JURISPRUDÊNCIA DO TST COMENTADA Módulo GERAL

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1 JURISPRUDÊNCIA DO TST COMENTADA Módulo GERAL CONCURSO: Ministério do Trabalho e Emprego CARGO: Auditor-Fiscal do Trabalho PROFESSOR: Enio Nepomuceno Este curso é protegido por direitos autorais (copyright), nos termos da Lei n.º 9.610/1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Este curso é protegido por direitos autorais (copyright), nos termos da Lei n.º 9.610/1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Rateio é crime!!! Valorize o trabalho do professor e adquira o curso de forma honesta, realizando sua matrícula individualmente no site concurseiro24horas.com.br

2 AULA INAUGURAL 1. APRESENTAÇÃO SÚMULAS COMENTADAS- EXEMPLOS CONSIDERAÇÕES FINAIS Apresentação Caros, meu nome é Enio Nepomuceno, sou Auditor-Fiscal do Trabalho desde Atualmente trabalho nos projetos de Fiscalização Rural e Fiscalização de Saúde e Segurança do Trabalhador na SRTE-PE. Sou Oficial do Exército formado na Academia Militar das Agulhas Negras e Bacharel em Direito pela Faculdade de Ciências Humanas e Jurídicas de Teresina. Este curso denominado A Jurisprudência dos Tribunais Superiores para o concurso de AFT é uma ideia que surgiu em Esta é a terceira edição do curso que, originalmente, era voltado com ênfase nas provas da ESAF. Dado o quadro de imprevisibilidade quanto à banca e ao estilo de prova, que se impôs desde o último concurso para Auditor do Trabalho, esta edição do curso será voltada para qualquer banca que venha a organizar o próximo concurso de AFT. Além disso, será incluída nesta edição do curso a jurisprudência do STJ e STF que seja pertinente ao direito material do trabalho. A matéria Direito do Trabalho é disciplina garantida no concurso e, independente de banca ou de nível de prova que se apresente, o candidato a AFT tem que dominar está disciplina. Para tal deve conhecer bem a CLT e as demais leis especiais que regulam as relações de emprego (Lei do empregado rural, da doméstica etc), deve também, possuir uma boa base doutrinária que será adquirida com a leitura e resumo de obras de direito material do trabalho (recomendo obras objetivas e voltadas para concurso como as dos Autores Ricardo Resende e Renato Saraiva por exemplo)

3 Além da lei e da doutrina, o AFT, certamente, deve conhecer bem a jurisprudência dos Tribunais Superiores em matéria trabalhista, com ênfase nas Súmulas e Orientações Jurisprudenciais do Tribunal Superior do Trabalho. Portanto, a ideia é apresentar aos colegas, de forma clara e objetiva, o conteúdo jurisprudencial proposto de forma a facilitar a compreensão e gravação mental. Quanto ao curso, ele foi idealizado assim: Foram selecionadas as súmulas, OJ do SDI I e Precedentes Normativos do TST e Súmulas do STJ e STF que estão relacionados ao direito material do trabalho e voltados para o concurso AFT (claro que servem para outros concursos trabalhistas). Essa jurisprudência, selecionada por mim, atualizada com a última alteração jurisprudencial do TST, de maio de 2014, foi copiada e será disponibilizada integralmente junto com a aula 01. Sugiro que seja lida até esfarrapar o papel. A fonte da jurisprudência é o livro de jurisprudência do TST. Qualquer nova alteração será explanada ao longo do curso. Nas aulas serão novamente transcritas as súmulas, OJ e PN com a sua redação atual e histórica e, em seguida, serão colocados os comentários sobre cada verbete. Os comentários buscarão explicar as jurisprudências de redação mais confusa e integrar os textos jurisprudenciais com a CLT, tudo com a finalidade de facilitar o estudo dos colegas. Para facilitar o planejamento dos esforços de cada um eu irei separar a jurisprudência em 03 (três) grupos. Jurisprudências que são de conhecimento mais do que obrigatório, que serão chamadas Importantes Pra Caramba e precedidas e identificadas pela sigla IPC. As jurisprudências de conhecimento obrigatório, chamadas de importantes e precedidas e identificadas pela leta I e as súmulas que os colegas devem saber que não serão precedidas por nada. Outra novidade é que, quando for possível e pertinente, serão inseridas questões relacionadas à jurisprudência comentada

4 2. Súmulas comentadas- Exemplos (IPC) SUM-6 EQUIPARAÇÃO SALARIAL. ART. 461 DA CLT (redação do item VI alterada na sessão do Tribunal Pleno realizada em ) Res. 185/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e I - Para os fins previstos no 2º do art. 461 da CLT, só é válido o quadro de pessoal organizado em carreira quando homologado pelo Ministério do Trabalho, excluindo-se, apenas, dessa exigência o quadro de carreira das entidades de direito público da administração direta, autárquica e fundacional aprovado por ato administrativo da autoridade competente. (ex-súmula nº 06 alterada pela Res. 104/2000, DJ ) II - Para efeito de equiparação de salários em caso de trabalho igual, conta-se o tempo de serviço na função e não no emprego. (ex-súmula nº RA 102/1982, DJ e DJ ) III - A equiparação salarial só é possível se o empregado e o paradigma exercerem a mesma função, desempenhando as mesmas tarefas, não importando se os cargos têm, ou não, a mesma denominação. (ex-oj da SBDI-1 nº DJ ) IV - É desnecessário que, ao tempo da reclamação sobre equiparação salarial, reclamante e paradigma estejam a serviço do estabelecimento, desde que o pedido se relacione com situação pretérita. (ex-súmula nº 22 - RA 57/1970, DO- GB ) V - A cessão de empregados não exclui a equiparação salarial, embora exercida a função em órgão governamental estranho à cedente, se esta responde pelos salários do paradigma e do reclamante. (ex-súmula nº RA 102/1980, DJ ) VI - Presentes os pressupostos do art. 461 da CLT, é irrelevante a circunstância de que o desnível salarial tenha origem em decisão judicial que beneficiou o paradigma, exceto se decorrente de vantagem pessoal, de tese jurídica superada pela jurisprudência de Corte Superior ou, na hipótese de equiparação salarial em cadeia, suscitada em defesa, se o empregador produzir prova do alegado fato modificativo, impeditivo ou extintivo do direito à equiparação salarial em relação ao paradigma remoto. VII - Desde que atendidos os requisitos do art. 461 da CLT, é possível a equiparação salarial de trabalho intelectual, que pode ser avaliado por sua 4 11

5 perfeição técnica, cuja aferição terá critérios objetivos. (ex-oj da SBDI-1 nº DJ ) VIII - É do empregador o ônus da prova do fato impeditivo, modificativo ou extintivo da equiparação salarial. (ex-súmula nº 68 - RA 9/1977, DJ ) IX - Na ação de equiparação salarial, a prescrição é parcial e só alcança as diferenças salariais vencidas no período de 5 (cinco) anos que precedeu o ajuizamento. (ex-súmula nº alterada pela Res. 121/2003, DJ ) X - O conceito de "mesma localidade" de que trata o art. 461 da CLT refere-se, em princípio, ao mesmo município, ou a municípios distintos que, comprovadamente, pertençam à mesma região metropolitana. (ex-oj da SBDI- 1 nº inserida em ) Histórico: Item VI alterado (redação do item VI alterada na sessão do Tribunal Pleno realizada em ) Res. 172/2010, DEJT divulgado em 19, 22 e VI - Presentes os pressupostos do art. 461 da CLT, é irrelevante a circunstância de que o desnível salarial tenha origem em decisão judicial que beneficiou o paradigma, exceto se decorrente de vantagem pessoal, de tese jurídica superada pela jurisprudência de Corte superior ou, na hipótese de equiparação salarial em cadeia, se não demonstrada a presença dos requisitos da equiparação em relação ao paradigma que deu origem à pretensão, caso argüida a objeção pelo reclamado. (item alterado na sessão do Tribunal Pleno realizada em ) Item VI alterado - (incorporação das Súmulas nºs 22, 68, 111, 120, 135 e 274 e das orientações Jurisprudenciais nºs 252, 298 e 328 da SBDI-1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e VI - Presentes os pressupostos do art. 461 da CLT, é irrelevante a circunstância de que o desnível salarial tenha origem em decisão judicial que beneficiou o paradigma, exceto se decorrente de vantagem pessoal ou de tese jurídica superada pela jurisprudência de Corte superior. (ex-súmula nº alterada pela Res. 100/2000, DJ ) Súmula mantida - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e

6 Nº 6 Quadro de carreira. Homologação. Equiparação salarial Para os fins previstos no 2º do art. 461 da CLT, só é válido o quadro de pessoal organizado em carreira quando homologado pelo Ministério do Trabalho, excluindo-se, apenas, dessa exigência o quadro de carreira das entidades de direito público da administração direta, autárquica e fundacional, aprovado por ato administrativo da autoridade competente. Súmula alterada - Res. 104/2000, DJ 18, 19 e Nº 6 Quadro de carreira. Homologação. Equiparação salarial, para os fins previstos no parágrafo 2º do artigo 461 da CLT, só é válido o quadro de pessoal organizado em carreira quando homologado pelo Ministério do Trabalho, excluindo-se, apenas, dessa exigência, o quadro de carreira das entidades de Direito Público da administração direta, autárquica e fundacional e aprovado por ato administrativo da autoridade competente. Redação original - RA 28/1969, DO-GB Nº 6 Para os fins previstos no 2º do art. 461 da C. L. T., só é válido o quadro de pessoal organizado em carreira quando homologado pelo Ministério do Trabalho e Previdência social. Comentários: A súmula 06 do TST é uma compilação jurisprudencial que esclarece e complementa o art 461 da CLT. Da leitura conjunta do referido artigo e da súmula em epígrafe surge um conhecimento para o candidato quase completo em matéria de equiparação salarial. O art 461 da consolidação diz, em resumo: 1- São requisitos para a equiparação salarial a função idêntica, o trabalho de igual valor, a prestação laboral para o mesmo empregador e na mesma localidade (caput do artigo). 2- O artigo define trabalho de igual valor como aquele que oferece a mesma produtividade, a mesma perfeição técnica e uma diferença não superior a 2 anos na função entre o paradigma e o reclamante (também chamado de paragonado. Pois é! Paragonado, existe esse nome.)

7 3- A lei excetua da equiparação o caso em que o empregador tenha na empresa o seu pessoal organizado em quadro de carreira. 4- A lei diz, ainda, que o empregado que está na função como readaptado pelo INSS não pode ser citado como referência para fins de equiparação. Pois bem, agora vamos à súmula 6. Não se assustem porque ela é uma súmula meio sui generis. É difícil ver súmula com esse tamanho e essa importância. Olha o que ela diz: 1- fala que o quadro de carreira, que excetua a equiparação no art 461, só vale se estiver homologado pelo MTE, ressalvados os quadros de carreira de entidades de direito público da administração direta e indireta. Logo se perguntarem se quadro de carreira de ente público sem homologação do MTE é válido, a resposta é SIM. 2- depois a súmula esclarece que os 2 anos a que se refere o 461 são contados na função específica que se pretende equiparar e não meramente no emprego de modo geral. 3- a súmula é objetiva ao dizer que o que interessa para fins de equiparação é a função e as suas tarefas reais e não o simples nome do cargo. 4-uma questão processual interessante: não é necessário que os empregados que vão ser equiparados pela pretensão do reclamante estejam em serviço na empresa no momento da reclamação, desde que o pedido diga respeito ao tempo passado, quando ambos laboravam no estabelecimento. 5- o fato do desnível de salário entre o reclamante e o paradigma haver surgido de decisão judicial não impede a equiparação. No entanto se o desnível se originou de decisão proveniente de vantagem pessoal para o paradigma ou se foi fundamentada em jurisprudência já superada, aí não tem equiparação. 6- Em 2010 o TST resolveu restringir a chamada equiparação salarial em cadeia. Vejamos a boa explicação escrita no jornal valor econômico sobre o instituto: Até então, um ex-funcionário que pedia equiparação em cadeia, baseada em decisão judicial já obtida por outro colega que reconhecia o direito em relação a um terceiro não tinha muitas dificuldades em obter o benefício. O trabalhador apresentava a decisão judicial que equiparou os funcionários da cadeia e obtinha, quase que automaticamente, o aumento nos seus vencimentos. Agora, com a 7 11

8 alteração do item VI Súmula nº 6, do TST, o trabalhador terá que comprovar que exerce exatamente a mesma função dos funcionários que fazem parte da cadeia, possuir a mesma qualificação técnica e ter trabalhado na mesma época dos colegas que ganham salários mais altos. Pois é, a súmula agora fala que, no caso de equiparação salarial em cadeia, caso não reste demonstrada a presença dos requisitos do art 461 em relação ao paradigma original e o reclamante atual a equiparação será negada, se o fato houver sido arguido pela empresa reclamada. A atualização mais recente torna a súmula mais clara e externa o conhecido ônus da prova de fatos modificativos, extintivos e impeditivos, que cabe ao reclamante 7- Só lembrando que o 461 da CLT diz que trabalho de igual valor é aquele com mesma produtividade, a mesma perfeição técnica e uma diferença não superior a 2 anos na função. Pois bem, a súmula veio esclarecer que é possível equiparar trabalhos de cunho intelectual caso seja possível avaliar a supracitada perfeição técnica por meios objetivos. 8- Havia controvérsia quanto ao conceito do requisito legal mesma localidade. A interpretação do TST é de que mesma localidade é mesmo município ou municípios da mesma região metropolitana. 9- A súmula foge dos assuntos do art 461, dizendo que a cessão de empregado não exclui a equiparação (mesmo para órgão do governo), caso o cedente responda pelos salários do reclamante e do paradigma. Finalmente, a súmula ainda traz duas questões processuais. Para quem quer ser AFT talvez nem importe tanto, mas, sabe-se lá. O ônus de provar fato impeditivo, modificativo ou extintivo da equiparação é do empregador. Com isso o TST quis dizer que cabe ao empregado reclamante provar os requisitos que ele alega tornarem a sua condição equiparável à do paradigma (básico do processo civil e trabalhista). No mais o TST diz que a prescrição para a equiparação segue a regra geral trabalhista, é parcial e alcança as diferenças vencidas nos 5 anos que antecederam o julgamento do pedido de equiparação

9 ATENÇÃO!! Repito, não achem que os comentários das súmulas vão ser sempre assim. Também não é aquele esquema de aula demonstrativa com milhões de explicações e o resto do curso mixuruca. É porque a súmula 6 é celebre por ser extensa mesmo. Questão 01. Sum 06 (Prova: CESPE MTE - Auditor Fiscal do Trabalho - Prova 2 / Direito do Trabalho)Com base na CLT, julgue os itens a seguir, relativos a equiparação salarial e férias. A equiparação salarial entre empregados tem como pressuposto único a exigência de que o serviço seja prestado ao mesmo empregador e na mesma localidade. Resposta: Evidentemente a assertiva é errada, pois os pressupostos são os listados no Art. 461 da CLT e na súmula 6 supra comentada. (I) SUM-7 FÉRIAS (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e A indenização pelo não-deferimento das férias no tempo oportuno será calculada com base na remuneração devida ao empregado na época da reclamação ou, se for o caso, na da extinção do contrato. Histórico: Redação original RA 28/1969, DO-GB Nº 7 A indenização pelo não deferimento das férias no tempo oportuno será calculada com base na remuneração devida ao empregado à época da reclamação ou, se for o caso, à da extinção do contrato. Comentários: Depois de trabalhado 1 ano o empregado vence o período aquisitivo. Consequentemente, o empregador passa a ter a obrigação de conceder os 30 dias de férias a que o trabalhador faz jus em até um ano, contado do término da aquisição (período concessivo)

10 Pois bem, a súmula diz que o valor em dobro, referente à falta de pagamento de férias dentro do período concessivo será calculado tomando como base a remuneração devida pelo empregador no momento da reclamação trabalhista (contrato em curso) ou na época da rescisão (contrato rescindido). SUM-10 PROFESSOR. DISPENSA SEM JUSTA CAUSA. TÉRMINO DO ANO LETIVO OU NO CURSO DE FÉRIAS ESCOLARES. AVISO PRÉVIO (redação alterada em sessão do Tribunal Pleno realizada em ) Res. 185/2012 DEJT divulgado em 25, 26 e O direito aos salários do período de férias escolares assegurado aos professores (art. 322, caput e 3º, da CLT) não exclui o direito ao aviso prévio, na hipótese de dispensa sem justa causa ao término do ano letivo ou no curso das férias escolares. Histórico: Súmula mantida - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e Nº 10 Professor. É assegurado aos professores o pagamento dos salários no período de férias escolares. Se despedido sem justa causa ao terminar o ano letivo ou no curso dessas férias, faz jus aos re-feridos salários. Redação original - RA 28/1969, DO-GB Comentários: Súmula de fácil compreensão. Nas férias escolares o professor tem direito ao pagamento normal dos salários independente de haver ministrado aula ou participado de qualquer outra atividade pedagógica. Caso a empresa, espertamente, demita o professor ao término do período escolar, este fará jus ao salário dos meses de férias que lhe foram privados, além das demais verbas rescisórias normais com aviso prévio e tudo que tem direito

11 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS Bom pessoal, era isso pra aula demonstrativa. Apenas mais três coisas para que vocês saibam. O endereço do livro de súmulas do TST de onde todas as jurisprudências serão copiadas é Não sou sócio, mas eu já achava a CLT da LTR a melhor para estudar. Por último, qualquer dúvida ou correção, ortográfica ou de conteúdo, é só mandar para o meus s ou Certamente haverá bastante coisa pra melhorar. Vamos em frente! Abraço e que a Força esteja com vocês. Quem perde tempo, eterna perda chora

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