Estudo de Viabilidade de PPP Sistema Rodoviário BR-116/BR-324/BA. Volúmen IV - Avaliação Econômica. Março (Consultant logo here)

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1 Estudo de Viabilidade de PPP Sistema Rodoviário BR-116/BR-324/BA Volúmen IV - Avaliação Econômica Março 2006 (Consultant logo here)

2 TOMO 02 RESTAURAÇÃO E MANUTENÇÃO Índice Página Glossário 02 Seção 01 Estudo Técnico I. Análise Políticas de Restauração, Manutenção, Conservação e Monitoração 04 II. Plano Indicativo de Restauração, Manutenção, Conservação e Monitoração 17 Seção 02 Anexos ao Estudo I. Memórias de Cálculo 41 II. Cálculo do SNC 44 III. Ponte de Cândido Sales 46 Seção 03 Especificações I. Trabalhos Iniciais 50 II. Restauração 58 III.Manutenção 66 IV. Conservação 74 V. Monitoração 85 1

3 Glossário Termo Número N AASHTO IGG ICPF IES DNER DNIT VSA SNC IRI TR HDM-4 CBUQ PNV CBR MR USACE PSI Descrição Número de repetições equivalente do eixo padrão rodoviário (AASHTO) American Association of Highway and Transportation Officials Índice de Gravidade Global índica a presença e a freqüência de defeitos nos pavimentos Índice de Condição de Pavimento Flexível Indica qualitativamente o conforto ao rolamento em uma rodovia (similar ao VSA) Índice de Estado de Superfície Índice gerado pelo cruzamento entre o IGG e o ICPF indicando um conceito geral do estado do pavimento Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (Extinto) Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (antigo DNER) Valor da Serventia Atual Indica qualitativamente o conforto ao rolamento (similar ao ICPF) Número Estrutural Corrigido Indica a robustez de uma estrutura de pavimento International Roughness Index Índice de irregularidade que indica o conforto ao rolamento por medições de campo Trincamento Área trincada do pavimento, indicado em percentual da área total de pista Highway Development and Management Programa desenvolvido pelo Banco Mundial, utilizado na definição de políticas de reabilitação e manutenção de pavimentos. Concreto Betuminoso Usinado a Quente Massa asfáltica utilizada em recapeamentos Plano Nacional de Viação Relação oficial de rodovias federais California Bearing Ratio Capacidade de suporte de solos e materiais de uma estrutura de pavimento Módulo de Resiliência United States Army Corps of Engineers Present Serviciability Index índice similar ao VSA e ICPF das especificações nacionais 2

4 SEÇÃO 01 ESTUDOS TÉCNICOS 3

5 I. Análise das Políticas de Restauração, Manutenção, Conservação e Monitoração I.1 Políticas de Intervenção nos Pavimentos de Pistas e Acostamentos Premissas As políticas de manutenção e restauração dos pavimentos foram concebidas preliminarmente com base na situação física dos pavimentos existentes, bem como nas características do tráfego com suas respectivas taxas de crescimento. Dessa forma, os estudos de tráfego possibilitaram definir o valor do parâmetro N - número de repetições equivalente do eixo padrão rodoviário (AASHTO) representativo da Rodovia, que orienta o estabelecimento inicial dos requisitos técnicos de natureza estrutural para os pavimentos ao longo do período de análise. Com base na situação física da estrada, têm-se os segmentos homogêneos, delimitados de forma a proporcionar uma análise mais detalhada e individualizada da rodovia, distribuídos em 22 sub-trechos, os quais serão utilizados como referências para a análise das políticas de restauração e manutenção dos pavimentos. Para a conservação adotou-se que será tratado o conjunto de operações rotineiras e de emergência que deverão ser realizadas com o objetivo de preservar as características técnicas e operacionais do sistema rodoviário e das instalações, dentro dos padrões de serviços estabelecidos nas especificações técnicas. 4

6 Pista Trecho Sub-Trechos Km Inicial Km Final Ext. (km) Dupla (Feira de Santana - Salvador) Dupla (Salvador - Feira de Santana) A B Simples (Feira de Santana - Divisa BA/MG) C D Trecho 1 BR-324 A 0 12,0 12,0 B 12 23,4 11,4 A 0 4,0 4,0 Trecho 2 BR-324 B 4 29,0 25,0 C 29 42,0 13,0 A 0 8,0 8,0 Trecho 3 BR-324 B 8 19,0 11,0 C 19 27,0 8,0 D 27 41,2 14,2 Trecho 1 BR-324 Trecho 2 BR-324 C D ,0 23,0 12,0 23,0 D E ,4 42,0 11,4 19,0 E 0 13,0 13,0 Trecho 3 BR-324 F 13 17,0 4,0 G 17 30,0 13,0 H 30 41,2 11,2 Trecho 4 BR-324 A 0 6,8 6,8 Trecho 5 BR-116 A 0 9,0 9,0 B 9 19,7 10,7 Trecho 6 BR-116 A 0 35,4 35,4 Trecho 7 BR-116 A 0 33,7 33,7 A 0 19,0 19,0 Trecho 8 BR-116 B 19 32,0 13,0 C 32 47,6 15,6 Trecho 9 BR-116 A 0 23,4 23,4 Trecho 10 BR-116 A 0 3,0 3,0 B 3 22,4 19,4 A 0 24,0 24,0 Trecho 11 BR-116 B 24 34,0 10,0 C 34 43,3 9,3 Trecho 12 BR-116 A 0 19,4 19,4 Trecho 13 BR-116 A 0 21,5 21,5 A 0 5,0 5,0 Trecho 14 BR-116 B 5 23,0 18,0 C 23 51,0 28,0 D 51 60,2 9,2 Trecho 15 BR-116 A 0 22,0 22,0 Trecho 16 BR-116 A 0 11,0 11,0 B 11 25,8 14,8 A 0 27,0 27,0 Trecho 17 BR-116 B 27 38,0 11,0 C 38 44,7 6,7 Trecho 18 BR-116 A 0 17,0 17,0 B 17 30,5 13,5 A 0 19,0 19,0 Trecho 19 BR-116 B 19 44,0 25,0 C 44 52,2 8,2 Trecho 20 BR-116 A 0 22,3 22,3 Trecho 21 BR-116 A 0 30,0 30,0 Trecho 22 Porto A 0 10,0 10,0 Aratu B 0 8,5 8,5 Notas: A. Pista Dupla: Perímetro Urbano de Feira de Santana B. Pista Simples: contorno de Feira de Santana C. Pista Simples: Contorno de Vitória da Conquista D. Pista Simples: Feira de Santada - Porto de Aratu 5

7 I.1.1 Pavimentos de Pistas de Rolamento a) Fase Inicial Os serviços dos trabalhos iniciais foram indicados a partir do levantamento das condições funcionais dos pavimentos e na definição das intervenções para a recuperação inicial dos mesmos. Dessa forma, foram elaborados lineares da rodovia com o registro das seguintes informações técnicas por unidade quilométrica: IGG, ICPF e IES: índices classificatórios das condições funcionais dos segmentos, definidos como índice de gravidade global, índice da condição do pavimento flexível ou valor da serventia atual (VSA) e índice do estado de superfície, respectivamente, em conformidade com as normas e especificações do DNER/DNIT; Intervenções recomendadas: soluções técnicas para a recuperação dos pavimentos da pista e acostamentos; Necessidades de recuperação da sinalização horizontal. A avaliação dos pavimentos foi executada obedecendo aos procedimentos contidos nas Normas Rodoviárias: DNIT 009/ PRO - "Avaliação Subjetiva da Superfície do Pavimento" DNIT 006/ PRO - Avaliação Objetiva da Superfície de Pavimentos Flexíveis e Semi-Rígidos ; Especificações de Serviço - ES - do DNER para Levantamento Visual Contínuo. As atividades dos trabalhos iniciais serão executadas no primeiro ano do projeto (12 primeiros meses de concessão), sendo indicados dois tipos básicos de intervenções por segmento homogêneo: Reparos localizados, superficiais e profundos; Fresagens e recomposições parciais. b) Fase de Restauração Para a definição das intervenções para a restauração foi utilizado o catálogo de soluções e o plano de intervenções a seguir apresentado: Catálogo de Soluções O Catalogo de soluções para as obras de restauração foi estabelecido em função das seguintes premissas técnicas: O número N = 2 x 10 7 (AASTHO) para os primeiros 10 anos requer estruturas de pavimento com Número Estrutural Corrigido - SNC mínimo de 4,7; 6

8 Os requisitos de natureza funcional serão referenciados inicialmente em função da irregularidade que deve ser atendida pelo Sistema após conclusão das obras de restauração e serviços de manutenção - IRI< 2.7 m/km; As freqüências das obras de restauração nos distintos segmentos homogêneos ou trechos representativos ao longo do período de análise do projeto serão definidas em função da evolução no tempo dos valores de IRI e TR (%), irregularidade longitudinal e área trincada respectivamente, com auxilio do modelo HDM 4. Com base no exposto, segue o catálogo de soluções iniciais para a restauração dos pavimentos do referido Sistema Rodoviário. As espessuras de reforço foram estabelecidas em função do valor de projeto para o SNC=4,7, devendo ainda atender o valor mínimo que garante a redução do IRI atual para a referência estabelecida (2,7m/km). Catálogo de Solução IRI (m/km) SNC>4,7 4,0<SNC<4,7 3,2<SNC<4,0 IRI<2,7 Manutenção Manutenção N/E 2,7<IRI<3,5 Manutenção CBUQ 4cm CBUQ 5cm 3,5<IRI<4,0 CBUQ 4cm CBUQ 4cm CBUQ 6cm 4,0<IRI<5,5 CBUQ 4cm CBUQ 4cm CBUQ 7cm IRI>5,5 N/E CBUQ 6cm CBUQ 8cm N/E: Não existente As obras de restauração explicitadas no catálogo de soluções foram distribuídas no tempo considerando-se o período de 5 anos, sendo que ao final desse período a totalidade do sistema deverá atender os padrões de desempenho estabelecidos, ou seja: SNC>4,7 IRI<2,7m/km A tabela apresentada na seqüência indica a política de restauração para os primeiros 5 anos do projeto, cujos critérios basearam-se na equidade das obras ao longo desses anos e na prioridade dos trechos em condições técnicas mais desfavoráveis. 7

9 Ano para Intervenção IRI (m/km) SNC>4,7 4,0<SNC<4,7 3,2<SNC<4,0 IRI<2, ,7<IRI<3, ,5<IRI<4, ,0<IRI<5, IRI>5,5-2 2 c) Fase de Manutenção Para a determinação do programa de investimentos em reabilitação e manutenção foram consideradas alternativas de políticas de intervenções, enfatizadas na flexibilização dos padrões de desempenho, analisando-se a relação entre os resultados do Valor Presente Líquido (VPL) dos benefícios para a sociedade (redução dos custos operacionais) e o VPL dos investimentos (valor das obras). Política P1: A irregularidade atingir o valor IRI 2,7 m/km, ou O trincamento atingir o valor TR 10 %, Política P2: A irregularidade atingir o valor IRI 3,0 m/km, ou O trincamento atingir o valor TR 10 %. Política P3: A irregularidade atingir o valor IRI 3,5 m/km, ou O trincamento atingir o valor TR 15 %. Política P4: A irregularidade atingir o valor IRI 4,0 m/km, ou O trincamento atingir o valor TR 10 %. Política P5: A irregularidade atingir o valor IRI 4,0 m/km, ou 8

10 O trincamento atingir o valor TR 15 %. As alternativas consideradas foram analisadas comparativamente com políticas de manutenção tanto rotineiras em conformidade com àquelas que vêm sendo implementadas pelo Ministério dos Transportes com base em indicadores de desempenho (Alternativa Base). A política de Manutenção Rotineira (MR) compreende serviços de limpeza dos elementos de drenagem e operação tapa-buracos de forma contínua. Nos últimos 10 anos, essa política vem sendo adotada no sistema rodoviário em questão, em que pese a descontinuidade das ações. As demais políticas de manutenção incorporadas em Contratos por Desempenho, intituladas PIR IV (Creminha) ou CREMA, vêm-se mostrando muito eficientes nas atuais condições técnicas e de gestão da malha rodoviária federal, compreendendo obras adicionais para revitalização dos pavimentos com natureza funcional, alem dos serviços de conservação rotineira. Resultados da Análise Política MR Critérios Tapa buraco / limpeza da drenagem / IRI<5,5 Intervenções Tapa buraco / limpeza da drenagem / IRI<5,5 Investimentos em Obras Histórico Valor Presente Histórico Benefícios Valor Presente (Milhões de R$) (Milhões de R$) (Milhões de R$) (Milhões de R$) Relação Benefício Custo 570,32 171,88 0,00 0,00 0,00 P1 IRI<2,7 / TR<10% CBUQ5 / Micro 717,32 283, , ,48 5,50 P2 IRI<3,0 / TR<10% CBUQ5 / Micro 658,90 265, , ,86 5,88 P3 IRI<3,5 / TR<15% CBUQ5 / Micro 611,64 249, , ,69 6,08 P4 IRI<4,0 / TR<10% CBUQ5 / Micro 555,20 234, , ,12 6,06 P5 IRI<4,0 / TR<15% CBUQ5 / Micro 564,76 235, , ,90 6,03 TAXA DE DESCONTO: 12% O quadro acima apresentado indica os valores totais e a valor presente dos investimentos nas obras para as diferentes políticas, bem como os benefícios dos usuários em valores totais e presente. Utilizou-se para o cálculo do valor presente, através do HDM-4, uma taxa de desconto de 12% ao ano. Os benefícios dos usuários foram calculados através da diferença de custos totais dos usuários, obtidos no HDM-4, entre as políticas analisadas (P1, P2, P3, P4 e P5) e a Alternativa Base (MR) Considera-se que a Política P2 é a que apresenta os maiores benefícios aos usuários (a valor presente). (Embora não possua a melhor relação benefício custo, considera-se que valores de IRI acima de 3,0 não traduzem um rodar confortável ao usuário) 1. 1 A título de comparação, a ANTT e ARTESP consideram o IRI limitado a 2,7m/km. 9

11 Já a P1, embora com o valor presente dos benefícios muito próximo a P2, necessita de um nível de investimento bem superior, não se traduzindo plenamente em benefícios aos usuários, como se pode notar na relação benefício custo. Tendo sido definida a política de intervenção, de acordo com o HDM-4, são previstas obras de restauração dos pavimentos sempre que os padrões técnicos máximos exigidos sejam atingidos, que serão executadas a partir do ano 6 do projeto. As obras foram definidas em função do tipo de ocorrência (irregularidade e trincamento) como detalhado a seguir: Obras de recapeamento em CBUQ com 5 cm de espessura quando a; Irregularidade máxima expressa atingir 3,0 m/km; Aplicação de micro revestimento asfáltico a frio, em conformidade com a norma DNIT ES 320/97, quando a área trincada (FC2+FC3) atingir 10 % da área da pista de rolamento. d) Conservação e Monitoração Para as atividades de conservação e monitoração foram adotados os critérios vigentes no DNIT e, também, dados obtidos junto a concessionárias de rodovias, no que diz respeito a quantidades e freqüências de serviços e atividades. Foram considerados os padrões de conserva e Monitoramento atualmente aplicados pela ANTT. e) Impacto de Novas Tecnologias Foram estudados os impactos nos cronogramas de investimentos das novas tecnologias de pavimentação, sendo aplicadas as seguintes alterações nas soluções indicadas: Alternativa (a): Fase de Restauração: Substituição do material de recapeamento, de CBUQ convencional por CBUQ do tipo Micro-revestimento Asfáltico à Quente (4,0 cm) definido na especificação DNER-ES 388/99 ou DNER-ES 385/99, nos casos de espessuras até 6,0 cm. Os ligantes asfálticos modificados devem acompanhar a evolução tecnológica dos produtos poliméricos. Fase de Manutenção Eliminação dos recapeamentos com CBUQ convencional e substituição do Micro- Revestimento Asfáltico à Frio por Micro-revestimento Asfáltico à Quente (3,5 cm). Alternativa (b): Fase de Restauração: 10

12 Substituição do material de recapeamento, de CBUQ por Reciclagem dos Revestimentos (7,0 cm), nos casos de espessuras até 6,0 cm. Fase de Manutenção Eliminação dos recapeamentos com CBUQ e substituição do Micro-Revestimento Asfáltico à Frio por Micro-revestimento Asfáltico à Quente (3,5 cm). Resultados da Análise A seguir, é apresentado um quadro resumo com os valores das obras nos pavimentos, para as principais etapas do projeto: FASE - CONCESSÃO 1 ( 1-15ANO) ALTERNATIVA T. INICIAIS RESTAURAÇÃO MANUTENÇÃO R$ % R$ % R$ % CONVENCIONAL ,10 0% ,92 0% ,33 0% A ,10 0% ,51 3% ,43-2% B ,10 0% ,59-25% ,10-2% ALTERNATIVA T. INICIAIS FASE - CONCESSÃO 2 ( 1-20ANO) RESTAURAÇÃO MANUTENÇÃO R$ % R$ % R$ % CONVENCIONAL 0,00 0% 0,00 0% ,44 0% A 0,00 0% 0,00 0% ,91-2% B 0,00 0% 0,00 0% ,80-2% Verifica-se, de acordo com a análise acima apresentada, que a utilização da reciclagem dos revestimentos como solução constitui a alternativa que apresenta menores custos de execução. Além disso, pesa-se a questão ambiental na adoção dessa alternativa, uma vez que reciclagem dos pavimentos não implica na exploração de novas jazidas de materiais nem na geração de sobras de materiais de pavimentação (material fresado). Portanto, a solução de pavimentação adotada no cronograma de investimentos refere-se à alternativa B da análise desenvolvida. I.1.2 Pavimentos dos Acostamentos Os serviços a serem executados nos acostamentos envolvem dois tipos de atividades: pavimentação nos segmentos em que os acostamentos encontram - se em terra e cobertos com vegetação e, execução de reparos localizados, nos segmentos em que os acostamentos já encontram - se pavimentados, porém em más condições funcionais, apresentando alta freqüência de defeitos como panelas, falhas na pavimentação e outros. a) Fase Inicial 11

13 Na fase dos trabalhos iniciais e até o final do primeiro ano do contrato (12 primeiros meses de concessão) as intervenções nos acostamentos compreendem as seguintes atividades: Limpeza do local; Re-estabilização de base com solo local para nivelamento com a pista; Imprimação; Execução de Tratamento Superficial Duplo. Prioritariamente, os segmentos com acostamento que apresentam uma elevada concentração de defeitos e degrau alto (superior a 10cm), terão intervenções programadas para o primeiro ano do projeto. b) Fase de Restauração Já os segmentos com acostamentos que se apresentam degrau médio e baixo (inferiores a 10 cm), terão intervenções realizadas entre os anos 2 e 5 do projeto, cujo plano de obras pode ser compatível com as restaurações das pistas de rolamento. Dessa forma, até o final do 5º ano, término da fase de restauração, os acostamentos deverão apresentar-se nivelados com a pista de rolamento, ou seja, ausência de desnível, bem como estruturados e com revestimento asfáltico em CBUQ. c) Fase de Manutenção Nos locais em que os acostamentos estão em melhores condições, com baixa freqüência de defeitos, sem degrau, as intervenções podem ser realizadas a partir do 6º ano. Cumpre ressaltar, portanto, que as soluções de recapeamento asfáltico previstas para a pista ao longo do período de análise estendem-se para os acostamentos em vista da eliminação do desnível, ou degrau, entre ambas as estruturas. d) Conservação e Monitoração Para as atividades de conservação e monitoração foram adotados os critérios vigentes no DNIT e, também, dados obtidos junto a concessionárias de rodovias, no que diz respeito a quantidades e freqüências de serviços e atividades. Foram considerados os padrões de conserva e Monitoramento atualmente aplicados pela ANTT. 12

14 I.2 Políticas de Intervenção nos Demais Elementos Componentes do Sistema Rodoviário Premissas Para os demais elementos componentes do sistema (Canteiro Central, Faixa de Domínio, Dispositivos de Proteção e Segurança, Sinalização, Drenagem e Obras de Arte Correntes, Iluminação) foram determinados serviços e intervenções de recuperação, substituição e implantação tendo em vista as condições funcionais e estruturais para cada elemento componente, ou seja, problemas que afetam o sistema rodoviário, bem como a segurança dos usuários, para a restauração e manutenção. Já para na conservação adotou-se que será tratado o conjunto de operações rotineiras e de emergência que deverá ser realizada com o objetivo de preservar as características técnicas e operacionais do sistema rodoviário e das instalações, dentro dos padrões de serviços estabelecidos nas especificações técnicas. E, atuando em concomitantemente aos trabalhos em execução, é previsto o acompanhamento contínuo do desempenho dos mesmos, através da Monitoração. I.2.1 Obras de Arte Especiais (OAE s) As obras de arte especiais constituem um agravante significativo para o sistema, tanto em termos funcionais quanto estruturais. Dessa forma, foram realizadas inspeções in loco para a análise individualizada das OAE s, estabelecendo-se soluções corretivas com a estimativa dos quantitativos. Além disso, foram aproveitados os estudos e as recomendações do Sistema de Gerência de Pavimentos do IPR - Instituto de Pesquisas Rodoviárias para a definição do Plano de Obras e Serviços a ser implementado ao longo do período pré-estabelecido, bem como complementar a estimativa dos quantitativos. As OAE s foram classificadas em função da natureza das intervenções, tendo-se estabelecido soluções técnicas referenciais para cada situação existente. Para a determinação das atividades a serem desenvolvidas nas obras de arte especiais (pontes, viadutos) foram considerados três níveis diferenciados de intervenção: Intervenções de caráter funcional: onde são feitos serviços dos tipos: recuperação de guarda-corpos, pintura, selagem de trincas e demais que não impliquem na estrutura da obra de arte. Intervenções de caráter estrutural: foram considerados os seguintes serviços: reforço da infra-estrutura (fundações), meso-estrutura (pilares), reforço da superestrutura (tabuleiro). Essas intervenções objetivam a adequação para o trem tipo TB-45 em 100% das obras de arte existentes do sistema. Essa adequação é realizada em atendimento ao código de trânsito vigente (cargas especiais). 13

15 Alargamento de Plataforma: considerado para os casos onde a plataforma existente está fora dos padrões exigidos por norma, necessitando de adequação. As atividades foram distribuídas no tempo obedecendo ao seguinte critério: As obras de caráter funcional serão desenvolvidas durante o período dos trabalhos iniciais. Já as obras de recuperação estrutural e alargamento de plataforma estão programadas para o período de recuperação do sistema rodoviário, no decorrer dos 5 primeiros anos do projeto. Foram considerados, também, valores para a conservação e a manutenção das obras de arte, para os quais foram consideradas as atividades dos tipos periódica e rotineira. Foi considerada recuperação completa da ponte sobre o Rio Pardo (próximo à Cândido Sales Trecho 19km m (PNV - km m) uma vez que Os estudos de engenharia indicam que esta obra de arte apresenta risco iminente de colapso exigindo ações emergenciais na infra, meso e superestruturas (fundações, pilares, vigas e tabuleiro). Ver Anexo. Registra-se que o alargamento desta obra-de-arte foi considerado no item Restauração, a ser executado do 2º ao 5º ano. I.2.2. Canteiro Central e Faixa de Domínio Para o canteiro central e faixa de domínio foram determinados e quantificados os serviços considerados emergenciais, bem como uma verba para a realização desses serviços ao longo dos anos, com o intuito de realizar-se uma manutenção periódica e rotineira. Os serviços considerados para o canteiro central e faixa de domínio são: Roçada e Poda Mecanizada; Roçada e Poda Manual; Despraguejamento; Poda de Árvores e Arbustos; Limpeza Manual do Canteiro Central; Retirada de Lixos e Entulhos. Para a quantificação dos serviços a serem desenvolvidos, realizou-se o cálculo para a área da faixa de domínio considerando-se hectare/km para pistas simples e dupla. I.2.3. Dispositivos de Proteção e Segurança De acordo com o levantamento de campo realizado, os dispositivos de proteção e segurança (Defensas) foram cadastrados quanto suas condições estruturais bem como diagnosticados e quantificados os serviços de manutenção, recuperação, nos dispositivos existentes, e implantação de novos, nos trechos e locais considerados emergenciais. 14

16 A distribuição dos serviços foi determinada considerado o seguinte critério: as atividades de recuperação e substituição devem ser executadas durante os trabalhos iniciais e a implantação de novos elementos, durante o período de restauração, ou seja, do 1 o ao 5 o ano. I.2.4. Sinalização Para o diagnóstico da sinalização horizontal e vertical dos segmentos foi realizado um cadastro de campo onde se tem o estado de conservação (Boa, Regular ou Ruim) da sinalização horizontal e, para a sinalização vertical, separadamente para cada tipo de placa (Regulamentação, Advertência, Indicativas e Educativas), a necessidade de intervenção ou solução corretiva para a mesma (Boa, Substituir e Implantar). Para a quantificação e orçamento da manutenção periódica da sinalização horizontal, estabeleceu-se uma taxa para a realização desses serviços ao longo dos anos. Com o cadastro da sinalização vertical por trecho, quantificaram-se as placas que deverão ser substituídas nos trabalhos iniciais e as placas nas quais deverão ser realizados os serviços de recuperação. A implantação de placas, também indicada no cadastro deverá ser realizada período da restauração, ou seja, até o 5 ano. Para a manutenção do 6 ao 35 ano considerou-se o serviço de manutenção contínua das placas existentes ao longo desse período e a substituição de 10% ao ano sobre a quantidade total. I.2.5. Drenagem e Obras de Arte Correntes Os elementos de drenagem e obras de arte correntes, também de acordo com levantamento realizado em campo, foram cadastrados quanto sua localização, tipo de elemento, dimensões, extensão e seu estado de conservação bem como a solução corretiva para cada elemento (Boa, Reparar e Implantar). Esse cadastro foi realizado para cada segmento homogêneo sendo diagnosticado os seguintes elementos de drenagem e obras de arte corrente: Caixas coletoras; Descidas d água; Saídas d água; Meio-fio; Sarjetas; Valetas; e Bueiros. Para a determinação do cronograma de intervenções nos elementos de drenagem existentes, fixou-se 25% da quantidade a ser recuperada durante os trabalhos iniciais e os outros 75%, durante o período de restauração (até o 5 ano). 15

17 A implantação dos novos elementos de drenagem foi determinada durante o período de restauração (até o 5 ano) e a manutenção do sistema como um todo até o 35 ano considerou uma taxa de reposição/restauração de 10% da totalidade do mesmo ao ano. I.2.6. Iluminação Através do levantamento de campo, os dispositivos de iluminação do corpo estradal foram cadastrados quanto suas necessidades corretivas, de acordo com seu estado de conservação. Considerou-se a implantação de iluminação nas passarelas, trevos e perímetros urbanos, a ser executado durante os 5 primeiros anos. Para a manutenção do sistema foi considerada uma taxa de recuperação dos elementos existentes de 10% ao ano. 16

18 II. Plano Indicativo de Restauração, Manutenção, Conservação e Monitoração II.1 Pavimentos de Pistas e Acostamentos II.1.1 Pistas de Rolamento a) Trabalhos Iniciais a.1) Trabalhos Iniciais - Pistas de Rolamento Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO TRABALHOS INICIAIS , ,30 ANO ANO ANO Total 1.1 PAVIMENTO Cadastro pavimento existente Km 792, Pista e Terceiras Faixas Fresagem de pavimento m , Recomposição do Pavimento com Reparos Localizados Superficiais m , Recomposição do Pavimento com CBUQ m , Recomposição do Pavimento com Reparos Profundos m , Pintura de Ligação para Recomposição de Pavimento m , , , , , , , , , , , , , , , , ,27 a.2) Trabalhos Iniciais - Pistas de Rolamento - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Não há trabalhos previstos para esta fase 17

19 b) Fase de Restauração - Pistas de Rolamento b.1) Fase de Restauração - Pistas de Rolamento - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. 2. RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO 2.1 PAVIMENTO Pistas e Terceiras Faixas Fresagem descontínua m , Pintura de Ligação - Fresagem m , Recomposição do Pavimento com CBUQ - Fresagem m , Pintura de Ligação - Recapeamento m , CBUQ - Recapeamento m , Microrevestimento asfáltico a frio m2 - ANO 01 ANO ANO ANO Total , , , , , , , , , , , , , , , , Microrevestimento asfáltico a quente m Reciclagem do Revestimento m , , ,94 b.2) Fase de Restauração - Pistas de Rolamento - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Não há trabalhos previstos para esta fase 18

20 c) Fase de Manutenção - Pistas de Rolamento c.1) Fase de Manutenção - Pistas de Rolamento - Concessão 1 Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. 6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA ANO 01 ANO ANO ANO Total , , , PAVIMENTO 25,61% 74,39% 100,00% , , , Pista 25,61% 74,39% 100,00% , , , Fresagem descontínua m ,62 25,61% 74,39% 100,00% , , , Pintura de Ligação - Fresagem m ,57 25,61% 74,39% 100,00% , , , Recomposição do Pavimento com CBUQ - Fresagem m ,62 25,61% 74,39% 100,00% , , , Pintura de Ligação - Recapeamento m CBUQ - Recapeamento m Microrevestimento asfáltico a frio m Microrevestimento asfáltico a quente m ,45 25,61% 74,39% 100,00% , , , Reciclagem do Revestimento m3-19

21 c.2) Fase de Manutenção - Pistas de Rolamento - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Descrição dos Serviços e Obras 6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA Unid. Valor Total (R$) 6.1 PAVIMENTO , Pista , Fresagem descontínua m , Pintura de Ligação - Fresagem Recomposição do Pavimento com CBUQ - Fresagem ANO ANO ANO ANO Total , , , , , ,80 m ,28 m ,85 27,39% 22,04% 27,55% 23,02% 100,00% , , , , ,80 27,39% 22,04% 27,55% 23,02% 100,00% , , , , ,80 27,39% 22,04% 27,55% 23,02% 100,00% , , , , ,77 27,39% 22,04% 27,55% 23,02% 100,00% , , , , ,28 27,39% 22,04% 27,55% 23,02% 100,00% , , , , , Pintura de Ligação - Recapeamento m CBUQ - Recapeamento m Microrevestimento asfáltico a frio m Microrevestimento asfáltico a quente m ,90 27,39% 22,04% 27,55% 23,02% 100,00% , , , , , Reciclagem do Revestimento m3 20

22 II.1.2 Acostamentos a) Acostamentos Trabalhos Iniciais a.1) Acostamentos - Trabalhos Iniciais - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO 01 ANO ANO ANO Total 1. TRABALHOS INICIAIS , , Acostamentos (dois lados) Recomposição do Pavimento com Reparos Localizados Superficiais Reestabilização de Base com adição de material m ,88 m , Imprimação m , TSD m , , , , , , , , , , ,56 a.2) Acostamentos - Trabalhos Iniciais - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Não há trabalhos previstos para esta fase 21

23 b) Acostamentos - Fase de Restauração b.1) Acostamentos - Fase de Restauração - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. 2. RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO Acostamento Reestabilização de Base com adição de material m , Imprimação m , TSD m , Recomposição do pavimento com PMQ m , Pintura de Ligação para Recomposição de Pavimento no Acostamento m ,15 ANO 01 ANO ANO ANO Total , , , , , , , , , , , , , ,38 b.2) Acostamentos- Fase de Restauração - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Não há trabalhos previstos para esta fase 22

24 c) Acostamentos - Fase de Manutenção c.1) Acostamentos - Fase de Manutenção - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. 6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA ANO 01 ANO ANO ANO Total , , , Acostamento - 25,61% 74,39% 100,00% , , , Recomposição do pavimento com PMQ m ,74 25,61% 74,39% 100,00% , , , Pintura de ligação para recomposição de pavimento m ,72 25,61% 74,39% 100,00% , , ,07 c.2) Acostamentos Fase de Manutenção - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO ANO ANO ANO Total 6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA Acostamento Recomposição do pavimento com PMQ Pintura de ligação para recomposição de pavimento m ,00 m , , , , , ,10 27,39% 22,04% 27,55% 23,02% 100,00% , , , , ,10 27,39% 22,04% 27,55% 23,02% 100,00% , , , , ,02 27,39% 22,04% 27,55% 23,02% 100,00% , , , , ,09 23

25 II.2 Conservação e Monitoramento dos Pavimentos de Pistas e Acostamentos a) Conservação e Monitoramento dos Pavimentos de Pistas e Acostamentos Manutenção - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos serviços e obras Unid. Quant ANO 01 ANO ANO ANO Total TOTAL: ITENS , , , , ,98 MONITORAÇÃO PARA 15 ANOS 7.1 PAVIMENTOS CONSERVAÇÃO PARA 15 ANOS 9.1 PAVIMENTO km de faixa km de faixa , ,80 26,66% 36,49% 36,85% 200,00% , , , ,48 26,66% 36,49% 36,85% 100,00% , , , ,48 6,25% 24,99% 34,21% 34,54% 100,00% , , , , ,50 6,25% 24,99% 34,21% 34,54% 100,00% , , , , ,50 b) Conservação e Monitoramento dos Pavimentos de Pistas e Acostamentos Manutenção - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Descrição dos serviços e obras Unid. Quant ANO 16 ANO ANO ANO ANO Total TOTAL: ITENS MONITORAÇÃO PARA 20 ANOS 7.1 PAVIMENTOS km de faixa ,31 9. CONSERVAÇÃO PARA 20 ANOS 9.1 PAVIMENTO km de faixa , , , , , , ,08 15,75% 26,54% 28,86% 28,86% 100,00% , , , , ,08 15,75% 26,54% 28,86% 28,86% 100,00% , , , , ,08 3,70% 15,16% 25,56% 27,79% 27,79% 100,00% , , , , , ,00 3,70% 15,16% 25,56% 27,79% 27,79% 100,00% , , , , , ,00 24

26 II.3 Demais componentes do Sistema Rodoviário a) Obras de Arte Especiais a.1) Obras de Arte Especiais - Concessão:Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO 01 ANO ANO ANO Total TOTAL: ITENS1+2+6 TRABALHOS INICIAIS 1.3 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS Cadastro de OAE s existentes Cadastro de OAE s existentes un. 71, , , , , , , , , , , , , ,65 Reparos Emergenciais - Caráter Funcional e Durabilidade , ,40 Recomposição de guarda corpo m 1.786, Pintura de Guarda Corpos m 7.169, Reparos Emergenciais - Caráter Estrutural Reparos Emergenciais - Caráter Estrutural (sem fundação) + Ponte s/ Rio Pardo (BR-116) RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO OBRAS DE ARTE ESPECIAIS (OAE S) m , Alargamento da Plataforma Alargamento da Plataforma sobre Rio m2 301, Alargamento da Plataforma m , Recuperação Estrutural Recuperação Estrutural m , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,37 25

27 6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA 6.2 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS Obras de Arte Especiais vb/ano 12, , , ,57 50,00% 50,00% 100,00% , , ,57 50,00% 50,00% 100,00% , , ,57 26

28 a.2 Obras de Arte Especiais - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO ANO ANO ANO Total 1. TOTAL: ITENS , , , , , OBRAS DE ARTE ESPECIAIS Cadastro de OAE s existentes Cadastro de OAE s existentes un Reparos Emergenciais - Caráter Funcional e Durabilidade Recomposição de guarda corpo m Pintura de Guarda Corpos m Reparos Emergenciais - Caráter Estrutural Reparos Emergenciais - Caráter Estrutural (sem fundação) + Ponte s/ Rio Pardo (BR-116) RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO m OBRAS DE ARTE ESPECIAIS (OAE S) Alargamento da Plataforma Alargamento da Plataforma sobre Rio m Alargamento da Plataforma m Recuperação Estrutural Recuperação Estrutural m2-6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA , , , , , OBRAS DE ARTE ESPECIAIS Obras de Arte Especiais vb/ano 17,14 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,43 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,43 27

29 b) Canteiro Central e Faixa de Domínio b.1 Canteiro Central e Faixa de Domínio - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO 01 ANO TOTAL: ITENS , , ,93 1. TRABALHOS INICIAIS , ,62 ANO ANO Total CANTEIRO CENTRAL E FAIXA DE DOMINIO Roçada, poda, capina, limpeza e remoção de entulho ha , Cadastro de Cerca km 792, Plantio de Grama m , RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO CANTEIRO CENTRAL / FAIXA DE DOMÍNIO Roçada, poda, capina, limpeza e remoção de entulho ha , Implantação de cerca km 792, Plantio de Grama m , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,55 b.2 Canteiro Central e Faixa de Domínio - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Não há trabalhos previstos para esta fase 28

30 c) Dispositivos de Proteção e Segurança c.1 Dispositivos de Proteção e Segurança - - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO 01 ANO ANO ANO Total 1. TOTAL: ITENS , , , , ,57 1. TRABALHOS INICIAIS , , DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA Recuperação de Defensa Metálica km 21, Implantação de Defensa Metálica km 11, RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO DE SEGURANÇA Substituição / Implantação de Defensas Metálicas MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA Dispositivos de Proteção e Segurança km 113,80 vb/ano 12, , , , , , , , , , , , , , , ,00 50,00% 50,00% 100,00% , , ,00 50,00% 50,00% 100,00% , , ,00 29

31 c.2 Dispositivos de Proteção e Segurança - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO ANO ANO ANO Total 1. TOTAL: ITENS , , , , ,00 1. TRABALHOS INICIAIS 1.4 DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA Recuperação de Defensa Metálica km Implantação de Defensa Metálica km - 2. RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO DE SEGURANÇA Substituição / Implantação de Defensas Metálicas km - 6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA , , , , , DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA Dispositivos de Proteção e Segurança vb/ano 17,14 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,00 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,00 30

32 d) Sinalização d.1 Sinalização - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO 01 ANO ANO ANO Total 1. TOTAL: ITENS , , , ,13 1. TRABALHOS INICIAIS 1.5 SINALIZAÇÃO Sinalização Horizontal Sinalização Horizontal a Frio m , Sinalização Vertical Reposição de Placa m ,00 6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA 6.4 SINALIZAÇÃO Horizontal Pintura horizontal a quente m , , , , , , , , , , , , , , , ,62 50,00% 50,00% 100,00% , , ,62 50,00% 50,00% 100,00% , , ,62 50,00% 50,00% 100,00% , , ,62 31

33 d.2 Sinalização - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO ANO ANO ANO Total 1. TOTAL: ITENS , , , , ,49 TRABALHOS INICIAIS 1.5 SINALIZAÇÃO 6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA 6.4 SINALIZAÇÃO Horizontal Pintura horizontal a quente m , , , , , ,49 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,49 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,49 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,49 32

34 e). Drenagem e Obras de Arte Correntes e.1 Drenagem e Obras de Arte Correntes - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO 01 ANO ANO ANO Total TOTAL:ITENS , , , , ,70 TRABALHOS INICIAIS DRENAGEM E OBRAS DE ARTE CORRENTE (OAC) Valetas e Sarjetas Recuperação Emergencial de Sarjetas e Valetas Recuperação Emergencial de Entradas e Saídas d'água Reconstrução de Descidas d'água, Emergencial Reconstrução de Caixas Coletoras, Emergencial Bueiros Recuperação Emergencial de Bueiros Meio-fio Recuperação Emergencial de Meio-fio Cadastro Geral de Sistema de Drenagem RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO DRENAGEM E OBRAS DE ARTE CORRENTES Valetas e Sarjetas Execução de Valeta e Sarjeta Adicional Recuperação de Valeta e Sarjeta m ,64 un 14,00 m 75,00 un 2,00 m 65,85 m 7.045,00 km 792,20 m ,00 m , Bueiros Recuperação de Bueiros m 200, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,32 33

35 Execução de Bueiro Adicional m 230, Meio-fio Execução de Meio-fio Adicional m , MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA DRENAGEM E OBRAS DE ARTE CORRENTE Drenagem e Obras de Arte Correntes vb/ano 12, , , , , , , , , ,57 50,00% 50,00% 100,00% , , ,57 50,00% 50,00% 100,00% , , ,57 34

36 e.2 Drenagem e Obras de Arte Correntes - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO ANO ANO ANO Total 1. TRABALHOS INICIAIS , DRENAGEM E OBRAS DE ARTE CORRENTE (OAC) RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO DRENAGEM E OBRAS DE ARTE CORRENTES MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA , , , , , DRENAGEM E OBRAS DE ARTE CORRENTE Drenagem e Obras de Arte Correntes vb/ano 17,14 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,43 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,43 35

37 f). Iluminação f.1 Iluminação - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO 01 ANO ANO ANO Total 1. TOTAL: ITENS , , , , ,83 1. TRABALHOS INICIAIS , , ILUMINAÇÃO Cadastro geral do sistema de iluminação RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO 2.7 ILUMINAÇÃO km 80, Recuperação do Sistema Existente km 80, Iluminação de passarela un 16,00 6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA 6.6 ILUMINAÇÃO Iluminação vb/ano 12, , , , , , , , , , , , , , , ,43 50,00% 50,00% 100,00% , , ,43 50,00% 50,00% 100,00% , , ,43 36

38 f.2 Iluminação - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Descrição dos Serviços e Obras Unid. Quant. ANO ANO ANO ANO Total 1. TRABALHOS INICIAIS , , , , , ILUMINAÇÃO Cadastro geral do sistema de iluminação RESTAURAÇÃO ATÉ 5º ANO km ILUMINAÇÃO Recuperação do Sistema Existente km Iluminação de passarela un - 6. MANUTENÇÃO PERIÓDICA DA PISTA , , , , , ILUMINAÇÃO Iluminação vb/ano 17,14 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,57 25,00% 25,00% 25,00% 25,00% 100,00% , , , , ,57 37

39 II.4 Conservação e Manutenção dos Demais componentes do Sistema Rodoviário a) - Conservação e Monitoramento dos Demais componentes do Sistema Rodoviário - Concessão: Ano 1 a 15 Descrição dos serviços e obras Unid. Quant ANO 01 ANO ANO ANO Total TOTAL: ITENS , , , , ,99 7. MONITORAÇÃO PARA 15 ANOS , , , , OBRAS DE ARTE ESPECIAS km 7.4 ELEMENTOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA km 7.5 SISTEMAS GERENCIAIS ano 54, ,74 14,00 26,66% 36,49% 36,85% 100,00% 863, , , ,41 26,39% 36,61% 37,01% 100,00% , , , ,28 26,39% 36,61% 37,01% 100,00% , , , ,00 9. CONSERVAÇÃO PARA 15 ANOS , , , , , CANTEIRO CENTRAL E FAIXA DE DOMINIO 9.3 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS 9.4 ELEMENTOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA 9.5 SINALIZAÇÃO 9.6 DRENAGEM E OBRAS DE ARTE CORRENTE 9.7 ILUMINAÇÃO km de faixa ,80 km 54,0068 km ,52 km de faixa ,80 km ,52 km ,52 6,25% 24,99% 34,21% 34,54% 100,00% , , , , ,20 6,25% 24,99% 34,21% 34,54% 100,00% , , , , ,50 6,19% 24,75% 34,34% 34,72% 100,00% , , , , ,60 6,25% 24,99% 34,21% 34,54% 100,00% , , , , ,40 6,19% 24,75% 34,34% 34,72% 100,00% , , , , ,60 6,19% 24,75% 34,34% 34,72% 100,00% , , , , ,00 38

40 b) - Conservação e Monitoramento dos Demais componentes do Sistema Rodoviário - Exigências futuras: Ano 16 a 35 Descrição dos serviços e obras Unid. Quant ANO 16 ANO ANO ANO ANO TOTAL: ITENS 7+9 MONITORAÇÃO PARA 20 ANOS , , , , , , , , , OBRAS DE ARTE ESPECIAS km 73,29 15,75% 26,54% 28,86% 28,86% 692, , , , TERRAPLENOS E ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO km ,35 15,23% 26,56% 29,10% 29,10% , , , , ELEMENTOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA km ,35 15,23% 26,56% 29,10% 29,10% , , , , SISTEMAS GERENCIAIS ano 20,00 9. CONSERVAÇÃO PARA 20 ANOS 15,23% 26,56% 29,10% 29,10% , , , , , , , , , CANTEIRO CENTRAL E FAIXA DE DOMINIO km de faixa ,17 3,70% 15,16% 25,56% 27,79% 27,79% , , , , , OBRAS DE ARTE ESPECIAIS km 73,2949 3,70% 15,16% 25,56% 27,79% 27,79% , , , , , ELEMENTOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA km ,79 3,57% 14,69% 25,61% 28,07% 28,07% , , , , , SINALIZAÇÃO km de faixa ,17 3,70% 15,16% 25,56% 27,79% 27,79% , , , , , DRENAGEM E OBRAS DE ARTE CORRENTE km 9.7 ILUMINAÇÃO km , ,79 3,57% 14,69% 25,61% 28,07% 28,07% , , , , ,00 3,57% 14,69% 25,61% 28,07% 28,07% , , , , ,50 39

41 SEÇÃO 02 ANEXOS AO ESTUDO 40

42 I. Memória de Cálculo de Quantidades a) Obras de Arte Especiais TRECHO PONTES E VIADUTOS LOCALIZ. EXTENSÃO LARGURA NOME (km) (m) (m) RECUPERAÇÀO FUNCIONAL REFORÇO ESTRUTURAL ALARGAMENTO Ponte LE/LD Viaduto sobre a BR-324/BA acesso Sudic Viaduto sobre a BR-324/BA Viaduto e retorno com acesso a Valéria Viaduto P, SUP. Y retorno Viaduto sobre a Rodovia BR-324/BA Viaduto sobre a BR-324/BA Viaduto com acesso a BR324/BA Passagem superior (Viaduto) (LE/LD) da Rodovia Elevado do metrô Passagem superior Passagem superior Viaduto superior a BR-324/BA Entr. BA-515 acesso a Jacuípe Ponte (LD) Ponte (LE) Viaduto sobre a BR-324/BA Ponte/Passagem de gado Ponte/Passagem de gado Viaduto sobre a BR-324/BA - acesso BA-512 Ponte sobre o Rio Joanes Ponte sobre o Rio Joanes Viaduto sobre a BR-324/BA Ponte LE Ponte LD Viaduto sobre a BR-324/BA Viaduto sobre a BR-324/BA acesso a Gandeias Viaduto sobre a BR-324/BA Viaduto sobre a BR-324/BA e retorno a BA-093 acesso a Camaçari e retorno a BA-093 acesso a Camaçari Viaduto "sobre" BR-324/BA Passagem superior Ponte Ponte Viaduto acesso norte Feira de Santana Viaduto Viaduto Ponte Ponte Ponte Ponte Viaduto de acesso a Ipirá BA-052 Ponte sobre o Rio Jacuípe 22, ,0 7,5 SIM SIM SIM 18,660 68,0 9,0 NÃO SIM SIM 16,628 60,0 10,7 NÃO SIM NÃO 12,300 60,0 10,7 NÃO SIM NÃO 9,800 17,0 12,0 SIM SIM NÃO 7,505 60,0 10,7 NÃO SIM NÃO 6,510 75,0 13,0 NÃO SIM NÃO 5,122 66,0 10,7 NÃO SIM NÃO 3,241 48,0 13,8 SIM SIM NÃO 2,980 NÃO NÃO NÃO 2,830 80,0 12,4 NÃO SIM NÃO 1,732 49,0 11,0 NÃO SIM NÃO 0,000 60,0 13,0 NÃO SIM NÃO 41,998 NÃO SIM NÃO 41,576 18,6 7,5 NÃO SIM SIM 41,576 40,0 11,0 NÃO SIM NÃO 36,465 74,0 12,0 NÃO SIM NÃO 30,330 3,7 13,0 NÃO SIM NÃO 30,330 14,0 7,5 NÃO SIM SIM 28,083 NÃO SIM NÃO 25,883 30,0 11,0 NÃO SIM NÃO 25,883 22,0 7,5 SIM SIM SIM 19,380 71,0 11,0 NÃO SIM NÃO 15,876 18,0 7,3 NÃO SIM SIM 15,876 30,0 11,0 NÃO SIM NÃO 10,900 52,0 13,0 NÃO SIM NÃO 10,142 68,0 13,0 SIM SIM NÃO 6,163 60,0 8,3 NÃO SIM SIM 3,525 60,0 8,3 NÃO SIM SIM 0,000 35,0 12,5 SIM SIM NÃO 0,000 35,0 12,5 SIM SIM NÃO 25,751 56,0 8,3 SIM SIM SIM 6,536 8,0 11,3 SIM SIM NÃO 0,990 24,0 10,0 NÃO SIM NÃO 1,000 8,0 10,0 NÃO SIM NÃO 2,680 40,0 9,0 SIM SIM SIM 4,388 92,0 9,0 NÃO SIM SIM 7,312 56,0 9,0 SIM SIM SIM 27,458 42,0 7,4 SIM SIM SIM 16,188 42,0 7,4 SIM SIM SIM 15,168 19,0 7,4 NÃO SIM SIM 8,503 29,0 7,4 NÃO SIM SIM 6,025 50,0 9,5 NÃO SIM SIM 2, ,0 12,0 NÃO SIM NÃO 7 Ponte sobre Rio Ubaú 16,825 90,0 7,5 SIM SIM SIM 8 Ponte Ponte sobre o rio Paraguaçu 44,690 6,70 15,50 SIM SIM NÃO 0, ,00 7,40 NÃO SIM SIM 9 Ponte 12,510 30,00 8,00 NÃO SIM SIM Ponte Ponte rio Santa Inês Ponte Ponte Ponte Ponte Ponte Ponte Ponte Ponte Rio das Lontas Ponte antiga sobre o Rio das Lontas Ponte sobre o Rio Elza Ponte Ponte Ponte Ponte Ponte 15,200 24,00 7,20 SIM SIM SIM 0,050 9,40 9,40 NÃO SIM SIM 18,365 9,00 9,40 NÃO SIM SIM 17,660 9,00 9,40 SIM SIM SIM 17,450 9,00 9,40 NÃO SIM SIM 16,243 7,20 10,30 SIM SIM SIM 14,920 7,60 12,00 SIM SIM NÃO 14,010 6,00 12,00 NÃO SIM NÃO 11,795 6,00 12,00 NÃO SIM NÃO 21, ,00 8,30 NÃO SIM SIM 21,060 8,70 8,30 SIM SIM SIM 16,490 8,00 8,40 NÃO SIM SIM 1,192 12,70 9,40 NÃO SIM SIM 53,360 7,90 7,20 SIM SIM SIM 50,883 34,40 7,40 SIM SIM SIM 41,550 36,00 7,60 SIM SIM SIM 16,020 41,00 7,90 NÃO SIM SIM 16 Ponte 5,300 10,10 9,60 SIM SIM SIM 19 Ponte Rio Pardo 50,840 10,40 7,00 SIM SIM SIM 21 Viaduto do Contorno de Vitória da conquista Viaduto acesso BA 407/415 (Vitória da Conquista) Viaduto Viaduto 0,000 23,00 13,70 NÃO SIM NÃO 14,785 50,00 10,60 NÃO SIM SIM 21,400 14,20 7,60 NÃO SIM SIM 21,430 14,20 7,60 NÃO SIM SIM 41

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