Viver com a Vida, "Morrer" com a Vida Risco em Trajectórias Auto-Destrutivas na Adolescência

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1 UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE PSICOLOGIA Viver com a Vida, "Morrer" com a Vida Protecção e Risco em Trajectórias Auto-Destrutivas na Adolescência Diana Marisa da Silva Cruz Tese orientada pela Professora Doutora Isabel Narciso e co-orientada pelo Professor Doutor Daniel Sampaio, especialmente elaborada para a obtenção do grau de Doutora em Psicologia, especialidade de Psicologia da Família 2013

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3 Nota: Esta tese não foi escrita segundo as regras do novo acordo ortográfico.

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5 "Teu nome, Maria Lúcia Tem qualquer coisa que afaga Como uma lua macia Brilhando à flor de uma vaga. Parece um mar que marulha De manso sobre uma praia (...)" Vinicius de Moraes À minha mãe, que num trapézio sem rede, fez todo o possível para me fazer livre no meu caminho, permitindo as minhas escolhas e as minhas, por vezes, tão grandes diferenças. Aceitando-me assim, despenteada, e apoiando-me em todas as minhas decisões e em todas as minhas caminhadas.

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7 Gostaria que a minha tese parecesse, a quem a lê, um caminho. Certamente, houve momentos em que me parecia não haver caminho, porque enquanto pessoa, aprendiz, investigadora, o caminho se faz caminhando, mesmo quando pensamos não saber exactamente para onde. Neste trabalho, que representa anos de investimento e de crescimento pessoal, gostaria que se pudesse identificar não apenas uma investigação, mas um processo. Um processo de estudo, em que, tantas vezes, trabalho e vida se entrecruzaram e se acompanharam, arriscando o caminho. Ou, por outras palavras, redefinindo o trilho e imprimindo um passo gradualmente mais seguro, à medida que os dados se juntavam a mim na caminhada, tornando o meu "querer" mais claro e mais intenso. AGRADECIMENTOS À Professora Isabel Narciso, pelo exemplo pessoal e profissional, por tudo o que me ensinou de investigação, de Psicologia e da Vida. "Obrigada" ou "Amizade" são palavras que se tornam pequenas, quando pretendo descrever o seu companheirismo e a sua importância nesta caminhada. Ao Professor Daniel Sampaio, por ter estimulado, em mim, o interesse pelo estudo da Adolescência, pelo que me ensinou, por acreditar nas minhas competências, pelas constantes palavras de alento e pela disponibilidade para me orientar neste trabalho. Ao Professor Cícero Pereira, exemplo de rigor, indispensável à qualidade do meu trabalho e pela tranquilidade que sempre me ofereceu, fazendo, do difícil, o fácil e, da preocupação, um sorriso. À Professora Alexandra Marques Pinto, por me ter acompanhado no nascimento deste projecto e pela sua generosa disponibilidade sempre que precisei e pela confiança depositada no meu trabalho. Às Professoras Luísa Barros, Maria José Chambel, Maria Teresa Ribeiro, Rosa Novo, Salomé Vieira Santos, Rute Pires, Carla Crespo por acreditarem no meu trabalho, por depositarem em mim confiança profissional e pessoal e por me terem apoiado em tudo o que fui necessitando ao longo destes anos. Ao Professor Sérgio Moreira pela colaboração na recolha de dados inesperadamente adicionais. vii

8 À Professora Marina Muñoz-Rivas, na representação da Facultad de Psicología de la Universidad Autónoma de Madrid, pelo caloroso acolhimento e pela sua constante disponibilidade e preocupação com o meu bem-estar. Às minhas colegas, pares/ex-pares de investigação e de viagens com tanto de científico quanto de "loucura saudável", e pelo convívio neste mundo doutoral : Marta Pedro, Elsa Carapito e Filipa Castanheira (pela amizade e partilha do que são as alegrias e as angústias de uma investigadora, que é também "Olívia-patroa e Olívia-costureira"); Ana Prioste (benditos sejam os milhares de filmes que fizemos estes anos), Luana Cunha Ferreira (obrigada, obrigada!!), Rita Francisco, Anabela Duarte Costa, Patrícia Pascoal, Ana Vedes e Ana Pego, Andreia Baptista (bem-vinda a bordo!); Paula Paulino, Vera Pereira e Rita Fontinha (pelos momentos extrasistémicos). À Sandra Filipe, pela sua contribuição neste trabalho, num momento tão crucial, mas sobretudo pela sua amizade, por me apoiar e tranquilizar nos momentos difíceis e por se sentir genuinamente feliz por mim nos melhores momentos. À Sandra Fernandez, por ayudarme en todo lo que necesitaba y quién más estaba conmigo en la soledad de ser el única investigadora extranjera de una Facultad (perdoem-me os erros do que não aprendi). À D. Anabela Figueiredo pela simpatia, doçura, disponibilidade e sorrisos constantes. Ao Tiago Fonseca (especialmente pelas "manobras de condução") e ao Tiago Cabaço, pelo cuidado que ambos manifestam comigo. Às escolas que me ajudaram na recolha de dados, e um agradecimento especial às professoras Eulália, Luísa Maia e Ana Rute. Aos serviços clínicos e seus técnicos que me ajudaram, nomeadamente, ao Núcleo de Estudos do Suicídio e à Clínica da Juventude. Aos "Séniores" que valorizam a minha seriedade e honestidade profissional: Dra. Manuela Correia, Dra. Maria Antónia Frasquilho e Dr. Manuel Guerreiro, Dra. Eunice Figueiredo. Aos meus pacientes, passados e presentes, que me relembram a importância de trabalhar sempre mais, estudar sempre mais e investigar sempre mais. viii

9 E, com um carinho e amizade especiais: À minha querida Isabel pela alma mágica que tem... por reconhecer, nos meus defeitos, qualidades e, nas qualidades, estrelinhas brilhantes, pelas quais me puxa e repuxa para chegar mais longe. E ao barco que a transporta, entrelaçando a sua brilhante competência e a sua indescritível criatividade, preenchendo pensamentos que embalam, no seu "famoso caderninho", ideias tão atraentes quanto "assustadoras"... Ao Pedro Palrão, meu amigo da vida inteira, agradeço a presença constante, ainda que nem sempre física, a alegria que o habita e a compreensão deste momento de ausência da minha parte. À Paula Paulino e ao Ricardo Rosinha por serem tão meus amigos, por não desistirem de me dizer que tinham saudades, quando o trabalho já me tinha absorvido completamente e por me oferecerem sempre momentos tão memoráveis e felizes na vossa companhia. À Sandra Filipe, desta vez pelos Km's feitos em harmonia de asfalto, areia ou lama, pelas gargalhadas e conversas de tudo e de nada (e do resto!), sem filtro e sem floreados. Aos meus amigos e companheiros de trabalho e da vida, Rita Navarro, Diogo Guerreiro e Rita Valério. A todos os amigos não menos importantes, Inês Mega, Simone Carvalho, Rui Fernandes, Berta Simões... e outros que devo estar a esquecer... Aos meus sobrinhos "emprestados" e aos meus afilhados Mónica, Miguel e os meus 3 "Metralhinhas", João, Pedro e Vasco que nestes anos me alegraram e me mimaram, saltitando à minha volta e derrubando-me de tanto rir. À Raquel e ao Jorge, por estarem presentes em tantos momentos importantes, acompanhandome e brindando comigo à vida. Às meninas "de Santa Bárbara", ao Rui Davide e ao João Jacob por ajudarem sempre, por acarinharem sempre, por me terem adoptado. E aos Escuteiros!!! Às minhas queridas Maria, Maria José, Maria do Carmo, Fernanda e Susana, que me facilitam a vida todos os dias. Às meninas do ginásio pela boa disposição e pela rapidez com que se mobilizaram para me ajudarem com a recolha da amostra. Às meninas do Alma por me porem bonita, bem-disposta e renovada de energia. E, com amor, à família: ix

10 Aos meus sobrinhos a afilhada Vitória e o Guzinho-Gustavo por olharem para mim com os olhos cheios de vida, por me darem esperança no futuro, por serem corajosos, genuínos e lindos. Por me lembrarem que tenho de ser um exemplo na vida deles e tantas vezes me deixarem sem saber o que dizer. À minha irmã, por nos termos reencontrado, nas curvas mais apertadas da vida e, agora, seguirmos mais próximas. E ao meu cunhado, há tanto tempo cunhado que me esqueço que não é irmão, pelo seu inconfundível (e que a mim não me engana!) sentido de humor e honestidade enquanto homem. À minha mãe, agradeço, novamente, ter feito tudo o que podia para tornar o meu caminho mais longo, mais seguro, mais fácil e me permitir ter chegado até aqui e saber que há muito mais caminho a percorrer. Por fim, às minhas Estrelinhas protectoras: à minha avózinha que, já não estando entre nós, se faz ouvir, às vezes, em todas as coisas que só agora posso compreender e nas outras que nos faziam rir até chorar; e, ao meu pai, a quem deixo a minha saudade e uma dúvida... e se me pudesses ver, neste momento?... Caminante, no hay camino, se hace camino al andar. Al andar se hace el camino, y al volver la vista atrás se ve la senda que nunca se ha de volver a pisar." A. Machado (poeta Espanhol) x

11 O trabalho de investigação conducente a esta dissertação foi co-financiado por fundos nacionais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e pelo Fundo Social Europeu, no âmbito do Programa Operacional Ciência e Inovação 2010 (POCI 2010) e do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento (POS_C) do III Quadro Comunitário de Apoio ( ), através da Bolsa de Investigação com a referência SFRH/BD/47151/2008. xi

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13 DECLARAÇÃO De acordo com o artigo 41º do Regulamento de Estudos Pós-Graduados da Universidade de Lisboa, aprovado pela Deliberação da Reitoria nº 1506/2006, esta dissertação engloba artigos científicos no prelo e submetidos para publicação em revistas internacionais indexadas, em colaboração com outros autores. A autora declara que foi responsável pela recolha de dados, análise e interpretação de resultados, assim como da redacção, submissão e revisão de todos os manuscritos. Diana Marisa da Silva Cruz Fevereiro de 2013 xiii

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15 [Viver com a Vida, Morrer com a Vida] RESUMO Os comportamentos auto-destrutivos na adolescência enquadram-se numa trajectória inadaptativa, um "desvio" à evolução positiva que, pela sua gravidade, justifica a relevância e a necessidade de estudos que permitam compreender como se desenvolve tal trajectória, como se integra na história dos indivíduos ao longo do tempo, que funções assume, e como interage com os contextos relacionais (Soares, 2000). A presente dissertação tem como temática central trajectórias de risco e trajectórias inadaptativas, na adolescência, associadas a pensamentos e comportamentos auto-destrutivos, pretendendo-se compreender a inscrição da auto-destruição em tais trajectórias, investigando, sobretudo, potenciais factores individuais e familiares protectores ou catalisadores de tais trajectórias. Para tal, assumimos como quadro meta-teórico referencial, ou seja, como carta conceptual, a perspectiva de complexidade sistémica (Morin, 1995), e como mapas teóricos, a perspectiva da psicopatologia do desenvolvimento (Cicchetti & Cohen, 2006; Cummimngs, Davies, & Campbell, 2000; Soares, 2000) e o modelo ecológico de desenvolvimento humano (Bornstein & Lamb, 2005; Bronfenbrenner, 1977). Numa primeira fase da investigação, foi realizado um estudo qualitativo assente na metodologia de Focus Group adolescentes (N = 33), com o objectivo de explorar a sua perspectiva acerca de quais os factores individuais e contextuais que caracterizam trajectórias adaptativas (i.é., de bem-estar), trajectórias em risco (i.é., de mal-estar/distress) e trajectórias inadaptativas com comportamentos autodestrutivos. Este estudo salientou a maior relevância de factores individuais e familiares no desenvolvimento, contribuindo assim para a delimitação do campo do estudo a variáveis desta natureza (Estudo 1). Seguidamente, a prossecução dos nossos objectivos exigiu, em primeiro lugar, a definição de um critério que permitisse distinguir (1) trajectórias com relatos ou comportamentos auto-destrutivos, e (2) trajectórias sem relato de pensamentos e comportamentos auto-destrutivos. Optámos pela utilização do instrumento de avaliação de sintomas Youth Self-Report (YSR; Achenbach, 1991), uma vez que dois dos seus itens "Magoo-me de propósito ou já tentei matar-me" e "Penso em xv

16 matar-me" permitiam-nos considerar o relato de pensamentos ou comportamentos auto-destrutivos como o critério de inclusão em trajectórias em risco. Neste sentido, recorremos a uma amostra comunitária (estudantes adolescentes não-clínicos), cujas respostas aos itens acima referidos permitiram a diferenciação de dois grupos com e sem relato de pensamentos e comportamentos auto-destrutivos. Dada a relevância deste instrumento no percurso de investigação, e apesar do estudo de validação já realizado com uma amostra portuguesa (Fonseca & Monteiro, 1999), optámos por efectuar um estudo factorial que nos conduziu à proposta de uma versão reduzida deste instrumento, o que, por sua vez, exigiu primeiros passos para o seu processo de validação. Os contributos deste estudo para a validação do da versão reduzida do YSR parece apontar boas qualidades psicométricas, com estes jovens entre os 11 e os 21 anos de idade (NI = 1266; NII = 302; Estudo 2). Numa terceira fase da investigação e, após delimitação do campo de estudo, foram realizados dois estudos quantitativos, com o objectivo de compreender a inscrição da auto-destruição em trajectórias da adolescência, em contexto português, investigando potenciais factores individuais e familiares nodais protectores ou catalisadores de tais trajectórias. No primeiro destes dois estudos (Estudo 3), através de uma abordagem exploratória dos dados, foram comparadas as sub-amostras normativas, com e sem relatos de comportamentos autodestrutivos, e uma amostra clínica de jovens com diagnóstico (realizado pelos seus técnicos de saúde mental assistentes) de pensamentos e comportamentos autodestrutivos, relativamente a variáveis individuais e familiares consideradas relevantes, quer pela literatura, quer pelos dados emergidos do Estudo 1. O Estudo 3 (N = 1308): revelou diferenças entre os três grupos em diversas variáveis familiares e individuais; sublinhou a importância das relações familiares no seu todo, nomeadamente da Coesão e da Satisfação com as Relações Familiares; evidenciou, também, como factores de protecção vs. risco de trajectórias autodestrutivas, dimensões específicas dos estilos parentais Controlo e Rejeição e da vinculação Qualidade dos Laços Emocionais e Inibição da Exploração e Individualidade; e, no que concerne a factores individuais, salientou o contributo da auto-estima e dos sintomas psicológicos na diferenciação entre os três grupos. xvi

17 Dadas as diferenças encontradas entre as diferentes trajectórias, considerou-se um Estudo 4, com o objectivo de aprofundar o conhecimento sobre trajectórias autodestrutivas através do estudo dos jovens normativos com e sem relatos de comportamentos auto-destrutivos (N = 1266; i.é., exceptuando a amostra clínica), tendo-se recorrido a procedimentos de análise mais robustos e de maior complexidade (Modelos de Equações Estruturais). Este estudo salientou o papel crucial da Rejeição por parte de ambas as figuras parentais para o risco de trajectórias auto-destrutivas, bem como o Controlo paterno, enfatizando, assim, o papel do pai, no fenómeno em estudo. Para além disso, e em consonância com os Estudos 1 e 3, verificou-se a relevância da Coesão como factor protector de trajectórias em risco com pensamentos e comportamentos auto-destrutivos. Por fim, o quarto e último estudo quantitativo (Estudo 5), decorreu de várias interrogações geradas pelo processo de investigação e pela própria literatura científica sobre o tema, no que respeita à diversidade que parece existir nestes quadros, o que contribui não apenas para tornar a intervenção mais difícil como para tornar a investigação sobre o tema menos clara. No sentido de aprofundar o conhecimento, procurámos, então, compreender as diferenças entre jovens da amostra clínica (N=42) com (apenas) ideação suicida, (apenas) auto-mutilações e com tentativas de suicídio, relativamente aos factores individuais e familiares em estudo. Os resultados parecem sugerir a existência de semelhanças entre as várias manifestações auto-destrutivas, coerentemente com a concepção teórica de que estas pertencem a um mesmo contínuo de comportamentos. Por outro lado, os resultados apontam também para especificidades de cada tipo de manifestação auto-destrutiva: 1) a ideação suicida tem como factor de risco específico a dimensão de Inibição da Exploração e Individualidade; 2) os comportamentos de auto-mutilação parecem estar, sobretudo, associados à configuração da estrutura familiar (não-nuclear) e a um elevado número de reprovações escolares; 3) as tentativas de suicídio parecem estar especificamente associadas a menor Satisfação com as Relações Familiares. Contudo, importa salientar que, pela dimensão muito reduzida da amostra clínica, a interpretação de dados deve ser muito cautelosa. Em conclusão e, conjuntamente, os resultados sugeridos pelos cinco estudos apresentados, parecem salientar a relevância de compreender as trajectórias xvii

18 inadaptativas de desenvolvimento, particularmente, as auto-destrutivas, numa perspectiva de complexidade sistémica inclusiva de diferentes contextos relacionais e alerta para as interdependências que se geram numa "rede de influências mútuas", em que o jovem é um agente activo. Neste sentido, as trajectórias auto-destrutivas parecem representar a exteriorização, através do corpo, de uma necessidade de mudança (individual ou dos vários contextos), em que a morte representa um "deixar de existir" da presente trajectória de desenvolvimento e um querer activo (ainda que inadaptativo) de "viver de outra maneira", e não um fim definito, a morte em si mesma. Deste modo, a prevenção e a intervenção clínica, considerando uma perspectiva de complexidade sistémica, devem incluir e agir sobre vários conte tos de diferentes níveis sist micos em particular, a família, para al m de considerar o incremento de compet ncias socio-emocionais dos jovens e de estratégias de coping de modo a potenciar a sua auto-regulação. xviii

19 ABSTRACT The central themes in this dissertation are the nonadaptive trajectories in adolescence, associated with self-destructiveness. Our main goal was to expand the knowledge of self-destructiveness in adolescence, by examining possible protective and risk factors, both individually and family-based (Soares, 2000). To achieve such goals, we assumed a meta- perspective of Systemic Complexity (Morin, 1995) and, as theoretical models, the Model of Developmental Psychopathology (Cicchetti & Cohen, 2006) and Ecological Model of Human Development (Bronfenbrenner, 1977). Study 1 (N = 33) qualitatively assessed the adolescents perspective trough the Focus Group method, suggesting the crucial relevance of both individual (e.g. self-esteem, socio-emotional and coping skills) and family factors (e.g. family relational climate, parental regulation and support) in such nonadaptive trajectories. To further attain the research goals, we needed to operationalize the criteria which distinguished nonadaptive trajectories of selfdestructiveness from adaptive ones. Hence, in order to investigate such distinctions, Study 2 (NI =1266; NII = 302) examined the factorial structure of the Youth Self-Report (YSR; Achenbach, 1991) and suggested a short version. Three additional quantitative studies were carried. Study 3 (N = 1308) showed that lack of Satisfaction with Family Relationships, Cohesion and Lack of Quality of Emotional Bonds with both parents, along with high levels of Inhibition of Exploration and Individuality from the mother and Rejection from the father, were highly relevant for nonadaptive trajectories. Study 4 (N = 1266) suggested that parental Rejection and paternal Control were the most accurate predictors of selfdestructive thoughts and behaviors. A mediation of Cohesion and a moderation of sex were also found. Finally, Study 5 addressed a clinical sample of adolescents diagnosed with self-destructive thoughts and behaviors (N = 42), and suggested that the dimensions identified in Study 4 are crucial, and help distinguish between different self-destructive trajectories. Implications for prevention and clinical intervention are discussed, as well as limitations and future directions for research. xix

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21 ÍNDICE GERAL Índice de Tabelas... XXV Índice de Figuras... XXVII INTRODUÇÃO... 1 Contorno Teórico Referencial... 3 Enquadramento Temático... 6 Enquadramento Metodológico Estrutura da Dissertação CAPÍTULO I - Adolescents' Maps about Well-Being, Distress and Self-Destructive Trajectories: What's in Their Voices Abstract Introduction Methodology Findings Final Reflections, Limitations and Implications References ANOTAÇÕES DO INVESTIGADOR I Report Abstract Introduction Study xxi

22 Methods Results Discussion of Study Study Methods Results Discussion of Study General Discussion Limitations and Further Directions References ANOTAÇÕES DO INVESTIGADOR II destructive behaviours: An Exploratory Analysis of family and Individual Correlates Resumen Abstract Introduction The current Study Method Results Discussion References ANOTAÇÕES DO INVESTIGADOR III Risk Trajectories of Self-destructivess in Adolescence: Family Core Influences Abstract xxii

23 Introduction The current Study Method Results Discussion Clinical Implications, Limitations and Future Research References ANOTAÇÕES DO INVESTIGADOR IV The Self-destructive Symptomatic Frames in Clinical Adolescents: Is the same different? Abstract Introduction The current Study Method Results Discussion Limitations and Implications for Future Research and Practice References DISCUSSÃO FINAL INTEGRATIVA Mapa de Continuidade Factorial Pontos Nodais deprotecção e de Risco Reflexões Interrogadas Constrangimentos, Continuidades e Contributos Palavras em Reflexão xxiii

24 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICE A Autorização do Ministério da Educaçãopara a aplicação do Protocolo de Investigação em Meio Escolar APÊNDICE B Pedido de Colaboração a Encarregados de Educação e Declaração de Consentimento Informado APÊNDICE C Pedido de Colaboração aos Conselhos Executivos das Escolas APÊNDICE D Exemplo de Pedido de Colaboração a Serviços Clínicos APÊNDICE E Instruções e Guião de Entrevista de Focus Group APÊNDICE F Sistema de Categorias (Node Summary Model) APÊNDICE G Exemplificação de Codificação APÊNDICE H Prova de Submissão de Manuscrito APÊNDICE I Protocolo Geral de Investigação APÊNDICE J Protocolo de validação do YSR-SF APÊNDICE K Provas de Submissão e Revisão de Manuscrito APÊNDICE L Prova de aceitação de manuscrito para publicação APÊNDICE M Prova de Submissão de Manuscrito APÊNDICE N Prova de Submissão de Manuscrito xxiv

25 ÍNDICE DE TABELAS -Report Table 1 Factor Loadings for each Item and each First-Order Factor Table 2 Factor Loadings of the Principal Component Analysis of Internalization factors Correlation Coefficients for each Item of the Second Principal Component Analysis of Externalization factors Criteria by YSR (Study 1) Criteria by YSR (Study 2) Symptoms abbreviated version destructive behaviours: An Exploratory Analysis of family and Individual Correlates Table 1 Logistic Multinomial Regression Model with Internalization-Depression, Internalization-Anxiety, Externalization-Destructiveness, Externalization- Exhibitionism andself-esteem as predictors of group membership Logistic Multinomial Regression Model with Sex, Age, Parenting Styles, Attachment to Fathers and Mothers, Family Functioning and Satisfaction with Family Relationships as predictors of Group Memberships Risk Trajectories of Self-destructivess in Adolescence: Family Core Influences Variable xxv

26 Constrained and the Partial Constrained Models of the Multi-Group Analysis of Sex Differences CAPÍTULO IV Self-destructive Symptomatic Frames in Clinical Adolescents: Is the same different? Subgroups for the Family and Psychological Symptoms Dimensions Table 2 Estimated from the Logistic Multinomial Regression Model for the Predictions of the Type of Sel-Destructive Symptomatic Frame xxvi

27 INTRODUÇÃO ÍNDICE DE FIGURAS Figura Figura 2 adaptativas, em risco e inadaptativas: que preditores? Figura 3 pensamentos e comportamentos auto-destrutivos: que preditores? CAPÍTULO I - Adolescents' Maps about Well-Being, Distress and Self-Destructive Trajectories: What's in Their Voices -Being Factors emerged categories designed through Well-Being Factors emerged ub-categories designed through Distress Factors emerged Destructive Factors emerged categories designed through Self-Destructive Factors emerged out adolescence trajectories of Well-Being, Distress and Self-Destructiveness CAPÍTULO II - A Short Form of the Portuguese version of the Youth Self-Report gression Lines for the Psychological Symptoms Dimensions as a Function of Age and Sex of Adolescents (Study 1) Function of Age and Sex of Adolescents (Study 2) xxvii

28 CAPÍTULO III - Risk Trajectories of Self-destructivess in Adolescence: Family Core Influences Equation Modelling depicting the Relationship between Mother's and Father s Rejection, Father's Control and SDTB, mediated by Cohesion Group Analyses of the Moderation Effect of Sex in the Structural Equation Model DISCUSSÃO FINAL INTEGRATIVA - trajectórias inadaptativas com pensamentos e comportamentos autodestrutivos ANOTAÇÕES DO INVESTIGADOR III: Figura 1 - Representação Esquemática dos Principais Dados obtidos noestudo Exploratório IV: Figura 2 - Representação Esquemática dos Principais Dados obtidos noestudo com Adolescentes Normativos com e sem relatos de pensamentos e/ou comportamentos auto-destrutivos xxviii

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31 Introdução1 1 A adaptação deste capítulo constituirá parte de uma obra aceite para publicação, em co-autoria com a Professora Doutora Isabel Narciso e com o Professor Doutor Daniel Sampaio, na Editora Coisas de Ler. 1

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33 1. Contorno Teórico Referencial A presente dissertação tem como temática central trajectórias de risco e trajectórias inadaptativas, na adolescência associadas a pensamentos e comportamentos auto-destrutivos, pretendendo-se, sobretudo, compreender a inscrição da auto-destruição em tais trajectórias, investigando potenciais factores individuais e familiares protectores ou catalisadores de tais trajectórias, com a finalidade de contribuir para o enriquecimento do conhecimento científico, e, consequentemente, das práticas preventivas e terapêuticas nesta área 2,3,4,5. Assumimos como quadro meta-teórico referencial, ou seja, como carta conceptual, a perspectiva de Complexidade Sistémica (Morin, 1995), e como mapas teóricos a perspectiva da Psicopatologia do Desenvolvimento (Cicchetti & Cohen, 2006; Cummimngs, Davies, & Campbell, 2000; Soares, 2000) e o Modelo Ecológico de Desenvolvimento Humano (Bornstein, & Lamb, 2005; Bronfenbrenner, 1977). Complexidade Sistémica, Psicopatologia do Desenvolvimento e Modelo Ecológico do Desenvolvimento Humano A continuidade entre o comportamento normal e o patológico é sublinhada pela perspectiva da Psicopatologia do Desenvolvimento, defendendo que as perturbações individuais se movem entre formas de funcionamento patológicas e não patológicas. De acordo com esta perspectiva, ao longo do ciclo de vida, e mesmo num quadro de psicopatologia, os indivíduos activam processos inadaptativos e adaptativos que contribuem de uma forma única para a organização presente e futura do desenvolvimento humano (Cichetti & Cohen, 2006), e, acrescentaríamos nós, também para a relação com o passado. Com o desenvolvimento, e em cada nova etapa, impõe-se a resolução bem sucedida de tarefas de desenvolvimento para que o indivíduo possa prosseguir para estádios 2 Apêndice A: Autorização do Ministério da Educação para a aplicação do protocolo de investigação em meio escolar 3 Apêndice B: Consentimento Informado e Declaração de Consentimento Informado para Encarregados de Educação 4 Apêndice C: Pedido de colaboração aos Conselhos Executivos/ Directores. 5 Apêndice D: Exemplo de pedido de colaboração a serviços clínicos. 3

34 mais avançados, o que contribuirá para o estabelecimento de trajectórias adaptativas e bem sucedidas nessas etapas posteriores. O insucesso nas tarefas de desenvolvimento pode gerar uma inadaptação em etapas subsequentes, bloqueando o desenvolvimento adequado e a progressão no ciclo de vida (Cicchetti & Cohen, 2006; Cicchetti & Rogosch, 2002; Cummings, Davies & Campbell, 2000; Soares, 2000). A Psicopatologia do Desenvolvimento procura explicar a dinâmica complexa inerente à emergência, manutenção e mudança em trajectórias adaptativas e inadaptativas, considerando, para tal, princípios-chave coerentes com uma perspectiva de Complexidade Sistémica: Conceptualização holística e processual o desenvolvimento não pode ser compreendido de um modo fragmentado, seccionado, mas sim de um modo holístico e processual, uma vez que os comportamentos (bem como a mudança) só ganham sentido em contexto (espacial e temporal), e, especificamente, na relação com outros comportamentos (ou mudanças) (Cummings, et al., 2000). Causalidade multifactorial, interactiva e mutável enfatiza-se a influência de factores individuais e contextuais, bem como a interacção entre eles. Esta multiplicidade de factores bem como a sua interacção podem mudar ao longo do ciclo de vida, assinalando, assim, o carácter não-estático do desenvolvimento (Cicchetti & Cohen, 2006; Cummings, et al., 2000; Soares, 2000). Indivíduo como agente activo em contexto apesar da influência de factores contextuais quer ao nível de processos psicológicos, quer ao nível de processos biológicos, o indivíduo tem um papel activo na medida em que é uma esp cie de processador das e peri ncias, influenciando-as e afectando, por sua vez, o próprio contexto, o que remete para a noção de causalidade circular (Cicchetti& Cohen, 2006; Cummings, et al., 2000). Equifinalidade e Multifinalidade Múltiplos factores podem gerar o mesmo resultado assim como um mesmo factor pode levar a diferentes resultados (Alarcão, 2002; Morin, 1995). ssim, possível chegar à emerg ncia de um problema/solução/mudança a partir de diferentes origens 4

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