SERVIÇO DE VACINAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DA MÉDIA MÓVEL ARITMÉTICA PARA PREVISÃO DE DEMANDAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SERVIÇO DE VACINAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DA MÉDIA MÓVEL ARITMÉTICA PARA PREVISÃO DE DEMANDAS"

Transcrição

1 31 de Julho a 02 de Agosto de 2008 SERVIÇO DE VACINAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DA MÉDIA MÓVEL ARITMÉTICA PARA PREVISÃO DE DEMANDAS Mario Lucio de Oliveira Novaes (MADE) Vera Maria Medina Simonetti (MADE) Antonio Augusto Gonçalves (MADE) David Sérgio Adães de Gouvêa (UFJF) Marina Weil Afonso (UFJF) Resumo Atualmente o sistema de saúde brasileiro focaliza suas ações no tratamento das doenças, em detrimento das ações preventivas. Dentre as ações preventivas a vacinação tem um papel estratégico e, para cumprir suas funções, as unidades de vacinnação formam os estoques de vacinas. Este estudo investiga a utilização de um modelo de previsão de demandas -o Método da Média Móvel Aritmética- como ferramenta auxiliar no processo de gestão dos estoques desses insumos. Enfatiza-se a facilidade de elaboração da previsão através deste Método que se mostra um processo de implementação simples, e dispensa a necessidade de grandes conhecimentos matemáticos e investimentos, pelas instituições que o desejem adotar como modelo de previsão de demandas, em softwares ou hardwares sofisticados. Conclui-se que existe a viabilidade de seu emprego para a previsão de demandas de vacinas. A pesquisa mostra-se inovadora ao utilizar modelos de previsão de demandas em um serviço de vacinação, setor onde as decisões sobre os estoques ainda se fundamenta no conhecimento tácito dos gestores. Abstract Currently the Brazilian health system focuses its action in the treatment of the illnesses, in detriment of its prevention. The vaccination, amongst the prevention measures, is strategical, intending to fulfill its functions, the vaccination units form the vaccine supplies. This article studies the

2 Mean Average Arithmetical Method as a model of forecast demands - an auxiliary tool in the management supplies. This simple method is already used in the industry field and excuses the necessity of great mathematical knowledge and investments. One concludes that exists the viability of its use in the forecast demands of vaccine. The research is innovative when uses models of forecast demands in a health sector where the decisions about supplies are still based on the tacit knowledge of the managers. Palavras-chaves: Vacinas. Estoque. Média Móvel. Previsão. IV CNEG 2

3 1. INTRODUÇÃO No setor de saúde brasileiro, contemporaneamente, observam-se quatro aspectos relevantes: (1) a gestão dos estoques de medicamentos e de imunobiológicos carece de estudos que apontem técnicas alternativas para sua gestão (GONÇALVES, NOVAES e SIMONETTI, 2007); (2) a aleatoriedade se mostra presente nas demandas desses insumos (NOVAES, 2007); (3) a capacidade de atendimentos situa-se abaixo das demandas de doentes, por parte dos serviços de saúde (GONÇALVES, 2004) e (4) os recursos econômicos destinados à saúde tornam-se escassos à medida que aumentam a sobrevida média da população e a utilização de novas opções terapêuticas, conforme a Figura 1 (MMWR, 2008; FITZSIMMONS e FITZSIMMONS, 2005). Feminino País/Território Masculino Expectativa de vida ao nascimento Figura 1 Expectativa média de vida ao nascimento, em anos e de acordo com o sexo, em determinados países Fonte: MMWR (2008) As ações de saúde no Brasil voltam-se ao tratamento das doenças e imprimem uma atenção apenas discreta aos fatores desencadeantes, mantenedores ou preventivos das mesmas -estes relacionados a menores custos operacionais. Como uma das estratégias vinculadas à IV CNEG 3

4 prevenção das doenças, a vacinologia -ciência voltada ao estudo, desenvolvimento e utilização das vacinas apresenta papel relevante. Programas de imunização implantados em algumas regiões do mundo erradicaram a varíola, o sarampo e a poliomielite; de maneira tautócrona observa-se a redução da mortalidade infantil atribuída à difteria, tétano e coqueluche em diversos países (OMS, 2005). De acordo com o boletim Morbidity and Mortality Weekly Report, para indivíduos menores de cinco anos de idade no mundo e em 2002, uma estimativa de 2,5 milhões de mortes entre 10,5 milhões de indivíduos foi causada por doenças imunopreveníveis (MMWR, 2006). Segundo Novaes (2007) contemporaneamente observa-se o surgimento de novas doenças e a reemergência de outras, algumas imunopreveníveis como a Febre amarela e a Rubéola; este fato se relaciona às mudanças do mundo moderno e à interação com os fatores climáticos, econômicos e sociais. Em relação à Febre amarela no Brasil identificou-se o aumento de epizootias (morte de animais relacionada a uma mesma causa) em macacos, entre abril de 2007 e janeiro de 2008, com a confirmação laboratorial para a doença nos estados de Goiás e São Paulo (ARANDA e RIBEIRO, 2008); entre dezembro de 2007 e 13 de março de 2008 confirmaram-se 38 casos de Febre amarela no Brasil, com 20 óbitos (letalidade de 53%); destes, 87% dos indivíduos não eram comprovadamente vacinados e 13% encontravam-se vacinados há mais de 10 anos, tempo em que se recomenda a aplicação da dose de reforço da vacina. A Figura 2 mostra as áreas de risco para a Febre amarela silvestre no Brasil (BRASIL, 2008). Figura 2 Áreas de risco para a Febre amarela silvestre no Brasil Fonte: Ministério da Saúde (BRASIL, 2008) IV CNEG 4

5 A preocupação com a qualidade de vida e com a saúde satisfatória cresce diuturnamente e leva o indivíduo à busca por remédios e vacinas (FITZSIMMONS e FITZSIMMONS, 2005); nesse cenário a indústria farmacêutica ocupa posição estratégica, já que medicamentos e vacinas são insumos imprescindíveis à assistência eficiente e segura à saúde, reais instrumentos de inclusão social, promovendo a cura ou a prevenção das doenças (BARREIRO e FRAGA, 2005). A procura pelos serviços de vacinação públicos ou privados se traduz em uma demanda por vacinas dependente de fatores incertos, sujeitos ao acaso; diante das situações de surtos de doenças -como os de Rubéola e Febre amarela de ocorrência recente no Brasil- a imprevisibilidade destas demandas se mostra relevante e altera todo o processo logístico de distribuição -com propensão às faltas e perdas de vacinas (NOVAES, 2007). Para contrabalançar esta aleatoriedade, os serviços de imunização formam os estoques de vacinas e necessitam adequar a gestão de suas demandas através da pesquisa e aplicação de técnicas matemáticas, adaptáveis às suas políticas de ressuprimento. Entre estas técnicas encontram-se os métodos de previsão de demandas. Este estudo aborda um destes métodos, o Método da Média Móvel Aritmética aplicado à previsão de demandas de um serviço de imunização; sua contribuição reside no emprego de um método matemático simples (utilizado com sucesso na indústria) ao setor saúde, onde as estratégias de ressuprimento encontram-se convencionalmente sedimentadas em bases empíricas (NOVAES, 2007). 2. REVISÃO DA LITERATURA Abordam-se os aspectos econômicos e gerenciais dos serviços de vacinação e, a seguir, se apresenta uma sugestão metodológica para a gestão do estoque de vacinas com a utilização do Método da Média Móvel Aritmética VACINAS: BENEFÍCIOS E CUSTOS Vacinas são fármacos que contêm agentes imunizantes, capazes de induzir proteção específica ao indivíduo receptor, na visão de Gilio (2006); são insumos básicos e não podem ser tratados como simples mercadoria, já que contribuem de maneira significativa para a IV CNEG 5

6 inclusão social e para a melhoria da qualidade de vida da população (NOVAES, GONÇALVES e SIMONETTI, 2006). Imunizar significa tornar o indivíduo não susceptível a determinada doença e, assim, preveni-la. Na visão de Miller e Hinman (2004), as vacinas estão entre as medidas de maior sucesso dentre as intervenções em saúde pública. Contudo, diferentes fatores contribuem para que a maioria da população encontre-se excluída dos avanços terapêuticos determinados pelas vacinas: (1) o alto custo desses produtos, (2) a discreta quantidade de pesquisas em vacinas voltadas à imunização das populações de países subdesenvolvidos e das doenças da pobreza - onde a indústria não demonstra interesse comercial- e (3) a lacuna tecnológica estabelecida entre os países centrais e os países periféricos, que implica impossibilidade de produção de vacinas para doenças específicas das nações pobres (VIEIRA, OHAYON e BARROS, 2007) SERVIÇO DE VACINAÇÃO Denomina-se serviço de vacinação ao local destinado à aplicação de imunobiológicos. Esta unidade tem seu funcionamento regulamentado por leis nos âmbitos federal, estadual e municipal e sua configuração arquitetônica segue as normas para projetos físicos de estabelecimento assistencial de saúde (BRASIL, 2002); tem por finalidade garantir a qualidade da assistência prestada aos indivíduos, através do uso seguro e racional de vacinas. Os serviços aptos a aplicar vacinas e reconhecidos pelo Ministério da Saúde são definidos pela portaria 1602, de 17 de julho de 2006, em seu artigo quarto (MIGOWSKI, 2007); para atingir suas metas estas unidades abrigam os estoques de vacinas GESTÃO DE ESTOQUES DE VACINAS Estoques são os valores referentes às existências de produtos acabados, produtos em elaboração, matérias-primas, mercadorias, materiais de consumo, serviços em andamento e outros valores relacionados às atividades-fim da Entidade (BRASIL, 1991). A importância dos estoques na saúde dimensiona-se não somente pelo seu valor monetário, mas pela essencialidade em relação à prestação dos serviços a que dão suporte (BARBIERI e MACHLINE, 2006). Gerir estoques de vacinas é um processo intricado, e um dos seus objetivos é a redução dos custos operacionais (FITZSIMMONS e FITZSIMMONS, 2005); a IV CNEG 6

7 complexidade de sua administração se deve a fatores próprios das vacinas, entre estes (1) as demandas com flutuações significativas, (2) a fácil perecibilidade, (3) a necessidade de manter a disponibilidade desses insumos na mesma proporção da sua utilização, (4) sua manutenção em sistemas refrigerados, (5) os prazos de validade curtos, (6) a multiplicidade de apresentações (conteúdos, embalagens e estados físicos), (7) seu alto valor unitário e (8) a facilidade de ações ilícitas. A confiabilidade e a segurança da vacinação sujeitam-se a fatores como (1) o conhecimento técnico dos profissionais de saúde envolvidos com os procedimentos de imunização, (2) a manipulação correta das vacinas e (3) o armazenamento adequado destes insumos -que são produtos termolábeis (GILIO, 2006). Conservar adequadamente um imunobiológico significa garantir suas características iniciais, desde o processo de produção até o momento de sua inoculação no cidadão (MARTINS, MIGOWSKI e GONZAGA, 2004); vacinas com validades expiradas aplicadas inadvertidamente não produzem a proteção desejada, e sua readministração ao indivíduo configura-se imperiosa (MMWR, 2006). O custo dos estoques de vacinas relaciona-se a duas variáveis: (1) a quantidade de produtos armazenados e (2) seu tempo de permanência nos estoques; quanto maior o grau dessas variáveis, maior será o custo final dos estoques, o que sinaliza sua redução. Contudo, a redução da quantidade de vacinas armazenadas não deve permitir seu stockout, que se traduz em perda de oportunidade vacinal. Perde-se uma oportunidade vacinal quando o indivíduo candidato à imunização comparece a determinado serviço e não recebe os imunobiológicos necessários. Esta ocorrência permite a formação de bolsões de baixa cobertura vacinal que, com o tempo, transformam-se em reduto de indivíduos susceptíveis -e possibilita o surgimento de novos surtos e epidemias (FARHAT, 2000). Portanto, dimensionar a capacidade operacional dos estoques de vacinas é um componente estratégico. Diferentes técnicas de gestão que almejam solucionar problemas originados no ambiente de manufatura ajustam-se às novas necessidades da administração na área de saúde. No setor de vacinações sua utilização busca aperfeiçoar o controle dos imunobiológicos armazenados nos estoques, processo onde os métodos de previsão de demandas mostram-se possíveis de uso. IV CNEG 7

8 2.4. MÉTODOS DE PREVISÃO DE DEMANDAS A previsão de demandas é um dos mecanismos facilitadores da gestão dos estoques. Embora seu progresso vincule-se ao desenvolvimento da tecnologia da informação, nas organizações de saúde estes processos ainda alicerçam-se no conhecimento tácito (NOVAES, 2007; ROSA, 2006; KLÜGL, 1999). O conhecimento explícito e a tecnologia da informação são ferramentas poderosas na administração do setor e possibilitam maior acurácia das informações, com previsões de demandas mais criteriosas PREVISÃO DE DEMANDAS: TÉCNICAS O processo de gestão da demanda envolve a previsão de demanda, a promessa de prazos, a priorização e alocação, a comunicação com o mercado e a influência sobre o mesmo. Na visão de Corrêa, Gianesi e Caon (2001, p. 244) o processo de previsão de vendas é possivelmente o mais importante dentro da função de gestão de demanda. Segundo Dias (1993), o processo de previsão de demandas fundamenta-se em técnicas de natureza quantitativa e, na argumentação de Barbieri e Machline (2006), os valores previstos são pontos de partida para a incorporação e julgamento de questões mercadológicas. No setor de vacinas, os processos de previsão de demandas subsidiam as atividades de planejamento e controle nos campos estratégico, tático e operacional com aplicabilidade no planejamento da capacidade e dos processos de ressuprimento dos estoques. Dentre as técnicas utilizadas para prever demandas destacam-se os modelos de séries temporais, que variam dos modelos de média móvel com (n) períodos até os modelos de suavização exponencial (FITZSIMMONS e FITZSIMMONS, 2005) PREVISÃO DE CURTO PRAZO: TÉCNICAS QUANTITATIVAS As previsões de demandas para a gestão de insumos no setor saúde são previsões de curto prazo, e variam desde o próximo mês até no máximo um ano à frente (NOVAES, 2007); uma das técnicas utilizadas é a técnica de projeção ou os modelos temporais. Nestes modelos investiga-se a relação entre a demanda e o tempo, considerando-se o comportamento futuro da demanda semelhante aos comportamentos presente e passado (DIAS, 1993). Nos serviços de IV CNEG 8

9 vacinação o emprego de determinado método de previsão de demandas leva em consideração critérios como (1) os custos desse processo, (2) a simplicidade da implementação e (3) sua aceitação por parte dos gestores do setor e das pessoas relacionadas à sua utilização MÉTODO DA MÉDIA MÓVEL ARITMÉTICA O Método da Média Móvel Aritmética é utilizado no processo de previsão de demandas para suavizar as variações randômicas, com o objetivo de produzir uma estimativa mais confiável da previsão (FITZSIMMONS e FITZSIMMONS, 2005). A média móvel é uma média aritmética considerada um processo de filtragem com característica de filtro passa baixa, onde as amplitudes das componentes de altas freqüências são muito reduzidas e as amplitudes das componentes de baixa freqüência do sinal permanecem quase invariantes. Para o cálculo considera-se um conjunto de (n) amostras do sinal original, sendo (n) a ordem do filtro. O procedimento nota o deslocamento do filtro sobre o sinal original com passo de uma amostra, onde se exclui a amostra mais antiga e considera-se a amostra mais recente, mantendo-se constante o número de dados utilizados (BARBIERI e MACHLINE, 2006; SILVA, 1986). A previsão da demanda neste modelo é calculada através da seguinte expressão: P(t+1) = D(t) / n, onde t é o instante de tempo atual; P(t+1) é a previsão para o instante seguinte de t; D(t) é o somatório da demanda real considerada no instante t e (n) é o número de amostras utilizadas para filtragem. Na visão de Corrêa, Gianesi e Caon (2001) quanto maior o valor de (n), isto é, quanto maior o número de amostras passadas utilizadas no cálculo da média móvel, maior será o suavizamento das variações aleatórias e menor será a sensibilidade do modelo a mudanças no patamar de vendas, caso isto venha a ocorrer. De acordo Barbieri e Machline (2006) este método tem como vantagem a sua facilidade de implementação, embora mostre dificuldades quanto à escolha do número de amostras (n) a adotar. Para séries temporais de demandas estáveis utiliza-se um número de amostras grande; em séries onde se observam flutuações significativas da demanda, emprega-se um número de amostras pequeno. Segundo Fitzsimmons e Fitzsimmons (2005), dentre as desvantagens encontradas no emprego do Método da Média Móvel Aritmética para a previsão de demandas citam-se (1) o emprego de um peso uniforme para os dados da série temporal -já que dados mais recentes podem refletir um número maior de informações sobre o futuro que os dados mais antigos- e IV CNEG 9

10 (2) o fato de o método reagir muito lentamente às mudanças no comportamento da demanda. Dentre as técnicas quantitativas de previsão de curto prazo, o Método da Média Móvel Aritmética é um bom método para se introduzir os modelos de previsão nas organizações; é útil ao buscar-se um modelo simples e de baixo custo para prever as vendas de muitos itens com histórico de pequenas flutuações e sem tendência (CORRÊA, GIANESI e CAON, 2001) ERRO DE PREVISÃO As incertezas das previsões e os erros provêm de duas fontes distintas: a primeira corresponde ao próprio mercado, que pode ser bastante instável e de baixa previsibilidade; a segunda relaciona-se ao sistema de previsão que, com base nas informações coletadas no mercado e em dados históricos, gera uma informação que pretende antecipar a demanda futura; esta informação pode conter incertezas em virtude da própria eficácia (ou falta de eficácia) do sistema de previsão (CORRÊA, GIANESI e CAON, 2001). O erro de previsão é definido como a diferença entre a demanda real (D) e a demanda prevista (P), expresso estatisticamente como um desvio-padrão, uma variância ou o desvio médio absoluto (MCCLAVE, BENSON e SINCICH, 2004). A este respeito, Ballou (2001, p. 233) adverte que na medida em que o futuro não é espelhado perfeitamente pelo passado, a previsão da demanda futura conterá erros em algum nível. Observa-se que, como a demanda prevista é um valor médio, a soma dos erros de previsão em um determinado intervalo de tempo deve ser igual à zero (NOVAES, 2007). Embora diferentes metodologias possam ser utilizadas para o cálculo do erro de previsão nesta pesquisa utilizar-se-á o Erro Médio Absoluto ou Mean Absolute Deviation (MAD), descrito como: MAD = ( D1-P1 + D2-P2 + D3-P Dn-Pn )/n Os procedimentos de previsão envolvem monitorar o erro, a fim de fazer ajustes na técnica de previsão utilizada. 3. METODOLOGIA A metodologia deste Estudo de Caso se baseia na abordagem quantitativa, com os resultados apresentados através de estatística descritiva simples. IV CNEG 10

11 3.1. O CASO A amostra consistiu da análise das séries históricas de demandas de vacinas de um serviço de imunização privado da cidade de Juiz de Fora -Minas Gerais- e do emprego do Método da Média Móvel Aritmética aplicado a quatro séries desses insumos MÉTODOS DE COLETA DE DADOS Na coleta de dados procedeu-se à caracterização dos imunobiológicos utilizados na instituição observada e à sua catalogação, identificados por letras maiúsculas e organizados em planilha eletrônica MÉTODO DE ANÁLISE DE DADOS Empregou-se a análise documental, fundamentada na observação, coleta de dados e análise de quatro séries históricas das demandas de imunobiológicos, utilizando-se a folha de verificação ou folha de coleta de dados. Analisaram-se as séries históricas de vacinas selecionadas segundo a Tabela de Números Aleatórios (MCCLAVE, BENSON e SINCICH, 2004) DESCRIÇÃO ANALÍTICA DOS DADOS Os procedimentos incluíram a classificação, a categorização e a codificação dos dados que, digitados em planilha, foram separados em categorias intituladas produto e demanda mensal. Em seguida, agruparam-se os imunobiológicos, de acordo com a seguinte seqüência: a) Elaboração das séries históricas dos imunobiológicos abrigados no estoque da instituição observada, no período de 01 de janeiro de 2004 a 31 de dezembro de 2006; b) Utilização do processo aleatório de escolha para a distinção das quatro séries históricas observadas nessa pesquisa, denominadas V, P, H e VH; c) Aplicação do Método da Média Móvel Aritmética a cada uma das séries, obtenção do número de amostras (n), no intervalo de 2 a 9 amostras e com passos de 1 amostra, até alcançar-se o valor correspondente ao menor Erro Médio Absoluto (MAD); IV CNEG 11

12 d) Uso da ferramenta Solver, disponível em planilha eletrônica clássica, a fim de se calcular o número de amostras que corresponda ao menor Erro Médio Absoluto. Apresentar-se-ão os dados primários através de tabelas e gráficos, para cada fase do processo. 4. APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS Observou-se facilidade na obtenção dos dados primários devido aos recursos de tecnologia da informação disponibilizados pela instituição estudada, ocorrência pouco freqüente na área da saúde; nesse setor o conhecimento insuficiente da administração dos produtos abrigados nos estoques se traduz em discrepâncias expressivas no gerenciamento dos aspectos quantitativos dos mesmos -o que cria vieses significativos (NOVAES, 2007; ROSA, 2006) APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS No Gráfico 1 observa-se a série temporal original da demanda do produto P e as séries temporais de demanda prevista para o mesmo produto, ao utilizar-se o Método da Média Móvel Aritmética, com as amostras (n) iguais a 3, 4 e 5. Com a amostra (n) igual a 5 nota-se uma maior proximidade aos valores médios da série original, fato justificado quando do emprego da média móvel. O emprego de um número de amostras (n) igual a 3 aumenta a variabilidade dos resultados em comparação aos obtidos para 5 amostras mantendo, entretanto, a característica de tendência aos valores médios situação em que se observa um defasamento. A aplicação do Método de Média Móvel Aritmética exige uma série temporal com comprimento (número de amostras) superior à ordem do filtro (n). Ressalta-se ainda o deslocamento ocorrido no início das séries estimadas após filtragem, onde o primeiro resultado obtido para o filtro de 3 a ordem aparece na 3 a amostra, o primeiro resultado obtido para o filtro de 4 a ordem aparece na 4 a amostra e o primeiro resultado obtido para o filtro de 5 a ordem aparece na 5 a amostra. IV CNEG 12

13 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Quantidade IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Meses Série original Série com (n) igual a 3 Série com (n) igual a 4 Série com (n) igual a 5 Gráfico 1 - Produto P: Séries temporais da demanda original e da demanda prevista com o Método da Média Móvel Aritmética, amostras 3, 4 e 5 Fonte: Elaboração própria Na Tabela 1 observam-se os menores valores do Erro Médio Absoluto e os respectivos comprimentos dos filtros de média móvel utilizados, onde se nota a variação do erro médio absoluto, dependendo do produto avaliado. Produto MAD (n) V 8,82 3 P 4,35 3 H 2,91 4 VH 5,37 3 Tabela 1 - Valor do MAD e do número de amostras (n) no Método da Média Móvel Aritmética nas séries observadas Fonte: Elaboração própria O Gráfico 2 mostra a série temporal original e as séries temporais de demanda prevista, estimadas de acordo com o Método da Média Móvel Aritmética, considerando filtros com comprimentos de 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 amostras, para o produto H. Embora semelhantes entre si os resultados mostram maior variabilidade para filtros com menores números de amostras. Para este produto o defasamento das séries estimadas em relação à original apresenta-se com mais clareza. IV CNEG 13

14 JAN MAR MAI JUL SET NOV JAN MAR MAI JUL SET NOV JAN MAR MAI JUL SET NOV Quantidade IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Meses Série original Série com (n) igual a 2 Série com (n) igual a 3 Série com (n) igual a 4 Série com (n) igual a 5 Série com (n) igual a 6 Série com (n) igual a 7 Série com (n) igual a 8 Série com (n) igual a 9 Gráfico 2 - Produto H: Séries temporais da demanda original e da demanda prevista com o Método da Média Móvel Aritmética, amostras 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 Fonte: Elaboração própria Utilizando-se a ferramenta Solver de uma planilha eletrônica clássica a fim de se obter um erro mínimo -objetivo de um modelo de previsão de demandas-, a partir dos menores erros calculados para cada série, observam-se os valores mostrados na Tabela 2. Produto MAD (n) V 8,35 3,08 P 4,2 2,88 H 3,01 3,15 VH 5,12 2,88 Tabela 2 - Valor do MAD e do número de amostras (n) no Método da Média Móvel Aritmética nas séries observadas, utilizando-se a ferramenta Solver Fonte: Elaboração própria IV CNEG 14

15 4.2. ANÁLISE DOS RESULTADOS a) O Método da Média Móvel Aritmética fornece valores decimais de previsão, o que deve ser ressaltado visando à correção para valores inteiros, relacionados à previsão do número de vacinas, junto aos gestores do setor; b) As séries temporais estimadas apresentam variabilidade dependente do valor do número de amostras utilizado. Observa-se, para o Método da Média Móvel Aritmética, que os filtros com comprimentos iguais a 3 amostras produziram séries de demandas previstas que tenderam aos valores médios, porém apresentando maior variabilidade do que aquelas obtidas para filtros com comprimentos iguais a 5 amostras; c) No Método da Média Móvel Aritmética os valores do número de amostras dependem do erro obtido entre os valores de demandas originais e previstos, para o mesmo instante de tempo; d) A utilização da ferramenta Solver permite a identificação de um número de amostras (n) em torno de 3, situação em que se alcança o menor erro de previsão pelo Método da Média Móvel Aritmética, nas séries observadas; e) O Método Média Móvel Aritmética, por fornecer valores estimados e segundo formulações específicas, pode ser utilizado como auxiliar na tomada de decisão dos gestores de demandas da área de imunizações. 5. CONCLUSÃO A vacinação representa um dos grandes avanços da tecnologia médica e uma das medidas de melhor relação custo/efetividade na prevenção de doenças. As políticas de imunização incluem-se nas ações básicas de saúde, com intenção de expandir a utilização de vacinas a todos os indivíduos candidatos às mesmas (OMS, 2005; FARHAT, 2000). Contemporaneamente buscam-se novos financiamentos para o setor de vacinações, concomitante à redução de seus custos, com intenção de expandir a inclusão social. Métodos de previsão de demandas podem auxiliar no processo de redução de custos dos estoques de vacinas, já que permitem seu gerenciamento através da utilização de uma formulação matemática e não apenas por meio do conhecimento tácito. O Método de Média Móvel Aritmética observado nesse artigo necessita de investigação específica para cada série IV CNEG 15

16 temporal de vacina, já que depende do erro obtido entre os valores de demanda original e previsto, para o mesmo instante de tempo. Com o emprego deste método observou-se que os valores das séries previstas, relacionados aos menores erros de previsão são aqueles onde (n) se aproxima de 3; o método de previsão abordado mostra, portanto, aplicabilidade nas séries de vacinas observadas. Enfatiza-se a facilidade de elaboração da previsão através do Método da Média Móvel Aritmética que, embora responda de forma mais lenta às mudanças das séries, mostra-se um processo de implementação mais simples, dispensa a necessidade de grandes conhecimentos matemáticos e a aquisição de softwares ou hardwares sofisticados pelas instituições que o adotem, pontos consideráveis ao optar-se pelo emprego de um modelo de previsão de demandas. Os modelos de previsão de demandas são utilizados com sucesso na indústria; este artigo mostra a viabilidade do emprego do Método da Média Móvel Aritmética no setor de saúde, com ênfase na previsão de demandas de vacinas. Este estudo mostra a viabilidade do emprego do Método da Média Móvel Aritmética, utilizado com sucesso na indústria, no setor de saúde, com ênfase na previsão de demandas de vacinas. Sinaliza, ainda, sua posição inovadora ao utilizar modelos de previsão de demandas em um setor onde as decisões sobre os estoques fundamentam-se no conhecimento tácito dos gestores. REFERÊNCIAS ARANDA, C. M. S. S. & RIBEIRO, A. F. Febre amarela: cenário atual. Revista Prática Hospitalar, ano X, n. 55, jan/fev BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, BARBIERI, J. C. & MACHLINE, C. Logística hospitalar: teoria e prática. São Paulo: Saraiva, BARREIRO, E. J. & FRAGA, C. A. M. A questão da inovação em fármacos no Brasil: proposta de criação do programa Nacional de Fármacos (PRONFAR). Revista Química Nova. Vol 1, n. 28, suplemento, p , BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Situação da Febre amarela silvestre no Brasil, 2007 e Boletim eletrônico diário. Acesso em 20/03/2008. Disponível em: IV CNEG 16

17 . Resolução RDC - nº 50/02, de 21 de fevereiro de Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA. Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 25 fev. 2002, p. 1.. Resolução nº 686/90, de 14 de dezembro de Conselho Federal de Contabilidade. Aprova a NBC-T-3. Conceito, conteúdo, estrutura e nomenclatura das demonstrações contábeis. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 27 ago. 1991, p. 1. CORRÊA, H. L.; GIANESI, I. G. N. & CAON, M. Planejamento, programação e controle da produção: MRP II/ERP: Conceitos, uso e implantação. 4. ed. São Paulo: Atlas, DIAS, M. A. P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 4. ed. São Paulo: Atlas, FARHAT, C. K. et al. Imunizações: fundamentos e prática. 4. ed. São Paulo: Atheneu, FITZSIMMONS, J. A. & FITZSIMMONS, M. J. Administração de serviços: operações, estratégia e tecnologia da informação. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, GILIO, A. E. Manual de imunizações. 3. ed. São Paulo: Office, GONÇALVES, A. A.; NOVAES, L. O. & SIMONETTI, V. M. M. Modelo de previsão de demandas na área de saúde Estudo de caso de uma clínica de vacinas. In: ENCONTRO SEGET, 4., 2007, Resende. Resumo dos trabalhos. São Paulo: SEGET..; Gestão da capacidade de atendimento em hospitais de câncer. Rio de Janeiro, f. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro. KLÜGL, F. et al. Multi-agent simulation of diagnostic and logistic processes in hospitals. TU Ilmenau, Wirtschaftsinformatik, Vol. 2, n. 14, p , MARTINS, R. M.; MIGOWSKI, E. & GONZAGA, M. A. Manual de imunizações do Comitê de infectologia pediátrica. Rio de Janeiro: Medsi, MCCLAVE, J. T.; BENSON, P. G. & SINCICH, T. Statistics for business and economics. 9. ed. New Jersey: Prentice Hall, MIGOWSKI, E. Vacinas: riscos e benefícios. São Paulo: BBS Editora, MILLER, M. A. & HINMAN, A. R. Economic analyses of vaccine policies [Chapter 57]. In Plotkin SA, Orenstein WA, 4th ed. Philadelphia: Elsevier, IV CNEG 17

18 MMWR - Morbidity and Mortality Weekly Report, Department of Health and Human Services. Centers for Disease Control and Prevention. Vol. 57, n. 13, Disponível em: <http://www.oecd.org/health/healthdata> Acesso em: 04 abr. 2008, 02:20. - Morbidity and Mortality Weekly Report, Department of Health and Human Services. Centers for Disease Control and Prevention. Vol. 55, n. 18, Disponível em: <http://www.cdc.gov/nchs/hus.htm>. Acesso em: 04 mar. 2007, 01:35. NOVAES, M. L. O. Modelo de previsão de demandas e redução de custos da farmácia hospitalar. Rio de Janeiro, f. Dissertação (Mestrado em Administração e Desenvolvimento Empresarial) UNESA, Universidade Estácio de Sá..; GONÇALVES, A. A. & SIMONETTI, V. M. M. Gestão das farmácias hospitalares através da padronização de medicamentos e utilização da curva ABC. In: ENCONTRO SIMPEP, 13., 2006, Bauru. Resumo dos trabalhos. São Paulo: SIMPEP. OMS - ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. 54th Regional Health Fórum. Vol. 9, n. 2, ROSA, M. B. Métodos de prevenção de erros de medicação, In: FÓRUM INTERNACIONAL SOBRE SEGURANÇA DO PACIENTE: ERROS DE MEDICAÇÃO, 2006, Belo Horizonte. Conferência. SILVA, R. B. Administração de Material: teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro: ABAM, VIEIRA, V. M.; OHAYON, P. & BARROS, J. C. Medicamentos e saúde pública: copiar e inovar, é só começar. In: XXXI Encontro da ANPAD, 2007, Rio de Janeiro. Resumo dos trabalhos. Rio de Janeiro: Enampad IV CNEG 18

Modelo de previsão de demandas na área de saúde Estudo de caso de uma clínica de vacinas

Modelo de previsão de demandas na área de saúde Estudo de caso de uma clínica de vacinas 1 Modelo de previsão de demandas na área de saúde Estudo de caso de uma clínica de vacinas Antonio Augusto Gonçalves David Sérgio Adães de Gouvêa Mario Lucio de Oliveira Novaes Vera Maria Medina Simonetti

Leia mais

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu.

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PREVISÃO DE ESTOQUES NO CONTROLE E PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO DE MATÉRIA- PRIMA EM UMA INDÚSTRIA PRODUTORA DE FRANGOS DE CORTE: UM ESTUDO DE CASO BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br

Leia mais

Gestão das farmácias hospitalares através da padronização de medicamentos e utilização da curva ABC

Gestão das farmácias hospitalares através da padronização de medicamentos e utilização da curva ABC XIII SIMPEP Bauru, SP, Brasil, 6 a 8 de Novembro de 2006 Gestão das farmácias hospitalares através da padronização de medicamentos e utilização da curva ABC Mario Lucio de Oliveira Novaes (MADE/UNESA)

Leia mais

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Ana Flávia Brito Rodrigues (Anafla94@hotmail.com / UEPA) Larissa Pinto Marques Queiroz (Larissa_qz@yahoo.com.br / UEPA) Luna Paranhos Ferreira

Leia mais

Estudo de demanda por atendimento em hospital de emergência

Estudo de demanda por atendimento em hospital de emergência SEGET 7 Estudo de demanda por atendimento em hospital de emergência Francisco Sabbadini (UFRJ-COPPE) - email: sabba@pep.ufrj.br Antônio A. Gonçalves (UNESA) antonio.augusto@estacio.br Mário J.F. de Oliveira

Leia mais

ESTUDO DE PREVISÃO DE DEMANDA PARA EMPRESA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO

ESTUDO DE PREVISÃO DE DEMANDA PARA EMPRESA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO ESTUDO DE PREVISÃO DE DEMANDA PARA EMPRESA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO Andréa Crispim Lima dekatop@gmail.com Manoela Alves Vasconcelos manoelavasconcelos@hotmail.com Resumo: A previsão de demanda

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

A demanda pode ser entendida como a disposição dos clientes ao consumo de bens e serviços ofertados por uma organização.

A demanda pode ser entendida como a disposição dos clientes ao consumo de bens e serviços ofertados por uma organização. Previsão da Demanda As previsões têm uma função muito importante nos processos de planejamento dos sistemas logísticos, pois permite que os administradores destes sistemas antevejam o futuro e planejem

Leia mais

Possibilidade de Avaliação dos Sistemas de Informação: O estudo do SIM

Possibilidade de Avaliação dos Sistemas de Informação: O estudo do SIM * SES-PE ** IMIP Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde Diretoria Geral de Vigilância Epidemiológica e Ambiental Gerencia de Monitoramento e Vigilância

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MARINA WEIL AFONSO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MARINA WEIL AFONSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MARINA WEIL AFONSO ANÁLISE DOS MODELOS DE PREVISÃO DE DEMANDA APLICADOS AO CONTROLE DE ESTOQUE DE UMA FARMÁCIA HOSPITALAR

Leia mais

Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo

Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo 1) Definições de Previsão de Demanda 2) Mercados 3) Modelo de Previsão 4) Gestão da Demanda 5) Previsão como Processo

Leia mais

IV EVENTO GUGP 2014. Gestão de Custos em Projetos Complexos

IV EVENTO GUGP 2014. Gestão de Custos em Projetos Complexos IV EVENTO GUGP 2014 Gestão de Custos em Projetos Complexos Eng. Rogério Dorneles Severo, PMP Agosto/2014 Rogério Dorneles Severo, PMP Profissional com mais de 20 anos de experiência em empreendimentos

Leia mais

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes.

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Tiago Esteves Terra de Sá (UFOP) tiagoeterra@hotmail.com Resumo: Este trabalho busca apresentar

Leia mais

Relatório de Gestão da CCIH

Relatório de Gestão da CCIH Relatório de Gestão da CCIH 1 - Apresentação A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar CCIH é formada por membros executores -01 enfermeira, 01 farmacêutica e 01 infectologista e consultoresrepresentantes

Leia mais

Ações de Vigilância Epidemiológica, Perspectivas e Desafios para o enfrentamento de uma nova epidemia

Ações de Vigilância Epidemiológica, Perspectivas e Desafios para o enfrentamento de uma nova epidemia Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis Coordenação de Dengue e Febre Amarela Ações de Vigilância Epidemiológica, Perspectivas e Desafios

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos.

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos. Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos. POP nº 06 - NUVISAH/HU Versão: 01 Próxima revisão: 30/07/2016

Leia mais

Pesquisa Operacional

Pesquisa Operacional GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA Pesquisa Operacional Tópico 4 Simulação Rosana Cavalcante de Oliveira, Msc rosanacavalcante@gmail.com

Leia mais

A Logística no Hospital e Maternidade São Camilo - Pompéia

A Logística no Hospital e Maternidade São Camilo - Pompéia Hospital e Maternidade São Camilo Unidade Pompéia Autores: Amauri Sacramento Juliana Gerassi Abrahão Maurício Silva Cláudio Barban Leandro Degasperi Patrícia Barbosa Baria Orientadora: Profª. Ms. Lilian

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Padrão Nível 1 Uso seguro e racional de medicamentos Dimensões da qualidade Aceitabilidade, adequação e integralidade Assistência Farmacêutica

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade Operacional AULA 04 Gestão

Leia mais

Atuação do Farmacêutico no Âmbito Hospitalar: Desafio em Recursos Humanos

Atuação do Farmacêutico no Âmbito Hospitalar: Desafio em Recursos Humanos Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências da Saúde PET Farmácia Atuação do Farmacêutico no Âmbito Hospitalar: Desafio em Recursos Humanos Antonio E. Matoso Mendes Orientadora: Maria Luíza D. Fávero

Leia mais

I Fórum Nacional de Produtos para Saúde no Brasil. Cenário Atual e Perspectivas Futuras para ATS de Equipamentos Médicos e Diagnósticos.

I Fórum Nacional de Produtos para Saúde no Brasil. Cenário Atual e Perspectivas Futuras para ATS de Equipamentos Médicos e Diagnósticos. I Fórum Nacional de Produtos para Saúde no Brasil Cenário Atual e Perspectivas Futuras para ATS de Equipamentos Médicos e Diagnósticos Murilo Contó CONITEC Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias

Leia mais

F.13 Cobertura vacinal

F.13 Cobertura vacinal F.13 Cobertura vacinal Trata-se de um conjunto de 8 indicadores que avaliam a cobertura vacinal em menores de um ano para as seguintes doenças: hepatite B, sarampo, rubéola, caxumba, difteria, tétano,

Leia mais

SUPPLY CHAIN: UMA ABORDAGEM DE GESTÃO PARA A CADEIA DE SUPRIMENTOS DE VACINAS

SUPPLY CHAIN: UMA ABORDAGEM DE GESTÃO PARA A CADEIA DE SUPRIMENTOS DE VACINAS ISSN 2179-6998 Rev. Ibirapuera, São Paulo, n. 2, p. 39-43, Jul./Dez. 2011 SUPPLY CHAIN: UMA ABORDAGEM DE GESTÃO PARA A CADEIA DE SUPRIMENTOS DE VACINAS Egberto Gomes Franco¹, Adriana Alves de Souza Santos²,

Leia mais

Planejamento e Organização da Produção

Planejamento e Organização da Produção Planejamento e Organização da Produção Prof. Fernando Deschamps fernando.deschamps@ufpr.br Bibliografia recomendada TUBINO, D.F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2 ed. Atlas, 2009.

Leia mais

Impactos da Utilização de um Modelo de Previsão de Demandas no Setor de Imunizações

Impactos da Utilização de um Modelo de Previsão de Demandas no Setor de Imunizações Impactos da Utilização de um Modelo de Previsão de Demandas no Setor de Imunizações Autoria: Mario Lucio de Oliveira Novaes, Antonio Augusto Gonçalves, Vera Maria Medina Simonetti, David Sergio Adães de

Leia mais

Relatório de Gestão da CCIH

Relatório de Gestão da CCIH Relatório de Gestão da CCIH 1 - Apresentação A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar CCIH é formada por membros executores -01 Enfermeira, 01 Farmacêutica e 01 Medico Infectologista e consultores-representantes

Leia mais

REDE NACIONAL DE MONITORAMENTO DA RESISTÊNCIA MICROBIANA EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDE RM NOVO TERMO DE ADESÃO

REDE NACIONAL DE MONITORAMENTO DA RESISTÊNCIA MICROBIANA EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDE RM NOVO TERMO DE ADESÃO REDE NACIONAL DE MONITORAMENTO DA RESISTÊNCIA MICROBIANA EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDE RM NOVO TERMO DE ADESÃO Atribuições dos participantes da Rede RM 1) Gestor dos Hospitais Colaboradores da Rede RM Indicar

Leia mais

Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP

Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP Diretora da Divisão de Farmácia ICHC Agenda Perfil Farmácia

Leia mais

1. O QUE ANTECEDEU O LIVRO?

1. O QUE ANTECEDEU O LIVRO? Brasília, 11 de abril de 2012 I. ANTECEDENTES 1. O QUE ANTECEDEU O LIVRO? 2002 Início dos estudos sobre Gestão do Conhecimento 2003 2007. Estudos e pesquisas realizados no Ipea: 2004. Governo que aprende:

Leia mais

Tabela 1 - OPERACOES DE CREDITO (milhões de R$) Ano I Nov/13. Fonte: ESTBAN, Banco Central do Brasil

Tabela 1 - OPERACOES DE CREDITO (milhões de R$) Ano I Nov/13. Fonte: ESTBAN, Banco Central do Brasil De acordo com a Estatística Bancária por Município (ESTBAN), divulgada pelo Banco Central, o saldo das operações de crédito, em agosto desse ano, chegou a R$ 2,320 trilhões no país, um crescimento de 10,9%

Leia mais

Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso

Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso Cristian Dekkers Kremer (UTFPR) cristian_dk@ig.com.br João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade Operacional AULA 04 Gestão

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS CONTEMPORÂNEAS NA GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES HOSPITALARES

A UTILIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS CONTEMPORÂNEAS NA GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES HOSPITALARES A UTILIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS CONTEMPORÂNEAS NA GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES HOSPITALARES André F. Soares Correia, FSM, andre.s.correia@hotmail.com¹ Virginia Tomaz Machado, FSM, vtmachado@hotmail.com²

Leia mais

Dimensionamento de estoques em ambiente de demanda intermitente

Dimensionamento de estoques em ambiente de demanda intermitente Dimensionamento de estoques em ambiente de demanda intermitente Roberto Ramos de Morais Engenheiro mecânico pela FEI, mestre em Engenharia de Produção e doutorando em Engenharia Naval pela Escola Politécnica

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

VARIAÇÃO ESTACIONAL DE PREÇOS DA MAMONA NO PARANÁ INTRODUÇÃO

VARIAÇÃO ESTACIONAL DE PREÇOS DA MAMONA NO PARANÁ INTRODUÇÃO Página 1927 VARIAÇÃO ESTACIONAL DE PREÇOS DA MAMONA NO PARANÁ Gerson Henrique da Silva 1 ; Maura Seiko Tsutsui Esperancini 2 ; Cármem Ozana de Melo 3 ; Osmar de Carvalho Bueno 4 1Unioeste Francisco Beltrão-PR,

Leia mais

OS CAMINHOS DA FEBRE AMARELA NO TEMPO E NO ESPAÇO

OS CAMINHOS DA FEBRE AMARELA NO TEMPO E NO ESPAÇO Universidade Federal da Bahia Instituto de Saúde Coletiva OS CAMINHOS DA FEBRE AMARELA NO TEMPO E NO ESPAÇO Maria da Glória Teixeira SETEMBRO 2008 FAS: série histórica de casos e taxa de letalidade. Brasil

Leia mais

Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA

Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA Conceitos Iniciais Prever é a arte e a ciência de predizer eventos futuros, utilizando-se de dados históricos e sua projeção para o futuro, de fatores subjetivos ou intuitivos,

Leia mais

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir:

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir: Termo de Referência 1. Objeto Contratação de empresa especializada em gestão de saúde para execução de atividades visando a reestruturação do modelo de atenção à saúde, objetivando diagnosticar novas proposituras

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Diretoria de Epidemiológica Gerência de Doenças Imunopreveníveis e Programa de Imunizações ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Nesta Edição: 1. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2. Intensificação das Ações

Leia mais

Peculiaridades da Logística. Em Saúde. Paulo Gadas JUNHO-14 1

Peculiaridades da Logística. Em Saúde. Paulo Gadas JUNHO-14 1 Peculiaridades da Logística Em Saúde Paulo Gadas JUNHO-14 1 Farmácias Satélites Vantagens e Desvantagens Paulo Gadas JUNHO-14 2 Paulo Gadas JUNHO-14 3 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO UNITÁRIO MEDICAMENTOS SÃO

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS RESULTADOS 2009. Brasília, 30 de março de 2010

SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS RESULTADOS 2009. Brasília, 30 de março de 2010 SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados RESULTADOS 2009 Brasília, 30 de março de 2010 SNGPC Ferramenta informatizada para captura

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Matemática I CURSO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Matrizes e sistemas lineares. Funções: lineares, afins quadráticas, exponenciais

Leia mais

Experiência: Sistema de Controle logístico de Medicamentos Antirretrovirais - SICLOM

Experiência: Sistema de Controle logístico de Medicamentos Antirretrovirais - SICLOM Experiência: Sistema de Controle logístico de Medicamentos Antirretrovirais - SICLOM Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Responsável: Juliana Monteiro da Cruz, Gerente de Desenvolvimento

Leia mais

Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos

Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos Agência Nacional de Vigilância Sanitária Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos Gerência-Geral de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos Gerência de Investigação

Leia mais

O USO DA EPIDEMIOLOGIA NO PLANEJAMENTO DAS AÇOES DE SAÚDE: UM ESTUDO NOS PSF s DE FORMIGA-MG

O USO DA EPIDEMIOLOGIA NO PLANEJAMENTO DAS AÇOES DE SAÚDE: UM ESTUDO NOS PSF s DE FORMIGA-MG O USO DA EPIDEMIOLOGIA NO PLANEJAMENTO DAS AÇOES DE SAÚDE: UM ESTUDO NOS PSF s DE FORMIGA-MG Aline Rodrigues ALVES Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí RESUMO A inserção efetiva do uso da epidemiologia

Leia mais

Uma proposta de gráfico de controle EWMA com dados sazonais

Uma proposta de gráfico de controle EWMA com dados sazonais Uma proposta de gráfico de controle EWMA com dados sazonais Leandro Callegari Coelho (UFSC) leandroah@hotmail.com Robert Wayne Samohyl (UFSC) samohyl@yahoo.com Resumo: A importância do controle estatístico

Leia mais

Dimensionamento dos Estoques

Dimensionamento dos Estoques Administração Dimensionamento, Planejamento e Controle de Profª. Patricia Brecht Dimensionamento dos s Cada área possui interesse em aumentar os níveis de estoque para garantir a segurança e reduzir o

Leia mais

PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010

PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010 Institui, em todo o território nacional, o Calendário de vacinação para os Povos Indígenas. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE,

Leia mais

Vacina contra o HPV Prevenção contra câncer de colo do útero no SUS e inovação tecnológica para o Brasil

Vacina contra o HPV Prevenção contra câncer de colo do útero no SUS e inovação tecnológica para o Brasil Vacina contra o HPV Prevenção contra câncer de colo do útero no SUS e inovação tecnológica para o Brasil Papilomavírus (HPV) O HPV é um vírus capaz de infectar a pele ou as mucosas e possui mais de 100

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

Experiência: Implantação da Política de Materiais

Experiência: Implantação da Política de Materiais Experiência: Implantação da Política de Materiais Nome da Instituição: Grupo Hospitalar Conceição Nome do Responsável: Delson Luiz Martini Cargo : Diretor Administrativo e Financeiro GHC Endereço: Rua

Leia mais

NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS. Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes

NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS. Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes Setembro/2013 Introdução Estimativas acuradas do volume de produtos e serviços processados pela

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES?

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? Índice 1. O que é planejamento de...3 1.1. Resultados do planejamento de vendas e operações (PVO)...

Leia mais

PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS

PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS Proposta Final Salvador, Agosto de 2011 1 PROTOCOLO DE AÇÃO PARA AS SITUAÇÕES DE SURTOS CLASSIFICADOS COMO EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA O conceito de emergência de

Leia mais

COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA METODOLOGIA DE MONTE CARLO

COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA METODOLOGIA DE MONTE CARLO COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA O que é risco? Quais são os tipos de riscos? Quais são os tipos de análises? Qual a principal função do Excel para gerar simulações aleatórias? O que é distribuição

Leia mais

Previsão de Demanda por Simulação de Monte Carlo em uma Empresa Especializada em Produtos Odontológicos

Previsão de Demanda por Simulação de Monte Carlo em uma Empresa Especializada em Produtos Odontológicos Previsão de Demanda por Simulação de Monte Carlo em uma Empresa Especializada em Produtos Odontológicos Hugo Hissashi Miyata 1 (GEPPGO, DEP/FECILCAM) hugomiyata7@hotmail.com Alisson Barreto 2 (EPA, DEP,

Leia mais

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO 1 LOGÍSTICA 1 Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO Versa o presente artigo sobre logística e suas aplicabilidades no mundo moderno. A logística foi criada para suprir necessidades durante a Segunda

Leia mais

Monitoramento de desempenho na gestão de estoque

Monitoramento de desempenho na gestão de estoque Monitoramento de desempenho na gestão de estoque Rodrigo Arozo O processo de gestão de estoques pode ser decomposto em quatro aspectos básicos: as políticas e modelos quantitativos utilizados, as questões

Leia mais

ARMAZENAGEM: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE ALIMENTOS E BEBIDAS NO HOTEL BLUE SUNSET EM JOÃO PESSOA - PB

ARMAZENAGEM: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE ALIMENTOS E BEBIDAS NO HOTEL BLUE SUNSET EM JOÃO PESSOA - PB ARMAZENAGEM: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE ALIMENTOS E BEBIDAS NO HOTEL BLUE SUNSET EM JOÃO PESSOA - PB Aldo Levi Martins Filgueira Eliane Martins de Paiva Jéssica A. da Silva Avelino RESUMO: O objetivo

Leia mais

um preço mais elevado, sinalizando qualidade. Se o produto não for bom, essa mesma empresa terá prejuízo em longo prazo, pois os contratos de

um preço mais elevado, sinalizando qualidade. Se o produto não for bom, essa mesma empresa terá prejuízo em longo prazo, pois os contratos de 1 Introdução Os economistas norte-americanos Joseph Stiglitz, George Akerlof e Michael Spence foram agraciados, em 2001, com o Prêmio Nobel de Economia, devido à contribuição dada por seus trabalhos, no

Leia mais

F.1 Gerenciamento da integração do projeto

F.1 Gerenciamento da integração do projeto Transcrição do Anexo F do PMBOK 4ª Edição Resumo das Áreas de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos F.1 Gerenciamento da integração do projeto O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção

Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção Introdução - Sistema de PCP - Previsão da demanda - Planejamento da produção Gerência de Estoques - Lote Econômico - Plano de Produção Gerência de Projetos - CPM - PERT

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

POLÍTICA DE DESCARTE DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA ENSINO DO SAS

POLÍTICA DE DESCARTE DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA ENSINO DO SAS POLÍTICA DE DESCARTE DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA ENSINO DO SAS CABRAL, Mayara da Nóbrega CHAVES, Antônio Marcos Maia CHAVES, Maria Emília Tiburtino JALES, Silvana Teresa Lacerda MEDEIROS, Leanio Eudes

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, PESQUISA E INOVAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO Proposta de Projeto de Pesquisa

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, PESQUISA E INOVAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO Proposta de Projeto de Pesquisa PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, PESQUISA E INOVAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO Proposta de Projeto de Pesquisa IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto de Pesquisa: School Blocks Sistema de Gestão Acadêmica

Leia mais

MODELO DE AVALIAÇÃO EM PROJETOS DE INVESTIMENTO DE CAPITAL

MODELO DE AVALIAÇÃO EM PROJETOS DE INVESTIMENTO DE CAPITAL MODELO DE AVALIAÇÃO EM PROJETOS DE INVESTIMENTO DE CAPITAL Marcelo Maciel Monteiro Universidade Federal Fluminense, Engenharia de Produção Rua Martins Torres 296, Santa Rosa, Niterói, RJ, Cep 24240-700

Leia mais

NOTAS TÉCNICAS. Propostas para 2013. Material elaborado pela Equipe da DIVEP/CEI baseado nas notas técnicas 173, 183 e 193/2012 CGPNI/DEVEP/SVS/MS

NOTAS TÉCNICAS. Propostas para 2013. Material elaborado pela Equipe da DIVEP/CEI baseado nas notas técnicas 173, 183 e 193/2012 CGPNI/DEVEP/SVS/MS NOTAS TÉCNICAS Propostas para 2013 Material elaborado pela Equipe da DIVEP/CEI baseado nas notas técnicas 173, 183 e 193/2012 CGPNI/DEVEP/SVS/MS NT Nº193/2012/ CGPNI/DEVEP/SVS/MS Alteração da idade para

Leia mais

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Programação e Controle da Produção é um conjunto de funções inter-relacionadas que objetivam comandar o processo produtivo e coordená-lo com os demais setores administrativos

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS RELATÓRIO DE GESTÃO / SARGSUS

PRESTAÇÃO DE CONTAS RELATÓRIO DE GESTÃO / SARGSUS MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA Departamento de Articulação Interfederativa PRESTAÇÃO DE CONTAS RELATÓRIO DE GESTÃO / SARGSUS Brasília, Julho de 2013 Planejamento do

Leia mais

Administração de Materiais

Administração de Materiais Administração de Materiais vanessa2010.araujo@gmail.com EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO Subsistemas Adm. Materiais 1) (CESPE-SGA/AC 2008) A Administração de materiais busca coordenar os estoques e a movimentação

Leia mais

Curso: Logística e Transportes Disciplina: Estatística Profa. Eliane Cabariti. Distribuição Normal

Curso: Logística e Transportes Disciplina: Estatística Profa. Eliane Cabariti. Distribuição Normal Curso: Logística e Transportes Disciplina: Estatística Profa. Eliane Cabariti Distribuição Normal 1. Introdução O mundo é normal! Acredite se quiser! Muitos dos fenômenos aleatórios que encontramos na

Leia mais

Grande parte dos planejadores

Grande parte dos planejadores ARTIGO Fotos: Divulgação Decidindo com o apoio integrado de simulação e otimização Oscar Porto e Marcelo Moretti Fioroni O processo de tomada de decisão Grande parte dos planejadores das empresas ainda

Leia mais

Programa de Devolução Segura de Medicamentos e o Gerenciamento de Resíduos. Vanusa Barbosa Pinto Divisão de Farmácia ICHCFMUSP

Programa de Devolução Segura de Medicamentos e o Gerenciamento de Resíduos. Vanusa Barbosa Pinto Divisão de Farmácia ICHCFMUSP Programa de Devolução Segura de Medicamentos e o Gerenciamento de Resíduos Vanusa Barbosa Pinto Divisão de Farmácia ICHCFMUSP Cenário Preocupação com a segurança do paciente Uso racional do medicamento

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

Acessibilidade à pessoa com deficiência

Acessibilidade à pessoa com deficiência Acessibilidade à pessoa com deficiência V1.01 - Novembro de 2012 1. Sigla E-EQI-01 Sumário: Sigla Nome Conceituação Domínio Relevância Importância Estágio do Ciclo de Vida Método de Cálculo Definição de

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO

ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO É a etapa do processo do planejamento estratégico em que se estima (projeta) e determina a melhor relação entre resultados e despesas para atender às necessidades

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica

Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica ISSN 1984-9354 Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica Priscyla Abramowicz (LATEC/UFF) Resumo: A Indústria farmacêutica deve, por legislação,

Leia mais

Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte

Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte III SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte Alexandre Valentim 1 Heloisa Nogueira 1 Dário Pinto Junior

Leia mais

Apresenta-se a seguir, a conclusão referente aos objetivos específicos e, em seguida, ao objetivo geral:

Apresenta-se a seguir, a conclusão referente aos objetivos específicos e, em seguida, ao objetivo geral: 7. Conclusão A conclusão do trabalho de pesquisa, exposto através desta dissertação, perpassa por duas vertentes. A primeira está relacionada aos objetivos traçados no início do desenvolvimento da pesquisa,

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerencias Curso de Ciências Contábeis Controladoria em Agronegócios ANÁLISE COMPARATIVA DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO E DO

Leia mais

VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO 1. Crescimento Econômico Conceitua-se crescimento econômico como "o aumento contínuo do Produto Interno Bruto (PIB) em termos globais e per capita,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS O gerenciamento do sistem,a COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS Dandare Manuelle Pereira (1) Historiadora formada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Trabalha desde 2012 na SANASA no cargo

Leia mais

Capítulo 7 Medidas de dispersão

Capítulo 7 Medidas de dispersão Capítulo 7 Medidas de dispersão Introdução Para a compreensão deste capítulo, é necessário que você tenha entendido os conceitos apresentados nos capítulos 4 (ponto médio, classes e frequência) e 6 (média).

Leia mais

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI Prof. Fernando Rodrigues Quando se trabalha com projetos, é necessária a utilização de técnicas e ferramentas que nos auxiliem a estudálos, entendê-los e controlá-los.

Leia mais

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de

Leia mais

Histórico da transferência de renda com condicionalidades no Brasil

Histórico da transferência de renda com condicionalidades no Brasil Brasil População: 184 milhões habitantes Área: 8.514.215,3 km² República Federativa com 3 esferas de governo: Governo Federal, 26 estados, 1 Distrito Federal e 5.565 municípios População pobre: 11 milhões

Leia mais

Palavras-chave: Planejamento Tributário. Micro e Pequenas Empresas. Área da Saúde. INTRODUÇÃO

Palavras-chave: Planejamento Tributário. Micro e Pequenas Empresas. Área da Saúde. INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA EM EXCEL DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO NA ÁREA DA SAÚDE DEVELOPMENT OF A TAX PLANNING TOOL IN EXCEL FOR MICRO AND

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO PLANO ANUAL DE AUDITORIA (PAA) 2014 Sumário: 1 INTRODUÇÃO... 4 2 DO PLANO DE AUDITORIA DE LONGO PRAZO (PALP)... 6 3 DAS ATIVIDADES DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO.... 6 3.1 Apoio ao Tribunal de Contas

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ MARIO LUCIO DE OLIVEIRA NOVAES MODELO DE PREVISÃO DE DEMANDAS E REDUÇÃO DE CUSTOS DA FARMÁCIA HOSPITALAR

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ MARIO LUCIO DE OLIVEIRA NOVAES MODELO DE PREVISÃO DE DEMANDAS E REDUÇÃO DE CUSTOS DA FARMÁCIA HOSPITALAR UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ MARIO LUCIO DE OLIVEIRA NOVAES MODELO DE PREVISÃO DE DEMANDAS E REDUÇÃO DE CUSTOS DA FARMÁCIA HOSPITALAR Rio de Janeiro 2007 2 MARIO LUCIO DE OLIVEIRA NOVAES MODELO DE PREVISÃO

Leia mais

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE A realização do I Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos

Leia mais

Eixo Temático: Estratégia e Internacionalização de Empresas ANÁLISE EXPLORATÓRIA DO BALANÇO FINANCEIRO DE UMA GRÁFICA

Eixo Temático: Estratégia e Internacionalização de Empresas ANÁLISE EXPLORATÓRIA DO BALANÇO FINANCEIRO DE UMA GRÁFICA Eixo Temático: Estratégia e Internacionalização de Empresas ANÁLISE EXPLORATÓRIA DO BALANÇO FINANCEIRO DE UMA GRÁFICA Viviane de Senna, Adriano Mendonça Souza, Afonso Valau de Lima Junior, Fernanda Rezer,

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL - A NOVA GESTÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO

SEMINÁRIO NACIONAL - A NOVA GESTÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO SEMINÁRIO NACIONAL - A NOVA GESTÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DIA 24 DE JULHO ADMINISTRAÇÃO ORÇAMENTÁRIA FINANCEIRA E CONTÁBIL DO PATRIMÔNIO PÚBLICO 1 - PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Logística Hospitalar. Bruno de Athayde Prata. Doutoramento em Engenharia Industrial e Gestão. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Logística Hospitalar. Bruno de Athayde Prata. Doutoramento em Engenharia Industrial e Gestão. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Logística Hospitalar Bruno de Athayde Prata Estrutura da apresentação Introdução; Planeamento e controlo de custos de stock; Técnicas de gestão de stocks; Cases; Conclusões; e Bibliografia consultada.

Leia mais

VIGILÂNCIA AMBIENTAL

VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL Introdução Considera-se a vigilância ambiental como o processo contínuo de coleta de dados e análise de informação sobre saúde e ambiente, com o intuito de orientar

Leia mais