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1 governo do estado de são paulo Recepcionista de hotel 1

2 emprego Turismo e hospitalidade Recepcionista de hotel 1

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4 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Geraldo Alckmin Governador SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Rodrigo Garcia Secretário Nelson Baeta Neves Filho Secretário-Adjunto Maria Cristina Lopes Victorino Chefe de Gabinete Ernesto Masselani Neto Coordenador de Ensino Técnico, Tecnológico e Profissionalizante

5 Concepção do programa e elaboração de conteúdos Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia Coordenação do Projeto Juan Carlos Dans Sanchez Equipe Técnica Cibele Rodrigues Silva, João Mota Jr. e Raphael Lebsa do Prado Fundação do Desenvolvimento Administrativo Fundap Wanderley Messias da Costa Diretor Executivo Márgara Raquel Cunha Diretora de Políticas Sociais Coordenação Executiva do Projeto José Lucas Cordeiro Equipe Técnica Ana Paula Alves de Lavos, Emily Hozokawa Dias e Laís Schalch Textos de Referência Selma Venco, Clélia La Laina, Dilma Fabri Marão Pichoneri e Paula Marcia Ciacco da Silva Dias Gestão do processo de produção editorial Fundação Carlos Alberto Vanzolini Antonio Rafael Namur Muscat Presidente da Diretoria Executiva Alberto Wunderler Ramos Vice-presidente da Diretoria Executiva Gestão de Tecnologias aplicadas à Educação Direção da Área Guilherme Ary Plonski Coordenação Executiva do Projeto Angela Sprenger e Beatriz Scavazza Gestão do Portal Luiz Carlos Gonçalves, Sonia Akimoto e Wilder Rogério de Oliveira Gestão de Comunicação Ane do Valle Gestão Editorial Denise Blanes Equipe de Produção Assessoria pedagógica: Ghisleine Trigo Silveira Editorial: Adriana Ayami Takimoto, Airton Dantas de Araújo, Amanda Bonuccelli Voivodic, Beatriz Chaves, Beatriz Ramos Bevilacqua, Bruno de Pontes Barrio, Camila De Pieri Fernandes, Carolina Pedro Soares, Cláudia Letícia Vendrame Santos, Lívia Andersen França, Lucas Puntel Carrasco, Mainã Greeb Vicente, Patrícia Pinheiro de Sant Ana, Paulo Mendes e Tatiana Pavanelli Valsi Direitos autorais e iconografia: Aparecido Francisco, Beatriz Blay, Fernanda Catalão, Juliana Prado, Olívia Vieira da Silva Villa de Lima, Priscila Garofalo, Rita De Luca e Roberto Polacov Apoio à produção: Luiz Roberto Vital Pinto, Maria Regina Xavier de Brito, Valéria Aranha e Vanessa Leite Rios Diagramação e arte: Jairo Souza Design Gráfico CTP, Impressão e Acabamento Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Agradecemos aos seguintes profissionais e instituições que colaboraram na produção deste material: Leticia Coscelli, Melissa Galdino de Souza, Robson Alexandre Divino, Rodrigo Marcos de Castro e Quality Suites Imperial Hall

6 Caro(a) Trabalhador(a) Estamos felizes com a sua participação em um dos nossos cursos do Programa Via Rápida Emprego. Sabemos o quanto é importante a capacitação profissional para quem busca uma oportunidade de trabalho ou pretende abrir o seu próprio negócio. Hoje, a falta de qualificação é uma das maiores dificuldades enfrentadas pelo desempregado. Até os que estão trabalhando precisam de capacitação para se manter atualizados ou quem sabe exercer novas profissões com salários mais atraentes. Foi pensando em você que o Governo do Estado criou o Via Rápida Emprego. O Programa é coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, em parceria com instituições conceituadas na área da educação profissional. Os nossos cursos contam com um material didático especialmente criado para facilitar o aprendizado de maneira rápida e eficiente. Com a ajuda de educadores experientes, pretendemos formar bons profissionais para o mercado de trabalho e excelentes cidadãos para a sociedade. Temos certeza de que iremos lhe proporcionar muito mais que uma formação profissional de qualidade. O curso, sem dúvida, será o seu passaporte para a realização de sonhos ainda maiores. Boa sorte e um ótimo curso! Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia

7 Caro(a) Trabalhador(a) Inicia-se agora, com o Programa Via Rápida Emprego, sua trajetória rumo a novos conhecimentos na área de turismo e hospitalidade, mais especificamente sobre a ocupação de recepcionista de hotel. Você sabe que dominar técnicas específicas da ocupação é muito importante para ingressar no mundo do trabalho, mas hoje só isso não basta. Existem vários detalhes que vão além do conhecimento prático e que são igualmente importantes para seu futuro profissional. É justamente isso que este curso pretende lhe proporcionar. Partindo do princípio de que você já possui vários conhecimentos e vivências, durante esse período juntos, vamos não só valorizá-los, como também ampliá-los, para que ao final sinta-se confiante e capacitado a enfrentar novos desafios. A Unidade 1 deste Caderno abordará a história do turismo, passando pela evolução histórica da hotelaria no mundo e sobretudo no Brasil. Na Unidade 2, será apresentada a classificação dos hotéis de acordo com os serviços prestados aos hóspedes e a qualidade de sua infraestrutura. A Unidade 3 tratará do mercado de trabalho do recepcionista e dos aspectos legais da ocupação, com a descrição do que faz esse profissional. Como seus conhecimentos anteriores são muito importantes, nessa Unidade haverá atividades para resgatá- -los de maneira tranquila e agradável. Por fim, a Unidade 4 abordará o tema Comunicação e trará algumas noções de inglês, visto ser essa língua essencial para o trabalho do recepcionista. Seu curso terá continuidade no Caderno 2, que se voltará a assuntos específicos dessa ocupação, detalhando o dia a dia em uma recepção e apresentando alguns documentos nela utilizados. Esperamos que você esteja animado a continuar esse caminho. Bom curso!

8 Sumário Unidade 1 9 As viagens e a hotelaria Unidade 2 29 A classificação dos hotéis Unidade 3 39 O mercado de trabalho Unidade 4 67 A comunicação na ocupação de recepcionista de hotel

9 São Paulo (Estado). Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. Via Rápida Emprego: turismo e hospitalidade: recepcionista de hotel, v.1. São Paulo: SDECT, il. - - (Série Arco Ocupacional Turismo e Hospitalidade) ISBN: (Impresso) (Digital) 1. Ensino Profissionalizante 2. Turismo e Hospitalidade Qualificação Técnica 3. Recepcionista de Hotel Mercado de Trabalho I. Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia II. Título III. Série. CDD: FICHA CATALOGRÁFICA Tatiane Silva Massucato Arias - CRB-8/7262

10 U n i da d e 1 As viagens e a hotelaria Assembly/Getty Images Você é capaz de imaginar quando, pela primeira vez, um ser humano deixou sua habitação e, deslocando-se no que seria sua primeira viagem, necessitou de condições favoráveis para descansar, alimentar-se, proteger-se ou apenas passar a noite, por exemplo, em outro lugar que não sua casa? Ou, em lugar de casa, talvez fosse melhor falarmos em caverna? Para termos uma ideia de quando isso aconteceu, precisamos pensar na própria história da humanidade, pois se acredita, hoje, que os seres humanos surgiram em um continente e, com o passar do tempo, foram migrando em várias direções até se espalharem por todos os cantos do planeta. Esse processo levou milhares de anos, e só no período Neolítico foram criadas as primeiras e rudimentares embarcações, o que possibilitou também a ocupação de ilhas em pleno mar. R e c e p c i o n i s t a de hotel 1 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e 9

11 Os primeiros seres humanos eram nômades, isto é, não tinham moradia fixa, deslocando-se sempre de um lugar para outro em busca de alimento. Se considerarmos apenas o continente americano, por exemplo, a teoria mais difundida é a de que o homem primeiramente ocupou o norte da América, continuou seu movimento migratório em direção ao sul, atingiu a seguir a América Central e, por fim, chegou à América do Sul. SSPL/Getty Images Tribos nômades: homem puxa um animal capturado. Ao fundo, um grupo no lago remando numa canoa. Anônimo. Diorama da Children s Gallery, c Museu de Ciência de Londres, Inglaterra. Há evidências de que o Homo erectus teria colonizado a atual África sendo depois suplantado pelo Homo sapiens, que, há cerca de 100 mil anos, teria se espalhado pelo resto do planeta, com exceção da Antártida. A maioria dos antropólogos estrangeiros acredita que nas Américas essa colonização tenha ocorrido entre 18 mil e 20 mil anos atrás. Ilustrações: Encyclopaedia Britannica/UIG/Bridgeman Art Library/Keystone Homo erectus. Homo sapiens. Segundo eles, o homem, de origem mongol, oriundo da Ásia, atingiu as Américas pela Beríngia, região que hoje é o Estreito de Bering e as Ilhas Aleutas, entre o noroeste da América do Norte e o nordeste da Ásia e que, à época, não estava submersa pelo oceano. Entretanto, Niède Guidon (1933 ), renomada arqueóloga brasileira, encontrou no Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí, vestígios de fogueiras que datam de cerca de 60 mil anos, com pedras trabalhadas ao redor, e estudos confirmaram que se tratava de fogos provocados e controlados pelo homem, o qual seria de origem australoide-negroide, oriundo da África. 10 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e R e c e p c i o n i s t a de hotel 1

12 Durante essa trajetória, o ser humano foi hospedando- -se por certo tempo em lugares que lhe garantissem segurança, alimentação e repouso, buscando possivelmente condições mais confortáveis para si. Milhares de anos mais tarde, ele percebeu que era possível preestabelecer locais e instalações, assim como serviços com essas condições, em seus deslocamentos. Tais motivações, portanto, eram diferentes daquelas da primeira viagem humana. As primeiras hospedarias Quando se fala em viagem, associam-se, quase involuntariamente, as ideias de hospedagem e turismo. Para alguns historiadores, o primeiro local com o objetivo de abrigar pessoas surgiu provavelmente em 776 a.c. (antes de Cristo), em Olímpia, na forma de hospedaria para aqueles que se deslocavam pela Grécia para participar dos Jogos Olímpicos ou assistir a eles. Você sabia? Os Jogos Olímpicos, ou Olimpíadas, têm esse nome porque ocorreram pela primeira vez na cidade de Olímpia, na Grécia. Como nos dias de hoje, eram realizados a cada quatro anos. IBGE Mapa de parte da Europa com destaque para a Grécia. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atlas geográfico escolar. 5. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2009, p. 43. [Mantida a grafia original.] R e c e p c i o n i s t a de hotel 1 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e 11

13 Naturalmente, essas pessoas necessitavam de hospedagem, alimentação e outros serviços, tanto na cidade como em outros locais ao longo do percurso, e os que viajavam com o objetivo de assistir aos jogos estavam, sem dúvida, praticando turismo. Em Olímpia, na época, teriam sido edificados balneários e uma enorme estalagem, com área em torno de 10 mil metros quadrados. Você sabia? O termo hospitalidade surgiu no Império Romano e deriva de hospitalitas-atis, palavra em latim que pode ser traduzida como ato de acolher, de hospedar. Hospitium-i eram lugares, à margem das antigas estradas romanas, em que os viajantes encontravam abrigo, alimentação e até mesmo tratamento médico; eram também chamados hospedagens ou pousadas. Hóspede deriva de hospes-itus; estábulo, de stabulum, lugar onde se acomodavam as montarias; taberna, de tabernae, estabelecimento situado à beira da estrada, fora dos povoados, em que se vendiam produtos locais, comidas e bebidas em geral. Fonte: Confederação Nacional do Comércio (CNC). Breve história do turismo e da hotelaria. Rio de Janeiro: CNC, Disponível em: <http://www.cnc.org.br/sites/ default/files/arquivos/ brevehistoricodoturismoedahote laria.pdf>. Acesso em: 11 jun Markus Gann/123RF Ruínas de Olímpia, Grécia. Assim, foram sendo criadas estruturas próprias para atender àquelas demandas. O mesmo ocorreu séculos depois, já no Império Romano (27 a.c. [antes de Cristo] 476 d.c. [depois de Cristo]), onde os estabelecimentos construídos à beira das estradas, com essa finalidade, ofereciam hospitalidade aos viajantes que precisavam descansar durante sua jornada. Com a expansão do império, foram criadas vias de interligação entre os locais conquistados, o que permitiu o transporte e o comércio entre eles. Essa movimentação favoreceu a construção de estruturas de apoio aos viajantes, mercadores, militares etc. 12 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e R e c e p c i o n i s t a de hotel 1

14 Assistir aos circos e às lutas de gladiadores ou frequentar balneários também motivava muitas viagens, levando à construção de várias pousadas ao longo das estradas para que as pessoas se abrigassem nesse período longe de casa. A Via Appia, que ligava Roma à região de Puglia, no sudeste da Itália, era uma dessas estradas. Larry Mulvehill/Photo Researchers/Getty Images Na imagem, as marcas de rodas de carroça sobre as pedras, formando uma espécie de trilho, indicam como o tráfego, nessa via, era intenso. Com a propagação do Cristianismo, houve um aumento das peregrinações, muitas em direção à Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, erguida em 326 d.c. (depois de Cristo) pelo imperador Constantino ( d.c. [depois de Cristo]). No século VI (6), os peregrinos passaram a se dirigir também a Roma, daí o termo romeiro. As ordens religiosas mantinham abrigos para viajantes, pobres e doentes, os chamados hospitais, muitos deles junto a mosteiros. As viagens mais frequentes às cidades em que ficavam esses locais os tornavam insuficientes para atender todos os necessitados, e eles terminavam por se dividir entre abrigos para os enfermos (os hospitais) e abrigos para os demais (os albergues). A hospedagem, que era gratuita, por caridade, passou a ser cobrada, principalmente como forma de manter as instalações e os serviços básicos oferecidos. R e c e p c i o n i s t a de hotel 1 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e 13

15 Ruínas do antigo Hospital del Rey, fundado por Afonso VIII (8 o ), em Atualmente faz parte do campus da Universidade de Burgos, Espanha. Outro exemplo que, apesar de não ser na região da Itália, pode auxiliar na percepção das formas de abrigar viajantes e suas mercadorias são os caravançarás. Estes eram abrigos que acolhiam caravanas gratuitamente no Oriente Médio. A pintura a seguir mostra um deles. Archives Charmet/Bridgeman Art Library/Keystone Xavier Florensa/Easypix Interior de um caravançará na Pérsia. Escola francesa, século XIX (19). Litogravura. Biblioteca de Artes Decorativas. Paris, França. 14 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e R e c e p c i o n i s t a de hotel 1

16 Em 1282, foi criada em Florença, Itália, a primeira instituição que reunia proprietários de estabelecimentos de hospedagem, um grêmio de donos de pousadas. IBGE Mapa de parte da Europa com destaque para a Itália. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atlas geográfico escolar. 5. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2009, p. 43. Antes disso, em 1254, já vigoravam leis de regulamentação para os serviços de hospedagem na França. Quase 200 anos mais tarde, em 1446, o mesmo se deu na Inglaterra e, no século seguinte, XVI (16), os hospedeiros (hostelers, em inglês) passaram a ser considerados hoteleiros (innholders). As viagens dos povos antigos ocorriam, como vimos, por lazer, negócios ou fé, mas novas motivações surgiram com o decorrer do tempo. Durante o Renascimento, no século XVI (16), muitas viagens tinham objetivo artístico-cultural, já que as manifestações artísticas multiplicavam-se na Europa. Roma e Florença eram destinos privilegiados pelas elites. Atividade 1 Renascimento Em dupla, no laboratório de informática, façam uma pesquisa sobre o Renascimento. 1. O que foi? R e c e p c i o n i s t a de hotel 1 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e 15

17 2. Quando e onde surgiu? 3. Por que recebeu esse nome? 4. O que e quais artistas se destacaram nesse período? O desenvolvimento das ferrovias na Europa, no início do século XIX (19), e o surgimento das embarcações movidas a vapor, na segunda metade do mesmo século, fizeram com que a estrutura de hospedagem, boa parte concentrada à beira das estradas, também se instalasse no entorno das estações e dos portos. Nasceu, então, uma nova hotelaria, primeiramente na Europa e, mais tarde, nos Estados Unidos da América (EUA), deixando de ser privilégio dos nobres e aristocratas, pois passou a atender todos aqueles que podiam pagar por ela. Amenities: Produtos que atendem às necessidades de conforto dos hóspedes, sem custo adicional. Esse novo formato de hospedagem, como um local de conforto acessível a todos que têm dinheiro, foi bem representado pelo hotel Tremont House, inaugurado em 1829 na cidade estadunidense de Boston. Além de oferecer quartos privados, com portas e fechaduras, para solteiros e casais (até então eram quartos coletivos), foi o primeiro hotel a fornecer sabonetes como cortesia aos hóspedes, introduzindo, assim, o conceito de amenities (fala-se amênitis ). 16 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e R e c e p c i o n i s t a de hotel 1

18 Boston Public Library Hotel Tremont House, demolido em Boston, EUA. As mudanças na hotelaria, portanto, não se restringiram a alterações físicas em hotéis; elas primaram por um novo diferencial, novos padrões de atendimento, com dignidade, respeito e privacidade. Nos anos 1920, nos Estados Unidos da América, o empresário Henry Ford ( ), partindo do princípio de que a produção em massa devia vir acompanhada de consumo em massa, criou um modelo de carro popular que, com o apoio de estratégias de marketing, passou a associar a ideia de bem-estar à de lazer. A abertura de mais estradas para automóveis deu espaço, então, ao surgimento de vários hotéis e das viagens que ficaram conhecidas como stop go stop, que significa, ao pé da letra, pare, vá, pare. Na década de 1950, o desenvolvimento hoteleiro atingiu seu ápice, com o estabelecimento de grandes redes de hotéis em todo o mundo. R e c e p c i o n i s t a de hotel 1 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e 17

19 Bandeiras: Expedições que, durante o período colonial no Brasil, tinham o objetivo de explorar o território, capturar índios e procurar pedras e metais preciosos. Eram realizadas pelos bandeirantes e financiadas pelos senhores de engenho, donos de minas, comerciantes etc. Surgimento da hotelaria no Brasil No Brasil, a ação das bandeiras, que perdurou do fim do século XVI (16) até o início do XVIII (18), levou à criação de locais para hospedagem no interior do País. Em torno de alguns deles, com o decorrer do tempo, surgiram povoamentos, que, dependendo de seu desenvolvimento, chegaram a se tornar cidades. Em 1808, a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro e a Abertura dos Portos provocaram grandes alterações na estrutura de hospedagem das estalagens e casas de pasto do século anterior, o XVIII (18). Mapa da rota percorrida pelas bandeiras. ARRUDA, José Jobson de A. Atlas histórico básico. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008, p Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e R e c e p c i o n i s t a de hotel 1

20 Até então, valores da cultura portuguesa eram sinônimo de prestígio social, e um deles era o dever cristão e a tradição de receber os hóspedes com regalias nos próprios domicílios. Inúmeras residências possuíam, assim, quartos de hóspedes, o que tornava a atividade hoteleira comercialmente pouco rentável. Os pobres e os viajantes sem contato com moradores, bem como os religiosos em viagem, eram acolhidos em instituições religiosas. Com a chegada da corte, a cidade do Rio de Janeiro se tornou a capital e o centro da vida política e econômica do Brasil, com grande movimentação de pessoas e mercadorias em seu porto. O consequente incremento comercial, político, científico, artístico etc., além de investimentos financeiros internacionais, induziu à criação de muitos estabelecimentos voltados para a hospedagem. A própria instalação da corte de Portugal, que trouxe ao País cerca de 10 mil pessoas, provocou alterações, ainda que o príncipe regente tenha expulsado de suas casas os proprietários das melhores residências, para abrigar membros de sua comitiva. A porta desses imóveis foi sinalizada com as iniciais P. R. (de príncipe regente ), o que, para o povo, significava prédio roubado ou ponha-se na rua. Donos de edifícios, principalmente os franceses, transformaram-nos abrindo lojas, em muitas das quais instalaram cafés, e criando acomodações para hospedagem nos andares superiores, que conviviam com os albergues já existentes. Essas estruturas, porém, não ofereciam as mesmas condições de conforto e hospedagem que as do exterior. Mansões, muitas delas antes ocupadas por nobres, foram transformadas em hotéis de luxo, aproveitando o fato de estarem, na maioria, afastadas do centro, em regiões menos ocupadas, com cenário paisagístico atraente, condições que privilegiavam suas características de requinte. O transporte até essas áreas se fazia por meio de tração animal com rotas de bondes e diligências. Para saber um pouco mais sobre a ação das bandeiras, você poderá retomar o Caderno do Trabalhador 5 Conteúdos Gerais Repassando a história. Disponível em: <http://www.viarapida.sp.gov.br>. Acesso em: 13 jun R e c e p c i o n i s t a de hotel 1 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e 19

21 Origens da hotelaria Ainda no início do século XIX (19), adotou-se o termo hotel, do francês hôtel, para designar outros estabelecimentos voltados para o ato de hospedar. O suíço César Ritz ( ) é considerado o pai da hotelaria moderna/profissional. No período em que ocupou cargos de destaque no gerenciamento de importantes estabelecimentos, ele criou alguns dos principais conceitos para hotéis de luxo na França, entre eles: quartos amplos, toalete conjugado ao quarto e recepção, de maneira a centralizar todo o atendimento ao cliente. Em 1898, fundou o primeiro hotel que levou seu nome em Paris, na França, e o Ritz rapidamente se transformou em uma rede de hotéis, com filiais em cidades turísticas como Londres (Inglaterra) e Madri (Espanha). Keystone-France/Gamma-Keystone/Getty Images Hotel Ritz em Paris, França. No Brasil, alguns hotéis já se destacavam. O Hotel Pharoux, por exemplo, aberto em 1817 como restaurante, passou a ter, dois anos mais tarde, acomodações para hospedagem. Sua localização, próxima ao cais no Rio de Janeiro, conferia-lhe notoriedade. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, RJ Friedrich Pustkow. Hotel Pharoux, vistas do Rio de Janeiro, séc. XIX (19). Coleção Pustkow, Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro (RJ). 20 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e R e c e p c i o n i s t a de hotel 1

22 O Hotel da Itália, em 1835, assim como outros hotéis posteriormente, começaram a apresentar bandas de música e a promover os primeiros bailes carnavalescos em suas dependências, estabelecendo uma nova opção para a elite carioca e para a atividade do setor. Na cidade de São Paulo, porém, até a década de 1830, como havia poucos viajantes, em geral do interior, as hospedagens reduziam-se a pousos em albergarias, que ficavam nas estradas e eram compostas de duas fileiras de cubículos contíguos, sem janela e com porta dando para um vasto terreiro. Outra possibilidade de hospedagem, mais acolhedora, era ficar em casas particulares, que, quando pertenciam a pessoas com mais recursos financeiros, possuíam uma construção diferenciada, com alcovas, que eram quartos sem janelas, mas com porta que se abria diretamente para a sala de visitas, evitando assim o contato com os membros da família dos hospedeiros. Somente na década de 1850 começaram a surgir os primeiros hotéis paulistanos, mas foi a partir de 1867, com a criação da São Paulo Railway Company, mais tarde Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, voltada para o transporte do café para exportação, que o setor de hospedaria de São Paulo teve maior expansão. Você sabia? Para se hospedarem em casas de família em São Paulo no século XIX (19), as pessoas tinham de carregar uma carta de recomendação. Ficar nas casas particulares era uma alternativa para escapar das difíceis condições de higiene e acomodação oferecidas pelas albergarias. Para saber mais, visite o site do Arquivo Histórico Municipal: <http://www. arquiamigos.org.br/info/ info24/i-estudos.htm> (acesso em: 13 jun. 2013). Arquivo/AE R e c e p c i o n i s t a de hotel 1 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e 21

23 Foram inaugurados, então, hotéis maiores e mais bem montados, entre eles o Hotel Paulistano e o Hotel do Comércio. Fotos: Arquivo/AE O Grande Hotel, aberto em 1878, deu início a uma nova fase da hotelaria paulistana, pois seus excelentes serviços e aspecto suntuoso, com um enorme salão bem iluminado e decorado, passaram a atrair visitantes de dentro e de fora do País. No Rio de Janeiro, no entanto, faltavam hotéis na virada do século XIX (19) para o XX (20). O problema era tão grande que o governo, em 1907, decidiu isentar de impostos e emolumentos municipais por sete anos os cinco primeiros grandes hotéis que fossem construídos. 22 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e R e c e p c i o n i s t a de hotel 1

24 Então, em 1908, foi inaugurado na cidade o Hotel Avenida, o maior do Brasil por muito tempo, seguido pelo Hotel Glória, de 1922, e pelo Copacabana Palace, de Arquivo/Agência O Globo Hotel Avenida, Rio de Janeiro (RJ). Coincidentemente, também em 1908 surgiu em Buffalo, Estados Unidos da América, o Statler Hotel, considerado por alguns autores o primeiro hotel moderno, com portas corta-fogo, fechaduras em todas as portas, interruptor de luz ao lado das portas, banheiro privativo nos apartamentos, água corrente, espelho de corpo inteiro, geladeira, telefone etc. Seu proprietário criou um slogan famoso: A room and a bath a dollar and a half ( Um quarto e um banheiro por um dólar e meio ). Nome Significado Como se fala Room Quarto Rum Bath Banho Béf Half Metade, meio Réf Na década de 1920, como já ocorrido anos antes no Rio de Janeiro, a hotelaria conseguiu se incorporar à vida da elite paulistana. Foram inaugurados na cidade R e c e p c i o n i s t a de hotel 1 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e 23

25 os hotéis Terminus, com mais de 200 apartamentos, e Esplanada, situado atrás do Theatro Municipal de São Paulo, com 250 apartamentos e instalações luxuosas em seus três restaurantes e salão de chá, transformando-se em ponto de encontro de artistas, homens de negócio e intelectuais. Antigo Hotel Esplanada na Praça Ramos de Azevedo, em São Paulo (SP). No Rio, o Hotel Glória, atual Palace Hotel, aberto em 1922, teria sido o primeiro no Brasil a adotar os serviços de governança, contratando uma governanta de origem portuguesa; já o Copacabana Palace, de 1923, constituiria um marco na área da governança, introduzindo o estilo europeu de administração hoteleira. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, RJ Acervo Memória Votorantim Hotel Glória na época de sua inauguração. Rio de Janeiro (RJ). A década de 1920 foi marcada, ainda, pelo surgimento da Sociedade Brasileira de Turismo (posteriormente Touring Club do Brasil), que desempenharia importante papel na divulgação do turismo no País, tornando-se seu primeiro órgão oficial. Foi nomeada pelo governo federal para o papel de instituição de fomento, não só ao turismo na América do Sul, como às companhias de aviação, que, facilitando as viagens, promoveriam o turismo, a hospitalidade e a hotelaria. 24 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e R e c e p c i o n i s t a de hotel 1

26 A instalação de cassinos no País também impulsionou o turismo, abrindo espaço para a criação de inúmeros hotéis-cassinos, que geraram empregos diretos e indiretos no setor. No entanto, com a proibição dos jogos de azar, em 1946, pelo governo federal, houve uma avalanche de falências de hotéis, entre eles o Hotel Quitandinha, em Petrópolis (RJ), o Grande Hotel, em Águas de São Pedro (SP) e o Hotel Quisisana, em Poços de Caldas (MG). Grande Hotel. Águas de São Pedro (SP). A partir de meados da década de 1970, os investimentos hoteleiros estrangeiros foram feitos de maneira mais evidente, o que se pode verificar com a abertura do Hilton São Paulo Hotel, instalado no edifício Ipiranga, no centro da cidade de São Paulo. Larry Dale Gordon/Corbis/Latinstock Acervo Senac Hilton São Paulo Hotel, desativado em São Paulo (SP). R e c e p c i o n i s t a de hotel 1 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e 25

27 Datas importantes para o turismo no Brasil: criação de associações e empresas 1936 Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) 1945 Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que criaria, em 1955, o Conselho de Turismo e a Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares Para aprofundar seus conhecimentos sobre a história da hotelaria e obter mais informações da área, você pode consultar outras fontes, como o livro de Luiz Gonzaga Godoi Trigo, Viagem na memória: guia histórico das viagens e do turismo no Brasil (São Paulo: Senac São Paulo, 2002), e o site da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC): <http://www.cnc.org.br>. Acesso em: 9 jul Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) 1958 Comissão Brasileira de Turismo (Combratur) Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), voltada para o planejamento e a execução da Política Nacional de Turismo Fórum dos Operadores Hoteleiros do Brasil, para representar os interesses do setor hoteleiro na regulamentação e criação de normas para o setor 2004 Câmara Empresarial do Turismo, com vistas a modernizar o setor Fontes: Confederação Nacional do Comércio (CNC). Breve História do Turismo e da Hotelaria. Rio de Janeiro: CNC, Disponível em: <http://www.cnc.org.br/sites/ default/files/arquivos/brevehistoricodoturismoedahotelaria.pdf>. Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). História. Rio de Janeiro: CNC, Disponível em: <http://www.cnc.org.br/cnc/sobre-cnc/historia>. Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB). Disponível em: <http://fohb.com.br>. Acessos em: 28 jun Atividade 2 Quebrando a cabeça 1. Em grupo de até cinco pessoas, reflitam sobre as motivações para viagens na atualidade, respondendo às seguintes questões: 26 Arco Ocupacional T u r i s m o e Hospita l i d a d e R e c e p c i o n i s t a de hotel 1

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