DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

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1 DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito da estrutura administrativa do Executivo Municipal e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETA: Art. 1.º Fica aprovada a versão 01 das Instruções Normativas SDE nº 01/2014 a 02/2014, da Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico, do Município de Santa Teresa-ES. Art. 2.º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Gabinete do Prefeito Municipal de Santa Teresa, Estado do Espírito Santo, em 14 de janeiro de CLAUMIR ANTONIO ZAMPROGNO PREFEITO MUNICIPAL

2 INSTRUÇÃO NORMATIVA SDE Nº 01/2014 Versão: 01 Aprovada em: 14/01/2014. Ato de aprovação: Decreto nº 037/2014. Unidade Responsável: Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico - SMAD. CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º. Dispõe sobre as rotinas e procedimentos para o auxílio às associações de produtores rurais do Município de Santa Teresa, que participam do Programa de Aquisição de Alimentos PAA. CAPÍTULO II DA ABRANGÊNCIA Art. 2º. Abrange todos os produtores rurais da municipalidade que se enquadram na agricultura familiar, que possuam Declaração de Aptidão- DAP ao Pronaf Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, e que contém o Bloco de Nota Fiscal de produtor rural. CAPÍTULO III DOS CONCEITOS Art. 3º. Para os fins desta Instrução Normativa considera-se: I - Pronaf Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar

3 O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, financia Projetos individuais ou coletivos, que gerem renda aos agricultores familiares e assentados da reforma agrária. O programa possui as mais baixas taxas de juros dos financiamentos rurais, além das menores taxas de inadimplência entre os sistemas de crédito. II - Programa de Aquisição de Alimentos PAA Criado em 2003, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), é uma ação do Governo Federal para colaborar com o enfrentamento da fome e da pobreza no Brasil e, ao mesmo tempo, fortalecer a agricultura familiar. Para isso, o programa utiliza de mecanismos de comercialização que favorecem a aquisição direta de produtos de agricultores familiares ou de suas organizações, estimulando os processos de agregação de valor à produção. III Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP Para fornecer alimentação escolar, o agricultor familiar deve possuir a Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP. Se pertencer a grupo informal, deve possuir DAP Física. Se pertencer à associação ou cooperativa, deve possuir DAP Jurídica, que é o instrumento que identifica as formas associativas dos agricultores familiares organizadas em pessoas jurídicas devidamente formalizadas. Também é denominada DAP especial e deve, obrigatoriamente, conter a relação completa de cada associado vinculado a ela com seus respectivos números de DAP Física. A DAP é uma espécie de identidade do agricultor familiar para acessar a políticas públicas como, por exemplo, Pronaf, PAA, PNAE. Para obtê-la, o agricultor familiar deve dirigir-se a um órgão ou entidade credenciada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), munido de CPF e de dados sobre seu estabelecimento de produção (área, número de pessoas residentes, composição da força de trabalho e da renda, endereço completo).

4 IV Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) dispõe de uma série de políticas, programas e projetos voltados para os agricultores familiares. O primeiro passo para participar destas políticas públicas, é obter a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). Esse é o principal instrumento de identificação do agricultor familiar. Por meio dele, é possível ter acesso às ações que beneficiam e aprimoram as atividades diárias. O documento é gratuito e emitido por diversos agentes, como empresas estaduais de assistência técnica e extensão rural e sindicatos. V Companhia Nacional de Abastecimento CONAB A Companhia Nacional de Abastecimento, está presente em todas as regiões brasileiras, acompanhando a trajetória da produção agrícola, desde o planejamento do plantio até chegar à mesa do consumidor. A atuação da Companhia contribui com a decisão do agricultor na hora de plantar, colher e armazenar, e segue até a distribuição do produto no mercado, fase em que a garantia dos preços mínimos oferecidos pelo governo é traduzida em abundância no abastecimento e estímulo à produção. As operações realizadas pela Companhia Nacional de Abastecimento são coordenadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. CAPÍTULO IV DA BASE LEGAL Art. 4º. A presente Instrução Normativa integra o conjunto de ações, de responsabilidade do Chefe do Poder Executivo, no sentido de acompanhar as atividades das associações de produtores rurais envolvidas no Programa de Aquisição de Alimentos PAA, seguindo a lei de

5 14/10/2011 e a lei de 02/07/2003 regulamentadas pelo decreto n de 04/07/2012. CAPÍTULO V DAS RESPONSABILIDADES Normativa: Art. 5º. Compete às unidades envolvidas na presente Instrução I. Manter a Instrução Normativa ao alcance de todos os funcionários das Unidades; II. Cumprir e zelar para que todos cumpram a Instrução Normativa, em todos os seus termos. III. Todas as atividades seguirão as orientações e determinações da legislação pertinentes à execução das ações, sendo estas, encaminhadas a Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico, pela CONAB Companhia Nacional de Abastecimento. IV. Compete ao responsável pelo atendimento ao produtor rural, via associação, que faça o atendimento com clareza e objetividade, seguindo a normativa do MDA e CONAB. CAPÍTULO VI DOS PROCEDIMENTOS Art. 6º. A Prefeitura Municipal de Santa Teresa se coloca como parceira das associações de produtores. A parceria se dá por meio de: a) reuniões in loco a fim de informações sobre o PAA e organização da associação; b) Auxílio às associações para formatação da proposta;

6 c) auxílio no envio das documentações e proposta à CONAB; d) Auxílio às associações para logística de entregas de mercadorias; e) Auxílio às associações para prestação de contas. Art. 7º. Durante todo o processo em que a proposta estiver ativa cabe à Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Econômico, ficar a par de alterações em leis e decretos sobre o programa e repassar para as associações. CAPÍTULO VII DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS Art. 8º. Caberá a Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico, orientar e cumprir sobre as orientações contidas nesta Instrução Normativa. Art. 9º. Em caso de dúvidas, ou omissões geradas nesta Instrução Normativa deverão ser solucionadas junto à Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico. de sua publicação. Art. 10. Esta instrução normativa entra em vigor a partir da data Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico, em 14 de janeiro de 2014.

7 INSTRUÇÃO NORMATIVA SDE Nº 02/2014 Versão: 01 Aprovada em: 14/01/2014. Ato de aprovação: Decreto nº 037/2014. Unidade Responsável: Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico SMAD. CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º. Dispor sobre as rotinas e procedimentos para atendimento do Programa Pronaf aos produtores agrícolas fortalecendo a agricultura familiar e aprimorando o agronegócio do município. CAPÍTULO II DA ABRANGÊNCIA Art. 2º. Abrange todos os produtores rurais da municipalidade que se enquadram na agricultura familiar, possuam e utilizem bloco do produtor rural. CAPÍTULO III DOS CONCEITOS Art. 3º. Para os fins desta Instrução Normativa considera-se:

8 I. O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Pronaf - financia Projetos individuais ou coletivos, que gerem renda aos agricultores familiares e assentados da reforma agrária. O programa possui as mais baixas taxas de juros dos financiamentos rurais, além das menores taxas de inadimplência entre os sistemas de crédito. II. III. IV. O acesso ao Pronaf inicia-se na discussão da família sobre a necessidade do crédito, seja ele para o custeio da safra ou atividade agroindustrial, seja para o investimento em máquinas, equipamentos ou infraestrutura de produção e serviços agropecuários ou não agropecuários. Instrumento que tem por objeto atender os produtores rurais do Município de Santa Teresa. O agendamento dos serviços prestados pelos equipamentos citados será efetuado por um membro do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável e também da Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico do município de Santa Teresa, através do pré-agendamento. CAPÍTULO IV DA BASE LEGAL Art. 4º. A presente Instrução Normativa integra o conjunto de ações, de responsabilidade do Chefe do Poder Executivo, no sentido de agendar e atender aos serviços que são prestados pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável e também pela Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico para o uso dos equipamentos como, máquinas tipo Retroescavadeira, Pá Carregadeira, caminhões, tratores e implementos agrícolas, no qual é cobrado um valor por hora de serviço, sobre o qual dispõem o Decreto nº de 30 de outubro de 2001 e a Resolução Nº 02 de 07 de Novembro de 2013.

9 CAPÍTULO V DAS RESPONSABILIDADES Normativa: Art. 5º. Compete às unidades envolvidas na presente Instrução V. Manter a Instrução Normativa ao alcance de todos os funcionários das Unidades; VI. Cumprir e zelar para que todos cumpram a Instrução Normativa, em todos os seus termos; VII. Todas as atividades seguirão as orientações e determinações da legislação pertinentes à execução das ações, visando à qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável do município; VIII. Compete ao responsável pelo atendimento ao produtor rural que faça o agendamento com o nome, telefone, localidade, previsão de horas e equipamento que o mesmo está solicitando; IX. O mesmo será atendido conforme a demanda do equipamento que foi solicitado, tendo que aguardar a lista de espera; X. Assim que o equipamento estiver disponível o mesmo deverá retirar a guia de pagamento na própria secretaria, e efetuar o pagamento na Caixa Econômica Federal; XI. Feito isso, o Produtor rural será atendido pelo Programa. CAPÍTULO V PROCEDIMENTOS Art. 6º. Dos Procedimentos:

10 I. A Prefeitura Municipal de Santa Teresa se responsabiliza em fazer a manutenção e conservação das máquinas e equipamentos; II. Será cobrada uma taxa para o uso das máquinas e equipamentos para a sustentabilidade do Programa PRONAF a ser definida pelos conselheiros do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável CMDRS. CAPÍTULO VII DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS Art. 7º. Caberá a Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico, orientar e cumprir sobre as orientações contidas nesta Instrução Normativa. Art. 8º. Em caso de dúvidas, ou omissões geradas nesta Instrução Normativa deverão ser solucionadas junto à Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico. de sua publicação. Art. 9º. Esta instrução normativa entra em vigor a partir da data Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico, em 14 de janeiro de 2014.

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