Programa de Gestão Estratégica da chapa 1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa de Gestão Estratégica da chapa 1"

Transcrição

1 Programa de Gestão Estratégica da chapa 1 Apresentamos a primeira versão do programa de gestão estratégica da chapa Construindo Juntos um ICT de Excelência. Esse documento é fruto de uma construção coletiva, e fundamenta-se no "Perfil acadêmico e identidade do campus São José dos Campos. Continuaremos promovendo reuniões abertas para discutir e aprimorar o nosso programa. Você pode participar enviando sugestões para o ou mesmo pessoalmente. Contamos com a sua participação! Leduíno e Cláudia Construindo juntos um ICT de excelência O campus São José dos Campos chega aos seus quase seis anos de existência com cerca de 800 estudantes, 60 docentes e 31 técnicos-administrativos. Ainda há muito a percorrer para alcançar o nosso principal objetivo: criar um Instituto com excelência em ensino e pesquisa, de administração organizada e produtiva, para chegar ao ano de 2020 com estudantes de graduação e de pós-graduação, 500 docentes e 300 técnicos-administrativos. Temos pela frente um grande e importante desafio: planejar o crescimento do ICT de forma contínua e responsável, conciliando a expansão física com a expansão do ensino, da pesquisa e da extensão com qualidade reconhecida, para assim consolidar um ICT forte e respeitado. A cidade de São José dos Campos, a região do Vale do Paraíba e o país demandam esse substancial crescimento do ICT, e todos nós sabemos que uma gestão de qualidade e para todos nos próximos quatro anos será fundamental para o sucesso do plano decenal. Por isso não podemos abdicar da gestão participativa: somente com o envolvimento de professores, alunos e técnicos administrativos em educação poderemos alcançar o objetivo de termos um ICT de excelência. Estamos conscientes, porém, que será preciso adaptar e planejar constantemente as metas e diretrizes de gestão, tendo em vista que conjunturas externas ao ICT e à UNIFESP tem um papel importante na política de expansão universitária. Temos experiência administrativa e reconhecimento para liderar esse processo de expansão e consolidação do ICT. Assim, com o objetivo de valorizar a comunidade acadêmica e as diferentes áreas do conhecimento presentes no ICT de forma igualitária, sem distinção ou segregação, com postura conciliadora, de forma a permitir o crescimento e construção de um ICT para todos, apresentamos nossas propostas para alcançar a excelência acadêmico-administrativa que consideramos prioritárias e viáveis, divididas em quatro eixos: I Expansão do Instituto de Ciência e Tecnologia e suas Áreas de Conhecimento

2 O plano decenal do ICT-UNIFESP prevê uma expansão corajosa, que deve ser conduzida de forma responsável e planejada, com a criação de novos cursos e a ampliação dos cursos oferecidos, do quadro docente, de técnicos-administrativos em educação e de discentes, que deve seguir temporalmente coordenada com a expansão da infraestrutura física e administrativa. O crescimento ordenado gera confiança da comunidade acadêmica como um todo, e é fundamental para que o ensino, a pesquisa e a extensão sejam atrativos para que pesquisadores de alto nível tenham interesse em fazer parte do corpo docente do ICT e que discentes tenham os cursos oferecidos no ICT como suas primeiras opções. Nossas propostas para a expansão responsável e planejada podem ser inicialmente sintetizadas em: Participar ativamente do processo de distribuição de recursos pelo MEC e reitoria da UNIFESP e conduzir as medidas administrativas que garantam o início do processo licitatório para revisão de projeto e contratação da obra para, ainda em 2013, iniciar a construção do edifício destinado à pesquisa na área pertencente ao ICT no Parque Tecnológico de São José dos Campos. Até sua construção viabilizaremos o uso do prédio atual (Unidade II) para o uso em atividades também de pesquisa. Garantir junto a Prefeitura Municipal de SJC a concretização da doação do terreno contíguo ao atual no Parque Tecnológico, para viabilizar a implementação do plano plurianual do ICT que prevê a construção de mais três prédios de ensino/pesquisa e das moradias universitárias. Empenhar-nos, junto à reitoria e ao MEC, para garantir abertura de vagas para docentes e técnicosadministrativos em educação (TAEs) em números apropriados para acompanhar a formação dos novos cursos, o aumento progressivo do número de vagas discentes e o espaço físico em edificação. Viabilizar a abertura de novas trajetórias dentro do BCT e novos cursos de formação específica (pós- BCT), em diversas áreas do conhecimento, das ciências naturais, das engenharias, e também de áreas importantes para formação dos estudantes, como economia, administração e ciências humanas. Estimular e apoiar abertura de novos cursos de pós-graduação, porém sempre levando em consideração o disposto acima no que diz respeito à viabilidade para manter a qualidade. II - Gestão Participativa e Gestão por Competência Certamente os próximos quatro anos serão os mais decisivos na história do ICT. Há muito a ser feito e é preciso que todos participem do processo de expansão, tanto na divisão de tarefas para tornar viável a condução dos procedimentos necessários para chegar aos nossos objetivos de expansão, quanto para que esses procedimentos sejam conduzidos por pessoas capacitadas para as diferentes tarefas. Portanto, não há outra forma de gerir esse instituto que não seja pautado na Gestão Participativa e na Gestão por Competência. As iniciativas a seguir terão o princípio da participação e da competência como as bases para alcançar a expansão responsável e planejada. Faz parte deste trabalho de gestão estratégica situacional, instituir, no início de 2013: o o processo de elaboração do regimento do campus, no qual a estrutura organizacional, acadêmica e administrativa seja um dos pontos prioritários a serem definidos. o um Grupo Permanente de Planejamento (GPP), com participação de discentes, docentes e TAEs, que assessore a congregação e a diretoria do ICT no sentido da expansão da infraestrutura física, acadêmica e administrativa, de forma a definir metas de curto, médio e longo prazo para alternativas viáveis e ideais de expansão.

3 Debater o planejamento orçamentário anual do ICT e posteriormente a utilização dos recursos disponibilizados nas instâncias acadêmicas e em consonância com as diretrizes do GPP. Definir claramente os objetivos acadêmicos junto às comissões de curso para também fornecer subsídios para o trabalho do GPP visando otimizar o crescimento ordenado do campus. Definir claramente, em conjunto com a Diretoria Administrativa e o GPP, as funções e planos de trabalho para atingir os objetivos administrativos dos técnicos administrativos em educação (TAEs) que permita a otimização das tarefas no campus, e cujo resultado retorne ao GPP para o planejamento continuado. Estimular iniciativas de formação de comissões/grupos de discussão de TAEs que objetivem a melhoria de carreira, o aprimoramento de procedimentos administrativos e acadêmicos, encurtando caminhos e melhorando a gestão administrativa do campus. Aumentar o diálogo entre os diversos atores do ICT, seja através de encontros pessoais, seja através de reuniões periódicas, formais e informais, com docentes, discentes e TAEs, independente de conselhos, comissões, colegiados ou outras representações, como o principal caminho de motivar nossa comunidade acadêmica a aprimorar procedimentos acadêmicos e administrativos. III - Ensino-Pesquisa-Extensão de excelência Obedecendo ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, que consta no Artigo 207 da Constituição Federal de 1988, os objetivos e metas constantes nesse eixo visam o reconhecimento do ICT-UNIFESP como um centro de excelência acadêmica em graduação, pós-graduação, pesquisa, inovação tecnológica, extensão, enfim, de Ciência e Tecnologia, reconhecido no Brasil e no mundo, atrativo para estudantes e profissionais docentes e não docentes de alto nível. Ensino O quadriênio será o período mais crítico para consolidação do nosso campus, assim como do conceito de interdisciplinaridade como o tipo de formação adequada para lidar com os problemas e desafios de nossos tempos. Acreditamos que a educação interdisciplinar, com uma base apropriada em disciplinas básicas, permita o surgimento da criatividade e flexibilidade essencial para formarmos estudantes com espírito ético e visão inovadora em todas as áreas do conhecimento científico e tecnológico, e com capacidade de agir de forma autônoma e em equipe, portanto, preparados para enfrentar toda classe de desafio no seu futuro profissional. Neste período, a nova diretoria do ICT tem a obrigação de aprimorar, valorizar, defender e divulgar a interdisciplinaridade como uma forma contemporânea de formação, e o Bacharelado em Ciência e Tecnologia como meio para adquirir essa formação diferenciada e flexível também para os cursos de formação específica dos pós-bct. Das medidas que buscaremos priorizar para valorizar o modelo pedagógico do BCT e o profissional a ser formado, junto à academia e à sociedade civil e produtiva, sintetizamos nas iniciativas que seguem: Sempre que necessário, apoiar reformas no BCT para torná-lo mais efetivo e atrativo, de forma a permitir a implementação prática do seu projeto pedagógico.

4 Valorizar as trajetórias dentro do BCT, abrindo de forma ordenada novas trajetórias e cursos de especialização pós-bct. Investir na formação dos docentes ligados ao BCT por meio da criação de um grupo de trabalho que busque implementar novas metodologias de ensino-aprendizagem, como, dentre outras ações, incentivar e promover interação com os novos programas destinados à disseminação mundial dessas novas metodologias. Melhorar a divulgação dos cursos oferecidos no ICT, seja melhorando o material de divulgação do campus, seja, por exemplo, criando em conjunto com os técnicos administrativos em educação e ao Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) uma secretaria de aconselhamento vocacional para alunos interessados em estudar no ICT e, obviamente, para aqueles que já estudam. Criar e apoiar programas que visem a formação de uma identidade profissional diferenciada no discente, que seja valorizada e reconhecida pela sociedade por sua formação interdisciplinar e diferenciada. Defender que o ICT tenha autonomia para deliberar sobre convênios com empresas, descentralizado da reitoria, bem como debater com as comissões de cursos formas para facilitar a realização de estágios que contribuam com a formação profissional de nossos estudantes. Fomentar a participação de estudantes em eventos de empreendedorismo e inovação ou quaisquer outros que levem ao seu aprimoramento profissional, assim como apoiar iniciativas de criação de Empresas Jrs. por estudantes do ICT. Apoiar as iniciativas e demandas originadas das Comissões de Cursos e da Câmara de Graduação a ser instituída no ICT. Pesquisa No nosso conceito de formação acadêmica, uma graduação de qualidade reconhecida somente é conseguida em um ambiente de excelência de pesquisa científica e tecnológica. O que a sociedade espera de uma universidade é que, além de um local de transferência de conhecimento, seja primordialmente um local de geração de conhecimento, de inovação, de desenvolvimento de novas tecnologias. É isso também que os estudantes esperam de seus professores, que sejam produtivos, atualizados, reconhecidos perante as sociedades científicas que os representam, que isso se reflita em colaborações nacionais e internacionais. É o que se produz na universidade que atrai estudantes de graduação e pós-graduação comprometidos com sua formação. A criação de um ambiente favorável à pesquisa científica e tecnológica é um compromisso, cujas medidas que acreditamos serem inicialmente prioritárias para que o ICT alcance sua excelência, seguem: Fazer todos os esforços para que pesquisadores com projeto tenham infraestrutura e laboratórios em 2013 e 2014, ou até que o prédio destinado à pesquisa esteja concluído no Parque Tecnológico. Dar apoio a novos docentes para iniciarem suas atividades de pesquisa. Dar apoio à estruturação de laboratórios individuais e multiusuários, fomentar infraestrutura básica de pesquisa -- bancadas, armários, técnicos de nível médio e superior --, como contrapartida aos financiamentos conseguidos junto às agencias de fomento à pesquisa ou outras instituições pelos docentes. Apoiar a instalação no ICT de um setor de Administração de Projetos, individuais ou de grupos de pesquisa, com intuito de auxiliar os pesquisadores na aquisição de equipamentos e materiais, bem

5 como em suas prestações de contas, de forma a permitir que o pesquisador se dedique mais à sua pesquisa. Apoiar as iniciativas de criação de novos cursos de pós-graduação. Buscar financiamento para atrair pesquisadores internacionais para estágios de curta, média e longa duração. Apoiar as iniciativas e demandas originadas dos programas de pós-graduação e da Câmara de Pós- Graduação a ser instituída no ICT. Instituir um núcleo no campus voltado para assessorar o pesquisador na proteção intelectual e geração de patentes por ou com a participação de pesquisadores do ICT. Extensão A Extensão universitária é o meio mais direto pelo qual a universidade retorna à sociedade o conhecimento gerado. O ICT tem grande potencial para Extensão, mas ainda temos muito a crescer nesse sentido. Nossa proposta prevê o apoio a iniciativas que visem a Extensão universitária, dentre as quais resumimos em: Acelerar a criação do Centro de Divulgação Científica e Tecnológica da Unifesp, proposta constante do perfil do ICT. Estudar meios de integrar docentes, discentes e TAEs com programas de extensão de outros campi. Estimular debates no sentido de definir possíveis áreas de atuação da Extensão universitária e seus principais atores Intensificar as colaborações com prefeituras e com o estado visando ampliar os programas de educação continuada dos professores da educação básica. Apoiar as iniciativas já existentes e as novas demandas originadas da Câmara de Extensão do ICT. IV - Valorização da Comunidade Universitária O comprometimento da comunidade universitária com o plano de expansão do ICT, no sentido de participar e trabalhar para a concretização de seus objetivos e metas, passa pela valorização do indivíduo e das categorias. A transparência, o reconhecimento, a atenção às necessidades e o respeito ao indivíduo e à sua carreira são iniciativas de um gestor sério que pretende estimular a motivação e o envolvimento da comunidade com a instituição e a confiança nos seus líderes. Das iniciativas que buscaremos implementar para valorizar a comunidade universitária, além das que já constam no eixo II - Gestão Participativa e Gestão por Competência, que também enxergamos como valorização da comunidade, resumem-se: Reforçar o papel e as ações do Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) no sentido de ser o interlocutor de iniciativas discentes com a Diretoria Acadêmica e Administrativa que levem ao desenvolvimento acadêmico, científico, profissional e humano do estudante do ICT, que contribua para sua socialização e progresso, com vistas à criação de uma ligação do estudante com seu ambiente universitário. Que essas ações estejam também integradas ao planejamento estratégico do GPP e aos projetos e diretrizes acadêmicas das Comissões de Cursos e dos Núcleos Docente Estruturante de cada curso, para nortear as ações da Diretoria Acadêmica.

6 Promover reuniões com docentes e TAEs no início de seu ingresso como servidor com o propósito de apresentar a estrutura organizacional do ICT, as diretrizes do Plano de Desenvolvimento Institucional e especificamente do ICT, o modelo do bacharelado interdisciplinar, o projeto pedagógico dos diferentes cursos oferecidos no ICT e demais documentos que norteiam os processos educativos e administrativos do ICT. Buscar junto ao MEC e à Prefeitura Municipal SJC a instalação de uma creche em terreno contíguo ao campus no Parque Tecnológico para servir a comunidade do ICT, a exemplo de medidas já em curso em outros campi. Oferecer, no campus do Parque Tecnológico, centros de convivência para docentes, estudantes e TAEs. Apoiar e viabilizar a participação dos TAEs em programas de graduação, pós-graduação e de capacitação. Estudar meios de reverter em horas de capacitação a participação de TAEs em eventos ou quaisquer iniciativas que contribuam para sua formação profissional, como participação e organização de eventos, palestras e mesas-redondas. Apoiar a construção da residência universitária do ICT no campus do Parque Tecnológico. Apoiar programas que dizem respeito às atividades culturais no campus e fora dele, como o Troca de Saberes. Nossas propostas estão em construção contínua e você pode participar enviando sugestões para o ou mesmo pessoalmente. Contamos com a sua participação! Leduíno e Cláudia

Programa de Gestão Estratégica da chapa 1

Programa de Gestão Estratégica da chapa 1 Programa de Gestão Estratégica da chapa 1 Construindo juntos um ICT de excelência Apresentação da Chapa 1 Prezados Colegas do Instituto de Ciência e Tecnologia da UNIFESP, Nós, Leduíno e Cláudia, somos

Leia mais

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Abril/2012 Apresentação O Planejamento Estratégico (PLANES) da UNICAMP é um processo acadêmico/administrativo dinâmico cujo objetivo central é de ampliar

Leia mais

Propostas por Segmentos: Docente, TAEs e Discente

Propostas por Segmentos: Docente, TAEs e Discente Propostas por Segmentos: Docente, TAEs e Discente A ELEIÇÃO OCORRERÁ DIAS 14 E 15 DE ABRIL Para votar é necessário apresentar o crachá ou documento oficial com foto. Neste caso, é preciso saber o número

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

DIRETRIZES DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DA PUC-CAMPINAS. Aprovadas na 382ª Reunião do CONSUN de 16/12/2004

DIRETRIZES DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DA PUC-CAMPINAS. Aprovadas na 382ª Reunião do CONSUN de 16/12/2004 DIRETRIZES DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DA PUC-CAMPINAS Aprovadas na 382ª Reunião do CONSUN de 16/12/2004 DIRETRIZES DA POLÍTICA DE GRADUAÇÃO 1. Estímulo e apoio ao desenvolvimento dos projetos pedagógicos

Leia mais

A UNIOESTE E O CAMPUS QUE QUEREMOS

A UNIOESTE E O CAMPUS QUE QUEREMOS REMI SCHORN PLANO DE TRABALHO DO CANDIDATO A DIRETOR DO CAMPUS DA UNIOESTE TOLEDO Docentes, Agentes Universitários e Acadêmicos Unidos Por Um Campus Melhor A UNIOESTE E O CAMPUS QUE QUEREMOS Reunimos e

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E

Leia mais

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES 1 PPA-UFCG PROGRAMA PERMANENTE DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES (MAPAS VIVOS DA UFCG) 2 DIMENSÃO MISSÃO E PDI MAPAS VIVOS DE

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DISCUSSÃO PARA REESTRUTURAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DISCUSSÃO PARA REESTRUTURAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DISCUSSÃO PARA REESTRUTURAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL APRESENTAÇÃO O presente texto tem por finalidade apresentar os resultados obtidos

Leia mais

Estrutura do PDI 2014-2018

Estrutura do PDI 2014-2018 APRESENTAÇÃO O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) além de constituir um requisito legal, tal como previsto no Artigo

Leia mais

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO.

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. Grupo PET Administração Universidade Federal de Lavras UFLA Resumo Os jovens formam o conjunto

Leia mais

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO IFMG CAMPUS OURO PRETO Resultados da Oficina de Planejamento e das Reuniões Setoriais

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO IFMG CAMPUS OURO PRETO Resultados da Oficina de Planejamento e das Reuniões Setoriais PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO IFMG CAMPUS OURO PRETO Resultados da Oficina de Planejamento e das Reuniões Setoriais Escopo O IFMG Campus Ouro Preto atua, de forma integrada, nas áreas do ensino, pesquisa

Leia mais

POLÍTICA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO

POLÍTICA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO REITORIA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO POLÍTICA

Leia mais

ATO NORMATIVO DA DIREÇÃO SUPERIOR Nº 003/2009 INICIAÇÃO À PESQUISA CIENTÍFICA E PESQUISA INSTITUCIONAL

ATO NORMATIVO DA DIREÇÃO SUPERIOR Nº 003/2009 INICIAÇÃO À PESQUISA CIENTÍFICA E PESQUISA INSTITUCIONAL FACULDADE DE DIREITO DA FUNDAÇÃO ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO Credenciada pela Portaria MEC n. 3.640, de 17/10/2005 DOU de 20/10/2005. CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO Autorizado pela Portaria MEC

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

!!!!!!!! AVANÇAR!E!INOVAR!MAIS! Anísio!Brasileiro!e!Florisbela!Campos!

!!!!!!!! AVANÇAR!E!INOVAR!MAIS! Anísio!Brasileiro!e!Florisbela!Campos! AVANÇAREINOVARMAIS AnísioBrasileiroeFlorisbelaCampos ProgramadeGestão201522019 UFPE abril2015 SUMÁRIO( SUMÁRIO( 2 DEFENDENDO(PRINCÍPIOS(E(CUMPRINDO(COMPROMISSOS( 4 POR(QUÊ(AVANÇAR(E(INOVAR(MAIS( 6 1(EXCELÊNCIA(NA(FORMAÇÃO(ACADÊMICA(

Leia mais

Programa de Educação Tutorial - PET 2010. Edital CLA-PET 07/2012 Seleção de Tutor

Programa de Educação Tutorial - PET 2010. Edital CLA-PET 07/2012 Seleção de Tutor Programa de Educação Tutorial - PET 2010 Edital CLA-PET 07/2012 Seleção de Tutor A Universidade Federal do Pampa, através do Comitê Local de Acompanhamento do Programa de Educação Tutorial (CLA-PET), torna

Leia mais

PLANO DE AÇÃO GESTÃO 2016 2020 APRESENTAÇÃO

PLANO DE AÇÃO GESTÃO 2016 2020 APRESENTAÇÃO Eu queria uma escola que lhes ensinasse a pensar, a raciocinar, a procurar soluções (...) Eu também queria uma escola que ensinasse a conviver, cooperar, a respeitar, a esperar, saber viver em comunidade,

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ REGIMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Atualização do Regimento de 2012 Porto Alegre, março de 2015 Faculdade de Tecnologia de Porto Alegre Av. Julio de Castilhos,

Leia mais

ELEIÇÕES PARA DIREÇÃO ACADÊMICA DO CAMPUS BAIXADA SANTISTA (2015-2019) Chapa DIVERSIDADE E UNIÃO (SÍNTESE DO PROGRAMA)

ELEIÇÕES PARA DIREÇÃO ACADÊMICA DO CAMPUS BAIXADA SANTISTA (2015-2019) Chapa DIVERSIDADE E UNIÃO (SÍNTESE DO PROGRAMA) ELEIÇÕES PARA DIREÇÃO ACADÊMICA DO CAMPUS BAIXADA SANTISTA (2015-2019) Chapa DIVERSIDADE E UNIÃO (SÍNTESE DO PROGRAMA) ... ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando,

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais para

Leia mais

RESULTADOS ALCANÇADOS

RESULTADOS ALCANÇADOS Política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão 2.1. Coerência das políticas de ensino, pesquisa e extensão com os documentos oficiais. Objetivos Ações Realizadas RESULTADOS ALCANÇADOS

Leia mais

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE CULTURA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS"

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE CULTURA - A SANTA MARIA QUE QUEREMOS Elaborar o projeto do Plano Municipal de Projeto do Plano Projeto realizado Cultura com ampla participação dos setores da sociedade Conferência Municipal de Cultura Conferência realizada PLANILHA DE OBJETIVOS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN

RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN Estabelece o Regimento Interno do Núcleo de Educação a Distância (NEAD) da Universidade Federal do Paraná. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Paraná, no uso de

Leia mais

Estudo de Caso: Indicadores: A experiência da Universidade Federal do Pará UFPA

Estudo de Caso: Indicadores: A experiência da Universidade Federal do Pará UFPA Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e de Administração das Instituições Federais de Ensino Superior (Forplad) Fórum: 2º Fórum 2015. Estudo de Caso: Indicadores: A experiência da Universidade

Leia mais

(Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014. (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação

(Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014. (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação (Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014 (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação Instrumento Diagnóstico - PAR Municipal 2011-2014 A gestão que prioriza

Leia mais

DIRETRIZES DIRETRIZES

DIRETRIZES DIRETRIZES A grande entrada de novos Doutores pelo REUni nas IFES, bem como a capacitação proposta nos âmbitos pré e pós PAPG, deve gerar um aumento significativo na demanda para financiamento de Projetos de Pesquisa.

Leia mais

Pré-Programa para Direção do Campus Diadema 2014 2018. Pela Institucionalização e Consolidação da Unifesp de Diadema

Pré-Programa para Direção do Campus Diadema 2014 2018. Pela Institucionalização e Consolidação da Unifesp de Diadema Pré-Programa para Direção do Campus Diadema 2014 2018 Candidatos à Direção Prof. João Alexandrino Prof. Newton Andréo Filho Equipe comprometida com o programa de trabalho Profa. Ileana Rubió Prof. Flaminio

Leia mais

Criar cursos de graduação, tanto presenciais quanto à distância, e pós-graduação multidisciplinares.

Criar cursos de graduação, tanto presenciais quanto à distância, e pós-graduação multidisciplinares. 12.1) Otimizar a capacidade instalada da estrutura física e de recursos humanos das instituições públicas de educação superior mediante ações planejadas e coordenadas, de forma a ampliar e interiorizar

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 063 CONSUPER/2013

RESOLUÇÃO Nº 063 CONSUPER/2013 RESOLUÇÃO Nº 063 CONSUPER/2013 Dispõe sobre a regulamentação de Curso de Formação Inicial e Continuada ou Qualificação Profissional do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense. O

Leia mais

META NACIONAL 15: garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais

Leia mais

Minuta do Capítulo 12 do PDI: Capacidade e Sustentabilidade Financeira

Minuta do Capítulo 12 do PDI: Capacidade e Sustentabilidade Financeira Minuta do Capítulo 12 do PDI: Capacidade e Sustentabilidade Financeira Elaborada pela Pró-Reitoria de Administração 1 1 Esta minuta foi apreciada pelo Colégio de Dirigentes em 7 de julho de 2014, sem ressalvas.

Leia mais

Plano de Gestão para a Direção Geral do Câmpus Florianópolis Quadriênio 2016-2019

Plano de Gestão para a Direção Geral do Câmpus Florianópolis Quadriênio 2016-2019 Plano de Gestão para a Direção Geral do Câmpus Florianópolis Quadriênio 2016-2019 Avançar e Aprimorar Para a nossa equipe é imprescindível fortalecer a condição do IFSC como instituição pública, gratuita,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA CAMPUS SANTA ROSA Rua Uruguai, 1675Bairro Central CEP: 98900.000

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro. Plano de Trabalho. Gestão 2012 2015. Rodrigo Leitão Diretor

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro. Plano de Trabalho. Gestão 2012 2015. Rodrigo Leitão Diretor Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Plano de Trabalho Gestão 2012 2015 Diretor Candidato ao cargo de Diretor-Geral do Campus Uberaba do IFTM Professor Rodrigo Afonso

Leia mais

PLANO DE TRABALHO GESTÃO 2014-2018

PLANO DE TRABALHO GESTÃO 2014-2018 PLANO DE TRABALHO GESTÃO 2014-2018 Prof. ALEX AGUIAR LÉDO O bom gestor, gerencia a equipe pela afetividade a compreensão e a sabedoria das palavras; nunca usa palavra de desmotivação e jamais impõe sua

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CHAPA

PLANO DE TRABALHO CHAPA PLANO DE TRABALHO CHAPA EXCELÊNCIA ACADÊMICA E COMPROMISSO SOCIAL A dimensão social é inerente à educação e à função das Instituições de Ensino Superior Públicas. A Universidade Pública brasileira é o

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR DECRETO Nº 4.059, DE 1º DE OUTUBRO DE 2008 CRIA OS NÚCLEOS DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL NO ÂMBITO DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO ESPORTE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO Metas e Estratégias Consolidação a partir do documento do FEESP com contribuições da SEESP e CEESP

Leia mais

Plano Anual de Educação Institucional 2015

Plano Anual de Educação Institucional 2015 Plano Anual de Educação Institucional 2015 Sumário Apresentação Projetos Estratégicos do CEAF em 2015 Metodologia de Construção do Plano Anual de Educação Ações do CEAF Planejadas para 2015 Programa Direito

Leia mais

NORIEL VIANA PEREIRA Candidato a Diretor ESTES

NORIEL VIANA PEREIRA Candidato a Diretor ESTES NORIEL VIANA PEREIRA Candidato a Diretor ESTES CHAPA: InterAÇÃO: Equidade e Responsabilidade Propostas para a Gestão Junho/2013 a Junho/2017 UBERLÂNDIA 2013 1.0 APRESENTAÇÃO DO CANDIDATO Bacharel e Licenciado

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36

PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36 PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36 GESTÃO PÚBLICA Garantir ampla participação popular na formulação e acompanhamento das políticas públicas; Criação do SOS Oprimidos, onde atenda desde pessoas carentes

Leia mais

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-ALVO: Os Cursos Técnicos são destinados a todos que estão cursando o 2º ano ou já completaram o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou buscar uma melhor

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII / GUANAMBI BA REGIMENTO INTERNO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII / GUANAMBI BA REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII / GUANAMBI BA REGIMENTO INTERNO GUANAMBI 2005 CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 1º - O Núcleo de Pesquisa e Extensão () do Departamento

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DANÇA

PLANO NACIONAL DE DANÇA PLANO NACIONAL DE DANÇA I APRESENTAÇÃO II - DIRETRIZES E AÇÕES II HISTÓRICO DO SETOR NO PAÍS III DIAGNOSE DE POTENCIAL E PONTOS CRÍTICOS DO SETOR IV DADOS DO SETOR PARA O SISTEMA DE INFORMAÇÕES E INDICADORES

Leia mais

Carta Programa Gestão de Políticas Públicas

Carta Programa Gestão de Políticas Públicas Carta Programa Gestão de Políticas Públicas Prof. José Renato de Campos Araújo (coordenador) Prof. José Carlos Vaz (suplente) 1. CONTEXTO A chapa formada pelos professores José Renato de Campos Araújo

Leia mais

Coordenação-Geral de Avaliação dos Cursos de Graduação e Instituições de Ensino Superior

Coordenação-Geral de Avaliação dos Cursos de Graduação e Instituições de Ensino Superior CAPA 1 República Federativa do Brasil Ministério da Educação Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Diretoria de Avaliação

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS Art. 1. O Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia - NITTEC é um Órgão Executivo

Leia mais

Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 30, DE 26 DE JANEIRO DE 2016

Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 30, DE 26 DE JANEIRO DE 2016 Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 30, DE 26 DE JANEIRO DE 2016 Amplia o Programa Idiomas sem Fronteiras. O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o art.

Leia mais

ALEXANDRE MODESTO BRAUNE Educação Participativa: União, Transparência, Construção da Qualidade

ALEXANDRE MODESTO BRAUNE Educação Participativa: União, Transparência, Construção da Qualidade PLANO DE GESTÃO À CANDIDATURA AO CARGO DE DIRETOR-GERAL PRO-TEMPORE DO CAMPUS ARAGUAÍNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS. ALEXANDRE MODESTO BRAUNE Educação Participativa:

Leia mais

PROJETO DO CURSO INICIAÇÃO AO SERVIÇO PÚBLICO

PROJETO DO CURSO INICIAÇÃO AO SERVIÇO PÚBLICO Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense PROJETO DO CURSO INICIAÇÃO AO SERVIÇO PÚBLICO Pró-reitoria de Desenvolvimento Humano e Social - PRODHS

Leia mais

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR!

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! Eleições 2014 Faculdade de Odontologia UFRJ VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! PLANO DE TRABALHO EQUIPE - CHAPA 1: Diretor - Maria Cynésia Medeiros de Barros Substituto Eventual do Diretor - Ednilson

Leia mais

EdUECE- Livro 1 03430

EdUECE- Livro 1 03430 OS SABERES E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Maria Irene Miranda Universidade Federal de Uberlândia RESUMO O trabalho aborda o Curso de Pedagogia

Leia mais

METAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

METAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL METAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Meta 01. Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 04 a 5 anos de idade e ampliar, a oferta de educação infantil em creches de forma a atender a 50% da população

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO

PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO º PROGRAMAS E S PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO Programa de utilização sustentável dos atrativos turísticos naturais Implementação do Plano de Manejo do Parque do Cantão Garantir

Leia mais

Estratégia de Institucionalização da Avaliação Institucional na UFBA. Eixo I Criação de estratégias e metodologias para o trabalho da CPA

Estratégia de Institucionalização da Avaliação Institucional na UFBA. Eixo I Criação de estratégias e metodologias para o trabalho da CPA Estratégia de Institucionalização da Avaliação Institucional na UFBA Universidade Federal da Bahia (UFBA) Eixo I Criação de estratégias e metodologias para o trabalho da CPA Antonio Virgilio Bastos Bittencourt

Leia mais

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Informática Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel Belo Horizonte - MG Outubro/2007 Síntese

Leia mais

CHAMADA INTERNA Nº 01/2012/Gabinete/IFBAIANO PROGRAMA CIÊNCIA ITINERANTE Programa de Fomento à Institucionalização do Projeto Escola Itinerante

CHAMADA INTERNA Nº 01/2012/Gabinete/IFBAIANO PROGRAMA CIÊNCIA ITINERANTE Programa de Fomento à Institucionalização do Projeto Escola Itinerante MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO GABINETE DA REITORIA CHAMADA INTERNA Nº 01/2012/Gabinete/IFBAIANO PROGRAMA

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA

REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA Art 1º - O Conselho de Desenvolvimento do Território CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC é composto por entidades

Leia mais

Caderno Virtual de Turismo E-ISSN: 1677-6976 caderno@ivt-rj.net Universidade Federal do Rio de Janeiro Brasil

Caderno Virtual de Turismo E-ISSN: 1677-6976 caderno@ivt-rj.net Universidade Federal do Rio de Janeiro Brasil E-ISSN: 1677-6976 caderno@ivt-rj.net Universidade Federal do Rio de Janeiro Brasil Siems Forte, Ana Maria A C, vol. 3, núm. 3, 2003, pp. 7-13 Universidade Federal do Rio de Janeiro Río de Janeiro, Brasil

Leia mais

3.1 Ampliar o número de escolas de Ensino Médio de forma a atender a demanda dos bairros.

3.1 Ampliar o número de escolas de Ensino Médio de forma a atender a demanda dos bairros. Meta 1 - Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de quatro e cinco anos, e ampliar, até 2025, a oferta de Educação Infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos. Estratégias:

Leia mais

Fanor - Faculdade Nordeste

Fanor - Faculdade Nordeste Norma 025: Projeto de Avaliação Institucional Capítulo I Disposições Gerais A avaliação institucional preocupa-se, fundamentalmente, com o julgamento dos aspectos que envolvem a realidade interna e externa

Leia mais

O Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico do Curso

O Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico do Curso O Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico do Curso Introdução * Sonia Pires Simoes O projeto pedagógico Institucional representa a linha pedagógica que a Instituição norteia para gerenciamento

Leia mais

REGIMENTO DA DIRETORIA DE ENFERMAGEM HOSPITAL SÃO PAULO/ HU da UNIFESP. Subseção I. Subseção II. Subseção III. Subseção IV. Subseção V.

REGIMENTO DA DIRETORIA DE ENFERMAGEM HOSPITAL SÃO PAULO/ HU da UNIFESP. Subseção I. Subseção II. Subseção III. Subseção IV. Subseção V. REGIMENTO DA DIRETORIA DE ENFERMAGEM HOSPITAL SÃO PAULO/ HU da UNIFESP SEÇÃO I Da Estrutura Organizacional e Funcionamento da Subseção I Da Direção Subseção II Das Gerências Executivas Subseção III Do

Leia mais

ASSESSORIA DE AÇÕES INCLUSIVAS

ASSESSORIA DE AÇÕES INCLUSIVAS ASSESSORIA DE AÇÕES INCLUSIVAS PRÓ-REITORIA DE ENSINO TÂNIA DUBOU HANSEL INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA Política de Inclusão na Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica O Instituto Federal Farroupilha

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA CAMPUS SANTA ROSA Rua Uruguai, 1675Bairro Central CEP: 98900.000

Leia mais

3. EIXOS DE DESENVOLVIMENTO (*):

3. EIXOS DE DESENVOLVIMENTO (*): PAC UFSCar 2016 1.INTRODUÇÃO A Política de Capacitação da UFSCar estabelece as diretrizes para capacitação de servidores com vistas ao desenvolvimento de um processo de educação continuada e permanente

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015 (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

Plano de Gestão Administrativa e Acadêmica da Chapa Há Quem Sambe Diferente Instituto Multidisciplinar 2013-2017

Plano de Gestão Administrativa e Acadêmica da Chapa Há Quem Sambe Diferente Instituto Multidisciplinar 2013-2017 Plano de Gestão Administrativa e Acadêmica da Chapa Há Quem Sambe Diferente Instituto Multidisciplinar 2013-2017 Ao apresentarmos a chapa Há Quem Sambe Diferente, mostramos a motivação principal que nos

Leia mais

Pós graduação EAD Área de Educação

Pós graduação EAD Área de Educação Pós graduação EAD Área de Educação Investimento: a partir de R$ 109,00 mensais. Tempo de realização da pós graduação: 15 meses Investimento: R$109,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF). Ou

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional 2006-2010

Plano de Desenvolvimento Institucional 2006-2010 Plano de Desenvolvimento Institucional 2006-2010 1 Reitor Gilberto Cezar Pavanelli Vice-Reitor Ângelo Aparecido Priori Comissão Central de Elaboração do PDI José Roberto Pinheiro de Melo Bruno Luiz Domingos

Leia mais

Fórum Estadual de Educação PR Plano Nacional de Educação PNE 2011/2020

Fórum Estadual de Educação PR Plano Nacional de Educação PNE 2011/2020 Fórum Estadual de Educação PR Plano Nacional de Educação PNE 2011/2020 Sessão de Debate Regional Sudoeste, 01/07/2011 UTFPR Campus Pato Branco Região: Sudoeste Cidade: Pato Branco Data do debate: 01-07-2011

Leia mais

Planejamento estratégico 2016-2019

Planejamento estratégico 2016-2019 Planejamento estratégico 2016-2019 Fortalecer as instituições e a qualidade dos serviços públicos para fortalecer a democracia e a competitividade. www.agendapublica.org.br 2 GOVERNANÇA PARA UM FUTURO

Leia mais

PROTOCOLO DE COMPROMISSO

PROTOCOLO DE COMPROMISSO PROTOCOLO DE COMPROMISSO PROTOCOLO DE COMPROMISSO QUE A FACULDADE CASA DO ESTUDANTE - FACE, MANTIDA PELA SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR DE ARACRUZ LTDA E REPRESENTADA PELO DIRETOR ANTÔNIO EUGÊNIO CUNHA APRESENTA

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 014, DE 29 DE ABRIL DE 2015. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas atribuições

Leia mais

AVANÇAR PELA LEITURA E PELA CIDADANIA UM PLANO PARA O BRASIL

AVANÇAR PELA LEITURA E PELA CIDADANIA UM PLANO PARA O BRASIL AVANÇAR PELA LEITURA E PELA CIDADANIA UM PLANO PARA O BRASIL José Castilho Marques Neto 1 Procurarei explanar aqui o que considero lições essenciais da caminhada e do que entendo ser o essencial do Plano

Leia mais

Chapa Campus para Todos

Chapa Campus para Todos 1 Carta Programa aos alunos, funcionários e professores do Campus Sorocaba da UFSCar para apresentação das candidaturas dos Professores Doutores André Cordeiro Alves dos Santos e Laércio José dos Santos

Leia mais

Regimento dos Campi da. Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR

Regimento dos Campi da. Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Regimento dos Campi da Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR Deliberação nº 10/2009

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1 A LDB, no Titulo VI, trata dos Profissionais da Educação, considerando sob essa categoria não só os professores, que são responsáveis pela gestão da sala de aula, mas

Leia mais

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ Setembro/2010 APRESENTAÇÃO Este documento denominado Metodologia é o primeiro produto apresentado

Leia mais

TÍTULO DO PROJETO: OFICINA COMUNITÁRIA DE ARQUITETURA (OCA): ASSISTÊNCIA TÉCNICA E AÇÃO SOCIAL

TÍTULO DO PROJETO: OFICINA COMUNITÁRIA DE ARQUITETURA (OCA): ASSISTÊNCIA TÉCNICA E AÇÃO SOCIAL FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO EDITAL Nº. 007/2012/PROEC DE FLUXO CONTÍNUO DE CHAMADA DE PROPOSTAS DE EXTENSÃO DA - PROEC, SEM ÔNUS PARA A. Vigência 26-03-2012-31-12-2014 TÍTULO DO

Leia mais

PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX

PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX INTRODUÇÃO A extensão universitária é, na realidade, uma forma de interação que deve existir permanentemente entre a universidade e os diversos setores da sociedade. Assim, a

Leia mais

PLANO ANUAL DE TRABALHO 2015 Relação de iniciativas estratégicas articuladas

PLANO ANUAL DE TRABALHO 2015 Relação de iniciativas estratégicas articuladas PLANO ANUAL DE TRABALHO 2015 Relação de iniciativas estratégicas articuladas Maio/2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E

Leia mais

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação)

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação) DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação) OBJETIVOS E METAS 1. Garantir a inclusão digital, instalando computadores nas escolas públicas de ensino fundamental

Leia mais

UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA - UNISANTA RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA

UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA - UNISANTA RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA - UNISANTA RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA NÚCLEO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL NAI É preciso avaliar para aprimorar CONSIDERAÇÕES INICIAIS A UNISANTA desenvolveu,

Leia mais

PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018)

PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018) PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018) 1. Introdução O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) busca nortear

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) TÍTULO 1 Da Instituição e seus Fins Art. 1 0 O Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL), criado em 2004, para integrar uma

Leia mais

PROCESSO N. 352/03 PROTOCOLO N.º 5.252.763-5 PARECER N.º 31/04 APROVADO EM 13/02/04

PROCESSO N. 352/03 PROTOCOLO N.º 5.252.763-5 PARECER N.º 31/04 APROVADO EM 13/02/04 PROTOCOLO N.º 5.252.763-5 PARECER N.º 31/04 APROVADO EM 13/02/04 CÂMARA DE PLANEJAMENTO INTERESSADO: COLÉGIO ESTADUAL OLAVO BILAC MUNICÍPIO: IBIPORÃ ASSUNTO: Credenciamento da Instituição e Autorização

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Síntese do Projeto Pedagógico do curso Objetivos do curso Objetivo Geral O curso em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da ESADE,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 02/2010 Cria e estabelece o Regimento Interno do órgão suplementar, Centro de Educação a Distância (CEAD) da Universidade Federal de Juiz de Fora. O CONSELHO SUPERIOR da

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO AO DOCENTE E DISCENTE - NADD

NÚCLEO DE APOIO AO DOCENTE E DISCENTE - NADD 1 Fundação de Ensino Superior de Mangueirinha Faculdade Unilagos Rua Saldanha Marinho, 85 www.unilagos.com.br C.N.P.J 05.428.075/0001-91 NÚCLEO DE APOIO AO DOCENTE E DISCENTE - NADD MANGUEIRINHA PARANÁ

Leia mais

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários MININSTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários Programa: Urbanização Regularização

Leia mais

Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos

Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos I-Organização da Administração Pública A vida da sociedade organizada pressupõe uma organização racional do trabalho, constituída de uma hierarquia

Leia mais

TOR/SECAD/FNDE/MEC Nº 02 /2010

TOR/SECAD/FNDE/MEC Nº 02 /2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO - TOR/SECAD/FNDE/MEC Nº 02 /2010 1. Número e Título do

Leia mais