Um plano ambicioso para elevar a produtividade da soja no país

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2 Pág. 2 Jornal de Serviço Cocamar Junho 2014 Transgênicos, 20 anos depois Jornal Cocamar tem duas reportagens entre as finalistas do Prêmio Andef 2014 Foram conhecidas no dia 9 de junho as reportagens finalistas do 17º Prêmio Andef - um dos mais importantes do jornalismo brasileiro de agronegócios - e o Jornal de Serviço Cocamar conseguiu emplacar duas entre as sete finalistas na categoria Cooperativas. São elas: A soja ganha espaço no areião, de autoria de Rogério Recco, e Produtor de Arapongas mantém 600 bois em apenas 40 alqueires, de Marly Aires. Instituído pela Associação Nacional de Defesa Fitossanitária (Andef), o prêmio conhecido como o Oscar da Agricultura recebeu 163 matérias, 30% a mais que no ano de Foram eleitas 28 reportagens finalistas da categoria Jornalismo, sendo sete de cada subcategoria, que incluem também Jornais, Revistas e TVs. A comissão julgadora foi composta por profissionais ligados às entidades: Abrahams Executive Search, ABMR&A, ANDAV, CCAS, inpev, OCB, Alfapress Comunicações, Bluebox Comunicação, Enactus Brasil e USP. A entrega oficial da premiação será no dia 21 de julho no Esporte Clube Sírio, em São Paulo. Os vencedores levarão para casa 1 ipad de 16 Gb e uma bolsa de estudo no MBA em Fitossanidade. Vinte anos depois da aprovação do primeiro alimento geneticamente modificado do mundo um tomate com maior durabilidade, criado na Califórnia -, o mercado de transgênicos atinge a maturidade, com números expressivos. A cada 100 hectares plantados com soja hoje no planeta, 80 já são sementes com os genes alterados. No caso do milho, são 30 para cada 100. Em menos de duas décadas, a área com culturas transgênicas subiu 100 vezes, de 1,7 milhão de hectares, para 175,2 milhões. Os EUA continuam na liderança nesse processo, com 70 milhões de hectares e 90% de adoção de tecnologia em lavouras de soja, milho e algodão, espelhando uma tendência de outros grandes países agrícolas. Um plano ambicioso para elevar a produtividade da soja no país A estagnação da produtividade da soja no país se estende por mais de uma década. Para tentar reverter isso, o Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) traçou um plano para ajudar o setor a ampliar suas médias. A meta é que, até 2020, pelo menos 10% da área plantada com a oleaginosa esteja produzindo entre 67 a 90 sacas por hectare (de 4 mil a 5,5 mil quilos). Na safra 2013/14, segundo a Conab, a média ficou em 50 sacas por hectare, nível semelhante ao dos EUA. Desde 2002 o Brasil não experimenta avanços expressivos de produtividade, mas estamos trabalhando para achar caminhos, afirma o presidente do Cesb, Orlando Martins. A melhora da tecnificação e do uso das máquinas, pode ajudar, de acordo com Martins. 40,3 milhões de hectares são cultivados com transgênicos no Brasil 27 países utilizam sementes geneticamente modificadas

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4 Pág. 4 Jornal de Serviço Cocamar Junho 2014 Vazio sanitário vai até 15 de setembro SOJA Desde 15 de junho, produtor corre o risco de ser autuado se for encontrada quantidade significativa de plantas de soja em sua propriedade. Nos últimos tempos, entretanto, tem avançado o cultivo de soja safrinha, o que preocupa a pesquisa Da Redação Com o chamado vazio sanitário que começou no dia 15 e segue até 15 de setembro no Paraná, as plantas residuais de soja se transformam em um problema e devem ser eliminadas. Ocorre que, nessa época do ano, a soja que fica no campo acaba hospedando a ferrugem asiática e servindo de ponte para disseminar a doença no período de verão. O agrônomo Jurandir Castaldo, da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) em Maringá, lembra que no ano passado 14 produtores da região foram autuados porque, em suas propriedades, havia expressiva quantidade de plantas de soja no meio das lavouras de milho. A multa aos infratores é superior a R$ 3 mil reais. Se houver reincidência no ano seguinte, o valor dobra. SAFRINHA A propósito, com a soja valendo três vezes mais que o milho, produtores de vários Estados, inclusive do Paraná, têm deixado de observar a orientação da pesquisa e investido, nos últimos anos, no cultivo da oleaginosa durante a safrinha, utilizando parte da área destinada ao cereal. No Mato Grosso, principal produtor nacional de soja, o Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (Mapa) estima que 120 mil hectares tenham sido plantados após a colheita da safra principal, no início de Com o gradual avanço da soja na safrinha, a Comissão de Defesa Vegetal do Ministério pretende proibir esse plantio, sob a justificativa de que safras consecutivas de uma mesma cultura acabam fazendo com que pragas e doenças se desenvolvam e criem mais resistência aos produtos químicos. Não podemos permitir que isso coloque em risco oito milhões de hectares de soja da safra principal em Mato Grosso, afirma o coordenador da comissão de Defesa Vegetal do Mapa, Wanderlei Dias Guerra. O Mapa chegou a recomendar o dia 30 de dezembro como o prazo limite para o plantio de soja no Mato Grosso. De acordo com especialistas, o plantio de soja na primeira e segunda safra pode fazer com que os ataques de pragas e doenças se tornem mais severos, diminuindo a produtividade e aumentando os custos de produção. Em Campo Verde, município a 139 quilômetros de Cuiabá, o agricultor Fernando Ferri já detectou problemas nas suas plantas. Ele cultiva a soja safrinha em 24 hectares de sua propriedade. A lavoura vinha bem conduzida, bem controlada e num descuido de uma semana a ferrugem aparece, explica. Apesar disso, Ferri defende que a decisão de plantar ou não a soja safrinha deve ser do próprio produtor. 1,2 Mais problemas que benefícios mil hectares foram plantados este ano na região da Cocamar Em comparação ao ano passado, avanço da soja safrinha foi de 25% no Paraná, em 2014; pesquisa alerta para surgimento de problemas fitossanitários O plantio sucessivo de soja contraria normas básicas da pesquisa e, segundo especialistas, pode trazer mais problemas que benefícios aos produtores. Aumenta a resistência de pragas e doenças O custo de produção fica maior Sem rotação de culturas, além do surgimento de pragas e doenças, a produtividade pode ser afetada Os riscos para o sucesso da safrinha de soja são grandes

5 Junho 2014 Jornal de Serviço Cocamar Pág. 5 Planta produz menos Um tiro no pé? A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) acredita que o tema precisa ser debatido. Para o diretor da entidade, Alexandre Schenkel, o assunto não foi discutido como deveria. A gente tomou uma medida cautelar para que se tenha os dados suficientes para que a decisão seja correta. Os produtores optam por variedades de ciclo precoce e como no outono a incidência de luz sobre as plantas é menor, a soja cresce menos. Consequentemente, a produtividade não é a mesma, se comparada à safra de verão. Na tentativa de ajudar os produtores a encontrar o caminho certo, a Fundação Chapadão, instituição de pesquisa que presta assistência aos agricultores, começou a estudar a viabilidade do cultivo. Pesquisadores acompanharam o desenvolvimento das lavouras. O engenheiro agrônomo Jefferson Anselmo, responsável pelo estudo, explica que a pesquisa ainda está no começo, mas já é possível apontar os problemas. Hoje é um risco por causa das enfermidades que poderão ocorrer durante o ciclo, como a Soja sobre soja: no Mato Grosso, Mapa tenta limitar data de plantio para 30 de dezembro principal doença da soja, que é a ferrugem. Aplicações semanais devem ser feitas e tem a questão das pragas que vêm da safra de verão, diz. Na região da Cocamar, cerca de 1,2 mil hectares foram plantados este ano com soja na safrinha. A alegação de alguns produtores é que os custos do insumos para a cultura do milho aumentaram bastante e a cultura vem sendo pouco atrativa economicamente, mesmo levando em conta os riscos iminentes que podem sofrer com geadas e outros problemas. Amélio Dall Agnol No começo dos anos 80 os agricultores do Oeste do Paraná deram início a uma aventura que deu certo: o milho safrinha. Inicialmente o avanço foi lento, dada a desconfiança da maioria dos produtores e, também, porque o novo sistema produtivo exigia cultivares de soja que fossem precoces e crescessem a contento quando semeadas cedo (final setembro/início outubro). Quem não simpatizasse com a novidade foi arrastado pela multidão, particularmente após o aparecimento da ferrugem asiática, cujo controle é favorecido pela soja precoce semeada no cedo. Animados com o êxito do milho safrinha, muitos produtores estão, agora, embarcando em nova aventura: soja safrinha na sequência da própria soja. Poderá ser um tiro no pé. Embora o milho safrinha tenha provado ser uma experiência exitosa, o mesmo pode não acontecer com a soja. Há diferenças em se cultivar milho sobre soja e soja sobre soja. Milho e soja pertencem a famílias distintas e, via de regra não compartilham os mesmos problemas fitossanitários, os quais são, geralmente, agravados quando uma cultura sucede a ela própria. Espichando a corda de possibilidades do novo sistema produtivo além da conta, os produtores podem correr o risco de colher a 1ª safra de soja do tamanho de uma safrinha, seguida de outra safrinha de soja ou de milho. A experiência e as observações práticas do produtor são úteis e não devem ser desconsideradas, mesmo quando elas se contrapõem às recomendações técnicas do pesquisador. Mas há limites. É inquestionável que o produtor rural busque o lucro acima de qualquer outro resultado. Se a soja safrinha está dando mais retornos financeiros do que o trigo ou o milho, ele optará pela soja, mesmo ciente de que essa sucessão de soja sobre soja poderá prejudicá-lo no longo prazo. A prática poderá ser insustentável. E tem mais. Se o produtor optar pela não adoção da safrinha de soja para evitar os danos supracitados, poderá ser igualmente prejudicado se os vizinhos não fizerem o mesmo. A soja safrinha, eventualmente cultivada pelos vizinhos no entorno da sua propriedade, poderá incrementar seus problemas fitossanitários como se também a tivesse cultivado. Para evitar tal inconveniente, talvez fosse aconselhável que o poder público interviesse coibindo a safrinha, como fez com o Vazio Sanitário para controlar a ferrugem asiática. A pesquisa, infelizmente, ainda não possui resultados convincentes que a credencie a não recomendar a soja safrinha, embora a prática pareça ser insustentável. E o agricultor, não tendo certeza da real ocorrência dos prejuízos propalados, fará o que lhe for mais conveniente.

6 Pág. 6 Jornal de Serviço Cocamar Junho 2014 Dia de Campo de Inverno terá eventos com produtores de laranja, milho e soja Expectativa é receber dois mil produtores. Interessados em participar devem retirar seus convites nas unidades da cooperativa PROGRAME-SE Evento será aberto para a participação de associados convidados no dia 11, oferecendo uma série de atrações Da Redação A edição 2014 do Dia de Campo de Inverno a ser promovido pela Cocamar nos dias 10 e 11 de junho na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) em Floresta, região de Maringá, vai sediar, no segundo dia (uma sexta-feira), três eventos com produtores. Em paralelo às várias atrações, como o desempenho de cultivares de milho, trigo e outras culturas, além de exposição de máquinas e estandes de dezenas de empresas parceiras, começa às 10 horas no pavilhão central o 8º Encontro de Cooperados de Citrus, do qual faz parte o 12º Concurso de Produtividade (safra 2013/14). No período da tarde, às 13:30h, será a vez do 8º Encontro de Produtores de Milho e, às 14:30h, a divulgação e a premiação do 3º Concurso de Produtividade de Soja da Cocamar (safra 2013/14). Conforme explica o coordenador técnico de culturas anuais da cooperativa, agrônomo Emerson Nunes, no primeiro dia (quinta-feira) a UDT receberá exclusivamente técnicos e convidados, no horário das 13:30 às 17:30h. No segundo dia, o expediente será das 8:30 às 16:30h e a previsão é que cerca de 2 mil produtores participem (os interessados devem retirar seus convites na unidade da cooperativa). A programação do segundo dia inclui, também, credenciamento e café da manhã, abertura oficial às 9h com a presença de dirigentes da Cocamar, almoço e visitas a estandes e protocolos. No Encontro de Produtores de Milho está programada uma palestra com o engenheiro agrônomo Jorge Verde sobre Práticas de manejo para obter altos rendimentos na cultura do milho. No evento que vai reunir citricultores, a expectativa é que as altas médias de produtividade obtidas na região, continuem evoluindo atualmente, segundo dados da CitrusBR (entidade que congrega o setor), a média alcançada no noroeste paranaense é o dobro da obtida no Estado de São Paulo, principal produtor mundial. Com relação ao Concurso de Produtividade de Soja, os três primeiros colocados nas três regiões de atuação da cooperativa (arenito, tradicional e norte do Estado) e os respectivos profissionais que os assistiram, vão ganhar o direito de participar de uma viagem ao Meio-Oeste dos Estados Unidos, em agosto próximo. Vencedores do Concurso de Produtividade de Soja vão ganhar viagem no mês de agosto aos Estados Unidos

7 Junho 2014 Jornal de Serviço Cocamar Pág. 7 comentários Calagem no Arenito Eng. Esp. José Eduardo Ferrari e Eng. Dr. Cássio Antonio Tormena Os solos do Arenito Caiuá, localizados na região noroeste do Paraná, ocupam cerca de 16% da área do Estado. São quimicamente pobres, de textura predominantemente arenosa, com baixos teores de carbono e reduzida disponibilidade hídrica. Um dos fundamentos agronômicos para incorporar estes solos aos sistemas de produção é a prática da calagem, manejo de suma importância, por meio da qual é possível corrigir o ph, reduzir ou mesmo, neutralizar o alumínio tóxico, disponibilizar cálcio, magnésio, melhorar a disponibilidade de outros nutrientes, como por exemplo o fósforo. Estas modificações químicas efetuadas pela calagem produzem uma melhoria na qualidade do ambiente para o crescimento de plantas, possibilitando maior perfil de enraizamento e, por consequência, maior estabilidade no processo produtivo, especialmente em anos em que as condições climáticas são menos favoráveis. Além disso, ressalta-se que a prática da calagem deve estar inserida num sistema de manejo em sistema de plantio direto, visando reduzir os efeitos danosos da erosão. A manutenção da correção do solo é de fundamental importância, pois o calcário aplicado em superfície tem reação lenta e a correção de camadas inferiores demanda tempo. Neste sentido, um planejamento para a execução sistemática de amostragens de solos, anuais ou bianuais, estratificadas, ou seja, separar camadas superficiais das subsuperficiais, são de suma importância para diagnosticar a necessidade de reaplicação bem como a quantidade a ser empregada para manter os efeitos benéficos no perfil do solo, uma vez que o valor das análises se torna muito baixo comparado ao custo do corretivo agrícola. Estamos oferecendo 16 vagas no Conselho Consultivo da Cocamar, para que sejam ocupadas por cooperadas LUIZ LOURENÇO, presidente do Conselho de Administração da Cocamar, durante o Encontro do Núcleo Feminino realizado pela cooperativa Na minha fazenda, temos uma política de tolerância zero com o greening. Se há uma árvore contaminada, nós erradicamos. Dói, mas não tem outro jeito CECÍLIA FALAVIGNA, produtora de laranja em Floraí, em depoimento à revista CitrusBR Para ter sucesso na agricultura sustentável, não basta apenas ter crédito, preço, seguro e apoio governamental: é preciso querer, saber, ser proativo, se organizar e participar, ser um cidadão politicamente consciente FRANCISCO GRAZIANO NETO, o Xico Graziano, palestrante do Fórum Nacional de Agronegócios CBN, que teve o apoio da Cocamar

8 Pág. 8 Jornal de Serviço Cocamar Junho 2014 Dificuldade do país em armazenar safras é um dos temas da Conferência da Abrapós em Maringá PÓS-COLHEITA Cidade vai sediar de 14 a 16 de outubro a VI Conferência Brasileira de Pós-Colheita, que terá a Cocamar como anfitriã Da Redação Números que acabam de ser divulgados pela coordenadoria geral de planejamento estratégico do Ministério da Agricultura mostram como são impactantes os problemas na pós-colheita de grãos no Brasil. De acordo com dados publicados no site da Revista Exame, apenas 15% das propriedades possuem sistema próprio de armazenagem. Por outro lado, a produção nacional de soja tem aumentado 6% em média ao ano, enquanto a capacidade de estocagem avança apenas 4% (percentual que alguns especialistas consideram superestimado). Para a safra brasileira de grãos 2014/15, a ser semeada no segundo semestre, o ministério já trabalha com a possibilidade de ser alcançada a marca de 200 milhões de toneladas (4,6% a mais que as 193 milhões de toneladas deste ano). Diante de tudo disso, uma certeza: os velhos problemas estruturais do país, somados à tão conhecida deficiência logística, devem continuar afligindo o agronegócio e prejudicando sua competitividade. EVENTO - Tal cenário faz da VI Conferência Brasileira de Pós-Colheita, programada para 14 a 16 de outubro em Maringá (PR), uma realização ainda mais importante e oportuna para o setor. Promovida pela Associação Brasileira de Pós-Colheita (Abrapós), a iniciativa vai trazer especialistas de renome para debater temas como logística de produção, estocagem e expedição, segurança alimentar, infra-estrutura de armazenamento e outros. Na abertura, dia 14, o ex-ministro da Agricultura, Luiz Carlos Guedes Pinto, traça um panorama sobre a atual situação e os desafios futuros do setor. A Conferência tem a Cocamar Cooperativa Agroindustrial como anfitriã. De acordo com o superintendente de Operações da cooperativa, Clodimar Viotto, o evento deve atrair cerca de 700 participantes de todo o país. PRESSÃO - Entre as maiores cooperativas brasileiras, a Cocamar sente na pele os gargalos que resultam da inexistência de estruturas de armazenagem nas propriedades. As colheitas, segundo Viotto, estão concentradas em períodos cada vez mais curtos, o que exige constantes investimentos por parte da empresa em agilizar o recebimento, a secagem e o acondicionamento da produção. Com as máquinas modernas, a colheita fica mais rápida, lembra o superintendente, acrescentando que a Cocamar está ampliando em 10% este ano a sua capacidade de armazenagem, atualmente de um milhão de toneladas. SERVIÇO A VI Conferência Brasileira de Pós-Colheita será realizada no Excellence Eventos, situado na Avenida Virgílio Manilia, , telefone (44) Informações sobre o evento podem ser acessadas pelo site [1] e telefone (43) Safras crescem 6% ao ano, em média, no Brasil, mas capacidade de armazenagem não acompanha

9 Junho 2014 Jornal de Serviço Cocamar Pág. 9 Cocamar amplia produção de óleos em 18% este ano INDÚSTRIA Maior volume resulta de trabalho contínuo em maior eficiência da planta, o que proporciona aumento de produtividade A meta da Cocamar é atingir este ano uma produção de 7,9 milhões de caixas de óleos, volume 18% a mais em comparação às 6,7 milhões de caixas totalizadas em Como cada caixa acondiciona 20 frascos de 900 ml, serão nada menos que 160 milhões de embalagens, número que faz do óleo de soja Cocamar que representa 95% do total produzido um dos cinco mais vendidos do Brasil. Além do derivado de soja, a cooperativa oferece ao mercado óleos de milho, girassol e canola. Operando em três turnos com uma equipe enxuta, de apenas 40 colaboradores, a unidade de envase tem alcançado índices de eficiência tidos como satisfatórios, de acordo com modernos padrões industriais. Para uma capacidade total de produção de caixas/dia, a média tem ficado entre a caixas/dia, o que confere à indústria um grau de eficiência de 79 a 80%. Não raro, entretanto, esse índice alcança picos que podem chegar a 89%, como se viu no último dia 5 de maio, quando foram produzidos caixas. EXCELÊNCIA - O ritmo diário de produção está sujeito a variações causadas por eventuais paradas, o que é inevitável em uma indústria, e por diversos motivos, conforme explica o gerente industrial Valdemar Roberto Cremoneis. Segundo ele, o envase da Cocamar opera próximo a níveis de excelência e, para se ter uma ideia, o índice tido como a menina dos olhos das indústrias que investem em eficiência, é de 85%. O envase aprimora seus números graças ao incremento contínuo da produtividade. É uma luta diária para a superação de metas, afirma Cremoneis, informando que, todos os dias, se faz a medição da performance. As estratégias para continuar avançando são discutidas em reuniões com a equipe e todo o trabalho é avaliado passo a passo. Sabemos que nossos índices, embora satisfatórios, precisam continuar evoluindo, acrescenta o gerente. p

10 Pág. 10 Jornal de Serviço Cocamar Junho 2014 Desempenho do envase Desafio diário O óleo de soja Cocamar é o produto campeão de vendas da cooperativa, que começou a fazer o envase e a distribuí-lo para os pontos de venda no início da década de 1980, iniciando assim uma história de sucesso no varejo, que hoje responde por mais de 20% do faturamento global da cooperativa. A busca pela melhoria constante da eficiência se percebe em todas as outras estruturas industriais. A produção de bebidas à base de soja e néctares de frutas, por exemplo, tem apresentado volumes contínuos de crescimento e o desafio é, igualmente, aumentar cada vez mais a eficiência e a produtividade. A previsão para 2014, de acordo com o gerente industrial Valdemar Cremoneis, é que essa indústria, que tem capacidade para 36 milhões de litros, produza entre 30 e 31 milhões. No ano passado foram 27 milhões de litros, contra 26 milhões em 2012 e 24 milhões em Segundo ele, idêntica metodologia de avaliação é utilizada nessa unidade, com o apoio de uma consultoria e a participação de outros setores diretamente envolvidos, como comercial, marketing e logística. Trabalhamos com um comitê voltado a atingir os objetivos, explica Cremoneis, salientando que em abril e maio a produção mensal chegou a 3 milhões de litros. A Cocamar luta para continuar crescendo e, para isso, precisa produzir mais e ampliar seu faturamento e resultado, finaliza o gerente. Ano quantidade* , , , ,7 2014** 7,9 *em milhões de caixas **previsão 79 a 80% têm sido, em média, o grau de eficiência do envase 89% de eficiência foram alcançados no dia 5 de maio, com produção de caixas 160 milhões de frascos devem ser produzidos neste ano, um recorde De 30 a 31 milhões de litros de bebidas (BBS e néctares de frutas) é a previsão para este ano, outro recorde 3 milhões de litros, em média, foram produzidos em abril e maio Cremoneis: avaliação passo a passo para evoluir sempre 95% dos óleos são de soja, vendidos com a marca Cocamar

11 Junho 2014 Jornal de Serviço Cocamar Pág. 11 Mercado garantido A cooperativa tem mercado garantido para tudo o que consegue produzir em matéria de óleos. A afirmação é do gerente da unidade de negócios de varejo da Cocamar, Marco Roberto Alarcon, enfatizando: Temos um óleo altamente competitivo e de qualidade reconhecida pelos consumidores. Segundo ele, apesar da demanda aquecida pelo produto, há outros fatores que fazem com que os compradores se apressem em fechar negócios para abastecer suas prateleiras. O primeiro é que, em 2014, muitas indústrias do setor adotaram uma postura mais conservadora. No ano passado, elas sofreram perdas em razão de uma inesperada modificação no sistema de cobrança do PIS/Cofins sobre o óleo, promovida pelo governo federal situação posteriormente resolvida pelo Congresso Nacional. Por outro lado, acrescenta Alarcon, a oferta de matéria prima para as indústrias está sendo diminuída neste ano em pelo menos 300 mil toneladas, diante do anúncio da maior participação do óleo de soja no biodiesel, que vai passar de 5% para 6% em julho e chegar a 7% em novembro. Alarcon: Temos um óleo altamente competitivo e de qualidade reconhecida pelos consumidores Clima interfere e oferta de soja oscila Nos últimos anos, problemas climáticos afetaram a produção de soja no Paraná e em outras regiões do país, o que se refletiu nos números industriais da Cocamar. Em 2010, a indústria de óleos da cooperativa esmagou 810 mil toneladas, volume que subiu para 859 mil no ano seguinte. Em 2012, a forte seca prejudicou as lavouras paranaenses, fazendo com que a quantidade processada caísse para 623 mil toneladas. No ano passado, o total esmagado foi de 838 mil toneladas e, em 2014, deve alcançar 950 mil.

12 Pág. 12 Jornal de Serviço Cocamar Junho 2014 O jovem ajudando a melhorar a propriedade REGIÃO Em Arapongas, os pais contam com o empreendedorismo do filho para dar uma guinada nos negócios Marly Aires A pedido de Daniel Marynowski Ribeiro, filho único de 21 anos, os pais Luiz e Tereza Ribeiro, de Arapongas, resolveram investir em novos negócios na propriedade de 24 hectares da família. A maior parte das terras é destinada ao cultivo de grãos (soja, milho e trigo) e, há alguns anos, para aumentar a receita, foi efetuado o plantio de uva para produção de suco e reservada uma área para hortaliças. Por outro lado, eles deixaram de atuar com bicho-da-seda. As mudanças foram acertadas. Meu pai sempre gostou de diversificar. Como a propriedade é pequena, não daria para viver apenas do cultivo de grãos, conta Daniel. Quando ele tinha 16 anos, aprendeu com o pai a administrar a propriedade e viu que a criação de bicho-da-seda, com um hectare para produção de amora, não dava resultado e precisava ser substituída por uma outra opção mais interessante. Por isso, ele resolveu buscar informações, fazer cursos e apresentar sugestões. Os pais dizem que decidiram atender após verem que ele estava se acercando de todas as orientações técnicas. A família se desdobra para dar conta de todas as atividades, mas garante que vale a pena Entre 2008 e 2009 a família plantou em meio hectare, 2 mil pés de uva para suco, cultura que vinha sendo incentivada na região. Tempos depois começou a formar canteiros e a produzir verduras, legumes e hortaliças, arrancando aos poucos a amora conforme colhia bons resultados com as hortaliças e abria mercados. Aumentou o espaço, então, para dois hectares, mecanizando a atividade aos poucos. Um encanteirador prepara os canteiros - uma das operações mais difíceis -, e as lavouras são todas irrigadas. Plantar e colher ainda precisa ser feito manualmente, diz Daniel. Mas a grande diferença está na renda da propriedade. Hoje, o que era apenas uma renda complementar, se tornou a principal, com a vantagem de entrar no caixa toda semana e durante o ano todo. O que a família fatura com grãos, fica para investimentos. A família Ribeiro está sempre pesquisando e buscando melhorias. Por isso, a qualidade dos produtos e a forma de atendimento são os diferenciais. As hortaliças são lavadas, embaladas cuidadosamente e transportadas em um furgão refrigerado. Antes, a entrega era feita em uma caminhonete e os produtos sofriam com o calor, sendo preciso umedecer frequentemente e, mesmo assim, eles murchavam um pouco. São produzidos diversos legumes e outros itens, entre os quais tomate cereja, Espaço Como a família reside na propriedade, desde pequeno Daniel acompanha os pais no trabalho do dia a dia. Mas nunca deixou de estudar, mas desde muito cedo tratava do bicho- da-seda, ajudava na colheita da amora e a cuidar das criações.com seu espírito empreendedor, ele sempre conta com total apoio e o estímulo dos pais para participar de cursos, eventos e suas considerações são importantes para as decisões. Temos visões diferentes, mas um procura entender o outro, afirma Daniel. O jovem tem que ter espaço na propriedade, mas também precisa empreender, planejar, se informar. Comecei aos poucos, experimentando, crescendo, criando clientela, buscando caminhos próprios, finaliza. Qualidade e atendimento pimentão, pepino e quiabo, além de milho verde, amendoim e condimentos. A comercialização é feita pela própria família na feira do produtor que acontece duas vezes por semana, em mercados e restaurantes da região, mas muitos compradores buscam na propriedade nos dias de colheita e a família ainda entrega, sob encomenda, em empresas. Os funcionários fazem os pedidos antecipados e no final do dia, Daniel e os pais preparam os pacotes e entregam tudo fresquinho.

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14 Pág. 14 Jornal de Serviço Cocamar Junho 2014 CitrusBR destaca a alta produtividade dos pomares daqui LARANJA Revista da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos exaltou o sucesso da organização do setor, feita pela Cocamar A edição de número 1 da Revista CitrusBR, editada no mês de junho pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos, dedicou uma reportagem de capa sobre a alta produtividade dos pomares de laranja do noroeste paranaense. A matéria assinada por Eduardo Savanachi fez menção a vários produtores ligados à Cocamar, com especial destaque para a cooperada Cecília Falavigna. Diz o texto: O sorriso fácil e contagiante até poderia ser a principal marca da citricultora Cecília Falavigna, cuja história de vida nem sempre foi só flores. Viúva há 17 anos, é ela quem toca a Fazenda Santa Iná, uma propriedade de 268 hectares, localizada no noroeste do Paraná, mais precisamente no município de Floraí. Lá, ela cultiva soja, milho e, há pouco mais de dez anos, resolveu apostar na produção de laranja. A cultura, desde então, tornou-se a menina dos olhos da produtora e um dos motivos para que sorria quando o assunto é agricultura. A razão para tamanha alegria é explicada em números. INVESTIR - Na última safra, nos pouco mais de 30 hectares destinados à citricultura, ela colheu uma impressionante média de caixas por hectare, marca que a coloca como uma das principais produtoras numa região onde a citricultura tem como regra colher grandes quantidades em pequenas áreas. Para efeito de comparação, a média de produtividade alcançada por ela é mais que o dobro da obtida nos pomares do Estado de São Paulo, maior parque citrícola do mundo, estimada em 600 caixas por hectare. Desde que optei pela laranja, minha produção vem crescendo e não houve uma safra sequer que eu tenha registrado prejuízo, revela a produtora. Com um contrato que lhe garante o pagamento de US$ 4,68 por caixa de laranja, ela consegue um faturamento bruto em torno de R$ 15,8 mil por hectare, considerando o dólar a R$ 2,20. Uma coisa que aprendi foi que se você quiser ter retorno tem que investir. E eu tenho trabalhado muito para ter um bom retorno na atividade, explica. Um modelo de sucesso EXEMPLO - A Revista CitrusBR cita ainda que, no Paraná, Cecília Falavigna está longe de ser um caso isolado. Ela é, sim, um dos bons exemplos de uma citricultura altamente tecnificada e que tem transformado a terra dos grãos em uma região com potencial para se tornar um dos grandes polos citrícolas do Brasil, diz o texto, acrescentando: prova disso é a produtividade alcançada pelos produtores da Cocamar, que no último ano registrou a impressionante marca de 900 caixas por hectare, crescimento de 15% em relação à safra anterior. Resultado bem acima da média geral do Estado, que ficou em 784,13 caixas por hectare, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Na última safra, a produção total do Paraná foi de 24 milhões de caixas, numa área de 25 mil hectares. Os segredos do sucesso dos citricultores que produzem laranja no noroeste estão no clima, na baixa incidência de doenças e, principalmente, num modelo de produção que prima pela aplicação do que há de melhor em produtos para o pomar e que segue à risca todas as recomendações técnicas, afirma a Revista CitrusBR. Aliás, é nessa parte que entra a Cocamar, principal responsável por disseminar a cultura da laranja entre os cooperados. Nós hoje contamos com uma média de um engenheiro agrônomo para cada 41 propriedades. Isso garante que o produtor receba no mínimo uma vez por mês a visita do técnico para ajudar a desenvolver a sua produção, explica o vice-presidente de Negócios da Cocamar, José Cícero Aderaldo. Outra característica que faz a diferença é a compra dos insumos. Nós fazemos uma campanha de insumos em que os produtores adquirem tudo o que vão precisar durante o ano de forma conjunta, o que possibilita preços melhores. Eles armazenam na cooperativa e vão usando os produtos à medida que necessitam e podem pagar apenas depois da colheita, completa. Mas o que faz um pomar produzir bem e outro ser acima da média e a atenção e disciplina de cada produtor em sua área. Algo que o citricultor Antonio Luiz Gimenez sabe bem. Não uso nada na propriedade que não seja indicado pelo agrônomo. Além disso, aplico tudo na quantidade e na periodicidade indicadas. Isso faz a diferença. Fazer a diferença, no caso p

15 Junho 2014 Jornal de Serviço Pág. 15 de Gimenez, é conseguir colher nos seus 26 hectares, localizados na região de Floraí (PR), uma média de caixas de laranja por hectare, o que lhe confere o faturamento bruto de R$ 20,3 mil por hectare. Na variedade pera, a produtividade chegou a caixas por hectare, orgulha-se o produtor, que também trabalha com as variedades folha-murcha e valência. Com o negócio indo de vento em popa, ele começou a expandir a produção. Nos últimos anos, adquiriu uma área que pertencia ao irmão e arrendou outra fazenda, o que lhe possibilitará uma área total de plantio de laranja de 110 hectares. Estou trabalhando para fazer essa área atingir o mesmo nível de produção da minha propriedade e nos próximos anos colocá-la dentro do modelo da cooperativa, afirma. avanços no controle do greening, doença que já causou a erradicação de 42 milhões de plantas no Estado de São Paulo. Chamaram a atenção, na oportunidade, as alternativas de controle do inseto psilideo que propaga a bactéria causadora da doença - com o uso da Isaria fumosorosea, fungo que demonstra eficiência, também, em relação a pragas como conhoni- lhas, mosca-branca e mosca-negra. De acordo com os técnicos, além de ser ótima alternativa para rotação de pulverizações, e seletivo a inimigos naturais, podem ser transmitidos apenas pelo contato de um inseto atacado. Foi abordada ainda, no evento, a situação da doença nos EUA, onde a produção vem diminuindo cada vez mais, complementando-se a atual realip A poucos quilômetros da fazenda de Gimenez, no município de Alto Paraná (PR), outro citricultor também comemora os bons resultados com o cultivo de laranja. Luiz França nasceu na região El já plantou de tudo em sua propriedade, a Fazenda Santa Antonia, de 193 hectares. Quando decidiu diversificar a atividade, resolveu ocupar 48 hectares com a citricultura. E sua história não foi diferente. Os resultados vieram logo e hoje França colhe uma média de caixas por hectare, com faturamento bruto de R$ 12,3 mil por hectare. Temos um acompanhamento rígido no desenvolvimento do pomar. Uma atenção especial na nutrição e adubação da planta, revela. O custo de produção é alto, mas se não investir não consigo ter um bom retorno, pondera. Paranaenses visitaram propriedade do grupo Citrosuco Cooperados e técnicos participam da Semana da Citricultura Um grupo de 38 cooperados produtores de laranja, cadastrados como Fair Trade, acompanhados por 9 técnicos do Departamento de Produção Agrícola da Cocamar e do Instituto Constâncio Pereira Dias (Instituto Cocamar), participou da 36ª Semana de Citricultura em Cordeirópolis (SP), realizada no período de 2 a 5 de junho. Eles assistiram palestras sobre 57 foi o número de participantes da Cocamar no evento que é promovido todos os anos em Cordeirópolis (SP) p

16 Pág. 16 Jornal de Serviço Cocamar Junho 2014 dade da citricultura na China, país que adotou os mesmos critérios de manejo que o Brasil. Com isso, os chineses estão conseguindo aumentar sua produção: se em 2005 sua produção era de 7,5 toneladas por hectare, em 2013 a média foi de 30 toneladas por hectare. Os participantes aproveitaram para visitaram estandes de fabricantes de novas máquinas p laranja A Cocamar organizou em junho outra atividade que faz parte do Plano de Desenvolvimento Fair Trade para o ano de 2014, referente à Certificação FLO para a cadeia produtiva da laranja. Foram distribuídos materiais gráficos para informativos e organização das ações relacionadas ao manuseio de produtos agroquímicos ou perigosos, bem como uma forma adequada de arranjo interno dos depósitos para tais produtos. Foi entregue a cada produtor de laranja um manual e tecnologias para a produção de laranja. VISITAS - O grupo foi conduzido, também, a uma visita à empresa Samaritá, situada no município de Artur Nogueira (SP), tradicional fornecedora de defensivos agrícolas, fertilizantes e insumos químicos. Os produtores conheceram as instalações da fábrica, o processo de fabricação dos produtos e de boas práticas agrícolas no campo, um cartaz resumindo esse manual com imagens autoexplicativas para ser afixado próximo ao local onde ficam armazenados os produtos, além de cartazes para serem colocados na parte interna dos depósitos, nas prateleiras onde ficam os agroquímicos. O objetivo é selecionar os vários tipos utilizados nas diversas culturas mantidas nas propriedades. Também foram entregues cartazes para identificar o período de reentrada em locais com movimentação humana uma apresentação do seu portfolio. No dia seguinte, os participantes conheceram a Fazenda Água Sumida, do Grupo Citrosuco, onde receberam informações sobre a metodologia utilizada no combate e tratamento de pragas e doenças, bem como o processo de replantio em áreas onde houve erradicação e sobre as características de produção e de manutenção no mercado. Plano de desenvolvimento Fair Trade após uma pulverização, e um cartaz para identificar o local para armazenar as embalagens vazias. O objetivo é sensibilizar a todos os envolvidos nas atividades que abrangem produtos agroquímicos, salientar e evidenciar a necessidade de proteção das pessoas em todas as etapas, desde a compra dos produtos até o período após a pulverização, conscientizando sobre o uso obrigatório de equipamentos de proteção individual (EPI) no manuseio. CAPRICHO - Dos 20 alqueires que o produtor Ernesto Marcidelli possui em Floraí, sete são destinados a pomares de laranja das variedades iapar, valência e pera, plantados em 2005 e Tenho o costume de seguir todas as orientações técnicas, afirma ele, lembrando que como é pequeno citricultor, consegue cuidar melhor e pomar bem tratado, responde, garante. Marcidelli produz a média 3,8 caixas de laranja por pé. Na última safra fechamos com 23,5 mil caixas na área toda, completa. Enquanto alguns produtores de laranja do estado de São Paulo deixam as frutas apodrecerem no pé neste início de safra, já que o custo com a colheita não tem compensado os baixos preços pagos pelas indústrias de suco, os paranaenses ainda conseguem sobreviver com a atividade e obter, mesmo que pouco, um certo retorno com a comercialização da fruta. O modelo de produção paranaense, baseado no cooperativismo, pode ser um dos fatores que mantém o mercado consolidado no Estado, segundo avalia Paulo Andrade, engenheiro agrônomo do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento Muitos temas foram abordados durante o evento em Cordeirópolis Modelo cooperativista ajuda o Estado a manter o mercado equilibrado (Seab). De acordo com o especialista, a facilidade de comercialização da produção, somada à compra de insumos mais baratos, eleva a competitividade do produtor paranaense. "O produtor do Estado tem conseguido uma boa remuneração com os contratos estabelecidos", comemora o especialista. Em São Paulo, conta Andrade, 50% da produção de laranja pertence à indústria, enquanto que no Paraná entre as as maiores empresas do setor estão as formadas pelos próprios produtores, como a Cocamar. Segundo dados do Deral, o valor da caixa de 40,8 quilos tem fechado na casa dos R$ 8, produto comercializado para a indústria. p

17 Junho 2014 Jornal de Serviço Cocamar Pág.17 Na média de maio, o preço médio pago ao produtor paranaense fechou em R$ 10/cx, valor que chega a cobrir os custos de produção. Já em São Paulo, segundo o último levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq), o preço médio oferecido ao produtor pela caixa fechou em R$ 6. Porém, pequenas indústrias chegaram a pagar a R$ 7 pela caixa. p Otacílio Campiolo, produtor na região de Rolândia, não sabe ainda o quanto vai receber pela caixa nesta safra, mas acredita que o valor deverá ser acima dos custos de PR é 3º produtor produção. O citricultor de Rolândia começa a colher no próximo dia 23 de junho e espera uma produção de 1,6 mil toneladas da fruta, volume equivalente ao da safra passada. Campiolo conta que o volume estimado poderia ser maior se não fosse pelo fato de que uma parte do pomar se encontra em processo de formação. "Na laranja, ainda estamos dentro de uma margem de preços sustentáveis", salienta o agricultor. Ao todo, o citricultor possui 23 mil pés de laranja, cuja produção é comercializada diretamente com a Cocamar Cooperativa Agroindustrial. Nos últimos anos o Paraná passou de quinto maior produtor brasileiro para terceiro, ficando somente atrás de São Paulo (que corresponde a 73% da safra brasileira) e Bahia. A produção paranaense corresponde a 6% do total nacional. Nesta safra, a estimativa é de que sejam produzidas entre 1 milhão e 1,1 milhão de toneladas da fruta, índice equivalente ao da safra anterior. "O produtor paranaense acredita no setor" destaca Paulo Andrade, especialista do Deral. Greening atinge 14% dos pomares paulistas O greening, doença que atinge pés de citros e compromete a produtividade das árvores, está avançando no Estado de São Paulo e deve alcançar 14% das plantas no próximo ano, alertou o Fundecitrus, durante apresentação em Cordeirópolis. Atualmente, cerca de 6% das plantas possuem sintomas da doença, o que corresponde a 34 milhões de plantas, segundo levantamento feito pela Secretaria de Agricultura do Estado. No noroeste do Paraná, o percentual é de 3% de árvores infectadas e, na região norte, de 6%. Temos visto um ritmo de crescimento. Era para a incidência estar caindo, explica o pesquisador do Fundecitrus, Renato Beozzo. Ele afirma que boa parte desse avanço se deve à participação pouco colaborativa e coordenada dos produtores. A região mais afetada é no leste do Estado. No ano passado, os citricultores erradicaram 7,2 milhões de pés de seus pomares. Em 2007, foram erradicadas pouco mais de 1 milhão de plantas. Se não houver um controle mais incisivo da doença, o fundo estima que, em 10 anos, essa incidência pode chegar a 54,5% dos pomares. Para não chegarmos nesse estágio, precisamos urgentemente rever nossas práticas. Investir no controle do inseto nas bordas dos pomares, coordenação de grupos voluntários de controles em áreas extensas, remoção de plantas doentes, entre outras, acrescentou Beozzo. Em dez anos, se não houver um controle mais incisivo, doença poderá atingir mais da metade dos pomares paulistas

18 Pág. 18 Jornal de Serviço Cocamar Junho 2014 O cooperativismo que faz do Paraná uma potência A Cocamar, com Maringá ao fundo: injeção na veia da economia, gerando emprego e renda SETOR Cooperativas paranaenses cresceram em média 18% entre 2011 e 2013, enquanto o PIB estadual, no mesmo período, teve expansão de 10% ao ano. Maringá é lembrada como exemplo de cidade fortemente favorecida pela cooperação Da Redação No primeiro sábado de julho, data em que se comemora o Dia Internacional do Cooperativismo, o segmento paranaense terá razões de sobra para comemorar. As 82 cooperativas agropecuárias existentes no Estado participam com nada menos que 56% do PIB agropecuário do Paraná. Impossível imaginar o que seria do agronegócio estadual sem a participação dessas corporações: elas organizam o setor produtivo, disseminam tecnologias, investem em logística, industrializam grande parte da produção e, ao regular o mercado de produtos agrícolas e insumos agropecuários, beneficiam inclusive quem não é cooperado. Somando as cooperativas de todos os ramos, os números são impressionantes: 1 milhão de cooperados, 1,7 milhão de colaboradores, R$ 2,16 bilhões em investimentos diversos e US$ 2,36 bilhões em exportações registradas no ano passado. Dados levantados pela Gazeta do Povo apontam que somente nos últimos três anos as empresas do setor faturaram quase R$ 100 bilhões. O volume foi alcançado graças a um crescimento contínuo, em ritmo 80% mais forte que o estadual. Se por um lado o crescimento médio do Produto Interno Bruto (PIB) paranaense entre 2011 e 2013 foi de 10%, as cooperativas evoluíram 18% ao ano. Essa expansão vem da valorização das commodities agrícolas no mercado internacional e também espelha os investimentos estratégicos na agregação de valor à colheita dos cooperados. As cooperativas são um instrumento importante para o desenvolvimento econômico e social e elas cumprem muito bem esse papel aqui no Paraná, avalia a presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Pauline Green. A Expocoop, a maior feira cooperativista em todo o mundo, foi realizada recentemente em Curitiba com a participação de representantes de dezenas de países. Calcula-se que, no planeta, mais de 1,8 bilhão de pessoas estejam ligadas a sistemas de cooperação. p

19 Junho 2014 Jornal de Serviço Cocamar Pág. 19 Cooperativas industrializadas fortalecem ainda mais a economia A Gazeta do Povo apurou também que dos dez municípios com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) acima da média do Estado, incluindo Curitiba, seis são sedes de grandes cooperativas. O destaque é Maringá, com um índice de 0,80%. O município é a casa da Cocamar, cooperativa que teve faturamento de R$ 2,65 bilhões no ano passado. O IDH médio do Paraná é 0,74%. Nas áreas em que a produção é industrializada, há uma injeção na veia da economia, gerando emprego e renda, analisa Daniel Nojima, diretor de estatística do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). O cooperativismo do Paraná conta com 1 milhão de pessoas associadas. Considerando que para cada cooperado existem outros dois dependentes, o sistema atinge 27% da população do Estado, estima Flávio Turra, coordenador técnico da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar). O impacto é ainda maior quando somado o número de colaboradores, de 1,7 milhão. O faturamento do setor mais que dobrou na última década 177% foi quanto aumentou o faturamento do setor, entre 2003 e No mesmo período, número de cooperados cresceu 180% cresceu 177% de 2003 a A população cooperativista seguiu essa tendência com aumento superior a 180%. Com um batalhão de pessoas e investimentos da ordem de R$ 2 bilhões, a meta para 2014 é registrar receita bruta de R$ 50 bilhões. A título de comparação, esse montante supera o orçamento do governo do Paraná, que neste ano é de R$ 35,8 bilhões. Com a aposta de mais de R$ 1 bilhão só em agroindústria, principal estratégia nos últimos anos. Para o governador Beto Richa, as cooperativas cumprem um papel fundamental para o desenvolvimento do Estado, pois geram renda e riqueza para os municípios e apresentam resultados que nos orgulham. Investindo pesado em armazenagem Com crédito a juros baixos e prazo dilatado para pagamento, as cooperativas do Paraná aceleram os investimentos em estruturas de armazenagem. Os R$ 5 bilhões garantidos pelo Plano Agrícola e Pecuário (PAP) para o setor na safra 2013/14, possibilitaram uma expansão na capacidade estática do Estado acima da média histórica. Até o final deste ano o setor deve elevar em mais de 1 milhão de toneladas o limite dos armazéns - hoje estimados em 27,7 milhões de toneladas. Flávio Turra, da Ocepar, explica que a criação do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns no último Plano Safra acionou uma demanda reprimida no setor. O armazém fica pronto muito mais rápido do que uma rodovia ou uma ferrovia, por exemplo. Juntas, as principais cooperativas do Estado devem investir mais de R$ 1 bilhão até 2015, em um ritmo bem acima da média histórica do setor, aponta Turra. Em Maringá, a Cocamar já investiu R$ 200 milhões em reforma ou ampliação das estruturas de recebimento e armazenamento de grãos. Duas unidades armazenadoras já foram construídas e a meta é ampliar em 10% a capacidade atual, chegando a 1,1 milhão de toneladas. Conforme o vicepresidente de Negócios, José Cícero Aderaldo, foi possível antecipar parte dos planos de expansão da cooperativa. O recurso veio em um momento importante. A forma de financiamento que existia até então limitava os investimentos.

20 Pág. 20 Jornal de Serviço Cocamar Junho 2014 Mulheres fortalecem o cooperativismo Lourenço fez convite para que elas participem do Conselho Consultivo da cooperativa, onde representam 13% do quadro associativo Os personagens que fazem o sucesso do cooperativismo paranaense são, em sua maioria, homens. Viajando pelo Estado, observa-se que os produtores cooperativistas são, em sua maior parte, donos de pequenas e médias áreas e descendem de italianos, alemães, japoneses, portugueses, ucranianos, poloneses e de outras nacionalidades. Na grande maioria dos casos, têm o apoio de suas famílias: esposa e filhos participam da gestão dos negócios. Mas há um contingente que, há anos, se organiza e se aprimora para fortalecer ainda mais o cooperativismo: as mulheres. Na Cocamar, elas já representam 13% do quadro de associados e não são poucos os exemplos de produtoras que, em suas propriedades, desenvolvem a atividade de forma exemplar, utilizando tecnologias avançadas, diversificando os negócios e alcançando altas médias de produtividade. CONVITE - No início de junho, aproveitando a realização do Encontro Anual do Núcleo Feminino da Cocamar, que reuniu mais de 500 participantes em Maringá, o presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Luiz Lourenço, foi ao evento especialmente para fazer-lhes um convite. Em pronunciamento na abertura, Lourenço disse que gostaria de vê-las fazendo parte do Conselho Consultivo criado no início do ano, quando foi aprovada, em Assembleia Geral Ordinária, a reestruturação do sistema de gestão. Lourenço explicou que o Conselho, formado atualmente por 73 cooperados que representam todas as 56 unidades operacionais, tem a finalidade de contribuir diretamente, com sugestões, para que corporação seja bem administrada. Lourenço informou que, em maio, na reunião mensal do Conselho de Administração, 16 vagas foram abertas no Conselho Consultivo para serem preenchidas por integrantes dos núcleos femininos. Cada núcleo com mais de 30 integrantes pode indicar uma representante, disse. Queremos que elas conheçam tudo sobre a cooperativa, a maneira como é administrada, que acompanhem todas as ações, ajudem a discutir, a pensar o futuro, acrescentou. Ligado diretamente ao Conselho de Administração, o Conselho Consultivo reúne produtores líderes. As unidades com até 250 cooperados indicam um representante; de 251 a 400, dois representantes e, acima de 450 cooperados, três. O presidente explicou que as mudanças na gestão da cooperativa visam a modernizar e garantir tranquilidade ao processo sucessório. O cooperativismo vai muito bem e precisa ser perpetuado. A administração de uma cooperativa é complexa, daí a necessidade de profissionalizar a gestão, completou Lourenço, que aproveitou para fazer a apresentação dos integrantes da diretoria executiva e das superintendências.

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