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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ 1 Clari Dumke ESTUDO SOBRE AS FALHAS TÉCNICAS VERIFICADAS EM PRÓTESES AUDITIVAS ORIUNDAS DO PROGRAMA DE SAÚDE AUDITIVA DA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. CURITIBA, 2010

2 2 ESTUDO SOBRE AS FALHAS TÉCNICAS VERIFICADAS EM PRÓTESES AUDITIVAS ORIUNDAS DO PROGRAMA DE SAÚDE AUDITIVA DA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. CURITIBA, 2010

3 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ 3 Clari Dumke ESTUDO SOBRE AS FALHAS TÉCNICAS VERIFICADAS EM PRÓTESES AUDITIVAS ORIUNDAS DO PROGRAMA DE SAÚDE AUDITIVA DA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Tuiuti do Paraná, para obtenção parcial do título de Fonoaudióloga. Orientadora: Profa. Dra. Ângela Ribas. CURITIBA, 2010

4 4 TERMO DE APROVAÇÃO Esta monografia foi julgada e aprovada para obtenção do titulo de Fonoaudióloga, pela Universidade Tuiuti do Paraná. FONOAUDIOLOGIA Universidade Tuiuti do Paraná BANCA EXAMINADORA Orientadora: Profª. Dra. Profª. Profª. Aprovada em: / / CURITIBA, 2010

5 5 A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original. Albert Einstein

6 DEDICATÓRIA 6 Dedico esta pesquisa à minha orientadora e professora Ângela Ribas, pelo esforço e dedicação aos pacientes da clínica de Fonoaudiologia da Universidade Tuiuti do Paraná. E a todos os usuários de próteses auditivas que dependem do Sistema Único de Saúde, SUS.

7 7 AGRADECIMENTOS Agradeço em primeiro lugar a Deus, pela possibilidade de chegar a esta etapa do curso, podendo com este trabalho concluí-lo com a certeza de que valeu a pena e de que farei jus deste aprendizado em minha vida. À minha orientadora e professora Ângela, pela indicação desta pesquisa, pelo apoio, carinho, orientação e paciência durante este percurso. Ao meu esposo Joel e à minha filha Eduarda pela compreensão das horas que passei me dedicando à este trabalho. Pelo amor e pelo carinho que me foram dedicados, confortando-me nas horas em que eu pensava não conseguir seguir a diante. Aos demais familiares que mesmo de longe puderam me desejar força e sorte para chegar até aqui. Aos amigos, que suportaram a minha impaciência e meu desespero em realizar este trabalho. E à todos que de alguma maneira colaboraram com esta conquista.

8 8 SUMÁRIO 1.INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA PRÓTESES AUDITIVAS, TIPOS E COMPONENTES TIPOS DE PRÓTESES COMPONENTES DAS PROTESES PROGRAMA DE SAÚDE AUDITIVA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE MATERIAL E MÉTODO RESULTADOS DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...34

9 1. INTRODUÇÃO 9 A audição é considerada um dos sentidos essenciais ao desenvolvimento cognitivo, emocional e psicológico do ser humano. É o canal sensorial mais importante quando pensamos na comunicação pela linguagem oral e é por meio dele que se estabelece a possibilidade da expressão de idéias e a concretização do pensamento. Com isso, o impacto da deficiência auditiva é relevante e se faz necessário medidas que supram este processo de transmissão do som, possibilitando ao indivíduo, que por alguma razão possui alteração auditiva, ouvir. Raymann et al. (2004) realizou um estudo que se tornou referência para mensurar o contingente de deficientes auditivos no Brasil. Estes pesquisadores registraram uma taxa de incidência de 6,8% de portadores de perdas auditivas incapacitantes, ou seja, indivíduos com perdas auditivas permanentes situadas acima do nível de 41 dbna. Concluem os autores quanto à seguinte distribuição: 5,4% com perdas moderadas, 1,2% com perdas severas e 0,2% com perdas profundas. A International Federation of Oto-Rhino-Laryngological Societies (IFOS) estima que seja de 10% a taxa de incidência da população mundial de portadores de perdas auditivas (IFOS, 2006). Um dos recursos à disposição da comunidade que possui perdas auditivas, em geral, é a prótese auditiva, que amplifica o som e procura recuperar a perda o mais naturalmente possível.

10 10 No Brasil o Programa de Saúde Auditiva do Sistema Único de Saúde (SUS) prevê que portadores de perda auditiva realizem avaliação auditiva, seleção, indicação e adaptação de próteses auditivas bem como acompanhamento audiológico ao longo de suas vidas. Porém, depois da concessão da prótese auditiva, a manutenção fica a cargo dos pacientes. Quando a prótese apresenta falhas técnicas, muitos usuários abandonam o uso ou solicitam reposição por falta de condições financeiras para realizar o conserto. O objetivo deste trabalho é determinar as falhas técnicas em próteses auditivas de um grupo de usuários oriundos do Programa de Saúde Auditiva da Universidade Tuiuti do Paraná.

11 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA PRÓTESES AUDITIVAS As próteses auditivas são amplificadores utilizados para captar os sons e enviá-los ao sistema auditivo com a energia necessária. Devem ser individuais, suprindo as necessidades exclusivas de cada individuo. O uso da prótese auditiva tem como finalidade primária a amplificação sonora incluindo sinais de fala, sons ambientais, sinais de perigo (alarmes contra incêndios) e de alerta (campainhas de porta ou telefone), bem como sons que melhorem a qualidade de vida do indivíduo (música, canto de pássaros e outros). É de suma importância o acompanhamento do usuário pelo fonoaudiólogo, para possibilitar melhor aproveitamento e qualidade deste mecanismo, orientando-o sobre as possíveis modificações quanto ao ouvir os sons. Penteado (2009), em sua tese de doutorado faz um breve relato da evolução das próteses auditivas, citando as quatro grandes eras e as tecnologias utilizadas: 1.Era da acústica (117 DC até os anos 30) - marcada pelo uso de cornetas acústicas, tubos de fala ou mesmo a mão fechada em forma de concha. Há registros de chifre de animais e mesmo de tronos acústicos como o projetado para Dom João VI pela empresa Frederick C. Rein and Son em 1819 (BENNION, in PENTEADO, 2009). 2.Era do carbono (início de 1900 até os anos 40) - mesmo a apresentar baixos índices de amplificação, as próteses auditivas utilizavam a tecnologia desenvolvida para a telefonia. Nesta era aparece a primeira prótese auditiva de condução óssea, a

12 12 qual foi indicada para alguns casos de perdas condutivas e mistas, patenteado pela empresa Sonotone Corp., em Era da válvula (início de 1920 até final dos anos 50) - início dos sistemas amplificados e dos primeiros recursos hoje populares, como controle automático de ganho (AGC) e bobina telefônica. Lybarger (in PENTEADO, 2009) destaca que próteses auditivas montadas com válvulas permitiam ganhos elevados e ajustes de amplificação em freqüências especificas. Destaca ainda que em 1938 a Raytheon Manufacturing Co., se tornou a fornecedora principal de válvulas para toda a indústria de próteses auditivas com as mini-válvulas CK501X, CK502X E CK503X. 4.Era do transistor (início dos anos 50 até final dos anos 80) período fértil de miniaturização, portabilidade, discrição e início dos circuitos com compressão dinâmica ( Wide dynamic range compression - WDRC). Neste período o crescimento do mercado foi alcançado graças às conquistas técnicas dos fornecedores dos componentes, ( LYBARGER, 1988 in Penteado 2009). 5.Era digital (final dos anos 80 até os nossos dias) surgiu com o advento dos microprocessadores e com o legado de outras tecnologias maduras, como por exemplo, a telefonia e a informática e da vasta utilização de algoritmos (SHAUB, 2008). Buscando traduzir todas as tecnologias implantadas e avanço alcançado, as próteses atuais, sejam elas, analógicas ou digitais, agregam valores e componentes capazes de satisfazer e otimizar o uso deste dispositivo, pois apresentam diferentes formatos e funções, as quais se adéquam as diferentes perdas auditivas. Em uma prótese auditiva analógica, é necessário que os ajustes nos controles

13 13 sejam realizados com o auxilio de uma pequena chave de fenda. As digitalmente programáveis, uma simples conexão com a unidade de programação permite o acesso a todos os ajustes disponíveis no circuito. Sempre que necessário, o sistema pode ser reprogramado ou ajustado rapidamente, além disso, a remoção dos controles mecânicos tornou os aparelhos menores e com mais recursos eletroacústicos, tornando o trabalho de adaptação mais individual. As próteses auditivas possuem funções específicas as quais serão selecionadas levando em consideração os objetivos que cada pessoa busca com o uso deste dispositivo. A amplificação sonora vem sendo desenvolvida e aprimorada, visando sempre uma melhor qualidade da comunicação do portador de surdez, seja por meio de tratamento clínico, cirúrgico ou por uso de próteses auditivas (PEREIRA e FERES, 2005). 2.2 TIPOS DE PRÓTESES A população que necessita de adaptação de prótese auditiva, encontrará a disposição diferentes modelos, como próteses retroauriculares, intra-auriculares, intra canal e microcanal. A diferença existente entre estes modelos é citada por Menegotto e Iório (1996) que descrevem suas particularidades. A prótese retroauricular, acopla todos os seus componentes em uma pequena caixa colocada atrás da orelha e conectada a um tubo de silicone ou fio que contorna o pavilhão auricular encaixando-se ao molde. Se adaptam a qualquer tipo,

14 14 grau e configuração de perda auditiva. Possuem espaço para controles internos e externos, possuindo ainda versão reduzida, chamada de mini-retroauricular. Os maiores utilizam pilha 675 e os miniaturizados pilha A 13. Existem ainda os microretroauriculares com adaptação aberta, que possibilitam aos indivíduos melhor conforto e adaptação. Este modelo não necessita do molde convencional e sim de um micro-tubo e uma oliva aberta. Normalmente indicado para crianças, adultos com dificuldades motoras ou de manuseio, pessoas idosas as quais possuem dificuldades em manusear um dispositivo menor, pessoas com histórico de secreção, por ser de fácil manuseio e limpeza, para portadores de síndromes ou malformações congênitas, as quais acarretam em condições anatômicas desfavoráveis. Próteses intra-auriculares, são moldadas para ocupar toda a concha do pavilhão auricular e parte do meato acústico externo. Possibilitam maior ganho acústico e versatilidade, incluindo circuitos mais complexos, como por exemplo, bobina telefônica, maior possibilidade de ventilação e maior número de controles internos. Indicados para qualquer indivíduo que possua perda auditiva de leve a severa, que tenha habilidade em manuseá-la e que cujas condições anatômicas permitam. Prótese intra canal, ocupa pequena parte da concha e um terço do conduto auditivo externo (CAE). A abertura do microfone neste caso está localizada na parte inferior da concha. Em função do seu tamanho e localização possuem menores possibilidades de controles, como volume e bobina telefônica, dificultando as condições de ajustes. É normalmente indicada para perdas leves, moderadas e

15 severas. Utilizam pilhas Prótese microcanal, ocupa dois terços do CAE, podendo chegar bem próximo da membrana timpânica. Tem maior aceitação estética, por isso é a mais procurada pelos usuários, que possuem menores necessidades de ganho acústico. Oferece ao indivíduo maior amplificação nas frequencias altas, redução ou eliminação do efeito de distorção, redução da microfonia acústica, melhor localização da fonte sonora e possibilidade de uso normal do telefone. Utiliza pilha A 10 e atende as perdas leves e moderadas. 2.3 COMPONENTES DAS PRÓTESES Os componentes básicos de uma prótese auditiva incluem microfone, amplificador, receptor, compressor, bateria (pilhas) e filtros. (ALMEIDA e IÓRIO, 1995). É possível ainda encontrar outros componentes existentes capazes de complementar sua qualidade, porém nesta pesquisa vamos enfocar os componentes básicos e a suspensão, componente fundamental que serve de suporte aos demais componentes. Microfone (trandutores) componente de fundamental importância para captar o som e transformar a energia acústica em elétrica. É possível inserir até dois microfones nas próteses auditivas, porém a qualidade do som não depende da quantidade de microfones e sim da qualidade do microfone utilizado. Podemos encontrar diferentes tipos de microfones com diferentes utilidades, como por exemplo, microfones de carbono, cristal, magnéticos, cerâmica e eletreto.

16 16 Atualmente o eletreto é o mais utilizado. Funciona basicamente através da interação elétrica entre duas placas paralelas, separadas por uma pequena distância, que formam um capacitor. Variam de acordo com a sensibilidade de captação da fonte sonora, podendo ser, omnidirecionais (de pressão), os quais possuem apenas uma abertura de entrada de som, apresentam respostas iguais para todos os ângulos de incidência da onda sonora, ou direcionais (gradientes de pressão), estes apresentam duas aberturas de entrada do som e a resposta varia conforme o ângulo de incidência da onda sonora. Existe porém uma diferença significante para a sensibilidade em relação às frequencias. Os microfones direcionais apresentam uma sensibilidade menor para as frequencias baixas, que, somados às suas características de direcionalidade resulta em um melhor desempenho em ambientes ruidosos. Amplificador, constitui-se como a parte mais complexa, é a partir deste circuito eletrônico que se determina as características eletroacústicas de uma prótese auditiva. Segundo Staab & Lybarger (1994), os circuitos amplificadores atuais podem ser integrados monolíticos, híbridos ou eventualmente uma combinação dos dois. Circuito integrado monolítico é aquele em que todos os elementos do circuito são contidos dentro de um único bloco ou chip de material semicondutor (normalmente silício), para se obter o desempenho desejado. Os circuitos híbridos consistem em pequenos componentes soldados através de uma técnica especial a um circuito padrão de cerâmica ou em uma placa de circuito impresso. Coutinho (1997), afirma que o amplificador é dividido em três partes: préamplificador, amplificador propriamente dito (onde ficam os controles internos) e

17 amplificador de saída (ou potência). 17 As próteses atuais possuem vários estágios de amplificação, que são colocados em sequencia. O último destes estágios é chamado de estágio de saída e pode pertencer às classes A, B, D ou H de amplificação. O amplificador de tipo A possui apenas um transistor de saída, sendo usado em próteses auditivas de baixo ganho onde o pico de ganho não ultrapasse 50dB, ou seja é indicado para perdas auditivas de grau moderado; O tipo B divide o sinal elétrico que passa por ele em duas partes de fases opostas, que são amplificadas independentemente e depois reunidas no receptor. É utilizado em próteses auditivas com maior ganho e apresenta melhor resposta as altas frequencias. Sendo indicado para perdas auditivas maiores (profundas), porém exige maior espaço e maior consumo de energia (pilha). O amplificador classe D é uma inovação relativamente recente na tecnologia de próteses auditivas, pois é capaz de incorporar o estágio de saída dentro do receptor. Ocupa menor espaço, podendo ser utilizado em próteses auditivas menores como, as intra-aurais, permitindo maior ganho e menor distorção em altos níveis de saída. Existe ainda o amplificador classe H, de alta eficiência que apresenta menor distorção do que o classe D, diminuindo o ruido intenso, porém é necessário mais pesquisas sobre este. O receptor é responsável pela transdução de saída da prótese auditiva. Transforma a corrente alternada que vem do amplificador em uma onda sonora equivalente. Em geral os receptores pequenos utilizados dentro das próteses auditivas são magnéticos, do tipo armadura balanceada, que funcionam através de dois magnetos, um permanente e um eletroímã, representado por uma bobina.

18 18 Conforme as variações do seu campo magnético a bobina é atraída ou repelida pelo magneto permanente. Segundo Iório (1999), citada por Lamenza, para que tenhamos uma boa adaptação protética o objetivo principal deve ser, tornar os sons baixos audíveis, os de fala confortáveis e os sons altos toleráveis. Para se conseguir diferentes níveis de amplificação para diferentes níveis de entrada é necessário utilizar um sistema de amplificação não-linear ou com processamento automático de sinal (ASP). Com relação aos sistemas ASP com alteração da resposta de freqüência em função da intensidade, temos basicamente três tipos. Menegotto e Iório (1996) os descrevem da seguinte forma: BILL (bass increase at low levels): Este sistema fornece aumento de resposta para sons graves em baixos níveis de entrada ou diminuição dos mesmos para níveis elevados de pressão sonora. É descrito como redutor automático de ruído, pois parte do princípio que a relação sinal-ruído ambiental é pior para as baixas frequencias (graves) e quanto maior o nível de pressão sonora pior esta relação. Esta redução pode ser feita a partir de filtros ou pela divisão de sinal em duas faixas. TILL (treble increase at low levels): fornece aumento de resposta para agudos em baixos níveis de pressão sonora de entrada, ou diminuição da resposta em altos níveis de pressão sonora (agudos). PILL (programmable increase at low levels): proporciona modificações programáveis na resposta de freqüência da prótese auditiva segundo o nível de entrada, funcionando em mais de uma faixa de amplificação. Como as faixas de processamento são independentes, é possível programar tanto um aumento de

19 agudos como de graves, sem que uma faixa interfira na outra. 19 Conforme Pereira e Feres (2005), os indivíduos que apresentam desconforto aos sons de forte intensidade ou recrutamento, devem fazer uso de próteses com circuitos que possuam algum tipo de compressão da curva de ganho, como o Automatic Gain Control (AGC), que permite limitar a amplificação de forma a não causar desconforto auditivo em ambientes ruidosos. Este sistema diminui o nível de amplificação de sons de forte intensidade e, dependendo do circuito de cada prótese, pode atenuar sons de frequências altas, médias e baixas, de forma específica ou generalizada. Estas limitações são controladas de acordo com o tipo de configuração da curva audiométrica e das referências de sensação auditiva mencionadas pelo paciente. Para que a prótese auditiva funcione é necessário que tenha uma fonte de energia, ou seja uso de baterias, chamadas de pilhas. A maioria das pilhas utilizadas em próteses auditivas são do tipo zinco-ar, por oferecerem vantagens em relação as demais. Possuem um pequeno orifício que permite a entrada de ar, só começando a atuar depois que o selo que veda este orifício é retirado da sua superfície e o ar entra em contato com seus componentes, permitindo ao usuário a estocagem por maior tempo, sem perda de qualidade. Existem no mercado diferentes pilhas as quais se adaptam em diferentes próteses auditivas, cada uma possui uma designação numérica, como a 675 para próteses retroauriculares (perda profunda); 13 para miniretroauriculares (perdas leve/severa); 312 para intracanais e A 10 para microcanais. Existem ainda os chamados filtros, que são circuitos eletrônicos incorporados

20 20 as próteses auditivas capazes de atenuar ou eliminar determinadas faixas de frequência de acordo com suas características construtivas e as necessidades do usuário. Para aplicação em próteses auditivas os filtros eletrônicos podem ser divididos nos seguintes grupos: - Filtro passa baixa (fpb) tem como característica atenuar ou eliminar as frequências superiores a um determinado limiar, que pode ser programável. - Filtro passa faixa (fpf) tem como característica permitir a passagem das frequências compreendidas entre dois limiares, fazendo com que as frequências superiores e inferiores a esse intervalo sejam atenuadas ou eliminadas. Os limites inferior e superior da faixa a ser mantida podem ser programáveis. - Filtro passa alta (fpa) - tem como característica atenuar ou eliminar as frequências inferiores a um determinado limiar, que pode ser programável. Para que o som amplificado pela prótese auditiva seja enviado à membrana timpânica é necessário o uso de um molde auricular os quais são fabricados com diferentes materiais, portanto, o mais utilizados nas próteses atuais é o silicone. Estes moldes devem promover a fixação da prótese auditiva à orelha do usuário, a vedação acústica entre o meato acústico externo e o microfone, prevenindo a realimentação acústica ou microfonia, sendo possível modificar quando necessário o sinal acústico reproduzido. Deve ser confortável, não causando irritação ou incomodo ao usuário. O tipo rígido é utilizado em moldes intra-auriculares cápsulas. Existem diferentes tipos de moldes os quais dependem da prótese a ser indicada ao usuário: - Molde concha: é vedada toda a parte da concha do pavilhão auricular para

21 21 evitar uma possível microfonia. Basicamente utilizado para próteses auditivas retroauriculares e em perdas de grau profundo. - Molde invisível: utilizado para próteses retroauriculares e perdas de grau moderado ou severo. - Molde tipo canal: utilizado para próteses retroauriculares, em perdas de grau leve à moderado de configuração plana pois alcança apenas o canal auditivo externo. - Molde passarinho: utilizado para próteses retroauriculares, para perdas de grau leve à moderado. É o menos usado, porém, indicado para idosos ou pessoas com dificuldades motoras. - Molde aberto: utilizado para próteses retroauriculares, perdas de grau leve à moderado. Utilizado quando há integridade da audição até 1KHz (sons graves preservados). Possui a parte da concha desgastada. Os moldes possuem ainda modificações acústicas como ventilação, filtros e efeito corneta, que servem para modificar o sinal sonoro que está sendo liberado pela prótese. 2.4 PROGRAMA DE SAÚDE AUDITIVA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE Segundo a Portaria 587, as Ações de Saúde Auditiva na Atenção Básica compreendem ações de promoção à saúde auditiva, de prevenção e identificação precoce de problemas auditivos junto à comunidade, assim como ações informativas e educativas, orientação familiar e encaminhamentos quando necessário para o

22 22 Serviço de Atenção à Saúde Auditiva na Média Complexidade (MINISTÉRIO da SAÚDE, 2000). O Serviço de Atenção à Saúde Auditiva na Média Complexidade constitui-se na primeira referência para a atenção básica e contra-referência do Serviço de Atenção à Saúde Auditiva na Alta Complexidade. Tem como finalidade prestar assistência especializada às pessoas com doenças otológicas e em especial às pessoas com deficiência auditiva. O Serviço de Atenção à Saúde Auditiva na Alta Complexidade constitui-se na referência para o diagnóstico das perdas auditivas e sua reabilitação em crianças até três anos de idade e em pacientes com afecções associadas (neurológicas, psicológicas, síndromes genéticas, cegueira, visão subnormal), perdas unilaterais e daqueles que apresentarem dificuldade na realização da avaliação audiológica em serviço de menor complexidade. Neste sentido, deverá contar com equipamentos para realizar o diagnóstico diferencial das perdas auditivas. O Serviço de Atenção à Saúde Auditiva na Alta Complexidade deverá contar com estrutura física, equipamentos, recursos humanos especializados e estar devidamente credenciado no Sistema Único de Saúde (SUS), para execução das seguintes ações: Realizar diagnóstico das perdas auditivas e reabilitação em recém-nascidos, crianças, jovens, adultos e idosos com perda auditiva, respeitando as especificidades na avaliação e reabilitação exigidas por cada um desses segmentos; diagnóstico de perda auditiva em crianças até três anos de idade; em pacientes com perdas unilaterais; em pacientes com afecções associadas (neurológicas,

23 23 psicológicas, síndromes genéticas, cegueira, visão subnormal) e naqueles pacientes que apresentaram dificuldade na realização da avaliação audiológica em serviço de menor complexidade; Realizar exames complementares: emissões otoacústicas evocadas transientes e por produto de distorção e potencial evocado auditivo de curta, média e de longa latência; consulta otorrinolaringológica, neurológica, pediátrica, avaliação audiológica e avaliação fonoaudiológica de linguagem; garantir a reabilitação mediante o tratamento clínico em otorrinolaringologia; seleção, adaptação e fornecimento de próteses auditivas e terapia fonoaudiológica; garantir avaliação e terapia psicológica, atendimento em serviço social, orientações à família e à escola; capacitação e atualização em saúde auditiva das equipes da atenção básica e dos serviços de saúde auditiva de menor complexidade, coordenado pelo gestor local, por meio de cursos, oficinas, jornadas, seminários e encontros locais ou regionais; consultas gerais em otorrinolaringologia e exames de média complexidade em otorrinolaringologia; o paciente que não necessitar de protetização, deverá ser contra-referenciado para a atenção básica com a orientação a ser seguida por aquele nível de atenção, sendo marcado o retorno ao atendimento, quando necessário; oferecer suporte técnico às equipes dos serviços de saúde auditiva de menor complexidade. Os serviços habilitados pelo Ministério da Saúde para o fornecimento de próteses auditivas no Brasil, devem garantir à pessoa portadora de deficiência auditiva o melhor uso possível do seu resíduo auditivo. Para tanto devem propiciar um processo de reabilitação que garanta desde a seleção e adaptação do tipo e características tecnológicas das próteses auditivas adequadas às características

24 24 audiológicas e necessidades acústicas do indivíduo; o acompanhamento periódico com monitoramento audiológico da perda auditiva e da amplificação e orientação, e treino do manuseio das próteses auditivas, até a terapia fonoaudiológica para o desenvolvimento das habilidades auditivas e de linguagem do usuário. Em 2005 foi publicada a Portaria nº 387 de 06 de julho, com a finalidade de garantir próteses auditivas de qualidade aos usuários do SUS por meio dos Serviços de Atenção à Saúde Auditiva. Para tanto estabelece a importância da qualidade dos moldes auriculares e/ou cápsulas intra-aurais para a adaptação da amplificação sonora, bem como dos serviços de manutenção. A qualidade da amplificação é condição para a percepção da fala, sendo as próteses auditivas equipamentos eletrônicos, estes necessitam de assistência técnica especializada que garantam a durabilidade e a manutenção da qualidade acústica. Também enfatiza a necessidade de regulamentar a classificação dos aparelhos de amplificação sonora individual disponíveis no mercado brasileiro, passíveis de serem fornecidos aos usuários do SUS por meio dos Serviços de Atenção à Saúde Auditiva. A portaria estabelece que as empresas legalmente constituídas que tenham como ramo de atividade a comercialização de próteses auditivas, fornecedoras de unidades que prestam serviços ao SUS, devem encaminhar à Coordenação-Geral da Alta Complexidade, do Departamento de Atenção Especializada, da Secretaria de Atenção à Saúde/MS, solicitação de validação da classificação de seus aparelhos, para posterior análise e aprovação pela Câmara Técnica.

25 3. MATERIAL E MÉTODO 25 Foram encaminhadas para a assistência técnica 104 próteses auditivas de usuários participantes do programa de Saúde Auditiva da Universidade Tuiuti do Paraná, que fizeram acompanhamento entre junho de 2009 à dezembro de 2009 na clínica de Fonoaudiologia e que reclamaram de problemas com seus aparelhos. O técnico verificou as condições gerais dos aparelhos e emitiu relatório técnico específico considerando: Microfone Receptor Amplificador Molde Caixa Tubos conectivos Suspensão Destes relatórios foram analisadas as seguintes variáveis: defeito apresentado; causa provável do defeito; valor em reais para conserto. Com relação ao valor do conserto foi utilizada a categorização de R$100,00 em R$100,00. Os dados foram digitados em planilha eletrônica e tratados estatisticamente, e estão apresentados a seguir. Esta pesquisa possui aprovação pelo Comitê de Ética CEP-UTP-027/2008.

26 4. RESULTADOS 26 Durante o período considerado para este estudo, compareceram ao serviço 515 usuários de prótese auditiva para a consulta de acompanhamento. Destes, 20% (104 usuários) queixaram-se de problemas com seus aparelhos. Os defeitos relatados pelo laudo técnico estão apresentados no gráfico 1 e as prováveis causas destes defeitos, no gráfico 2. Gráfico 1 Falhas técnicas observadas Suspensão Caixa Receptor Microfone Amplificador 0 Gráfico 2 Provável causa do defeito Desgaste pelo uso Umidade Mau uso 10 0

27 Categorizamos o valor dos consertos em números que estão apresentados no quadro 1, o qual também apresenta a classificação da amostra segundo esta variável. 27 Quadro 1 - Classificação da amostra por valor do conserto VALOR DO CONSERTO EM NÚMERO DE % DA AMOSTRA REAIS APARELHOS < que R$ 50, ,7% Entre R$ 51,00 e R$100, ,6% Entre R$101,00 e R$200, ,9% Entre R$201,00 e R$300,00 2 3,2% Entre R$301,00 e R$400,00 6 9,5% Entre R$401,00 e R$500,00 4 6,30% Entre R$501,00 e R$600,00 2 3,2% Entre R$601,00 e R$900,00 1 1,6% TOTAL % Verificamos que o mínimo cobrado foi de R$44,00 para revisão e limpeza (36%); o máximo foi de R$900,00 para substituição de peças (1,6%) e 34,9% da amostra teve o orçamento realizado entre R$100,00 e R$500,00. A análise dos prontuários dos pacientes estudados revela que 37% tiveram concessão de novas próteses auditivas, pois não puderam arcar com as despesas do conserto.

28 5. DISCUSSÃO 28 Segundo um relatório da Sociedade Britânica de Audiologistas, citado por Penteado e Bento 2010, os governos europeus doam próteses auditivas à população através de diferentes modos. Na Dinamarca, por exemplo, 90% de todas as próteses auditivas são adaptadas em hospitais públicos, para aqueles pacientes que preferem clínicas particulares, o governo subsidia em euros totalizando 700 por Próteses. Na Suíça, o subsídio governamental pode atingir por próteses auditivas e há três categorias de tecnologias disponível à população, (simples, complexa e muito complexa). A política na Alemanha aplica um critério de reabilitar deficientes auditivos de modo "necessário e adequado" disponibilizando subsídios que variam de 470 a 530 por prótese auditiva. Na Suécia o setor público subsidia valores entre 200 e 400 por prótese enquanto que na Inglaterra o governo doa prótese auditiva limitadas ao desenho BTE ("behind-the-ear"- retroauricular), assim como as baterias, moldes e serviços de reparos destes equipamentos. Outro relato é sobre a Austrália, onde em 1982 metade da população de deficientes auditivos estava elegível para receber doações governamentais de prótese auditiva, assim como baterias e serviços de assistência técnica. (UPFOLD e WILSON, 1982 in PENTEADO e BENTO, 2010). Nos Estados Unidos não há doações governamentais de AASI, havendo em trâmite no Congresso desde maio de 2007, cujo objetivo é ofertar U$ como crédito para a aquisição de duas próteses auditivas. No Brasil foi a partir da publicação da Portaria nº de outubro de 1998

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