REVISÃO Gilberto Scheid. DIREÇÃO DE ARTE Rio Ka Comunicação Isabel Lippi

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2 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Marcos de Barros Lisboa (Presidente) Luiz Appolonio Neto (Vice-Presidente) Otacílio Caldeira Júnior Luiz Tavares Pereira Filho Jorge Hilário Gouvêa Vieira Waldir Quintiliano da Silva DIRETORIA Luiz Appolonio Neto (Presidente) Manoel Morais de Araujo (Vice-Presidente Executivo) Alberto de Almeida Pais Carlos Murilo Goulart Barbosa Lima Luiz Eduardo Pereira de Lucena CONSELHO FISCAL Pedro Wilson Carrano Albuquerque Amaury Patrick Gremaud Antonio Carlos do Nascimento Sanches Pedro Camara Raposo Lopes Mário Urbinati SEDE Av. Marechal Câmara, 171, Rio de Janeiro RJ Brasil CEP Telefone: (21) GERÊNCIAS COMERCIAIS São Paulo R. Manoel da Nóbrega, andar, Jardim Paulista São Paulo SP CEP Tel. (11) Porto Alegre R. Coronel Genuíno, andar, Cidade Baixa Porto Alegre RS CEP Tel. (51) ESCRITÓRIO DE BRASÍLIA SCN Edifício Brasília Trade Center, Quadra I Bloco C salas a 1.606, Brasília DF CEP Tel. (61) ESCRITÓRIO DE LONDRES London Branch 25, Lime Street London EC3M 7HR, United Kingdom Tel NOVA YORK UA Holding Corporation UAIC United Americas Insurance Company UA Service Corporation, 805 Third Avenue 14th floor New York USA Tel CONSELHO EDITORIAL Luiz Appolonio Neto Lúcio Antônio Marques João Ricardo Pereira Odilon de Barros Pinto Junior Lilia Maria de Oliveira Gouvêa Vandro Ferraz da Cruz Moacyr Peçanha Cruz Junior COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO E MARKETING INSTITUCIONAL Odilon de Barros Pinto Junior COORDENAÇÃO EDITORIAL A 4mãos Comunicação e Design REDAÇÃO Juliano Werneck Patricia Stanzione Rogerio Lessa Benemond Suzana Liskauskas REVISÃO Gilberto Scheid DIREÇÃO DE ARTE Rio Ka Comunicação Isabel Lippi GRÁFICA Minister Express Editora de Impressos Ltda. FOTOS Arquivo do IRB-Brasil Resseguros S.A. Erik Barros Pinto DISTRIBUIÇÃO IRB-Brasil Resseguros S.A Os conceitos emitidos em artigos assinados exprimem apenas as opiniões de seus autores e são de sua exclusiva responsabilidade. Os textos publicados podem ser livremente reproduzidos desde que citada a fonte. Publicação editada pela Coordenação de Comunicação e Marketing Institucional do IRB-Brasil Re. Circulação desta edição: mil exemplares, distribuídos gratuitamente mediante assinatura. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 1-52, abril 2005

3 EDITORIAL Enfim a primeira revista de Depois do carnaval, e passadas as águas de março, publicamos a ducentésima nonagésima nona Revista do IRB. Tem sido um período particularmente propício para a atividade do resseguro no Brasil. Afinal, as premissas legais que podem vir a impulsionar a atividade no país já estão institucionalizadas. No Rio de Janeiro, é tempo de caravanas do seguro, iniciativa tomada pelo SINCOR-RJ, com o objetivo de levar um pouco da cultura do seguro para o interior do estado, radiografado e esquadrinhado por uma pesquisa do IBGE. Perfeito exemplo de sinergia entre ciência e prática que a Revista do IRB analisa na página 22. O ano ainda promete: leia na página 32, com a entrada em cena da Lei Complementar nº 109, que inclui no seu artigo 11 o instrumento do resseguro para os benefícios contratados, o que deve dar mais tranqüilidade e segurança aos que temem investir em um plano privado de aposentadoria. E se der tudo certo, o projeto de criação do Centro Internacional de Seguros e Resseguros no Rio de Janeiro, defendido pelo presidente da ACRJ, o ex-ministro Marcílio Marques Moreira, deve ser retomado e colocado em pauta, o que certamente influirá significativamente na ampliação do mercado carioca e fluminense. Confira, na página 4, a entrevista. As novas dinâmicas do mercado e da conjuntura exigem que as empresas tenham poder de adaptação aos novos padrões. O IRB-Brasil Re, visando uma maior agilidade e rapidez nos negócios, reestruturou-se recentemente, implementando um sistema de colegiados e comitês, como demonstra matéria na página 18. São claros os objetivos: transparência, rapidez e eficiência. Dois Artigos Técnicos enriquecem esta edição da Revista do IRB. O advogado Sergio Barroso de Mello contribui com o artigo O resseguro de excesso de dano como útil ferramenta contra prejuízos com catástrofes ambientais e atos terroristas, enquanto Osvaldo Haruo Nakiri constrói um breve histórico sobre a regulamentação do seguro à base de reclamações, o Claims Made. No Panorama do Mercado, vale conferir a entrevista de Wang Xianzhang, presidente da China Life Insurance Company Limited, estatal que controla metade do mercado de seguros chinês, em visita à sede do IRB-Brasil Re no Rio de Janeiro, entre outras notas e informes, dos quais destacamos a presença de funcionários do IRB-Brasil Re na premiação do concurso de monografias, iniciativa promovida pela parceria Funenseg/AON Re Brasil. Veja as novidades da biblioteca do IRB em Na estante e confira a coluna Jurisprudência. Boa leitura. Um abraço ODILON DE BARROS PINTO JÚNIOR Coordenador de Comunicação e Marketing Institucional Novas assinaturas, contribuições, opiniões e cartas para R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 1-52, abril 2005

4 32 Revista do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 1-52, abril 2005 ISSN CARTA DO PRESIDENTE 04 CENTRO INTERNACIONAL DE SEGUROS E 04 RESSEGUROS: O RIO DE JANEIRO COMO CENTRO IRRADIADOR DE NEGÓCIOS E FORMAÇÃO PROFISSIONAL 12 PANORAMA DO MERCADO 16 NA ESTANTE 17 JURISPRUDÊNCIA 18 REORGANIZAÇÃO ESTRUTURAL 22 RAIO-X: PESQUISA IDENTIFICA POTENCIALIDADES PARA O MERCADO DE SEGUROS NO RIO DE JANEIRO O ANO DO RESSEGURO ARTIGOS TÉCNICOS 42 O RESSEGURO DE EXCESSO DE DANO COMO ÚTIL FERRAMENTA CONTRA PREJUÍZOS COM CATÁSTROFES AMBIENTAIS E ATOS TERRORISTAS Sérgio Barroso de Mello 46 CLAIMS MADE: BREVE HISTÓRICO E REGULAMENTAÇÃO NO BRASIL 22 Osvaldo Haruo Nakiri

5 A história do IRB-Brasil Re é uma história de desafios. Sua criação, no cenário de inexistência de mão-de-obra qualificada para realizar a técnica do resseguro, já diz muito sobre a natureza vencedora desta empresa que construiu sua trajetória de maneira indissociável da história econômica e política deste país, marcando presença nos momentos mais decisivos da construção do projeto de desenvolvimento do Brasil. Hoje, a dinâmica contemporânea dos mercados mundiais tem exigido reposicionamento, ao qual não temos nos furtado. Há mudanças à vista no mercado e nosso desafio é o de garantir ao IRB-Brasil Re o perfil de liderança em resseguros no cenário de mercado aberto. Temos caminhado decididamente neste sentido e 2004 foi pontuado por ações estratégicas que demonstram este intuito. Buscamos, na história, reforçar nossa identidade. No debate, estabelecer o diálogo com o setor. Fizemos da responsabilidade social um pilar da empresa e abrimos o IRB-Brasil Re para o futuro através da contratação, por concurso público, de uma nova geração de técnicos eticamente orientados para a promoção do desenvolvimento econômico e social. Com a implantação cada vez mais ampliada do Sistema Integrado de Negócios, o SIN, um marco diferencial na qualidade de nossas operações e dos serviços prestados a nossos clientes e parceiros de negócios, o IRB-Brasil Re inova, reafirmando sua presença e importância para o aprimoramento e desenvolvimento de nosso mercado. Na busca pela governança corporativa, foram criados comitês consultivos e deliberativos, que proporcionam maior agilidade e transparência em nossos processos. O ano de 2005 deve inaugurar um período bastante propício para a decolagem do resseguro no país. E o IRB-Brasil Re estará à frente deste processo. Esta é a nossa natureza. Para isso nos preparamos dia após dia. LUIZ APPOLONIO NETO Presidente R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 3, abril

6 Entrevista: MARCÍLIO MARQUES MOREIRA CENTRO INTERNACIONAL DE SEGUROS E RESSEGUROS: O Rio de Janeiro como centro irradiador de negócios e formação profissional No início da década de 1990, o diplomata Marcílio Marques Moreira foi convidado a exercer o cargo de Ministro da Fazenda em um momento extremamente delicado da história política do Brasil, tendo conduzido o país a uma transição tranqüila, acalmando os mercados e superando todas as turbulências. Marcílio, que integra o conselho consultivo da maior corretora do mundo, preside atualmente a mais tradicional Associação Comercial do Brasil, a do Rio de Janeiro (ACRJ), que este ano completa 185 anos. Hoje, a cidade e o estado ocupam o centro das preocupações deste homem de vasta cultura e experiência internacional. No imponente gabinete presidencial da ACRJ, ele nos concedeu esta entrevista, na qual aponta as potencialidades e os caminhos para a recuperação da economia fluminense. Um Centro Internacional de Seguros e Resseguros é um passo muito importante e interessante para o Rio, que vai receber agora novas indústrias, inclusive a maior siderúrgica do país, destaca. Ele nega, no entanto, que possa vir a aceitar os inúmeros convites que tem recebido para candidatar-se ao Governo do Estado. No plano federal, o ex-ministro voltou a defender a definição de marcos regulatórios seguros, para que o investidor estrangeiro sinta na economia brasileira um ambiente propício para alocar seus investimentos. E contou que o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) estuda a criação de um seguro contra mudanças repentinas nas legislações dos países. Se alguém fizer um investimento em determinado país e o marco regulatório for mudado, essas companhias estariam protegidas. E, talvez, o BID poderia assumir uma parte do risco. A lógica do BID entrar é que o Banco tem diálogo com os governos dos países, o que poderia contribuir exatamente para evitar o chamado risco regulatório, explicou. 4 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 4-11, abril 2005

7 atuarial, matemática financeira. Temos aqui o próprio Instituto de Matemática. Sem dúvida, um Centro Internacional de Seguros e Resseguros pode tornar o Rio um centro irradiador de negócios e formação profissional, empregos e todas as atividades ancilares. Revista do IRB Em outros Centros de Resseguro pelo mundo, quais foram os resultados para as economias locais? Marcílio Marques Moreira Essas concentrações têm ocorrido mais ou menos naturalmente. O que o inglês chama de cluster, no Brasil está sendo chamado de Arranjos Produtivos Locais (APL). Certamente Zurique, Frankfurt, Nova Iorque, causaram grande impacto nas economias locais. Interessante como o seguro se aproxima, às vezes ocorrendo até superposição da atividade financeira. Para nos segurarmos contra um risco cambial, existe o headge financeiro ou o seguro. Fotos Marcio RM Revista do IRB O que representa para a cidade do Rio de Janeiro a criação de um Centro Internacional de Seguros e Resseguros? Marcílio Marques Moreira É um passo muito importante e interessante porque o Rio vai receber agora novas indústrias, inclusive a maior siderúrgica do país. Mas a grande vocação do Rio é a área de serviços, inclusive os mais sofisticados. Logicamente, o resseguro, seguros, corretagem de seguros, é toda uma cadeia, um universo grande de pessoas, de tecnologias, pois o setor cada vez mais se torna sofisticado. A perspectiva é de uma mão-de-obra extremamente qualificada. É uma semente que acabará virando uma grande árvore. Revista do IRB Quanto à qualificação da mão-de-obra, a atividade seguradora pode alavancar a criação ou ampliação de centros de formação profissional no Rio? Marcílio Marques Moreira Sem dúvida. Aqui já existe a Fenaseg, que tem uma escola na área de seguros. Isso pode ser estendido, por exemplo, para a área Revista do IRB O Rio já foi o maior centro financeiro do país. Um pólo de seguros permitiria ao Estado retomar, ao menos parte, seu poderio no setor financeiro? Marcílio Marques Moreira Companhias de seguros como Sul América e Bradesco continuaram aqui. A Susep, Fenaseg e o IRB-Brasil Re também. As atividades urbanas tendem a convergir em torno de um cluster. E o estado do Rio também tem outros setores fortes, como petróleo e comunicações. Revista do IRB Em outros centros internacionais, os arranjos produtivos se desenvolveram de forma quase natural. Acredita que, no caso do Rio, o planejamento seja uma ferramenta eficaz? R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 4-11, abril

8 Marcílio Marques Moreira Em Zurique, o desenvolvimento foi bastante natural, mas nas Bahamas foi oferecida toda uma gama de incentivos fiscais para atrair essas atividades. A própria qualidade de vida é um fator de atração. Revista do IRB O senhor vê as autoridades locais empenhadas nesse sentido? Marcílio Marques Moreira Temos conversado muito com o governo do estado, o próprio secretário Humberto Mota (Desenvolvimento) está muito empenhado, assim como os empresários. Já recebemos, estudamos, sugerimos modificações que já foram feitas e estamos próximos de assinar o projeto do Centro Internacional de Seguros e Resseguros. Agora estou encaminhando à Secretaria de Desenvolvimento, para o protocolo Susep, Firjan, Associação Comercial. A própria forma como o brasileiro elabora a idéia da morte já indica sua possível relação com a questão do seguro, pois o sujeito não pergunta quando morrerá, mas se morrerá. Revista do IRB Quando teríamos isso oficializado, para início das atividades? Marcílio Marques Moreira É difícil prever. São caminhos insondáveis, mas acredito que 2005 seja um ano muito adequado, por não ser muito politizado. As dimensões políticas envolvidas, como no caso do monopólio do IRB, são bastante relevantes, pois envolvem questões institucionais e reguladoras. A emenda constitucional que trata do monopólio já foi aprovada, faltando apenas a regulamentação. Isso trará grande ímpeto e o próprio IRB-Brasil Re ganharia. A experiência mundial mostra que quando temos competição todos os envolvidos acabam ganhando. Revista do IRB Um Centro Internacional de Seguros e Resseguros pode fazer com que os investidores olhem a América Latina também a partir do Rio, e não somente através dos grandes centros internacionais de Miami, Nova Iorque, Bermudas e Europa? Marcílio Marques Moreira A experiência mundial mostra que este não é necessariamente um jogo de soma zero. Nos últimos anos, após a estabilização da moeda, o setor tem crescido muito, mas o potencial ainda é muito grande. Pode haver sim um deslocamento, porque muitas empresas brasileiras estão no exterior, em parte porque a questão do resseguro ainda não está muito desenvolvida. Revista do IRB E quanto ao impacto em nossa balança de serviços? Marcílio Marques Moreira Sem dúvida, é um item que pesará, na medida em que aumentar o volume de negócios. Nós ainda temos uma baixa consciência 6 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 4-11, abril 2005

9 quanto à importância do seguro. Fui vice-presidente executivo e ainda faço parte do conselho consultivo de uma grande corretora, da maior corretora do mundo. Lá, o estudo que está se desenvolvendo atualmente é exatamente a dimensão cultural do seguro. Por exemplo, no Brasil, ao contrário dos EUA, onde praticamente não se encontra ninguém que não tenha um seguro de vida, aqui ainda, culturalmente, a própria forma como o brasileiro elabora a idéia da morte é diferente, pois o sujeito não pergunta quando morrerá, mas se morrerá (risos). Revista do IRB A inflação também prejudicou muito o desenvolvimento do seguro, certo? Marcílio Marques Moreira Dizimou, na verdade, a atividade de seguros, que chegou a menos de 1% do PIB, quando nos países desenvolvidos gira em torno de 8% do PIB. Revista do IRB O senhor diz que está faltando o desenvolvimento de uma cultura de seguros no Brasil. Acha que a distribuição de renda influi nesse quadro? Marcílio Marques Moreira Influi também, assim como o desenvolvimento de produtos mais acessíveis. Agora, as companhias estão lançando um seguro de vida mais popular. Infelizmente, nossa pirâmide de renda é muito desigual, então qualquer despesa recorrente passa a ter um peso muito forte. As companhias de seguros têm de se adaptar, talvez adotando um caminho semelhante ao da Previdência: o sujeito contribui quando pode (quando está empregado ou tem renda). Na área de telefones celulares, 85% são pré-pagos e o ticket médio é muito baixo. Há 10 anos não havia telefone pré-pago no Brasil. Lembro-me que estive na Colômbia e me mostraram um telefone assim, ainda do modelo que se inseria o próprio cartão no aparelho. Revista do IRB O brasileiro adquire o telefone para ter status? Marcílio Marques Moreira Sim, mas principalmente para receber chamadas. Muito raramente geram chamadas. Na Europa se usa muito o prépago, mas a média de ligações é mais alta. Por causa da média baixa no Brasil, algumas operadoras até foram à falência, porque não previam esse perfil do usuário de telefone no Brasil. No caso dos seguros, uma cultura de consumo favoreceria a massificação e, conseqüentemente, a redução dos preços. Revista do IRB No caso dos impostos, o senhor avalia que ainda estão altos para o setor? Qual a sua proposta para diminuí-los? Marcílio Marques Moreira Ainda estão muito altos. Houve uma certa modificação agora, mas continua a tendência à dupla taxação. A companhia paga o imposto e depois, quando o beneficiário recebe, tem que pagar novamente. A Associação Comercial vai realizar em futuro próximo um seminário sobre o assunto, ao lado da Fenaseg e do próprio IRB-Brasil Re. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 4-11, abril

10 Revista do IRB Como avalia as mudanças no marco regulatório? Marcílio Marques Moreira A atividade de seguros no Brasil ainda é sobreregulada. Quando ministro, tentei dar o primeiro passo para reverter esse quadro, através do Plano Nacional de Seguros, e houve uma grande abertura. Qualquer produto exigia uma série de regulamentações e normas que acabavam tolhendo muito a criatividade. No mundo moderno, que é muito volúvel, rápido, devemos deixar que a própria sociedade, seguradoras, operadoras criem seus produtos. Revista do IRB O senhor é favorável que, ao menos por um período de transição, o IRB-Brasil Re e as seguradoras nacionais disponham de algumas prerrogativas, até se adaptarem às novas regras, já que passarão a concorrer com empresas estrangeiras muito poderosas? Marcílio Marques Moreira Minha experiência, que é maior na área financeira que na de seguros, diz que em ambos os casos bancos e seguradoras o ator local tem enorme vantagem. Durante certo período, liberalizou-se muito a vinda de bancos; contudo, o número de bancos que foram revendidos a brasileiros, com perdas substanciais, foi muito grande. O governo achava que aumentaria a competição, o que não aconteceu. A atividade bancária está muito ligada à cultura, barreiras psicológicas. Há uma natural proteção. Evidentemente, casos como o do IRB-Brasil Re devem ser levados em conta, mas não procurar colocar barreiras. A questão do resseguro exige um período de adaptação, já que estaremos saindo de um monopólio. Mas para tanto basta que sejam estabelecidas algumas regras. Revista do IRB Saindo um pouco do mercado segurador e voltando ao estado do Rio, a seu ver, quais os principais vetores da retomada da atividade econômica na região? Marcílio Marques Moreira Farmacêutica, petroquímica, siderurgia. Curiosamente, a maior siderúrgica do país irá se instalar na cidade do Rio de Janeiro, em Santa Cruz, que, aliás, é uma zona industrial em franca expansão, pois tem boa localização, porto, tem água, conta com dois canais. Aliás, participei, há 38 anos, pela Companhia Progresso do Estado da Guanabara, do estudo para a implantação da zona industrial de Santa Cruz. Na época, 8 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 4-11, abril 2005

11 pensava-se em três zonas, mas as outras se favelizaram, uma delas a Fazenda Botafogo (atual Acari). Santa Cruz era uma zona rural, colonizada por padres jesuítas holandeses. A região era um charco, por isso existem os dois canais. Revista do IRB Qual o peso do Pan-americano nessa retomada do Rio de Janeiro? Marcílio Marques Moreira É importante aproveitar a oportunidade. Há seis anos, trabalhei no primeiro governo de César Maia, como secretário de Políticas Públicas. Antes mesmo de tomarmos posse, estivemos com o grupo que planejou as Olimpíadas de Barcelona. Eles deixaram claro que Barcelona não foi preparada para as Olimpíadas, mas as Olimpíadas foram usadas para preparar a Barcelona do futuro. O Rio enfrenta problemas por causa das constrições e restrições orçamentarias, nos três níveis. Infelizmente, o diálogo entre o governo municipal, o governo estadual e o governo federal tem muitos atritos, não flui como mereceria a população. Mas, talvez, o próprio Pan-americano seja um fator para superar isso, pois não dá para fazer vexame aqui e um ficar colocando a culpa no outro. O Panamericano é um aglutinador e mobilizador. Revista do IRB Até agora, a maior parte dos fatores de recuperação do Rio que o senhor citou estão concentrados na capital. Como o senhor vê o potencial do interior, até por causa de problemas aqui citados, como a favelização? Marcílio Marques Moreira A petroquímica é em Itaguaí, portanto, fora da capital. Há previsão de um grande investimento automobilístico em Porto Real. Temos que ficar atentos a certos problemas, mas há um bom potencial. No interior há cidades muito interessantes, como Resende, por exemplo, ou as cidades do petróleo, como Macaé, onde também há uma grande atividade. A serra ganhou uma coisa não propriamente nova, mas muito renovada, que é o turismo. Pousadas de boa qualidade como há hoje, não tínhamos antigamente. Itaipava é um interessante centro gastronômico. Visconde de Mauá, Penedo, onde estive hospedado por duas vezes. Fui convidado por uma universidade para fazer uma conferência na Academia Militar das Agulhas Negras e fiquei muito surpreso. O auditório tem três mil lugares e o evento contou com a presença de generais e coronéis. Antes da conferência, fizeram questão de apresentar um concerto com uma orquestra, que eles chamam de banda sinfônica, de ótima qualidade, uma beleza, formada na própria Academia. Revista do IRB Qual a expectativa em relação ao projeto das PPPs e quais os projetos prioritários para o Rio? Marcílio Marques Moreira A partir desses projetos existe a possibilidade de se construir o anel rodoviário, ligando Caxias até Itaguaí, Sepetiba, tirando o trânsito de dentro do Rio. É muito importante. Houve uma reunião de um de nossos conselhos, o de política econômica, onde o cônsul geral da Inglaterra, que é integrante do conselho, citou, inclusive, que em seu país há projetos de PPP em R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 4-11, abril

12 atividades não suficientemente lucrativas para justificar o investimento, mas que têm uma certa sustentabilidade. Talvez não a parte de segurança, mas presídios, que estariam ligados à atividade de hotelaria. Muita coisa que o Estado, evidentemente, não está muito preparado para fazer. A Polícia Militar não sabe nada desse ramo. Não sei se estaríamos suficientemente maduros para esse tipo de atividade, mas certamente há carências para construção de estradas. Na parte de energia elétrica, estamos relativamente bem com a inauguração de duas termelétricas. Existem problemas exatamente porque foram feitos contratos numa época de crise, que a Petrobras está querendo rever. Revista do IRB De qualquer forma, o investidor só toma a decisão a partir das garantias oferecidas... Marcílio Marques Moreira Sim. Aliás, nos últimos quatro anos, um grupo estudou os projetos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) junto ao setor privado. Hoje em dia as companhias de seguros e resseguros já têm produtos para o chamado risco político, que é um risco cambial, e estão desenvolvendo o risco regulatório. Se alguém fizer um investimento e o marco regulatório for mudado, essas companhias estariam protegidas. E, talvez, o BID poderia assumir uma parte do risco. A lógica do BID entrar é que o Banco tem diálogo com os governos dos países, o que poderia contribuir exatamente para evitar o risco regulatório. Hoje em dia, um dos principais fatores que afastam os investidores é a insegurança regulatória. Por isso é interessante promover a consolidação do marco regulatório de seguros antes, para depois não ter que mudar as regras. Revista do IRB Então a legislação regulatória deve vir antes da criação de um Centro Internacional de Seguros e Resseguros no Rio? Marcílio Marques Moreira Sim. Uma coisa que aconteceu na energia elétrica é que, como não havia marco regulatório, houve a necessidade de se fazer um marco contratual. De novo, o governo fica mais desprovido. Por exemplo, a adoção do índice IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado, elaborado, no Rio, pela Fundação Getúlio Vargas). Isso acontece também em relação ao setor de seguros. Temos, na Previdência, certos benefícios ligados ao IGP-M. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) está querendo rever esse índice, o que é difícil justamente porque há uma série de contratos ligados a ele. Mas é um índice que na economia moderna não faz sentido. É composto, em 60%, pelos preços do atacado (Índice de Preços no Atacado - IPA), 30% referentes a consumo e 10% da construção civil. Qual a lógica desta salada, que mistura banana com laranja? O IPA é muito ligado ao dólar e o dólar é muito volúvel. E uma atividade como a construção civil pode estar em um período de expansão ou estagnação. Sem dúvida, um Centro Internacional de Seguros e Resseguros pode tornar o Rio um centro irradiador de negócios e formação profissional, empregos e todas as atividades ancilares. Revista do IRB Como isto afeta o setor de seguros? Marcílio Marques Moreira Duplamente. Porque há alguns contratos com a 10 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 4-11, abril 2005

13 Previdência ligados ao IGP-M, outros ao IPCA. Mas, para fazer isso, as próprias companhias de seguros têm que investir sua reserva técnica em IGP-M. O governo está tentando sair do IGP-M, sair do dólar. Por aí vemos o quão complexo é esse problema. O resseguro no exterior é cotado em dólar. No passado, aqui no Brasil só se conhecia a valorização do dólar e todos faziam headge para se proteger. Agora muito poucas pessoas fariam isso. Revista do IRB Há quem defenda a desfusão dos estados do Rio e da Guanabara. Acredita que isso possa alavancar as duas economias? Marcílio Marques Moreira A idéia tem certo charme e reflete muito o sentimento de insegurança e até mesmo de indignação da população com essa falta de segurança. Eu mesmo fui assaltado em casa, levaram muitas coisas que estavam no seguro, o que é muito raro no Brasil. No passado, só se conseguia fazer isso através de companhias estrangeiras, hoje as brasileiras já operam. Elas pagaram o seguro, mas isso não compensa o trauma e o valor afetivo dos bens perdidos. Realmente, muitos problemas do Rio vieram da transferência da capital para Brasília. Trabalhei na Companhia de Desenvolvimento do Estado da Guanabara entre 1965 e 1968, quando havia cinco anos da transferência da capital. Via-se claramente a transferência de pessoas e de investimentos, pois o governo federal investia aqui. Mudou o eixo. E depois veio a fusão. A população está muito revoltada e, daí, vem essa idéia da desfusão. Mas ela não é realista. O petróleo, por exemplo, não está na capital e uma desfusão faria a capital perder os recursos dos royalties do petróleo. O que se poderia fazer é retomar a idéia de regiões metropolitanas, já que a população da Baixada Fluminense, por exemplo, usa as escolas, universidades, hospitais, sobretudo hospitais, da capital. Isso sobrecarrega a estrutura da cidade. Sou pela abordagem sistêmica, que está próxima dessa idéia de região metropolitana. Revista do IRB Mudando um pouco de assunto, temos tido notícias do lançamento de sua candidatura ao Governo do Estado. O senhor tem projetos políticos? Marcílio Marques Moreira Governar um estado é uma coisa muito complexa. A relação com a Assembléia Legislativa é difícil. O próprio marco regulatório eleitoral privilegia certo tipo de atuação que não é benéfica. Agora, uma coisa muito positiva no Rio de Janeiro atualmente é a atuação do Judiciário. Hoje em dia, o Judiciário mais eficiente do Brasil é o do nosso Estado. Ao entrar com uma ação no Tribunal de Justiça, o cidadão fluminense espera no máximo uma semana para que ela seja distribuída. A lentidão no restante do país é inacreditável. Além disso, no caso do estado do Rio de Janeiro, há um crescente interesse pela arbitragem, e a Associação Comercial, juntamente com a Fenaseg, Firjan e a Fecomercio, têm um tribunal arbitral que está funcionando muito bem. Isso agiliza o processo. Com relação a projetos politicos, isto se deve ao entusiasmo dos nossos diretores, associados. Venho de uma grande família de políticos, mas o meu momento político já passou. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p. 4-11, abril

14 PANORAMA DO MERCADO OS NÚMEROS DE 2004 O presidente do IRB-Brasil Re, Luiz Appolonio Neto, anunciou no mês de março o maior lucro da história da empresa. O IRB-Brasil Re obteve lucro líqüido de R$ 432,655 milhões em 2004, com expansão nominal de 32% em relação a 2003, de R$ 327,986 milhões. O patrimônio líqüido da empresa ficou em R$ 1,379 bilhão, com incremento de 14% em relação ao R$ 1,210 bilhão do ano anterior. A rentabilidade do patrimônio líqüido inicial ajustado foi de 36,3% (31,6% em 2003). Excluindo-se a receita referente aos negócios de Previdência Complementar Aberta e Capitalização, o setor de seguros teve crescimento de 20,82%, arrecadando R$ 45,099 bilhões em Desse volume, o IRB-Brasil Re registrou receita de prêmios emitidos de R$ 2,853 bilhões em prêmios totais, praticamente o mesmo nível de 2003 (R$ 2,877 bilhões). O percentual de prêmios cedidos para o exterior, no montante de R$ 1,410 bilhão, apresenta redução de 11,88% em relação ao ano de 2003 (R$1,600 bilhão), implicando aumento de 6,03 pontos percentuais no índice de retenção de resseguro no País, que atingiu 50,07% do prêmio total auferido pela empresa (44,04% em 2003). O total de prêmios ganhos foi de R$ 1,394 bilhão, apresentando crescimento de 11,64% em relação a 2003 (R$ 1,248 bilhão). A maior arrecadação esteve, mais uma vez, por conta do ramo Incêndio (R$ 517 milhões), seguido pelos ramos Responsabilidade Civil Geral, Garantia e Transportes Internacionais, que respondem, em conjunto, por cerca de 60% do prêmio retido pela Empresa. As despesas com sinistros, ou seja, custo final do IRB no montante de R$ 655 milhões em 2004, apresentaram aumento de 32,91% em comparação a 2003, porém, refletindo baixo índice de sinistralidade: 46,98% ante 67,01% apurado pelo mercado em O resultado operacional, assim como ocorreu com a sinistralidade, teve um desempenho positivo no exercício de 2004, atingindo a cifra de R$ 645 milhões, contra R$ 695 milhões em RESSEGURO EM CENA No último dia 9 de março foi realizado o evento de premiação do Concurso de Monografias de Resseguro promovido pela Funenseg e pela AON Re Brasil. Antonio Nunes Pereira foi o primeiro colocado com o trabalho A Importância do Resseguro para a Preservação da Solvência de Seguradoras Uma Abordagem Exploratória e Introdutória. Leandro de Andrade Carvalho, funcionário do IRB-Brasil Re, ficou em segundo lugar com a monografia O Resseguro nos Seguros de Vida e na Atividade de Previdência Privada. Antonio acredita que sua obra será importante para outras pessoas que, assim como ele, se interessam pelo assunto: Espero que a minha monografia ajude profissionais, estudantes e pesquisadores que procuram material sobre o setor, e que possa despertar interesse na criação de outras publicações do gênero. Ele destacou, ainda, a ajuda recebida da Biblioteca do IRB-Brasil Re e da Funenseg, onde fez grande parte de sua pesquisa. Leandro, que trabalha na área de planejamento estratégico do IRB- À direita, Antonio Nunes Pereira, e Leandro de Andrade Carvalho, funcionário do IRB-Brasil Re Brasil Re, vê o estudo do resseguro como uma ferramenta de trabalho. Para ambos, a principal dificuldade enfrentada para a realização do trabalho foi a pequena quantidade de material de pesquisa, fato que reforça a importância do concurso para a criação de uma literatura mais ampla e inédita sobre o tema. Outro funcionário da empresa, José Francisco da Silva, foi parabenizado pela qualidade do seu trabalho, Solvência das Seguradoras análise e solução de resseguro. 12 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p , abril 2005

15 PANORAMA DO MERCADO Responsabilidade Social em alta Vista cada vez mais como um tema importante no mundo corporativo, a responsabilidade social foi tema de pesquisa realizada pela Economist Intelligence Unit, The importance of corporate responsibility. Segundo os dados coletados, 85% das pessoas ouvidas declararam que na hora de decidir no que investir, a responsabilidade corporativa é um tema central ou importante. Ainda segundo a pesquisa, que teve o patrocínio da empresa de informática Oracle, os aspectos mais importantes da responsabilidade social são: comportamento ético, bom relacionamento interno e transparência nos acordos corporativos. Mega-riscos A Munich Re, maior resseguradora do mundo, em documento divulgado em uma conferência de imprensa sobre riscos naturais nas chamadas megacidades, informou que Tóquio e São Francisco são as cidades que enfrentam o maior potencial de sofrer danos decorrentes de desastres naturais, como terremotos. Elas são seguidas por Los Angeles, Osaka, Miami, Nova York e Hong Kong. A Munich Re alertou que as grandes cidades representam um desafio cada vez maior para o setor de seguros porque, com freqüência, acumulam grandes quantidades de apólices de seguros. AIDA lança Prêmio para estimular a Investigação científica A Associação Internacional de Direito do Seguro-AIDA, com o apoio da AON Re Global, acaba de lançar um prêmio para estimular a investigação científica e o estudo sobre o Direito do Seguro. O trabalho pode tratar de qualquer tema relacionado ao Direito do Seguro e do Resseguro. O prêmio é de oito mil euros para o primeiro lugar e de dois mil euros para o segundo colocado. Mais informações em Navalshore discutirá seguro-garantia A Navalshore 2005 II Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore reunirá de 11 a 13 de maio, no Píer Mauá, porto do Rio, fornecedores de navipeças, estaleiros e armadores. O tema da conferência do dia 12 é A modelagem do seguro-garantia, relacionado aos contratos de construção de navios. Este seguro tornará viável novos empreendimentos com os estaleiros nacionais, que passam por período de reestruturação e aguardam com expectativa a encomenda de 22 navios pela Transpetro, já decidida. Mais informações no site História do seguro no cinema O corretor de seguros Joaquim Fonseca, primeiro presidente e fundador do Sincor-GO, concluiu curso de direção cinematográfica e está escrevendo um roteiro para filmar um documentário sobre os fatos que marcaram a história do seguro no Brasil. O objetivo é atingir o grande público, que conhece muito pouco da história da atividade no país, ao mesmo tempo em que resgata fatos importantes desta história. Interessados em colaborar podem mandar para R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p , abril

16 PANORAMA DO MERCADO China Life no IRB-Brasil Re Em janeiro, representantes da China Life Insurance Company Limited, estatal que controla metade do mercado de seguros chinês, estiveram na sede do IRB- Brasil Re no Rio de Janeiro. A China Life é presidida desde o ano 2000 por Wang Xianzhang, um executivo que trabalha na área de seguros desde 1965 e que respondeu a algumas perguntas da equipe da Revista do IRB. Segundo ele, esse foi apenas um primeiro encontro, de compreensão e de conhecimento das pessoas. Agora, daqui para frente é trabalho. A próxima reunião será na China, finalizou. Qual o tamanho do mercado segurador na China? No último censo realizado pela China, no final do ano de 2004, a população ficou em torno de 1,3 bilhão de habitantes. O desenvolvimento dos seguros privados na China nesses últimos anos é proveniente da reforma econômica desenvolvida no país. Na década de 1980, quando houve a abertura econômica na China, havia apenas uma empresa seguradora, uma operadora privada. Agora, passados 20 anos, somos 40, sendo que, entre estas, acredito que 31 trabalhem com previdência e seguro de vida. Houve também um crescimento muito acelerado da taxa do prêmio, do dinheiro que se arrecada. Em 2003, por exemplo, no seguro de vida houve um crescimento do valor em 40%. No ano passado foi regulado pelo governo e caiu para 7,2%. O prêmio total no ano passado foi de 330 bilhões CNY (moeda chinesa). Destes, cerca de 70% se situam no ramo vida. Wang Xianzhang, presidente da China Life Fotos Marcio RM Como funcionam as regras para entrada de empresas estrangeiras no mercado chinês de seguros? No ano passado, a China entrou em acordo com a OMC. Em dezembro, a China abriu totalmente o mercado de seguros para as empresas estrangeiras. Agora, temos 40 grandes empresas internacionais atuando na China, com mais de 70 escritórios. E como prometido pelo governo chinês, o seguro de propriedade pode ser administrado exclusivamente pela empresa estrangeira. Mas, em relação a seguro de vida, a participação da empresa estrangeira está limitada a 50% do capital. Em relação aos produtos, também houve 14 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p , abril 2005

17 PANORAMA DO MERCADO uma abertura muito grande. Antigamente só existia abertura para o seguro individual. Hoje, as empresas estrangeiras podem atuar também em seguros de empresas. Além disso, podem atuar também em aposentadorias privadas e seguros de saúde. Há espaço para a participação de empresas brasileiras neste mercado? O crescimento chinês é o mais acelerado do mundo. No ano passado, foi de 9%. A estimativa para este ano é de 8%. E o nível de vida, a qualidade de vida do chinês, melhora a cada ano. Os nossos valores de consumo também estão mudando. Até pouco tempo atrás, os três produtos mais desejados eram a televisão, a máquina de lavar roupa e a geladeira. Hoje é o seguro, o automóvel e a casa própria. O mercado chinês de seguros é extremamente promissor se você levar em conta que o nosso valor é quatro vezes o de Cingapura. Eu estava folheando a revista (Revista do IRB 296) e vi a foto do encontro dos dois presidentes (do Brasil e China). Naquela matéria vocês dizem que esperam, em breve, poder realizar mais parcerias e intercâmbios com a China. Isso é uma coisa certa. Vemos que há uma complementaridade entre as duas economias. Em alguns aspectos, o brasileiro possui mais experiência do que o chinês e, em outros, o chinês possui mais experiência do que o brasileiro. Então, eu digo aos nossos amigos brasileiros que, independente do que você faça dentro do mercado de seguros, resseguro e cosseguro, o mercado chinês é muito bom. O mercado de seguro chinês é, sozinho, maior que todo o mercado latino-americano, correspondendo a 1,6% do mercado mundial. A China Life tem planos de se expandir em outros mercados, como o Brasil? Em dezembro de 2003, colocamos nossas ações no mercado dos EUA e de Hong Kong, ao mesmo tempo em que estamos vendo um crescimento econômico bastante acelerado na China. E isso é bastante promissor para o nosso ramo. Porque, além do crescimento econômico, somos muitos. Somos 1,3 bilhão de chineses. Isso significa um crescimento não somente acelerado, mas de um volume gigantesco. O que para nós, do ramo de seguros, é muito importante. A China Life pretende, num futuro próximo, atuar no mercado externo. Agora só temos um escritório fora da China, em Hong Kong. Finalizando, como é a previdência social na China? Existe uma previdência privada complementar ou o governo é responsável sozinho pelas aposentadorias? Antes tudo era responsabilidade do governo: a aposentadoria, a previdência, a educação, saúde... Em todos os aspectos a responsabilidade era do governo. Após a reforma, parte é do governo e parte é de empresas privadas. Hoje, a aposentadoria e a saúde cobrem as necessidades básicas da população chinesa. Elas dão um básico determinado pelo governo chinês. Mas, ao mesmo tempo, o governo incentiva as empresas a realizar seguros privados para seus funcionários. Então, se uma empresa privada na China oferece, além da previdência, um seguro privado para seu funcionário, ela torna-se isenta de algumas responsabilidades e desfruta de alguns benefícios concedidos pelo governo. A previdência social é calculada em cima das necessidades básicas de um trabalhador chinês e, por ano, ele pode usar um valor fixado para a saúde. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p , abril

18 NA ESTANTE Seleção de obras disponíveis na Biblioteca de Seguros Rodrigo Médicis pertencentes ao acervo da empresa. A biblioteca está aberta para consulta diariamente das 9 às 17 horas, na Av. Churchill, 182, Castelo, RJ. Informações pelos telefones (21) , (21) ou pelo site RESPONSABILIDADE CIVIL NA GESTÃO DA QUALIDADE UMA ESTRATÉGIA MULTIDISCIPINAR DE PREVENÇÃO DO DANO Carlos Afonso Leite Leocadio, Edgard Pedreira de Cerqueira Neto, Luizella Giardino Barbosa Branco Fundo de Cultura / Editora Forense Com uma leitura fácil e dinâmica, este livro pretende associar o tema da gestão de qualidade à Responsabilidade Civil, analisando a possibilidade de se calcular o risco de cada etapa em uma cadeia produtiva, o que poderia antecipar as conseqüências legais de cada passo. É o que se denomina Qualidade com Reponsabilidade QcR. ANUARIO ESPAÑOL DE SEGUROS Coordenação Geral: Juan Manuel Blanco INESE Listagem das diversas entidades e empresas do setor de seguros e resseguros na Espanha. Contém, ainda, guia de serviços, instituições científicas e culturais, endereços de associações e, em anexo, uma análise do desempenho do mercado segurador na Espanha em Vem com um CD Rom. GROUP INSURANCE William F. Bluhm Editor Robert B. Cumming, Alan D. Ford, Jerry E. Lusk, Peter L. Perkins Editores Associados Actex Publications Esta é a quarta edição de um dos maiores tratados sobre o tema do seguro de grupo. Revisto e atualizado, Group Insurance analisa importantes aspectos do seguro de grupo nos Estados Unidos e no Canadá, relacionados aos ramos de vida e saúde, com ênfase nos aspectos atuariais deste campo importante do seguro. INTEGRACIÓN DEL SISTEMA FINANCIERO MERCOSUR APOYO AL MERCOSUR PARA LA ARMONIZACIÓN DE LOS MECANISMOS DE SUPERVISIÓN GLOBAL CONSOLIDADA Consultores/Claudio Ness Mauch, Raúl Alberto Fuentes Rossi, Aécio Cordeiro Neves Banco Interamericano de Desarrollo Financiado pelo BID, a realização deste trabalho, supervisionado pelo Banco Central do Brasil, teve como objetivo realizar um diagnóstico detalhado no âmbito do sistema financeiro de cada país membro do Mercosul. SEGUROS PARA RISCOS AMBIENTAIS Walter Polido Editora Revista dos Tribunais Em vários países, os mercados de seguros têm buscado aprimorar os mecanismos relacionados com a proteção securitária dos riscos ambientais, criando soluções que tornem cada vez mais compatíveis as expectativas da sociedade com as reais possibilidades do mercado segurador. Diversas são as questões relacionadas e o segmento se torna, a cada dia, uma disciplina complexa e necessariamente apartada dos demais segmentos de seguros, dada a sua especificidade. Não há, em princípio, fórmulas totalmente prontas e já largamente conhecidas e testadas neste segmento. Em seu segundo livro sobre o tema, Walter Polido, especialista em Riscos Ambientais, retorna ao complexo e desafiante Seguro para Riscos Ambientais, desta vez publicado pela RT Editora. O autor traça comparativos entre os diversos mercados seguradores e resseguradores do mundo, estabelecendo posições em relação ao estágio atual do Brasil neste contexto. 16 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p , abril 2005

19 JURISPRUDÊNCIA JURISPRUDÊNCIA 2004 Decisões dos Tribunais publicadas em 2004 e compiladas pela Biblioteca Rodrigo Médicis RESPONSABILIDADE CIVIL AÇÃO CONTRA A SEGURADORA É possível, no direito brasileiro, a ação direta da vítima do dano contra o segurador do responsável civil do dano, pois, apesar de não ser parte do contrato, é o seu beneficiário. Assim sendo, nada obsta que acione a seguradora para obter a quantia devida a título de reparação de dano, desde que prove o prejuízo sofrido. (1º TACív. SP Ac. unân. da 10ª Câm. De Ap Rel. Des. Ênio Zuliani Maria das Dores de Souza Madureira X João Marcelo Alves Pereira) In Boletim COAD / ADV n. 1 /2004, p. 10 Ementa SEGURO SAÚDE CONTRATO CELEBRADO ANTES DA LEI Nº /98 A matéria em exame é, sem a menor dúvida, conflitante, na medida em que envolve interesses complexos, um dos quais, o próprio direito à vida e à saúde, cuja proteção é de natureza constitucional. A cláusula do contrato que merece exame aqui é a décima sexta, cuja redação é a seguinte: Em nenhuma hipótese, em cada 12 (doze) meses de vigência do contrato, o período de internação, contínuo ou não, poderá ser superior a 30 (trinta) dias, nãocumulativos, exceto as internações em CTI, CETIN, Unidade Coronariana ou Unidade Respiratória, em que esse período fica limitado a 10 (dez) dias, também não-cumulativos. A esposa do apelante necessitou de internação hospitalar no Hospital Santa Mônica, em Niterói, no dia , acometida que estava de meningite tuberculosa, ocasião em que a apelada negou a cobertura financeira da internação, bem como o fornecimento de exames complementares indispensáveis, exatamente sob a invocação de cláusula 16ª do contrato. A doutrina e a jurisprudência são pacíficas no sentido de que inexiste limitação de prazo para a internação, que é devida enquanto necessária for. As regras próprias do processo cautelar inominado não seguem o rígido princípio dispositivo do processo civil em geral e a lei concede ao magistrado o poder geral de cautela, exatamente porque a ausência de normas específicas para todos os casos poderia resultar em danos irreparáveis para a parte. No mais, o julgador não pode olvidar que, na aplicação da lei, deverá sempre atender aos fins sociais e às exigências do bem comum. (TJ-RJ Ac. unân. da 13ª Câm. Cív., publ. em Ap Rel. Des. Azevedo Pinto José Pinto Júnior X AIS Associação para Investimento Social) In Boletim COAD / ADV n. 1 /2004, p. 9 Ementa SEGURO VEÍCULO AUSÊNCIA DE CO- MUNICAÇÃO DA VENDA À SEGURADORA Quando o segurado deixa de cumprir as obrigações convencionadas na apólice, omitindo-se em fazer, por exemplo, comunicação imediata à seguradora, por escrito, sobre a transferência de posse ou propriedade do auto segurado decorrente da apólice, em função da perda do direito relativo ao seguro do automóvel. A lei não determina a obrigatoriedade de o seguro ser automaticamente honrado pela seguradora, em relação à parte distinta daquela que figurou no contrato. Não é abusiva, nem iníqua a cláusula do contrato de seguro de veículo automotor que prescreve a comunicação da transferência da apólice para o adquirente do bem, sob pena de isentar a seguradora de responsabilidade C. Civil, artigo Provimento do recurso, para reformar a sentença e julgar o pedido inicial como improcedente. (TJ-RJ Ac. unân. da 16ª Câm. Cív., publ. em Ap /2001 Rel. Des. Ronald Valladares Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais X Paulon Sérgio Pascoal) In Boletim COAD / ADV n. 3 /2004, p. 41 Ementa SEGURO INADIMPLEMENTO DA SEGU- RADORA LUCROS CESSANTES CABIMENTO A seguradora é obrigada ao pagamento da indenização dos danos provocados por sinistro contemplado na apólice, nas condições contratadas. Porém, se do descumprimento do contrato pela seguradora surgem danos ao segurado, que por isso fica impossibilitado de retomar suas atividades normais, por esse dano provocado pelo seu inadimplemento responde a seguradora. Deferimento da parcela que, nas instâncias ordinárias, foi definido como sendo de lucros cessantes. (TJ-RJ Ac. unân. da 10ª Câm. Cív., publ. em Ap /2003 Rel. Des. Ivan Cury Sul América Companhia Nacional de Seguros X Geovania Alves da Silva Oliveira) In Boletim COAD / ADV n. 10 /2004, p. 153 Ementa R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p , abril

20 18 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 65, n. 299, p , abril 2005

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