. 9.1 Técnicas de apresentaçã Cm apresentar cm sucess? A qualidade d prdut u d u d serviç quase sempre é cnfundida cm a qualidade da apresentaçã.

Leia mais

GUIA DE USO DO TECLADO VIRTUAL

GUIA DE USO DO TECLADO VIRTUAL GUIA DE USO DO TECLADO VIRTUAL A Indra, através das Cátedras de Tecnlgias Acessíveis que prmve em clabraçã cm a Fundaçã Adecc e diversas universidades espanhlas, apiu desenvlviment em cnjunt cm a Universidade

Leia mais

Aula 11 Bibliotecas de função

Aula 11 Bibliotecas de função Universidade Federal d Espírit Sant Centr Tecnlógic Departament de Infrmática Prgramaçã Básica de Cmputadres Prf. Vítr E. Silva Suza Aula 11 Biblitecas de funçã 1. Intrduçã À medida que um prgrama cresce

Leia mais

- COMO PROCURAR EMPREGO -

- COMO PROCURAR EMPREGO - GUIA PRÁTICO - COMO PROCURAR EMPREGO - e 1 de 7 Técnicas de Prcura de Empreg...3 1. Aut Avaliaçã...3 2. Meis de Divulgaçã de Ofertas de Empreg...3 3. Carta de Apresentaçã...4 4. Curriculum Vitae...4 4.1.1.

Leia mais

Requisitos técnicos de alto nível da URS para registros e registradores

Requisitos técnicos de alto nível da URS para registros e registradores Requisits técnics de alt nível da URS para registrs e registradres 17 de utubr de 2013 Os seguintes requisits técnics devem ser seguids pels peradres de registr e registradres para manter a cnfrmidade

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso At endi m ent acl i ent e Apr es ent aç ãdc ur s Apresentaçã d Curs O curs Atendiment a Cliente fi elabrad cm bjetiv de criar cndições para que vcê desenvlva cmpetências para: Identificar s aspects que

Leia mais

Manual. Autorizador da UNIMED

Manual. Autorizador da UNIMED Manual Prtal Autrizadr da UNIMED Pass a Pass para um jeit simples de trabalhar cm Nv Prtal Unimed 1. Períd de Atualizaçã Prezads Cperads e Rede Credenciada, A Unimed Sul Capixaba irá atualizar seu sistema

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO ANTECEDENTES CRIMINAIS

MANUAL DO USUÁRIO ANTECEDENTES CRIMINAIS SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO INTEGRADA POLICIAL Elabrad: Equipe SAG Revisad: Aprvad: Data: 11/09/2008 Data: 10/10/2008 Data: A autenticaçã d dcument cnsta n arquiv primári da Qualidade Referencia: Help_Online_Antecedentes_Criminais.dc

Leia mais

A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações.

A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações. Taxa DI Cetip Critéri de apuraçã a partir de 07/10/2013 As estatísticas d ativ Taxa DI-Cetip Over (Extra-Grup) sã calculadas e divulgadas pela Cetip, apuradas cm base nas perações de emissã de Depósits

Leia mais

IBOConsole Recuperação do Banco de Dados. Ferramenta de manutenção para recuperação de banco de dados.

IBOConsole Recuperação do Banco de Dados. Ferramenta de manutenção para recuperação de banco de dados. IBOCnsle Recuperaçã d Banc de Dads Ferramenta de manutençã para recuperaçã de banc de dads. 2 IBOCnsle ÍNDICE MAINTENANCE... 3 VALIDATION... 4 BACKUP/RESTORE... 6 BACKUP... 7 RESTORE... 10 3 IBOCnsle MAINTENANCE

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO EVENTOS

MANUAL DO USUÁRIO EVENTOS SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO INTEGRADA POLICIAL Elabrad: Equipe SAG Revisad: Data: 17-09-2008 Data: Aprvad: Data: A autenticaçã d dcument cnsta n arquiv primári da Qualidade Referencia: Help_Online_Events.dc

Leia mais

Copyright 1999-2006 GrupoPIE Portugal, S.A. Manual Utilizador

Copyright 1999-2006 GrupoPIE Portugal, S.A. Manual Utilizador Reprts Relatóris à sua Medida Reprts Cpyright 1999-2006 GrupPIE Prtugal, S.A. Reprts 1. WinREST Reprts...5 1.1. Licença...6 1.2. Linguagem...7 1.3. Lgin...7 1.4. Página Web...8 2. Empresas...9 2.1. Cm

Leia mais

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO (ESO)

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO (ESO) NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO (ESO) O relatóri de Estági Supervisinad (ESO) deverá ser elabrad pel alun matriculad n 10º semestre, em cmum acrd cm seu rientadr,

Leia mais

REGULAMENTO DA OLIMPÍADA JURÍDICA 2014

REGULAMENTO DA OLIMPÍADA JURÍDICA 2014 1 REGULAMENTO DA OLIMPÍADA JURÍDICA 2014 PARTICIPANTES A Olimpíada Jurídica 2014 é uma cmpetiçã direcinada a aluns que estejam regularmente matriculads ns curss de graduaçã de Direit de Instituições de

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

Guia Sphinx: Instalação, Reposição e Renovação

Guia Sphinx: Instalação, Reposição e Renovação Guia Sphinx: Instalaçã, Repsiçã e Renvaçã V 5.1.0.8 Instalaçã Antes de instalar Sphinx Se vcê pssuir uma versã anterir d Sphinx (versões 1.x, 2.x, 3.x, 4.x, 5.0, 5.1.0.X) u entã a versã de Demnstraçã d

Leia mais

MTur Sistema Artistas do Turismo. Manual do Usuário

MTur Sistema Artistas do Turismo. Manual do Usuário MTur Sistema Artistas d Turism Manual d Usuári Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESCRIÇÃO DO SISTEMA... 3 3. ACESSAR O SISTEMA... 4 4. UTILIZANDO O SISTEMA... 9 4.1. CADASTRAR REPRESENTANTE... 9 4.2. CADASTRAR

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS Questã n 1 Cnheciments Específics O text dissertativ deve cmtemplar e desenvlver s aspects apresentads abaix. O papel d PPA é de instrument de planejament de médi/lng praz que visa à cntinuidade ds bjetivs

Leia mais

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM PSICOLOGIA I N S T R U Ç Õ E S

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM PSICOLOGIA I N S T R U Ç Õ E S 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS GOIÂNIA CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM PSICOLOGIA I N S T R U Ç Õ E S Verifique

Leia mais

Segue abaixo projeto para desenvolvimento de novo website para loja Virtual

Segue abaixo projeto para desenvolvimento de novo website para loja Virtual Lja Virtual Desenvlviment FrmigaNegócis Orçament: /2012 Cliente: Respnsável: Prjet: Lja virtual Telefne: Frmiga (MG), de de 2012 Intrduçã Segue abaix prjet para desenvlviment de nv website para lja Virtual

Leia mais

Fundamentos de Informática 1ºSemestre

Fundamentos de Informática 1ºSemestre Fundaments de Infrmática 1ºSemestre Aula 4 Prf. Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.cm SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Descrevend Sistemas de um Cmputadr

Leia mais

COMO CONFIGURAR SUA(S) CONTA(S) NO MICROSOFT OFFICE OUTLOOK

COMO CONFIGURAR SUA(S) CONTA(S) NO MICROSOFT OFFICE OUTLOOK COMO CONFIGURAR SUA(S) CONTA(S) NO MICROSOFT OFFICE OUTLOOK Use as instruções de acrd cm a versã d seu Outlk (2010, 2007 u 2003) Para saber a versã de seu Outlk, clique n menu Ajuda > Sbre Micrsft Office

Leia mais

Universidade Luterana do Brasil Faculdade de Informática. Disciplina de Engenharia de Software Professor Luís Fernando Garcia www.garcia.pro.

Universidade Luterana do Brasil Faculdade de Informática. Disciplina de Engenharia de Software Professor Luís Fernando Garcia www.garcia.pro. Universidade Luterana d Brasil Faculdade de Infrmática Disciplina de Engenharia de Sftware Prfessr Luís Fernand Garcia www.garcia.pr.br EVOLUÇÃO EM ENGENHARIA DE SOFTWARE 10 Sistemas Legads O investiment

Leia mais

As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do Programa da disciplina.

As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do Programa da disciplina. Infrmaçã Exame de Equivalência à Frequência Educaçã Visual e Tecnlógica 2º cicl d Ensin Básic 2012 1. Intrduçã O presente dcument visa divulgar as características da prva final d 2.º cicl d ensin básic

Leia mais

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM ENGENHARIA CIVIL I N S T R U Ç Õ E S

CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM ENGENHARIA CIVIL I N S T R U Ç Õ E S 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS GOIÂNIA CADERNO DE PROVA NÍVEL SUPERIOR EM ENGENHARIA CIVIL I N S T R U Ç Õ E S Verifique

Leia mais

CRC-MG Central de Registro Civil de Minas Gerais Certidão Online - Serventia. Manual do usuário

CRC-MG Central de Registro Civil de Minas Gerais Certidão Online - Serventia. Manual do usuário CRC-MG Central de Registr Civil de Minas Gerais Certidã Online - Serventia Manual d usuári Prefáci Data: 30/01/2015 Versã dcument: 1.0 1. COMO ACESSAR O MÓDULO DA CERTIDÃO ONLINE... 04 2. OPÇÕES DE PEDIDOS

Leia mais

MODELO DE PROGRAMAÇÃO DO WINDOWS AZURE

MODELO DE PROGRAMAÇÃO DO WINDOWS AZURE MODELO DE PROGRAMAÇÃO DO WINDOWS AZURE DAVID CHAPPELL OUTUBRO DE 2010 PATROCINADO PELA MICROSOFT CORPORATION SUMÁRIO Pr que criar um nv mdel de prgramaçã?... 3 Três regras d mdel de prgramaçã d Windws

Leia mais

MTUR Sistema FISCON. Manual do Usuário

MTUR Sistema FISCON. Manual do Usuário MTUR Sistema FISCON Manual d Usuári Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESCRIÇÃO DO SISTEMA... 3 3. ACESSAR O SISTEMA... 4 4. UTILIZANDO O SISTEMA... 5 4.1. CADASTRAR CONVENENTE... 5 4.2. INSERIR FOTOGRAFIAS/IMAGENS

Leia mais

Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES

Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES 1 Breve Históric Sbre Design Patterns A rigem ds Design Patterns (Padrões de Desenh u ainda Padrões de Prjet) vem d trabalh de um arquitet chamad

Leia mais

Perguntas frequentes sobre o Programa Banda Larga nas Escolas

Perguntas frequentes sobre o Programa Banda Larga nas Escolas Perguntas frequentes sbre Prgrama Banda Larga nas Esclas 1. Qual bjetiv d Prgrama Banda Larga nas Esclas? O Prgrama Banda Larga nas Esclas tem cm bjetiv cnectar tdas as esclas públicas à internet, rede

Leia mais

FKcorreiosg2_cp1 - Complemento Transportadoras

FKcorreiosg2_cp1 - Complemento Transportadoras FKcrreisg2_cp1 - Cmplement Transprtadras Instalaçã d módul Faça dwnlad d arquiv FKcrreisg2_cp1.zip, salvand- em uma pasta em seu cmputadr. Entre na área administrativa de sua lja: Entre n menu Móduls/Móduls.

Leia mais

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO OPERAÇÕES DE DESMATAÇÃO, DESARBORIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE FITOFARMACÊUTICOS

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO OPERAÇÕES DE DESMATAÇÃO, DESARBORIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE FITOFARMACÊUTICOS Página 1 de 9 0 CONTROLO DE REVISÕES... 2 1 OBJECTIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO... 2 2 REFERÊNCIAS... 2 3 DEFINIÇÕES... 2 4 ABREVIATURAS... 3 5 PROCEDIMENTO... 3 5.1 NECESSIDADE DE DESARBORIZAÇÃO OU DESMATAÇÃO...

Leia mais

WEBSITE LOJAS JOMÓVEIS

WEBSITE LOJAS JOMÓVEIS WEBSITE LOJAS JOMÓVEIS Manual d Usuári Elabrad pela W3 Autmaçã e Sistemas Infrmaçã de Prpriedade d Grup Jmóveis Este dcument, cm tdas as infrmações nele cntidas, é cnfidencial e de prpriedade d Grup Jmóveis,

Leia mais

Oficina de Capacitação em Comunicação

Oficina de Capacitação em Comunicação Oficina de Capacitaçã em Cmunicaçã APRESENTAÇÕES: DICAS E INSTRUMENTOS Marcele Basts de Sá Cnsultra de Cmunicaçã mbasts.sa@gmail.cm Prjet Semeand Águas n Paraguaçu INTERESSE DO PÚBLICO Ouvir uma ba história

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para autuar os processos destinados às Varas Cíveis integrantes do Modelo de Gestão.

Estabelecer critérios e procedimentos para autuar os processos destinados às Varas Cíveis integrantes do Modelo de Gestão. Códig: MAN-VCIV-003 Versã: 00 Data de Aprvaçã: 18/01/2011 Elabrad pr: Magistrads e servidres da 8ª e 14ª Varas Cíveis Aprvad pr: Presidente d TJPB 1 Objetiv Estabelecer critéris e prcediments para autuar

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE. Técnicos de Instalação e Manutenção de Edifícios e Sistemas. (TIMs)

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE. Técnicos de Instalação e Manutenção de Edifícios e Sistemas. (TIMs) MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE Técnics de Instalaçã e Manutençã de Edifícis e Sistemas (TIMs) NO SISTEMA INFORMÁTICO DO SISTEMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA NOS EDIFÍCIOS (SCE) 17/07/2014

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS10 Acess a Infrmaçã e engajament de stakehlders 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS10 (1/2) Delinear uma abrdagem sistemática para engajament

Leia mais

INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal

INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal INDICE DE PREÇOS TURISTICO Desenvlvid n quadr d Prgrama Cmum de Estatística CPLP cm api técnic d INE de Prtugal Estrutura da Apresentaçã INTRODUÇÃO. METODOLOGIA. FORMA DE CÁLCULO. PROCESSO DE TRATAMENTO.

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO - OCORRÊNCIA PC

MANUAL DO USUÁRIO - OCORRÊNCIA PC SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO INTEGRADA POLICIAL Elabrad: Equipe SAG Revisad: Aprvad: Referencia: Help_Online_crrencia_PC.dc Versã: 01.00 Data: 19-10-2007 Data: 10/10/2008 Data: A autenticaçã d dcument

Leia mais

SGCT - Sistema de Gerenciamento de Conferências Tecnológicas

SGCT - Sistema de Gerenciamento de Conferências Tecnológicas SGCT - Sistema de Gerenciament de Cnferências Tecnlógicas Versã 1.0 09 de Setembr de 2009 Institut de Cmputaçã - UNICAMP Grup 02 Andre Petris Esteve - 070168 Henrique Baggi - 071139 Rafael Ghussn Can -

Leia mais

Agenda: 2015 Sage Software, Inc. All rights reserved. 2/1/2016 3 2015 Sage Software, Inc. All rights reserved. 2/1/2016 5

Agenda: 2015 Sage Software, Inc. All rights reserved. 2/1/2016 3 2015 Sage Software, Inc. All rights reserved. 2/1/2016 5 Agenda: Event Sage AEBB Legislaçã inventári permanente (reduçã ds limites) Cnfigurações inventári permanente (ligaçã à CTB) O inventári a 31 de dezembr (imprtância d cntrl stcks, sage inventáris cntagem

Leia mais

2º Passo Criar a conexão via ODBC (Object DataBase Conection)

2º Passo Criar a conexão via ODBC (Object DataBase Conection) Prjet de Sexta-feira: Prfessra Lucélia 1º Pass Criar banc de dads u selecinar banc de dads. Ntas: Camps nas tabelas nã pdem cnter caracteres acentuads, especiais e exclusivs de línguas latinas. Nã há necessidade

Leia mais

CADERNO DE PROVA NÍVEL MÉDIO I N S T R U Ç Õ E S

CADERNO DE PROVA NÍVEL MÉDIO I N S T R U Ç Õ E S 1 PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS PORANGATU CADERNO DE PROVA NÍVEL MÉDIO I N S T R U Ç Õ E S Verifique se este caderno

Leia mais

Sensor de Nível Digital / Analógico

Sensor de Nível Digital / Analógico Sensr de Nível Digital / Analógic VERSÃO 2.2 - MANUAL DE REFERÊNCIA RevA1-06/11 Este manual é publicad pela Flex Telecm smente para fins de referência pr parte d usuári. Td esfrç pssível fi realizad para

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO DA VERSÃO

DOCUMENTAÇÃO DA VERSÃO DOCUMENTAÇÃO DA VERSÃO V2.04 S4 Página 1 de 14 INDICE ALTERAÇÕES IMPLEMENTADAS NA VERSÃO 2.04 DO SST...3 ITENS DE MENU CRIADOS PARA A VERSÃO 2.04...3 PRESTADOR...3 Relatóri de Metas...3 CLIENTE...4 Tela

Leia mais

Channel. Colaboradores. Tutorial. Atualizado com a versão 3.9

Channel. Colaboradores. Tutorial. Atualizado com a versão 3.9 Channel Clabradres Tutrial Atualizad cm a versã 3.9 Cpyright 2009 pr JExperts Tecnlgia Ltda. tds direits reservads. É pribida a reprduçã deste manual sem autrizaçã prévia e pr escrit da JExperts Tecnlgia

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO FINANCEIRO

MANUAL DO USUÁRIO FINANCEIRO SIGIO Sistema Integrad de Gestã de Imprensa Oficial MANUAL DO USUÁRIO FINANCEIRO S I G I O M A N U A L D O U S U Á R I O P á g i n a 2 Cnteúd 1 Intrduçã... 3 2 Acess restrit a sistema... 4 2.1 Tips de

Leia mais

Regulamento da Feira de Ciência

Regulamento da Feira de Ciência Regulament da Feira de Ciência A Feira A Feira de Ciência é um é um prject rganizad pel Núcle de Física d Institut Superir Técnic (NFIST). Esta actividade cnsiste em desenvlver um prject científic pr um

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

Contabilidade Martins

Contabilidade Martins DOCUMENTOS PARA CONTABILIDADE Visand melhrar nss intercâmbi administrativ e s serviçs prestads pr este escritóri, remetems instruções cm relaçã a sua mvimentaçã mensal, dand ênfase a cntrle de arquivs,

Leia mais

Versão 1.1.1.3. Descrição do produto, 2009. www.graycell.pt

Versão 1.1.1.3. Descrição do produto, 2009. www.graycell.pt Versã 1.1.1.3 Descriçã d prdut, 2009 www.graycell.pt 1 ENQUADRAMENTO A platafrma ask-it! é uma aplicaçã web-based que permite criar inquérits dinâmics e efectuar a sua dispnibilizaçã n-line. A facilidade

Leia mais

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões: Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Leia mais

Os antigos gregos acreditavam que quanto maior fosse a massa de um corpo, menos tempo ele gastaria na queda. Será que os gregos estavam certos?

Os antigos gregos acreditavam que quanto maior fosse a massa de um corpo, menos tempo ele gastaria na queda. Será que os gregos estavam certos? Lançament vertical e queda livre Se sltarms a mesm temp e da mesma altura duas esferas de chumb, uma pesand 1 kg e utra kg, qual delas chegará primeir a chã? Os antigs gregs acreditavam que quant mair

Leia mais

Integração com coletores de ponto, catracas, dispositivos de abertura de portas, fechaduras eletromagnéticas,

Integração com coletores de ponto, catracas, dispositivos de abertura de portas, fechaduras eletromagnéticas, Vsft ids Acess Web Cntrle de acess e pnt A Vsft desenvlveu uma sluçã baseada em sftware e hardware para cntrle de acess e u pnt que pde ser utilizada pr empresas de qualquer prte. Cm us da tecnlgia bimétrica

Leia mais

Informações Importantes 2015

Informações Importantes 2015 Infrmações Imprtantes 2015 CURSOS EXTRACURRICULARES N intuit de prprcinar uma frmaçã cmpleta para alun, Clégi Vértice ferece curss extracurriculares, que acntecem lg após as aulas regulares, tant n períd

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

Questão 2. Questão 1. Resposta. Resposta

Questão 2. Questão 1. Resposta. Resposta Instruções: Indique claramente as respstas ds itens de cada questã, frnecend as unidades, cas existam Apresente de frma clara e rdenada s passs utilizads na resluçã das questões Expressões incmpreensíveis,

Leia mais

RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA AQUISIÇÃO DE IMAGENS RADIOLÓGICAS PARA CRIAÇÃO DE RÉPLICAS FETAIS ATRAVÉS DE IMPRESSÃO 3D

RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA AQUISIÇÃO DE IMAGENS RADIOLÓGICAS PARA CRIAÇÃO DE RÉPLICAS FETAIS ATRAVÉS DE IMPRESSÃO 3D RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA AQUISIÇÃO DE IMAGENS RADIOLÓGICAS PARA CRIAÇÃO DE RÉPLICAS FETAIS ATRAVÉS DE IMPRESSÃO 3D ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FETAL ANEXO 1 TUTORIAL PARA EXPORTAÇÃO

Leia mais

Documentação de Versão Projeto Saúde e Segurança do Trabalho

Documentação de Versão Projeto Saúde e Segurança do Trabalho Dcumentaçã de Versã Prjet Saúde e Segurança d Trabalh DATA: tt/3/yy Pág 1 de 6 ÍNDICE ALTERAÇÕES IMPLEMENTADAS NA VERSÃO 2.1 DO SST... 2 ITENS DE MENU CRIADOS PARA A VERSÃO 2.1... 2 PRESTADOR... 2 CLIENTE...

Leia mais

Orientações para a Escrituração Contábil Digital (Sped Contábil) Versão 14.01 Soluções SPDATA

Orientações para a Escrituração Contábil Digital (Sped Contábil) Versão 14.01 Soluções SPDATA 2015 Orientações para a Escrituraçã Cntábil Digital (Sped Cntábil) Versã 14.01 Sluções SPDATA Equipe SAT Análise Desenvlviment e Qualidade de Sftware 07/04/2015 Sumári Objetiv... 3 Cnsiderações gerais...

Leia mais

EMPORIO SHOP GUIA RÁPIDO. Windows Mobile M68

EMPORIO SHOP GUIA RÁPIDO. Windows Mobile M68 EMPORIO SHOP GUIA RÁPIDO Windws Mbile M68 Sumári Abrind seu aparelh... 5 Fechand seu aparelh... 6 Inserind s CHIP s em seu aparelh... 7 Retirand s CHIP s de seu aparelh... 12 Cnfigurar telefne... 13 Data

Leia mais

- Documentação, Informática e Desenvolvimento, Lda.

- Documentação, Informática e Desenvolvimento, Lda. - Dcumentaçã, Infrmática e Desenvlviment, Lda. Impressã de Cartões A impressã de cartões de identificaçã é feita através d prgrama DcbCard chamad pel módul de Empréstims na Ediçã de Leitres. Utiliza as

Leia mais

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco Orientações e Recmendações Orientações relativas à infrmaçã periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de ntaçã de risc 23/06/15 ESMA/2015/609 Índice 1 Âmbit de aplicaçã... 3 2 Definições... 3 3 Objetiv

Leia mais

1 Criando uma conta no EndNote

1 Criando uma conta no EndNote O EndNte Basic (anterirmente cnhecid pr EndNte Web), é um sftware gerenciadr de referências desenvlvid pela Editra Thmsn Reuters. Permite rganizar referências bibligráficas para citaçã em artigs, mngrafias,

Leia mais

Documentação de Versão Projeto Saúde e Segurança do Trabalho

Documentação de Versão Projeto Saúde e Segurança do Trabalho Prjet Saúde e Segurança d Trabalh DATA: tt/3/yy Pág 1 de 8 ÍNDICE ALTERAÇÕES IMPLEMENTADAS NA VERSÃO 2.2 DO SST... 2 ITENS DE MENU CRIADOS PARA A VERSÃO 2.2... 2 SEGURANÇA... 2 SAÚDE... 2 SAÚDE/AUDIOMETRIA...

Leia mais

2. A programação completa e mais informações estarão disponíveis no site www.gar.esp.br.

2. A programação completa e mais informações estarão disponíveis no site www.gar.esp.br. REGULAMENTO 1. Sbre Event 1. A Gramad Adventure Running é uma prva de revezament junt à natureza que será realizada n dia 09/05/2015 (Sábad) em Gramad, n Estad d Ri Grande d Sul, cm participaçã de ambs

Leia mais

MANUAL dos LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA

MANUAL dos LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA MANUAL ds LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA Objetiv 1. Oferecer as aluns a infra-estrutura e suprte necessári à execuçã de tarefas práticas, slicitadas pels prfessres, bservand s prazs estabelecids. 2. Oferecer

Leia mais

Procedimentos para o uso de TI no DRH

Procedimentos para o uso de TI no DRH Prcediments para us de TI n DRH As clabradres d DRH Cm parte das diretrizes divulgadas através d memrand nº 243/2008-SAM01, e visand melhrias na manutençã de cmputadres, segurança das infrmações e cntrle

Leia mais

Pesquisa Oficial de Demanda Imobiliária SINDUSCON Grande Florianópolis. NÃO ASSOCIADOS Apresentação

Pesquisa Oficial de Demanda Imobiliária SINDUSCON Grande Florianópolis. NÃO ASSOCIADOS Apresentação Pesquisa Oficial de Demanda Imbiliária SINDUSCON Grande Flrianóplis. NÃO ASSOCIADOS Apresentaçã O presente trabalh tem cm principais bjetivs identificar perfil d frequentadr d Salã d Imóvel, suas demandas

Leia mais