A REGULAMENTAÇÃO DA EAD E O REFLEXO NA OFERTA DE CURSOS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

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1 A REGULAMENTAÇÃO DA EAD E O REFLEXO NA OFERTA DE CURSOS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Autor(a): Alessandra Barbara Santos de Almeida Coautor(es): Alessandra Barbara Santos de Almeida, Gliner Dias Alencar, Joaquim Nogueira Ferraz Filho, Marcelo Ferreira de Lima Introdução A educação a distância (EaD) está se consolidando definitivamente como uma alternativa viável para a democratização do acesso a educação no Brasil. Esse processo vem se desenvolvendo, sobretudo pela evolução das novas tecnologias da informação e da ampliação do acesso a Internet. O avanço da EaD é um fenômeno que tem cresce no mundo todo. Países como Suécia, França, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos, já adotavam esse formato desde o século passado. No Brasil, esse tema só foi tratado em legislação específica em 1996 quando a lei de Diretrizes e Base da Educação LDB garantiu um melhor tratamento para essa modalidade ensino além de propor mais incentivo por parte do poder público. Desde então essa modalidade vem evoluindo e apresentando algumas características que chamam a atenção. A oferta de cursos na modalidade Ead tem aumentado ano a ano, tanto em instituições públicas com em particulares. Esses dados são confirmados pelo censo da educação superior de 2010, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e pesquisas educacionais Anísio Teixeira INEP, e que registra uma tendência de crescimento ao longo do tempo tanto em números de matrícula, de ingressos e de concluintes. Considerando esse cenário, a presente pesquisa tem como objetivo destacar como se deu a regulamentação da modalidade de ensino à distância e o seu reflexo na oferta de cursos para formação de novos professores no Brasil. Visa também apresentar dados estatísticos consolidados do quantitativo de vagas ofertadas nas diversas instituições do país, e confirmar a prioridade que o Ministério da Educação tem no sentido de formar novos docentes utilizando a modalidade Ead como alternativa. Não pretende, portanto, 1

2 julgar se tal formato tem sido eficiente ou não, se tem trazido qualidade ou não para o ensino no país, mas tão somente demonstrar como a utilização dessa modalidade vem evoluindo e como ela tem se mostrado interessante para a formação de professores. Marcos da EaD na Legislação Brasileira A história da modalidade de ensino a distância no Brasil é relativamente curta. Apesar de se ter registro dessa forma de aprendizagem já no século XIX, quando eram oferecidos cursos de profissionalização por correspondência, a EaD só ganhou consistência no Brasil quando em 1996 a Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional (n de 20 de Dezembro de 1996) tratou especificamente desse tema, dando um tratamento diferenciado e garantindo incentivo por parte do poder público. Após a edição dessa lei, foram editados os decretos nº 2.494/98, que tratou de conceituar a educação distância e fixar diretrizes gerais para a modalidade, o n 2.561/98, que apenas ajustou alguns termos do anterior, e, em seguida, foi publicado o decreto nº 5.622/05, que posteriormente foi complementado pelo de n 6.303/07. Ambos se encarregaram de regulamentar de forma mais detalhada e consistente os artigos da LDB que tratavam da matéria relacionada à educação à distância, além de revogar os dois primeiros decretos. Estes foram os principais marcos regulatórios que traçaram a trajetória de organização da Ead no Brasil e que são observados até hoje. Esse aparato legislativo concedeu atenção especial à formação de professores. Segundo Giolo (2008) O foco foi, evidentemente, a educação superior, pois a grande demanda incidia sobre a formação de professores para a educação básica, contribuindo, dessa forma, para o cumprimento do artigo 87, 4º da LDB, que determina: Até o fim da Década da Educação somente serão admitidos professores habilitados em nível superior ou formados por treinamento em serviço.. Oferta de Cursos na Modalidade EaD nos Últimos 10 anos O Censo da Educação Superior iniciou a coleta de informações sobre os cursos a distância no ano A partir daí, observa-se que com o passar dos anos a modalidade a distância foi se expandido e a oferta de cursos cresceu significativamente, saindo de 2

3 próximo de 0 em 2001 para quase 200 em 2005, mais de 400 em 2007, mais de 800 em 2009 e chegando a mais de 900 em Como observado acima, no intervalo de cinco anos antes da regulamentação da EaD através do decreto 5.622/05 foram ofertados 189 cursos. Nos cinco anos seguintes a regulamentação, a oferta de cursos cresceu cinco vezes mais que o período anterior, o que corresponde, de 2006 a 2010, a um crescimento de quase 400%, totalizando 930 cursos disponíveis na modalidade Ead. De acordo com o Censo da educação superior 2010, divulgado em Outubro de 2011, os cursos na modalidade de ensino a distância confirmaram a tendência de crescimento e já atingem 14,6% do total do número de matrículas registradas no país. O censo mostrou também que considerando apenas as matrículas em cursos de graduação nas IFES, a participação das matrículas na EaD passou de 0,4% em 2001, para 11,2% em A Ead como Alternativa na Formação de Professores Com o passar do tempo e diante da necessidade de rápida resposta para formação de profissionais no Brasil, associado com a evolução das novas tecnologias da informação, a Ead tem se apresentado como uma interessante alternativa. Um formato que além de alcançar uma maior quantidade de pessoas, proporciona maior flexibilidade na administração dos horários de estudos e permite a inclusão digital. Tudo isso associado ao custo reduzido dessa modalidade de ensino, principalmente quando comparado ao ensino tradicional. Essa pesquisa busca apresentar justamente os reflexos trazidos pela regulamentação da educação à distância na formação de novos professores. A expansão da educação a distância implicou diretamente num aumento quantitativo significativo de novos professores formados. Bem verdade que a concepção inicial da educação a distância foi a de formar regular e continuamente os professores em exercício que não possuíam licenciatura. Essa formação inclusive era uma das exigências da própria Lei de Diretrizes e Bases. Corroborando com o tema, tem-se Zárete e Garíglio (2008, p.1) Em consonância com a 3

4 LDB o Plano Nacional de Educação Lei /2001 apresentou como uma de suas metas que até 2011, 70% dos professores que atuam na educação infantil e nas primeiras séries do ensino fundamental tenham formação em nível superior. Essas iniciativas exigiram do poder público a criação de alternativas que possibilitassem o alcance desses objetivos e proporcionassem mais qualificação para os professores. Além do poder público, com a regulamentação e a definição das novas regras, a iniciativa privada também se credenciou e começou a ofertar cursos nessa modalidade e assim a disponibilidade de cursos voltados para formação de novos professores cresceu vertiginosamente. Nesse sentido, a educação a distância passou a ser explorada cada vez mais e por isso ela tem contribuído muito como política pública voltada para expansão do ensino no país. Sobre isso, Zárete e Garíglio (2008, p.2) destaca que: documento Censo da Educação Superior do ano 2000 apontou 07 cursos em nível superior ofertados pela modalidade à distância, já no Censo da Educação Superior de 2006 constam 349 cursos nessa modalidade, percebe-se, portanto o crescimento da EAD no ensino superior em cursos de graduação. No censo de 2000 todos os sete cursos eram de formação de professores, no censo de 2007, 173 dos 349 cursos são de formação de professores. Dados do censo da educação superior de 2010 confirmam essa tendência e mostram como o número de matrículas nos cursos de licenciatura é representativo em relação ao total, abrangendo 45,8%. Ainda de acordo com censo 2010, dos 930 cursos de graduação a distância disponíveis no mercado, 518 estão voltados para a área de educação, ou seja, para formação de professores. Esse quantitativo representa mais de 50% do total da oferta. 4 Considerações Finais Pelo exposto, e no atual contexto da educação brasileira, pode-se perceber que a educação a distância é importante e necessária. Demonstra-se com essa pesquisa que a partir da regulamentação da EAD, através da edição do Decreto n 5.622/2005 complementado pelo 6.303/2007, ambos que trataram de regulamentar mais detalhadamente um campo até então mal definido em termos legais, houve um

5 crescimento na oferta de cursos desenvolvidos nessa modalidade de ensino/aprendizagem. Esse crescimento demonstra que as políticas públicas na área de educação estão direcionando mais investimentos para esse segmento profissional. O trabalho procurou também apontar que as políticas atuais de formação de professores vêem na educação a distância uma alternativa possível e viável para formar um grande número de professores. Essa alternativa, entretanto, precisa ser pensada e discutida com muita responsabilidade e comprometimento. Quando se forma uma grande quantidade de profissionais num curto espaço de tempo, a questão da qualidade pode ser comprometida se não existirem mecanismos consistentes de avaliação e acompanhamento. A formação em massa pode comprometer a formação de qualidade para qualquer categoria profissional e no caso dos professores, que são formadores e multiplicadores de conhecimento, o prejuízo seria ainda maior para o futuro da educação brasileira. 5 Referências BRASIL. Lei n , de 20 de dezembro de Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). Censo da Educação Superior: 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005 e 2006, 2007, 2008, 2009 e Disponíveis em < Aceso em 22 de Nov ZÁRETE, D.; GARÍGLIO, J. A. Educação à distância: uma discussão sobre essa modalidade na formação de professores em serviço. XIX Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (2008), Fortaleza CE, p GIOLO, J. A educação a distância e a formação de professores. Revista Educação & Sociedade, Campinas SP, vol. 29, n. 105, p , set./dez

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