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1 INDUSTRIL DO BRSIL RTING abril de dados do exercício de 2006

2 Rua raújo Porto legre, 36/8 parte Tel.: nalistas s instituições financeiras de um banco. outra BRIL DE 2007 PRÓXIM REVISÃO DE RTING TÉ BRIL DE 2008 DIVULGÇÃO DE RTING INDUSTRIL DO BRSIL FUNDMENTOS D NOT DE RTING O Comitê de Risco da LFRating, em reunião realizada no dia 19 de abril de 2007, elevou a classificação - para em moeda nacional (R$) para o risco de crédito do Banco Industrial do Brasil S.. (BI). nota atribuída ao BI reflete aspectos ligados ao suporte, gestão, estratégia e solidez financeira. PONTOS ESTRUTURIS RELEVNTES NO BI 1 Estrutura diretiva baseada em um Colegiado formado pelos quatro principais executivos do banco e o acionista, que exerce a presidência. s decisões são obrigatoriamente unânimes e em caso de algum desacordo a matéria não é aprovada. 2 delegação de independência administrativa aos diretores demonstra profissionalismo na forma como as áreas industrial e financeira (ambas pertencentes ao mesmo acionista) são administradas, sendo que cada área mantém independência da outra, sem, contudo, impedir alguma sinergia na prospecção de novos negócios pelo banco com os fornecedores da área industrial. 3 O Industrial definiu dois segmentos como foco para atuação: pessoa jurídica (small business, middle market e corporate) e pessoa física (crédito consignado e CDC). O segmento de pessoa física está em expansão, pois até o exercício de 2004 o desconto de recebíveis era o seu principal nicho de atuação. 4 O Banco tem procurado manter uma estrutura enxuta com poucos níveis hierárquicos, possibilitando, assim, agilidade e flexibilidade nas decisões, fato importante para um banco de seu porte. Concomitantemente, procura não atuar com um único foco ou ser especialista em nichos e, para isso, oferece a maior gama de produtos possíveis, no intuito de atender, praticamente, todas as necessidades do cliente sem, porém, onerar sua estrutura interna de custo. 5 estratégia de alavancagem contempla uma captação de até cinco vezes o Patrimônio Líquido da instituição, pois considera este número pertinente em relação ao binômio risco / retorno que o acionista deseja correr. lém disso, a captação é focada em capitais de terceiros, sendo que o grupo industrial não compra CDB do Banco, pois a política de seu acionista visa segregar atividades e riscos. 6 área comercial voltada ao atendimento da pessoa jurídica conta, atualmente, com 5 agências (São Paulo, Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador) e dois escritórios ( Recife e São Luís). Os officers atuam mais voltados a gerar ativos para o Banco, porém são premiados ao conseguirem captação. 7 No segmento varejista, especificamente consignado, possui 41 códigos próprios distribuídos nas esferas federal, estadual e municipal (não opera códigos de terceiros), incluindo INSS, e 481 correspondentes. O ticket médio é de R$ O crédito consignado privado ainda é incipiente. O Industrial possui acordos de cessão de créditos consignados com diversos bancos, dentre eles o Bradesco, o Unibanco e o Dresdner. 8 Geograficamente, as duas principais regiões onde consegue um volume maior de empréstimos são o Norte e o Nordeste, que concentram 56,6% do saldo do consignado, diferentemente de pares seus que têm a concentração no Sul e Sudeste. s informações utilizadas na realização deste rating são consideradas fidedignas, mas LFRating não pode garantir sua exatidão 2

3 Rua raújo Porto legre, 36/8 parte Tel.: nalistas s instituições financeiras de um banco. outra DIVULGÇÃO DE RTING INDUSTRIL DO BRSIL 9 s operações de varejo, leia-se CDC, não possuem um prazo médio elevado e raramente ultrapassam 10 prestações em seu total. Estas operações estão direcionadas ao segmento de material de construção, lustres, supermercados e outros. 10 O ticket médio é baixo (entre R$ 600 e R$ 700) nas operações de empréstimo à pessoa física, dependendo do perfil da operação. No Crédito Pessoal Balcão (tradicional) o ticket médio está ao redor de R$ atividade de Compliance é feita pela PriceWaterhouseCoopers e que responde também pela uditoria Interna. uditoria Externa é responsabilidade da KPMG. área de back-office passou por uma reestruturação, bem como seus sistemas e processos. 12 O Comitê de Crédito é composto pelos quatro diretores estatutários e pelo acionista, sendo que cada participante pode vetar qualquer operação. Neste comitê são avaliadas as propostas cujo risco exceda a R$ 300 mil. Para operações inferiores existem alçadas para sua liberação. 13 O Banco revisou sua política de crédito em 2004 e decidiu que o risco máximo aceitável por grupo econômico será de R$ 5 milhões. É característica sua aprovar limites globais e não por operação. 14 área de crédito possui analistas voltados não somente para a análise da performance econômico-financeira, mas, também, para das garantias, tornando-os analistas de negócios. Os limites são revisados em períodos conforme sua diretoria julgue necessário, podendo ser bimestral, trimestral, ou mesmo anual, quando nova visita ao tomador é realizada. 15 política de crédito é pautada pelo conservadorismo, pois só aceita negócios com créditos já performados e não pensa em atuar de maneira diferente no médio prazo; além disso, só trabalha com empresas que possuam, no mínimo, dois anos de atividade. 16 Tesouraria é voltada para a área comercial, sendo responsável pelo preço básico da taxa das operações. Não é seu objetivo atuar de maneira mais agressiva ou especulativa. 17 Sua diretoria está desenvolvendo todo uma nova política de Governança Corporativa, que vem complementar as novas diretrizes de abertura de informações ao mercado. 18 Sua política de Recursos Humanos é bem definida e contempla a não contratação de parentes ou amigos de funcionários. 19 Foram realizados up-grades de hardwares em função de uma produção mais intensa no segmento de varejo, ocasionando um ganho na qualidade, armazenamento, performance e segurança destes equipamentos. lém disso, possibilitará ter uma contingência cruzada com a Vigor (empresa do Grupo) com um ambiente com um delay pequeno ou mesmo hot (on-line), pois a base será replicada. PONTOS ESTRTÉGICOS RELEVNTES NO BI 1 O BI, em virtude do ocorrido com o Banco Santos em novembro.04, adotou uma linha negocial (como a maioria dos seus pares) dos créditos gerados mensalmente, empréstimos consignados públicos e INSS, que são cedidos em parte ou não ao mercado. lém disso, tem fechado acordos para obtenção de funding com bancos multilaterais (possuem mais facilidades para emprestar para países emergentes do que os bancos comerciais), para o financiamento de operações de capital de giro e trade finance. Já possui linhas aprovadas com IDB, DEG, e já manteve relacionamento com o IIC. BRIL DE 2007 PRÓXIM REVISÃO DE RTING TÉ BRIL DE 2008 s informações utilizadas na realização deste rating são consideradas fidedignas, mas LFRating não pode garantir sua exatidão 3

4 Rua raújo Porto legre, 36/8 parte Tel.: nalistas s instituições financeiras de um banco. outra DIVULGÇÃO DE RTING INDUSTRIL DO BRSIL 2 O segmento de varejo em massa está em ritmo de crescimento dentro do Banco. Esta mudança de atitude em relação a este mercado permite a diversificação sadia da receita, que anteriormente estava muito dependente de operações de middle market, segmento onde se tem verificado queda de rentabilidade das operações, bem como o acirramento da competição com bancos de varejo. 3 contratação de equipes comerciais com conhecimento em operações com risco no sacado permite a ampliação do seu raio de atuação dentro do seu segmento, pois sua margem de negociação cresce. 4 Em certos momentos, o BI possui uma estratégia de descasamento que contempla prazos, indexadores e/ou juros. Em que pese ter uma carteira de crédito de giro alto, esta política gera um fator de risco e, no caso do BI, segundo sua diretoria, é planejada de maneira a minimizar quaisquer perdas futuras que uma eventual mudança na direção do mercado possa acarretar. PONTOS ECONÔMICO-FINNCEIROS RELEVNTES NO BI 1 Nos últimos períodos o Industrial praticou uma política de caixa livre próximo dos 60% em relação ao patrimônio líquido. Em dezembro.06 este montante era de R$ 107,3 milhões e equivalia a 34,2% dos recursos captados que vencem em até 90 dias. 2 carteira de crédito, bruta de PDD e cessões, em dezembro.06 cresceu 53,6% sobre dezembro.05, atingindo R$ 826,8 milhões. Deste total, R$ 241,2 milhões foram cedidos com coobrigação, aumento de 155,4% sobre as cessões realizadas no decorrer de Boa parte desse crescimento é oriundo do segmento de CDC - Crédito Direto ao Consumidor e do crédito consignado, que somados atingiram R$ 438,0 milhões (consignado - R$ 403,3 milhões), aumento de 121,1% sobre dezembro.05. O CDC representou 53% do total da carteira em dezembro.06, enquanto que em dezembro.05 representou 36,8%. Boa parte destes créditos são oriundos da entrada do Banco no segmento de crédito consignado - INSS e foram totalmente cedidos. 4 carteira de pessoa jurídica cresceu apenas 14,3% se comparada ao volume de dezembro.05. Conta garantida bem como operações de capital de giro ou hot money continuam a ser seus principais produtos neste segmento. Os acordos com bancos multilaterais deverão possibilitar um crescimento mais vigoroso desta carteira. 5 carteira de recebíveis possui um perfil no qual as operações atreladas a juros prefixados respondem por 67,3% do total da carteira, bruta de cessão e provisão, e a tendência é de crescimento, pois as operações com pessoa física devem continuar a crescer. s operações indexadas ao CDI respondem por 25,4% e, geralmente, são destinadas às pessoas jurídicas e são de curto prazo. O prazo médio atual da carteira geral é de 377 dias, enquanto que em dezembro.05 era de 467 dias (inclui operações com BNDES). 6 carteira de crédito possui uma concentração de devedores dentro da média dos seus concorrentes e do seu perfil de atuação. BRIL DE 2007 PRÓXIM REVISÃO DE RTING TÉ BRIL DE 2008 s informações utilizadas na realização deste rating são consideradas fidedignas, mas LFRating não pode garantir sua exatidão 4

5 Rua raújo Porto legre, 36/8 parte Tel.: nalistas s instituições financeiras de um banco. outra DIVULGÇÃO DE RTING INDUSTRIL DO BRSIL 7 Os depósitos totais tiveram um acréscimo de 52,9% em dezembro.06 sobre dezembro.05, sendo que o principal instrumento de captação, em moeda nacional, é o CDB, que responde por 82,2% dos depósitos totais, enquanto que o CDI responde por 9,9%. 8 s receitas da atividade financeira no exercício de 2006 cresceram 16,3%, impulsionadas pelo crescimento da carteira de crédito no setor de consignado, no qual se obtém taxas mais atrativas e, também, pelo aumento das cessões realizadas no exercício. lém disso, as receitas de tesouraria também tiveram boa evolução. 9 s despesas da atividade financeira cresceram 16,5%, um pouco superior ao observado nas receitas, em função do crescimento das provisões com devedores e com as despesas de hedge. pesar disto, o resultado da atividade financeira cresceu 15,9%. 10 O lucro líquido do período teve uma evolução de 23%, alcançando R$ 30,4 milhões e permitiu melhora em sua rentabilidade, que alcançou 19,6%. Seu indicador de Basiléia está em níveis bastante satisfatórios (21,3%) e em linha com sua estratégia de atuação, porém com o crescimento da sua carteira este indicador deverá se reduzir. PRINCIPIS RISCOS ENVOLVENDO O BI 1 Conseguir obter rentabilidade em níveis adequados, principalmente em momentos de redução de spreads ou de volume de operação. 2 estrutura de captação possui uma participação relevante do segmento de investidores institucionais. volatilidade deste grupo é notória, pois em momentos de crise adota posturas bem defensivas. Sua diretoria está ciente e tentando desenvolver canais alternativos que possibilitem uma estabilidade mais adequada ao seu perfil. 3 Mesmo tendo sido aprovada em Comitê o descasamento de indexadores para aproveitar queda de taxa de juros, a sua administração tem que estar atenta a este risco de mercado. previsibilidade econômica favorece este tipo de risco, mas isto não pode ser garantido em uma frágil economia, como, por vezes, a brasileira. 4 O Industrial tem procurado diversificar suas fontes de receita, atuando também com empréstimos à pessoa física. Em nosso entender, esta diversificação é bastante sadia e sua descontinuidade implicará em permanecer a depender de operações para capital de giro da pessoa jurídica, cujos spreads têm mostrado tendências de redução e aumento da concorrência, dificultando a obtenção de uma rentabilidade adequada com a alavancagem pretendida pelo acionista. 5 Muitos pares têm buscado alternativas de capital mais baratos, seja através da abertura de capital ou associações com instituições maiores, para poder compensar uma queda mais forte dos spreads e, com isso, manter-se competitivo no mercado. Cabe ao Industrial decidir e buscar o que lhe for mais conveniente, seja em termos de mercado, seja em termos de fontes de funding para dar suporte ao seu desenvolvimento. BRIL DE 2007 PRÓXIM REVISÃO DE RTING TÉ BRIL DE 2008 s informações utilizadas na realização deste rating são consideradas fidedignas, mas LFRating não pode garantir sua exatidão 5

6 Rua raújo Porto legre, 36/8 parte Tel.: nalistas s instituições financeiras de um banco. outra DIVULGÇÃO DE RTING INDUSTRIL DO BRSIL INFORMÇÕES GERIS DO BNCO INDUSTRIL DO BRSIL S.. CNPJ / Início das tividades: março de 1988 Sede: v. Juscelino Kubitschek, São Paulo - Capital CEP Telefone: (11) Fax: (11) Diretor para Contato: Eduardo Barcelos Guimarães Estados de tuação: São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná Clientes: Pessoas Físicas: 217 mil Pessoas Jurídicas: 600 Funcionários: Contratados: 185 Terceirizados: 22 gências: 5 Escritórios: 2 Carteiras Operacionais: Comercial, Investimento, CFI e Câmbio Empresas Controladas: BI dm. Cartões Ltda. (99,97%) Industrial do Brasil Participações Ltda. (99,99%) Industrial do Brasil DTVM Ltda. (99,64%) Monceau Consultoria e Serviços Ltda. (100,00%) Diretoria Executiva Estatutária Presidente: Carlos lberto Mansur Vice-Presidente: Enrique Zaragosa Diretor: Eduardo Barcelos Guimarães Diretor: José Carlos Nunes Oliveira Diretor: Luiz Castellani Perez Controladores ON Carlos lberto Mansur 99,99% CM Indústria e Comércio Ltda. 0,01% BRIL DE 2007 PRÓXIM REVISÃO DE RTING TÉ BRIL DE 2008 s informações utilizadas na realização deste rating são consideradas fidedignas, mas LFRating não pode garantir sua exatidão 6

7 Rua raújo Porto legre, 36/8 parte Tel.: nalistas s instituições financeiras de um banco. outra DIVULGÇÃO DE RTING INDUSTRIL DO BRSIL INFORMÇÕES GERIS DO GRUPO (*) MNSUR E BNCO INDUSTRIL. Em setembro de 1973, as holdings CM Indústria e Comércio Ltda. e United Indústria e Comércio Ltda., cada uma com 50%, adquiriram o controle da S/ Fábrica de Produtos limentícios VIGOR, então produtora de leite pasteurizado, leite condensado, queijo minas frescal e parmesão. Em dezembro de 1982, a Vigor adquiriu a Cia. LECO de Produtos limentícios, que era a segunda companhia de laticínios de São Paulo. Em 1984, dentro da visão de expansão das indústrias, foi aberto o capital de ambas, com a captação de US$ 8,3 milhões, que foram utilizados para a expansão da capacidade de operação. produção da unidade da capital foi elevada para o nível de 1 milhão litros/dia e, além desta, construiu mais dez unidades de captação no Estado de São Paulo, sendo o restante do aporte utilizado como capital de giro. Em março de 1986, a Vigor e o grupo dinamarquês RL Foods International S/ constituíram uma joint venture, com participações equivalentes, criando a DNVIGOR Indústria e Comércio Ltda.. Esta associação visou a fabricação de queijos brancos frescos (Minas Frescal, Requeijão e Queijo Cremoso) e atualmente produz 875 ton./mês. Em 1989, as holdings CM e United adquiriram a Laticínios FLOR da NT Ltda.. Em março de 1996, a Leco adquiriu a ROB - Refino de Óleos Brasil Ltda., com capacidade atual de produzir 9 mil ton./mês de óleo vegetal comestível (soja, milho, girassol), gorduras vegetais (para a indústria de alimentos) e margarinas. Com a aquisição de 50% das ações ordinárias pertencentes à UNITED Indústria e Comércio Ltda., a CM Indústria e Comércio Ltda. passou a deter a totalidade do capital votante da VIGOR. Em dezembro de 2005, o demonstrativo consolidado da Vigor apontava um Patrimônio Líquido de R$ 225,2 milhões, Receita Bruta de R$ 997,0 milhões e Lucro Líquido de R$ 8,4 milhões. Em relação ao segmento financeiro, em janeiro de 1994 foi adquirido pelos controladores da CM Indústria e Comércio Ltda. o Banco Santista, pertencente ao Grupo Bung & Born, passando a denominar-se BNCO INDUSTRIL DO BRSIL S.. No início de suas operações, o foco principal de atuação era buscar resultados através de operações de tesouraria, porém, a partir do ano de 1995, o Banco passou a ter como foco as operações de crédito para atendimento do middle market. Naquele ano entraram em operação as empresas de Leasing e a Distribuidora. Em 1998, passou a diversificar suas atividades com a entrada em operação do segmento de varejo, através da empresa administradora de cartões de crédito, a BI dministradora de Cartões Ltda., além de oferecer produtos como crédito pessoal. BRIL DE 2007 PRÓXIM REVISÃO DE RTING TÉ BRIL DE 2008 (*) Neste Relatório, o termo Grupo não representa o conceito da Lei 6.404/76 em seu artigo 265. s informações utilizadas na realização deste rating são consideradas fidedignas, mas LFRating não pode garantir sua exatidão 7

8 BI ESTRUTUR PTRIMONIL R$ 31.DEZ DEZ DEZ DEZ.03 TOTL DE TIVOS DISPONIBILIDDES PLICÇÕES INTERFINNCEIRS plicações em Mercado berto plicações em CDI plicações em Moeda Estrangeira TÍTULOS E DERIVTIVOS Operações Compromissadas Títulos de Renda Fixa - Carteira Própria Fundos de Investimentos Instrumentos Financeiros Derivativos RELÇÕES ENTRE BNCOS E GÊNCIS OPERÇÕES DE CRÉDITO E LESING Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos rrendamento Mercantil Provisão para Créditos em traso ( ) ( ) ( ) ( ) OUTROS CRÉDITOS OUTROS VLORES E BENS TIVO PERMNENTE TOTL DE PSSIVOS DEPÓSITOS TOTIS Depósitos à Vista Depósitos Interfinanceiros Depósitos a Prazo CPTÇÕES NO MERCDO BERTO Carteira Própria Carteira de Terceiros RELÇÕES ENTRE BNCOS E GÊNCIS OBRIGÇÕES EMPRÉSTIMOS E REPSSES DERIVTIVOS OUTRS OBRIGÇÕES RESULTDO EXERCÍCIOS FUTUROS PTRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Lucros cumulados Coobrigações e Riscos por Garantias Prestadas Créditos em Write Off

9 BI DEMONSTRTIVO DE RESULTDOS R$ JN-DEZ/06 JN-DEZ/05 JN-DEZ/04 JN-DEZ/03 RECEITS D TIVIDDE FINNCEIR RECEITS DE OPERÇÕES DE CRÉDITO RENDS DE RRENDMENTO MERCNTIL CRÉDITOS RECUPERDOS RENDS DE CÂMBIO RECEITS DE TESOURRI GNHOS COM TÍTULOS E DERIVTIVOS DESPESS D TIVIDDE FINNCEIR ( ) ( ) ( ) ( ) DESPESS DE CPTÇÃO - DEPÓSITOS ( ) ( ) ( ) ( ) DESPESS DE CPTÇÃO - EMPRÉSTIMOS ( ) ( ) ( ) ( ) DESPESS DE RRENDMENTO MERCNTIL ( ) ( ) ( ) ( ) PERDS COM TÍTULOS ( ) ( ) ( ) ( ) PROVISÃO PR CRELI ( ) ( ) ( ) ( ) RESULTDO D TIVIDDE FINNCEIR DESPESS TRIBUTÁRIS ( ) ( ) ( ) ( ) RESULTDO DE PRTICIPÇÕES ( ) ( ) RECEITS DE SERVIÇOS DESPESS DE CUSTEIO ( ) ( ) ( ) ( ) OUTROS RESULTDOS OPERCIONIS ( ) ( ) ( ) ( ) OUTROS RESULTDOS NÃO OPERCIONIS ( ) (34.426) PROVISÃO PR IR E CS ( ) ( ) ( ) ( ) LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO LUCRO LÍQUIDO JUSTDO DEPRECIÇÃO E MORTIZÇÃO - DRE ( ) ( ) ( ) ( ) JUROS SOBRE O CPITL ( ) ( ) ( ) ( ) 9

10 BI HIGHLIGHTS DEZ.06 DEZ.05 DEZ.04 DEZ.03 CPCIDDE DE PGMENTO CIX LIVRE - R$ mil CIX LIVRE EM RELÇÃO O PTRIMÔNIO LÍQUIDO 60,6% 64,1% 59,0% 74,0% LIQUIDEZ DE CURTO PRZO 0,34 0,43 0,32 0,48 SOLVÊNCI 1,09 1,15 1,09 1,08 GERÇÃO DE CIX - R$ mil MRGEM DE CONTRIBUIÇÃO 44,5% 36,0% 33,1% 24,5% MRGEM FINNCEIR - R$ mil QULIDDE DO CRÉDITO QULIDDE D CRTEIR 8,97 9,01 9,09 9,06 INDIMPLÊNCI CONTÁBIL SOBRE OPERÇÕES DE CRÉDITO 2,7% 2,6% 2,0% 2,9% INDIMPLÊNCI REL SOBRE OPERÇÕES DE CRÉDITO (1) 1,9% 2,2% 1,9% 2,9% INDIMPLÊNCI TOTL SOBRE PTRIMÔNIO LÍQUIDO 9,1% 7,4% 6,0% 9,4% PROVISÃO/INDIMPLÊNCI 57,1% 59,7% 59,2% 53,8% RENTBILIDDE - % RENTBILIDDE ÚLTIMOS 12 MESES - ROE 19,6% 18,1% 12,2% 9,0% RENTBILIDDE ÚLTIMOS 12 MESES - RO 2,3% 2,6% 1,6% 1,2% SPRED MÉDIO 0,5% 0,6% 0,5% 0,4% TIVOS QUE GERM JUROS EM RELÇÃO O TIVO TOTL 92,2% 88,8% 88,4% 86,3% PSSIVOS QUE PGM JUROS EM RELÇÃO O PSSIVO TOTL 84,3% 78,2% 80,8% 81,3% EFICIÊNCI - R$ mil (exceto Índice ) ÍNDICE DE EFICIÊNCI 0,64 0,67 0,90 0,70 OPERÇÕES DE CRÉDITO POR UNIDDE DE PRODUÇÃO DEPÓSITOS POR UNIDDE DE PRODUÇÃO LUCRO LÍQUIDO POR UNIDDE DE PRODUÇÃO (*) OPERÇÕES DE CRÉDITO POR FUNCIONÁRIO DEPÓSITOS POR FUNCIONÁRIO LUCRO LÍQUIDO POR FUNCIONÁRIO (*) 66,32 78,03 37,09 20,47 LVNCGEM DOS PSSIVOS SOBRE O PTRIMÔNIO LÍQUIDO 8,29 5,21 5,99 6,47 D CRTEIR DE CRÉDITO SOBRE O PTRIMÔNIO LÍQUIDO 3,19 2,72 2,82 3,13 DO IMOBILIZDO SOBRE O PTRIMÔNIO LÍQUIDO 0,26 0,21 0,44 0,46 DO TOTL RECURSOS EXTERNOS SOBRE O PTRIMÔNIO LÍQUIDO 0,87 0,81 0,57 1,00 ÍNDICE DE RISCO BSEDO EM TIVOS - RB - BSILÉI 21,3% 26,6% 27,1% 22,6% PTRIMÔNIO LÍQUIDO REL - R$ mil (**) (*) Lucro Líquido Trimestral justado (**) justado por despesas diferidas, ágios e deságios, créditos tributários e excesso de provisionamento 10

11 Rua raújo Porto legre, 36/8 parte Tel.: nalistas s instituições financeiras de um banco. outra DIVULGÇÃO DE RTING INDUSTRIL DO BRSIL INFORMÇÕES NECESSÁRIS DO VLIDOR - LFRating LFRating foi criada em 2002 como complemento dos serviços de avaliação de instituições financeiras e não financeiras que a Lopes Filho & ssociados já realizava há 30 anos. É formada por profissionais de elevada experiência em avaliação corporativa, que uniram seus conhecimentos para prover o mercado brasileiro de serviços de análise de risco de todas as modalidades, baseados em três princípios fundamentais.. Independência entre o processo e o objeto de classificação;. Transparência dos fundamentos da classificação; e. Capacidade técnica e ética irreprovável de todos os envolvidos na LFRating produz ratings de emissões de empresas nacionais, utilizando-se da expertise de seus analistas e de uma cultura formada ao longo de 30 anos em trabalhos de análises e avaliações de empresas, bancos e fundos de investimentos para os mais diversos propósitos. Um rating emitido pela LFRating é o resultado de uma criteriosa análise que envolve:. uma definição precisa dos riscos envolvidos no objeto avaliado;. a análise detalhada de uma extensa gama de informações estruturais, estratégicas e econômico-financeiras;. um pormenorizado trabalho de due diligence, incluindo abrangente entrevista com os dirigentes e responsáveis pela emissão e pela administração das garantias; e. um capacitado comitê de avaliação que definirá o rating adequado para expressar o entendimento da LFrating sobre o risco de crédito do avaliado. equipe de análise é especializada e formada por: Joel Sant na Junior (bancos, cooperativas) - (bancos) - loisio Villeth Lemos (empresas, bancos) - Paulo Frazão (empresas e títulos) - Rubem Crusius(empresas e títulos) - Rodrigo Pires (empresas e títulos) - João Batista Simões (empresas e títulos) - Flávia Roldan (empresas e títulos) - Marcos Carneiro (empresas e bancos) - Graça Paiva (empresas e títulos) - O Comitê de Rating é presidido por Joel Sant na Junior e formado por, pelo menos, dois analistas envolvidos na avaliação em questão. BRIL DE 2007 PRÓXIM REVISÃO DE RTING TÉ BRIL DE 2008 escala utilizada para classificação de instituições financeiras é baseada em nossa experiência e ajustada ao longo do tempo por fatos concretos que alterem a estrutura do Sistema Financeiro Nacional. s informações utilizadas na realização deste rating são consideradas fidedignas, mas LFRating não pode garantir sua exatidão 11

12 Rua raújo Porto legre, 36/8 parte Tel.: s instituições financeiras DIVULGÇÃO DE RTING INDUSTRIL DO BRSIL ESCL DE CLSSIFICÇÃO DE RTING INSTITUIÇÕES FINNCEIRS NOT CONCEITO - MOED NCIONL s instituições financeiras oferecem a mais alta segurança para honrar compromissos com fortes bases patrimoniais, excelente política de crédito e histórico de resultados acima da média da indústria financeira. Sua capacidade de geração de caixa é diferenciada e não é seriamente afetada por mudanças nas condições possíveis de serem previstas. s instituições financeiras oferecem alta segurança para honrar compromissos com saudável política de crédito e sem problemas significativos. s instituições classificadas nesta faixa, no entanto, estão mais vulneráveis a mudanças adversas das condições econômicas e regulatórias do que aquelas da faixa superior. s instituições financeiras oferecem boa segurança para honrar compromissos com adequada política de crédito, mas que possuem uma ou mais áreas com fragilidades, com condições, no entanto, de superá-las no curto prazo. s instituições estão mais vulneráveis a mudanças adversas das condições do que aquelas das faixas superiores. de um banco. outra nalistas BBB BB B C D s instituições financeiras para honrar compromissos que possuem algumas áreas no entanto, são consideradas capacidade de honrar s instituições financeiras apresentam perda de alguns fatores de proteção financeira que podem resultar em inadequado nível de segurança para honrar compromissos que dependem de mudanças favoráveis no ambiente econômico e regulatório que lhes permita honrar compromissos de maneira periódica. s instituições financeiras apresentam baixa capacidade para honrar compromissos financeiros regulares. capacidade de gerar caixa está seriamente afetada por várias fragilidades em várias áreas. inda que estas instituições possam estar honrando os compromissos nas datas pactuadas, a continuidade deste procedimento depende grandemente de mudanças favoráveis nas condições, além de algum suporte externo. s instituições financeiras apresentam elevado risco de não honrarem O rating com muitos sérios problemas e, a menos que algum suporte externo seja providenciado, elas não terão os compromissos financeiros assumidos. s instituições financeiras estão inadimplentes ou muito próximas de não honrarem O rating com graves problemas de geração de caixa, exigindo imediato suporte externo de grande capacidade financeira. BRIL DE 2007 PRÓXIM REVISÃO DE RTING TÉ BRIL DE 2008 Obs.: Com o objetivo de diferenciar os bancos que apresentam diferenças sensíveis dentro do mesmo segmento de rating, LFRating acrescenta sinais de + ou ao lado de cada nota entre e B. s informações utilizadas na realização deste rating são consideradas fidedignas, mas LFRating não pode garantir sua exatidão 12

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