COORDENADOR PEDAGÓGICO: Traçando caminhos para a sua prática educativa

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1 COORDENADOR PEDAGÓGICO: Traçando caminhos para a sua prática educativa JUNHO / 2008

2 JOÃO HENRIQUE DE BARRADAS CARNEIRO Prefeito CARLOS RIBEIRO SOARES Secretário Municipal de Educação e Cultura ELIEZER URPIA CRUZ Subsecretário Municipal de Educação e Cultura SARA ROCHA ALMEIDA Assessora Chefe da ASTEC DILMA LEAL Coordenadora da CAGE LÍCIA ASSUNÇÃO Coordenadora da CAS MANOEL CALAZANS Coordenador da CENAP MARCELO LOURENÇO Coordenador da CERE REGINA BITENCOURT Coordenadora da CAD

3 EQUIPE DA CENAP MANOEL VICENTE DA SILVA CALAZANS Coordenador da CENAP ANDRÉA PRATES DE OLIVEIRA ( SUPPE ) EDNA RODRIGUES SOUZA (SUAP) MARIA DE LOURDES NOVA BARBOZA ( SUEN ) Subcoordenadoras da CENAP TÉCNICAS EDUCAÇÃO INFANTIL Solange Mendes Isadora Souza Karla Chaves Consuelo Almeida Jeanne Rosemberg de A. Salvatori Vanilza Jordão Silva ENSINO FUNDAMENTAL I ( CICLOS I e II ) Daniela Fernanda Correia Alana Márcia de Oliveira Cássia Maria Silva Oliveira Cássia Cristina da Silva Maria Clara Luz Vasconcelos Ângela Maria do E. Santo Freire ENSINO FUNDAMENTAL II ( 6º ao 9º ANO) Helena Teonila Roberta Cavalcante Rosa do Amparo Luciene Costa Cássia Cardoso Maria Auxiliadora Martins Tânia Leone Maria Lucia Soares Ezileide Silva Edna Barreto Maria Sigmar Juceneide Carvalho

4 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ( SEJA I e II ) Telma Cruz Nélia Marise Ribeiro Nascimento Verônica Santana Adalice Santana EDUCAÇÃO INCLUSIVA Tereza Cristina de Holanda Maria Hilza Castro Marília de Pádua Marlene Bitencourt

5 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO 2 BASES LEGAIS DA EDUCAÇÃO NA REDE MUNICIPAL DE SALVADOR 3 A EDUCAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE SALVADOR 3.1 O DOCUMENTO EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, NOVOS RUMOS PARA A CIDADE Equidade e qualidade no processo de ensino e aprendizagem Democratização do acesso, mediante a qualificação, reordenação e expansão da rede física municipal Valorização da cultura e saber popular no processo de ensino e de Aprendizagem Democratização e modernização da gestão garantindo o caráter participativo e descentralizado Valorização e formação continuada dos trabalhadores e trabalhadoras em educação 4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DA SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO E CULTURA 5 PRESSUPOSTOS TEÓRICOS, METODOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL 5.1 CIDADE EDUCADORA Educação Inclusiva Educação Interétnica Educação Ambiental Educação e Linguagens Educação Continuada Educação, Corpo e Historicidade 5.2 CONCEPÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM 6 O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO 6.1 O PÚBLICO ALVO ATENDIDO 6.2 O CORPO DOCENTE: AGENTES DE UMA PRÁTICA TRANSFORMADORA 6.3 OFERTA EDUCACIONAL Educação Infantil Ensino Fundamental Educação de Jovens e Adultos 7 APOIO À GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA 7.1 CONSELHO ESCOLAR 7.2 ORGANIZAÇÕES ASSOCIATIVAS DA ESCOLA 7.3 REGIMENTO ESCOLAR 8 PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCOLA PDE

6 9 PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO PPP 10 PLANEJAMENTO 10.1 O PLANO DE TRABALHO DO COORDENADOR PEDAGÓGICO Orientações para a elaboração do Plano de Trabalho Interface do Coordenador Pedagógico, na construção de Planos de Ensino / Aula com os docentes 11 MARCOS DE APRENDIZAGEM 12 AVALIAÇÃO 12.1 DIÁRIO DE CLASSE 12.2 CONSELHO DE CLASSE 13 COORDENADOR PEDAGÓGICO: TRAÇANDO CAMINHOS NA ESCOLA 13.1 PERFIL DO COORDENADOE PEDAGÓGICO 13.2 O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO ARTICULADOR 13.3 O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR 13.4 O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO TRANSFORMADOR 13.5 O PAPEL DO COORDENADOR NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO Atribuições 14 CONSIDERAÇÕES FINAIS 15 REFERÊNCIAS 16 ANEXOS

7 1. APRESENTAÇÃO A Secretaria Municipal da Educação e Cultura, através da Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP - apresenta o documento COORDENADOR PEDAGÓGICO: TRAÇANDO CAMINHOS PARA SUA PRÁTICA EDUCATIVA, sistematizado pela ASTEC, em 2005 e atualizado em 2008 pela CENAP. Sua importância reside na junção de orientações e informações pertinentes e facilitadoras da prática a ser desenvolvida por esses profissionais da educação que atuam nas escolas públicas da Rede Municipal de Ensino de Salvador. A Coordenação Pedagógica deve ser uma ação dinamizadora que possibilite a integração das dimensões política, pedagógica e administrativo-financeira da gestão escolar, a fim de estimular a renovação e a melhoria do processo de ensinoaprendizagem, visando à garantia do sucesso de todos os alunos. Enquanto generalista da educação, o Coordenador Pedagógico tem uma ação política explicitada de forma peculiar na organização e gestão do trabalho pedagógico, assim como através de uma postura crítica-reflexiva, em face da realidade cotidiana encontrada na escola. Dessa forma, esperamos estar contribuindo para a organização e otimização do seu labor cotidiano, desejando que este se traduza na concretização dos desejos e necessidades da comunidade escolar onde atua, com vistas a uma educação de qualidade.

8 2.BASES LEGAIS DA EDUCAÇÃO NA REDE MUNICIPAL DE SALVADOR Todo profissional da educação, inclusive o Coordenador Pedagógico deve conhecer a legislação que ampara a área educacional nas três esferas: federal, estadual e municipal. Constituição Federal de 1988 Instituída em outubro de 1988, a Lei Magna do Brasil, no capítulo 3, Seção I, trata especificamente da Educação. Dispõe também sobre as competências e responsabilidades dos entes federados. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB Instituída em 20 de dezembro de 1996, sob nº. 9394/96, estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, dispondo sobre os princípios e fins da educação, o direito à educação e o dever de educar, bem como sobre a organização, estrutura e funcionamento em âmbito nacional. Lei 11645/08 Instituída em 10 de março de 2008, altera a Lei 9394/96, anteriormente modificada pela Lei , de 9 de janeiro de Estabelece a obrigatoriedade do ensino da História da África e História da Cultura Afro-brasileira e Indígena nas escolas, determinando a inclusão de temas em todos os níveis e modalidades de ensino. Plano Nacional de Educação O Plano Nacional de Educação PNE - é um instrumento da política educacional, aprovado pela Lei nº /2001. Estabelece diretrizes, objetivos e metas para todos os níveis e modalidades de ensino, como também para a formação e valorização do magistério e para o financiamento e a gestão da educação, por um período de dez anos. Plano Estadual de Educação O Plano Estadual de Educação PEE é uma ferramenta da política educacional, em nível estadual, elaborada a partir das diretrizes, objetivos e metas estabelecidas pelo PNE, respeitando-se as especificidades do Estado. Plano Municipal de Educação O Plano Municipal de Educação PME é instrumento da política educacional, em nível municipal, elaborado com base no PNE e PEE. Estabelece diretrizes, objetivos e metas para a educação no Município, refletindo as necessidades da população local, as especificidades do Sistema Municipal de Ensino e a própria identidade sócio-demográfica do Município. Em 2008 será socializado para todo o município de Salvador o novo Plano Municipal de Educação com vigência de dez anos.

9 Lei Orgânica do Ensino A lei Orgânica do Município, no Título V, Capítulo II, trata essencialmente da Educação definindo as competências e a atuação da esfera municipal. Resoluções do Conselho Municipal da Educação e Cultura - CME As resoluções do Conselho Municipal de Educação e Cultura definem as orientações básicas para a implantação do serviço de Educação no Município. Algumas delas: 002 /1998 Estabelece normas preliminares para adaptação do Sistema Municipal de Ensino de Salvador. 005/1999 Conselho Escolar 006/1999 Estabelece diretrizes básicas para elaboração ou atualização do Regimento Escolar dos estabelecimentos de Educação Infantil e Ensino Fundamental do Sistema Municipal de Ensino de Salvador. 002/ 2000 Regularização do Fluxo Escolar 065/ Dispõe sobre a Língua Estrangeira no currículo 004/ Regulamenta o Ensino Fundamental de nove anos 011/ Dispõe sobre a implantação do SEJA I e II 012/ Implanta os Ciclos de Aprendizagem I e II

10 3 A EDUCAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE SALVADOR 3.1 O documento EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, NOVOS RUMOS PARA A CIDADE traça diretrizes políticas para a educação pública municipal de Salvador no período de e busca atender às necessidades da população, em consonância com a Política Nacional da educação Brasileira PNE Lei / As diretrizes que constituem esse documento têm como foco uma educação plural, cidadã e democrática, que visa interferir na dinâmica social e local, buscando superar o quadro de desigualdades que a caracteriza. São elas: Equidade e qualidade do processo de ensino e de aprendizagem visa a garantir a permanência do aluno na escola e o sucesso de sua formação escolar, de modo a contribuir para a inclusão social e o exercício da cidadania em situação de igualdade com crianças, jovens e adultos em condições sociais e econômicas favoráveis Democratização do acesso, mediante a qualificação, reordenação e expansão da rede física municipal pressupõe um estudo da demanda potencial da Rede, fazendo uma avaliação concreta da situação, considerando as condições da adequação às atividades educativas, a utilização dos espaços disponíveis, as possibilidades de ampliação e o estado de conservação, com vistas ao reordenamento, qualificação e expansão da rede física Valorização da cultura e saber popular no processo de ensino e de aprendizagem - busca dar visibilidade à história, à identidade, aos referenciais arquitetônicos e urbanísticos; às personalidades e manifestações culturais mais relevantes dos bairros da cidade, entendidos como espaços sociais, que são, simultaneamente, reflexo e condição da existência de um sistema de relações que formam e educam nossas crianças, adolescentes, jovens e adultos. Assim, cabe à escola realizar a mediação do saber formal com a cultura e o saber popular, que brotam das comunidades integrantes da cidade e, ao mesmo tempo, viabilizar um processo educativo que transcenda a sala de aula, estendendo-se, paulatinamente, para espaços mais amplos na comunidade Democratização e modernização da gestão garantindo o caráter participativo e descentralizado compromete um novo padrão de gestão cujo foco é a aprendizagem, fundamentado em princípios como: democracia, participação e autonomia, mobilizando alunos, professores, gestores, profissionais de apoio e comunidade num movimento coletivo de fortalecimento da gestão educacional Valorização e formação continuada dos trabalhadores e trabalhadoras em educação trata da melhoria das condições do exercício profissional de docentes e não docentes, mediante uma política que garanta:ingresso exclusivamente através de concurso público de provas e títulos;planos de carreira para o magistério público;formação continuada, entre outros. Com essa política delineada, o Coordenador Pedagógico, junto aos sujeitos envolvidos no ato educacional, deverá associar-se a esses anseios, envidando esforços para a construção dessa escola cidadã e plural.

11 Ao ingressar no Sistema Municipal da Educação de Salvador, o Coordenador Pedagógico deve buscar conhecer a política e a gestão da educação municipal,bem como a organização,estrutura e funcionamento desse Sistema. É preciso ter conhecimento dos elementos que o compõem: o Órgão Central de Administração, ou seja, a Secretaria Municipal da educação e Cultura SMEC, os setores, as Unidades escolares, as Coordenadorias Regionais de Educação CRE, os Órgãos Colegiados e os Conselhos Escolares. Uma visão panorâmica dessa estrutura organizacional ajudará na compreensão de que a atuação do Coordenador Pedagógico se coaduna com outras ações, em campos diferenciados, mas com o mesmo compromisso: empreender esforços para fortalecer as ações docentes e, consequentemente, a aprendizagem dos alunos e alunas da nossa rede escolar.o Coordenador Pedagógico deve compreender que em sua ação perpassam as dimensões política, pedagógica e administrativafinanceira da educação no Município.

12 4. A ORGANIZAÇÃO ADMINSTRATIVA DA SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO E CULTURA A Secretaria Municipal da Educação e Cultura de Salvador - SMEC -foi criada pela Lei nº912, de 04 de março de 1959 e reorganizada por várias outras leis, sendo a última nº. 085/02, onde foram definidas alterações em seu Regimento, no Decreto nº de 17/01/03. Na sua estrutura, a SMEC é formada por: Órgãos Colegiados - Conselho Municipal de Educação - Conselho Municipal de Cultura - Conselho Municipal de Alimentação Escolar - Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério. Órgãos da Administração Direta - Gabinete do Secretário (GAB) presta assistência ao titular da pasta e desempenha várias atribuições, entre as quais, a de coordenar a representação social e política da Secretaria. - Assessoria Técnica ( ASTEC ) desempenha atividades de planejamento, de desenvolvimento da administração em estreita articulação com as unidades centrais dos Sistemas Municipais, assessorando tecnicamente o titular da pasta. - Assessoria Especial ( ASSESP ) cabe ao assessor acompanhar, apreciar e pronunciar-se sobre assuntos da Secretaria, bem como coordenar a aplicação da avaliação de desempenho dos gestores,coordenadores pedagógicos e docentes,assim como promover a articulação do secretário com outras instituições públicas e privadas. - Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico (CENAP) tem por finalidade planejar e coordenar as ações pertinentes às funções pedagógicas e educacionais, visando assegurar o efetivo desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem. - Coordenadoria de Ações Sócio-educativas (CAS ) tem por finalidade planejar e coordenar ações que visem garantir o acesso e integração de crianças, jovens e adultos à rede escolar. - Coordenadoria de Apoio e Gerenciamento Escolar ( CAGE ) - tem por finalidade coordenar as ações que assegurem p pleno funcionamento organizacional e gerencial das unidades escolares. - Coordenadoria de Estruturação da Rede Física escolar (CERE) tem por finalidade planejar, coordenar e supervisionar a execução de obras e

13 serviços de construção,ampliação,adequação,recuperação,manutenção e conservação das unidades escolares da Rede Pública Municipal. - Coordenadoria Executiva do Fundo Municipal de Educação ( CEFE ) tem por finalidade dar suporte ao Fundo Municipal de Educação. - Coordenadoria Administrativa (CAD) tem por finalidade coordenar as atividades de recursos humanos, material e patrimônio, comunicação e documentação, serviços gerais e as de telecomunicações e tecnologia da informação, previstas em legislação específica do Sistema Municipal de Administração. - Coordenadorias Regionais de Educação (CRE)- desempenham as ações intermediárias entre as unidades internas da SMEC e as unidades escolares, com a finalidade de descentralizar as ações educacionais. A relação das CRE e seus respectivos telefones e endereços encontram-se nos anexos. No Portal da SMEC, encontram-se outras informações sobre as escolas que integram as Coordenadorias Regionais de Educação, bem como outros documentos que são importantes de serem conhecidos pelos Coordenadores Pedagógicos. Entidade da Administração Indireta - Fundação Gregório de Mattos (FGM) - foi criada em 1986 (Lei nº 3.601/86) sob a forma de fundação, dotada de autonomia administrativa e financeira, patrimônio próprio, tem por finalidade formular e promover a política cultural, assim como organizar, preservar e divulgar o patrimônio histórico cultural e artístico no Município do Salvador vinculada à Secretaria Municipal de Educação e Cultura.

14 5. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS, METODOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL 5.1 Cidade Educadora - consiste no eixo central da proposta curricular para a Educação Pública Municipal de Salvador, entendendo-se por Cidade Educadora o contexto plural, polissêmico e formativo no qual as matrizes culturais desenham suas contribuições na primeira capital do Brasil. Nesse contexto emergente, a Escola aprende, a Cidade aprende e, elas, também, ensinam. Constrói-se o conhecimento sobre valores, implicações sociais, regionais e planetárias de cada ato, descoberta ou política implementada. Dessa forma, o Coordenador Pedagógico poderá promover junto com a comunidade escolar, ações educativas que extrapolem os muros da escola e beneficiem a comunidade do seu entorno, bem como possam dela beneficiar-se. Conectados ao eixo central, cinco eixos estruturantes compõem as atuais diretrizes curriculares: EDUCAÇÃO INCLUSIVA A visão e a compreensão que a SMEC tem acerca das necessidades educativas especiais, Deficiência Física (DF), Deficiência Visual (DV), Deficiência Auditiva (DA) e Deficiência Mental ( DM ) estão inseridas em um paradigma de educação inclusiva, em consonância com o que estabelecem as Diretrizes Nacionais da educação Especial na Educação Básica e com a Lei 9394/96 ( LDB ). Inclusão é um princípio que envolve ações junto à sociedade como um todo, visando ao atendimento das necessidades inerentes à diversidade presente no cotidiano escolar. A convivência na diversidade proporciona um conjunto de possibilidades e experiências culturais e sociais a todos, como também a construção de atitudes menos discriminatórias e mais cooperativas, humanas e solidárias e a transformação de comunidades que passem a acolher todos, sem distinção de raça, credo, condições econômicas, gênero e orientação sexual. Portanto, a inclusão é um movimento que fomenta uma nova lógica na construção de uma sociedade justa par todos os cidadãos. Assim, o Coordenador Pedagógico deve estar consciente de que nas unidades escolares municipais, a educação inclusiva é um princípio a ser respeitado e observado por todos os educadores, conhecendo, lembrando, considerando e atendendo às reais necessidades dessa clientela EDUCAÇÃO INTERÉTNICA As Diretrizes Curriculares para Inclusão da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena definem pressupostos teórico-metodológicos e orientações didáticas para que os educadores da Rede Municipal de Educação de Salvador construam um

15 trabalho pedagógico, considerando essas temáticas, a diversidade humana, sobretudo, as relações étnico-raciais. Este documento está baseado nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), Tema Transversal Pluralidade Cultural, na Lei /08,que altera a LDB 9394/96, no Parecer do CNE/CP nº003/04 e na Resolução nº 01 de 17/06/04 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais para o Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, conquistas do movimento negro que vêm contribuindo para corrigir injustiças e desigualdades sociais a que os negros ainda são submetidos, buscando, também, dar visibilidade à história de luta e resistência da comunidade negra no país. Constituem-se, portanto, uma referência de afirmação da identidade racial como um componente estruturador do currículo nas escolas públicas municipais que, em Salvador, atendem, majoritariamente, crianças, adolescentes, jovens e adultos negros. Neste sentido, não se trata de mais um documento formal, mas de um instrumento de trabalho docente que se alimenta numa prática coletiva de planejamento pedagógico, balizado pela avaliação processual contínua e se subordina ao objetivo maior de ser um laboratório de construção coletiva no interior de cada escola, na luta pela redução da imensa disparidade de acesso dos afrodescendentes ao sistema educacional de qualidade EDUCAÇÃO AMBIENTAL Aborda o tratamento transversal das questões que envolvem a integração sujeito e meio natural. Trata do paradigma que articula qualidade de vida a responsabilidade sócio-ambiental e planetária. Nele, a Escola exerce seu papel de agente formador de representações positivas e implicativas sobre a atuação humana responsável, sustentada e previdente sobre as relações sociais e suas conseqüências para o respeito e à preservação das fontes naturais de energia, assim como, a todas as formas de vida que integram a ecologia do planeta EDUCAÇÃO E LINGUAGENS As relações deste eixo tratam das linguagens artísticas, midiáticas e tecnológicas. Por meio de seus desdobramentos o sujeito pode se apropriar de um legado estético e cultural produzido pela humanidade e tornar um crítico sensível dos modos e produção do conhecimento, além de agente dessa mesma produção. A arte aqui é concebida como conhecimento de mundo e não como acessório decorativo. Já a educação de natureza tecnológica e midiática expressa uma reação à necessidade de compartilhar com várias comunidades de aprendizagem o que se produz, dentro e fora, dos AVA ( Ambiente Virtual de Aprendizagem). Esse processo não se reduz à apropriação instrumental e desvinculada das ferramentas tecnológicas. Seu desafio se caracteriza por permitir que o educando desenvolva uma relação de mediação e de descoberta.

16 5.1.5 EDUCAÇÃO CONTINUADA Representa a produção de saberes de docentes e demais profissionais de Educação, considerando seu exercício laboral como uma prática formativa e geradora de oportunidades de crescimento pessoal e profissional no âmbito dos espaços de trocas espontâneas e sistematizadas. A educação continuada expressa a concepção de conhecimento como resultado da práxis social e como tal, dispositivo fértil para elaboração de novos sistemas interpretativos sobre a realidade e sobre a experiência docente historicamente construída EDUCAÇÃO, CORPO E HISTORICIDADE Este eixo pretende abarcar as experiências de expressão e educação corporal, seja no âmbito artístico, cultural ou, sobretudo, nas dimensões da ludicidade e dos esportes. Ele admite dinâmica e historicidade nas representações mediadas pelo corpo, considerando-as como estratégias de afirmação e de construção de outras lógicas de comunicação e de exercício do poder. 5.2 CONCEPÇÕES DE ENSINO APRENDIZAGEM A literatura especializada tem mostrado as alternativas das concepções de ensino e de aprendizagem que influenciam as decisões que os gestores educacionais escolhem para desenvolver as suas práticas docentes. A educação no Município de Salvador escolheu fundamentar a prática de seus professores em princípios construtivistas e sócio-interacionistas, pois entende que o indivíduo aprende e constrói conhecimentos, competências e habilidades, a partir da elaboração de suas próprias representações, interpretando criticamente os fenômenos do mundo que o cerca e estabelecendo relações entre o que já sabe e o novo conhecimento construído. Seguindo uma abordagem construtivista, onde a aprendizagem é um processo dinâmico no qual o aprendiz é ator, o conhecimento se constrói a partir das interações entre os alunos, os professores e um ambiente adequado. Com base nesses pressupostos, podem ser refletidos os papéis vivenciados pelos seus elementos principais: Escola como espaço de: - acolhimento ao aluno, valorizando a sua identidade sócio-cultural e seus conhecimentos, possibilitando sua socialização; -inserção social que busca a formação dos estudantes para o desenvolvimento de suas capacidades, em função de novos saberes; -formação para que os educando se apropriem de conteúdos sociais e culturais; -interação entre o saber escolar e os demais saberes;

17 -favorecimento da produção e da utilização das múltiplas linguagens das expressões e dos conhecimentos históricos, sociais, científicos e tecnológicos; -promoção de autonomia intelectual e moral do estudante; -estímulo à auto-estima dos alunos, validando o esforço do educando para aprendizagem; -desenvolvimento de atitudes e valores positivos que devem ser estimulados e compartilhados por todos, dando aos alunos uma formação ética. Professor como orientador: -da mediação da aprendizagem, devendo apresentar a capacidade de desenvolver o processo de ensino e de aprendizagem de forma estratégica; -da gestão da aprendizagem significativa, à medida que estabelece relações entre os conteúdos e conhecimentos prévios dos alunos, através da relação dialógica. Aluno como participante: -da produção de conhecimentos, respeitando-se os seus ritmos de aprendizagem, estados emocionais, habilidades e necessidades; -das ações educativas, como sujeito e agente.

18 6. O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO O Sistema Municipal de Ensino é composto de 413 unidades escolares ( 2008),atendendo aproximadamente a alunos que estão matriculados nos diversos níveis e modalidades de ensino. A prerrogativa legal, através da Constituição Brasileira, determina a responsabilidade da educação ao Município em seu 2º que define que os Municípios atuarão prioritariamente no Ensino Fundamental em Educação Infantil. 6.1 O público-alvo atendido Os alunos atendidos são majoritariamente negros, oriundos das classes C, D e E. Através da divulgação em documento da Pesquisa de Opinião dos Pais, 2003, na parte I dados dos pais ou responsável, encontram-se algumas informações que podem definir o perfil das famílias e, consequentemente, dos seus filhos. Os pais, em geral, têm apenas o Ensino Fundamental incompleto, sendo que muitos só estudaram até a quarta série e uma parcela significativa é constituída de analfabetos. Ao se observar a questão de renda familiar, constata-se que a maioria das famílias sobrevive com até um salário mínimo. Há uma predominância de profissões relacionadas às atividades exercidas no lar, tendo sido também registrado um índice de desemprego consideravelmente alto. Alguns sobrevivem apenas do programa Bolsa Família, enquanto outros vivem do trabalho informal e precarizado. Verifica-se que a clientela atendida nas escolas municipais é predominantemente composta por alunos que vivem em bairros carentes e periféricos da cidade. As questões de risco social também são observadas nas escolas municipais, sendo, pois, necessárias intervenções pedagógicas que possam minimizar esses riscos sociais. 6.2 O Corpo docente: agentes de uma prática transformadora Os professores são agentes fundamentais do processo pedagógico na escola. Evidente que todos os que fazem educação na escola, desde a direção até o pessoal de apoio, são os responsáveis por esse fazer educativo. No município, a docência é exercida pelo professor, que tem como base legal o Estatuto dos servidores do Magistério Público do Município de Salvador, regido através das Leis Complementares nº14/96 e 22/97, como também pela Lei 5268/97, que dispõe sobre o Plano de Carreira e Vencimentos dos Servidores do Magistério Público do Município do salvador e pela Lei Complementar nº01/ Oferta Educacional Nessa perspectiva, a SMEC atende aos níveis e modalidades de ensino relacionados a seguir: Educação Infantil

19 A Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica, conforme especificado na LDB nº. 9394/96, sendo um processo educacional que tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança, até seis anos de idade 1. Na Rede Municipal de Ensino, a Educação Infantil é oferecida em duas modalidades: Creches para crianças de 0 a 3 anos de idade; Pré-escolas para crianças de 4 e 5 anos de idade, para em complementação à ação da família, proporcionar condições adequadas de desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e social da criança e promover a ampliação de suas experiências e conhecimentos, estimulando o seu interesse pelo processo de transformação da natureza e pela convivência em sociedade. Há também um compromisso da SMEC no atendimento às crianças de forma associada, com a implementação das Políticas e Diretrizes para o Desenvolvimento Infantil Integral e Integrado, em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde e Ação Social Ensino Fundamental O Ensino Fundamental é uma das grandes responsabilidades do Sistema Municipal de Educação. Está organizado a partir de classes regulares que em uma primeira etapa, atendem aos Ciclos de Aprendizagem I e II, (correspondendo aos anteriores CEB a 4ª séries); e na segunda etapa, atendem do 6º ao 9º ano (correspondendo as anteriores 5ª a 8ª séries), conforme Resolução do CME nº. 012/2007, após ampliação do Ensino Fundamental para 9 anos com a inclusão das crianças de 06 anos, conforme Lei /06. Esta iniciativa visa elevar a escolaridade das crianças, especialmente daquelas sem acesso à Educação Infantil, e levar mais cedo para a escola as que estão em situação de risco social, bem como promover a regularização do fluxo escolar para as crianças em distorção idade/série. O Ensino Fundamental de nove anos significa inclusão e possibilidades iguais para todos. Os Ciclos de Aprendizagem I e II buscam a reorganização da primeira fase desse nível de ensino, tomando como referência os princípios teórico-metodológicos baseados nas teorias Construtivista e Sócio-interacionista. Além desses segmentos, também se oferece o Ensino Noturno, que tem o objetivo de atender à demanda de alunos, jovens e adultos, que não tiveram a oportunidade de acesso ou de conclusão do Ensino Fundamental Educação de Jovens e Adultos EJA O Ensino Fundamental Noturno extinto na Rede Municipal no ano de 2007 e criado em substituição, através da Resolução nº. 011/2007 do CME, a Educação de Jovens e Adultos com os segmentos - SEJA I e II. 1 Modificado para cinco anos tendo em vista o conteúdo da Lei de fevereiro de 2006 que amplia o Ensino Fundamental para 09 anos.

20 A clientela atendida por essa modalidade de ensino é caracterizada por jovens a partir de 15 anos de idade e por adultos, de ambos os sexos, egressos ou não do sistema regular de ensino. Esta modalidade é oferecida, através de: SEJA I com duração de dois anos e estrutura semestral (Estágios I, II, III e IV), que equivale à integralização dos anos iniciais do Ensino Fundamental. SEJA II com duração de dois anos e estrutura semestral que equivale a integralização dos anos finais do Ensino Fundamental, sendo que a área I é oferecida em dois semestres.compreende as áreas do conhecimento I, II e III, a saber: Área I A e B = Linguagens seus Códigos e Expressões Culturais Área II = Ciências Humanas e Contemporaneidade Área III = Ciências Naturais, Matemática e suas Tecnologias Obs.: o Telecurso 2000, legitimado pela Resolução 005/2000 (em fase de extinção) no ano de 2008, atenderá apenas aos alunos concluintes desse projeto, ficando vedada a implantação de novas turmas. A modalidade EJA atende também, através do Brasil Alfabetizado, (programa federal implantado em 2004), jovens e adultos que nunca freqüentaram a escola ou que não concluíram o seu processo de alfabetização. Em Salvador, o programa é conhecido como Salvador Cidade das Letras e em 2008, pretende atender alunos visando erradicar o analfabetismo em Salvador.

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