Contagem de Ciclistas

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1 Contagem de Ciclistas Cruzamento da Av. Augusto Franco com Av. Gonçalo Rollemberg Leite Aracaju Sergipe Quarta-feira, 23 de abril de Imagem:Ciclo Urbano

2 1- APRESENTAÇÃO A Organização Não Governamental Associação Ciclo Urbano, fundada em 2007, tem por finalidade promover à utilização da bicicleta, como também o uso de outras formas de locomoção e transporte a propulsão humana, com integração ao transporte público motorizado, fiscalizando-o e propondo melhorias em sua qualidade e eficiência na cidade de Aracaju. Em março de 2013, a Associação Ciclo Urbano, participou do Workshop A Promoção da Mobilidade por Bicicletas no Brasil, promovido pela ONG Transporte Ativo e realizado na PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro). Durante o workshop, foi ensinada a metodologia para realizar a contagem de ciclistas. A partir da interpretação dos dados recolhidos durante a contagem, podemos perceber a real necessidade da implantação de políticas públicas que promovam melhorias na infraestrutura cicloviária da cidade de Aracaju, juntamente com os órgãos de planejamento municipal. Para tanto, este documento pretende subsidiar a qualquer interessado dispondo informações relevantes através de dados estatísticos, baseados em metodologias científicas respaldada por pesquisadores e instituições públicas e ONG s sobre a demanda de fluxo de ciclistas e quais os caminhos percorridos pelos mesmos na esquina das Avenidas Augusto Franco com avenida Gonçalo Rolemberg Leite, Bairro Siqueira Campos.

3 2- INTRODUÇÃO A contagem de ciclistas foi realizada no cruzamento da Av. Augusto Franco com a Av. Gonçalo Rolemberg Leite, demonstrado na imagem abaixo. A ciclovia da Av. Augusto Franco (popularmente conhecida como Av. Rio de Janeiro) foi a primeira ciclofaixa construída em Aracaju, a sua construção foi motivada por esta avenida ser um importante trecho de ligação entre as várias zonas residenciais de Aracaju. Imagem I: Área de Contagem. Fonte: Mapa Cicloviário de Aracaju - Google Maps, Adaptação Associação Ciclo Urbano. Em 3 de abril de 2013, a Associação Ciclo Urbano, realizou a primeira contagem manual de ciclista e o local escolhido foi justamente esse, pelo fato de ser um trecho que possui historicamente um movimento intenso de ciclistas. Devido a essa grande circulação, se fez necessária a aplicação da segunda contagem no mesmo local para que possa ser analisado itens de fluxos, circulação, tipo de usuário e rotas utilizadas e avaliar questões importantes para os usuários de bicicleta nesta região. Assim como há um ano atrás, a metodologia de Aplicação da Contagem de Ciclistas é realizada com o preenchimento da planilha (ANEXO 1) que contém a área delimitadora das direções, sentidos de chegada e de saída do ciclista no local da pesquisa. Seguindo a metodologia, a contagem também coletou informações complementares como o tipo de

4 bicicleta (cargueira, serviço e normal), o uso de capacete, se o ciclista leva um carona e o gênero do ciclista. 3- CONTAGEM DE CICLISTAS. Para quantificar o volume de ciclistas no local, a Associação Ciclo Urbano realizou na quarta-feira, dia 23 de abril de 2014, no intervalo entre as 06:00 e as 19:00 horas, a 6ª Contagem de Ciclistas, com o objetivo de levar à Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), a Secretaria Municipal de Transportes (SMTT) e demais órgãos interessados os resultados e discussões deste estudo, permitindo assim, uma melhor avaliação da área para futuros projetos e intervenções no local. A metodologia de Aplicação da Contagem de Ciclistas é realizada com o preenchimento da planilha (ANEXO 1) que contém a área delimitadora das direções, sentidos de chegada e de saída do ciclista no local da pesquisa. A contagem manual nos permite quantificar e, observar vários itens correspondentes ao deslocamento por bicicletas assim como o comportamento dos ciclistas que transitam pela região, facilitando assim, a adoção de medidas e ações. 4- RESULTADOS Adotando os sentidos referenciados na planilha de contagem (ANEXO I) e conforme os dados da imagem II e da tabela de fluxo abaixo, foi constatado 23,72% do fluxo de ciclistas tiveram como destino a Av. Tancredo Neves com destino para Av. Beira Mar (21,42%) e que 31,25% do fluxo de ciclistas tiveram destino em direção ao bairro Siqueira Campos 23,60% e 23,60% ao bairro Ponto Novo. Com relação a origem, foi constatado que 23,53% do fluxo de ciclistas tiveram como destino a Av. Tancredo Neves 20,20% a Av. Beira Mar e que 56,27% do fluxo de ciclistas tiveram o destino em direção ao bairro Siqueira Campos (30,72%) ou ao bairro Ponto Novo (25,55%). Fluxo Destino Percentual 620 Av. Tancredo Neves 23,72% 817 Bairro Siqueira Campos 31,25% 560 Av. Beira Mar 21,42% 617 Bairro Ponto Novo 23,60%

5 Fluxo Origem Percentual 615 Av. Tancredo Neves 23,53% 803 Bairro Siqueira Campos 30,72% 528 Av. Beira Mar 20,20% 668 Bairro Ponto Novo Tabela I: Fluxo origem e destino e percentual. Fonte: Associação Ciclo Urbano. 25,55% Na análise de origem/destino, observa-se que a região do Bairro Siqueira Campos é o principal gerador de fluxo de bicicletas. O que interpreta-se que esta região pode ser considerada prioritária para a inserção de infraestrutura cicloviária, já que a demanda de origem e destino concentra-se nos bairros da qual mesma faz parte. Realizando um comparativo com a contagem anterior percebe-se que taxa percentual de variação entre a origem e destino é de 2% para mais ou para menos. Esta porcentagem mostra que a o fluxo de ciclistas é quase o mesmo o que comprova a inexistência de atrativos para novos ciclistas. Nas demais regiões, observa-se que há uma proximidade da porcentagem dos fluxos. Esta análise, respaldada pela observação no momento da contagem, faz constatar que grande parte dos ciclistas que transitam neste cruzamento são originários de zonas periféricas da Cidade de Aracaju com destino para as demais regiões e que a maioria utiliza a bicicleta como meio de transporte casa/trabalho e trabalho/casa..

6 Imagem II: Sistematização da contagem de ciclistas e especificação da Origem/Destino da área de contagem.

7 Sobre a relação gênero masculino e feminino, observa-se que a maior porcentagem é de ciclistas homens e que somente 4,09% do total dos transeuntes são do gênero feminino. Esta análise, sugere que seja iniciado um processo de formação educativa e de incentivos às mulheres para utilizarem a bicicleta diariamente nos seus deslocamentos. Em comparação a contagem anterior, percebe-se que percentualmente, em relação a percentual total, houve um aumento de mulheres, mas numericamente houve uma redução de 16 mulheres com relação a contagem de Mais uma vez reforça-se que o poder público, a sociedade civil organizada e as empresas possas incentivar o uso da bicicletas também para as mulheres podendo assim estabelecer uma equidade de gênero neste meio modal.

8 A relação ciclistas/hora objetiva-se na análise dos quais os horários de picos de fluxo de ciclistas e qual a relação dos mesmos no tipo de deslocamento. Observando a tabela acima, ocorre a existência de picos entre os horários entre 7h00 e 8h00 da manhã e entre as 17h00 e as 18h00. Este fluxo justifica-se pelo uso da bicicleta para o deslocamento, casa/trabalho e trabalho/casa, já que o principal indutor de mobilidade tanto para automóveis como para bicicletas na cidade de Aracaju concentra-se neste horário e para este fim. Estes dados mostram que as infraestruturas cicloviárias devem ser pensadas, projetadas e executadas com o foco neste tipo de deslocamento a fim de diminuir a relação de conflito entre o automóvel e a bicicleta, além de ações educativas que priorizem o compartilhamento das vias durante todo o dia. Realizando a análise sobre a média de ciclistas, observa-se que 201 ciclistas/hora é um número expressivo, já que calcula-se que há um fluxo médio superior a 3 ciclistas por minuto na área de contagem. Em comparativo a contagem realizada no ano anterior percebe-se uma redução, já que em 2013 a média era de 222 ciclistas/hora e nesta contagem é de 201 ciclistas/hora. Esta observação mostra que mesmo sendo realizados estudos para subsidiar o poder público na tomada de decisões não houve nenhuma ação efetiva nesta região que oferecesse uma aumento da quantidade de ciclistas.

9 Esta abordagem reforça que cada vez mais o poder Público Municipal em parceria com os demais órgãos responsáveis, deve buscar novas formas intervenção a fim de melhorar a infraestrutura cicloviária de Aracaju, já que este estudo constata que existe demanda por parte dos usuários. Sobre a análise do tipo de bicicleta, objetiva-se analisar as formas de uso e quais as relações sobre a escolha deste modal. Com esta análise, constata-se que o maior uso, 86,65% é de bicicletas convencionais. Pode-se afirmar que a bicicleta ainda não é muito utilizada nas relações de distribuição e logística de materiais nesta localidade. Em contraponto a esta afirmação, defendemos que a bicicleta tipo cargueira e de serviço possui um grande potencial na distribuição de mercadorias de pequeno e médio porte para curtas e médias distâncias, devido a sua facilidade de locomoção, baixo custo de manutenção e estacionamento. Em comparativo a contagem anterior houve um aumento do número de bicicletas cargueiras em 2013 era de 95 e em 2014 de 133 este aumento mostra que o mercado local vem aderindo a bicicleta como meio de transporte para entrega devido ao seu baixo custo e viabilidade ambiental que é agregada ao serviços que são realizados por bicicleta. Para que este quadro possa ser revertido deve-se iniciar um processo que incentive, junto a pequenas e médias empresas que atuam neste setor de distribuição de materiais, sobre as facilidades e potencialidades do uso da bicicleta como meio modal destes serviços.

10 5- INFOGRÁFICO

11 6- IMAGENS 2614 ciclistas em 13 horas Média de 201,07 ciclistas por hora homens - 95,91%

12 107 mulheres - 4,09% 349 de serviço, 12,48%

13 sendo: 215 normais, 7,60% do total 133 cargueiras, 4,84% do total

14 1 triciclo, 0,04% do total 37 ciclistas de capacete, 1,40%

15 55 com carona, 2,06%

16 7- DADOS DA CONTAGEM Turnos Fluxo Horários 1ª hora 392 ciclistas 6 às 7 2ª hora 338 ciclistas 7 às 8 3ª hora 174 ciclistas 8 às 9 4ª hora 134 ciclistas 9 às 10 5ª hora 75 ciclistas 10 às 11 6ª hora 111 ciclistas 11 às 12 7ª hora 107 ciclistas 12 às 13 8ª hora 106 ciclistas 13 às 14 9ª hora 89 ciclistas 14 às 15 10ª hora 105 ciclistas 15 às 16 11ª hora 165 ciclistas 16 às 17 12ª hora 434 ciclistas 17 às 18 13ª hora 384 ciclistas 18 às 19 TOTAL ciclistas MÉDIA 201,07 ciclistas/hora Horário de Pico Fluxo 6 às 7 e 17 às ciclistas Gênero Quantidade Percentual Homem ,91% Mulher 107 4,09% Total % Tipo Bicicletas em serviço Percentual Normal 215 7,60% Cargueira 133 4,84% Triciclo 1 0,04% Total ,48% Quantidade Percentual Com Capacete 37 1,40% Com carona 55 2,06% Dobrável 2 0,08% Elétrica 1 0,04% Fluxo Destino Percentual 620 Av. Tancredo Neves 23,72% 817 Bairro S. Campos 31,25% 560 Av. Beira Mar 21,42% 617 Bairro Ponto Novo 23,60% Fluxo Origem Percentual 615 Av. Tancredo Neves 23,53% 803 Bairro S. Campos 30,72% 528 Av. Beira Mar 20,20% 668 Bairro Ponto Novo 25,55%

17 ANEXO I

18

19 Equipe da contagem: Breno Correia Djalma Santos Luciano Aranha Marco Antônio Thiago Andrade Infográfico: Fabiana Droppa Análise e Elaboração do Relatório: Luciano Moura Feitosa José Waldson Costa de Andrade Para maiores informações: Associação Ciclo Urbano Esta contagem foi feita de acordo com metodologia desenvolvida pela Associação Transporte Ativo

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