Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-34 Maceió, Brasil, Agosto de 2005

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-34 Maceió, Brasil, Agosto de 2005"

Transcrição

1 COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-34 Maceió, Brasil, Agosto de 2005 MODELO DE GESTÃO EFICIENTE DE PERTAS COMERCIAIS BASEADO NO RISCO DA RECEITA Tema 1.2: Perdas Não Técnicas Autor: SERGIO HENRIQUE MOURTHÉ DUARTE Empresa ou Entidade: CEMIG PALAVRAS-CHAVE: perdas comerciais, sistema de gestão DADOS DO AUTOR RESPONSÁVEL Nome: Sergio H. Mourthé Duarte Cargo: Gerente Endereço: Rua Itambé, 114 2º Andar Telefone: Fax: RESUMO DO TRABALHO: Este trabalho é uma alternativa aos modelos de gestão para proteção de receitas que estão sendo utilizado atualmente pelas concessionárias de energia elétrica. Os modelos em uso baseiam-se em sistemas informatizados que monitoram o histórico dos consumos dos clientes e outras ocorrências de faturamento e através de algoritmos seleciona as unidades consumidoras com possibilidade de haver irregularidades que provoquem perda de receita. Nos últimos anos o comportamento de consumo dos clientes alterou por diversos fatores fazendo com que estes sistemas informatizados não sejam suficientes para manter o nível de perdas comerciais sob controle. Este cenário se agrava com a percepção pelo cliente que os ganhos com a fraude de energia elétrica passou a compensar o risco de ser autuado, face ao aumento do custo da energia. O sistema que desenvolvemos na Superintendência de Distribuição Centro da Cemig leva em consideração não só o Sistema de Gestão de Ordem de Inspeção WGOI mas também um novo conceito de proteção da receita através da analise do risco de termos perda, avaliado por um calculo estatístico. O novo sistema foi desenvolvido para neutralizar os efeitos da mudança do comportamento de consumo dos clientes e reverter à tendência de crescimento das perdas comerciais que a partir de 2001 crescem exponencialmente a uma taxa de 10,4% ao ano. Através do conceito de círculos concêntricos e crescentes de blindagem de receita combinado com os círculos concêntricos e fechado de clientes, resolvemos o problema de lidar com grandes volumes de clientes. O novo sistema esta sendo testado nos que respondem por 48% do receita da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig. Através de uma amostra estatística com 4% de erro e 95% de confiabilidade determinamos o risco de perda de receita, o valor financeiro de perda a ser evitado e o quanto a ser gasto no plano de blindagem da receita destes clientes.

2 1. Introdução O objetivo de trabalho é apresentar um novo modelo de gestão para a proteção a receita para as concessionárias de energia elétrica frente ao novo cenário advindo após o racionamento de 2001/2002 e com os fortes aumentos das tarifas de energia elétrica a partir do ano A partir da perda do referencial de consumo dos clientes e da tendência do aumento das perdas de comerciais com o aumento das tarifas os sistemas tradicionais de controle e combate às perdas comerciais perderam a sua eficiência, este novo modelo vem buscar reverter estas tendências restabelecendo o controle sobre as perdas de uma forma mais firme e mas adequada aos tempos atuais. Aplicado inicialmente num universo pequeno de clientes, unidades consumidoras, mas representativo do ponto de vista de proteção à receita pois representam 47,4% da receita da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig e 19% da receita da Cemig Distribuidora. Esperamos garantir uma blindagem desta receita limitando a perda comercial nestes clientes a valores residuais através da aplicação de dois planos de blindagem: Um emergencial com custo na ordem de 0,12% da receita protegida e um longo prazo com investimentos de limitados a 50% da receita agregada líquida com a eliminação das perdas comerciais e um custo anual de manutenção 0,06% da receita protegida. 2. O Cenário das Perdas Comerciais, Suas Causas e Conseqüências A Superintendência de Distribuição Centro da Cemig possui 1,7 milhões de clientes distribuído em diversas classes de consumo e tipo de ligação conforme a Tabela 1. Tabela 1 Número de Clientes por Tipo de Ligação: Classificação Nº UC s % Faturamento Monofásico ,37 Bifásico ,02 Bifásico TC 770 0,15 Trifásico ,73 Trifásico TC ,97 Méd. Tensão ,76 Total No gerenciamento das perdas comerciais destes clientes através do Sistema de Gerenciamento de Ordens de Inspeções WGOI são geradas cerca de motivos de inspeção por ano, considerando que a Cemig tem na média uma taxa de assertividade 30% significa que são cerca de irregularidades de consumo por ano o que da uma taxa de 88 irregularidades para cada 1000 UC s. Deste universo de motivos realizamos verificação no campo em cerca de motivos (previsão para 2005) e identificaremos cerca de irregularidade ou seja estamos atuando em apenas 32% das irregularidades existentes. Para 2005 estamos aumentando em 45% o número de inspeções que serão realizadas conforme a Tabela 2. Tabela 2 Evolução do Nº de Inspeções Realizada: Colegiado Inspeções Inspeções Var % DC Cemig Estamos, também, alocamos mais 78 novos colaboradores ao Processo de Proteção a Receita da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig, um aumento de 88,6%.

3 Para atingirmos os 100% identificação das irregularidades existentes teríamos de alocar mais 300 pessoas ao processo de proteção a receita somente na Superintendência de Distribuição Centro da Cemig. 2.1 As Causas Deste Cenário As causas deste estão ligadas às mudanças no comportamento de consumo dos clientes nos últimos anos afetado por diversos fatores fazendo com que só o Sistema Gestão de Ordem de Inspeções WGOI seja suficiente para manter o nível de perdas comerciais sob controle, dentro destes fatores podemos citar: O racionamento de energia elétrica de 2001/2002 que fez com o histórico de consumo dos clientes variasse bruscamente em 20% no mínimo; A adoção de novas tecnologias por parte da industria na busca da eficiência energética, que ser seja por decorrência do racionamento de 2001/2002 quer seja necessidade de buscar custos baixos para competir no mercado; A adoção de novos equipamentos eletrodomésticos mais eficientes; A mudança de hábitos de consumo dos clientes forcados pelos fortes aumentos nas tarifas de energia elétrica a partir do ano Este cenário se agrava com a disparada do custo da energia elétrica dando aos clientes a percepção que os ganhos com a fraude de energia elétrica passou a compensar o risco de ser autuado. 2.2 As Conseqüências deste Cenário As conseqüências deste cenário é o aumento das perdas comerciais da Cemig. As perdas comerciais da Cemig estavam em queda desde 1997 e caíam a uma taxa de 21,5% ao ano até A partir de 2001 esta tendência se inverte, desconsiderando o ano de 2001 pelas distorções introduzidas pelo racionamento, o crescimento das perdas comerciais da Cemig no período 2001 a 2004 se dá a uma taxa de 10,4% ao ano atingindo em ,68% e com uma curva de crescimento exponencial o que indica, se nada for mudado, uma perda projetada para 2010 na faixa de 3,5%, conforme Gráfico 1 do Anexo O Novo Modelo de Gestão das Perdas Baseado no Risco da Receita Para restabelecermos o controle sobre a gestão das perdas comerciais passamos a analisá-la através de ferramentas de marketing, introduzindo o conceito de círculos concêntricos e crescentes de blindagem de receita combinado com os círculos concêntricos e fechado de clientes e o atrelamos o Sistema de Gestão de Ordem de Inspeções WGOI. O conceito dos círculos concêntricos nos permitirá lidar com a questão do grande volume de cliente da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig e o Sistema WGOI com o grande volume de motivos de inspeção. Aplicando o conceito dos círculos concêntricos ao universo dos 1,7 milhões de UC s da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig obtivemos um universo de blindagem de receita UBR de UC s, cerca de 1,5% dos clientes, que representam 47,4% da receita, a estratificação do UBR por tipo de ligação esta na Tabela 3. Tabela 3 Nº de UC s por Tipo de Ligação do UBR: Classificação Nº UC s % Faturamento Monofásico 50 0,55 Bifásico 804 0,86 Trifásico ,26 Trifásico TC ,97 Méd. Tensão ,76 Total ,4

4 Para analisarmos o risco de perda de receita para o UBR e determinarmos o plano de blindagem ideal, utilizando métodos estatísticos para determinarmos uma amostra que nos dará qual a perda comercial para UBR com uma margem de erro de 4% e 95% de confiabilidade. A aplicação dos métodos estatísticos determinou um universo amostral de 612 UC s que foram escolhidas de forma aleatória dentro do UBR e resultou numa amostra de 2,4% do número das UC s, 1,83% da energia elétrica faturada e 2,23% da receita de UBR, o que demonstra que a amostra ficou muito consistente, conforme a Tabela 4. Tabela 4 Nº de UC s por Tipo de Ligação da Amostra do UBR: Classificação Nº UC s Monofásico 1 Bifásico 20 Trifásico 277 Trifásico TC 249 Méd. Tensão 65 Total 612 Realizada as inspeções nas 612 UC s com apoio do Sistema WGOI e constatamos: Irregularidades provocadas no sistema de medição que levam a perda de receita em 8,8% das UC s; Irregularidade de responsabilidade da Cemig em 1,2% das UC s; 82% das UC s não apresentavam nenhum tipo de irregularidade. Recuperamos MWh, 34,3% da energia faturada da amostra que representa 50,1% da receita da amostra; O incremento mensal de energia faturada é 108,9 MWh, 1,97% da energia fatura da amostra que representa 2,89% da receita da amostra. Os números mostram que as perdas comerciais para UBR esta 17,3% acima do registrado na Cemig em 2004 e 6,5% acima do resultado projetado segundo a curva de tendência para a Cemig em Mostrando que as ações de blindagem de receita para o UBR são mais rentáveis que as ações que estamos tomando para o universo global de UC s. Os critérios de sustentabilidade definidos pelo Planejamento Estratégico da Cemig para o Processo de Proteção a Receita, tendo por base parâmetros internacionais, determinam que o Processo pode apropriar-se de 50% da Receita Agregada Líquida RAL, por um período de 36 meses após a eliminação da irregularidade. A fonte de recursos que foi utilizada para financiar o Plano de Blindagem da Receita PBR foi à definida pelo critério de sustentabilidade considerando o Valor Presente Líquido da RAL descontado a 14% ao ano, custo de capital da Cemig. Extrapolando este valor para o UBR temos o valor disponível o dimensionamento do PBR, este valor corresponde a 4% a receita anual do UBR. 3.1 O Plano de Blindagem da Receita Para operacionalizarmos o Plano de Blindagem da Receita PBR definimos dois planos de ações: Plano de Blindagem da Receita Emergencial, este plano consiste da inspeção dos UC s do UBR seguindo os critérios abaixo: a. Unidades consumidoras já inspecionadas nos últimos seis meses; b. Unidades consumidoras com OI s emitidas; c. Unidades ligadas nos últimos 03 anos; d. Unidades com consumo maior que kwh; e. Todas unidades Poder Público f. Todas as unidades de MT. g. Os demais consumidores do UBR. Este plano já esta sendo executado com previsão de término em fevereiro de 2006 a um custo de 0,12% da receita

5 anual protegida. Com este plano vamos restabelecer o controle sobre o sistema de medição das UC s do UBR permitindo voltar a gerenciar este clientes via o Sistema WGOI. Plano de Blindagem da Receita de Longo Prazo, este plano prever uma série de ações que tem com linha de centro aumentar a vida útil da blindagem de receita garantindo que estas UC s vão estar com um grau elevado de proteção por longos períodos, dentre estas ações citamos as mais relevantes: a. Instalação de medição eletrônica em todas as UC s do UBR, já estamos iniciando o processo de compra dos equipamentos para instalação a partir de 2006; b. Instalação de teleleitura para todas as UC s de média tensão; temos 700 em fase de implantação e devemos concluir para todas as UC s em 2006; c. Expandir a teleleitura para todos as UC s do UBR, iniciar em 2006; d. A partir da instalação de teleleitura criar o Centro de Controle de Medição, que monitorar o consumo das UC s on line acionando o Relacionamento Comercial e as Equipes de Inspeção quando houver variações de significativas de consumo. Este plano será executado em 24 meses e tem orçamento máximo estimado em 4% da receita anual protegida e será financiado pelos 50% da RAL gerada pelo Plano de Blindagem da Receita Emergencial. O Plano de Blindagem da Receita vai exigir ainda um custo anual de manutenção estimado em 0,6% da receita anual protegida a ser gasto com inspeções preventivas e corretivas das UC s do UBR. 4. Conclusões Com o Plano de Blindagem da Receita, que a tradução operacional do sistema que foi idealizado para restabelecer o controle as perdas comerciais da Superintendência de Distribuição Centro da Cemig, garantindo que 47,4% receita anual esta blindada contra as perdas, revertendo para UBR à tendência de aumento das perdas comerciais. A Superintendência de Distribuição Centro já está trabalhando, aproveitando a base filosófica deste trabalho, no Plano de Proteção a Receita que vai focar o restante dos 1,7 milhões de UC s. Os conceitos descritos aqui para o Processo de Perdas Comerciais estão permeando todos os outros processos de Proteção a Receita: Estabelecemos um processo diferenciado de leituras para as UC s do UBR de forma a garantirmos que o faturamento destas UC s será sempre correto e pela leitura real de consumo; Estamos estabelecendo um sistema diferenciado de gestão dos débitos para estes clientes, com um grupo de telecobrança e uma Equipe de Negociação de débitos própria para os clientes do UBR; Estamos reforçando as Equipes de Relacionamento Comercial que atende aos clientes ligados as estes UC s.

6 5. Anexos Anexo 1: Gráfico da Evolução das Perdas Comerciais da Cemig Evolução das Perdas Comerciais 3,5 3 3,03 2,75 % das Perdas 2,5 2 1,5 1 1,22 1,04 1,25 1,3 1,48 1,68 1,85 2,05 2,26 2,49 0,5 0,66 0, anos evolução das perdas Expon. (evolução das perdas)

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil Patricia Viero Minussi Aes Sul Distribuidora Gaúcha de Energia patricia.minussi@aes.com

Leia mais

GERENCIAMENTO PELO LADO DA DEMANDA - MÉTODOS DIRETO, INDIRETO E INCENTIVADO

GERENCIAMENTO PELO LADO DA DEMANDA - MÉTODOS DIRETO, INDIRETO E INCENTIVADO STC/ 13 17 à 22 de outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) GERENCIAMENTO PELO LADO DA DEMANDA - MÉTODOS DIRETO, INDIRETO E INCENTIVADO

Leia mais

Sistemas Eletrônicos S.A.

Sistemas Eletrônicos S.A. Sistemas Eletrônicos S.A. Institucional ELO Empresa de Capital 100% Brasileiro; Estabelecida em 1980; Engenharia de Desenvolvimento Própria; Desenvolvimento e Produção de Dispositivos de Medição Eletrônica

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL GE Distributed Power Jose Renato Bruzadin Sales Manager Brazil T +55 11 2504-8829 M+55 11 99196-4809 Jose.bruzadini@ge.com São Paulo, 11 de Julho de 2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: GE Distributed Power AGÊNCIA

Leia mais

DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA

DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA MOTIVADORES Níveis elevados de perdas não técnicas das empresas Restrições mais rígidas (ambientais,

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL

ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL 1. Introdução Uma empresa é administrada para satisfazer os interesses e objetivos de seus proprietários. Em particular, a organização de atividades econômicas em

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

As distribuidoras de energia elétrica e o ISS

As distribuidoras de energia elétrica e o ISS As distribuidoras de energia elétrica e o ISS Introdução Como se sabe, a produção, a importação, a circulação, a distribuição ou o consumo de energia elétrica podem provocar a incidência do ICMS, exceto

Leia mais

Objetivo. 0 Conceitos. 0 Funcionalidades. 0 Desafios. 0 Experiências de Implantação

Objetivo. 0 Conceitos. 0 Funcionalidades. 0 Desafios. 0 Experiências de Implantação Objetivo 0 Conceitos 0 Funcionalidades 0 Desafios 0 Experiências de Implantação Smart Grid Conceitos 0 NÃO é só Medição Eletrônica e Telecom!! 0 Envolve conhecimentos sobre: 0 Tecnologia, Padrões, Normas

Leia mais

Programa de Eficiência Energética das Empresas de Distribuição de Energia Elétrica PEE

Programa de Eficiência Energética das Empresas de Distribuição de Energia Elétrica PEE Programa de Eficiência Energética das Empresas de Distribuição de Energia Elétrica PEE Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética

Leia mais

SISTEMAS DE MEDIÇÃO CENTRALIZADA

SISTEMAS DE MEDIÇÃO CENTRALIZADA SISTEMAS DE MEDIÇÃO CENTRALIZADA Estado da arte Aplicações atuais Perspectivas Landulfo Mosqueira Alvarenga Consultor Técnico Diretoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação CEPEL 1 Seminário Internacional

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-33 Maceió, Brasil, Agosto de 2005

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-33 Maceió, Brasil, Agosto de 2005 HISTÓRICO DA EVOLUÇÃO DE PERDAS EM TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO NO BRASIL E UMA VISÃO DE FUTURO Tema 1.1: Perdas Técnicas Autores: - ADILSON NOGUEIRA ARAÚJO TAP ELETRO-SISTEMAS - ERIVALDO COSTA COUTO

Leia mais

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Inovação da Gestão em Saneamento

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Inovação da Gestão em Saneamento Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Inovação da Gestão em Saneamento PNQS 2010 IGS SETEMBRO/2010 ORGANOGRAMA DA ORGANIZAÇÃO CANDIDATA Vice-presidência de GO Superintendência T Gerência Prod. e Desenvolvimento

Leia mais

de luz está mais transparente. Conheça as bandeiras tarifárias.

de luz está mais transparente. Conheça as bandeiras tarifárias. Agora, a sua conta de luz está mais transparente. Conheça as bandeiras tarifárias. Agora, em todo o país, as bandeiras tarifárias vêm impressas na conta de luz. E, para saber se o valor da sua conta irá

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE TODO EXECUTIVO FINANCEIRO GOSTARIA DE FAZER SOBRE ANÁLISE ECONÔMICA

PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE TODO EXECUTIVO FINANCEIRO GOSTARIA DE FAZER SOBRE ANÁLISE ECONÔMICA CAVALCANTE & PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE TODO EXECUTIVO FINANCEIRO GOSTARIA DE FAZER SOBRE ANÁLISE ECONÔMICA! O conceito de econômico e financeiro! Como concluir com base em indicadores! Construção de índices

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 DETERMINAÇÃO DA CORRENTE DE CURTO - CIRCUITO FASE TERRA NO MEIO INDUSTRIAL Felipe Miquelino¹; Edilberto Teixeira² 1 Universidade de Uberaba, Uberaba-MG 2 Universidade de Uberaba, Uberaba-MG fmiquelinof@gmail.com;

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

Luiz Renato Fraga Rios Engenheiro de Tecnologia Gerência de Gestão e Controle de Perdas da Distribuição PR/PE Cemig Distribuição Brasil

Luiz Renato Fraga Rios Engenheiro de Tecnologia Gerência de Gestão e Controle de Perdas da Distribuição PR/PE Cemig Distribuição Brasil Luiz Renato Fraga Rios Engenheiro de Tecnologia Gerência de Gestão e Controle de Perdas da Distribuição PR/PE Cemig Distribuição Brasil 19 a 21 de outubro de 2009 Hotel Transamérica São Paulo BRASIL A

Leia mais

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico CUSTOMER SUCCESS STORY Abril 2014 Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico PERFIL DO CLIENTE Indústria: Mídia Companhia: Valor Econômico Funcionários:

Leia mais

O que é e como funciona uma operação de swap

O que é e como funciona uma operação de swap O que é e como funciona uma operação de swap! O que é Swap! O que é Hedge! Mecanismo básico de funcionamento de uma operação de Swap Autores: Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br)! Administrador de Empresas

Leia mais

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil.

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01 PROMOVA A INTEGRAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DE SUA

Leia mais

Engenharia Gerencial. A cogeração como alternativa aos desafios energéticos

Engenharia Gerencial. A cogeração como alternativa aos desafios energéticos A cogeração como alternativa aos desafios energéticos A visão corrente de que o Brasil possui um dos maiores parques de energia hidrelétrica do mundo, nos afasta de uma realidade um pouco distante disto.

Leia mais

INVESTIMENTO A LONGO PRAZO 1. Princípios de Fluxo de Caixa para Orçamento de Capital

INVESTIMENTO A LONGO PRAZO 1. Princípios de Fluxo de Caixa para Orçamento de Capital 5 INVESTIMENTO A LONGO PRAZO 1. Princípios de Fluxo de Caixa para Orçamento de Capital 1.1 Processo de decisão de orçamento de capital A decisão de investimento de longo prazo é a decisão financeira mais

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

Leilão do IRB: Considerações Econômicas

Leilão do IRB: Considerações Econômicas Leilão do IRB: Considerações Econômicas Francisco Galiza - Mestre em Economia (FGV) Março/2000 SUMÁRIO: I) Introdução II) Parâmetros Usados III) Estimativas IV) Conclusões 1 I) Introdução O objetivo deste

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

O RETORNO FINANCEIRO DA MICROGERAÇÃO. Hans Rauschmayer

O RETORNO FINANCEIRO DA MICROGERAÇÃO. Hans Rauschmayer O RETORNO FINANCEIRO DA MICROGERAÇÃO Hans Rauschmayer O retorno financeiro da microgeração Parte do projeto de microgeração é a estimativa do retorno financeiro exante Quais são as regras para este cálculo?

Leia mais

Galvão Energia Evolução das Fontes de Energia Renováveis no Brasil. V Conferência Anual da RELOP

Galvão Energia Evolução das Fontes de Energia Renováveis no Brasil. V Conferência Anual da RELOP Galvão Energia Evolução das Fontes de Energia Renováveis no Brasil V Conferência Anual da RELOP Lisboa, 01.Jun.2012 Agenda O Acionista Grupo Galvão 03 A Empresa Galvão Energia 04 A evolução das fontes

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

ESTUDO SOBRE CIRCULAÇÃO DE REVISTAS

ESTUDO SOBRE CIRCULAÇÃO DE REVISTAS ESTUDO SOBRE CIRCULAÇÃO DE REVISTAS MERCADO BRASILEIRO 2000 A 2011 2 Sumário 1 METODOLOGIA... 3 2 EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE EXEMPLARES DE 2000 A 2011... 4 3 RECEITAS ANUAIS POR PERIODICIDADE... 5 3.1 PREÇO

Leia mais

Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva

Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva Gerência de Redes Subterrâneas Diretoria Regional II Rafael Moreno Engenheiro Eletricista Campo

Leia mais

A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*)

A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A evolução tecnológica proporcionada pelas Smart Grids já colocou em plena marcha, mundialmente e silenciosamente, uma grande mudança

Leia mais

Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Project & Portfolio Management SaaS

Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Project & Portfolio Management SaaS CUSTOMER SUCCESS STORY Junho 2014 Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Project & Portfolio Management SaaS PERFIL DO CLIENTE Empresa: Renova Energia Indústria: Energia Funcionários:

Leia mais

4 Fator de carga e fator de demanda: conceituação

4 Fator de carga e fator de demanda: conceituação 4 Fator de carga e fator de demanda: conceituação 4.1. Fator de carga (FC) Segundo a resolução a normativa nº 414 de 9 de setembro de 2010 da ANEEL, o fator de carga é definido como sendo a razão entre

Leia mais

O Programa de Eficiência Energética Regulado pela ANEEL e a Geração Distribuída

O Programa de Eficiência Energética Regulado pela ANEEL e a Geração Distribuída Fórum sobre Eficiência Energética e Geração Distribuída O Programa de Eficiência Energética Regulado pela ANEEL e a Geração Distribuída Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Superintendência de Pesquisa

Leia mais

A Responsabilidade Social no Setor Elétrico

A Responsabilidade Social no Setor Elétrico Fórum de Responsabilidade Socioambiental do Setor Elétrico Organização: ANEEL A Responsabilidade Social no Setor Elétrico Claudio J. D. Sales Presidente Instituto Acende Brasil Instituto Israel Pinheiro,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Existem várias finalidades para medição de energia, dentre elas vamos destacar as seguintes: Consumo mensal de energia A grandeza medida é

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC -SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área de

Leia mais

Soluções Schneider Electric voltadas à Eficiência Energética

Soluções Schneider Electric voltadas à Eficiência Energética Soluções Schneider Electric voltadas à Eficiência Energética Sistemas para Gerenciamento de Energia Fundação Santo André 25/03/08 Por: Eng. André F. Obst Depto. de Eficiência Energética Objetivo Entender

Leia mais

BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA

BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA Por meio de um investimento estratégico de até R$314,7 milhões, a BNDESPAR ingressa no capital social da Renova Energia. Parceria de Longo Prazo A

Leia mais

Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município

Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município Foco na Gestão Comercial e Operacional Estamos vivenciando atualmente, uma profunda transformação no Setor de Saneamento. As Companhias

Leia mais

O CICLO PDCA COMO FERRAMENTA PARA ALCANÇAR A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA GESTÃO DA MANUTENÇÃO

O CICLO PDCA COMO FERRAMENTA PARA ALCANÇAR A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA GESTÃO DA MANUTENÇÃO O CICLO PDCA COMO FERRAMENTA PARA ALCANÇAR A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA GESTÃO DA MANUTENÇÃO Sérgio Ribeiro e Silva Jailson Teixeira Medeiros Regional de Transmissão do Maranhão OMA Divisão de Transmissão

Leia mais

Imprimir. Influência das Harmônicas na Alimentação de Dispositivos Eletrônicos: Efeitos, e como eliminá-los

Imprimir. Influência das Harmônicas na Alimentação de Dispositivos Eletrônicos: Efeitos, e como eliminá-los 1/ 9 Imprimir PROJETOS / Energia 20/08/2012 10:20:00 Influência das Harmônicas na Alimentação de Dispositivos Eletrônicos: Efeitos, e como eliminá-los Na primeira parte deste artigo vimos que a energia

Leia mais

PROBEN PROGRAMA DE BOM USO ENERGÉTICO

PROBEN PROGRAMA DE BOM USO ENERGÉTICO PROBEN PROGRAMA DE BOM USO ENERGÉTICO Proben Esplanada ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA ENTRE O MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO E A UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS,

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução O que são

Leia mais

OS IMPACTOS DA FILOSOFIA JIT SOBRE A GESTÃO DO GIRO FINANCIADO POR CAPITAL DE TERCEIROS

OS IMPACTOS DA FILOSOFIA JIT SOBRE A GESTÃO DO GIRO FINANCIADO POR CAPITAL DE TERCEIROS http://www.administradores.com.br/artigos/ OS IMPACTOS DA FILOSOFIA JIT SOBRE A GESTÃO DO GIRO FINANCIADO POR CAPITAL DE TERCEIROS DIEGO FELIPE BORGES DE AMORIM Servidor Público (FGTAS), Bacharel em Administração

Leia mais

DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA

DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA OBJETIVOS Desenvolvimento de metodologia e sistema de automação do monitoramento de riscos e controles organizacionais para: Minimização dos riscos regulatórios

Leia mais

EARNINGS RELEASE 1º SEMESTRE 2007

EARNINGS RELEASE 1º SEMESTRE 2007 Geração e Transmissão S.A. Cemig Geração e Transmissão S.A CNPJ 06.981.176/0001-58 EARNINGS RELEASE 1º SEMESTRE 2007 1 ---------- Lucro Líquido A Cemig Geração e Transmissão apresentou, no primeiro semestre

Leia mais

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2 UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2 Introdução SABE COM EXATIDÃO QUAL A MARGEM DE LUCRO DO SEU NEGÓCIO? Seja na fase de lançamento de um novo negócio, seja numa empresa já em

Leia mais

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão )

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) GMI/021 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO XII GESTÃO DA MANUTENÇÃO AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) João Carlos Santos Schneider

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES RELATIVAS AO PROCESSO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA 014/2006

CONTRIBUIÇÕES RELATIVAS AO PROCESSO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA 014/2006 CONTRIBUIÇÕES RELATIVAS AO PROCESSO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA 014/2006 Outubro/2006 Página 1 CONTRIBUIÇÕES RELATIVAS AO PROCESSO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA 014/2006...1 1 OBJETIVO...3 2 REALIZAÇÃO DO INVESTIMENTO

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES?

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? Índice 1. O que é planejamento de...3 1.1. Resultados do planejamento de vendas e operações (PVO)...

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração da NBC T 1 citada nesta Norma para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL. RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.213/09 Aprova a NBC TA 320 Materialidade no Planejamento e

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Conselho de Administração Diretoria Geral Gerenciamento de Capital Diretoria de Controladoria, Operações, Jurídico, Ouvidoria e Cobrança Diretoria de Tesouraria, Produtos e Novos Negócios Operações Bancárias

Leia mais

Grupo. Objetivo. o Anderson Shibao; o Débora Keréstes; o Jefferson Duarte; o Luciano Vasconcelos; o Paulo Rogerio Andrade; o Vinicius Estevão.

Grupo. Objetivo. o Anderson Shibao; o Débora Keréstes; o Jefferson Duarte; o Luciano Vasconcelos; o Paulo Rogerio Andrade; o Vinicius Estevão. Grupo o Anderson Shibao; o Débora Keréstes; o Jefferson Duarte; o Luciano Vasconcelos; o Paulo Rogerio Andrade; o Vinicius Estevão. Objetivo o Apresentar opções de projeto, suas fraquezas e oportunidades

Leia mais

Fluxo para Avaliação Econômica da Distribuição FAED

Fluxo para Avaliação Econômica da Distribuição FAED 06 a 10 de Outubro de 2008 Olinda - PE Fluxo para Avaliação Econômica da Distribuição FAED Nome do autor: Nome da empresa: E-mail do autor: Maurílio Matheus CEMIG Distribuição SA maurilm@cemig.com.br PALAVRAS

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

Smart Grid e Net Metering no Brasil

Smart Grid e Net Metering no Brasil Smart Grid e Net Metering no Brasil Daniel Vieira Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição SRD/ANEEL Cidade do México 30/01/2013 Sistema de Distribuição 63 concessionárias de distribuição

Leia mais

Planejamento do fluxo de caixa para um crescimento sustentado

Planejamento do fluxo de caixa para um crescimento sustentado Planejamento do fluxo de caixa para um crescimento sustentado Planejamento Performance Dashboard Plano de ação Relatórios Indicadores O Forecast de fluxo de caixa prevê o caixa líquido da empresa em um

Leia mais

ENERGIA E MEIO AMBIENTE Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 2001

ENERGIA E MEIO AMBIENTE Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 2001 Seminário ENERGIA E MEIO AMBIENTE Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 2001 PROJETOS DE CONSERVAÇÃO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Eletrobrás Saulo José Nascimento Cisneiros Diretor de Projetos Especiais da Eletrobrás

Leia mais

Custos Logísticos. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo.

Custos Logísticos. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo. É todo custo gerado por operações logística em uma empresa, visando atender as necessidades dos clientes de qualidade custo e principalmente prazo. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo.

Leia mais

Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise

Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise CUSTOMER SUCCESS STORY Dezembro 2013 Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise PERFIL DO CLIENTE Indústria: Setor público Companhia: Dataprev Empregados: 3.000+

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobras ANEXO VI DESCRIÇÃO DO PROJETO ENERGIA+

Ministério de Minas e Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobras ANEXO VI DESCRIÇÃO DO PROJETO ENERGIA+ Ministério de Minas e Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobras ANEXO VI DESCRIÇÃO DO PROJETO ENERGIA+ CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ORGANIZAÇÃO DE CONGRESSOS, EXPOSIÇÕES,

Leia mais

Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Clarity PPM

Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Clarity PPM CUSTOMER SUCCESS STORY Maio 2014 Renova Energia Otimiza Gestão de Conhecimento e Projetos com CA Clarity PPM PERFIL DO CLIENTE Empresa: Renova Energia Indústria: Energia Funcionários: 182 (2012) Faturamento:

Leia mais

Gestão dos Negócios. Desempenho da Economia. Consumo de Energia Elétrica GWh

Gestão dos Negócios. Desempenho da Economia. Consumo de Energia Elétrica GWh Desempenho da Economia Em 2005, o PIB do Brasil teve crescimento de 2,6 %, segundo estimativas do Banco Central. A taxa de desemprego registrou leve recuo, cedendo de 10,2 % em janeiro/05 para 9,6 % em

Leia mais

Portfólio de Serviços

Portfólio de Serviços Portfólio de Serviços Consultoria de resultados MOTIVAÇÃO EM GERAR Somos uma consultoria de resultados! Entregamos muito mais que relatórios. Entregamos melhorias na gestão, proporcionando aumento dos

Leia mais

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI Prof. Fernando Rodrigues Nas empresas atuais, a Tecnologia de Informação (TI) existe como uma ferramenta utilizada pelas organizações para atingirem seus objetivos.

Leia mais

Incorporar o Controle de Riscos Críticos à Gestão de Saúde e

Incorporar o Controle de Riscos Críticos à Gestão de Saúde e Incorporar o Controle de Riscos Críticos à Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho Carlos Augusto Failace Cardoso Gerente Corporativo de Segurança do Trabalho 24/04/2013 A Gerdau no mundo Nossa empresa

Leia mais

VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética

VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética Copel Distribuição S.A Vlademir Daleffe 25/03/2015 1 VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH 1. Composição tarifária

Leia mais

TODAS AS EMPRESAS DEVERIAM TER UM SIMULADOR DE PREÇOS. Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br)

TODAS AS EMPRESAS DEVERIAM TER UM SIMULADOR DE PREÇOS. Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) TODAS AS EMPRESAS DEVERIAM TER UM SIMULADOR DE PREÇOS O que mostra a análise de um preço de venda isoladamente. A elasticidade do preço. A necessidade de uma visão global. A importância de um simulador

Leia mais

Dimensionamento dos Estoques

Dimensionamento dos Estoques Administração Dimensionamento, Planejamento e Controle de Profª. Patricia Brecht Dimensionamento dos s Cada área possui interesse em aumentar os níveis de estoque para garantir a segurança e reduzir o

Leia mais

ELABORAÇÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA GRNT FEVEREIRO DE 2011

ELABORAÇÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA GRNT FEVEREIRO DE 2011 ELABORAÇÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA GRNT FEVEREIRO DE 2011 INTRODUÇÃO: Trata-se de um projeto piloto de geração distribuída com energia solar, no qual a CEB Distribuição

Leia mais

Eficiência Energética + Comercialização de Energia Oportunidades Conjuntas 16/10/08

Eficiência Energética + Comercialização de Energia Oportunidades Conjuntas 16/10/08 Eficiência Energética + Comercialização de Energia Oportunidades Conjuntas 16/10/08 RME Rio Minas Energia Participações S.A Luce Brasil Fundo de Investimentos - LUCE Missão da Light: Ser uma grande empresa

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

VOTO. 4. Em 29 de macro de 2006, a Casa da Criança Palhacinho Triste apresentou recurso em face da decisão da CEEE.

VOTO. 4. Em 29 de macro de 2006, a Casa da Criança Palhacinho Triste apresentou recurso em face da decisão da CEEE. VOTO PROCESSO: 48500.003732/2011-16. INTERESSADOS: Casa da Criança Palhacinho Triste, Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica - CEEE, Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos

Leia mais

Gazeta do Povo Online (PR) 15/07/2015 Bandeira tarifária arrecada R$ 5,4 bilhões em cinco meses

Gazeta do Povo Online (PR) 15/07/2015 Bandeira tarifária arrecada R$ 5,4 bilhões em cinco meses Gazeta do Povo Online (PR) 15/07/2015 Bandeira tarifária arrecada R$ 5,4 bilhões em cinco meses http://www.gazetadopovo.com.br/economia/bandeira-tarifaria-arrecada-r-54-bilhoes-em-cinco-mesesanwfi63js8uy6mhbi41xg8n7p

Leia mais

Gestão de Programas Estruturadores

Gestão de Programas Estruturadores Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais

Leia mais

Saiba o que vai mudar no seu bolso com as novas medidas econômicas do governo

Saiba o que vai mudar no seu bolso com as novas medidas econômicas do governo Cliente: Trade Energy Veículo: Portal R7 Assunto: Saiba o que vai mudar no seu bolso com as novas medidas Data: 21/01/2015 http://noticias.r7.com/economia/saiba-o-que-vai-mudar-no-seu-bolso-com-as-novas-medidaseconomicas-do-governo-21012015

Leia mais

Agência Virtual Canal Prefeituras Procedimento Operacional Cadastro de Serviços

Agência Virtual Canal Prefeituras Procedimento Operacional Cadastro de Serviços Procedimento Operacional Prefeituras Documento Público Agência Virtual Canal Prefeituras Procedimento Operacional Cadastro de Serviços Gerência de Relacionamento Comercial com Clientes Especiais do Poder

Leia mais

Governança de T.I. Professor: Ernesto Junior E-mail: egpjunior@gmail.com

Governança de T.I. Professor: Ernesto Junior E-mail: egpjunior@gmail.com Governança de T.I Professor: Ernesto Junior E-mail: egpjunior@gmail.com Information Technology Infrastructure Library ITIL ITIL é um acrônimo de Information Technology Infraestruture Library. Criado em

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Roberto Proença da Silva Carlos Alberto Moura Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG Superintendência de Tecnologia da Informação - TI Gerência de

Leia mais

número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas

número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas A valorização do real e as negociações coletivas As negociações coletivas em empresas ou setores fortemente vinculados ao mercado

Leia mais

PROGRAMA IMOBILIG - MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS

PROGRAMA IMOBILIG - MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS PROGRAMA IMOBILIG - MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS Sumário 1. Objetivo... 3 2. Premissas básicas... 3 3. Compromissos da CEEE-D... 3 4. Compromissos da Imobiliária... 3 5. Serviços disponíveis através

Leia mais

O PASSO A PASSO PARA A OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO DE PROJETOS

O PASSO A PASSO PARA A OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO DE PROJETOS O PASSO A PASSO PARA A OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO DE PROJETOS OVERVIEW Este treinamento tem como objetivo oferecer aos participantes uma ampla visão de quais os passos para se obter financiamento para implementar

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO TRABALHO SEGURO SGTS NA LIGHT

IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO TRABALHO SEGURO SGTS NA LIGHT IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO TRABALHO SEGURO SGTS NA LIGHT Autor Gustavo César de Alencar LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE S.A. RESUMO O objetivo deste trabalho é mostrar todo o esforço que a Light

Leia mais

Seminário Energia + Limpa: conhecimento, sustentabilidade e integração. Linhas de financiamento para empresas e consumidores

Seminário Energia + Limpa: conhecimento, sustentabilidade e integração. Linhas de financiamento para empresas e consumidores Seminário Energia + Limpa: conhecimento, sustentabilidade e integração Linhas de financiamento para empresas e consumidores A CAIXA IF Credenciada Agente Operador BNDES Linhas de Crédito Comercial PF e

Leia mais

Evolução do lucro líquido (em milhões de reais) - jan fev mar abr mai jun jul ago set

Evolução do lucro líquido (em milhões de reais) - jan fev mar abr mai jun jul ago set DISCUSSÃO E ANÁLISE PELA ADMINISTRAÇÃO DO RESULTADO NÃO CONSOLIDADO DAS OPERACÕES: PERÍODO DE JANEIRO A SETEMBRO DE 2001 COMPARATIVO AO PERÍODO DE JANEIRO A SETEMBRO DE 2000 (em milhões de reais, exceto

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil

Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil PRÁTICA 1) TÍTULO Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil 2) DESCRIÇÃO DA PRÁTICA - limite de 8 (oito) páginas: A Auditoria Interna

Leia mais

NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento

NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento Inteligência e Colaboração na Cadeia de Suprimentos e Demanda NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento Paulo Viola paulo.viola@neogrid.com Introdução Tema: Inteligência e Colaboração na Cadeia de Suprimentos e

Leia mais

DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 4T05 e 2005

DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 4T05 e 2005 DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 4T05 e 2005 Americana SP, 23 de março de 2005 A VIVAX S.A. (Bovespa: VVAX11), ou Companhia, segunda maior operadora de TV a Cabo do Brasil, em número de assinantes, e uma das principais

Leia mais

Gestão Operacional do Negócio Distribuição Alinhada ao Modelo Regulatório. José Maria de Macedo

Gestão Operacional do Negócio Distribuição Alinhada ao Modelo Regulatório. José Maria de Macedo Gestão Operacional do Negócio Distribuição Alinhada ao Modelo Regulatório José Maria de Macedo Diretor de Distribuição e Comercialização Maio de 2008 1/XX Cemig Distribuição em números Descrições Posição:

Leia mais

COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA METODOLOGIA DE MONTE CARLO

COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA METODOLOGIA DE MONTE CARLO COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA O que é risco? Quais são os tipos de riscos? Quais são os tipos de análises? Qual a principal função do Excel para gerar simulações aleatórias? O que é distribuição

Leia mais