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1 PROGRAMA DE CAMINHADA ORIENTADA Prof.Dr. José Marques Novo Júnior 1 (*) Prof.Dr. Jorge Roberto Perrout de Lima 1 Prof.Ms. Marcelo de Oliveira Matta 1 Profa.Ms. Lílian Pinto da Silva 2 Profa.Dra. Elizabeth Lemos Chicourel 3 1 Laboratório de Avaliação Motora FAEFID UFJF/MG 2 Departamento de Fisioterapia Faculdade de Medicina UFJF/MG 3 Faculdade de Farmácia e Bioquímica UFJF/MG Palavras-chave: caminhada orientada, promoção da saúde, atividade física Resumo: O sedentarismo é um dos grandes desafios da saúde pública no Brasil e no mundo. Estratégias envolvendo toda a população em mudar hábitos de vida, pode provocar grande melhora na saúde e na qualidade de vida da população. Uma das principais atividades tem sido a caminhada, objeto deste programa, que tem como conduta principal, a elaboração de ações personalizadas, tendo como filosofia aplicar ciência à prática com qualidade total de atendimento ao cliente, desenvolvendo estratégias motivacionais de integração, de socialização e de condicionamento físico. O maior desafio é a implantação do Programa de Caminhada Orientada de modo a possibilitar o atendimento de pacientes do SUS, encaminhados sob referência médica, bem como de outras pessoas que por vontade própria ou mesmo por indicação médica necessitam de orientação à prática dessa atividade. O programa agrega, numa proposta metodológica para a atenção à saúde de média complexidade, os princípios norteadores do SUS, a interdisciplinaridade, a humanização da assistência assegurando acolhimento e vínculo, e a resolutividade das ações. Academicamente, o programa tem se constituído como cenário para a formação integrada dos profissionais da saúde, tendo em vista as diretrizes curriculares. Como projeto de extensão, tem procurado valorizar as demandas do SUS, mediante a performance epidemiológica local e regional. Introdução: Este trabalho é fruto de diversas ações decorrentes da reforma curricular dos cursos da área da saúde e, em específico, da educação física, reconhecida recentemente como profissional da saúde (Resolução Ministerial No.218, de 06 de março de 1997) o que lhe possibilita também sua participação efetiva no Sistema Único de Saúde-SUS. No entanto, tal desafio necessita de uma construção ordenada e responsável por parte dos professores, no sentido de assegurar aos acadêmicos, conhecimento e formação compatíveis com a função. Em específico, pode-se mencionar que todo esse processo foi acelerado Universidade Federal de Juiz de Fora, por conta a implantação do Centro de Atenção à Saúde-CAS/UFJF, culminando na elaboração de um projeto de extensão (registrado sob No /31) intitulado Programa de Caminhada Orientada, cujas ações atualmente, tem ultrapassado suas expectativas iniciais. A seguir, algumas considerações são essenciais para que possamos traçar o perfil desse projeto bem como de poder compartilhar de tal experiência. Sabemos que a atividade física diminui com a idade, cujo declínio começa na adolescência e persiste na idade adulta. Por um lado, observa-se a redução de programas de atividade física na fase escolar e, por outro lado, aumenta-se significativamente a prevalência de obesidade entre jovens, e alarmantes na fase adulta, gerando uma verdadeira cascata de complicações e gastos. O sedentarismo é um dos grandes desafios da saúde pública no Brasil e no mundo. A urbanização desenfreada (mais de 60% da população adulta em áreas urbanas é sedentária), o aumento da expectativa de vida da população, fazem da inatividade física um dos fatores de risco mais importantes para o afloramento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT),

2 acarretando conjuntamente, custo econômico significativo tanto para os indivíduos como para a sociedade, em detrimento das complicações relacionadas ao mesmo. Estratégias envolvendo toda a população em mudar hábitos de vida, pode provocar grande melhora na saúde e na qualidade de vida da população. Em virtude disso, algumas iniciativas têm sido propostas, como por exemplo, o Plano de Reorganização da Atenção Básica à Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus, que a partir do ano de 2000 foi implantado pelo Ministério da Saúde (MS) em todo o território nacional, tendo como pano de fundo o real incentivo para o desenvolvimento de medidas preventivas de fato, quanto aos principais fatores de risco cardio-vascular. Ressalta-se também, a Portaria No.1893 de 15 de outubro de 2001, quando o MS instituiu o Programa Nacional de Promoção da Atividade Física- Agita Brasil, estratégia para articular, promover e implementar projetos de atividades físicas moderadas, de caráter regular, voltados à população de hábitos sedentários como forma de mudar efetivamente, estilos de vida e efetivar ações de prevenção e controle das doenças crônicas não transmissíveis (sendo a Hipertensão Arterial Sistêmica-HAS, o Diabetes Mellitus-DM e a obesidade as de maior prevalência e morbi-mortalidade). Na justificativa da implantação de tais iniciativas, podemos citar a condição de Juiz de Fora no âmbito da saúde pública. Temos em Juiz de Fora, segundo o censo de 2000, uma população de a hipertensos e diabéticos, na faixa etária entre 30 a 69 anos. Esta população é intensamente vulnerável aos efeitos maléficos do sedentarismo, especificamente. Diante disso, não dispomos até o momento, de um programa que promova de fato o incentivo e a continuidade real da atividade física, atingindo grupos especiais (como é o de hipertensos, diabéticos, obesos, doentes renais crônicos), grupos de escolares, de idosos, de empresas, que façam um programa contínuo, assessorado por profissionais qualificados e com um grande impacto na melhoria da qualidade de vida de toda a população. Por outro lado é evidente o grande número de pessoas que utiliza espaços públicos de nossa cidade para a prática diária da caminhada, que tem sido uma das atividades mais popularmente aceitas pelo fato de seu baixo custo e por conta a grande rejeição aos exercícios em academias. No entanto, a caminhada praticada ocorre ou por iniciativa própria ou por recomendação médica. Em ambos os casos, sem o devido acompanhamento e orientação do profissional de educação física. Sabemos que a Constituição Brasileira, em 1988, definiu saúde como direito de todos e dever do Estado, garantindo mediante políticas sociais e econômicas, a redução do risco de doença e de outros agravos, o acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde. O Sistema Único de Saúde (SUS), conforme definido por lei, aponta para uma mudança progressiva dos serviços, passando de um modelo assistencial, centrado na doença, para um modelo de atenção integral à saúde, onde deverá haver incorporação progressiva de ações de promoção e proteção, ao lado daquelas propriamente ditas de recuperação. No sentido de realizar uma ligação entre a prevenção e a reabilitação, esse um grande desafio para a saúde pública brasileira, a Universidade Federal de Juiz de Fora, já está implantando no Centro de Atenção à Saúde-CAS/UFJF, uma proposta metodológica para a atenção à saúde de média complexidade que envolva os princípios norteadores do SUS (integralidade, eqüidade, universalidade) às ações de interdisciplinaridade, a resolutividade das ações bem como à humanização da assistência, assegurando acolhimento e vínculo. Tudo isso de modo a reorganizar e preservar os processos de trabalho, tais como o assistencial, o de ensino e principalmente, o da pesquisa científica. O grande desafio na elaboração do presente programa, foi o de disponibilizar às pessoas que praticam a caminhada, uma equipe multiprofissional, que possam fornecer orientações aos praticantes de caminhada nos locais públicos de Juiz de Fora. Cabendo ao profissional de Educação Física a orientação de exercícios visando a melhoria da saúde em geral, a vitalidade e o aspecto físico das pessoas; este projeto tem possibilitado as condições mínimas de desenvolvermos os procedimentos de avaliação do tipo de caminhada necessária a cada indivíduo. Dentre os aspectos pertinentes a

3 essa avaliação, podemos citar: o ritmo e a passada adequada à caminhada, o vestuário e o calçado adequado, os níveis da freqüência cardíaca para essa atividade e as ações da força de impacto no solo nas articulações do quadril, joelho, tornozelo e coluna (principalmente em indivíduos idosos). Assim pretende-se diminuir a incidência de dor corporal proveniente da caminhada mal orientada ou mesmo quando provocada pela inatividade relacionada à vida sedentária. Justifica-se este projeto também, pela necessidade da formação de recursos humanos capazes de atuar numa área que tem mostrado potencial de expansão e de atuação profissional (por exemplo, nos programas de caminhada que estão sendo aplicados em UBS s e no Serviço de Controle da Hipertensão, Diabetes e Obesidade, ambos vinculados ao Sistema Único de Saúde-SUS, em Juiz de Fora). Por outro lado, este projeto estará contribuindo à definição de uma postura pedagógica de excelência para o ensino da Prescrição da Atividade Física na Faculdade de Educação Física e Desportos-FAEFID/UFJF. O presente programa tem como conduta principal desencadear ações tanto comunitárias como acadêmicas, visando grande impacto social por meio de uma filosofia de aplicar ciência à prática com qualidade total de atendimento ao cidadão, desenvolvendo estratégias motivacionais de integração, de socialização e de melhoria da capacidade física e da qualidade de vida. Objetivos: 1- Identificação das diretrizes de formação de uma equipe multiprofissional, com ações interdisciplinares, frente às necessidades de intervenção conjunta no Centro de Atenção à Saúde-CAS/UFJF; 2- Promoção da interdisciplinaridade respeitando os limites da ética e da competência dos profissionais das áreas envolvidas; 3- Definição dos procedimentos de acolhimento das pessoas inscritas no programa. Metodologia: O presente programa teve sua origem a partir da participação dos representantes da FAEFID nas comissões executiva e acadêmica de implantação do CAS/UFJF que possibilitou ao curso de Educação Física um espaço físico importante para as atividades de ensino e pesquisa naquele ambiente. O primeiro procedimento foi a apresentação do relatório apresentado ao Conselho de Unidade em 02 de abril de 2002, intitulado Plano de Ações Integradas em Atenção à Saúde, que possibilitou desencadear ações para consolidar as competências da Educação Física em programas específicos da área da saúde, tanto no contexto da UFJF como do SUS e do mercado de trabalho. Dentre essas ações, o Programa de Caminhada Orientada origina-se, conceitualmente, a partir de alguns dos encaminhamentos sugeridos no relatório, dos quais pode-se citar: definição da dinâmica dos estágios nas áreas onde seja permitido o trabalho em equipe multiprofissional de saúde e com atenção resolutiva e consolidação das articulações com a Prefeitura/SUS, no sentido de desenvolver a intervenção do profissional de Educação Física nas Unidades Básicas de Saúde, viabilizando o estágio dos acadêmicos. Pretendeu-se desse modo, estabelecer uma amplitude adequada do campo de atuação profissional, a partir da inserção profissional na atenção primária e secundária da saúde, e da efetividade dos encaminhamentos, os quais foram necessários para a participação responsável da FAEFID na área da saúde. Numa segunda etapa, foi fundamental que o Programa de Caminhada Orientada fosse devidamente registrado na UFJF, cumprindo a exigência de sua institucionalização e fazendo jus aos editais de seleção de bolsistas. Desse modo, o programa foi registrado junto à Pró-Reitoria de Graduação (Programa de Treinamento Profissional) e à Pró-Reitoria de Extensão (Projeto de Extensão No /31). Como característica principal, o programa inicia-se com acadêmicos dos cursos de educação física, farmácia e bioquímica, medicina e fisioterapia, com a supervisão de docentes das respectivas áreas. As atividades são desenvolvidas interdisciplinarmente, abrangendo a avaliação física e de composição corporal, prescrição e acompanhamento da atividade física, avaliação clínico-cardiológica, perfil e orientação nutricional, perfil e orientação psico-fisiológica. Externamente ao ambiente acadêmico, o

4 Programa dá início às ações de intervenção profissional, através de importantes parcerias. Na atenção primária, com a UBS-Santa Rita; e na atenção secundária, com o Serviço de Controle da Hipertensão e do Diabetes Mellitus SCHDO/SUS, ambos em Juiz de Fora. Na consolidação da equipe multiprofissional, têm sido realizadas reuniões periódicas para a discussão de temas científicos, de treinamento para os procedimentos necessários à caminhada orientada e de definição das diretrizes das ações interdisciplinares, bem como dos procedimentos necessários ao acolhimento e acompanhamento das pessoas/pacientes. Resultados e discussão: Desde sua implantação, o Programa de Caminhada Orientada tem priorizado a relação entre os seus profissionais (entenda-se aqui, como profissionais, alunos e professores), contribuindo à formação de recursos humanos de qualidade, compreendendo ações acadêmicas (de construção do conhecimento) e ações de intervenção (aplicação dos conhecimentos). A seguir, os resultados obtidos. 1- Identificação dos parâmetros biomecânicos e fisiológicos da caminhada para a definição dos procedimentos necessários à orientação individual das pessoas que caminham por iniciativa própria ou por recomendação médica: medição do comprimento e largura da passada, da velocidade da caminhada, identificação das ações musculares de cada pessoa, envolvidas em cada ciclo da marcha bem como sua postura, o gasto energético, o consumo estimado de oxigênio, a freqüência cardíaca de repouso e após o exercício, a zona alvo de treinamento individualizada, e a utilização da escala de esforço subjetivo de Borg, como um procedimento pedagógico de informação do nível de esforço requerido para a atividade física a ser desenvolvida. 2- Definição das diretrizes da ação multiprofissional, frente as necessidades de intervenção conjunta no CAS/UFJF: avaliação clínico-cardiológica (acadêmicos de medicina e de fisioterapia), avaliação física e de composição corporal (acadêmicos de educação física), avaliação do perfil e orientação nutricional (acadêmicos da Farmácia e Bioquímica). 3- Definição dos procedimentos de acolhimentos das pessoas, respeitando as seguintes etapas, nessa ordem: 3.1-agendamento e realização da avaliação clínico-cardiológica; 3.2- agendamento da avaliação física, ficha de inscrição e manual do aluno, contendo todas as informações necessárias para participação no programa; 3.3-realização da avaliação física e confirmação da turma de caminhada através da entrega da ficha de inscrição e respectivo termo de compromisso preenchidos; 3.4-início da caminhada; 3.5-teste de caminhada de 1600 metros, após 4 dias consecutivos de iniciado o programa; 3.6-avaliação do perfil nutricional e resposta ao inquérito alimentar-medicamentoso; 3.7-elaboração final da planilha de condicionamento físico, baseado nos relatórios de todas as avaliações. 4- Informatização das avaliações em sistema específico elaborado em linguagem DELPHY, cuja interface possibilita diversas alternativas de atualização, de busca de informações e de emissão de relatórios e de prescrição de exercícios. 5- Estruturação das aulas diárias de orientação à caminhada, compreendendo processos pedagógicos que visam o ensino-aprendizado dos exercícios de alongamento e de aquecimento, do reconhecimento da intensidade de esforço pela escala de Borg, bem como de todos os procedimentos necessários à auto-monitoração para os dias sem orientação presencial da equipe do programa. 6- A equipe multiprofissional tem-se mantido depois do entendimento da importância das relações inter-pessoais, do respeito mútuo na intervenção profissional, da necessidade de comunicação e da interdisciplinaridade, respeitando-se os limites da ética e da competência dos profissionais das áreas envolvidas no processo. 7- Treinamento contínuo de toda a equipe baseado no Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus do Programa de Educação Permanente em HAS e DM do Ministério da Saúde.

5 Conclusões: O Programa de Caminhada Orientada tem tido como metas a promoção da integração interdisciplinar respeitando os limites da ética e da competência dos profissionais das áreas envolvidas; da consolidação da prática de atividade física na promoção da saúde e na qualidade de vida do cidadão; do auxílio à formação de recursos humanos de excelência para atuarem nos programas da UFJF, nas ações comunitárias e de políticas públicas; a orientação à prática da atividade física a pacientes referendados pelo SUS, em níveis da atenção primária e secundária à saúde; e de desenvolver uma metodologia de intervenção multiprofissional dentro dos princípios estabelecidos para o Centro de Atenção à Saúde da UFJF. O processo didático-pedagógico do programa tem se caracterizado por uma metodologia que tem levado o acadêmico (seja bolsista ou voluntário) a assimilar e aplicar os conhecimentos teóricos de avaliação e de orientação à caminhada no sentido de possibilitar tanto a melhoria da qualidade do programa como para a sua intervenção profissional. Atualmente o programa possui 8 turmas, com duas aulas semanais, distribuídas em quatro opções de horários (manhã e tarde), com uma capacidade de até 20 alunos por turma. Têm sido atendidas pessoas que sempre caminharam e que hoje buscam melhorar a qualidade da caminhada praticada, bem como de pacientes da UBS-São Pedro e do SCHDO/SUS, de Juiz de Fora. No sentido de divulgar a importância da atividade física e da prática regular de exercícios, a equipe do programa pretende realizar encontros em ambientes públicos para orientação e informação dos muitos dos benefícios que a caminhada orientada e supervisionada por profissionais competentes podem trazer para a melhoria da saúde e da qualidade de vida. Referências bilbiográficas: FUCHSS, F. D. et alli Efeitos do exercício físico na prevenção e tratamento da hipertensão: Avaliação por ensaios clínicos randomizados. Hipertensão. Revista da Sociedade Brasileira de Hipertensão, v.4, n.3, p.91-93, GUIMARÃES, A.C. Sobrepeso e Obesidade: fatores de risco cardiovascular. Hipertensão. Revista da Sociedade Brasileira de Hipertensão, v.4, n.3, p.94-97, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus Manual de Afinamento Metodológico, 2002 NEGRÃO, C.E. et alli Aspectos do Treinamento Físico na Presença de Hipertensão Arterial. Hipertensão. Revista da Sociedade Brasileira de Hipertensão, v.4, n.3, p.84-87, OLIVEIRA FILHO, J.A. et alli Reabilitação Não Supervisionada: Efeitos do Tratamento Ambulatorial a Longo Prazo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v.79, n.3, p.233-8, SILVA, M.S. et alli Benefício do Treinamento Físico no Tratamento da Insuficiência Cardíaca. Estudo com Grupo Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v.79, n.4, p.351-6, SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. II Diretrizes de Tratamento do Infarto Agudo do Miocárdio, SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. IV Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, SOCIEDADE BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO. Consenso Brasileiro sobre Diabetes Mellitus SOCIEDADE BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO. I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica, 2004.

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