Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-34 Maceió, Brasil, Agosto de 2005

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-34 Maceió, Brasil, Agosto de 2005"

Transcrição

1 COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-34 Maceió, Brasil, Agosto de 2005 MODELO DE GESTÃO EFICIENTE DE PERTAS COMERCIAIS BASEADO NO RISCO DA RECEITA Tema 1.2: Perdas Não Técnicas Autor: SERGIO HENRIQUE MOURTHÉ DUARTE Empresa ou Entidade: CEMIG PALAVRAS-CHAVE: perdas comerciais, sistema de gestão DADOS DO AUTOR RESPONSÁVEL Nome: Sergio H. Mourthé Duarte Cargo: Gerente Endereço: Rua Itambé, 114 2º Andar Telefone: Fax: RESUMO DO TRABALHO: Este trabalho é uma alternativa aos modelos de gestão para proteção de receitas que estão sendo utilizado atualmente pelas concessionárias de energia elétrica. Os modelos em uso baseiam-se em sistemas informatizados que monitoram o histórico dos consumos dos clientes e outras ocorrências de faturamento e através de algoritmos seleciona as unidades consumidoras com possibilidade de haver irregularidades que provoquem perda de receita. Nos últimos anos o comportamento de consumo dos clientes alterou por diversos fatores fazendo com que estes sistemas informatizados não sejam suficientes para manter o nível de perdas comerciais sob controle. Este cenário se agrava com a percepção pelo cliente que os ganhos com a fraude de energia elétrica passou a compensar o risco de ser autuado, face ao aumento do custo da energia. O sistema que desenvolvemos na Superintendência de Distribuição Centro da Cemig leva em consideração não só o Sistema de Gestão de Ordem de Inspeção WGOI mas também um novo conceito de proteção da receita através da analise do risco de termos perda, avaliado por um calculo estatístico. O novo sistema foi desenvolvido para neutralizar os efeitos da mudança do comportamento de consumo dos clientes e reverter à tendência de crescimento das perdas comerciais que a partir de 2001 crescem exponencialmente a uma taxa de 10,4% ao ano. Através do conceito de círculos concêntricos e crescentes de blindagem de receita combinado com os círculos concêntricos e fechado de clientes, resolvemos o problema de lidar com grandes volumes de clientes. O novo sistema esta sendo testado nos que respondem por 48% do receita da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig. Através de uma amostra estatística com 4% de erro e 95% de confiabilidade determinamos o risco de perda de receita, o valor financeiro de perda a ser evitado e o quanto a ser gasto no plano de blindagem da receita destes clientes.

2 1. Introdução O objetivo de trabalho é apresentar um novo modelo de gestão para a proteção a receita para as concessionárias de energia elétrica frente ao novo cenário advindo após o racionamento de 2001/2002 e com os fortes aumentos das tarifas de energia elétrica a partir do ano A partir da perda do referencial de consumo dos clientes e da tendência do aumento das perdas de comerciais com o aumento das tarifas os sistemas tradicionais de controle e combate às perdas comerciais perderam a sua eficiência, este novo modelo vem buscar reverter estas tendências restabelecendo o controle sobre as perdas de uma forma mais firme e mas adequada aos tempos atuais. Aplicado inicialmente num universo pequeno de clientes, unidades consumidoras, mas representativo do ponto de vista de proteção à receita pois representam 47,4% da receita da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig e 19% da receita da Cemig Distribuidora. Esperamos garantir uma blindagem desta receita limitando a perda comercial nestes clientes a valores residuais através da aplicação de dois planos de blindagem: Um emergencial com custo na ordem de 0,12% da receita protegida e um longo prazo com investimentos de limitados a 50% da receita agregada líquida com a eliminação das perdas comerciais e um custo anual de manutenção 0,06% da receita protegida. 2. O Cenário das Perdas Comerciais, Suas Causas e Conseqüências A Superintendência de Distribuição Centro da Cemig possui 1,7 milhões de clientes distribuído em diversas classes de consumo e tipo de ligação conforme a Tabela 1. Tabela 1 Número de Clientes por Tipo de Ligação: Classificação Nº UC s % Faturamento Monofásico ,37 Bifásico ,02 Bifásico TC 770 0,15 Trifásico ,73 Trifásico TC ,97 Méd. Tensão ,76 Total No gerenciamento das perdas comerciais destes clientes através do Sistema de Gerenciamento de Ordens de Inspeções WGOI são geradas cerca de motivos de inspeção por ano, considerando que a Cemig tem na média uma taxa de assertividade 30% significa que são cerca de irregularidades de consumo por ano o que da uma taxa de 88 irregularidades para cada 1000 UC s. Deste universo de motivos realizamos verificação no campo em cerca de motivos (previsão para 2005) e identificaremos cerca de irregularidade ou seja estamos atuando em apenas 32% das irregularidades existentes. Para 2005 estamos aumentando em 45% o número de inspeções que serão realizadas conforme a Tabela 2. Tabela 2 Evolução do Nº de Inspeções Realizada: Colegiado Inspeções Inspeções Var % DC Cemig Estamos, também, alocamos mais 78 novos colaboradores ao Processo de Proteção a Receita da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig, um aumento de 88,6%.

3 Para atingirmos os 100% identificação das irregularidades existentes teríamos de alocar mais 300 pessoas ao processo de proteção a receita somente na Superintendência de Distribuição Centro da Cemig. 2.1 As Causas Deste Cenário As causas deste estão ligadas às mudanças no comportamento de consumo dos clientes nos últimos anos afetado por diversos fatores fazendo com que só o Sistema Gestão de Ordem de Inspeções WGOI seja suficiente para manter o nível de perdas comerciais sob controle, dentro destes fatores podemos citar: O racionamento de energia elétrica de 2001/2002 que fez com o histórico de consumo dos clientes variasse bruscamente em 20% no mínimo; A adoção de novas tecnologias por parte da industria na busca da eficiência energética, que ser seja por decorrência do racionamento de 2001/2002 quer seja necessidade de buscar custos baixos para competir no mercado; A adoção de novos equipamentos eletrodomésticos mais eficientes; A mudança de hábitos de consumo dos clientes forcados pelos fortes aumentos nas tarifas de energia elétrica a partir do ano Este cenário se agrava com a disparada do custo da energia elétrica dando aos clientes a percepção que os ganhos com a fraude de energia elétrica passou a compensar o risco de ser autuado. 2.2 As Conseqüências deste Cenário As conseqüências deste cenário é o aumento das perdas comerciais da Cemig. As perdas comerciais da Cemig estavam em queda desde 1997 e caíam a uma taxa de 21,5% ao ano até A partir de 2001 esta tendência se inverte, desconsiderando o ano de 2001 pelas distorções introduzidas pelo racionamento, o crescimento das perdas comerciais da Cemig no período 2001 a 2004 se dá a uma taxa de 10,4% ao ano atingindo em ,68% e com uma curva de crescimento exponencial o que indica, se nada for mudado, uma perda projetada para 2010 na faixa de 3,5%, conforme Gráfico 1 do Anexo O Novo Modelo de Gestão das Perdas Baseado no Risco da Receita Para restabelecermos o controle sobre a gestão das perdas comerciais passamos a analisá-la através de ferramentas de marketing, introduzindo o conceito de círculos concêntricos e crescentes de blindagem de receita combinado com os círculos concêntricos e fechado de clientes e o atrelamos o Sistema de Gestão de Ordem de Inspeções WGOI. O conceito dos círculos concêntricos nos permitirá lidar com a questão do grande volume de cliente da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig e o Sistema WGOI com o grande volume de motivos de inspeção. Aplicando o conceito dos círculos concêntricos ao universo dos 1,7 milhões de UC s da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig obtivemos um universo de blindagem de receita UBR de UC s, cerca de 1,5% dos clientes, que representam 47,4% da receita, a estratificação do UBR por tipo de ligação esta na Tabela 3. Tabela 3 Nº de UC s por Tipo de Ligação do UBR: Classificação Nº UC s % Faturamento Monofásico 50 0,55 Bifásico 804 0,86 Trifásico ,26 Trifásico TC ,97 Méd. Tensão ,76 Total ,4

4 Para analisarmos o risco de perda de receita para o UBR e determinarmos o plano de blindagem ideal, utilizando métodos estatísticos para determinarmos uma amostra que nos dará qual a perda comercial para UBR com uma margem de erro de 4% e 95% de confiabilidade. A aplicação dos métodos estatísticos determinou um universo amostral de 612 UC s que foram escolhidas de forma aleatória dentro do UBR e resultou numa amostra de 2,4% do número das UC s, 1,83% da energia elétrica faturada e 2,23% da receita de UBR, o que demonstra que a amostra ficou muito consistente, conforme a Tabela 4. Tabela 4 Nº de UC s por Tipo de Ligação da Amostra do UBR: Classificação Nº UC s Monofásico 1 Bifásico 20 Trifásico 277 Trifásico TC 249 Méd. Tensão 65 Total 612 Realizada as inspeções nas 612 UC s com apoio do Sistema WGOI e constatamos: Irregularidades provocadas no sistema de medição que levam a perda de receita em 8,8% das UC s; Irregularidade de responsabilidade da Cemig em 1,2% das UC s; 82% das UC s não apresentavam nenhum tipo de irregularidade. Recuperamos MWh, 34,3% da energia faturada da amostra que representa 50,1% da receita da amostra; O incremento mensal de energia faturada é 108,9 MWh, 1,97% da energia fatura da amostra que representa 2,89% da receita da amostra. Os números mostram que as perdas comerciais para UBR esta 17,3% acima do registrado na Cemig em 2004 e 6,5% acima do resultado projetado segundo a curva de tendência para a Cemig em Mostrando que as ações de blindagem de receita para o UBR são mais rentáveis que as ações que estamos tomando para o universo global de UC s. Os critérios de sustentabilidade definidos pelo Planejamento Estratégico da Cemig para o Processo de Proteção a Receita, tendo por base parâmetros internacionais, determinam que o Processo pode apropriar-se de 50% da Receita Agregada Líquida RAL, por um período de 36 meses após a eliminação da irregularidade. A fonte de recursos que foi utilizada para financiar o Plano de Blindagem da Receita PBR foi à definida pelo critério de sustentabilidade considerando o Valor Presente Líquido da RAL descontado a 14% ao ano, custo de capital da Cemig. Extrapolando este valor para o UBR temos o valor disponível o dimensionamento do PBR, este valor corresponde a 4% a receita anual do UBR. 3.1 O Plano de Blindagem da Receita Para operacionalizarmos o Plano de Blindagem da Receita PBR definimos dois planos de ações: Plano de Blindagem da Receita Emergencial, este plano consiste da inspeção dos UC s do UBR seguindo os critérios abaixo: a. Unidades consumidoras já inspecionadas nos últimos seis meses; b. Unidades consumidoras com OI s emitidas; c. Unidades ligadas nos últimos 03 anos; d. Unidades com consumo maior que kwh; e. Todas unidades Poder Público f. Todas as unidades de MT. g. Os demais consumidores do UBR. Este plano já esta sendo executado com previsão de término em fevereiro de 2006 a um custo de 0,12% da receita

5 anual protegida. Com este plano vamos restabelecer o controle sobre o sistema de medição das UC s do UBR permitindo voltar a gerenciar este clientes via o Sistema WGOI. Plano de Blindagem da Receita de Longo Prazo, este plano prever uma série de ações que tem com linha de centro aumentar a vida útil da blindagem de receita garantindo que estas UC s vão estar com um grau elevado de proteção por longos períodos, dentre estas ações citamos as mais relevantes: a. Instalação de medição eletrônica em todas as UC s do UBR, já estamos iniciando o processo de compra dos equipamentos para instalação a partir de 2006; b. Instalação de teleleitura para todas as UC s de média tensão; temos 700 em fase de implantação e devemos concluir para todas as UC s em 2006; c. Expandir a teleleitura para todos as UC s do UBR, iniciar em 2006; d. A partir da instalação de teleleitura criar o Centro de Controle de Medição, que monitorar o consumo das UC s on line acionando o Relacionamento Comercial e as Equipes de Inspeção quando houver variações de significativas de consumo. Este plano será executado em 24 meses e tem orçamento máximo estimado em 4% da receita anual protegida e será financiado pelos 50% da RAL gerada pelo Plano de Blindagem da Receita Emergencial. O Plano de Blindagem da Receita vai exigir ainda um custo anual de manutenção estimado em 0,6% da receita anual protegida a ser gasto com inspeções preventivas e corretivas das UC s do UBR. 4. Conclusões Com o Plano de Blindagem da Receita, que a tradução operacional do sistema que foi idealizado para restabelecer o controle as perdas comerciais da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig, garantindo que 47,4% receita anual esta blindada contra as perdas, revertendo para UBR à tendência de aumento das perdas comerciais. A Superintendência de Distribuição Centro já está trabalhando, aproveitando a base filosófica deste trabalho, no Plano de Proteção a Receita que vai focar o restante dos 1,7 milhões de UC s. Os conceitos descritos aqui para o Processo de Perdas Comerciais estão permeando todos os outros processos de Proteção a Receita: Estabelecemos um processo diferenciado de leituras para as UC s do UBR de forma a garantirmos que o faturamento destas UC s será sempre correto e pela leitura real de consumo; Estamos estabelecendo um sistema diferenciado de gestão dos débitos para estes clientes, com um grupo de telecobrança e uma Equipe de Negociação de débitos própria para os clientes do UBR; Estamos reforçando as Equipes de Relacionamento Comercial que atende aos clientes ligados as estes UC s.

6 5. Anexos Anexo 1: Gráfico da Evolução das Perdas Comerciais da Cemig Evolução das Perdas Comerciais 3,5 3 3,03 2,75 % das Perdas 2,5 2 1,5 1 1,22 1,04 1,25 1,3 1,48 1,68 1,85 2,05 2,26 2,49 0,5 0,66 0, anos evolução das perdas Expon. (evolução das perdas)

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-33 Maceió, Brasil, Agosto de 2005

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-33 Maceió, Brasil, Agosto de 2005 HISTÓRICO DA EVOLUÇÃO DE PERDAS EM TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO NO BRASIL E UMA VISÃO DE FUTURO Tema 1.1: Perdas Técnicas Autores: - ADILSON NOGUEIRA ARAÚJO TAP ELETRO-SISTEMAS - ERIVALDO COSTA COUTO

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

O RETORNO FINANCEIRO DA MICROGERAÇÃO. Hans Rauschmayer

O RETORNO FINANCEIRO DA MICROGERAÇÃO. Hans Rauschmayer O RETORNO FINANCEIRO DA MICROGERAÇÃO Hans Rauschmayer O retorno financeiro da microgeração Parte do projeto de microgeração é a estimativa do retorno financeiro exante Quais são as regras para este cálculo?

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC -SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área de

Leia mais

A Maturidade do Modelo de Gestão para Redução dos Níveis de Perdas Comerciais: O Caso de uma Distribuidora de Energia Elétrica

A Maturidade do Modelo de Gestão para Redução dos Níveis de Perdas Comerciais: O Caso de uma Distribuidora de Energia Elétrica A Maturidade do Modelo de Gestão para Redução dos Níveis de Comerciais: O Caso de uma Distribuidora de Energia Elétrica Artur Fernando de Souza Costa Mestrando em Sistemas de Gestão Laboratório de Tecnologia,

Leia mais

Sistema Otimizado de Seleção de Instalações a Serem Inspecionadas, Utilizando Inteligência Artificial

Sistema Otimizado de Seleção de Instalações a Serem Inspecionadas, Utilizando Inteligência Artificial XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Sistema Otimizado de Seleção de Instalações a Serem Inspecionadas, Utilizando Inteligência

Leia mais

As distribuidoras de energia elétrica e o ISS

As distribuidoras de energia elétrica e o ISS As distribuidoras de energia elétrica e o ISS Introdução Como se sabe, a produção, a importação, a circulação, a distribuição ou o consumo de energia elétrica podem provocar a incidência do ICMS, exceto

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-53 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-53 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002 COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil Patricia Viero Minussi Aes Sul Distribuidora Gaúcha de Energia patricia.minussi@aes.com

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO. SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ÁGUA E ENERGIA ELÉTRICA Tema 3: Eficiência Energética

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO. SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ÁGUA E ENERGIA ELÉTRICA Tema 3: Eficiência Energética COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

SISTEMAS DE MEDIÇÃO CENTRALIZADA

SISTEMAS DE MEDIÇÃO CENTRALIZADA SISTEMAS DE MEDIÇÃO CENTRALIZADA Estado da arte Aplicações atuais Perspectivas Landulfo Mosqueira Alvarenga Consultor Técnico Diretoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação CEPEL 1 Seminário Internacional

Leia mais

Programa de Eficiência Energética das Empresas de Distribuição de Energia Elétrica PEE

Programa de Eficiência Energética das Empresas de Distribuição de Energia Elétrica PEE Programa de Eficiência Energética das Empresas de Distribuição de Energia Elétrica PEE Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-13 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002.

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-13 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002. COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.713, DE 15 DE ABRIL DE 2014.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.713, DE 15 DE ABRIL DE 2014. AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.713, DE 15 DE ABRIL DE 2014. Homologa as Tarifas de Energia TEs e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSDs referentes à Companhia

Leia mais

Luiz Renato Fraga Rios Engenheiro de Tecnologia Gerência de Gestão e Controle de Perdas da Distribuição PR/PE Cemig Distribuição Brasil

Luiz Renato Fraga Rios Engenheiro de Tecnologia Gerência de Gestão e Controle de Perdas da Distribuição PR/PE Cemig Distribuição Brasil Luiz Renato Fraga Rios Engenheiro de Tecnologia Gerência de Gestão e Controle de Perdas da Distribuição PR/PE Cemig Distribuição Brasil 19 a 21 de outubro de 2009 Hotel Transamérica São Paulo BRASIL A

Leia mais

Como reduzir sua conta de energia elétrica

Como reduzir sua conta de energia elétrica Como reduzir sua conta de energia elétrica Com REDULIGHT você tem energia de melhor qualidade e economiza até 25% na conta Saiba como O que é e como funciona o filtro REDULIGHT O Redulight é um Filtro

Leia mais

Gazeta do Povo Online (PR) 15/07/2015 Bandeira tarifária arrecada R$ 5,4 bilhões em cinco meses

Gazeta do Povo Online (PR) 15/07/2015 Bandeira tarifária arrecada R$ 5,4 bilhões em cinco meses Gazeta do Povo Online (PR) 15/07/2015 Bandeira tarifária arrecada R$ 5,4 bilhões em cinco meses http://www.gazetadopovo.com.br/economia/bandeira-tarifaria-arrecada-r-54-bilhoes-em-cinco-mesesanwfi63js8uy6mhbi41xg8n7p

Leia mais

Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D

Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D Tadeu Batista Coordenador Projeto Cidades do Futuro tbatista@cemig.com.br cidadesdofuturo@cemig.com.br www.cemig.com.br/smartgrid facebook.com/cemig.energia

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.815, DE 29 DE OUTUBRO DE 2014

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.815, DE 29 DE OUTUBRO DE 2014 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.815, DE 29 DE OUTUBRO DE 2014 Voto Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2014 e fixa as Tarifas de Energia TEs e as Tarifas

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO N O 505, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2001

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO N O 505, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2001 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO N O 505, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2001 Estabelece, de forma atualizada e consolidada, as disposições relativas à conformidade dos níveis de tensão de

Leia mais

DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA

DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA MOTIVADORES Níveis elevados de perdas não técnicas das empresas Restrições mais rígidas (ambientais,

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.879, DE 14 DE ABRIL DE 2015

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.879, DE 14 DE ABRIL DE 2015 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.879, DE 14 DE ABRIL DE 2015 Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2015, as Tarifas de Energia TE e as Tarifas de Uso do

Leia mais

Número: TERMO DE REFERÊNCIA PRL 001/2012. Data: PRL Gerência do Programa Luz para Todos 26/01/2012 1.0 - OBJETO/FINALIDADE:

Número: TERMO DE REFERÊNCIA PRL 001/2012. Data: PRL Gerência do Programa Luz para Todos 26/01/2012 1.0 - OBJETO/FINALIDADE: 1.0 - OBJETO/FINALIDADE: Aquisição de 7.812 Unidades de Medição Eletrônica de Energia Elétrica, 1 elemento, 1 fase, 3 fios, 240V e 15(100)A para implantação em padrões de entrada de unidades consumidoras

Leia mais

6 Simulação de tarifas de energia elétrica

6 Simulação de tarifas de energia elétrica 6 Simulação de tarifas de energia elétrica Concluída a construção da ferramenta computacional, foi possível realizar as simulações utilizando as funcionalidades para a qual esta foi desenhada. Os estágios

Leia mais

GERENCIAMENTO PELO LADO DA DEMANDA - MÉTODOS DIRETO, INDIRETO E INCENTIVADO

GERENCIAMENTO PELO LADO DA DEMANDA - MÉTODOS DIRETO, INDIRETO E INCENTIVADO STC/ 13 17 à 22 de outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) GERENCIAMENTO PELO LADO DA DEMANDA - MÉTODOS DIRETO, INDIRETO E INCENTIVADO

Leia mais

Faturamento de Reativo pelas Concessionárias de Energia Elétrica

Faturamento de Reativo pelas Concessionárias de Energia Elétrica Faturamento de Reativo pelas Concessionárias de Energia Elétrica Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento - CP Eletrônica S.A. Rua da Várzea 379 CEP: 91040-600 Porto Alegre RS Brasil Fone: (51)2131-2407

Leia mais

Eficiência Energética e ISO 50.001 Vantagens na Gestão da Energia

Eficiência Energética e ISO 50.001 Vantagens na Gestão da Energia Eficiência Energética e ISO 50.001 Vantagens na Gestão da Energia Setembro de 2014 Clientes COELBA CELPE Neoenergia 9,9 milhões 5,4 milhões 3,3 milhões COSERN COSERN 1,2 milhões CELPE Energia Distribuida

Leia mais

EARNINGS RELEASE 1º SEMESTRE 2007

EARNINGS RELEASE 1º SEMESTRE 2007 Geração e Transmissão S.A. Cemig Geração e Transmissão S.A CNPJ 06.981.176/0001-58 EARNINGS RELEASE 1º SEMESTRE 2007 1 ---------- Lucro Líquido A Cemig Geração e Transmissão apresentou, no primeiro semestre

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.512, DE 16 DE ABRIL DE 2013.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.512, DE 16 DE ABRIL DE 2013. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.512, DE 16 DE ABRIL DE 2013. Homologa o resultado da terceira Revisão Tarifária Periódica RTP da Companhia Energética do Rio Grande

Leia mais

ELABORAÇÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA GRNT FEVEREIRO DE 2011

ELABORAÇÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA GRNT FEVEREIRO DE 2011 ELABORAÇÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA GRNT FEVEREIRO DE 2011 INTRODUÇÃO: Trata-se de um projeto piloto de geração distribuída com energia solar, no qual a CEB Distribuição

Leia mais

O Programa de Eficiência Energética Regulado pela ANEEL e a Geração Distribuída

O Programa de Eficiência Energética Regulado pela ANEEL e a Geração Distribuída Fórum sobre Eficiência Energética e Geração Distribuída O Programa de Eficiência Energética Regulado pela ANEEL e a Geração Distribuída Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Superintendência de Pesquisa

Leia mais

PROGRAMA IMOBILIG - MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS

PROGRAMA IMOBILIG - MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS PROGRAMA IMOBILIG - MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS Sumário 1. Objetivo... 3 2. Premissas básicas... 3 3. Compromissos da CEEE-D... 3 4. Compromissos da Imobiliária... 3 5. Serviços disponíveis através

Leia mais

Projeto Energia Verde

Projeto Energia Verde Projeto Energia Verde Ana Christina R. Mascarenhas e Leandro C. da Silva Resumo O Projeto Energia Verde foi criado para os consumidores das distribuidoras do Grupo Neoenergia: Companhia de Eletricidade

Leia mais

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA MONITORAMENTO DE PERDAS EM ALIMENTADORES DE DISTRIBUIÇÃO

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA MONITORAMENTO DE PERDAS EM ALIMENTADORES DE DISTRIBUIÇÃO XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA MONITORAMENTO DE PERDAS EM ALIMENTADORES DE DISTRIBUIÇÃO Autores: Vagner Camilo Fernandes/Ivan Marques de Toledo Camargo. Empresa ou Entidade:

Leia mais

O CICLO PDCA COMO FERRAMENTA PARA ALCANÇAR A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA GESTÃO DA MANUTENÇÃO

O CICLO PDCA COMO FERRAMENTA PARA ALCANÇAR A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA GESTÃO DA MANUTENÇÃO O CICLO PDCA COMO FERRAMENTA PARA ALCANÇAR A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA GESTÃO DA MANUTENÇÃO Sérgio Ribeiro e Silva Jailson Teixeira Medeiros Regional de Transmissão do Maranhão OMA Divisão de Transmissão

Leia mais

de luz está mais transparente. Conheça as bandeiras tarifárias.

de luz está mais transparente. Conheça as bandeiras tarifárias. Agora, a sua conta de luz está mais transparente. Conheça as bandeiras tarifárias. Agora, em todo o país, as bandeiras tarifárias vêm impressas na conta de luz. E, para saber se o valor da sua conta irá

Leia mais

FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA. Introdução

FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA. Introdução FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA Introdução A questão do fornecimento de energia elétrica é de suma importância para um funcionamento adequado de equipamentos eletro-eletrônicos. Assim sendo, cabe ao poder

Leia mais

Painel: Implicações técnicas da regulação do fornecimento de energia elétrica para edificações residenciais e comerciais.

Painel: Implicações técnicas da regulação do fornecimento de energia elétrica para edificações residenciais e comerciais. Painel: Implicações técnicas da regulação do fornecimento de energia elétrica para edificações residenciais e comerciais. Daniel José Justi Bego Especialista em Regulação Superintendência de Regulação

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.774, DE 12 DE AGOSTO DE 2014

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.774, DE 12 DE AGOSTO DE 2014 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.774, DE 12 DE AGOSTO DE 2014 Nota Técnica n 253/2014-SRE/ANEEL Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2014 e fixa as Tarifas

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: (Não preencher) Maceió, Brasil, Agosto de 2005

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: (Não preencher) Maceió, Brasil, Agosto de 2005 PALAVRAS-CHAVE: medições em subestações previsor de energia protocolo DNP perdas de energia COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. SENDI 2008-06 a 10 de outubro. Olinda - Pernambuco - Brasil

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. SENDI 2008-06 a 10 de outubro. Olinda - Pernambuco - Brasil XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Gestão de Perdas Comerciais Integrada ao CCS - Sistema de Gestão Comercial Airton

Leia mais

Audiência Pública nº 006/2015

Audiência Pública nº 006/2015 Audiência Pública nº 006/2015 Aprimoramento do sistema de Bandeiras Tarifárias e da regulamentação da Conta Centralizadora dos Recursos de Bandeiras Tarifária Contribuições do Grupo Energisa Rio de Janeiro,

Leia mais

Sistemas Eletrônicos S.A.

Sistemas Eletrônicos S.A. Sistemas Eletrônicos S.A. Institucional ELO Empresa de Capital 100% Brasileiro; Estabelecida em 1980; Engenharia de Desenvolvimento Própria; Desenvolvimento e Produção de Dispositivos de Medição Eletrônica

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.718, DE 16 DE ABRIL DE 2014.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.718, DE 16 DE ABRIL DE 2014. AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.718, DE 16 DE ABRIL DE 2014. Homologa as Tarifas de Energia TEs e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSDs referentes à AES

Leia mais

Smart Grid e Net Metering no Brasil

Smart Grid e Net Metering no Brasil Smart Grid e Net Metering no Brasil Daniel Vieira Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição SRD/ANEEL Cidade do México 30/01/2013 Sistema de Distribuição 63 concessionárias de distribuição

Leia mais

ENERGIA E MEIO AMBIENTE Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 2001

ENERGIA E MEIO AMBIENTE Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 2001 Seminário ENERGIA E MEIO AMBIENTE Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 2001 PROJETOS DE CONSERVAÇÃO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Eletrobrás Saulo José Nascimento Cisneiros Diretor de Projetos Especiais da Eletrobrás

Leia mais

Nota Técnica nº 049/2003-SRD/ANEEL Em 04 de dezembro de 2003

Nota Técnica nº 049/2003-SRD/ANEEL Em 04 de dezembro de 2003 Nota Técnica nº 049/2003-SRD/ANEEL Em 04 de dezembro de 2003 Assunto: Reajuste das Tarifas de uso dos sistemas de distribuição da empresa Boa Vista Energia S/A - Boa Vista. I DO OBJETIVO Esta nota técnica

Leia mais

PRÉ - DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO JULHO 2006

PRÉ - DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO JULHO 2006 PRÉ - DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO JULHO 2006 Participantes: Gerente do Projeto: João Carlos R. Aguiar Aquecimento de água: Evandro Camelo e Eduardo Souza Ar Condicionado: Sérgio M.

Leia mais

Carga dos alimentadores

Carga dos alimentadores 50 Análise de consumo de energia e aplicações Capítulo V Carga dos alimentadores Por Manuel Luís Barreira Martinez* Em continuidade ao capítulo anterior, Locação de cargas métodos para a locação de carga

Leia mais

QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO CAPÍTULO 03

QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO CAPÍTULO 03 QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO CAPÍTULO 03 2 Capítulo 03 QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO Figura 01 Entrada de energia residencial Figura 02 Quadro de Distribuição Monofásico com DR (Disjuntor ou Interruptor) Geral 3 Figura

Leia mais

Sistema de Medição de Faturamento

Sistema de Medição de Faturamento Sistema de Medição de Faturamento Direitos e Deveres dos Consumidores Livres André Luiz Preite Cruz Especialista de mercado Agenda A ABRACE Atribuições da ABRACE O SMF O Mercado e o SMF Os Consumidores

Leia mais

Eficiência Energética. Roberto Carlos da Silva - Técnico Comercial Agosto de 2005

Eficiência Energética. Roberto Carlos da Silva - Técnico Comercial Agosto de 2005 Eficiência Energética Roberto Carlos da Silva - Técnico Comercial Agosto de 2005 Desafios para a Competitividade das Empresas Baixa Eficiência Energética; Necessidade de Novas Tecnologias e de Recursos

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA PRAÇA : ATENDIMENTO INTEGRADO À COMUNIDADE Autor: CARLOS ALBERTO COELHO CEMIG : COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS Palavras-chave: FIDELIZAÇÃO

Leia mais

Eletrotécnica Geral. Lista de Exercícios 2

Eletrotécnica Geral. Lista de Exercícios 2 ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PEA - Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas Eletrotécnica Geral Lista de Exercícios 2 1. Condutores e Dispositivos de Proteção 2. Fornecimento

Leia mais

Currículo. Carlos Roberto Vriesman. Engenheiro Eletricista Consultor

Currículo. Carlos Roberto Vriesman. Engenheiro Eletricista Consultor Currículo Carlos Roberto Vriesman Engenheiro Eletricista Consultor Out./2011 Currículo 1 - Tempo de Experiência Profissional 1.1 Tempo no cargo atual: Função: Superintendente desde 03.01.2011 Cargo: Engenheiro

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Monitorando e Controlando o Projeto II. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Monitorando e Controlando o Projeto II. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Monitorando e Controlando o Projeto II Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Reportar o Desempenho Realizar o Controle Integrado de Mudanças Reportar o

Leia mais

A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*)

A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A evolução tecnológica proporcionada pelas Smart Grids já colocou em plena marcha, mundialmente e silenciosamente, uma grande mudança

Leia mais

1.1 Fundação... 3 1.2 Objetivo... 3

1.1 Fundação... 3 1.2 Objetivo... 3 1 - HISTÓRICO E OBJETIVO DA EMPRESA 1.1 Fundação... 3 1.2 Objetivo... 3 2 DIVISÃO DE SERVIÇOS 2.1 MONTAGENS 2.1.1 Montagens elétricas em média e baixa tensão;... 4 2.1.2 Sistemas de proteção contra descargas

Leia mais

RACIONALIZAÇÃO DO USO DE ENERGIA ELÉTRICA EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA UNIDADE DE NEGÓCIOS DE SANTO ANTONIO DE JESUS

RACIONALIZAÇÃO DO USO DE ENERGIA ELÉTRICA EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA UNIDADE DE NEGÓCIOS DE SANTO ANTONIO DE JESUS RACIONALIZAÇÃO DO USO DE ENERGIA ELÉTRICA EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA UNIDADE DE NEGÓCIOS DE SANTO ANTONIO DE JESUS Pedro Cunha Filho (1) Engenheiro Civil graduado pela UFBA, com cursos nas

Leia mais

Processos de medição das grandezas elétricas e térmicas em prédios comerciais e públicos

Processos de medição das grandezas elétricas e térmicas em prédios comerciais e públicos Processos de medição das grandezas elétricas e térmicas em prédios comerciais e públicos 1.0 Apresentação Este Relatório Preliminar apresenta uma sugestão de processos de medição dos resultados da aplicação

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. ELETROBRÁS DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

TERMO DE REFERÊNCIA MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. ELETROBRÁS DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. ELETROBRÁS DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO DA ELETROBRÁS OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM PRESTAÇÃO DE

Leia mais

ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA N O 42 / 2005

ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA N O 42 / 2005 ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA N O 42 / 2005 Fixação de Encargos da Concessionária ou Permissionária e cálculo da Participação Financeira do Consumidor nas obras. Assunto: ORÇAMENTO 16/Fevereiro/2006 CONTRIBUIÇÕES

Leia mais

Objetivo. 0 Conceitos. 0 Funcionalidades. 0 Desafios. 0 Experiências de Implantação

Objetivo. 0 Conceitos. 0 Funcionalidades. 0 Desafios. 0 Experiências de Implantação Objetivo 0 Conceitos 0 Funcionalidades 0 Desafios 0 Experiências de Implantação Smart Grid Conceitos 0 NÃO é só Medição Eletrônica e Telecom!! 0 Envolve conhecimentos sobre: 0 Tecnologia, Padrões, Normas

Leia mais

Energia Elétrica - Tarifação

Energia Elétrica - Tarifação Autores: Prof. José Márcio Costa - DEA/UFV Prof. Luís César Silva - CCA/UFES Energia Elétrica - Tarifação Fundamentação Para a adoção de estratégias para a otimização do uso de energia elétrica faz-se

Leia mais

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO TECNOLOGIA, QUALIDADE E ENERGIA A SERVIÇO DA ECONOMIA. Engelétrica Indústria, Comércio e Serviços Elétricos Ltda. Rua Xavier da Rocha, 10 Vila Prudente

Leia mais

AAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é

AAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é 70 NORMAS ABNT APLICÁVEIS AOS MEDIDORES ELETRÔNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA DISCUTIDAS EM CONSULTA NACIONAL Por Jeferson Marcondes e Marcos Aurélio Ribeiro AAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

Leia mais

Direitos e Deveres dos Consumidores Residenciais de Energia Elétrica

Direitos e Deveres dos Consumidores Residenciais de Energia Elétrica Encontro do Conselho de Consumidores da AES Eletropaulo (Conselpa) e Conselho Coordenador das Associações Amigos de Bairros, Vilas e Cidades de SP (Consabesp). Direitos e Deveres dos Consumidores Residenciais

Leia mais

A Questão da Energia Elétrica. e as MPEs Paulistas

A Questão da Energia Elétrica. e as MPEs Paulistas SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE SÃO PAULO SEBRAE-SP PESQUISA E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A Questão da Energia Elétrica e as MPEs Paulistas (Relatório de Pesquisa) Realização: fipe Fundação

Leia mais

Definição da Conta Gráfica e do Mecanismo de Recuperação das Variações dos Preços do Gás e do Transporte Versão Final

Definição da Conta Gráfica e do Mecanismo de Recuperação das Variações dos Preços do Gás e do Transporte Versão Final NOTA TÉCNICA Definição da Conta Gráfica e do Mecanismo de Recuperação das Variações dos Preços do Gás e do Transporte Versão Final Aplicação: Distribuidoras de Gás do Estado de São Paulo Fevereiro 2012

Leia mais

Porque a COELBA escolheu a medição eletrônica. Jorge Manuel F. Dias

Porque a COELBA escolheu a medição eletrônica. Jorge Manuel F. Dias Porque a COELBA escolheu a medição eletrônica Jorge Manuel F. Dias Agenda 1. Apresentação 2. Objetivos / Visão Genérica do Sistema 3. Abrangência e Estrutura Analítica Projeto EAP 4. Resultados previstos

Leia mais

Reunião de Trabalho PROPEE ANEEL e ABESCO 30 Set 2013

Reunião de Trabalho PROPEE ANEEL e ABESCO 30 Set 2013 Reunião de Trabalho PROPEE ANEEL e ABESCO 30 Set 2013 Aspectos Normativos e Legais da Eficiência Energética Lei no 8.987, de fevereiro de 1995, Art. 29. Incumbe ao poder concedente: Inciso X: estimular

Leia mais

TODAS AS EMPRESAS DEVERIAM TER UM SIMULADOR DE PREÇOS. Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br)

TODAS AS EMPRESAS DEVERIAM TER UM SIMULADOR DE PREÇOS. Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) TODAS AS EMPRESAS DEVERIAM TER UM SIMULADOR DE PREÇOS O que mostra a análise de um preço de venda isoladamente. A elasticidade do preço. A necessidade de uma visão global. A importância de um simulador

Leia mais

Implantação de Medição Eletrónica em Baixa Tensão Nota Técnica n 0013/2009-SRD/ANEEL, de 28/01/2009

Implantação de Medição Eletrónica em Baixa Tensão Nota Técnica n 0013/2009-SRD/ANEEL, de 28/01/2009 945 Hornet Drive Hazelwood, MO 63042 www.aclara.com 314.895.6400 314.895.7373 fax 23 de abril, 2009 Carlos Alberto Calixto Mattar Superintendente de Regulação dos Serviços de Distribuição ANEEL SGAN quadra

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST. Módulo 2 Planejamento da Expansão do Sistema de Distribuição

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST. Módulo 2 Planejamento da Expansão do Sistema de Distribuição Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Módulo 2 Planejamento da Expansão do Sistema de Distribuição Revisão 0

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.809, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.809, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.809, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014 Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2014 e fixa as Tarifas de Energia TEs e as Tarifas

Leia mais

Soluções Schneider Electric voltadas à Eficiência Energética

Soluções Schneider Electric voltadas à Eficiência Energética Soluções Schneider Electric voltadas à Eficiência Energética Sistemas para Gerenciamento de Energia Fundação Santo André 25/03/08 Por: Eng. André F. Obst Depto. de Eficiência Energética Objetivo Entender

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.287, DE 8 DE MAIO DE 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.287, DE 8 DE MAIO DE 2012. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.287, DE 8 DE MAIO DE 2012. (*) Vide alterações e inclusões no final do texto. Homologa o resultado da terceira Revisão Tarifária

Leia mais

4 Fator de carga e fator de demanda: conceituação

4 Fator de carga e fator de demanda: conceituação 4 Fator de carga e fator de demanda: conceituação 4.1. Fator de carga (FC) Segundo a resolução a normativa nº 414 de 9 de setembro de 2010 da ANEEL, o fator de carga é definido como sendo a razão entre

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO Nº 02

COMUNICADO TÉCNICO Nº 02 COMUNICADO TÉCNICO Nº 02 Página 1 de 1 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO INDIVIDUAL 1.OBJETIVO Visando a redução de custos de expansão do sistema

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL GE Distributed Power Jose Renato Bruzadin Sales Manager Brazil T +55 11 2504-8829 M+55 11 99196-4809 Jose.bruzadini@ge.com São Paulo, 11 de Julho de 2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: GE Distributed Power AGÊNCIA

Leia mais

Metodologia Prática de Aplicação do Curso Complementar de NR10.

Metodologia Prática de Aplicação do Curso Complementar de NR10. Metodologia Prática de Aplicação do Curso Complementar de NR1. Autores Eustáquio do Nascimento Amorim Oldair Rezende do Prado Renato Claro Martins Vanderlei Toledo CEMIG DISTRIBUIÇÃO S/A RESUMO Em 27,

Leia mais

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Atualização das informações. Nome dos grupos

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Atualização das informações. Nome dos grupos Instalação de Banco de Capacitores em Baixa Tensão Processo Realizar Novas Ligações Atividade Executar Ligações BT Código Edição Data SM04.14-01.008 2ª Folha 1 DE 9 26/10/2009 HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO CURSO DE FORMAÇÃO

CONCURSO DE ADMISSÃO CURSO DE FORMAÇÃO CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA ELÉTRICA CADERNO DE QUESTÕES 20 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Seja um circuito RLC série alimentado por uma fonte de tensão e sem energia inicialmente armazenada.

Leia mais

EMENTAS DO CURSO ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL

EMENTAS DO CURSO ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL EMENTAS DO CURSO ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL EDA 1601 - INGLÊS INSTRUMENTAL I (2.0.0)2 English for Specific Purposes": introdução. Leitura e compreensão de texto: estratégias de leitura. Organização e partes

Leia mais

VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética

VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética Copel Distribuição S.A Vlademir Daleffe 25/03/2015 1 VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH 1. Composição tarifária

Leia mais

Medidores tipo Split uma solução completa para proteção de receita

Medidores tipo Split uma solução completa para proteção de receita Medidores tipo Split uma solução completa para proteção de receita Mariano Michael Bergman Gerente Marketing Eletricidade Actaris ITRON São Paulo - Brasil 0 Medidores tipo Split ou Bi-Corpo Características

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMANDAS DO SORTEIO Nº 017/2011 - EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 02/2009

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMANDAS DO SORTEIO Nº 017/2011 - EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 02/2009 1 1 3 2 1 3 3 4 1 4 4 1 5 5 3 6 5 3 7 5 3 CONSOLIDAÇÃO DAS DEMANDAS DO SORTEIO Nº 017/2011 - EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 02/2009 avaliação inicial do "Desenvolvimento de Sistema Integrado de Geração de

Leia mais

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil CPI da OPME 6.Abr. 2015 Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil SISTEMA UNIMED 351 Cooperativas contribuindo com a interiorização dos médicos da medicina de qualidade no Brasil. SISTEMA

Leia mais

Gestão dos Prazos e Custos do Projeto

Gestão dos Prazos e Custos do Projeto Gestão dos Prazos e Custos do Projeto Prof. Sérgio Ricardo do Nascimento Aula 6 28 de novembro de 2013 1 Gestão dos Prazos e Custos do Projeto - Prof. Sérgio Ricardo do Nascimento Conteúdo Programático

Leia mais

Apresentação dos Resultados do 2T09 e 1S09

Apresentação dos Resultados do 2T09 e 1S09 Apresentação dos Resultados do 2T09 e 1S09 Comentários 2T09 Evolução dos prêmios auferidos no 2T09 em relação ao 2T08; Evolução da frota segurada; Sinistralidade das carteiras de automóvel na Azul Seguros

Leia mais

Qualidade da energia elétrica no Brasil

Qualidade da energia elétrica no Brasil Qualidade da energia elétrica no Brasil Luiz Henrique Capeli Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Luanda 30 de maio de 2013 Agenda Qualidade da Energia Elétrica Evolução da Regulamentação Qualidade

Leia mais

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil.

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01 PROMOVA A INTEGRAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DE SUA

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.505, DE 5 DE ABRIL DE 2013

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.505, DE 5 DE ABRIL DE 2013 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.505, DE 5 DE ABRIL DE 2013 Homologa o resultado da terceira Revisão Tarifária Periódica RTP da Empresa Energética de Mato Grosso

Leia mais

Gestão orçamentária na Construção Civil

Gestão orçamentária na Construção Civil Um retrato dos desafios, práticas e resultados do planejamento orçamentário Maio, 2014 Agenda Metodologia e amostra Desafios e cultura da organização na gestão orçamentária Processos e riscos do planejamento

Leia mais

Experiências em Redes Inteligentes Institutos Lactec e UFPR. Por Rodrigo Jardim Riella riella@lactec.org.br

Experiências em Redes Inteligentes Institutos Lactec e UFPR. Por Rodrigo Jardim Riella riella@lactec.org.br Experiências em Redes Inteligentes Institutos Lactec e UFPR Por Rodrigo Jardim Riella riella@lactec.org.br Agenda Os Institutos Lactec Projetos nas áreas de Smart Grids Piloto Programa Smart Grid Light

Leia mais

III Workshop Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil. Nelson Fonseca Leite Presidente 06/03/2013

III Workshop Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil. Nelson Fonseca Leite Presidente 06/03/2013 III Workshop Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil Nelson Fonseca Leite Presidente 06/03/2013 PRINCIPAIS INDICADORES DO SETOR DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

Leia mais