2 - TIPOS DE GESTÃO DA CONSERVAÇÃO

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1 2 - TIPOS DE GESTÃO DA CONSERVAÇÃO Pública ou Privada

2 Gestão Pública - Rodovias administradas pelo Estado, os investimentos, as manutenções e as demais intervenções necessárias são financiadas por recursos públicos provenientes de arrecadação tributária e outras fontes secundárias.

3 Gestão Privada - Rodovias sob gestão privada, as intervenções necessárias, definidas em contratos de concessão, bem como a manutenção dos trechos e a operação, são de responsabilidade de um agente privado. Nesses casos, os investimentos e a remuneração da operação são financiados pela cobrança de pedágios dos usuários de cada rodovia.

4 TIPOS DE GESTÃO PUBLICA: Manutenção por administração direta. Contratação por administração: Homem/Hora Hora/Máquina Contratação por preços unitários Contratação à preços globais (CREMA)

5 Contratação à preços globais (CREMA) CONTRATO DE RECUPERAÇÃO E MANUTENÇÃO (CREMA)

6 CREMA Conceitos: Novo enfoque para atividades dos setores público e privado. Contratos, a preços globais, com avaliação por desempenho; Responsabilidade direta do contratado no projeto, na execução das obras, no controle de qualidade e nos serviços de manutenção; Contratos de longa duração ( 5 anos); Metas pré-definidas para avaliação de desempenho;

7 VANTAGENS Visão mais ampla do Sistema Rodoviário através do tratamento contínuo de lotes de maior extensão; Redefinição das responsabilidades em função do novo modelo de participação nas várias etapas do Contrato; Estímulo ao Planejamento Plurianual; Integração das atividades de Projeto, Restauração, Conservação e Operação da Via;

8 VANTAGENS Agilidade no processo de contratação, execução e controle dos serviços; Preocupação essencial com a qualidade do produto final, interesse maior do usuário; Estímulo à adoção de novas tecnologias e materiais; Simplificação dos processos administrativos ao longo de todo o Contrato; Reduz a possibilidade de pleitos para aditivos contratuais.

9 EXIGÊNCIAS DO SISTEMA Orçamento e recursos financeiros assegurados; Mudanças nos critérios do setor público; Pesquisa e uso de novas tecnologias; Capacidade gerencial dos contratados.

10 SERVIÇOS Mini - Cursos Detalhamento do Projeto Executivo Recuperação intensiva inicial Recuperação estrutural e/ou funcional Recuperação do Passivo Ambiental Recuperação de OAE, dispositivos de drenagem e OAC Sinalização e obras complementares Melhoramentos operacionais e de segurança Controle de peso de veículos comerciais Recuperação emergencial

11 Condições e Índices para Avaliação de Desempenho Percentagem de trincas Índices de rugosidade (IRI) Pista de Rolamento Índices de gravidade global (IGG) Flecha de deformação de trilha de roda Acostamento Parâmetros deflectométricos estruturais Obrigatoriamente pavimentados, livre de defeitos e obstáculos Limite para desnível máximo em relação à pista Dispositivos de drenagem e obras de arte correntes Desobstruídos, completos e em condições adequadas de funcionamento Garantir o controle de acesso Livre de depósitos de lixo e entulhos Faixa de domínio Limites para distância de vegetação na borda da pista Sinalização horizontal e vertical Completa, limpa e visível Altura máxima da vegetação

12 Condições Concorrência Pagamentos Supervisão Contratação e implantação de projeto definido pelo órgão Medição e pagamento por quantidade de serviços a custos unitários pré-aprovados Empreitada a preço global, medida a custos unitários de serviços Não se aplicam critérios de qualificação técnica Preços unitários Medição de quantidades Reprogramações periódicas Contratos Atuais x CREMA Acompanhamento do controle tecnológico, medição e controle de qualidade Controle físico financeiro detalhado da evolução do contrato Contratação por preço global com projeto a ser detalhado pelo contratado Medição e pagamento por níveis de serviços e desempenho pré-definidos Menor preço global, com compromisso de atingir parâmetros de desempenho Estimular a competição a nível de desenvolvimento de soluções técnicas e metodologias executivas de maior eficiência Valores globais fixos Desembolsos baseados em programação de acordo com cumprimento de indicadores Contratante assume sobrecustos Monitoramento da gestão de qualidade pela contratada Monitoramento e controle dos índices de desempenho Controle físico financeiro macro da evolução do contrato

13 CARACTERÍSTICAS DO PROGRAMA DE DO DNIT CREMA (CONTRATOS DE RECUPERAÇÃO E MANUTENÇÃO)

14 HISTÓRICO - PIR - Programa Integrado de Revitalização - CREMA - Contratos de Recuperação e Manutenção Contratos de gestão: Apoio do Banco Mundial Duração de 7 anos: Duas fases: CREMA 1º Etapa (Duração 2 anos) CREMA 2º Etapa (Duração 5 anos)

15 CREMA 1º ETAPA Intervenção de caráter funcional Premissa já consideradas no Programa PIR IV Duração de 2 anos Serviços de Manutenção de Pistas e Acostamentos Serviços de Conservação de Faixa de Domínio Padrões de desempenho para obras e serviços

16 CREMA 2º ETAPA Obras de Recuperação funcional e estrutural dos pavimentos Permitir o inicio imediato das obras de restauração Duração de 5 anos Catálogo de soluções de projeto com vida útil de 10 anos Serviços de Manutenção de Pistas e Acostamentos Serviços de Conservação de Faixa de Domínio Conservação das OAEs Melhorias Operacionais (impl. de 3º faixas em ptos críticos) Licenciamento e Recuperação do Passivo Ambiental Padrões de desempenho para obras e serviços

17 ELABORAÇÃO DO PROJETO OBJETIVOS DO PROJETO: Fornecer um documento de licitação de obra para restauração e manutenção de rodovias com quantitativos e orçamentos. O projeto fornecerá um relatório justificativo com memória de calculo detalhada de todas as obras e serviços indicados, incluindo cadastros com os elementos considerados.

18 ELABORAÇÃO DO PROJETO 2 - ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS: 2.1- Levantamentos de dados: DADOS HISTÓRICOS DO PAVIMENTO CADASTRO GERAL DA RODOVIA Drenagem; Sinalização; OAC; OAE; Ambiental; Acostamentos; Soluções Parciais Cadastro de ocorrências, para efeito de orçamento referencial INVENTÁRIO DE SUPERFÍCIE TRÁFEGO DEFLEXÃO IRI SONDAGENS E ENSAIOS 2.2- DIAGNÓSTICO: 2.3 INDICAÇÃO DAS SOLUÇÕES: 2.4 RELATÓRIO DO PROJETO: Mini - Cursos

19 Grupo de Atividades Sub-atividades Pavimento das Pistas e Acostamentos Canteiros, Interseções e Faixa de Domínio Grupo 01 Serviços de Manutenção e Conservação Obras de Arte Especiais (Caráter Funcional) Dispositivos de Proteção e Segurança Sinalização Horizontal e Vertical GRUPOS DE ATIVIDADES Grupo 02 Obras de Restauração Grupo 03 Obras de Drenagem Grupo 04 Obras de Sinalização Grupo 05 Obras Complementares Grupo 06 Obras de Melhoramentos Terraplenos e Estruturas de Contenção Sistema de Drenagem e OAC Restauração de Pista, incluindo sinalização provisória Restauração de Terceiras Faixas Restauração de Acostamentos Drenagem Superficial Drenagem Profunda Drenagem de Talvegue Sinalização Horizontal Sinalização Vertical Cercas Defensas Travessias Urbanas Intervenções de Recuperação Ambiental

20 Grupo 01 - Serviços de Manutenção e Conservação Discriminação un Descrição Especificação Prazos Aceitação Critérios de Medição Critérios de Pagamento Manutenção e Conservação Mês Manutenção e Conservação dos: Pavimento das Pistas e Acostamentos; Canteiros, Interseções e Faixas de Domínio; Obras de Arte Especiais (Caráter Funcional); Dispositivos de Proteção e Segurança; Sinalização Horizontal e Vertical; Terraplenos e Estruturas de Contensão; Sistema de Drenageme OAC. Manual de Conservação Rodoviária 2005 QUADRO Padrões de Desempenho para Serviços de Manutenção. A Manutenção e Conservação será iniciada a partir da Data de Início do Contrato e desenvolvida de forma contínua até o seu final, para todos os segmentos rodoviários do Lote contratado, de acordo com a programação proposta pelo Contratado e aceita pelo Contratante. Todos os serviços realizados a cada mês de contratao devem ser reportados nos Relatórios Mensais de Atividade, cuja entrega e aprovação são requisitos indispensáveis para a aceitação dos trabalhos de Manutenção e Conservação. A aceitação dos serviços será efetuada conforme o especificado no QUADRO Padrões de Desempenho para Serviços de Manutenção e Conservação. Medição Mensal de acordo com o porcentual mensal previsto no cronograma de atividades vigente condicinada ao QUADRO Critério de Medição para os Serviços de Manutenção e Conservação. Pagamento Mensal com base no preço estabelecido no Cronograma de Atividades. Condicionado ao QUADRO Critério de Medição para os Serviços de Manutenção e Conservação. * - A empresa deverá elaborar um Plano Anual de Manutenção e Conservação que consiste em um conjunto de ações que objetivam manter o lote de acordo com os padrões de desempenho previstos no Quadro 2.2, ao longo do período de duração do contrato. Este plano deverá ser entregue à Fiscalização.

21 QUADRO 2.2 Padrões de Desempenho para Serviços de Manutenção e Conservação Exigíveis na fase de execução de obras e serviços Elemento de Referência Pista de Rolamento Indicador Padrão Exigido Código Buracos (*) Afundamentos e Recalques (*) A partir do final do 6 o mês do contrato, não serão admitidos buracos, de quaisquer dimensões. A partir do final 6º mês do contrato, não são admitidos afundamentos e recalques, que possam colocar em risc o a segurança do usuário. PD 04 PD 05 Trincamento A partir da Restauração, não são admitidas Trincas Classe 2 e 3 PD 06 Trilhas de Roda Trilhas de Roda A partir da Restauraç ão, não s ão admitidas Flechas nas Trilhas de roda, para segmentos pavimentados com CBUQ maiores que 7 mm. A partir da Restauraç ão, não s ão admitidas Flechas nas Trilhas de roda, para segmentos pavimentados com TSD maiores que 10 mm. PD 07 PD 08

22 QUADRO 2.2 Padrões de Desempenho para Serviços de Manutenção e Conservação Exigíveis na fase de execução de obras e serviços Elemento de Referência Acostamentos Indicador Padrão Exigido Código Obstác ulos ou materiais perigosos Buracos e deformações graves A partir do final do 3º mês do contrato, não são admitidos obstáculos ou depósitos de materiais nos acos tamentos que se constituam em risco para a segurança operac ional. A partir do final 6º mês do contrato, não s ão admitidos buracos e deformações graves nos acostamentos. PD 09 PD 10

23 QUADRO 2.2 Padrões de Desempenho para Serviços de Manutenção e Conservação Exigíveis na fase de execução de obras e serviços Elemento de Referência Indicador Padrão Exigido Código A partir do final 6º mês do contrato, não são admitidos pontos de acumulação ou travessia de água na pista. PD 11 Drenagem Existência/Funcionamento da drenagem A partir do final 6º mês do contrato, os dispositivos de drenagem preexistentes devem estar limpos, caiados e em adequadas condições de funcionamento. A partir da restauração devem estar implantados, limpos, caiados e em adequadas condições de funcionamento, todos os dispositivos de drenagem. PD 12 PD 13

24 QUADRO 2.2 Padrões de Desempenho para Serviços de Manutenção e Conservação Exigíveis na fase de execução de obras e serviços Elemento de Referência Sinalização Indicador Padrão Exigido Código Existência/Func ionamento da Sinaliz ação Vertical Existência/Func ionamento da Sinalização Horizontal A partir do final 6º mês do contrato, devem es tar implantados e em adequadas condições de funcionamento toda a sinalização vertical. A partir do final da restauração (36º mês do contrato), devem es tar implantados e em adequadas condições de funcionamento, toda a sinalização horizontal. PD 14 PD 15

25 QUADRO 2.2 Padrões de Desempenho para Serviços de Manutenção e Conservação Exigíveis na fase de execução de obras e serviços Elemento de Referência Indicador Padrão Exigido Código Dispositivos e Obras Complementares Existência/Func ionamento de Defensas, Barreiras e Guarda-Corpos Existência/Func ionamento de Cerc as A partir do final 6º mês do contrato, devem es tar implantados, limpos, caiados e em adequadas condições de funcionamento todos os guarda-corpos, defensas e barreiras. A partir do final 12º mês do contrato, deverão estar implantados e em adequadas condições de funcionamento todas as cercas previstas. PD 16 PD 17

26 QUADRO 2.2 Padrões de Desempenho para Serviços de Manutenção e Conservação Exigíveis na fase de execução de obras e serviços Elemento de Referência Faixa de Domínio Indicador Padrão Exigido Código Limpeza Localização e altura da vegetação Ocorrência de Passivos ambientais críticos A partir do final 3º mês do contrato, a faixa de domínio deve ser mantida limpa. A partir do final 3º mês do contrato, a altura da vegetação na faixa de 4 m de largura, ao longo dos acostamentos: h<= 30cm. A partir do final 6º mês do contrato, a faixa de domínio deve estar livre de ocorrências críticas de passivos ambientais. PD 18 PD 19 PD 20

27 Elemento de Referência Pista de Rolamento Acostamentos Drenagem Superficial Drenagem Profunda Sinalização Dispositivoe e Obras Complementares Faixa de Domínio Critérios de Medição para os serviços de Manutenção e Conservação Aceitação Indicador Peso Padrão Exigido Buracos 20% PD 04 Afundamentos e Recalques 7% PD 05 Trincamento da capa de rolamento 5% PD 06 Trilhas de Roda PD 07 / 5% PD08 Obstáculos ou materiais perigosos 3% PD 09 Buracos e Deformações graves 5% PD 10 Existência e Funcionamento da drenagem 7% PD 11 10% PD 12 Fator de Pagamento Extensão % da Fator Conforme Ext. Existência e Funcionamento da drenagem 3% PD 13 Existência e funcionamento da Sinalização Vertical 10% PD 14 Existência e funcionamento da Sinalização Horizontal 3% PD 15 Existência e funcionamento de Defensas, Barreiras e Guarda-Corpo 3% PD 16 Existência e funcionamento de Cercas 3% PD 17 Limpeza 3% PD 18 Localização e altura da vegetação 10% PD 19 Ocorrência de passivos ambientais críticos 3% PD 20 Fator de Pagamento (% do item manutenção) Mini - Cursos Obs.: A unidade para avaliação dos diferentes indicadores de qualidade será em km, relacionado à existência do elemento de referencia. Por exemplo, se existir cerca em apenas 1,0 km do lote, este km corresponderá a 100% da extensão. A medição da parcela de manutenção correspondente ao elemento de referência não poderá ser efetuada se o correspondente cronograma de obras estiver em atraso, sem a existência de justificativa aceita pelo DNIT.

28 QUADRO 2.3 Elemento de Referência Pista de Rolamento Acostamentos Critérios de Medição para os serviços de Manutenção e Conservação Aceitação Indicador Peso Padrão Exigido Buracos 20% PD 04 Afundamentos e Recalques 7% PD 05 Trincamento da capa de rolamento 5% PD 06 Trilhas de Roda PD 07 / 5% PD08 Obstáculos ou materiais perigosos 3% PD 09 Buracos e Deformações graves 5% PD 10 Fator de Pagamento Extensão % da Fator Conforme Ext.

29 QUADRO 2.3 Elemento de Referência Sinalização Dispositivoe e Obras Complementares Faixa de Domínio Critérios de Medição para os serviços de Manutenção e Conservação Aceitação Fator de Pagamento Indicador Peso Padrão Exigido Existência e funcionamento da Sinalização Vertical 10% PD 14 Existência e funcionamento da Sinalização Horizontal 3% PD 15 Existência e funcionamento de Defensas, Barreiras e Guarda-Corpo 3% PD 16 Existência e funcionamento de Cercas 3% PD 17 Limpeza 3% PD 18 Localização e altura da vegetação 10% PD 19 Ocorrência de passivos ambientais críticos 3% PD 20 Extensão Conforme % da Ext. Fator

30 Grupo 02 - Obras de Restauração Discriminação un Descrição Especificação Prazos Aceitação Critérios de Medição Critérios de Pagamento Restauração de Pista, incluindo sinalização provisória. Restauração de Terceiras Faixas Restauração de Acostamentos Km de faixa Recuperação estrutural ou funcional, ou rejuvenescimento das faixas de tráfego, incluindo sinalização provisória. Restauração ou implantação de terceiras faixas, limitadas à plataforma existente. Recuperação estrutural ou funcional, ou implantação de acostamentos. Manual de Restauração de Pavimentos Asfálticos Especificações Gerais para obras rodoviárias em vigor. As atividades de restauração deverão ser concluídas até o final do 36º mês da data de início do contrato. O processo de aceitação das Obras de Restauração terá periodicidade mensal, e a aceitação será feita por Obra e Serviço concluído, submetido pela Contratada à verificação da fiscalização. A sinalização provisória de pista será aceita em conjunto com as obras de pavimento, a título de Restauração de Pista. A aceitação de cada Obra será feita contra a verificação e aprovação, pela fiscalização do Contratante, do atendimento ao PROJETO DE RESTAURAÇÃO, às especificações de obras do DNIT, do atendimento aos Padrões de Desempenho (IRI e Deflexão), na totalidade do trecho restaurado e à entrega e aprovação dos Relatórios Mensais de Atividades. Os Padrões de Desempenho para a Aceitação das Obras de Restauração são apresentados no Quadro 2.1 Medição Mensal por quantidade de obra prevista, concluida e aceita, com base em km de faixa. Pagamemnto Mensal por quantidade medida, com base no preço por unidade estabelecido no Cronograma de Atividades. Os preços por unidade de Restauração de Pista incluem a execução da sinalização provisória.

31 CATALOGO DE SOLUÇÕES TECNICAS - DNIT (Soluções de reforço calculadas pelo PRO-11/79-10 anos) Rodovias com revestimento em concreto asfáltico - CBUQ IRI N IRI <= 3 3 < IRI <= 4 ( USACE) VMD IGG <= 20 IGG > 20 IGG <= 20 IGG > 20 IGG <= 60 IGG > 60 IGG <= 60 IGG > 60 Defl<Dadm Defl>Dadm Defl<Dadm Defl>Dadm VMD < < 6,9 E+06 LG F5(5%) + LG Hx F5(5%) + Hx F5(10%) + Micro(1,5) F5(20%) + Micro(1,5) F5(10%) + Hx F5(20%) + Hx Acostamentos TSD Reest. de base + TSD Reest. De Base + TSD(10%) TSD(90%) Reest. de base + TSD FR5 = fresagem de 5 cm F5 = fresagem + reposição de 5 cm REP = reperfilagem com massa fina de CBUQ e=2cm LG = lama asfáltica grossa Micro = micro revestimento asfáltico em duas camadas (1,5cm) TSDpol = tratamento superficial duplo c/polímero RECe = reconstrução através de reciclagem de base + revestimento com espessura de(valor indicado) Reest.de Base = reestabilização de base com adição de 10cm de material TSD = tratamento superficial duplo Hx = camada de CBUQ com espessura x, onde x = 40 log DP/Dadm

32 CATALOGO DE SOLUÇÕES TECNICAS - DNIT (Soluções de reforço calculadas pelo PRO-11/79-10 anos) Rodovias com revestimento em concreto asfáltico - CBUQ IRI N IRI <= 3 3 < IRI <= 4 ( USACE) VMD IGG <= 20 IGG > 20 IGG <= 20 IGG > 20 IGG <= 60 IGG > 60 IGG <= 60 IGG > 60 Defl<Dadm Defl>Dadm Defl<Dadm Defl>Dadm VMD >= < 3,57 E+07 LG F5(5%) + LG Hx F5(5%) + Hx F5(10%) + H3 F5(20%) + H3 F5(10%) + Hx F5(20%) + Hx Acostamentos TSD Reest. de base + TSD Reest. De Base + TSD(10%) TSD(90%) Reest. de base + TSD FR5 = fresagem de 5 cm F5 = fresagem + reposição de 5 cm REP = reperfilagem com massa fina de CBUQ e=2cm LG = lama asfáltica grossa Micro = micro revestimento asfáltico em duas camadas (1,5cm) TSDpol = tratamento superficial duplo c/polímero RECe = reconstrução através de reciclagem de base + revestimento com espessura de(valor indicado) Reest.de Base = reestabilização de base com adição de 10cm de material TSD = tratamento superficial duplo Hx = camada de CBUQ com espessura x, onde x = 40 log DP/Dadm

33 QUADRO 2.1 Padrões de Desempenho para a Aceitação das Obras de Restauração Elemento de Referência Pista de Rolamento Indicador Padrão Exigido Código Irregularidade Longitudinal Deflexão Recuperavel Para trechos pavimentados com CBUQ: - IRI <= 2,5 m/km em 95% das medidas obtidas e, - IRI <=3,0 m/km em 100% das medidas obtidas Para trechos pavimentados com TSD: - IRI <= 3,0 m/km em 95% das medidas obtidas e, - IRI <=3,5 m/km em 100% das medidas obtidas Mini - Cursos PD 01 PD 02 D c <= 1,1 D adm PD 03 Obs.: Caso os parâmetros apresentem alterações significativas ao longo do período do contrato, comprovadamente ocasionados por razões de ordem construtivas, estes deverão ser objeto de correção pela Contratada.

34 - Ações e Prazos máximos para correção de não conformidades nos serviços de manutenção de pavimentos: No CARACTERIZAÇÃO AÇÃO PRAZO Máximo AP1 Correção de panela ou buraco na faixa de rolamento Reparo imediato 24 horas AP2 Correção de depressão em encontro de obra de arte correção de depressão Reparo imediato 24 horas AP3 Correção de depressão ou recalque Reparo programável para execução em até Uma semana AP4 Substituição de pano comprometido Reparo programável para execução em até Um mês AP5 Correção de exsudação Reparo programável para execução em até Um mês AP6 Correção de trincas severas, conforme definido nos Padrões de Desempenho da obra, após a execução das obras de restauração de pavimentos ou, a qualquer tempo para os trechos sem previsão de restauração Execução programável em até Um mês Manutenção de pavimentos - 19 ações e prazos Manutenção de Fx.Dominio - 12 ações e prazos

35 TIPOS DE GESTÃO PRIVADA: Contratos de Concessão Parceria Público-Privada - PPPs (Contratos Administrativos de Concessão - Patrocinada ou Administrativa)

36 COMPARATIVO - FORMAS DE CONTRATAÇÃO FORMA DE CONTRATAÇÃO Tradicional Lei nº 8.666/93 - Lei de Licitações e Contratos Concessão Comum Lei nº 8.987/95 - Lei de Concessões PPP Lei nº /04 - Lei das Parcerias Publico- Privadas Valor Não Estabelecido Não Estabelecido Mínimo de R$ 20Mi Prazo 5 anos Não Estabelecido Entre 5 e 35 anos Permite financiamento para a execução de Obras? Não Sim Sim Permite a participação do autor do projeto na licitação? Não Sim Sim Exige critérios de avaliação do desempenho no contrato? Não Não Sim Exige comprovação da economicidade do projeto? Não Não Sim Permite a complementação das Receita? Não Não Sim Permite a partilha de riscos do projeto? Não Não Sim

37 CONCESSÃO COMUM - envolve projeto autosustentável, ou seja, as receitas advindas da exploração dos serviços objeto da concessão são suficientes para cobrir todos os gastos com a operação e manutenção, pagar os financiamentos tomados para o desenvolvimento da infraestrutura necessária e expansões desta ao longo de todo o prazo da concessão e ainda prover remuneração adequada ao capital próprio dos empreendedores. PPP, os projetos em geral desenvolvidos por PMI (Procedimento de Manifestação de Interesse) não são per si, auto-sustentáveis, sendo assim necessária contraprestação pecuniária do parceiro público ao parceiro privado, além das receitas de exploração dos serviços, caso existam, para torná-los sustentáveis.

38 OBJETIVOS DA PPPs 1- O objetivo precípuo das PPPs é o de viabilizar a implementação de projetos que, em função do alto risco envolvido, não seriam implementados pelo setor privado isoladamente e, face o volume de recursos necessários, tampouco o setor público teria o fôlego necessário para enfrentá-lo sozinho, pois o governo os compartilha com outras prioridades governamentais. 2- Viabilizar o aumento de infraestrutura ou garantir o seu funcionamento para atender às necessidades do desenvolvimento sócio-econômico.

39 TIPOS DE PPPs: a) A Concessão Patrocinada é a concessão de serviços públicos ou de obras públicas de que trata a Lei de Concessões nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, quando envolver, adicionalmente à tarifa cobrada dos usuários contraprestação pecuniária do parceiro público ao parceiro privado, e; b) A Concessão Administrativa é o contrato de prestação de serviços de que a Administração Pública seja a usuária direta ou indireta, ainda que envolva execução de obra ou fornecimento e instalação de bens.

40 REQUISITOS LEGAIS MÍNIMOS DAS PPPs PRAZO DO CONTRATO LIMITE FISCAL VALOR DO CONTRATO Limite do contrato não menos que 5 anos e não mais do que 35 anos. Limite de 5% da Receita Corrente Líquida para despesas com Contraprestação. (Lei de 27/12/2012 Art.28). Valor contratual mínimo de R$ 20 milhões.

41 Como se originam as PPP s

42 PROCEDIMENTO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE - PMI - Estudo de Viabilidade Técnico, Ambiental, Econômico-Financeira e Jurídico

43 PPPs COMPROVAÇÃO DE ECONOMICIDADE DO PROJETO

44 RENTABILIDADE DE PROJETOS EM PPPs 1- Viabilidade Financeira: Um projeto tem viabilidade financeira quando, estimados todos os seus custos e receitas, o resultado é um lucro que seja suficiente para atrair uma empresa privada para operar o negócio. 2- Viabilidade Econômica: A viabilidade econômica leva em conta, além das receitas e custos financeiros, os benefícios sociais decorrentes do projeto. Por exemplo, uma nova rodovia pode gerar como benefícios sociais a economia de tempo de deslocamento dos usuários, o aumento da produtividade das empresas, que podem entregar seus produtos com mais rapidez, etc; por outro lado, essa mesma rodovia pode gerar custos sociais, como o aumento da poluição em cidades que fiquem à beira da rodovia ou um custo de pedágio que seja incompatível com o nível de renda da população local.

45 Projetos com Viabilidade Financeira e Econômica Concessão Comum Projetos sem Viabilidade Financeira porém com Viabilidade Econômica Concessão Patrocinada -PPPs

46 ESTUDOS de VIABILIDADE de INVESTIMENTOS RODOVIÁRIOS CAPEX - ( Capital Expenditure ) - Recuperação Funcional - Obras de Melhoria e Ampliação - Edificações Operacionais - Projetos - Manutenção Programada - Equipamentos e Sistemas OPEX - ( Operational Expenditure ) - Custos Administrativos - Custos Operacionais - Conservação de Rodovias - Monitoração da Rodovia Mini - Cursos

47 ESTUDOS de VIABILIDADE de INVESTIMENTOS RODOVIÁRIOS VALUE FOR MONEY - MÉRITO DO PROJETO Análise do Mérito do Projeto: Comprovação de redução dos custos. Melhoria da qualidade dos serviços. Comprovação da conveniência do fornecimento do serviço mediante PPP.

48 PPPs CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

49 QID O Quadro de Indicadores de Desempenho é um conjunto de parâmetros mensuráveis que servem como ferramenta de produção de incentivos para o Parceiro Privado.

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52 Exemplo de QID Mini - Cursos

53 Processo de Monitoramento e Avaliação Execução: A empresa executará os serviços pela qual foi contratada, se precedida de obra o Estado aguardará a disponibilização dos serviços; Mensuração: Durante a operação, um avaliador independente mensalmente colherá os indicadores de qualidade e eficiência dos serviços, previstos em contrato; Avaliação: Os indicadores de qualidade e eficiência são entregues ao Estado, o qual avalia em conjunto com a CPPP sua performance; Pagamento: O Estado pagará proporcionalmente em função da qualidade dos serviços prestados, motivando o Parceiro a buscar sempre a plena qualidade e eficiência do serviço.

54 SISTEMÁTICA DOS INDICADORES DE DESEMPENHO PODER CONCEDENTE RECEITA OPERACIONAL AMBIENTAL FINANCEIRO SOCIAL 80% 10% 5% 5% Nota do QID Nota do QID % da Contraprestação (CP) Tarifa do Pedágio (CP-%CP Retida)+Tarifa do Pedágio CONCESSIONÁRIA

55 PPPs PARTILHA DE RISCOS DO PROJETO

56 RISCOS EM UMA CONCESSÃO RODOVIÁRIA 1- Risco de Construção: Obra mais cara do que o Projetado. 2- Risco de Demenda: O volume de tráfego pode ser menor ou maior do que o esperado. 3- Risco Político: Um novo governante pode colocar em risco o cumprimento do contrato. 4- Etc.(Ambientais, Operacionais, Jurídicos, Econ....)

57 Matriz de Riscos

58 RISCO DA DEMANDA - BANDA DE TRÁFEGO Mini - Cursos 120% 80% 30% 70% - Estado (Redução de tarifa, contraprestação e/ou aumento de investimentos) 30% - Concessionária 100% - Concessionária 50% - Estado 50% - Concessionária Margem de erro aceitável nos estudos de tráfego tradicionais 100% - Estado

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