Palavras-chave: Administração Financeira. Empresa Familiar. Fluxo de Caixa

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1 O FLUXO DE CAIXA COMO INSTRUMENTO DE GRANDE RELEVÂNCIA PARA UMA BOA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA FAMILIAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA CIDADE DE IPATINGA MG Lorena Nishio Alves Neiva Aluna de Administração Msc. José Geraldo Teixeira Professor (Unileste) RESUMO A administração financeira é área de fundamental importância dentro das organizações e possui como ferramenta para o planejamento e controle das disponibilidades o fluxo de caixa. Dentro desta perspectiva, o presente artigo pretende evidenciar o fluxo de caixa como instrumento de grande relevância o setor financeiro da empresa. Neste sentido, foi avaliado o fluxo de caixa de uma microempresa familiar prestadora de serviços, e relacioná-lo, através da observação, à situação financeira da empresa. Também analisou-se o fluxo de caixa existente e identificou as principais falhas; propôs melhorias na construção do fluxo de caixa.o conhecimento embasado em teóricos permite apresentar as referências sobre empresas familiares e suas dificuldades em estabelecer parâmetros de instrumentos financeiros e a importância da administração financeira e fluxo de caixa nas empresas. A coleta de dados ocorreu através da observação e através de um estudo de caso, objetivou-se comprovar a correlação da utilização do instrumento (fluxo de caixa) para a boa condução do setor financeiro. Foi realizada uma pesquisa descritiva, com abordagem qualitativa, após a observação e estudo de caso. O estudo permitiu visualizar e comprovar as teorias dos autores apresentados, a ausência de um bom administrador financeiro, concentrado em controlar e organizar as finanças gera um relatório completamente diferente do que se observa na realidade. A partir da construção do primeiro e terceiro fluxo de caixa foi possível observar a discrepância entre os valores de saldo final, o lucro da empresa no período de análise foi muito maior do que o observado pelo gestor, a partir dos controles existentes. Palavras-chave: Administração Financeira. Empresa Familiar. Fluxo de Caixa 1INTRODUÇÃO Reconhece-se a área financeira como tão importante para as organizações, quanto à área das vendas ou prestação de serviço. Dentro das funções exercidas pelo administrador financeiro está a administração de caixa, e como ferramenta para CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

2 o planejamento e controle das disponibilidades está o fluxo de caixa. Dentro dessa perspectiva, o presente artigo pretende evidenciar o fluxo de caixa como instrumento de grande relevância para manter a organização do setor financeiro das empresas. O objetivo deste trabalho é avaliar o fluxo de caixa de uma empresa familiar prestadora de serviços e relacioná-lo a situação financeira da empresa. Para atingilo será necessário analisar o fluxo de caixa existente e identificar as principais falhas; propor melhorias na construção do fluxo de caixa e auxiliar a empresa para utilizá-lo como instrumento de tomada de decisões financeiras. O fluxo de caixa, ao ser construído de forma correta, permite que o gestor visualize com precisão as despesas geradas pelos serviços prestados, é possível planejar investimentos, ou analisar a possibilidade de captação de empréstimos. Segundo Santos (2001) o fluxo de caixa permite que a empresa conheça a sua capacidade de liquidar seus compromissos, planeje a contratação de empréstimos e financiamentos, maximize o rendimento das aplicações das sobras de caixa, avalie o impacto financeiro da variação dos custos e avalie o impacto financeiro do aumento da prestação de serviço. Além disso, ao possuir uma ferramenta financeira, criteriosamente organizada, com todas as receitas e despesas anotadas, o gestor conhecerá seus desembolsos diários, os custos fixos e variáveis e poderá planejar a aplicação de seus recursos financeiros. O fluxo de caixa é o instrumento que permite ao administrador financeiro planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros desua empresa para determinado período.uma vez programadas as necessidades financeiras e determinadas as fontes de recursos que serão captados, resta ao administrador financeiro à tarefa de distribuí-los, de forma inteligente e segura, em diversos itens do ativo da empresa (ZDANOWICZ, 2000, p.19). Para atingir os objetivos do trabalho, como metodologia será utilizada a abordagem qualitativa, de caráter exploratório, através de um estudo de caso onde se pretende evidenciar o fluxo de caixa como instrumento de grande relevância para manter a organização do setor financeiro das empresas em uma empresa familiar de prestação de serviços na cidade de Ipatinga MG. CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

3 2 REFERENCIAL TEÓRICO Este tópico consiste em apresentar ideias baseadas em literaturas, visando o embasamento teórico do estudo. Expõem-se os autores conhecedores do assunto da pesquisa para fundamentar o tema desenvolvido. 2.1 Gestão financeira nas empresas familiares A constituição das empresas familiares muitas vezes não conta com a elaboração de um plano de negócio, ou mesmo com profissionais capacitados para administra-la.na maioria das vezes há conhecimento sobre o serviço a ser prestado, pois a abertura da organização ocorreu por necessidade ou sonho de um profissional que atuou na área como empregado e viu a oportunidade para abrir seu próprio negócio. Miorin (2014) afirma que grande parte das empresas familiares começam pequenas, com uma ou duas pessoas da família.muitas vezes a constituição dessas organizações ocorre pelo sonho do empresário de possuir seu próprio negócio, e este não possui nenhum conhecimento teórico, técnico ou experiência em gestão. A ausência de profissionais especializados faz surgir problemas na gestão financeira da organização, dentre eles o mais comum é a junção das contas pessoais às da empresa. Segundo Zuini (2011) os pequenos empresários, por se dedicarem inteiramente ao negócio, começam a misturar as atividades pessoais ao cotidiano empresarial e paga a escola do filho ou o supermercado com dinheiro da empresa. É de fundamental importância que as empresas, independente de sua classificação (grande, pequena, familiar, pública ou privada) sejam organizadas financeiramente. A experiência tem comprovado que as dificuldades financeiras, especialmente as que embaraçam as micro e pequenas empresas, parecem decorrer das ausências do planejamento e do controle de suas atividades operacionais. Não se quer com isso afirmar que todos os fracassos possam ser evitados única e exclusivamente através de planejamento e controle financeiros, porém muitos os seriam com certeza (ZDANOWICZ, 2000, p.50). CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

4 Segundo Santos (2001) em virtude da crescente complexidade da economia brasileira e da expansão e sofisticação do mercado financeiro, a administração financeira das pequenas e médias empresas, que consistia basicamente em receber e pagar, precisou se adequar as maiores exigências para as funções financeiras. Dentro da administração financeira estão os orçamentos, administração do caixa, previsões financeiras, administração do crédito, análise de investimento e captação de fundos.neste artigo, será abordada apenas a administração de caixa. 2.2 Administração de caixa O caixa da empresa refere-se ao movimento financeiro dentro das organizações, as contas a pagar e a receber, administrar esse fluxo consiste em: planejar e destinar adequadamente, os recebimentos para os gastos gerados. A administração de caixa numa empresa abrange as atividades de planejamento e controle das disponibilidades financeiras que é a parcela do ativo circulante representada pelos depósitos nas contas correntes bancárias e aplicações financeiras de liquidez imediata (SANTOS, 2001, p. 56). A administração eficiente do fluxo de caixa (disponibilidades) contribui significativamente para a maximização do lucro das empresas. (HOJI, 2008, p. 111). A geração permanente de lucro e caixa contribui para que uma empresa moderna cumpra suas funções sociais por meio de geração e pagamento de impostos, treinamento e remuneração adequado aos empregados, investimentos em melhoria ambiental etc (HOJI, 2008, p.3). A empresa que administra adequadamente seu caixa e possui um bom planejamento, possivelmente mantém um equilíbrio financeiro evitando problemas em liquidar suas contas, possibilitando maiores investimentos na organização. Hoji (2008) ainda expõe que, as contas a receber, estoques e contas a pagar são as principais contas patrimoniais operacionais que exercem forte impacto no caixa. Para os autores, a administração de caixa consiste em um bom planejamento de caixa. É responsabilidade do administrador financeiro, analisar as contas a CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

5 receber, o estoque e as contas a pagar e organizá-las da melhor forma a fim de obter maior lucro. Santos (2001) define princípios para aplicação das sobras de caixa, são eles: aplicação em investimento sem riscos, precisão do fluxo de caixa, prazo de cobertura do fluxo de caixa, aplicação fora do mercado financeiro, financiamentos, margem de segurança. O autor ainda aborda sobre o déficit de caixa, insuficiência de caixa é o primeiro sintoma da existência de problemas financeiros na empresa (SANTOS, 2001, p.69). A partir da administração eficiente do fluxo de caixa, o administrador é capaz de conhecer, prever suas sobras e destiná-las a aplicações adequadas, da mesma forma é capaz de detectar problemas financeiros. Santos (2001) apresenta soluções para os problemas de caixa, são elas: acelerar as entradas de caixa, agilizar o processo de recebimento e depósito, retardar e suspender as saídas de caixa e renegociar os financiamentos. A administração de caixa eficiente ocorre mediante planejamento. É preciso projetar o caixa, os recebimentos e pagamentos Fluxo de caixa O fluxo de caixa é o relatório financeiro mais importante para o administrador financeiro, pois ele registra as entradas e saídas de dinheiro da empresa permitindo conhecer o saldo final em um determinado período de tempo. O fluxo de caixa é um instrumento de planejamento financeiro que tem por objetivo fornecer estimativas da situação de caixa da empresa em determinado período de tempo à frente (SANTOS, 2001, p. 57). O fluxo de caixa é o instrumento que permite ao administrador financeiro planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua empresa para determinado período (ZDANOWICZ, 2000, p. 19). O fluxo de caixa é um esquema que representa as entradas e saídas de caixa ao longo do tempo. Em um fluxo de caixa, deve existir pelo menos uma saída e pelo menos uma entrada (ou vice-versa) (HOJI, 2008, p.76). CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

6 Para Santos (2001), a principal finalidade do fluxo de caixa é informar a capacidade que a empresa tem para liquidar seus compromissos financeiros a curto e longo prazo, além disso, permite, planejar a contratação de empréstimos e financiamentos, maximizar o rendimento das aplicações das sobras de caixa, avaliar o impacto financeiro de variações de custos e avaliar o impacto financeiro de aumento das vendas. O principal objetivo do fluxo de caixa é dar uma visão das atividades desenvolvidas, bem como as operações financeiras que são realizadas diariamente, no grupo do ativo circulante, dentro das disponibilidades, e que representam o grau de liquidez da empresa (ZDANOWICZ, 2000, p.40). O desenvolvimento adequado do fluxo de caixa, como instrumento financeiro, permite ao administrador conhecer a rentabilidade da sua organização, a capacidade de liquidar suas contas ou captar empréstimos. Quanto às características do fluxo de caixa, os principais fatores determinantes do formato do fluxo de caixa são o prazo de cobertura, sua utilização e a disponibilidade de recursos humanos e materiais a serem alocados a sua implantação e operação (SANTOS, 2001, p. 59). O fluxo de caixa é um receptor de dados financeiros gerados por todas as áreas da empresa. Projeções de recebimentos de vendas e pagamentos de compras, pessoal, serviços de terceiros, juros, impostos, receitas e gastos diversos são informações importadas de diversas áreas da empresa pelo fluxo de caixa (SANTOS, 2001, p.64). O fluxo de caixa permite que o administrador conheça as entradas e saídas diárias que ocorrem na organização, sendo capaz de projetar suas decisões financeiras, e antecipar-se aos eventuais problemas financeiros. Para Santos (2001) os principais dados do fluxo de caixa são projeções de receita de vendas, projeções de recebimentos da cobrança, projeções de desembolso com compras e serviços, projeções de despesa com pessoal e despesas financeiras. O fluxo de caixa destina-se a produzir estimativas numéricas que são para apoiar a tomada de decisões. Naturalmente a qualidade dessas decisões dependerá do grau de precisão dessas estimativas. As informações do fluxo de caixa estão sujeitas à natural imprecisão de toda atividade de CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

7 planejamento (SANTOS, 2001, p.66) É necessário que o administrador financeiro utilize outros meios de projeções e análise financeira, para que sua tomada de decisão seja mais segura e livre de incertezas, segundo Santos (2001) é preciso utilizar análise de sensibilidade, tratamento estatísticos de dados e a empresa deve possuir uma cultura de planejamento. As empresas são obrigadas a projetar o fluxo de caixa com alto grau de acerto, visando reduzir a necessidade de capital de giro, diminuir seus custos financeiros e dispor da liquidez almejada. Através do fluxo de caixa o administrador financeiro pode determinar os objetivos e as metas a serem alcançadas pela empresa, de forma antecipada, consistente e racional (ZDANOWICZ, 2000, p.34). A qualidade informativa do orçamento de caixa e da projeção do fluxo de caixa é muito importante, pois quanto melhor for a previsibilidade, melhor será a maximização dos recursos financeiros (HOJI, 2008, p. 160). A projeção de fluxo de caixa deve ser sistematicamente revisada e atualizada, pelo menos semanalmente, com base em fluxo efetivo e em alterações das premissas e condições anteriormente projetadas, para aproximar-se o mais possível do resultado financeiro efetivo (HOJI, 2008, p.160). Zdanowicz (2000) aponta como principais fatores internos que alteram o saldo do fluxo de caixa, a alteração na política de vendas, decisões na área de produção, política de compras e política de pessoal. É preciso que os setores da organização trabalhem de forma sistêmica, ou seja, é preciso haver interação e comunicação de todas as áreas da empresa com o setor financeiro, pois qualquer tomada de decisão tem consequências financeiras (ZDANOWICZ, 2000, p.45). É necessário que o administrador tenha controle sobre as anotações do fluxo de caixa, pois entradas ou saídas divergentes das atividades da empresa, também comprometem o saldo do fluxo de caixa. Zdanowicz (2000) expõe também, os fatores externos que comprometem as finanças da empresa, são elas redução da atividade econômica, fase de expansão, CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

8 atraso dos clientes, função do nível de preços, atraso na entrega do produto, alterações de alíquotas ou novos tributos. O administrador financeiro deve estar atento aos fatores externos, manter-se bem informado e atualizado sobre os acontecimentos no mercado o qual a sua empresa está inserida, identificar informações que afetam direta e indiretamente a organização. Será abordada no tópico seguinte a gestão do fluxo de caixa nas empresas familiares, não profissionais Gestão do fluxo de caixa em empresas familiares As empresas familiares muitas vezes empregam parentes sem nenhuma qualificação para exercer o cargo de administradores financeiros. Para Zdanowicz (2000) a ausência desse profissional faz com que a gestão do fluxo de caixa fique comprometida, pois cabe ao profissional a tarefa de distribuir os recursos financeiros de forma inteligente e segura em diversos itens do ativo da empresa. Considerando o embasamento teórico sobre a gestão financeira nas empresas familiares e as definições e características do fluxo de caixa, faz-se saber que ao registrar no fluxo de caixa contas que não se referem à empresa, o seu resultado será influenciado, desconhecendo a real situação da empresa. Segundo Landgraf (2009) os sócios de pequenas empresas muitas vezes utilizam os recursos corporativos para saldar dívidas pessoais, este feito compromete as finanças da organização e sua capacidade de honrar com suas obrigações. O autor ressalta que o dinheiro da caixa da empresa não deve se misturar com as despesas pessoais dos sócios. 3 METODOLOGIA Fundamentando-se no objetivo de avaliar a importância do fluxo de caixa para a organização financeira da empresa em estudo, o trabalho é conduzido por uma pesquisa descritiva. A pesquisa descritiva observa, registra, analisa e correlaciona fatos ou fenômenos (variáveis) sem manipulá-los. (LAKATOS 2002, p. 66). CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

9 Além disso, segundo Gil (2002) as pesquisas descritivas tem como objetivo primordial o estabelecimento de relações entre variáveis, (fluxo de caixa e organização financeira) e uma de suas características mais significativas está na utilização de técnicas padronizadas de coleta de dados, como, por exemplo, a observação sistemática. Para coleta de dados será utilizada a observação, segundo Cervo e Bervian (2002) a observação valora todos os outros processos, sem ela o estudo da realidade seria reduzido à simples conjetura e adivinhação. Esta será feita através de um estudo de caso em uma microempresa a fim de comprovar, pautando-se em literaturas existentes, a correlação da utilização do instrumento (fluxo de caixa) para a boa condução do setor financeiro. Em relação à abordagem a pesquisa caracteriza-se como qualitativa uma vez que será observado o fluxo de caixa existente na empresa e suas influências no setor financeiro. Na abordagem qualitativa, a pesquisa tem o ambiente como fonte direta dos dados. O pesquisador mantém contato direto com o ambiente e o objeto de estudo em questão, necessitando de um trabalho mais intensivo de campo. Nesse caso, as questões são estudadas no ambiente em que elas se apresentam sem qualquer manipulação intencional do pesquisador (PRADANOV; FREITAS, 2013, p. 70). Para Gil (2002) o processo de análise qualitativa é menos formal e pode ser definido como uma sequência que envolve a redução e categorização dos dados sua interpretação e redação do relatório. A partir do conhecimento teórico sobre o assunto em questão e observação da ocorrência dos fatos em ambiente real, será elaborado um relatório apresentando a descrição do estudo realizado. 4. ESTUDO DE CASO O estudo de caso tem por finalidade apresentar o fluxo de caixa de uma microempresa familiar prestadora de serviços e analisá-lo sobre os parâmetros das teorias apresentadas neste artigo. CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

10 4.1 Caracterização da empresa A empresa X é uma empresa familiar. Atua como prestadora de serviços de prótese odontológica produz dentaduras, roachs, coroas de porcelana, implantes dentários, aparelhos ortodônticos, placas de clareamento, placas de bruxismo, entre outros. O início das atividades ocorreu em 01 de Maio de 1989, instalada em uma pequena residência contando com os serviços dos dois sócios. Atualmente a organização possui dois funcionários e dois sócios, ampla carteira de clínicas odontológicas do Vale do Aço e contrato com a prefeitura do município de Timóteo. A empresa está localizada no bairro Horto, município de Ipatinga Minas Gerais. 4.2 Análise de resultados Observou-se que a organização conta com dois cadernos para os registros de entradas e saídas, ao final de cada mês o proprietário realiza o somatório de todas as despesas e recebimentos e calcula a diferença entre estes, observando se houve lucro ou prejuízo. Porém existem diversas falhas na composição destas anotações que impedem que esta análise demonstre a situação econômica real da empresa. São elas: Entradas: O caderno de entrada engloba, além dos recebimentos provenientes das prestações de serviços, renda extra dos sócios (aluguéis de imóveis). Outro ponto prejudicial é o fato de os pagamentos recebidos via depósito bancário não serem anotados no caderno de entrada. Os recebimentos em cheque são anotados na entrada, quando recebidos, mesmo que estes sejam pré-datados. CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

11 Saídas: O caderno de saída registra, além das despesas da empresa, os gastos pessoais dos sócios. Desconhecem-se os custos fixos, ou provisão dos variáveis. Os sócios não retiram pró labore. O estudo do fluxo de caixa da organização permitiu comprovar as teorias apresentadas sobre empresas familiares, a organização em estudo foi fundada por dois sócios dotados de experiência na prestação de serviço, porém sem nenhuma experiência em gestão. Comprovou-se também, a ausência da separação de contas, as contas pessoais estão interligadas de uma forma que em alguns casos é impossível determinar se é pessoal ou da empresa. O estudo possibilitou também, perceber que a construção inadequada do instrumento financeiro (fluxo de caixa), provoca efeitos negativos na organização financeira da empresa, pois a empresa, no período do estudo não conseguiu liquidar todos seus compromissos na data correta, apesar de o fluxo de caixa demonstrar um saldo positivo ao final do mês de análise. Para facilitar a compreensão e construir o presente relatório, realizou-se a construção de 3 fluxos de caixa, todos baseados nos cadernos existentes na empresa, o período analisado foi o mês de Abril de O primeiro fluxo foi construído da forma como a organização tem seu controle financeiro atualmente, não constituíram como entrada os recebimentos via depósito bancário ou os cheques pré-datados e a renda extra dos sócios foram contabilizadas, bem como os gastos pessoais, nas saídas. O saldo final demonstrou um lucro de R$746,11, conforme demonstrado em seguida. O saldo inicial foi igual a um déficit de R$615,00, este valor foi baseado nos valores registrados de entradas e saídas no mês de Maio, deve-se observar que este cálculo conta, provavelmente, com as mesmas falhas presente no mês de análise. CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

12 PRIMEIRO FLUXO DE CAIXA Mês: Abril Semanas Item 1/4 a 4/4 5/4 a 11/4 12/4 a 18/4 19/4 a 25/4 26/4 a 30/4 Entradas A vista R$ 0,00 R$ 574,80 R$ 6.016,00 R$ 1.094,00 R$ 2.170,00 Receita pessoal sócios R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 4.816,00 R$ 647,00 R$ 0,00 R$ Total entradas R$ 0,00 R$ 574, ,00 R$ 1.741,00 R$ 2.170,00 SAÍDAS Impostos R$ 0,00 -R$ 181,77 -R$ 805,33 -R$ 85,68 -R$ 126,80 Água R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 177,22 R$ 0,00 R$ 0,00 Luz R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Telefone R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 262,80 R$ 0,00 -R$ 185,75 Material de escritório -R$ 24,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Outras depesas R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 415,95 R$ 0,00 -R$ 15,00 Alimentação -R$ 14,00 -R$ 8,49 -R$ 13,94 -R$ 19,08 -R$ 5,58 Fornecedores R$ 0,00 -R$ 177,00 -R$ 242,10 -R$ 295,00 R$ 0,00 Funcionários R$ 0,00 -R$ 2.313,56 -R$ 300,00 -R$ 637,00 R$ 0,00 Despesas pessoais sócios -R$ 379,69 -R$ 759,72 -R$ 4.253,04 -R$ 1.698,07 -R$ 559,52 Total saídas -R$ 417,69 -R$ 3.440,54 -R$ 6.470,38 -R$ 2.734,83 -R$ 892,65 Saldo inicial -R$ 615,60 -R$ 1.033,29 -R$ 3.899,03 R$ 462,59 -R$ 531,24 Resultado de caixa -R$ 417,69 -R$ 2.865,74 R$ 4.361,62 -R$ 993,83 R$ 1.277,35 Saldo final -R$ 1.033,29 -R$ 3.899,03 R$ 462,59 -R$ 531,24 R$ 746,11 Fonte: Elaborado pela autora O segundo fluxo foi o pessoal dos sócios, a partir das entradas e saídas discriminadas nos cadernos, foi construído o fluxo que contou como entrada a renda proveniente dos aluguéis e como saída todas as despesas pessoais registradas. O saldo final demonstrou um déficit de R$2187,04. O saldo inicial foi considerado igual à zero, uma vez que alguns alugueis não foram registrados na entrada do mês de Maio, não foi considerado o valor de pró labore dos sócios, uma vez que não há essa retirada. SEGUNDO FLUXO DE CAIXA Mês: Abril Semanas Item 1/4 a 4/4 5/4 a 11/4 12/4 a 18/4 19/4 a 25/4 26/4 a 30/4 Entradas Receita pessoal sócios R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 4.816,00 R$ 647,00 R$ 0,00 Total entradas R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 4.816,00 R$ 647,00 R$ 0,00 SAÍDAS Despesas pessoais sócios -R$ 379,69 -R$ 759,72 -R$ 4.253,04 -R$ 1.698,07 -R$ 559,52 Total saídas -R$ 379,69 -R$ 759,72 -R$ 4.253,04 -R$ 1.698,07 -R$ 559,52 Saldo inicial R$ 0,00 -R$ 379,69 -R$ 1.139,41 -R$ 576,45 -R$ 1.627,52 Resultado de caixa -R$ 379,69 -R$ 759,72 R$ 562,96 -R$ 1.051,07 -R$ 559,52 Saldo final -R$ 379,69 -R$ 1.139,41 -R$ 576,45 -R$ 1.627,52 -R$ 2.187,04 Fonte: Elaborado pela autora CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

13 O terceiro fluxo, é uma sugestão de como deve ser feito o fluxo da empresa, apenas com as entradas provenientes da prestação de serviço, considerando também os recebimentos via depósito bancário e os cheques pré-datados. Foi sugerido também um valor de retirada pró labore equivalente a R$2000,00 para cada sócio, este valor foi constituído com base no déficit observado no fluxo de caixa pessoal, após o somatório de todas as despesas e todas as entradas a empresa obteve no mês de Abril um lucro de R$ 4.356,35. Deve-se considerar que os valores apresentados apesar de bem próximos da realidade da empresa, ainda, provavelmente, se diverge do valor real, uma vez que o controle realizado na organização é prematuro e possui falhas, citadas posteriormente. Mês: Abril TERCEIRO FLUXO DE CAIXA Semanas Item 1/4 a 4/4 5/4 a 11/4 12/4 a 18/4 19/4 a 25/4 26/4 a 30/4 Entradas A vista R$ 0,00 R$ 5.648,00 R$ 6.016,00 R$ 1.094,00 R$ 2.170,00 A prazo R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 200,00 R$ 0,00 R$ 150,00 Total entradas R$ 0,00 R$ 5.648,00 R$ 6.216,00 R$ 1.094,00 R$ 2.320,00 SAÍDAS Impostos R$ 0,00 -R$ 181,77 -R$ 805,33 -R$ 85,68 -R$ 126,80 Água R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 177,22 R$ 0,00 R$ 0,00 Luz R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Telefone R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 262,80 R$ 0,00 -R$ 185,75 Material de escritório -R$ 24,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Outras despesas R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 415,95 R$ 0,00 -R$ 15,00 Alimentação -R$ 14,00 -R$ 8,49 -R$ 13,94 -R$ 19,08 -R$ 5,58 Fornecedores R$ 0,00 -R$ 177,00 -R$ 242,10 -R$ 295,00 R$ 0,00 Funcionários R$ 0,00 -R$ 2.313,56 -R$ 300,00 -R$ 637,00 R$ 0,00 Retirada pró labore R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 4.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Total saídas -R$ 38,00 -R$ 2.680,82 -R$ 6.217,34 -R$ 1.036,76 -R$ 333,13 Saldo inicial -R$ 615,60 -R$ 653,60 R$ 2.313,58 R$ 2.312,24 R$ 2.369,48 Resultado de caixa -R$ 38,00 R$ 2.967,18 -R$ 1,34 R$ 57,24 R$ 1.986,87 Saldo final -R$ 653,60 R$ 2.313,58 R$ 2.312,24 R$ 2.369,48 R$ 4.356,35 Fonte: Elaborado pela autora O estudo permitiu visualizar e comprovar as teorias dos autores CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

14 apresentados, a ausência de um bom administrador financeiro, concentrado em controlar e organizar as finanças gera um relatório completamente diferente do que se observa na realidade. A partir da construção do primeiro e terceiro fluxo de caixa foi possível observar a discrepância entre os valores de saldo final, o lucro da empresa no período de análise foi muito maior do que o observado pelo gestor, a partir dos controles existentes. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Este tópico evidencia os resultados obtidos com trabalho, é uma síntese de todos os elementos apresentados nos textos do artigo, unindo idéias e fechando as questões apresentadas na introdução. A pesquisa proposta para elaboração deste trabalho foi a observação, este método foi suficiente e adequado para a obtenção de dados para a composição do trabalho, além disso, permitiu identificar além das falhas presente no fluxo de caixa (principal objeto de estudo), as causas do problema. Permitiu conhecer pontos positivos existentes na empresa, apesar de suas dificuldades financeiras. O sócio responsável pela organização financeira, não possui experiência em gestão, além dos anos de prática na própria empresa, é o responsável majoritário pela prestação de serviço e inspeção de qualidade, na ausência de um entregador realiza também as funções deste. Ou seja, há uma sobrecarga de funções concentrada no proprietário, devido a ausência de funcionários, o que impede que todas as funções desempenhadas sejam realizadas de forma adequada. As ideias dos teóricos apresentadas neste artigo foram comprovadas na prática, tudo o que se defendeu sobre empresas familiares pôde ser observado na empresa do estudo de caso. A forma de realizar as anotações de forma inadequada demonstrou o quanto compromete a análise da situação econômica da empresa, e que esta está fortemente ligada ao controle de caixa. A empresa possui saldo positivo ao final do período analisado, porém não conseguiu liquidar todas as suas dívidas na data correta, ou seja, há um erro em relação aos controles feitos, prejudicial para análise do gestor. Ao final do período de análise, foi demonstrado ao gestor o fluxo real da CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

15 empresa, os gastos e receitas pessoais e a sugestão da retirada pró labore, apresentou-se a confecção do fluxo agrupando as contas e inserindo os recebimentos via depósito, para que os gastos e receitas sejam mais facilmente visualizados, para que ajude na tomada de decisões. A empresa, apesar de enfrentar problemas financeiros, possui tempo de mercado, e é reconhecida pela qualidade do serviço prestado, deverão ser implementadas mudanças como a contratação de novos funcionários capacitados para desempenhar as atividades destinadas a cada um, caberá ao proprietário delegar funções, para que possa se dedicar inteiramente a área da prestação de serviço. REFERÊNCIAS CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. 5. ed. São Paulo: Prentice Hall, HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária. 7. ed. São Paulo: Atlas, GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Técnica de pesquisa: planejamento e execução de pesquisa, amostragem e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 5 ed. São Paulo: Atlas, LANDGRAF, Rodolf. 3 setembro 2009 Os sete principais erros das empresasfamiliares. 3 set Disponível em: < Acesso em: 30 out MIORIN, Sergio. A profissionalização da empresa familiar.7 out Disponível em: < Familiar&idc_cad=sa2pdriyq>. Acesso em 30 out PRADANOV, Cleber Cristiano; FREITAS, Ernani Cesar de. Metodologia do trabalho científico: Métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Rio Grande do Sul: Universidade Feevale ROSS, Stephen A. et al. Princípios de Administração Financeira. 2. ed. São Paulo: Atlas, CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

16 SANTOS, Edno Oliveira dos. Administração financeira da pequena e média empresa. São Paulo: Atlas, ZDANOWICZ, José Eduardo. Fluxo de caixa. 8. ed. Porto Alegre: Sagra Luzzato, ZUINI, Prisicila. Como separar as despesas pessoais das contas da empresa. 7 out Disponível em: < Acesso em: 30 out CONCISA - Revista Multidisciplinar da Área de Ciências Sociais Aplicadas, ISSN , Coronel Fabriciano, n. 2, p , nov

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