Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Justiça

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Justiça"

Transcrição

1 Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Horizonte Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1

2 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Autoria: Ricardo Negrão e Joaqui Morgado Data de edição: 16 de Abril de 2013 Versão 1.4 2

3 Milhares de SUMÁRIO EECUTIVO No âbito da ipleentação do plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas TIC, na AP, previsto no n.º 3 da alínea b) da Resolução de Conselho de Ministros n.º 46/2011 de 14 de novebro, ais e concreto na edida 5 definição e ipleentação de planos de ação sectoriais de racionalização das TIC, o Ministério da Justiça, identifico u conjunto de 34 edidas sectoriais, distribuídas pelos 5 eixos estratégicos e alinhadas co as 25 edidas do Plano Global. Destas 34 edidas, fora identificadas 16 co u potencial de redução de custos TIC e não TIC, co u valor total estiado de 50.4M (ilhões de euros) TIC e 23.5M (ilhões de euros) não TIC, ais precisaente, durante o quinquénio Redução TIC e não TIC no (coparação ao Orçaento de 2011) Total TIC NTIC

4 Milhares de Evolução da redução TIC e não TIC no (coparação ao Orçaento de 2011) TIC NTIC Total Alguas destas edidas encontra-se já e ipleentação, prevendo-se para 2012, ua poupança efetiva de 5,4M (ilhões de euros) e TIC, quando coparado co os custos de Esta redução deve-se principalente à ipleentação e alargaento da platafora VoIP e de Videoconferência da Justiça a todos os Organisos, à renegociação do contrato de licenciaento de software Oracle e à consolidação, centralização e virtualização do Datacenter da Justiça e dos servidores locais Habilus/Citius. No que resteita à redução não TIC, a esa deve-se principalente à reorganização dos serviços e funções de inforática do Ministério da Justica, à ipleentação dos novos sisteas de inforação para os Tribunais, be coo ao alargaento das plataforas de elearning e de counicações Unificadas, a todos os utilizadores da Rede de Counicações da Justiça. 4

5 ÍNDICE SUMÁRIO EECUTIVO INTRODUÇÃO LINHAS ESTRATÉGICAS PARA A RACIONALIZAÇÃO DAS TIC MEDIDAS DE RACIONALIZAÇÃO SECTORIAIS NA AFETAÇÃO DE RECURSOS TIC M1.S1 - REESTRUTURAÇÃO DO CATALOGO DE SERVIÇOS E PORTFOLIO DE SERVIÇOS, COM DEFINIÇÃO DE SLA'S M2.S1 - REALOCAÇÃO DAS DIVERSAS EQUIPAS DE TI, NO IGFEJ M3.S1-ARQUITECTURA DE REFERÊNCIA PARA OS TRIBUNAIS M3.S2-ARQUITECTURA DE REFERÊNCIA PARA OS REGISTOS E CONSERVATÓRIAS M4.S1 - IMPLEMENTAÇÃO DE AUTENTICAÇÃO FORTE NO ACESSO À REDE M4.S2 - EVOLUÇÃO DO CSIRT.IGFEJ PARA CSIRT.MJ M5.S1-EPANSÃO DA PLATAFORMA DE SERVIÇOS PARTILHADOS DO MJ M5.S2 - RENEGOCIAÇÃO DO CONTRATO SOFTWARE ORACLE PARA O MJ M5.S3 - IMPLEMENTAÇÃO DO NOVO SISTEMA PARA OS TRIBUNAIS M5.S4 - IMPLEMENTAÇÃO DO NOVO SISTEMA PARA OS REGISTOS E NOTARIADOS M6.S1 -NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GESTÃO DE PROJETOS E INVESTIMENTOS DO MJ M6.S2 - IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE PROJETOS E INVESTIMENTOS DO MJ M7.S1 - ALARGAMENTO DA PLATAFORMA VOIP MJ A TODO OS ORGANISMOS DO MJ M7.S2 - ALARGAMENTO DA PLATAFORMA FOIP MJ A TODO OS ORGANISMOS DO MJ M7.S3 - IMPLEMENTAÇÃO DA NOVA RNCJ-REDE NACIONAL DE COMUNICAÇÕES DA JUSTIÇA M8.S1 - REESTRUTURAÇÃO DO DC MJ M8.S2 - CONSOLIDAÇÃO DOS SERVIDORES HABILUS/CITIUS E SUA CENTRALIZAÇÃO NO DC DO MJ M8.S3 - IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIO E DISASTER RECOVERY M8.S4 - CONSOLIDAÇÃO DAS SALAS TÉCNICAS DE SERVIDORES, DOS ORGANISMOS MJ M9.S1 - ALARGAMENTO DA PLATAFORMA DE UC A TODOS OS ORGANISMOS DO MJ M9.S2 - ALARGAMENTO DA VIDEOCONFERÊNCIA IP A TODOS OS TRIBUNAIS M11.S1 - EVOLUÇÃO DA PLATAFORMA ESB PARA SOA SUITE M12.S1 - AUTENTIÇÃO POR SMARTCARD UTILIZANDO O CARTÃO DO CIDADÃO E CARTÃO DA JUSTIÇA M17.S1 -APPLET JAVA, PARA ASSINATURA QUALIFICADA DE DOCUMENTOS, UTILIZANDO O CC, CJ E OUTROS M17.S2 - WEBSERVICES QUE PERMITEM IMPLEMENTAR UMA CAMADA DE ABSTRAÇÃO EM SISTEMAS DE GESTÃO DOCUMENTAL E ARQUIVO M17.S3 - PARTILHA DE APLICAÇÃO DE GESTÃO DE TAAÇÃO E GESTÃO DE TELEFONIA IP

6 3.27. M18.S1 - UTILIZAÇÃO DA PRIVATE GCLOUD DA AP M20.S1 - PARTILHA DE BOAS PRÁTICAS E POLITICAS NO ÂMBITO DO DESENVOLVIMENTO APLICACIONAL E GESTÃO DE PROJETOS M21.S1 - ALARGAMENTO DA PLATAFORMA DE ELEARNING DO MJ M22.S1 - IMPLEMENTAÇÃO CITIUS PLUS (NOVO MAPA JUDICIÁRIO) M22.S2 - CONSOLIDAÇÃO DA PLATAFORMA DE HARDWARE SUPORTE À BD ORACLE M22.S3 - CONSOLIDAÇÃO DA PLATAFORMA DE HARDWARE SUPORTE À BD SQL M23.S1 - PORTAL DA JUSTIÇA M24.S1 - PLATAFORMA ELEITORAL DEPENDÊNCIAS E IMPACTO GLOBAL DAS MEDIDAS PROPOSTAS ALINHAMENTO DE MEDIDAS SECTORIAIS COM PLANO GLOBAL ESTRATÉGICO DE RACIONALIZAÇÃO E REDUÇÃO DE CUSTOS NAS TIC, NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PRINCIPAIS CONCLUSÕES REFERÊNCIAS ANEOS A

7 1. INTRODUÇÃO O presente docuento enquadra-se no plano global estratégico de racionalização e redução de custos e TIC, na AP, previsto no n.º 3 da alínea b) da Resolução de Conselho de Ministros n.º 46/2011 de 14 de novebro, ais e concreto na edida 5 definição e ipleentação de planos de ação sectoriais de racionalização das TIC. Considerando o âbito transversal das edidas propostas no plano global de racionalização das TIC no MJ, pretende-se co o presente docuento identificar e priorizar as iniciativas e projetos de índole sectorial, a ipleentar e que contribua para o referencial de redução de custos (incluindo a sua quantificação e calendarização), e para a elhoria dos serviços públicos prestados ao cidadão e epresas. 7

8 2. LINHAS ESTRATÉGICAS PARA A RACIONALIZAÇÃO DAS TIC As edidas de racionalização das TIC, explicitadas neste plano, encontra-se alinhadas co o plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas TIC, na AP confore explicitado na Figura 1. Figura 1 Visão orientadora do plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas TIC, na AP 8

9 3. MEDIDAS DE RACIONALIZAÇÃO SECTORIAIS NA AFETAÇÃO DE RECURSOS TIC Eixo I - Melhoria dos Mecanisos de Governabilidade I - Melhoria dos Mecanisos de Governabilidade Medida (Designação Abreviada) M1 - Governance M2 - Função Inforática Descrição Ipleentação de noras e procedientos reguladores das relações co outros Organisos. Definição de novos níveis de serviço, be coo de u novo catálogo de serviços. Realocação das diversas equipas de TI, no IGFEJ. I - Melhoria dos Mecanisos de Governabilidade M3 - Arquiteturas Arquiteturas de referência para os Tribunais e Registos. I - Melhoria dos Mecanisos de Governabilidade M4 - Segurança Ipleentação autenticação forte no acesso à rede (Co e se fios) e toda a Rede de Counicações da Justiça. Evolução do CSIRT.IGFEJ para CSIRT.MJ. I - Melhoria dos Mecanisos de Governabilidade II - Redução de Custos M5 - Planos Sectoriais M6 - Avaliação Expansão da platafora de serviços partilhados do MJ, renegociação dos grandes contratos de software, Oracle e ipleentação dos novos sisteas para os Tribunais e para os Registos. Definição de Noras e Procedientos e Ipleentação de u Sisteas de Gestão de Projetos e Investientos do MJ. II - Redução de Custos M7 - Counicações Alargaento da platafora VoIP e FoIP do MJ e contratualização da nova RNCJ-Rede Nacional de Counicações da Justiça. II - Redução de Custos II - Redução de Custos M8 - Datacenters M9 - Counicações Unificadas Reestruturação do DC do MJ, consolidação das salas técnicas dos Organisos no DC Principal do MJ, ipleentação do DR Alternativo. Continuação da centralização dos servidores Habilus Alargaento da platafora de UC a todos os Organisos e utilizadores do MJ, potenciando as capacidades e licenciaento VoIP existente. Alargaento da VC a todos os Organisos do MJ II - Redução de Custos M10 - Racionalização de outros recursos pelas TIC 9

10 Eixo III - Potenciar a Mudança e a Modernização Adinistrativa Medida (Designação Abreviada) M11 - Interoperabilidade Descrição Evolução da platafora ESB (Jcaps) para Oracle SOA Suite. III - Potenciar a Mudança e a Modernização Adinistrativa M12 - eid Alargaento da autenticação nos coputadores pessoais, nos sisteas dos Tribunais e dos Registos e Notariado, através do Cartão do Cidadão e Cartão da Justiça. III - Potenciar a Mudança e a Modernização Adinistrativa M13 - Serviços públicos eletrónicos III - Potenciar a Mudança e a Modernização Adinistrativa M14 - Modernização adinistrativa pelas TIC III - Potenciar a Mudança e a Modernização Adinistrativa M15 - Central Arquivo Estado IV - Ipleentação de Soluções TIC Couns M16 - Catálogo RH Avaliar capacidade dos sisteas, para gerir todos os recursos huanos e vencientos (incluindo PJ e DGRS) IV - Ipleentação de Soluções TIC Couns IV - Ipleentação de Soluções TIC Couns M17 - Catálogo SW Estado M18 - Cloud Partilha co outros Organisos da AP dos seguintes sisteas e aplicações: Applet Java, para assinatura qualificada de docuentos, utilizando o CC, CJ e outros; Webservices que perite ipleentar ua caada de abstração e sisteas de gestão docuental e arquivo; Sistea de taxação e gestão da telefonia IP. Utilização dos recursos tecnológicos da GCloud da AP, potenciando a infraestrutura de hardware, software e licenciaento existente. IV - Ipleentação de Soluções TIC Couns M19 - B2B IV - Ipleentação de Soluções TIC Couns M20 - Boas Práticas TIC Partilha de boas práticas e políticas no âbito do desenvolviento aplicacional e gestão de projetos. V - Estíulo ao Cresciento Econóico M21 - Software aberto Alargaento da platafora de ELearning do MJ a todos os Organisos do MJ 10

11 Eixo V - Estíulo ao Cresciento Econóico Medida (Designação Abreviada) M22 - Aquisição TIC Descrição I -Platafora de suporte ao novo apa Judiciário (HW+SW). II - Consolidação da platafora de BD (Oracle e SQL) V - Estíulo ao Cresciento Econóico M23 - Adinistração Aberta e Novos Canais Novo Portal da Justiça. V - Estíulo ao Cresciento Econóico M24 - Internacionalização Platafora Eleitoral. V - Estíulo ao Cresciento Econóico M25 - Proj. Inovadores 11

12 3.1. M1.S1 - REESTRUTURAÇÃO DO CATALOGO DE SERVIÇOS E PORTFOLIO DE SERVIÇOS, COM DEFINIÇÃO DE SLA'S SUMÁRIO Definição do odelo de Governance das TIC na Justiça, definição e ipleentação de noras e procedientos reguladores das relações co os Organisos do MJ e Entidades externas, reestruturação do Catalogo de Serviços e Portfolio de Serviços e definição de novos níveis de serviço. Esta edida te co principal objetivo adequar o IGFEJ co a função de serviço agregador de todas as copetências de Inforática dos Organisos do. Coo resultado desse objetivo será elaborado u catálogo de serviços TIC que o IGFEJ irá disponibilizar a todos os organisos do MJ, realizando acordos de nível de serviço para cada u dos Organisos de acordo co as necessidades. Desta centralização resulta tabé u odelo de governação e de gestão de investientos e TIC no IGFEJ co se pode depreender da lei orgânica IMPACTO ESTIMADO Não é possível deterinar o ipacto financeiro direto (TIC) para esta edida. A ipleentação da edida irá apresentar ipactos financeiros que representa ua redução de custos indiretos (NTIC) co a prestação de serviços partilhados que venha a ser integrados no IGFEJ, be coo na elhoria do serviço prestado pelo MJ ao cidadão e epresas. Estiaos que esta edida tenha u ipacto indireto que resulta nu benefício NTC, de cerca de 3% do orçaento global TIC 1 do IGFEJ, que se estia e 17M e Este ipacto será na fora de elhoria da prestação de serviços associados às TIC para todos os Organisos do, a diinuição do tepo de resposta a incidentes, e a diinuição da taxa de reabertura, através da partilha de inforação, da reutilização de plataforas e da redução de custos co recursos huanos. 1 Não estão incluídos os valores pagos co o envio e notificação postal, que representa cerca de 24M /ano. 12

13 Ipacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos ecanisos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a udança e a odernização adinistrativa Ipleentação de soluções TIC couns Estíulo ao Cresciento Econóico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Total Diferencial Custo- Benefício TIC (K Euros) Diferencial Custo- Benefício NTIC (K Euros) Total MÉTRICAS USADAS Redução do tepo de despendido na análise e resposta aos incidentes, solicitações e pedidos de esclareciento, reabertos anualente, quer pelos utilizadores internos, quer pelos externos (Advogados, Solicitadores, Conservadores) be coo ao cidadão e epresas. O referencial base utilizado foi o valor global do investiento TIC do IGFEJ e 2011, que se estia e cerca de 17M OBJETIVOS QUALITATIVOS Melhoria da interoperabilidade entre a IGFEJ, os Organisos do MJ e Entidades e Organisos Externos. Melhoria da prestação de serviços aos utilizadores, cidadão e epresas ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: IGFEJ. Entidades envolvidas na execução: Organisos do. 13

14 AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Definição do novo catálogo de Serviços IGFEJ 2 Definição do novo portfolio de Serviços IGFEJ Definição de SLA's para serviços prestado IGFEJ REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS A aplicação desta edida te o constrangiento do facto do IGEFJ resultar de u processo de fusão de dois organisos (ITIJ e IGFIJ). Resultado de prioridades decorrentes do processo de fusão, esta edida pode não ser ipleentada de iediato. 14

15 3.2. M2.S1 - REALOCAÇÃO DAS DIVERSAS EQUIPAS DE TI, NO IGFEJ SUMÁRIO Realocação das diversas equipas e dos recursos técnicos, de TI, dos diversos Organisos da Justiça, no Instituto de Gestão Financeira e de Equipaentos da Justiça. Esta edida pretende que todos os recursos huanos co copetências inforáticas seja transferidos dos diversos organisos para o IGFEJ. Desta fora pretende-se reajustar as copetências técnicas e a capacidade de resposta gerida centralente para todos os organisos do IMPACTO ESTIMADO Esta edida terá ipacto significativo na fora coo os Organisos vão abordar as questões relacionada co a tecnologia, noeadaente ao nível da Função Inforática. Estia-se ua redução de cerca de 15% 2 no orçaento global TIC do MJ na aplicação desta edida, e que se estia e 27M e 2011, conseguida através da redução da despesa co os recursos que lhe estão atualente afetos (cargos de chefia, contratos de prestação de serviço e aquisição de serviços de consultoria, gestão de infraestruturas tecnológicas e anutenção de sisteas de inforação, que passarão, e boa parte, a ser assegurados por recursos internos) e pelas sinergias decorrentes da concentração dos recursos técnicos resultantes da fusão dos vários departaentos. Esta fusão irá passar pela realização de protocolos entre os diversos organisos e o IGFEJ, e na avaliação das copetências técnicas das pessoas afetas à função inforática e as necessidades dos organisos. Ipacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos ecanisos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a udança e a odernização adinistrativa Ipleentação de soluções TIC couns Estíulo ao Cresciento Econóico 2 Racional definido no PGE 15

16 OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Diferencial Custo- Benefício TIC (K Euros) Total Total Diferencial Custo- Benefício NTIC (K Euros) MÉTRICAS USADAS Redução da despesa co os recursos que estão atualente afetos à gestão de infraestruturas tecnológicas, anutenção de sisteas de inforação, etc.. O referencial base utilizado foi ua ipleentação gradual e 3 anos 3, do racional definido no PGE (15%) aplicado ao valor global do investiento TIC do MJ e 2011, que se estia e 27M OBJETIVOS QUALITATIVOS Racionalização da função Inforática nos Organisos do ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: IGFEJ. Entidades envolvidas na execução: Organisos do AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Identificação dos recursos huanos Organisos MJ / IGFEJ 2 Caracterização das copetências técnicas IGFEJ Convite para as novas funções IGFEJ 4 Realocação das equipas IGFEJ 3 Ipleentação gradual da edida, prevendo-se assi ua redução de 5% no 1º ano, 20% no 2º ano, atingindo-se a redução áxia de 25%, no 3º ano de ipleentação. 4 Não estão incluídos os valores pagos co o envio e notificação postal, que representa cerca de 24M /ano. 16

17 REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Esta edida te o constrangiento seelhante ao da edida anterior, ua vez que o IGFEJ resulta do processo de fusão do IGFIJ e do ITIJ e as tarefas associadas co o processo de fusão pode atrasar a ipleentação da edida. 17

18 3.3. M3.S1-ARQUITECTURA DE REFERÊNCIA PARA OS TRIBUNAIS SUMÁRIO Definição da arquitetura aplicacional de referência para as aplicações que irão ser utilizadas pelos Tribunais. Pretende-se co esta arquitetura, suportar u novo sistea de inforação, que substitua os atuais sisteas e aplicações na Justiça, a saber: CITIUS, Habilus/CITIUS, Custas, SGI, SITAF, etc. O alcance desta edida passa por ser criada ua platafora única para a gestão e traitação processual tal coo é referido no Plano de Ação para a Justiça na Sociedade de Inforação (Despacho 16171/2011, publicado no DR, 2ª série de 29 de Novebro de 2011). Esta platafora pretende criar a uniforização possível para as tarefas que seja cou entre as diversas jurisdições e copetências dos tribunais desde a prieira instância aos tribunais superiores. Pretende respeitar os diferentes requisitos de negócio de cada ua das entidades as assegura que a tecnologia utilizada nas diversas caadas aplicacionais seja cou por fora a reduzir os custos de suporte. Esta edida irá introduzir ecanisos de controlo de gestão, co base e indicadores de gestão que perita ua análise da gestão processual e real tie para facilitar a deterinação de edidas que elhore o funcionaento dos tribunais IMPACTO ESTIMADO Esta edida te u grande ipacto na fora coo funciona os tribunais atualente e está alinhada co o novo odelo de Organização Judiciária que faz parte do Plano do Governo e do MoU assinado co a Troika no âbito do plano de ajuda financeira a Portugal. Esta edida pode introduzir u ipacto financeiro indireto no caso de se conseguir alterar o odelo de notificação judicial (iplica alteração legislativa). Atualente o MJ gasta 24M e notificações, este valor poderia ser reduzido e 30% caso o processo de notificação fosse siplificado, antendo a notificação e papel. No caso de as notificações passare a ser aioritariaente eletrónicas então tereos ua poupança indireta de cerca de 70%. Esta e curso ua alteração da tabela de preços dos CTT referente às notificações que pode fazer co que este custo auente. 18

19 Ipacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos ecanisos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a udança e a odernização adinistrativa Ipleentação de soluções TIC couns Estíulo ao Cresciento Econóico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Diferencial Custo- Benefício TIC (K Euros) Total Diferencial Custo- Benefício NTIC (K Euros) Total MÉTRICAS USADAS Redução 5 do tepo de desenvolviento do novo sistea, tendo coo base de partida o valor global do investiento e desenvolviento aplicacionais do IGFEJ, no âbitos dos sisteas de inforação dos Tribunais, co u valor de 2.8M e Redução dos custos co as notificações, através da ipleentação do processo de notificação siplificado. Atualente o MJ gasta 24M /ano e notificações, este valor poderá ser reduzido e 30%, co a ipleentação do sistea de inforação único para a Justiça OBJETIVOS QUALITATIVOS Melhoria na integração dos sisteas e partilha da inforação, eliinação de inforação redundante e reintrodução anual de inforação, entre os diferentes sisteas. Auento da eficiência dos Tribunais, co consequência direta para o Cidadão. Criação e disponibilização de novos serviços. 5 Ipleentação gradual da edida, prevendo-se assi ua redução de 5% no 1º ano, 20% no 2º ano, atingindo-se a redução áxia de 25%, no 3º ano de ipleentação. 19

20 ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: IGFEJ Entidades envolvidas na execução: IGFEJIGFEJ, DGAJ, CSM, PGR, Associações Sindicais, Ordens Profissionais CSTAF, e associações profissionais AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Reuniões seanais, para levantaento dos fluxos e Dr. Ricardo Negrão arquitetura. 2 Elaboração de caderno de encargos Dr. Ricardo Negrão Concurso Público Internacional IGFEJ, DGAJ 4 Desenvolviento da aplicação IGFEJ, DGAJ 5 Testes da aplicação IGFEJ, DGAJ 6 Entrada e produção IGFEJ, DGAJ REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Esta edida te vários constrangientos de negociação politica entre diferentes órgãos de soberania coo o MJ e as Magistraturas. Não podeos neste oento antecipar as dificuldades na ipleentação da nova arquitetura, ne as cedências que venha a acontecer no âbito do processo negocial. 20

21 3.4. M3.S2-ARQUITECTURA DE REFERÊNCIA PARA OS REGISTOS E CONSERVATÓRIAS SUMÁRIO Definição da arquitetura aplicacional de referência para as aplicações que irão ser utilizadas nos Registos e Notariado. Pretende-se co esta arquitetura, suportar u novo sistea de inforação, que substitua os atuais sisteas e aplicações na Justiça, a saber: SIRIC, SIRCOM, SIRAUTO, Predial, etc. Esta edida te coo principal objetivo existir ua platafora única para a atividade dos Registo e Notariado tal coo é referido no Plano de Ação para a Justiça na Sociedade de Inforação (Despacho 16171/2011, publicado no DR, 2ª série de 29 de Novebro de 2011). Esta platafora vai peritir ua otiização na gestão dos recursos tecnológicos associados a atividade dos registos e ua elhor gestão dos recursos huanos por parte do IRN. O redesenho da arquitetura vai peritir a criação de novos tipos de registos (outro tipo de bens), be coo a disponibilização de novos serviços online IMPACTO ESTIMADO Esta edida te grande ipacto na gestão de recursos huanos do IRN, be coo na otiização e processos de gestão dos registos. Vai introduzir u novo paradiga na fora e coo o cidadão se relaciona co o Registo e Notariado, co a criação efetiva do balção único de registos, be coo a gestão do relacionaento co os profissionais da área, co os cidadãos e as epresas. Ipacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos ecanisos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a udança e a odernização adinistrativa Ipleentação de soluções TIC couns Estíulo ao Cresciento Econóico 21

22 OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Diferencial Custo- Benefício TIC (K Euros) Total Total Diferencial Custo- Benefício NTIC (K Euros) MÉTRICAS USADAS Melhoria na integração dos sisteas e partilha da inforação, eliinação de inforação redundante e reintrodução anual de inforação, entre os diferentes sisteas. Auento da eficiência dos Registos e Notariado, co consequência direta para o Cidadão. Redução 6 do tepo de desenvolviento do novo sistea, tendo coo base de partida o valor global do investiento e desenvolviento aplicacionais do IGFEJ, no âbitos dos sisteas de inforação dos Registos e Notariado, co u valor de 2.8M e OBJETIVOS QUALITATIVOS Melhoria na integração dos sisteas e partilha da inforação, eliinação de inforação redundante e reintrodução anual de inforação, entre os diferentes sisteas. Auento da eficiência dos Registos e Notariado, co consequência direta para o Cidadão. Criação e disponibilização de novos serviços. 6 Ipleentação gradual da edida, prevendo-se assi ua redução de 5% no 1º ano, 20% no 2º ano, atingindo-se a redução áxia de 25%, no 3º ano de ipleentação. 22

23 ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: IGFEJ. Entidades envolvidas na execução: IRN AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Reuniões seanais, para levantaento dos fluxos e Dr. Ricardo Negrão arquitetura. 2 Projeto SirAuto - Platafora de registos IRN, IGFEJ Projeto Registo Predial IRN, IGFEJ 4 Projeto Registo Coercial IRN, IGFEJ 5 Projeto Registo Civil IRN, IGFEJ 6 Projeto Registo Marca IRN, IGFEJ 7 Novos serviços de registo Online IGFEJ, IRN, DGAJ, INPI REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Esta edida possui u constrangiento que resulta da obrigatoriedade do IRN ter que aplicar a platafora GerFip para a gestão das Despesa, o que inviabiliza a criação de ua única platafora que trate a receita e a despesa da esa fora e teros de contabilidade analítica. Assi será necessário a contratação de ua aplicação para a gestão da receita por parte do IRN. Enquanto não estiver esta aplicação de gestão da receita e produção teos o risco de não existir ao nível do controlo de gestão inforação e tepo real que perita saber o estado da arte e teros da receita por parte do IRN. 23

24 3.5. M4.S1 - IMPLEMENTAÇÃO DE AUTENTICAÇÃO FORTE NO ACESSO À REDE SUMÁRIO Ipleentação autenticação forte no acesso à rede (co e se fios) e toda a Rede de Counicações da Justiça IMPACTO ESTIMADO Esta edida te grande ipacto na gestão de recursos de rede do MJ, be coo elhorar a obilidade interna dos utilizadores, da counicação e acesso à inforação. Ipacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos ecanisos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a udança e a odernização adinistrativa Ipleentação de soluções TIC couns Estíulo ao Cresciento Econóico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Total Diferencial Custo- Benefício TIC (K Euros) Total Diferencial Custo- Benefício NTIC (K Euros) MÉTRICAS USADAS OBJETIVOS QUALITATIVOS Auento da segurança no acesso aos sisteas da Justiça e da inforação neles arazenados; Integração da autenticação e cifra de counicações; Potenciar a certificação ISO

25 ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: IGFEJ. Entidades envolvidas na execução: MJ AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Planeaento das infraestruturas e autenticação IGFEJ centralizadas. 2 Configurações dos ativos de rede IGFEJ Avaliação IGFEJ REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS 25

26 3.6. M4.S2 - EVOLUÇÃO DO CSIRT.IGFEJ PARA CSIRT.MJ SUMÁRIO Evolução do CSIRT.IGFEJ, e funcionaento desde Outubro de 2011 para o CSIRT do MJ, e colaboração co especialistas de sisteas e segurança, de outros Organisos do MJ. Esta evolução é tabé baseada nas copetências e responsabilidades legalente atribuídas, a esses Organisos, potenciando o conheciento e experiencia existente. Assinatura de protocolo entre o IFGEJ e o CERT.PT IMPACTO ESTIMADO Capacitar o MJ de ua equipa interna na área da gestão dos incidentes de segurança relacionados co as infraestruturas, sisteas e aplicações da Justiça e Registos. Ipacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos ecanisos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a udança e a odernização adinistrativa Ipleentação de soluções TIC couns Estíulo ao Cresciento Econóico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Total Diferencial Custo- Benefício TIC (K Euros) Total Diferencial Custo- Benefício NTIC (K Euros) MÉTRICAS USADAS 26

27 OBJETIVOS QUALITATIVOS ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: IGFEJ. Entidades envolvidas na execução: MJ AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Acordos e protocolos de colaboração e cooperação. IGFEJ Contratualização do IGFEJ.MJ co a FCCN e o CERT.PT. 3 Aprovação do Plano de Segurança dos Sisteas de Inforação. 4 Ipleentação do Plano de Segurança dos Sisteas de Inforação 5 Ipleentação do Sisteas de Gestão de Segurança de Inforação IGFEJ IGFEJ IGFEJ IGFEJ REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS 27

28 3.7. M5.S1-EPANSÃO DA PLATAFORMA DE SERVIÇOS PARTILHADOS DO MJ SUMÁRIO Expansão da platafora de serviços partilhados do MJ, que consta e Correio Eletrónico Exchange 2010, Presença, Pesquisa e indexação e FAST, Sisteas de BI e Reporting e SQLServer, para todos os Organisos do MJ. Ipleentação de ua infraestrutura única, partilhada por todos os Organisos do MJ, suportando diversos serviços transversais, partilhando inforação e conheciento IMPACTO ESTIMADO Consolidação das diversas infraestruturas de correio eletrónico existentes no MJ, disponibilizando novas funcionalidades e potenciando a integração de serviços. Redução no tepo de contacto entre utilizadores, partilha de inforação, disponibilizando ferraentas de análise e relatório. Ipacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos ecanisos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a udança e a odernização adinistrativa Ipleentação de soluções TIC couns Estíulo ao Cresciento Econóico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Diferencial Custo- Benefício TIC (K Euros) Total ,5 757,5 757,5 757, Total Diferencial Custo- Benefício NTIC (K Euros) 28

29 MÉTRICAS USADAS Eliinação de 20 servidores 7 e 2012; Eliinação de 25 servidores e 2013 e redução de 100 k, no licenciaento do atual sistea de BI no MJ co u valor anual de 600K ; Eliinação de licenciaento do atual sistea de BI no MJ, e 2014, co u valor anual de 500K OBJETIVOS QUALITATIVOS Melhoria na integração dos sisteas e partilha da inforação, eliinação de licenciaento redundante. Auento da eficiência na troca de ensagens entre os Organisos do MJ, co consequência direta para o Cidadão ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: IGFEJ. Entidades envolvidas na execução: MJ AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Migração da SGMJ, CEJ, DGJ, GRAL, IGMJ. IGFEJ Renegociação dos custos de licenciaento do Dr. Ricardo Negrão software de BI do MJ. 3 Migração dos restantes doínios e conta existente. IGFEJ 4 Ipleentação da nova platafora de Estatísticas da Justiça. IGFEJ, DGPJ, Dr. Ricardo Negrão REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS 7 Aplicado racional de redução 3,5K /ano, por servidor físico virtualizado. 29

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério dos Negócios Estrangeiros

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério dos Negócios Estrangeiros Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério dos Negócios Estrangeiros Horizonte 2012-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial

Leia mais

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Solidariedade e da Segurança Social

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Solidariedade e da Segurança Social Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Horizonte 2012-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério

Leia mais

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Horizonte 2012-2016 Versão de Trabalho Dezebro 2014 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação setorial de

Leia mais

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no MEC 2.0

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no MEC 2.0 Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no 2.0 Horizonte 2014-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no

Leia mais

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Defesa Nacional

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Defesa Nacional Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Horizonte 2012-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Autoria:

Leia mais

Racionalização de infraestruturas e plataformas no âmbito dos Sistemas de Informação do MJ

Racionalização de infraestruturas e plataformas no âmbito dos Sistemas de Informação do MJ itsmf Conferência Anual 2012 22 de Maio de 2012 Estratégias de racionalização e sustentabilidade das TIC (setores público e privado) Racionalização de infraestruturas e plataformas no âmbito dos Sistemas

Leia mais

Carlos de Sousa Mendes Secretário-Geral do Ministério da Justiça. A SGMJ como uma referência de qualidade e de profissionalismo

Carlos de Sousa Mendes Secretário-Geral do Ministério da Justiça. A SGMJ como uma referência de qualidade e de profissionalismo Carlos de Sousa Mendes Secretário-Geral do Ministério da Justiça A SGMJ como uma referência de qualidade e de profissionalismo Roteiro Globalização e Reforma UE Sistema Nacional de Compras Públicas Ministério

Leia mais

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS RACIONALIZAÇÃO DAS TIC

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS RACIONALIZAÇÃO DAS TIC AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS RACIONALIZAÇÃO DAS TIC 1 DE JULHO DE 2015 OPERAÇÕES TEMÁTICAS OPERAÇÃO TEMÁTICA M/C DOTAÇÃO ORÇAMENTAL CAPACITAÇÃO PARA AVALIAÇÕES

Leia mais

O nosso ADN Quem Somos Somos um instituto público integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa e financeira e património próprio, com intervenção sobre todo o território

Leia mais

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC Overview do Processo de Avaliação de Projetos e Despesas TIC www.ama.pt Índice 1. Enquadramento

Leia mais

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC Overview do Processo de Avaliação de Projectos e Despesas TIC www.ama.pt Índice 1. Enquadramento

Leia mais

PLANO DE AÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DA AP REGIONAL

PLANO DE AÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DA AP REGIONAL PLANO DE AÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DA AP REGIONAL (2012-2015) SETEMBRO DE 2012 Conteúdo 1 SUMÁRIO EXECUTIVO... 2 2 LINHAS ESTRATÉGICAS PARA A RACIONALIZAÇÃO DAS TIC... 4 3 MEDIDAS DE

Leia mais

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil 2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil Inicialente, vai se expor de ua fora uita sucinta coo é criado o preço spot de energia elétrica do Brasil, ais especificaente, o CMO (Custo Marginal de Operação).

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 596 Diário da República, 1.ª série N.º 27 7 de fevereiro de 2012 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Resolução da Assembleia da República n.º 12/2012 Recomenda ao Governo a alteração de normas do Decreto -Lei n.º

Leia mais

DSCI 2015: Modernizar e racionalizar para servir melhor

DSCI 2015: Modernizar e racionalizar para servir melhor DSCI 2015: Modernizar e racionalizar para servir melhor Seminário Diplomático; 07 de Janeiro de 2015 Direcção de Serviços de Cifra e Informática (DSCI) Direcção de Serviços (única, todas redes MNE) - Gestão

Leia mais

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério das Finanças (versão 2.0)

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério das Finanças (versão 2.0) Plano de ação setorial de racionalização das TIC no (versão 2.0) Horizonte 2012-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação 1 Título: Plano de ação setorial de racionalização

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n.º 12/2012

Resolução do Conselho de Ministros n.º 12/2012 Resolução do Conselho de Ministros n.º 12/2012 A Resolução do Conselho de Ministros n.º 46/2011, de 14 de novembro, constituiu o Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC),

Leia mais

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros.

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Ensino Fundaental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Autoria: Jaie Crozatti Resuo: Para contribuir co a discussão da gestão de políticas públicas

Leia mais

Relatório Final (alínea i) do artº11º do Dec-Lei nº81/2008 de 16 de Maio)

Relatório Final (alínea i) do artº11º do Dec-Lei nº81/2008 de 16 de Maio) Relatório Final (alínea i) do artº11º do DecLei nº81/2008 de 16 de Maio) PROJECTOS PILOTO E TRASFORMAÇÃO DE EMBARCAÇÕES DE PESCA Data de Entrada Data de Verificação Assinatura e caribo 1 IDETIFICAÇÃO DO

Leia mais

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS ONLY ONCE E ADESÃO À IAP

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS ONLY ONCE E ADESÃO À IAP SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS ONLY ONCE E ADESÃO À IAP 1 DE JULHO DE 2015 OPERAÇÕES TEMÁTICAS COLABORATION SIMPLIFICATION INNOVATION AGENCY FOR THE PUBLIC SERVICES REFORM OPERAÇÃO TEMÁTICA M/C DOTAÇÃO ORÇAMENTAL

Leia mais

Ass.: Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação BNDES Prosoft - Comercialização

Ass.: Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação BNDES Prosoft - Comercialização Classificação: Docuento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR Nº 20/203-BNDES Rio de Janeiro, 7 de aio de 203 Ref.: Produto BNDES Autoático Ass.: Prograa BNDES para o Desenvolviento da Indústria Nacional

Leia mais

LEITURA E INTERPRETAÇÃO NBR ISO 9001:2008

LEITURA E INTERPRETAÇÃO NBR ISO 9001:2008 LEITURA E INTERPRETAÇÃO NBR ISO 9001:2008 APRESENTAÇÃO Instrutora: Noe: Márcia Assunção Foração: Graduada e Pós-graduada... Exp. Profissional:... 10 anos Objetivo do curso: Disseinar a interpretação dos

Leia mais

e-justiça Eng.ª Júlia Ladeira ( ITIJ )

e-justiça Eng.ª Júlia Ladeira ( ITIJ ) e justiça O que o sector da justiça em Portugal tem a ganhar com o desenvolvimento da SI 12 e 13 de Janeiro de 2004 Fundação Calouste Gulbenkian Eng.ª Júlia Ladeira ( ITIJ ) Patrocínio O que o sector da

Leia mais

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Da AP Central à AP Local

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Da AP Central à AP Local Da AP Central à AP Local PAULO NEVES PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETIVO 01 JULHO 2014 COMO OS CIDADÃOS VÊEM O SETOR PÚBLICO? 2 3 MAS SERÁ QUE PODEMOS FALAR NUMA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA? 4 DIVERSIDADE DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa

Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa Segurança do Paciente e Qualidade e Serviços de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa Outubro / 2013 ALIANÇA MUNDIAL PARA A SEGURANÇA DO PACIENTE Desafios Globais para a Segurança do Paciente

Leia mais

INSTITUTO DOS REGISTOS E NOTARIADO, I.P.

INSTITUTO DOS REGISTOS E NOTARIADO, I.P. INSTITUTO DOS REGISTOS E NOTARIADO, I.P. CONCURSO PÚBLICO N.º 05/DP/2009 AQUISIÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DE FILAS DE ATENDIMENTO DOS SERVIÇOS DESCONCENTRADOS DO IRN, I.P. CADERNO DE ENCARGOS ANEXO I ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015 REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DA OPERAÇÃO SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (SAMA2020) Página 1 de 16

Leia mais

PLANO DE AÇÃO PDTI-PBH

PLANO DE AÇÃO PDTI-PBH 1 PA00 PA00 Preparação para acompanhamento e execução do PDTI Projeto para a criação da instância para acompanhamento e execução do PDTI 2 PA00 Projeto para a criação da metodologia de trabalho 3 PA00

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO BIÊNIO 2014/2015 DSI/CGU-PR Publicação - Internet Sumário 1. RESULTADOS

Leia mais

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 48 4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA Confore explicado no capitulo anterior, a decisão do agente hidráulico de coo sazonalizar

Leia mais

OPERAÇÕES INDIVIDUAIS E OPERAÇÕES TRANSVERSAIS

OPERAÇÕES INDIVIDUAIS E OPERAÇÕES TRANSVERSAIS AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 01/ SAMA/ 2012 SISTEMA DE APOIOS À MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA (SAMA) OPERAÇÕES INDIVIDUAIS E OPERAÇÕES TRANSVERSAIS Nos termos do Regulamento do SAMA, a apresentação

Leia mais

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA Levantamento da Gestão de TIC Cotação: 23424/09 Cliente: PRODABEL Contato: Carlos Bizzoto E-mail: cbizz@pbh.gov.br Endereço: Avenida Presidente Carlos

Leia mais

Optimização. em Tecnologias de Informação

Optimização. em Tecnologias de Informação Optimização do Investimento em Paulo Brandão (ATM) paulo.brandao@atm-sgps.pt Optimização de investimentos em TI Consultoria, Integração, Projecto e Manutenção de Soluções de Tecnologias de Informação e

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica inistério de inas e Energia Consultoria Jurídica PORTARIA N o 319, DE 26 DE SETEBRO DE 2008. Estabelece o procediento de aprovação dos projetos de geração, transissão e distribuição de energia elétrica

Leia mais

Agenda Digital Local Sessão IV Aspectos técnicos

Agenda Digital Local Sessão IV Aspectos técnicos Agenda Digital Local Sessão IV Aspectos técnicos Segurança de dados Penafiel Ricardo Oliveira, rmo@eurotux.com AGENDA - FORMAÇÃO Apresentação ADL Barcelos: Múltiplas plataformas Questões-Chave para a Segurança

Leia mais

Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer?

Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer? Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer? 4 de junho de 2014 Auditório Adriano Moreira ISCSP PATRCINADORES PRATA Com a Colaboração Científica Patrocinadores Globais APDSI OS EVENTOS

Leia mais

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica Aula 6 Prieira Lei da Terodinâica 1. Introdução Coo vios na aula anterior, o calor e o trabalho são foras equivalentes de transferência de energia para dentro ou para fora do sistea. 2. A Energia interna

Leia mais

Talhas Elétricas de Corrente Troles Elétricos e Manuais

Talhas Elétricas de Corrente Troles Elétricos e Manuais Talhas Elétricas de orrente Troles Elétricos e Manuais Talha Elétrica de orrente odestar Talha Elétrica de orrente odestar ap. No.( t) *Vel. Elevação Motor (P) Trao correntes ap. No.( t) *Vel. Elevação

Leia mais

1. Definições Iniciais

1. Definições Iniciais O Básico da Criptografia usada na Internet Alessandro Martins Mestrando e Redes de Coputadores - PESC/COPPE Universidade Federal do Rio de Janeiro {artins@ufrj.br} RESUMO O objetido deste texto é apresentar

Leia mais

Implementação do conceito. Balcão Único na Administração Pública. Janeiro de 2008

Implementação do conceito. Balcão Único na Administração Pública. Janeiro de 2008 Implementação do conceito Balcão Único na Administração Pública Janeiro de 2008 Janeiro 2008 1 Índice 1. Enquadramento e Objectivos...3 1.1. Enquadramento...3 1.2. Objectivos...7 2. Conceitos...7 3. Recomendações

Leia mais

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO 1 DE JULHO DE 2015 OPERAÇÕES TEMÁTICAS COLABORATION SIMPLIFICATION INNOVATION

Leia mais

ISABEL RUTE DA CRUZ PAIS RIBEIRO

ISABEL RUTE DA CRUZ PAIS RIBEIRO Acordo quadro para a prestação de serviços de desenho, administração, operação e consolidação de infraestruturas de tecnologias de informação e comunicação (TIC) PROGRAMA DE CONCURSO Março de 2014 ÍNDICE

Leia mais

Gerenciamento de Riscos no Brasil

Gerenciamento de Riscos no Brasil Gerenciaento de Riscos no Brasil Patricia Fernanda Toledo Barbosa CVISS/NUVIG/ANVISA Estrutura da apresentação A Vigilância Sanitária e a Anvisa Conceitos e ferraentas e gerenciaento de risco Contexto

Leia mais

As TIC na Administração Pública Que Futuro?

As TIC na Administração Pública Que Futuro? As TIC na Administração Pública Que Futuro? André Vasconcelos Agência para a Modernização Administrativa, I.P. www.ama.pt Os organismos públicos têm tido a liberdade necessária para adquirir e gerir autonomamente

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES A relevância de uma Agenda Digital e Tecnológica como instrumento de mudança

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES A relevância de uma Agenda Digital e Tecnológica como instrumento de mudança REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES A relevância de uma Agenda Digital e Tecnológica como instrumento de mudança 12º Encontro de Utilizadores da Esri Portugal Maio 2014 Eng. Bruno Pacheco Bruno.MC.Pacheco@azores.gov.pt

Leia mais

18h00: Apresentação de resultados (Carlos Gonçalves, João Nuno Ferreira, João Mota Lopes) 18h50: Encerramento (André Vasconcelos)

18h00: Apresentação de resultados (Carlos Gonçalves, João Nuno Ferreira, João Mota Lopes) 18h50: Encerramento (André Vasconcelos) Dia 27 de Outubro, 14h00 - Agenda 1. Apresentação geral auditório (30+45minutos) 14h00: Receção dos convidados 14h30: Abertura (Rogério Carapuça) 14h40: Políticas Infra-estruturas TIC na Administração

Leia mais

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA A EXPERIÊNCIA PORTUGUESA JOÃO RICARDO VASCONCELOS

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA A EXPERIÊNCIA PORTUGUESA JOÃO RICARDO VASCONCELOS A EXPERIÊNCIA PORTUGUESA JOÃO RICARDO VASCONCELOS JORNADAS CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO PORTO, 21 DE MAIO DE 2013 COLABORAR SIMPLIFICAR INOVAR PORTUGAL POSSUI UM PERCURSO RICO NO DESENVOLVIMENTO DE POLÍTICAS

Leia mais

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina Departaento de Engenharia Mecânica Rao de Terodinâica e fluidos Gestão da Energia Estudo da viabilidade econóica da ipleentação de ua icroturbina Coordenação do trabalho: Professor Fausto Freire André

Leia mais

PHC TeamControl CS. A gestão de equipas e de departamentos

PHC TeamControl CS. A gestão de equipas e de departamentos PHC TeamControl CS A gestão de equipas e de departamentos A solução que permite concretizar projetos no tempo previsto e nos valores orçamentados contemplando: planeamento; gestão; coordenação; colaboração

Leia mais

Decreto-Lei n.º168/99 de 18 de Maio

Decreto-Lei n.º168/99 de 18 de Maio Decreto-Lei n.º168/99 de 18 de Maio O Decreto-Lei n.º 189/88, de 27 de Maio, estabeleceu as regras aplicáveis à produção de energia eléctrica a partir de recursos renováveis e à produção cobinada de calor

Leia mais

Torrestir renova plataforma de TI com apoio da CESCE SI

Torrestir renova plataforma de TI com apoio da CESCE SI Torrestir renova plataforma de TI com apoio da CESCE SI CASO EM ESTUDO S IA G r oup Cliente Torrestir Localização A CESCE SI foi o parceiro escolhido para a conceção e implementação das novas soluções

Leia mais

Capítulo VII. Por Sérgio Feitoza Costa*

Capítulo VII. Por Sérgio Feitoza Costa* 44 Equipaentos para subestações de T&D Capítulo VII Distâncias de segurança de subestações e sisteas de proteção contra incêndios e subestações Este fascículo ve apresentando conceitos de engenharia para

Leia mais

SEMINÁRIO DIPLOMÁTICO 5-6.01.2016

SEMINÁRIO DIPLOMÁTICO 5-6.01.2016 SEMINÁRIO DIPLOMÁTICO 5-6.01.2016 1.Estrutura Orgânica Face às necessidades atuais existentes no MNE, a DSCI levou a cabo uma restruturação interna, em 2015, resultando na nova estrutura orgânica da DSCI

Leia mais

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO 44 SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO Resuo Jair Sandro Ferreira da Silva Este artigo abordará a aplicabilidade das Equações Diferenciais na variação de teperatura de u corpo. Toareos

Leia mais

Os Sistemas de Informação Regionais das Cidades e Regiões Digitais na vertente Infraestrutural

Os Sistemas de Informação Regionais das Cidades e Regiões Digitais na vertente Infraestrutural Os Sistemas de Informação Regionais das na vertente Infraestrutural 1, 2 1 Instituto Politécnico de Tomar Tomar, Portugal 2 Centre of Human Language Tecnnology and Bioinformatics Universidade da Beira

Leia mais

2007.2. Como o Pensamento Sistêmico pode Influenciar o Gerenciamento de Projetos

2007.2. Como o Pensamento Sistêmico pode Influenciar o Gerenciamento de Projetos UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - UFPE CENTRO DE INFORMÁTICA CIN GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 2007.2 Coo o Pensaento Sistêico pode Influenciar o Gerenciaento de Projetos TRABALHO DE GRADUAÇÃO

Leia mais

A ambição da Gov Cloud. 2015 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos reservados. 1

A ambição da Gov Cloud. 2015 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos reservados. 1 A ambição da Gov Cloud 2015 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos reservados. 1 Agenda Racionalização das TIC na AP: Contexto e enquadramento rsptic: áreas prioritárias

Leia mais

Catálogo de Serviços 2011. DFS, Dezembro de 2011

Catálogo de Serviços 2011. DFS, Dezembro de 2011 Catálogo de Serviços 2011 DFS, Dezembro de 2011 Sendo o Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça, uma entidade prestadora de serviços, junto das restantes entidades do Ministério da Justiça;

Leia mais

Componentes de um sistema de realidade virtual

Componentes de um sistema de realidade virtual p prograação Coponentes de u sistea de realidade virtual Neste artigo apresenta-se a idéia de u projeto que perite a siulação de u passeio ciclístico utilizando a realidade virtual. Os sentidos do ciclista

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA Quem Somos Somos um grupo de empresas de prestação de serviços profissionais nas áreas das Tecnologias de Informação, Comunicação e Gestão. Estamos presente em Portugal,

Leia mais

Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer?

Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer? Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer? 4 de junho de 2014 Auditório Adriano Moreira ISCSP PATRCINADORES PRATA Com a Colaboração Científica Patrocinadores Globais APDSI Da Interoperabilidade

Leia mais

A SECRETARIA-GERAL DO ME

A SECRETARIA-GERAL DO ME Conferência Anual de Serviços Partilhados e Compras Públicas NOVOS DESAFIOS PARA AS COMPRAS PÚBLICAS A DO ME Mª Ermelinda Carrachás 26 de novembro de 2014 MINISTÉRIO DA ECONOMIA O Ministério da Economia

Leia mais

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica Índice de Custo Benefício (ICB) de Epreendientos de Geração Terelétrica Metodologia de Cálculo Coordenação Geral Maurício Tiono Tolasqui José Carlos de Miranda Farias Equipe Técnica Danielle Bueno de Andrade

Leia mais

XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX. Atlas Copco Compressores de Ar Portáteis Maior produtividade em todas as situações

XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX. Atlas Copco Compressores de Ar Portáteis Maior produtividade em todas as situações Atlas Copco Copressores de Ar Portáteis Maior produtividade e todas as situações XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX A Atlas Copco é líder undial e copressores de ar portáteis,

Leia mais

Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro

Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro Hector M. O. Hernandez e André P. Assis Departaento de Engenharia Civil & Abiental, Universidade de Brasília, Brasília,

Leia mais

Workshop Nacional sobre o Koha

Workshop Nacional sobre o Koha O open-source ao serviço das bibliotecas modernas A ESOP Apresentação A ESOP A ESOP é uma associação empresarial que representa as empresas portuguesas que se dedicam ao desenvolvimento de software e à

Leia mais

Um projeto em rede na Administração Pública. 2015 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos reservados.

Um projeto em rede na Administração Pública. 2015 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos reservados. Um projeto em rede na Administração Pública 2015 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos reservados. 1 Missão Assegurar a obtenção de ganhos de eficácia e eficiência,

Leia mais

CONCORRÊNCIA Nº 007/2012/CPL-GERAL/CML/SEMAD/PVH PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO-RO

CONCORRÊNCIA Nº 007/2012/CPL-GERAL/CML/SEMAD/PVH PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO-RO CONCORRÊNCIA Nº 7/212/CPL-GERAL/CML/SEMAD/PVH PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO-RO CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA PARA OBRA DE CONSTRUÇÃO DO PARQUE DAS ÁGUAS

Leia mais

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos 27 LEADERSHIP AGENDA a inovação na gestão do relacionamento compensa Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos A participação activa dos cidadãos é vital para a promoção

Leia mais

Agenda Digital Local. Galicia. La participación de los diferentes stakeholders en el desarollo de la ADL. Ricardo Oliveira, rmo@eurotux.

Agenda Digital Local. Galicia. La participación de los diferentes stakeholders en el desarollo de la ADL. Ricardo Oliveira, rmo@eurotux. Agenda Digital Local La participación de los diferentes stakeholders en el desarollo de la ADL Galicia Ricardo Oliveira, rmo@eurotux.com AGENDA - FORMAÇÃO Eurotux ADL Barcelos (breve análise) Stakeholders

Leia mais

M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC. Dicionário de termos e conceitos

M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC. Dicionário de termos e conceitos M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC Dicionário de termos e conceitos Folha de Controlo Nome do Documento: Regulamento para submissão de pedidos de parecer prévio Evolução do Documento Versão Autor

Leia mais

Concurso público para aquisição de plataforma de facturação electrónica. Resposta aos pedidos de esclarecimentos. Julho de 2009

Concurso público para aquisição de plataforma de facturação electrónica. Resposta aos pedidos de esclarecimentos. Julho de 2009 GLOBALGARVE COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO, SA Concurso público para aquisição de plataforma de facturação electrónica Resposta aos pedidos de esclarecimentos Julho de 2009 Página 1 de 7 No seguimento do

Leia mais

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS 1 DE JULHO DE 2015 OPERAÇÕES TEMÁTICAS OPERAÇÃO TEMÁTICA M/C DOTAÇÃO ORÇAMENTAL CAPACITAÇÃO PARA AVALIAÇÕES DE IMPACTO REGULATÓRIO

Leia mais

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino MÓDULO DE WEIBULL F. Jorge Lino Departaento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal, Telf. 22508704/42,

Leia mais

16 DE JUNHO DE 2015. Página 1 de 39

16 DE JUNHO DE 2015. Página 1 de 39 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 01/SAMA2020/2015 SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (SAMA2020) 16 DE JUNHO DE 2015 Página 1 de 39 Preâmbulo Nos termos do

Leia mais

Solução de Gestão de Contraordenações - STICO. Apresentação de Solução

Solução de Gestão de Contraordenações - STICO. Apresentação de Solução Solução de Gestão de Contraordenações - STICO Apresentação de Solução A Oferta dos CTT Expresso e encomendas Courrier Estafetagem Logística Serviços Financeiros Produtos Poupanças Seguros Soluções Pagamentos

Leia mais

Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP

Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP PROGRAMA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 3ª EDIÇÃO Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP Cristino Sanches Praia 12 a 26 de Abril 2011-1- OBJECTIVOS 1 Conhecer o quadro legislativo

Leia mais

Portaria. Gabinete da Ministra da Justiça Praça do Comércio, 1149-019 Lisboa, PORTUGAL TEL + 351 21 322 23 00 EMAIL gmj@mj.gov.pt www.portugal.gov.

Portaria. Gabinete da Ministra da Justiça Praça do Comércio, 1149-019 Lisboa, PORTUGAL TEL + 351 21 322 23 00 EMAIL gmj@mj.gov.pt www.portugal.gov. Portaria O Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica, celebrado entre a República Portuguesa e o Banco Central Europeu, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional,

Leia mais

O ESTADO PORTUGUÊS EM CONJUNTO COM:

O ESTADO PORTUGUÊS EM CONJUNTO COM: O ESTADO PORTUGUÊS EM CONJUNTO COM: Decidiu apoiar as PME através deste programa, que permite: Modernizar a sua infraestrutura de comunicações Fazer crescer o seu negócio Incorporar competências essenciais

Leia mais

Contrato nº xxx/201x ANEXO 1 Acesso ao estudo do BI (Business Intelligence) Municípios - XXXXXX

Contrato nº xxx/201x ANEXO 1 Acesso ao estudo do BI (Business Intelligence) Municípios - XXXXXX Contrato nº xxx/201x ANEXO 1 Acesso ao estudo do BI (Business Intelligence) Municípios - XXXXXX 1. Resumo Executivo Disponibilizar acesso ao estudo do BI (Business Intelligence) da CELEPAR, baseado nas

Leia mais

SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA

SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA DE INFRAESTRUTURA www.alidata.pt geral@alidata.pt +351 244 850 030 A Alidata conta com uma equipa experiente e especializada nas mais diversas áreas, desde a configuração de um simples terminal de trabalho

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções.

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções. Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano Docuento de apoio Módulo Q 2 Soluções. 1. Dispersões 1.1. Disperso e dispersante Dispersão Ua dispersão é ua istura de duas ou ais substâncias,

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG.. Cabos Elétricos e Acessórios 02.1. Geral 02.2. Noras 02.3. Escopo de Forneciento 02 T-.1. Tabela 02.4. Características Construtivas 04.4.1. Aplicação 04.4.2. Diensionaento 04.4.3.

Leia mais

Antônio Francisco Morais Rolla Diretor Executivo de Informática TJMG

Antônio Francisco Morais Rolla Diretor Executivo de Informática TJMG Antônio Francisco Morais Rolla Diretor Executivo de Informática TJMG Fonte: Relatório de Movimentação Processual - Anual 2013 Janeiro a Dezembro - CEINFO/ TJMG Fonte: Relatório de Movimentação Processual

Leia mais

Jornada - Gestão da informação arquivística numa Administração Pública renovada 20 de Outubro de 2011

Jornada - Gestão da informação arquivística numa Administração Pública renovada 20 de Outubro de 2011 Jornada - Gestão da informação arquivística numa Administração Pública renovada 20 de Outubro de 2011 António Bento Planeamento e Gestão da Qualidade www.ama.pt Agenda A AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

Leia mais

A virtualização do inquérito no contexto do projecto de desmaterialização em curso Luísa Proença - PJ

A virtualização do inquérito no contexto do projecto de desmaterialização em curso Luísa Proença - PJ Conferência Os Tribunais na Sociedade da Informação 8 de Abril de 2010 Reitoria da UNL A virtualização do inquérito no contexto do projecto de desmaterialização em curso Luísa Proença - PJ Patrocinadores

Leia mais

OS PRIMEIROS PASSOS DA CONFIABILIDADE NA MANUTENÇÃO DOUGLAS LINO MARCHALEK ENGº ELETRICISTA - UTFPR ANTONIO WOTECOSKI ENGº ELETRICISTA - UTFPR

OS PRIMEIROS PASSOS DA CONFIABILIDADE NA MANUTENÇÃO DOUGLAS LINO MARCHALEK ENGº ELETRICISTA - UTFPR ANTONIO WOTECOSKI ENGº ELETRICISTA - UTFPR OS PRIEIROS PASSOS DA CONFIABILIDADE NA ANUTENÇÃO DOUGLAS LINO ARCHALEK ENGº ELETRICISTA - UTFPR ANTONIO WOTECOSKI ENGº ELETRICISTA - UTFPR APRESENTAÇÃO CONSIDERAÇÕES E QUESTIONAENTOS O PRIEIRO PASSO EXEPLO

Leia mais

Sumário da Estratégia de Racionalização dos centros de dados e computação em nuvem na Administração Pública

Sumário da Estratégia de Racionalização dos centros de dados e computação em nuvem na Administração Pública Sumário da Estratégia de Racionalização dos centros de dados e computação em nuvem na Administração Pública Horizonte 202-206 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação Título: computação

Leia mais

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica Índice de Custo Benefício (ICB) de Epreendientos de Geração Terelétrica Metodologia de Cálculo Leilões de Copra de Energia Elétrica Proveniente de Novos Epreendientos de Geração Ministério de Minas e Energia

Leia mais

Gestão Documental na Administração Pública

Gestão Documental na Administração Pública Gestão Documental na Administração Pública 6 de dezembro de 2012 Auditório da Torre do Tombo Patrocínio Gold Patrocinadores Globais APDSI Patrocínio Prata Polícia Judiciária: Gestão de Documentos, Processos,

Leia mais

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa:

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa: 6 FUVEST 09/0/202 Seu é Direito nas Melhores Faculdades 07. Obras célebres da literatura brasileira fora abientadas e regiões assinaladas neste apa: Co base nas indicações do apa e e seus conhecientos,

Leia mais

SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL

SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL 1 SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL Toda organização, pública ou privada, independente de seu tamanho, deve constituir uma área para atendimento às demandas dos colaboradores

Leia mais

ATIVIDADE DE COMPOSTAGEM

ATIVIDADE DE COMPOSTAGEM ATIVIDADE DE COMPOSTAGEM 1. Identificação Epresa/Interessado: Endereço: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: E-ail: Atividade: Localização do epreendiento (Endereço): Bairro: CEP: Contato:

Leia mais

PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA Outubro de 2014

PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA Outubro de 2014 PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA Outubro de 2014 DIVISÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - DTI PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA - 1 SUMÁRIO 1. OBJETIVOS 2. CENÁRIO ATUAL DE TI 2.1. AVALIAÇÃO E DIAGNÓSTICO DO CENÁRIO

Leia mais

Parcerias nos Domínios Técnico e Tecnológico Evolução e Resultados

Parcerias nos Domínios Técnico e Tecnológico Evolução e Resultados Evolução e Resultados Dr. Manuel Moreira Coordenador do PSGSS Workshop: Protecção Social Obrigatória: níveis de solidez e perspectivas de desenvolvimento Hotel Epic Sana, 31. Outubro.2014 Contexto A Segurança

Leia mais

Apresentação do Projecto «Citius» e entrega de computadores portáteis com esta aplicação aos alunos do Centro de Estudos Judiciários Lisboa 2007-09-20

Apresentação do Projecto «Citius» e entrega de computadores portáteis com esta aplicação aos alunos do Centro de Estudos Judiciários Lisboa 2007-09-20 Apresentação do Projecto «Citius» e entrega de computadores portáteis com esta aplicação aos alunos do Centro de Estudos Judiciários Lisboa 2007-09-20 Não tendo podido estar presente na abertura das actividades

Leia mais

As TIC e a Saúde no Portugal de 2013

As TIC e a Saúde no Portugal de 2013 As TIC e a Saúde no Portugal de 2013 20 de fevereiro de 2014 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Patrocinadores Bronze Apoios Patrocinadores Globais Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2013

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Reestrutura as unidades vinculadas à Secretaria de Tecnologia da Informação SETIN do Tribunal Superior do Trabalho.

Leia mais