DIRETRIZES PARA A BICICLETA NO PLANO DE GOVERNO DE FERNANDO HADDAD PARA A PREFEITURA DE SÃO PAULO

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1 Promover a sustentabilidade com a melhoria da qualidade de vida e do ar, reduzir os congestionamentos, democratizar o uso do espaço viário, a acessibilidade aos bens e serviços e ampliar a inserção social são objetivos da Política de Mobilidade apresentadas no Programa de Governo do Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo. A gestão e utilização da rede viária do Município deve se basear nos princípios da democracia. O acesso dever ser igual para todos e precisa priorizar ações em defesa da qualidade de vida, considerando a preservação da saúde e do meio ambiente. As estratégias indicadas no nosso Programa de Governo visam além da recuperação e requalificação do sistema de transporte, o planejamento do desenvolvimento urbano da cidade. O objetivo é diminuir a necessidade de deslocamentos com a requalificação dos espaços urbanos e o fortalecimento dos eixos e polos de centralidades. A recuperação, ampliação e qualificação do sistema de transporte coletivo da cidade têm por objetivo transformar o transporte público em uma alternativa competitiva ao transporte individual e com isso conquistar os usuários do automóvel. Faz parte da nossa política de mobilidade promover e incentivar o modo sustentável de circulação a fim de diminuir as viagens motorizadas na cidade. Para isso, é necessário requalificar o sistema viário (as calçadas e travessias) para viagens a pé e criar a infraestrutura para o uso de bicicletas. O transporte por bicicletas no governo do PT deverá ser incentivado e abordado como modal de transporte para as atividades do cotidiano e política efetiva na mobilidade da população. Além das questões ambientais e de saúde pública, o potencial da bicicleta como modal de transporte decorre da sua grande facilidade de locomoção, da flexibilidade do horário de decisão do início da viagem e de sua insuperável vantagem operacional nas viagens curtas, com extensões inferiores a 5 km. Tal compreensão, infelizmente não tem sido a tônica do atual governo. Em uma cidade em que 94% das mais de 305 mil viagens diárias de bicicleta são utilizadas em deslocamentos para trabalho, educação e consumo, não podem contar com apenas 67 km de ciclovias, efetivamente apropriadas para o deslocamento urbano. (Dados atualizados de ONGs e cicloativistas apontam a dimensão de 600 mil viagens/dia). Bicicletas e ciclovias não podem ser entendias apenas como instrumentos de lazer. Iniciativas a favor da bicicleta deveriam ser protegidas e preservadas. Os Planos Regionais Estratégicos das 31 subprefeituras apontavam 367 km de ciclovias ou ciclorrotas planejadas no Plano Diretor Estratégico para serem entregues em 2006 e A atual gestão não consegue nem cumprir os 100

2 quilômetros colocados no Plano de Metas apresentado para a sociedade, o que dizer dos 367 km no PRE. A promoção do uso da bicicleta dentro do contexto de uma política de mobilidade deverá incorporar um Plano Cicloviário, com ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas, infraestrutura, sinalização e normas para consolidar a cultura da bicicleta e ampliar a rede viária apropriada, o que poderá contribuir para a melhoria da circulação na Cidade de São Paulo. O Plano Municipal de Mobilidade da Gestão do PT de julho de 2003, apresentava objetivos para o Sistema Cicloviário, que serão reforçados no atual programa. Articular o transporte por bicicleta com o Sistema de Transporte por Passageiros, viabilizando os deslocamentos com segurança, eficiência e conforto para o ciclista; Implementar infraestrutura para o trânsito de bicicletas e introduzir no planejamento a implantação de ciclovias ou ciclofaixas nos trechos de rodovias em zonas urbanizadas, nas vias públicas, nos terrenos marginais às linhas férreas, nas margens de cursos d agua, nos parques e em outros espaços naturais; Implantar trajetos cicloviários onde as linhas de desejos sejam expressivas para a demanda de viagens por bicicletas; Agregar aos terminais de transporte coletivo urbano, infraestrutura apropriada para a guarda de bicicletas; Promover atividades educativas visando à formação de comportamento seguro e responsável no uso da bicicleta e no uso do espaço compartilhado; Promover o lazer ciclístico e a conscientização ecológica. Dentro desses objetivos, o Sistema Cicloviário do Município deverá ser formado por uma rede viária para o transporte por bicicletas, formadas por ciclovias, ciclofaixas, faixas compartilhadas, rotas operacionais de ciclismo e locais específicos para estacionamento (bicicletários e paraciclos). PROPOSTAS: O Transporte Coletivo e a Bicicleta Será prioridade de nosso governo prover as necessidades dos usuários do transporte público e da bicicleta com a articulação das viagens mais curtas realizadas pela bicicleta com as viagens de média e longa duração realizadas pelo sistema de transporte coletivo. Esta já tem sido a realidade de várias regiões da cidade de São Paulo, principalmente da periferia. Como exemplos citamos os bairros com maior

3 número de viagens de bicicleta na pesquisa OD/07: Grajaú viagens/dia, Vila Maria viagens/dia, Jardim Helena viagens/dia, Jaçanã viagens/dia, Vila Medeiros viagens/dia, Tremembé viagens/dia, Itaim Paulista viagens dia. Ao analisar os dados regionalizados podemos perceber que compõem eixos de viagens e uma grande parte, já têm como destino a integração com o transporte por trens, metrô e ônibus. Nessas regiões, vamos implantar os Sistemas Locais Cicloviários, com ciclofaixas, ciclovias e ciclorrotas, integrados a seguinte rede de infraestrutura: Criar paraciclos públicos (estacionamento de curta e média duração para a bicicleta, com estrutura simples) junto as paradas de ônibus na periferia; Construir quiosque comercial em área contígua às paradas, para ser explorado por particular, que se encarregaria da guarda das bicicletas em especial onde possuam os sistemas troncais; Criar bicicletários nas estações de embarque de trens e de metrôs (em convênio com o governo do Estado); Construir bicicletários nos terminais de sistemas de transporte por ônibus; Ampliação da rede de estacionamento de bicicletas em prédios e equipamentos públicos; Incentivar o suporte para bicicletas em ônibus. Criar Sistemas de Empréstimo e Compartilhamento de Bicicletas pelo Bilhete Único O Governo do PT vai criar um Sistema de Empréstimo e Compartilhamento de Bicicletas (BikeShare) através de uma rede de bicicletas públicas. O Bilhete Único será utilizado como instrumento de controle do empréstimo de bicicletas para viagens dentro de um período de tempo de forma generalizada dentro da cidade para incentivar o uso da bike. Criar o Sistema Cicloviário do Município O Governo do PT terá como metas a criação de um sistema cicloviário do município que contará com as seguintes iniciativas: Integração de Sistemas Cicloviários locais ao Sistema do Município de São Paulo; Criação de 400 km de vias clicáveis em 4 anos (ciclovias, ciclofaixas e ciclorotas); Bicicletários e Paraciclos nos equipamentos de transporte público, nos prédios públicos e normatização nos equipamentos de uso público;

4 Reserva de vagas com paraciclos para estacionar bicicletas nas áreas de Zona Azul; Educação no Trânsito Dentro do Plano de Educação Para um Trânsito Seguro e Sustentável, desenvolveremos as seguintes iniciativas que visam incentivar o uso da bicicleta com segurança: Campanhas de Educação no Trânsito com foco na convivência pacífica e respeito aos ciclistas e a vida; Campanhas de Educação que visam à conscientização das regras de trânsito e deveres de ciclistas e não ciclistas; Reativação do Centro para Educação de Ciclistas no CETET- CET (Centro de Treinamento e Educação de Trânsito voltado para ciclistas); Continuar o programa de bicicletas nos CEUs e estender para algumas escolas da rede municipal e nas atividades complementares. Gestão do Sistema Na Gestão da Política de Mobilidade, vamos tomar as seguintes iniciativas para incentivar e viabilizar o uso da bicicleta: Criação e inclusão do Plano Cicloviário Municipal como parte do Plano Diretor Estratégico e do Plano Municipal de Mobilidade; Regulamentação da Lei /2007 e outras leis que tratam do tema; Criação de um órgão coordenador/gestor do Sistema Cicloviário vinculado à Secretaria Municipal de Transportes; Criação de um Conselho que incorpore setores da sociedade civil e democratize a gestão e a informação, com formato a ser definido a partir de amplo debate com a sociedade. Financiamento Além de recursos orçamentários, destinaremos um percentual do FMDT (Fundo Municipal de Transporte) para a promoção, desenvolvimento, criação e manutenção de um sistema e de uma política para as bicicletas na Cidade de São Paulo. Integração com a região metropolitana Toda a rede e a política para o uso da bicicleta será articulado com os municípios vizinhos, da região metropolitana, principalmente aqueles que hoje já demandam maior número de viagens intermunicipais. Em uma cidade em que se viajam três vezes mais de bicicleta do que de taxi, é imprescindível o poder público desenvolver uma política que viabilize essas

5 viagens de forma segura. O incentivo ao uso da bicicleta é fundamental para a promoção de uma cidade sustentável. Para isso, contaremos com a participação efetiva e de forma democrática da sociedade organizada, da sociedade tanto na elaboração dos projetos quanto no acompanhamento a sua execução. São Paulo é viável, é necessário ousadia e inovação! Este é meu compromisso com a sociedade. Fernando Haddad

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