Viver com a Vida, "Morrer" com a Vida Risco em Trajectórias Auto-Destrutivas na Adolescência

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Viver com a Vida, "Morrer" com a Vida Risco em Trajectórias Auto-Destrutivas na Adolescência"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE PSICOLOGIA Viver com a Vida, "Morrer" com a Vida Protecção e Risco em Trajectórias Auto-Destrutivas na Adolescência Diana Marisa da Silva Cruz Tese orientada pela Professora Doutora Isabel Narciso e co-orientada pelo Professor Doutor Daniel Sampaio, especialmente elaborada para a obtenção do grau de Doutora em Psicologia, especialidade de Psicologia da Família 2013

2

3 Nota: Esta tese não foi escrita segundo as regras do novo acordo ortográfico.

4

5 "Teu nome, Maria Lúcia Tem qualquer coisa que afaga Como uma lua macia Brilhando à flor de uma vaga. Parece um mar que marulha De manso sobre uma praia (...)" Vinicius de Moraes À minha mãe, que num trapézio sem rede, fez todo o possível para me fazer livre no meu caminho, permitindo as minhas escolhas e as minhas, por vezes, tão grandes diferenças. Aceitando-me assim, despenteada, e apoiando-me em todas as minhas decisões e em todas as minhas caminhadas.

6

7 Gostaria que a minha tese parecesse, a quem a lê, um caminho. Certamente, houve momentos em que me parecia não haver caminho, porque enquanto pessoa, aprendiz, investigadora, o caminho se faz caminhando, mesmo quando pensamos não saber exactamente para onde. Neste trabalho, que representa anos de investimento e de crescimento pessoal, gostaria que se pudesse identificar não apenas uma investigação, mas um processo. Um processo de estudo, em que, tantas vezes, trabalho e vida se entrecruzaram e se acompanharam, arriscando o caminho. Ou, por outras palavras, redefinindo o trilho e imprimindo um passo gradualmente mais seguro, à medida que os dados se juntavam a mim na caminhada, tornando o meu "querer" mais claro e mais intenso. AGRADECIMENTOS À Professora Isabel Narciso, pelo exemplo pessoal e profissional, por tudo o que me ensinou de investigação, de Psicologia e da Vida. "Obrigada" ou "Amizade" são palavras que se tornam pequenas, quando pretendo descrever o seu companheirismo e a sua importância nesta caminhada. Ao Professor Daniel Sampaio, por ter estimulado, em mim, o interesse pelo estudo da Adolescência, pelo que me ensinou, por acreditar nas minhas competências, pelas constantes palavras de alento e pela disponibilidade para me orientar neste trabalho. Ao Professor Cícero Pereira, exemplo de rigor, indispensável à qualidade do meu trabalho e pela tranquilidade que sempre me ofereceu, fazendo, do difícil, o fácil e, da preocupação, um sorriso. À Professora Alexandra Marques Pinto, por me ter acompanhado no nascimento deste projecto e pela sua generosa disponibilidade sempre que precisei e pela confiança depositada no meu trabalho. Às Professoras Luísa Barros, Maria José Chambel, Maria Teresa Ribeiro, Rosa Novo, Salomé Vieira Santos, Rute Pires, Carla Crespo por acreditarem no meu trabalho, por depositarem em mim confiança profissional e pessoal e por me terem apoiado em tudo o que fui necessitando ao longo destes anos. Ao Professor Sérgio Moreira pela colaboração na recolha de dados inesperadamente adicionais. vii

8 À Professora Marina Muñoz-Rivas, na representação da Facultad de Psicología de la Universidad Autónoma de Madrid, pelo caloroso acolhimento e pela sua constante disponibilidade e preocupação com o meu bem-estar. Às minhas colegas, pares/ex-pares de investigação e de viagens com tanto de científico quanto de "loucura saudável", e pelo convívio neste mundo doutoral : Marta Pedro, Elsa Carapito e Filipa Castanheira (pela amizade e partilha do que são as alegrias e as angústias de uma investigadora, que é também "Olívia-patroa e Olívia-costureira"); Ana Prioste (benditos sejam os milhares de filmes que fizemos estes anos), Luana Cunha Ferreira (obrigada, obrigada!!), Rita Francisco, Anabela Duarte Costa, Patrícia Pascoal, Ana Vedes e Ana Pego, Andreia Baptista (bem-vinda a bordo!); Paula Paulino, Vera Pereira e Rita Fontinha (pelos momentos extrasistémicos). À Sandra Filipe, pela sua contribuição neste trabalho, num momento tão crucial, mas sobretudo pela sua amizade, por me apoiar e tranquilizar nos momentos difíceis e por se sentir genuinamente feliz por mim nos melhores momentos. À Sandra Fernandez, por ayudarme en todo lo que necesitaba y quién más estaba conmigo en la soledad de ser el única investigadora extranjera de una Facultad (perdoem-me os erros do que não aprendi). À D. Anabela Figueiredo pela simpatia, doçura, disponibilidade e sorrisos constantes. Ao Tiago Fonseca (especialmente pelas "manobras de condução") e ao Tiago Cabaço, pelo cuidado que ambos manifestam comigo. Às escolas que me ajudaram na recolha de dados, e um agradecimento especial às professoras Eulália, Luísa Maia e Ana Rute. Aos serviços clínicos e seus técnicos que me ajudaram, nomeadamente, ao Núcleo de Estudos do Suicídio e à Clínica da Juventude. Aos "Séniores" que valorizam a minha seriedade e honestidade profissional: Dra. Manuela Correia, Dra. Maria Antónia Frasquilho e Dr. Manuel Guerreiro, Dra. Eunice Figueiredo. Aos meus pacientes, passados e presentes, que me relembram a importância de trabalhar sempre mais, estudar sempre mais e investigar sempre mais. viii

9 E, com um carinho e amizade especiais: À minha querida Isabel pela alma mágica que tem... por reconhecer, nos meus defeitos, qualidades e, nas qualidades, estrelinhas brilhantes, pelas quais me puxa e repuxa para chegar mais longe. E ao barco que a transporta, entrelaçando a sua brilhante competência e a sua indescritível criatividade, preenchendo pensamentos que embalam, no seu "famoso caderninho", ideias tão atraentes quanto "assustadoras"... Ao Pedro Palrão, meu amigo da vida inteira, agradeço a presença constante, ainda que nem sempre física, a alegria que o habita e a compreensão deste momento de ausência da minha parte. À Paula Paulino e ao Ricardo Rosinha por serem tão meus amigos, por não desistirem de me dizer que tinham saudades, quando o trabalho já me tinha absorvido completamente e por me oferecerem sempre momentos tão memoráveis e felizes na vossa companhia. À Sandra Filipe, desta vez pelos Km's feitos em harmonia de asfalto, areia ou lama, pelas gargalhadas e conversas de tudo e de nada (e do resto!), sem filtro e sem floreados. Aos meus amigos e companheiros de trabalho e da vida, Rita Navarro, Diogo Guerreiro e Rita Valério. A todos os amigos não menos importantes, Inês Mega, Simone Carvalho, Rui Fernandes, Berta Simões... e outros que devo estar a esquecer... Aos meus sobrinhos "emprestados" e aos meus afilhados Mónica, Miguel e os meus 3 "Metralhinhas", João, Pedro e Vasco que nestes anos me alegraram e me mimaram, saltitando à minha volta e derrubando-me de tanto rir. À Raquel e ao Jorge, por estarem presentes em tantos momentos importantes, acompanhandome e brindando comigo à vida. Às meninas "de Santa Bárbara", ao Rui Davide e ao João Jacob por ajudarem sempre, por acarinharem sempre, por me terem adoptado. E aos Escuteiros!!! Às minhas queridas Maria, Maria José, Maria do Carmo, Fernanda e Susana, que me facilitam a vida todos os dias. Às meninas do ginásio pela boa disposição e pela rapidez com que se mobilizaram para me ajudarem com a recolha da amostra. Às meninas do Alma por me porem bonita, bem-disposta e renovada de energia. E, com amor, à família: ix

10 Aos meus sobrinhos a afilhada Vitória e o Guzinho-Gustavo por olharem para mim com os olhos cheios de vida, por me darem esperança no futuro, por serem corajosos, genuínos e lindos. Por me lembrarem que tenho de ser um exemplo na vida deles e tantas vezes me deixarem sem saber o que dizer. À minha irmã, por nos termos reencontrado, nas curvas mais apertadas da vida e, agora, seguirmos mais próximas. E ao meu cunhado, há tanto tempo cunhado que me esqueço que não é irmão, pelo seu inconfundível (e que a mim não me engana!) sentido de humor e honestidade enquanto homem. À minha mãe, agradeço, novamente, ter feito tudo o que podia para tornar o meu caminho mais longo, mais seguro, mais fácil e me permitir ter chegado até aqui e saber que há muito mais caminho a percorrer. Por fim, às minhas Estrelinhas protectoras: à minha avózinha que, já não estando entre nós, se faz ouvir, às vezes, em todas as coisas que só agora posso compreender e nas outras que nos faziam rir até chorar; e, ao meu pai, a quem deixo a minha saudade e uma dúvida... e se me pudesses ver, neste momento?... Caminante, no hay camino, se hace camino al andar. Al andar se hace el camino, y al volver la vista atrás se ve la senda que nunca se ha de volver a pisar." A. Machado (poeta Espanhol) x

11 O trabalho de investigação conducente a esta dissertação foi co-financiado por fundos nacionais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e pelo Fundo Social Europeu, no âmbito do Programa Operacional Ciência e Inovação 2010 (POCI 2010) e do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento (POS_C) do III Quadro Comunitário de Apoio ( ), através da Bolsa de Investigação com a referência SFRH/BD/47151/2008. xi

12 xii

13 DECLARAÇÃO De acordo com o artigo 41º do Regulamento de Estudos Pós-Graduados da Universidade de Lisboa, aprovado pela Deliberação da Reitoria nº 1506/2006, esta dissertação engloba artigos científicos no prelo e submetidos para publicação em revistas internacionais indexadas, em colaboração com outros autores. A autora declara que foi responsável pela recolha de dados, análise e interpretação de resultados, assim como da redacção, submissão e revisão de todos os manuscritos. Diana Marisa da Silva Cruz Fevereiro de 2013 xiii

14

15 [Viver com a Vida, Morrer com a Vida] RESUMO Os comportamentos auto-destrutivos na adolescência enquadram-se numa trajectória inadaptativa, um "desvio" à evolução positiva que, pela sua gravidade, justifica a relevância e a necessidade de estudos que permitam compreender como se desenvolve tal trajectória, como se integra na história dos indivíduos ao longo do tempo, que funções assume, e como interage com os contextos relacionais (Soares, 2000). A presente dissertação tem como temática central trajectórias de risco e trajectórias inadaptativas, na adolescência, associadas a pensamentos e comportamentos auto-destrutivos, pretendendo-se compreender a inscrição da auto-destruição em tais trajectórias, investigando, sobretudo, potenciais factores individuais e familiares protectores ou catalisadores de tais trajectórias. Para tal, assumimos como quadro meta-teórico referencial, ou seja, como carta conceptual, a perspectiva de complexidade sistémica (Morin, 1995), e como mapas teóricos, a perspectiva da psicopatologia do desenvolvimento (Cicchetti & Cohen, 2006; Cummimngs, Davies, & Campbell, 2000; Soares, 2000) e o modelo ecológico de desenvolvimento humano (Bornstein & Lamb, 2005; Bronfenbrenner, 1977). Numa primeira fase da investigação, foi realizado um estudo qualitativo assente na metodologia de Focus Group adolescentes (N = 33), com o objectivo de explorar a sua perspectiva acerca de quais os factores individuais e contextuais que caracterizam trajectórias adaptativas (i.é., de bem-estar), trajectórias em risco (i.é., de mal-estar/distress) e trajectórias inadaptativas com comportamentos autodestrutivos. Este estudo salientou a maior relevância de factores individuais e familiares no desenvolvimento, contribuindo assim para a delimitação do campo do estudo a variáveis desta natureza (Estudo 1). Seguidamente, a prossecução dos nossos objectivos exigiu, em primeiro lugar, a definição de um critério que permitisse distinguir (1) trajectórias com relatos ou comportamentos auto-destrutivos, e (2) trajectórias sem relato de pensamentos e comportamentos auto-destrutivos. Optámos pela utilização do instrumento de avaliação de sintomas Youth Self-Report (YSR; Achenbach, 1991), uma vez que dois dos seus itens "Magoo-me de propósito ou já tentei matar-me" e "Penso em xv

16 matar-me" permitiam-nos considerar o relato de pensamentos ou comportamentos auto-destrutivos como o critério de inclusão em trajectórias em risco. Neste sentido, recorremos a uma amostra comunitária (estudantes adolescentes não-clínicos), cujas respostas aos itens acima referidos permitiram a diferenciação de dois grupos com e sem relato de pensamentos e comportamentos auto-destrutivos. Dada a relevância deste instrumento no percurso de investigação, e apesar do estudo de validação já realizado com uma amostra portuguesa (Fonseca & Monteiro, 1999), optámos por efectuar um estudo factorial que nos conduziu à proposta de uma versão reduzida deste instrumento, o que, por sua vez, exigiu primeiros passos para o seu processo de validação. Os contributos deste estudo para a validação do da versão reduzida do YSR parece apontar boas qualidades psicométricas, com estes jovens entre os 11 e os 21 anos de idade (NI = 1266; NII = 302; Estudo 2). Numa terceira fase da investigação e, após delimitação do campo de estudo, foram realizados dois estudos quantitativos, com o objectivo de compreender a inscrição da auto-destruição em trajectórias da adolescência, em contexto português, investigando potenciais factores individuais e familiares nodais protectores ou catalisadores de tais trajectórias. No primeiro destes dois estudos (Estudo 3), através de uma abordagem exploratória dos dados, foram comparadas as sub-amostras normativas, com e sem relatos de comportamentos autodestrutivos, e uma amostra clínica de jovens com diagnóstico (realizado pelos seus técnicos de saúde mental assistentes) de pensamentos e comportamentos autodestrutivos, relativamente a variáveis individuais e familiares consideradas relevantes, quer pela literatura, quer pelos dados emergidos do Estudo 1. O Estudo 3 (N = 1308): revelou diferenças entre os três grupos em diversas variáveis familiares e individuais; sublinhou a importância das relações familiares no seu todo, nomeadamente da Coesão e da Satisfação com as Relações Familiares; evidenciou, também, como factores de protecção vs. risco de trajectórias autodestrutivas, dimensões específicas dos estilos parentais Controlo e Rejeição e da vinculação Qualidade dos Laços Emocionais e Inibição da Exploração e Individualidade; e, no que concerne a factores individuais, salientou o contributo da auto-estima e dos sintomas psicológicos na diferenciação entre os três grupos. xvi

17 Dadas as diferenças encontradas entre as diferentes trajectórias, considerou-se um Estudo 4, com o objectivo de aprofundar o conhecimento sobre trajectórias autodestrutivas através do estudo dos jovens normativos com e sem relatos de comportamentos auto-destrutivos (N = 1266; i.é., exceptuando a amostra clínica), tendo-se recorrido a procedimentos de análise mais robustos e de maior complexidade (Modelos de Equações Estruturais). Este estudo salientou o papel crucial da Rejeição por parte de ambas as figuras parentais para o risco de trajectórias auto-destrutivas, bem como o Controlo paterno, enfatizando, assim, o papel do pai, no fenómeno em estudo. Para além disso, e em consonância com os Estudos 1 e 3, verificou-se a relevância da Coesão como factor protector de trajectórias em risco com pensamentos e comportamentos auto-destrutivos. Por fim, o quarto e último estudo quantitativo (Estudo 5), decorreu de várias interrogações geradas pelo processo de investigação e pela própria literatura científica sobre o tema, no que respeita à diversidade que parece existir nestes quadros, o que contribui não apenas para tornar a intervenção mais difícil como para tornar a investigação sobre o tema menos clara. No sentido de aprofundar o conhecimento, procurámos, então, compreender as diferenças entre jovens da amostra clínica (N=42) com (apenas) ideação suicida, (apenas) auto-mutilações e com tentativas de suicídio, relativamente aos factores individuais e familiares em estudo. Os resultados parecem sugerir a existência de semelhanças entre as várias manifestações auto-destrutivas, coerentemente com a concepção teórica de que estas pertencem a um mesmo contínuo de comportamentos. Por outro lado, os resultados apontam também para especificidades de cada tipo de manifestação auto-destrutiva: 1) a ideação suicida tem como factor de risco específico a dimensão de Inibição da Exploração e Individualidade; 2) os comportamentos de auto-mutilação parecem estar, sobretudo, associados à configuração da estrutura familiar (não-nuclear) e a um elevado número de reprovações escolares; 3) as tentativas de suicídio parecem estar especificamente associadas a menor Satisfação com as Relações Familiares. Contudo, importa salientar que, pela dimensão muito reduzida da amostra clínica, a interpretação de dados deve ser muito cautelosa. Em conclusão e, conjuntamente, os resultados sugeridos pelos cinco estudos apresentados, parecem salientar a relevância de compreender as trajectórias xvii

18 inadaptativas de desenvolvimento, particularmente, as auto-destrutivas, numa perspectiva de complexidade sistémica inclusiva de diferentes contextos relacionais e alerta para as interdependências que se geram numa "rede de influências mútuas", em que o jovem é um agente activo. Neste sentido, as trajectórias auto-destrutivas parecem representar a exteriorização, através do corpo, de uma necessidade de mudança (individual ou dos vários contextos), em que a morte representa um "deixar de existir" da presente trajectória de desenvolvimento e um querer activo (ainda que inadaptativo) de "viver de outra maneira", e não um fim definito, a morte em si mesma. Deste modo, a prevenção e a intervenção clínica, considerando uma perspectiva de complexidade sistémica, devem incluir e agir sobre vários conte tos de diferentes níveis sist micos em particular, a família, para al m de considerar o incremento de compet ncias socio-emocionais dos jovens e de estratégias de coping de modo a potenciar a sua auto-regulação. xviii

19 ABSTRACT The central themes in this dissertation are the nonadaptive trajectories in adolescence, associated with self-destructiveness. Our main goal was to expand the knowledge of self-destructiveness in adolescence, by examining possible protective and risk factors, both individually and family-based (Soares, 2000). To achieve such goals, we assumed a meta- perspective of Systemic Complexity (Morin, 1995) and, as theoretical models, the Model of Developmental Psychopathology (Cicchetti & Cohen, 2006) and Ecological Model of Human Development (Bronfenbrenner, 1977). Study 1 (N = 33) qualitatively assessed the adolescents perspective trough the Focus Group method, suggesting the crucial relevance of both individual (e.g. self-esteem, socio-emotional and coping skills) and family factors (e.g. family relational climate, parental regulation and support) in such nonadaptive trajectories. To further attain the research goals, we needed to operationalize the criteria which distinguished nonadaptive trajectories of selfdestructiveness from adaptive ones. Hence, in order to investigate such distinctions, Study 2 (NI =1266; NII = 302) examined the factorial structure of the Youth Self-Report (YSR; Achenbach, 1991) and suggested a short version. Three additional quantitative studies were carried. Study 3 (N = 1308) showed that lack of Satisfaction with Family Relationships, Cohesion and Lack of Quality of Emotional Bonds with both parents, along with high levels of Inhibition of Exploration and Individuality from the mother and Rejection from the father, were highly relevant for nonadaptive trajectories. Study 4 (N = 1266) suggested that parental Rejection and paternal Control were the most accurate predictors of selfdestructive thoughts and behaviors. A mediation of Cohesion and a moderation of sex were also found. Finally, Study 5 addressed a clinical sample of adolescents diagnosed with self-destructive thoughts and behaviors (N = 42), and suggested that the dimensions identified in Study 4 are crucial, and help distinguish between different self-destructive trajectories. Implications for prevention and clinical intervention are discussed, as well as limitations and future directions for research. xix

20

21 ÍNDICE GERAL Índice de Tabelas... XXV Índice de Figuras... XXVII INTRODUÇÃO... 1 Contorno Teórico Referencial... 3 Enquadramento Temático... 6 Enquadramento Metodológico Estrutura da Dissertação CAPÍTULO I - Adolescents' Maps about Well-Being, Distress and Self-Destructive Trajectories: What's in Their Voices Abstract Introduction Methodology Findings Final Reflections, Limitations and Implications References ANOTAÇÕES DO INVESTIGADOR I Report Abstract Introduction Study xxi

22 Methods Results Discussion of Study Study Methods Results Discussion of Study General Discussion Limitations and Further Directions References ANOTAÇÕES DO INVESTIGADOR II destructive behaviours: An Exploratory Analysis of family and Individual Correlates Resumen Abstract Introduction The current Study Method Results Discussion References ANOTAÇÕES DO INVESTIGADOR III Risk Trajectories of Self-destructivess in Adolescence: Family Core Influences Abstract xxii

23 Introduction The current Study Method Results Discussion Clinical Implications, Limitations and Future Research References ANOTAÇÕES DO INVESTIGADOR IV The Self-destructive Symptomatic Frames in Clinical Adolescents: Is the same different? Abstract Introduction The current Study Method Results Discussion Limitations and Implications for Future Research and Practice References DISCUSSÃO FINAL INTEGRATIVA Mapa de Continuidade Factorial Pontos Nodais deprotecção e de Risco Reflexões Interrogadas Constrangimentos, Continuidades e Contributos Palavras em Reflexão xxiii

24 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICE A Autorização do Ministério da Educaçãopara a aplicação do Protocolo de Investigação em Meio Escolar APÊNDICE B Pedido de Colaboração a Encarregados de Educação e Declaração de Consentimento Informado APÊNDICE C Pedido de Colaboração aos Conselhos Executivos das Escolas APÊNDICE D Exemplo de Pedido de Colaboração a Serviços Clínicos APÊNDICE E Instruções e Guião de Entrevista de Focus Group APÊNDICE F Sistema de Categorias (Node Summary Model) APÊNDICE G Exemplificação de Codificação APÊNDICE H Prova de Submissão de Manuscrito APÊNDICE I Protocolo Geral de Investigação APÊNDICE J Protocolo de validação do YSR-SF APÊNDICE K Provas de Submissão e Revisão de Manuscrito APÊNDICE L Prova de aceitação de manuscrito para publicação APÊNDICE M Prova de Submissão de Manuscrito APÊNDICE N Prova de Submissão de Manuscrito xxiv

25 ÍNDICE DE TABELAS -Report Table 1 Factor Loadings for each Item and each First-Order Factor Table 2 Factor Loadings of the Principal Component Analysis of Internalization factors Correlation Coefficients for each Item of the Second Principal Component Analysis of Externalization factors Criteria by YSR (Study 1) Criteria by YSR (Study 2) Symptoms abbreviated version destructive behaviours: An Exploratory Analysis of family and Individual Correlates Table 1 Logistic Multinomial Regression Model with Internalization-Depression, Internalization-Anxiety, Externalization-Destructiveness, Externalization- Exhibitionism andself-esteem as predictors of group membership Logistic Multinomial Regression Model with Sex, Age, Parenting Styles, Attachment to Fathers and Mothers, Family Functioning and Satisfaction with Family Relationships as predictors of Group Memberships Risk Trajectories of Self-destructivess in Adolescence: Family Core Influences Variable xxv

26 Constrained and the Partial Constrained Models of the Multi-Group Analysis of Sex Differences CAPÍTULO IV Self-destructive Symptomatic Frames in Clinical Adolescents: Is the same different? Subgroups for the Family and Psychological Symptoms Dimensions Table 2 Estimated from the Logistic Multinomial Regression Model for the Predictions of the Type of Sel-Destructive Symptomatic Frame xxvi

27 INTRODUÇÃO ÍNDICE DE FIGURAS Figura Figura 2 adaptativas, em risco e inadaptativas: que preditores? Figura 3 pensamentos e comportamentos auto-destrutivos: que preditores? CAPÍTULO I - Adolescents' Maps about Well-Being, Distress and Self-Destructive Trajectories: What's in Their Voices -Being Factors emerged categories designed through Well-Being Factors emerged ub-categories designed through Distress Factors emerged Destructive Factors emerged categories designed through Self-Destructive Factors emerged out adolescence trajectories of Well-Being, Distress and Self-Destructiveness CAPÍTULO II - A Short Form of the Portuguese version of the Youth Self-Report gression Lines for the Psychological Symptoms Dimensions as a Function of Age and Sex of Adolescents (Study 1) Function of Age and Sex of Adolescents (Study 2) xxvii

28 CAPÍTULO III - Risk Trajectories of Self-destructivess in Adolescence: Family Core Influences Equation Modelling depicting the Relationship between Mother's and Father s Rejection, Father's Control and SDTB, mediated by Cohesion Group Analyses of the Moderation Effect of Sex in the Structural Equation Model DISCUSSÃO FINAL INTEGRATIVA - trajectórias inadaptativas com pensamentos e comportamentos autodestrutivos ANOTAÇÕES DO INVESTIGADOR III: Figura 1 - Representação Esquemática dos Principais Dados obtidos noestudo Exploratório IV: Figura 2 - Representação Esquemática dos Principais Dados obtidos noestudo com Adolescentes Normativos com e sem relatos de pensamentos e/ou comportamentos auto-destrutivos xxviii

29

30

31 Introdução1 1 A adaptação deste capítulo constituirá parte de uma obra aceite para publicação, em co-autoria com a Professora Doutora Isabel Narciso e com o Professor Doutor Daniel Sampaio, na Editora Coisas de Ler. 1

32

33 1. Contorno Teórico Referencial A presente dissertação tem como temática central trajectórias de risco e trajectórias inadaptativas, na adolescência associadas a pensamentos e comportamentos auto-destrutivos, pretendendo-se, sobretudo, compreender a inscrição da auto-destruição em tais trajectórias, investigando potenciais factores individuais e familiares protectores ou catalisadores de tais trajectórias, com a finalidade de contribuir para o enriquecimento do conhecimento científico, e, consequentemente, das práticas preventivas e terapêuticas nesta área 2,3,4,5. Assumimos como quadro meta-teórico referencial, ou seja, como carta conceptual, a perspectiva de Complexidade Sistémica (Morin, 1995), e como mapas teóricos a perspectiva da Psicopatologia do Desenvolvimento (Cicchetti & Cohen, 2006; Cummimngs, Davies, & Campbell, 2000; Soares, 2000) e o Modelo Ecológico de Desenvolvimento Humano (Bornstein, & Lamb, 2005; Bronfenbrenner, 1977). Complexidade Sistémica, Psicopatologia do Desenvolvimento e Modelo Ecológico do Desenvolvimento Humano A continuidade entre o comportamento normal e o patológico é sublinhada pela perspectiva da Psicopatologia do Desenvolvimento, defendendo que as perturbações individuais se movem entre formas de funcionamento patológicas e não patológicas. De acordo com esta perspectiva, ao longo do ciclo de vida, e mesmo num quadro de psicopatologia, os indivíduos activam processos inadaptativos e adaptativos que contribuem de uma forma única para a organização presente e futura do desenvolvimento humano (Cichetti & Cohen, 2006), e, acrescentaríamos nós, também para a relação com o passado. Com o desenvolvimento, e em cada nova etapa, impõe-se a resolução bem sucedida de tarefas de desenvolvimento para que o indivíduo possa prosseguir para estádios 2 Apêndice A: Autorização do Ministério da Educação para a aplicação do protocolo de investigação em meio escolar 3 Apêndice B: Consentimento Informado e Declaração de Consentimento Informado para Encarregados de Educação 4 Apêndice C: Pedido de colaboração aos Conselhos Executivos/ Directores. 5 Apêndice D: Exemplo de pedido de colaboração a serviços clínicos. 3

34 mais avançados, o que contribuirá para o estabelecimento de trajectórias adaptativas e bem sucedidas nessas etapas posteriores. O insucesso nas tarefas de desenvolvimento pode gerar uma inadaptação em etapas subsequentes, bloqueando o desenvolvimento adequado e a progressão no ciclo de vida (Cicchetti & Cohen, 2006; Cicchetti & Rogosch, 2002; Cummings, Davies & Campbell, 2000; Soares, 2000). A Psicopatologia do Desenvolvimento procura explicar a dinâmica complexa inerente à emergência, manutenção e mudança em trajectórias adaptativas e inadaptativas, considerando, para tal, princípios-chave coerentes com uma perspectiva de Complexidade Sistémica: Conceptualização holística e processual o desenvolvimento não pode ser compreendido de um modo fragmentado, seccionado, mas sim de um modo holístico e processual, uma vez que os comportamentos (bem como a mudança) só ganham sentido em contexto (espacial e temporal), e, especificamente, na relação com outros comportamentos (ou mudanças) (Cummings, et al., 2000). Causalidade multifactorial, interactiva e mutável enfatiza-se a influência de factores individuais e contextuais, bem como a interacção entre eles. Esta multiplicidade de factores bem como a sua interacção podem mudar ao longo do ciclo de vida, assinalando, assim, o carácter não-estático do desenvolvimento (Cicchetti & Cohen, 2006; Cummings, et al., 2000; Soares, 2000). Indivíduo como agente activo em contexto apesar da influência de factores contextuais quer ao nível de processos psicológicos, quer ao nível de processos biológicos, o indivíduo tem um papel activo na medida em que é uma esp cie de processador das e peri ncias, influenciando-as e afectando, por sua vez, o próprio contexto, o que remete para a noção de causalidade circular (Cicchetti& Cohen, 2006; Cummings, et al., 2000). Equifinalidade e Multifinalidade Múltiplos factores podem gerar o mesmo resultado assim como um mesmo factor pode levar a diferentes resultados (Alarcão, 2002; Morin, 1995). ssim, possível chegar à emerg ncia de um problema/solução/mudança a partir de diferentes origens 4

INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA ESCOLA SUPERIOR DE ALTOS ESTUDOS

INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA ESCOLA SUPERIOR DE ALTOS ESTUDOS INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA ESCOLA SUPERIOR DE ALTOS ESTUDOS Envolvimento parental e nível sociocultural das famílias: Estudo comparativo num agrupamento escolar Marco Sérgio Gorgulho Rodrigues Dissertação

Leia mais

2010/2011 Plano Anual de Actividades

2010/2011 Plano Anual de Actividades 2010/2011 Plano Anual de Actividades Cristiana Fonseca Departamento de Educação para a Saúde 01-07-2010 2 Plano Anual de Actividades Introdução Quando em 1948 a Organização Mundial de Saúde definiu a saúde

Leia mais

Um percurso formativo Fátima Fonseca (*)

Um percurso formativo Fátima Fonseca (*) 1 Um percurso formativo Fátima Fonseca (*) Este trabalho prende-se com o estudo que fizemos na formação na área das Competências Interpessoais, sendo que o grande objectivo é o de sermos capazes, nas nossas

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

O BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS

O BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS O BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS Susana Fonseca Carvalhosa Universidade de Bergen, Noruega Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Portugal scarvalhosa@netcabo.pt BULLYING EM PORTUGAL: O QUE SE PASSA

Leia mais

Interacções número 5. pp. 179-188. do Autor 2003 CONSUMO DE ÁLCOOL NA ADOLESCÊNCIA E RELAÇÕES PARENTAIS. Maria Manuela Pereira

Interacções número 5. pp. 179-188. do Autor 2003 CONSUMO DE ÁLCOOL NA ADOLESCÊNCIA E RELAÇÕES PARENTAIS. Maria Manuela Pereira Escola Superior de Altos Estudos 179 CONSUMO DE ÁLCOOL NA ADOLESCÊNCIA E RELAÇÕES PARENTAIS Maria Manuela Pereira Dissertação de Mestrado em Sociopsicologia da Saúde - Consumo de Álcool na Adolescência

Leia mais

Aplicação desenvolvimental dos Princípios da Equifinalidade e da Multifinalidade ao Desenvolvimento (von Bertalanffy, 1986)

Aplicação desenvolvimental dos Princípios da Equifinalidade e da Multifinalidade ao Desenvolvimento (von Bertalanffy, 1986) Diversidade id d de: - inícios i - dos processos - dos resultados resultado inadaptativo resultado adaptativo Aplicação desenvolvimental dos Princípios da Equifinalidade e da Multifinalidade ao Desenvolvimento

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

ESCOLA DE PAIS.nee. Programa Escola de Pais.nee Formadora: Celmira Macedo

ESCOLA DE PAIS.nee. Programa Escola de Pais.nee Formadora: Celmira Macedo 1 PROGRAMA DA ESCOLA DE PAIS I. Introdução A escola de pais apresenta-se com um espaço de formação para famílias (preferencialmente famílias de crianças com necessidades especiais), estando igualmente

Leia mais

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de Ficha de Leitura Tipo de documento: Artigo Título: Colaboração em Ambientes Online na Resolução de Tarefas de Aprendizagem Autor: Miranda Luísa, Morais Carlos, Dias Paulo Assunto/Sinopse/Resenha: Neste

Leia mais

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Centro Cultural de Belém, Lisboa, 11 de Outubro de 2006 Intervenção do Secretário

Leia mais

[Diapositivo 2] Porquê a escolha desta população?

[Diapositivo 2] Porquê a escolha desta população? 1 De que falamos quando falamos de preconceito contra a homoparentalidade: Atitudes face à competência parental e ao desenvolvimento psicossocial das crianças. Jorge Gato [Diapositivo 1] Gostava de partilhar

Leia mais

O que é brincar e como se diferencia das outras actividades?

O que é brincar e como se diferencia das outras actividades? i dos Pais Temas O Brincar Todas as crianças são únicas e diferentes das outras, sendo que as suas diferenças individuais parecem estar diretamente associadas com a sua maneira de brincar e a imaginação

Leia mais

Folheto Informativo, Vol. 4, n.º 21. idos pais. Associação

Folheto Informativo, Vol. 4, n.º 21. idos pais. Associação Folheto Informativo, Vol. 4, n.º 21. idos pais Associação promoção do desenvolvimento, tratamento e prevenção da saúde mental Associação Edição online gratuita i dos pais. Folheto Informativo. Vol. 4,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO O BOM FUNCIONAMENTO DAS EQUIPAS DE APOIO A FAMÍLIAS COM CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA Liliana

Leia mais

Anexo 1 - Pedido de Autorização às Escolas

Anexo 1 - Pedido de Autorização às Escolas Anexo 1 - Pedido de Autorização às Escolas Exmo. Senhor(a), Presidente do Conselho Diretivo da Escola Eu, Sara Alexandra Melo Mendes, no âmbito da minha dissertação de Mestrado em Psicologia Clínica estou

Leia mais

Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios

Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios Sandra Sofia Brito da Silva Dissertação

Leia mais

CIRCULAR. Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar

CIRCULAR. Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar CIRCULAR Data: 11/04/2011 Circular nº.: 4 /DGIDC/DSDC/2011 Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar Para: Inspecção-Geral de Educação Direcções Regionais de Educação Secretaria Regional Ed. da Madeira

Leia mais

Plano Local de Promoção e Protecção dos Direitos da Criança

Plano Local de Promoção e Protecção dos Direitos da Criança Plano Local de Promoção e Protecção dos Direitos da Criança 2012-2014 Índice Introdução. 3 I. Fundamentação...4 II. Eixos Estratégicos... 7 1 Articulação Interinstitucional... 7 2 Estudo e análise da realidade

Leia mais

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e Ética 6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e de Ética ETICA COMPROMISSO CONDUTA EMPRESAS PROFISSIONAL PRINCÍPIOS INDEPENDÊNCIA DEVERES CLIENTES EXIGÊNCIAS PÚBLICO

Leia mais

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal 18 DE FEVEREIRO A 13 DE MARÇO DE 2008 A inducar (http://www.inducar.pt) é uma organização de direito

Leia mais

Planificação Anual da Disciplina de Psicologia. MÓDULOS 1, 2, 3 e 4. 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário

Planificação Anual da Disciplina de Psicologia. MÓDULOS 1, 2, 3 e 4. 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário Planificação Anual da Disciplina de MÓDULOS 1, 2, 3 e 4 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário Componente de Formação Científica Ano lectivo 2013-2014 1 MÓDULO 1 - DESCOBRINDO

Leia mais

CAPÍTULO IV Apresentação, interpretação e análise de dados

CAPÍTULO IV Apresentação, interpretação e análise de dados CAPÍTULO IV Apresentação, interpretação e análise de dados Introdução Tendo explicado e descrito os instrumentos e procedimentos metodológicos utilizados para a realização deste estudo, neste capítulo,

Leia mais

Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho

Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho Coimbra, Setembro de 2011 Solicitação para colaboração na preparação da Unidade Curricular Intervenção em Cuidados Continuados II - 4º

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

MÓDULOS 1, 2, 3 e 4. 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário. Componente de Formação Científica. Ano lectivo 2015-2016

MÓDULOS 1, 2, 3 e 4. 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário. Componente de Formação Científica. Ano lectivo 2015-2016 Planificação Anual da Disciplina de Psicologia MÓDULOS 1, 2, 3 e 4 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário Componente de Formação Científica Ano lectivo 2015-2016 MÓDULO

Leia mais

Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância

Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância 1 Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância Mariana Atanásio, Nº 2036909. Universidade da Madeira, Centro de Competência das Ciências Sociais, Departamento

Leia mais

O engenheiro na equipa de saúde ocupacional: a visão da medicina do trabalho

O engenheiro na equipa de saúde ocupacional: a visão da medicina do trabalho O engenheiro na equipa de saúde ocupacional: a visão da medicina do trabalho Carlos Silva Santos Programa Nacional de Saúde Ocupacional DSAO/DGS 2014 Segurança, Higiene e Saúde do trabalho Organização

Leia mais

JMA Abril 2010 A Partir de Trabalho de Lurdes Veríssimo_FEP_UCP

JMA Abril 2010 A Partir de Trabalho de Lurdes Veríssimo_FEP_UCP JMA Abril 2010 A Partir de Trabalho de Lurdes Veríssimo_FEP_UCP Hoje lançamos uma questão: Que respostas poderá encontrar a Escola Pública para os alunos que consideramos desmotivados e que parecem não

Leia mais

O PERCURSO ACADÉMICO NA FBAUL E AS PERSPECTIVAS FUTURAS

O PERCURSO ACADÉMICO NA FBAUL E AS PERSPECTIVAS FUTURAS O PERCURSO ACADÉMICO NA FBAUL E AS PERSPECTIVAS FUTURAS QUE OPORTUNIDADES PÓS-LICENCIATURA ESPERAM? EXPECTATIVAS QUE INQUIETAÇÕES TÊM OS ALUNOS DE DC? MADALENA : M QUAL É A TUA PERSPECTIVA DO MERCADO

Leia mais

2. Enquadramento metodológico

2. Enquadramento metodológico 1. A Agenda 21 LOCAL 1. Em 1992, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUAD) aprovou um Plano de Acção para o Século 21, intitulado Agenda 21. Realizada

Leia mais

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency

Leia mais

Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas

Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas Em primeiro lugar gostaria de expressar o meu agradecimento

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS questionários de avaliação da satisfação creche CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS 2ª edição (revista) UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Governo da República Portuguesa SEGURANÇA SOCIAL INSTITUTO DA

Leia mais

Dos 1004 alunos que frequentavam as aulas de Educação Física, um em cada cinco, tinham excesso de peso ou obesidade.

Dos 1004 alunos que frequentavam as aulas de Educação Física, um em cada cinco, tinham excesso de peso ou obesidade. Conclusões e Sugestões (1/5) As principais conclusões a que pudemos chegar de acordo com os objectivos a que nos propusemos, nomeadamente o de conhecer o índice da massa corporal dos alunos da escola onde

Leia mais

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO APRENDER CIDADANIA COM A DISCIPINA DE HISTÓRIA: 3 PERCURSOS NO CONCELHO DE ODEMIRA Rita Santos Agudo do Amaral Rêgo MESTRADO EM EDUCAÇÃO

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA CENTRO CULTURAL DE BELÉM 3 DE DEZEMBRO DE 2009 MARIA GUIDA DE FREITAS FARIA 1 AGRADEÇO

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ALGARVE FACULDADE DE ECONOMIA FACILITADORES E INIBIDORES DA DECISÃO DE PARTICIPAÇÃO EM VIAGENS DE LAZER O CASO DO SOTAVENTO ALGARVIO

UNIVERSIDADE DO ALGARVE FACULDADE DE ECONOMIA FACILITADORES E INIBIDORES DA DECISÃO DE PARTICIPAÇÃO EM VIAGENS DE LAZER O CASO DO SOTAVENTO ALGARVIO UNIVERSIDADE DO ALGARVE FACULDADE DE ECONOMIA FACILITADORES E INIBIDORES DA DECISÃO DE PARTICIPAÇÃO EM VIAGENS DE LAZER O CASO DO SOTAVENTO ALGARVIO Dissertação para a Obtenção do Grau de Mestre em Gestão

Leia mais

Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade" A psicologia na disfunção sexual

Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade A psicologia na disfunção sexual Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade" A Psicologia faz parte integrante de todas as áreas exploradas, mas também pode funcionar de forma independente das restantes especialidades, ou

Leia mais

A Importância da Família na Educação

A Importância da Família na Educação A Importância da Família na Educação Não caminhes à minha frente Posso não saber seguir-te. Não caminhes atrás de mim Posso não saber guiar-te. Educadora Social Dra. Joana Valente Caminha antes a meu lado

Leia mais

Palavras-chave: adolescente, risco pessoal, prática profissional

Palavras-chave: adolescente, risco pessoal, prática profissional PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL E ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL NA CASA SANTA LUIZA DE MARILLAC. SOMER, Diana Galone (estagio I), e-mail: dianassomer@gmail.com BOMFATI, Adriana (supervisor), e-mail:

Leia mais

NER - Plano de PSICOLOGIA B - 12º ano Ano letivo de 2015/2016

NER - Plano de PSICOLOGIA B - 12º ano Ano letivo de 2015/2016 MÓDULO 1 (1º Período) NER - Plano de PSICOLOGIA B - 12º ano Tema 1. EU NOS CONTEXTOS O modelo ecológico do desenvolvimento Compreender as capacidades do ser humano de relação com os contextos Caracterizar

Leia mais

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações PSICOLOGIA APLICADA A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações Os níveis de intervenção vão desde

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO

A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO Roberta Ortiz Furian Palavra-chave: ecologia, ambiente, desenvolvimento Este trabalho tem como objetivo destacar a teoria Ecologia do Desenvolvimento

Leia mais

OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche. Maria Teresa de Matos

OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche. Maria Teresa de Matos OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche Maria Teresa de Matos Projecto Pedagógico de Sala Creche Princípios Orientadores Projecto Pedagógico de Sala * Projecto Curricular

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

Guia prático para professores

Guia prático para professores Guia prático para professores Não, Não e NÃO! Comportamentos de Oposição e de Desafio em sala de aula Sugestões práticas da: Nem todas as crianças são iguais, já ouvimos dizer muitas vezes.. Desde cedo,

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

TERAPIA FAMILIAR SISTÉMICA: UMA BREVE INTRODUÇÃO AO TEMA

TERAPIA FAMILIAR SISTÉMICA: UMA BREVE INTRODUÇÃO AO TEMA TERAPIA FAMILIAR SISTÉMICA: UMA BREVE INTRODUÇÃO AO TEMA 2011 Trabalho de Curso no âmbito da cadeira Modelos Sistémicos, do Mestrado Integrado em Psicologia na Universidade de Coimbra Pedro Nuno Martins

Leia mais

Metas de Aprendizagem em Educação de Infância: Oportunidade ou Armadilha?

Metas de Aprendizagem em Educação de Infância: Oportunidade ou Armadilha? Metas de Aprendizagem em Educação de Infância: Oportunidade ou Armadilha? VIII Jornadas da Infância do Centro de Apoio Social e Acolhimento C.A.S.A. Bernardo Manuel Silveira Estrela PRÁTICAS EDUCATIVAS:

Leia mais

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Mário Jorge Silva (psicólogo clínico) e Marli Godinho (psicóloga clínica)

Leia mais

1. Problema Geral de Investigação

1. Problema Geral de Investigação O CONTRIBUTO DO DISTRESS, BURNOUT E BEM-ESTAR PARA O ABSENTISMO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO COM TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM CONTEXTO UNIVERSITÁRIO Sónia Borges Índice 1. Enquadramento Geral da

Leia mais

PAINEL I A IGUALDADE DE GÉNERO COMO FACTOR COMPETITIVO E DE DESENVOLVIMENTO

PAINEL I A IGUALDADE DE GÉNERO COMO FACTOR COMPETITIVO E DE DESENVOLVIMENTO PAINEL I A IGUALDADE DE GÉNERO COMO FACTOR COMPETITIVO E DE DESENVOLVIMENTO Maria Regina Tavares da Silva Perita em Igualdade de Género Consultora das Nações Unidas Nesta Conferência de celebração dos

Leia mais

LEITURA DA ENTREVISTA 2. E Boa tarde. Desde já quero agradecer-lhe a sua disponibilidade para colaborar neste

LEITURA DA ENTREVISTA 2. E Boa tarde. Desde já quero agradecer-lhe a sua disponibilidade para colaborar neste LEITURA DA ENTREVISTA 2 E Boa tarde. Desde já quero agradecer-lhe a sua disponibilidade para colaborar neste trabalho que estou a desenvolver. Como lhe foi explicado inicialmente, esta entrevista está

Leia mais

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM APROVADO POR MAIORIA EM ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 20 DE NOVEMBRO DE 2010 Proposta

Leia mais

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR ANO LECTIVO: 2013/2014 FICHA DE UNIDADE CURRICULAR MESTRADO/LICENCIATURA 1.Unidade Curricular Nome: PSICOLOGIA DO ENVELHECIMENTO Área Científica: Psicologia Curso: Mestrado em Gerontologia Social Semestre:

Leia mais

Barómetro das Profissões

Barómetro das Profissões Número 1T/2011 Período: 1 de Janeiro a 31 de Março Abril 2011 Realizado por Isabel Machado para IPAM Carreiras INTRODUÇÃO O presente Barómetro trimestral inserido na investigação do IPAM Carreiras pretende

Leia mais

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA POR UMA ESCOLA INCLUSIVA Sílvia Ferreira * Resumo: A promoção de uma escola democrática, onde incluir se torne um sinónimo real de envolver, é um desafio com o qual os profissionais de Educação se deparam

Leia mais

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Ficha Técnica Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Edição: Região Autónoma dos Açores Secretaria Regional da Educação e Ciência Direcção Regional da Educação Design e Ilustração: Gonçalo Cabaça Impressão:

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA SAÚDE E CLÍNICA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA SAÚDE E CLÍNICA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA SAÚDE E CLÍNICA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Psicologia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ALIANÇA TERAPÊUTICA NO ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO DE ADOLESCENTES COM PATOLOGIAS LIMITE

A IMPORTÂNCIA DA ALIANÇA TERAPÊUTICA NO ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO DE ADOLESCENTES COM PATOLOGIAS LIMITE A IMPORTÂNCIA DA ALIANÇA TERAPÊUTICA NO ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO DE ADOLESCENTES COM PATOLOGIAS LIMITE Artigo sobre Dissertação de Mestrado em Aconselhamento Dinâmico (2007) Ana Cristina Ferreira da

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUTO DE MATERIAIS DIDÁCTICOS PARA A INOVAÇÃO DAS PRÁTICAS

FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUTO DE MATERIAIS DIDÁCTICOS PARA A INOVAÇÃO DAS PRÁTICAS FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUTO DE MATERIAIS DIDÁCTICOS PARA A INOVAÇÃO DAS PRÁTICAS REBELO 1,DORINDA;MARQUES 2,EVA;MARQUES 3,LUÍS 1 Escola Secundária de Estarreja Estarreja, Portugal. 2 Escola Secundária

Leia mais

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de O do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de Desenvolvimento Social, onde estão definidos alguns Projectos (com o desejo de uma projecção num futuro próximo), a serem desenvolvidos para se concretizarem

Leia mais

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9.

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9. Índice: Introdução 3 Princípios Orientadores 3 Definição do projecto 4 Objectivos a alcançar 5 Implementação do projecto 5 Recursos necessários 6 Avaliação do projecto 7 Divulgação Final do Projecto 7

Leia mais

Serviço Comunitário na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos

Serviço Comunitário na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos 1.º Congresso Nacional da Ordem dos Psicólogos 18 a 21 abril 2012 Luísa Ribeiro Trigo*,

Leia mais

M O D E L O E U R O P E U D E C U R R I C U L U M V I T A E

M O D E L O E U R O P E U D E C U R R I C U L U M V I T A E M O D E L O E U R O P E U D E C U R R I C U L U M V I T A E INFORMAÇÃO PESSOAL Nome Morada Correio electrónico Telefone 96 6257803 Nacionalidade Portuguesa Data de nascimento 08/ 06/1976 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO DOS SENIORES NUMA OFICINA DE MÚSICA E TEATRO: IMPACTOS NA AUTO-ESTIMA E AUTO-IMAGEM. Sandra Maria Franco Carvalho

A PARTICIPAÇÃO DOS SENIORES NUMA OFICINA DE MÚSICA E TEATRO: IMPACTOS NA AUTO-ESTIMA E AUTO-IMAGEM. Sandra Maria Franco Carvalho CENTRO DE COMPETÊNCIAS DE CIÊNCIAS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A PARTICIPAÇÃO DOS SENIORES NUMA OFICINA DE MÚSICA E TEATRO: IMPACTOS NA AUTO-ESTIMA E AUTO-IMAGEM ESTUDO DE CASO NUMA UNIVERSIDADE

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação 1.º Ano / 1.º Semestre Marketing Estratégico Formar um quadro conceptual abrangente no domínio do marketing. Compreender o conceito

Leia mais

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009 IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Saber dar e receber Feedback

Saber dar e receber Feedback Saber dar e receber Feedback Imagem de http://sestudo.blogspot.com/ Um presidente da Câmara de Nova Iorque, Ed Koch, passeava nas ruas da cidade e perguntava às pessoas o que achavam do seu desempenho

Leia mais

Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens

Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens Perspectivas da OCDE www.oecd.org/edu/evaluationpolicy Paulo Santiago Direcção da Educação e das Competências, OCDE Seminário, Lisboa, 5 de Janeiro de 2015

Leia mais

Gaia Global conceitos e diferenciação

Gaia Global conceitos e diferenciação Gaia Global conceitos e diferenciação Luís Borges Gouveia 14 de Maio de 2003 Conceito de cidade digital uma cidade que esteja a ser transformada ou reordenada com recurso à tecnologia e ao digital uma

Leia mais

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL Escola Secundária com 3º CEB de Coruche 0 EDUCAÇÃO SEXUAL INTRODUÇÃO A Educação da sexualidade é uma educação moral porque o ser humano é moral. É, também, uma educação das atitudes uma vez que, com base

Leia mais

REGULAMENTO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DAS ESPECIALIDADES CLÍNICAS DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DAS ESPECIALIDADES CLÍNICAS DE ENFERMAGEM REGULAMENTO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DAS ESPECIALIDADES CLÍNICAS DE ENFERMAGEM Proposta apresentada pelo Conselho Directivo Lisboa, 5 de Maio de 2010 Aprovado em Assembleia Geral de 29 de Maio de 2010 REGULAMENTO

Leia mais

Prefácio Prefácio Ao fim de uma década de seminários de investigação dedicados à apresentação de trabalhos empíricos e teóricos e à análise de temas específicos de educação matemática como a resolução

Leia mais

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro Não Há Saúde Sem Saúde Mental Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro 1 a 17 de Outubro de 2010 Exposição promovida pelo Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental O QUE É A SAÚDE MENTAL? É sentir-nos

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais

Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade

Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade No passado dia 15 de Novembro, a Share Associação para a Partilha de Conhecimento e a Faculdade de Ciências da Universidade de

Leia mais

Estudo sobre Comportamentos de Risco

Estudo sobre Comportamentos de Risco quadernsquadernsanimacio.netnº10;julhode2009animacio.netnº10;julhode2009 quadernsanimacio.net nº11;janeirode2010 EstudosobreComportamentosdeRisco ResultadosdeInquéritonumaPerspectiva depromoçãodasaúde

Leia mais

Universidade da Beira Interior Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação

Universidade da Beira Interior Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação Universidade da Beira Interior Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação DISSERTAÇÃO DE MESTRADO APRESENTADA À UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR COMO REQUISITO PARA A OBTENÇÃO

Leia mais

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO DEFINIÇÕES OPERACIONAIS E INDICADORES COMPORTAMENTAIS Pag. 1 Elaborada por Central Business Abril 2006 para o ABRIL/2006 2 COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

Leia mais

José Costa Ramos UATLA 1

José Costa Ramos UATLA 1 A. INTRODUÇÃO 1. Objectivos 2. Conteúdos programáticos 3. Evolução do estudo do desenvolvimento B. CONCEITOS BÁSICOS 1. Períodos do ciclo de vida 2. Métodos e Modelos de Investigação José Costa Ramos UATLA

Leia mais

5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001

5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001 5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001 2 No âmbito do disposto no número anterior, o professor: a) Reflecte sobre as suas práticas, apoiando-se na experiência, na investigação

Leia mais

EMPREENDEDORISMO JOVEM EM CABO VERDE: necessidades e oportunidades

EMPREENDEDORISMO JOVEM EM CABO VERDE: necessidades e oportunidades Ana Teresa Dias Valente Marline Morais Conceição Vieira de Carvalho Ana Teresa Dias Valente Morais EMPREENDEDORISMO JOVEM EM CABO VERDE: necessidades e oportunidades Dissertação de Mestrado em Intervenção

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS XXI Encontro de Lisboa entre as Delegações dos Bancos Centrais dos Países de Língua Oficial Portuguesa à Assembleia Anual do FMI/BM Banco de Portugal 19 de Setembro de 2011 Intervenção do Ministro de Estado

Leia mais

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO DE CUIDADOS GERAIS

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO DE CUIDADOS GERAIS ÍNDICE Regulamento do Perfil de Competências do Enfermeiro de Cuidados Gerais Preâmbulo...05 Artigo 1.º - Objecto...07 Artigo 2.º - Finalidades...07 Artigo 3.º - Conceitos...08 Artigo 4.º - Domínios das

Leia mais

http://chunkingup.blogspot.com

http://chunkingup.blogspot.com A P L I C A Ç Ã O / F O R M A Ç Ã O P R O G R A M A Ç Ã O N E U R O L I N G U Í S T I C A CURSO DE I N T R O D U Ç Ã O B Á S I C A ( 12 H O R A S ) C \ M I G U E L F E R R E I R A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUISTICA

Leia mais

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social A investigação do Serviço Social em Portugal: potencialidades e constrangimentos Jorge M. L. Ferreira Professor Auxiliar Universidade Lusíada Lisboa (ISSSL) Professor Auxiliar Convidado ISCTE IUL Diretor

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Indicadores de qualidade I Introdução Baseado em investigação anterior e na recolha de informação

Leia mais

A Companhia dos amigos na floresta das emoções

A Companhia dos amigos na floresta das emoções A Companhia dos amigos na floresta das emoções Promoção de competências sócio-emocionais de crianças pré-escolares Caderno Divulgação 2015 Associação A Companhia dos amigos na floresta das emoções Propomos

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL Entrevista com Eng.º Victor Sá Carneiro N uma época de grandes transformações na economia dos países, em que a temática do Empreendedorismo assume uma grande relevância

Leia mais

PROGRAMA DE FORMAÇÃO

PROGRAMA DE FORMAÇÃO PROGRAMA DE FORMAÇÃO 1. Identificação do Curso Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Recursos Humanos 2. Destinatários Profissionais em exercício de funções na área de especialização do curso ou novos

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 5

Transcrição de Entrevista nº 5 Transcrição de Entrevista nº 5 E Entrevistador E5 Entrevistado 5 Sexo Feminino Idade 31 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª Recomenda ao Governo a definição de uma estratégia para o aprofundamento da cidadania e da participação democrática e política dos jovens A cidadania é, além de um

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA:

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: CRENÇAS DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE ACERCA DO CUIDADO DA PESSOA EM SOFRIMENTO MENTAL. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Faculdade de Filosofia Ciências

Leia mais