Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A dinâmica dos grupos e o processo grupal. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A dinâmica dos grupos e o processo grupal. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula"

Transcrição

1 D I S C I P L I N A Psicologia da Educação A dinâmica dos grupos e o processo grupal Autora Vera Lúcia do Amaral aula 10

2 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário de Educação a Distância SEED Carlos Eduardo Bielschowsky Universidade Federal do Rio Grande do Norte Reitor José Ivonildo do Rêgo Vice-Reitora Ângela Maria Paiva Cruz Secretária de Educação a Distância Vera Lúcia do Amaral Secretaria de Educação a Distância- SEDIS Coordenadora da Produção dos Materiais Marta Maria Castanho Almeida Pernambuco Coordenador de Edição Ary Sergio Braga Olinisky Projeto Gráfico Ivana Lima Revisores de Estrutura e Linguagem Eugenio Tavares Borges Jânio Gustavo Barbosa Thalyta Mabel Nobre Barbosa Revisoras de Língua Portuguesa Janaina Tomaz Capistrano Sandra Cristinne Xavier da Câmara Revisora Tipográfica Nouraide Queiroz Ilustradora Carolina Costa Editoração de Imagens Adauto Harley Carolina Costa Diagramadores Bruno de Souza Melo Dimetrius de Carvalho Ferreira Ivana Lima Johann Jean Evangelista de Melo Adaptação para Módulo Matemático André Quintiliano Bezerra da Silva Kalinne Rayana Cavalcanti Pereira Thaísa Maria Simplício Lemos Imagens Utilizadas Banco de Imagens Sedis (Secretaria de Educação a Distância) - UFRN Fotografias - Adauto Harley Stock.XCHG - Revisora das Normas da ABNT Verônica Pinheiro da Silva Divisão de Serviços Técnicos Catalogação da publicação na Fonte. UFRN/Biblioteca Central Zila Mamede Amaral, Vera Lúcia do. Psicologia da educação / Vera Lúcia do Amaral. - Natal, RN: EDUFRN, p.: il. Conteúdo: A psicologia e sua importância para a educação A inteligência A vida afetiva: emoções e sentimentos Crescimento e desenvolvimento A psicologia da adolescência A formação da identidade: alteridade e estigma Como se aprende: o papel do cérebro Como se aprende: a visão dos teóricos da educação Estratégias e estilos de aprendizagem: a aprendizagem no adulto A dinâmica dos grupos e o processo grupal A família A escola como espaço de socialização Sexualidade A questão das drogas Os meios de comunicação de massa. 1. Psicologia. 2. Psicologia educacional. 3. Didática. I. Título. ISBN: CDU RN/UF/BCZM 2007/49 CDD 150 Copyright 2007 Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste material pode ser utilizada ou reproduzida sem a autorização expressa da UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

3 Apresentação A té agora, discutimos a forma como a Psicologia estuda e descreve o indivíduo. Mesmo quando apresentamos e defendemos uma abordagem que trata desse indivíduo como um ser sócio-histórico, é sempre do indivíduo que estamos falando. A partir desta aula, vamos começar a discutir um conjunto de temas que analisa o comportamento das pessoas na sua vida em grupos. Iniciaremos, então, conceituando os grupos sociais, como eles se constituem e qual a sua dinâmica. Objetivos Conhecer os conceitos de instituição, de organização e de grupo. Distinguir os tipos de grupos. Distinguir os fenômenos que ocorrem na dinâmica de um grupo. Conhecer os grupos operativos. Conhecer algumas técnicas de trabalho em grupo para uso em sala de aula. Aula 10 Psicologia da Educação

4 Os estudos iniciais Passamos a maior parte das nossas vidas convivendo em grupos. Seja a nossa família, seja o grupo de amigos, seja a turma do trabalho, estamos sempre compartilhando nosso cotidiano com outras pessoas. Já em 1919, um estudioso chamado Trotter ( ) definia o instinto gregário como um dos quatro instintos básicos do homem, sendo os outros: o instinto de autopreservação, o instinto de nutrição e o instinto sexual. O instinto gregário seria aquele que nos faria procurar sempre viver em grupos, como uma forma conforme explicação darwiniana de tornarmo-nos mais resistentes à seleção natural. Para a Psicologia, o estudo dos grupos é um dos seus temas fundamentais, ao ponto de existir um ramo chamado Psicologia Social. A preocupação da Psicologia com o estudo dos grupos começa com os estudos da chamada Psicologia das Massas, que tentava compreender fenômenos coletivos. Na verdade, o início dessas preocupações ocorreu quando os psicólogos, ao se debruçarem sobre a Revolução Francesa, se perguntavam como era possível uma multidão de pessoas ser levada por um líder a comportamentos que muitas vezes colocavam em risco as suas próprias vidas. E assim buscavam saber que fenômeno era aquele capaz de possibilitar a um enorme grupo agir com tamanha coesão. Figura 1 A tomada da Bastilha, marco da Revolução Francesa A referência clássica para essa discussão é o francês Gustave Le Bon ( ), que publicou em 1895 um livro chamado Psicologia das Massas, o qual é reeditado até os dias atuais. Para Le Bom, havia uma ruptura profunda entre o fenômeno individual e o fenômeno coletivo, ao ponto de se poder falar de uma psicologia das multidões e de uma psicologia do indivíduo. A multidão é apresentada como uma espécie de ser unitário provido de características psicológicas próprias, de modo que os indivíduos que a compõem perdem suas características pessoais, sua autonomia, e passam a agir como uma espécie de psiquismo coletivo, muitas vezes, com comportamentos que o sujeito, quando fora da multidão, jamais teria. Há, pois, a perda da individualidade e a formação de um novo todo, que não é a soma das partes. Para Le Bom, isso se daria por três fatores: o sentimento de poder, o contágio mental e a sugestibilidade. 2 Aula 10 Psicologia da Educação

5 Figura 2 As manifestações nazistas: objeto de estudo da Psicologia das Massas Freud também preocupou-se em estudar a questão dos grupos a partir das idéias de Le Bon. Em seu livro A Psicologia das Massas e a análise do Eu (1973), ele propõe que as massas também não podem ser pensadas como tendo uma forma única. Existiriam, então, as multidões efêmeras e as mais duradouras; as homogêneas, formadas por indivíduos semelhantes, e as não homogêneas; as primitivas e aquelas que possuem um alto grau de organização, que ele chama massas artificiais. Hoje, conhecemos esses grupamentos organizados e estruturados como instituições, como veremos a seguir. Para Freud, não haveria uma mente grupal ou um psiquismo coletivo, como propunha Le Bon. Todos os comportamentos individuais dentro de uma multidão poderiam ser compreendidos a partir do psiquismo dos indivíduos, na medida em que os processos mentais se articulam desde cedo com a dimensão social da existência. As vinculações se dariam em dois eixos: um vertical, no qual os indivíduos se ligariam aos líderes, que encarnariam a figura primordial do chefe da tribo; e um eixo horizontal, no qual haveria uma ligação dos membros uns com os outros, de modo que os indivíduos imersos em uma multidão se sentiriam mais desenvoltos para assumir riscos. Exemplos de atuações de massas podem ser observados historicamente, como o Nazi-fascismo; mas também na vida cotidiana, como as torcidas organizadas em estádios de futebol, ou mesmo protestos radicais, como as manifestações de quebra-quebra em transportes coletivos. Aula 10 Psicologia da Educação 3

6 Atividade 1 Procure recordar se você já participou de manifestações de massa. Se você não vivenciou manifestações desse tipo, seguramente, já assistiu a algumma nos jornais de TV ou em filmes. Descreva essa situação a seguir, relatando quais foram os seus sentimentos nesse momento. sua resposta As instituições, as organizações e os grupos Retomemos agora a questão inicial: nossa vida cotidiana é marcada pela vida em grupo. Para que possamos viver em grupo, são necessárias certas regras, combinações e acertos. Tomemos como exemplo a rotina do nosso trabalho. Saímos de casa em uma determinada hora e vamos a um ponto de ônibus. Sabemos que este passará em uma certa hora que nos permitirá estar no trabalho na hora precisa. Para que isso aconteça, ou seja, para 4 Aula 10 Psicologia da Educação

7 que nós tenhamos a tranqüilidade de esperar o ônibus sabendo que ele virá, foram necessários alguns acertos e combinações que, no caso, ocorreram sem que nós precisássemos intervir. Chegando ao trabalho, esperamos encontrar a porta aberta e o espaço organizado para que iniciemos nossas tarefas. Sabemos também que vamos encontrar os nossos colegas. Todos esses eventos acontecem a partir desses acertos implícitos, dessa regularidade, dessas normas, os quais nos permitem conviver em grupo. A isso chamamos institucionalização, ou seja, o estabelecimento de regularidades comportamentais que possibilitam o viver coletivo. A institucionalização começa como um processo em que as pessoas vão, aos poucos, descobrindo qual a melhor forma, a mais rápida, a mais econômica, de desempenhar suas tarefas. Quando essa forma se repete muitas vezes, torna-se um hábito. Com o passar do tempo, com a transferência desse hábito para as gerações seguintes, começa a haver uma tradição que não exige mais questionamentos e, então, impõe-se por ser uma herança dos antepassados. Depois de muitas gerações, passamos a não nos dar conta do por que continuamos a fazer daquela forma, perdemos a referência de que a herdamos de nossos antepassados. Nesse momento, dizemos que a regra social foi institucionalizada. A instituição é, pois, um valor ou regra social reproduzida no cotidiano com estatuto de verdade, que serve como guia básico de comportamento e padrão ético para as pessoas em geral [...] é o que mais se reproduz e o que menos se percebe nas relações sociais (BOCK, 1999, p. 217). Esse conjunto de regras e valores concretiza-se na sociedade em uma instância chamada organização. A organização pode ser complexa, como as empresas, ou mais simples, como um pequeno estabelecimento, uma entidade não governamental. De todas as maneiras, é onde vão se manter e reproduzir as instituições sociais, ou seja, é na organização que vamos dar vida ao conjunto de regras que estabelecemos para a convivência em grupo. Assim, tanto as instituições quanto as organizações somente existem em função de um conjunto de pessoas que reproduzem e, às vezes, reformulam as regras e os valores: o grupo. Os autores definem grupo como sendo uma unidade que se dá quando os indivíduos interagem entre si e compartilham normas e objetivos. Figura 3 Os grupos de idosos Aula 10 Psicologia da Educação 5

8 Atividade 2 Vamos tentar fazer a diferenciação entre institucionalização e organização. Tome como referência alguma organização que você conheça. Cite essa organização e liste alguns procedimentos institucionalizados que nela ocorrem. sua resposta Tipos de grupos Os grupos podem ser classificados como primários ou secundários. Os grupos primários são aqueles constituídos para a satisfação das necessidades básicas da pessoa e a formação de sua identidade. Caracterizam-se por fortes vínculos afetivos interpessoais e uma hierarquização de poder. Um exemplo pode ser o grupo familiar. Os grupos secundários são aqueles constituídos para a satisfação das necessidades sistêmicas ou de interesses de grandes grupos e classes. Sua identidade é construída pelo papel social que o indivíduo desempenha e o poder está centrado na capacidade e na ocupação social dos seus membros. Um exemplo de grupo funcional pode ser o grêmio estudantil ou os conselhos de classe de uma escola. Assim, um conceito-síntese de grupo pode ser o proposto por Martín-Baró: uma estrutura de vínculos e relações entre pessoas que canaliza em cada circunstância suas necessidades individuais e/ou interesses coletivos (citado por MARTINS, 2003, p. 204). Aula 10 Psicologia da Educação

9 A dinâmica dos grupos Um grupo é um todo dinâmico. Apesar de ser um conjunto de pessoas, não é simplesmente a soma dos participantes, o que significa que qualquer mudança que ocorra em um dos participantes vai interferir no estado do grupo como um todo. E por estarmos sempre mudando é que o grupo é dinâmico. Quando um grupo se estabelece, uma série de fenômenos passa a atuar sobre as pessoas individualmente e, conseqüentemente, sobre o grupo. É o chamado processo grupal. Vamos destacar alguns desses fenômenos: 1) coesão significa o resultado da aderência do indivíduo ao grupo, a fidelidade aos seus objetivos e a unidade nas suas ações. Todo grupo só consegue sobreviver se mantiver uma atração entre seus membros, assim, faz-se necessário uma certa pressão entre os membros para que nele permaneçam. Um grupo, de acordo com suas características, pode apresentar uma maior ou menor coesão. Uma maior coesão geralmente é obtida quando o grupo observa que as finalidades estão sendo cumpridas e os resultados estão sendo obtidos. Quanto maior a coesão maior a satisfação dos membros e maior a produtividade. Isso pode ser claramente observado em um time de futebol. Quanto mais ele se reveste do sentimento de equipe, melhores são os resultados obtidos. E viceversa: quanto melhores os resultados, mas aumenta a coesão do time. 2) padrões grupais são as expectativas de comportamentos partilhados por parte dos membros do grupo. Esses padrões ou normas de comportamento são estabelecidos com a especificação de atitudes ou comportamentos desejáveis por parte dos membros. A partir disso, estabelece-se uma fiscalização por parte do grupo quanto ao cumprimento dessas normas, aplicando-se sanções aos que não as cumprem. Esses padrões muitas vezes não são explicitados, mas espera-se que o indivíduo ao ingressar no grupo os perceba. Por exemplo, não é necessário ressaltar para um membro de um grupo de jovens católico que ele deve comparecer à missa, pois isso está implícito. 3) motivações individuais e objetivos do grupo são os elementos que estão relacionados com a escolha que cada indivíduo faz quando decide participar de um grupo e são importantes para garantir a adesão. Uma pessoa geralmente escolhe participar de um grupo a partir de suas motivações pessoais, sejam motivações referentes aos objetivos do grupo, sejam atrações exercidas por membros daquele grupo. É importante observar as respostas que o grupo dá a essas manifestações individuais, as quais até podem ser admitidas, desde que não interfiram nos objetivos centrais do grupo, que sempre prevalecerão. Quanto mais o grupo zela pela sua coesão, menos manifestações individuais serão toleradas. Uma manifestação individual que atente contra os objetivos do grupo serão punidas com a exclusão daquele membro. Aula 10 Psicologia da Educação

10 4) liderança A habilidade do líder para motivar e influenciar o grupo produz efeitos na atmosfera deste. O grupo pode desenvolver-se em um clima democrático, autoritário ou relaxado, dependendo da vocação do grupo e de lideranças que viabilizem essa vocação. Assim, por exemplo, um grupo cujos membros acreditam que a melhor forma de organizar as relações é a autoritária, vai necessitar de um líder autoritário, que, por sua vez, reforçará a atmosfera autoritária dentro do grupo. Um dos grandes estudiosos da questão da liderança foi Kurt Lewin ( ). Para ele, os grupos democráticos tinham mais eficiência a longo prazo, enquanto os autoritários tinham uma eficiência imediata. Como as decisões são centralizadas na figura do líder, os membros somente funcionam a partir de sua demanda e são, geralmente, cumpridores de tarefas. Já os grupos democráticos exigem maior participação de seus membros, que dividem as responsabilidades com a liderança. Isso torna a realização dos objetivos mais demorada, entretanto, mais duradoura. Figura 4 Os grupos de trabalho funcionam com dinâmicas própria. Atividade 3 sua resposta Provavelmente, você faça parte de algum grupo. Se não, converse com alguém que esteja vinculado a algum. Analise sua própria participação, ou a de outra pessoa, e anote a seguir a avaliação que você fez do grupo com relação aos quatro itens descritos anteriormente. Aula 10 Psicologia da Educação

11 Os grupos operativos e a teoria do vínculo de Pichon-Rivière O psiquiatra suíço-argentino Pichon Rivière ( ) foi também um estudioso dos grupos. Ele desenvolveu uma nova abordagem, que resultou nos chamados grupos operativos. Para ele, o grupo é um conjunto restrito de pessoas, que, ligadas por constantes de tempo e espaço e articuladas por sua mútua representação interna, propõese, explícita ou implicitamente, a uma tarefa, que constitui sua finalidade. No entanto, não basta que haja um objetivo comum ou que tenha como finalidade uma tarefa, é preciso que essas pessoas façam parte de uma estrutura dinâmica chamada vínculo. Por exemplo, as pessoas que estão em uma sala de espera de um cinema estão reunidas no mesmo espaço durante o mesmo tempo, com o mesmo objetivo, mas não se constituem em um grupo. Há a necessidade de se vincularem e interagirem na busca de um objetivo comum, por isso, os princípios organizadores do grupo são o vínculo e a tarefa. A teoria do vínculo, portanto, parte do pressuposto de que o homem se revela e se estrutura por meio da ação, ou seja, do desempenho de papéis e do estabelecimento de vínculos. Figura 5 Pichon Rivière Para Pichon Rivière, vínculo é [...] a maneira particular pela qual cada indivíduo se relaciona com outro ou outros, criando uma estrutura particular a cada caso e a cada momento (PICHÓN-RIVIÉRE, 1998, p. 3). É, assim, uma estrutura dinâmica, movida por motivações psicológicas, que rege todas as relações humanas. Identificamos se o vínculo foi estabelecido, quando: somos internalizados pelo outro e a internalizamos também. ocorre uma mútua representação interna; a indiferença e o esquecimento deixam de existir na relação, passamos a pensar, a falar, a nos referir, a lembrar, a nos identificar, a refletir, a nos interessar, a nos complementar, a nos irritar, a competir, a discordar, a invejar, a admirar, a sonhar com o outro ou com o grupo. Aula 10 Psicologia da Educação

12 Tarefa, outro princípio organizador de grupo é um conceito que diz respeito ao modo pelo qual cada integrante do grupo interage a partir de suas próprias necessidades. Necessidades, que para Pichon-Rivière constituem-se em um pólo norteador de conduta: o processo de compartilhar necessidades em torno de objetivos comuns constitui a tarefa grupal. Nesse processo, emergem obstáculos de diversas naturezas: diferenças e necessidades pessoais e transferenciais, diferenças de conceitos e marcos referenciais e do conhecimento formal propriamente dito. Num primeiro momento do funcionamento do grupo, há um bloqueio da atividade grupal em função das fantasias básicas universais do grupo as quais induzem à utilização de posturas defensivas que dificultam as mudanças de opinião. Nos momentos iniciais, quando o grupo parte para a execução da tarefa, é necessário que as ansiedades sejam explicitadas e resolvidas para, a partir daí, ocorrer a identificação e o estabelecimento do vínculo, configurando-se a relação grupal. Para Pichon Rivière, um grupo opera melhor quando há em seu conjunto de pessoas pertinência, afiliação, centramento na tarefa, empatia, comunicação, cooperação e aprendizagem. A pertinência pode ser vista como a qualidade da intervenção de cada um no grupo; a afiliação é a intensidade do envolvimento do indivíduo no grupo; o centramento na tarefa é o eixo principal da cooperação, refere-se ao grau de interação com que um participante mantém o vínculo com o trabalho a ser efetuado, e avalia a dispersão e a realização de esforço útil do indivíduo; a empatia é o modo como o grupo pode ganhar força para operar cada vez mais significativamente; a comunicação é essencial para que haja entrosamento; a cooperação é o modo pelo qual o trabalho ganha qualidade e operatividade; a aprendizagem é o resultado do trabalho e deve ser essencialmente colaborativa. A teoria do vínculo aplicada ao contexto do ensino propõe a quebra da polaridade professoraluno. Ela introduz um terceiro elemento que deve ser considerado. O sujeito e o outro em interação se dão conta de que há um mundo inteiro em cada um, em interação contínua, que atinge também o nível inconsciente, produzindo imagens ilusórias e ansiedades que necessitam de testes de realidade para a sua elaboração. As dúvidas são compartilhadas e uma representação comum é construída criando condições para a solução surgir. Por exemplo, quando conheço alguém, me vem à lembrança outras pessoas que conheci nas mesmas circunstâncias. Assim, no encontro entre duas pessoas, sempre há um terceiro, que é esse outro que conheci, o qual, mesmo não estando presente fisicamente, está na lembrança. E essa lembrança pode ser perturbadora o suficiente para gerar na pessoa fantasias e ansiedades com relação a quem ela está encontrando agora. Posso imaginar que aquele tipo de olhar que vejo em quem encontro agora, me recordando o olhar daquele outro, é um olhar de hostilidade e, com isso, fico ansioso. Mas, imediatamente depois me dou conta de que essa pessoa de agora não é a mesma que conheci, ou seja, executo testes de realidade não tendo por que ter ansiedade. Se compartilho esses meus sentimentos com o outro e ele, por sua vez, compartilha comigo as suas ansiedades, criamos uma representação comum que estimula o vínculo. Na aprendizagem centrada no estudante, os conceitos de papel e vínculo se entrecruzam e por isso é importante abordar tanto a estrutura do vínculo como os diversos papéis, os quais 10 Aula 10 Psicologia da Educação

13 professor e aprendizes se atribuem. O papel é decisivo na situação do vínculo, é transitório e possui uma função determinada, que pode aparecer de forma específica e particular em uma determinada situação e em cada pessoa. Observando-se como opera um grupo ao resolver uma determinada tarefa de aprendizagem, é possível compreender que se trata de um grupo operativo centrado na tarefa de dominar o problema e dar a ele uma solução. Técnicas de trabalho em grupo Compreender o funcionamento de um grupo também pode ser importante para a realização de dinâmicas em sala de aula. Certas técnicas, também chamadas de dinâmicas de grupo, são muitas vezes utilizadas para possibilitar a organização e a criatividade na produção do conhecimento. Elas podem gerar um processo de aprendizagem mais coletivo e mais rico. Inúmeras são essas técnicas e vários são os manuais (são alguns deles: Facilitando o trabalho com grupos, de Eliane Poranga Costa (Editora Wak, 2003); Intervenções grupais na Educação, organizado por Stela Regina de Souza Fava (Editora Ágora, 2005); Exercícios práticos de dinâmica de grupo, de Silvio José Fritzen (Editora Vozes, 2001)) que as descrevem, no entanto, sempre que o professor optar por uma deve considerar alguns elementos, os quais descreveremos a seguir. 1) Objetivos o professor deve ter clareza sobre o que quer com a técnica e deve pensá-la respeitando esses objetivos. 2) Ambiente o espaço onde se desenvolverá a técnica deve ser adequado e pensado de modo a não inibir os participantes. Algumas técnicas podem ser percebidas como constrangedoras, por isso devem ser pensadas para serem executadas em ambientes fechados, por exemplo. 3) Duração as técnicas devem ser pensadas com tempo determinado para seu início e fim. 4) Número de participantes estar atento a quantas pessoas participarão é fundamental para pensar a técnica mais adequada e para providenciar os materiais necessários. 5) Materiais os recursos necessários ao desenvolvimento da técnica podem ser os mais variados, desde o papel, lápis, tinta, som, até equipamentos mais complexos, como projetores multimídia, filmadoras, iluminação etc. 6) Perguntas e conclusões o momento da síntese do que foi produzido permite resgatar a experiência e os sentimentos de cada um, bem como chegar a conclusões sobre o tema discutido. Aula 10 Psicologia da Educação 11

14 As técnicas de grupo podem servir para desinibir e diminuir a tensão da turma, para apresentação dos participantes, para integração do grupo, para capacitação e comunicação. A quantidade de técnicas já descritas é muito grande e vários são os manuais que as descrevem. A seguir, vamos apresentar exemplos de algumas técnicas. 1) Técnica do método científico a) Apresentação do tema em uma palavra. b) Divisão do quadro em partes iguais, com perguntas do tipo: o que queremos saber? o que pensamos? o que concluímos? c) Apresentação e fixação, no quadro de giz, das questões chaves já preparadas anteriormente sobre o que queremos saber. d) Oralmente, os participantes vão respondendo à segunda questão (o que pensamos?) e o professor as anota sinteticamente no quadro. e) Faz-se a leitura de textos para comparar com as respostas dadas. f) Oralmente, os participantes vão respondendo à terceira questão (o que concluímos?) e o professor anota as conclusões no quadro de forma sintética. g) Cada participante deverá registrar as conclusões finais e guardá-las consigo para posteriores consultas. 2) Painel de Três a) Dividir o grupo em três subgrupos: apresentador, opositor e assembléia. b) O grupo apresentador expõe o tema, sem ser interrompido. c) O grupo opositor anota aquilo com que não concorda e aquilo com que concorda, e, após o apresentador, expõe suas anotações. d) A assembléia, que tudo ouviu e anotou, apresenta seu depoimento. e) O professor conclui. Os textos finais devem, então, ser afixados no quadro. 12 Aula 10 Psicologia da Educação

15 3) Brainstorm ou tempestade cerebral a) Propõe-se um tema para discussão. b) Solicita-se aos participantes que exponham todas as idéias, mesmo as aparentemente mais descabidas e absurdas, sobre o tema. As idéias devem ser expostas rapidamente, sem nenhuma censura. c) O professor vai registrando no quadro todas as idéias que foram apresentadas, sem nenhum juízo crítico, e estimula sugestões de outras novas ou associados com alguma já apresentada, até que a turma sinta que não há mais nada a ser falado. d) O professor convida a turma para fazer a seleção, a eliminação ou o aperfeiçoamento das idéias até que se chegue a um conjunto de idéias adequado ao tema proposto. Essas são, como dissemos, apenas alguns exemplos de técnicas de grupo. Você pode e deve criar a sua de acordo com as necessidades de sua aula. Vamos experimentar? Atividade 4 Vamos imaginar que você está com dificuldades de fazer sua turma avançar de um conceito do senso comum para o conceito científico. Somente sua explicação em sala de aula não está sendo suficiente. Nesse caso, que tipo de técnica de grupo você poderia propor à turma? Explique-a a seguir. sua resposta Aula 10 Psicologia da Educação 13

16 Resumo Nesta aula, discutimos como surge a preocupação da Psicologia com o estudo de manifestações coletivas, resultando no que se conhece hoje como Psicologia Social. Vimos os conceitos de instituição, de organização e de grupo; e analisamos a dinâmica envolvida nesse último. Destacamos a teoria do vínculo e os grupos operativos e, por fim, apresentamos algumas técnicas das chamadas dinâmicas de grupo. Auto-avaliação 1 Analise uma escola como uma organização e destaque o que você pode observar de comportamentos institucionalizados que nela ocorrem Identifique e descreva grupos que podem ocorrer em uma escola. Descreva os fenômenos que ocorrem na dinâmica de um grupo. O que é a teoria do vínculo? O que caracteriza o grupo operativo? Referências BOCK, A. M. B. Psicologias: uma introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, FREUD, S. Psicologia de lãs masas y analisis del yo. Madrid: Editorial Biblioteca Nueva, Tomo III. (Obras completas). LANE, S. T. O processo grupal. In: LANE, S. T.; CODO, W. (Orgs.). Psicologia social: o homem em movimento. São Paulo: Brasiliense, p Aula 10 Psicologia da Educação

17 LEWIN, K. Problemas de dinâmica de grupo. São Paulo: Cultrix, MARTINS, Sueli Terezinha Ferreira. Processo grupal e a questão do poder em Martín-Baró. Psicol. Soc., Porto Alegre, v.15 n.1, jan./jun Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso&tlng=pt>. Acesso em: 02 ago PICHÓN-RIVIÉRE, Enrique. Teoria do vínculo. São Paulo: Martins Fontes, Aula 10 Psicologia da Educação 15

18 Anotações 16 Aula 10 Psicologia da Educação

19

20

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A família. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A família. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula D I S C I P L I N A Psicologia da Educação A família Autora Vera Lúcia do Amaral aula 11 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário

Leia mais

Instrumentação para o Ensino de Geografia II DISCIPLINA. Um pouco mais sobre a Água. Autora. Sandra Kelly de Araújo. aula

Instrumentação para o Ensino de Geografia II DISCIPLINA. Um pouco mais sobre a Água. Autora. Sandra Kelly de Araújo. aula DISCIPLINA Instrumentação para o Ensino de Geografia II Um pouco mais sobre a Água Autora Sandra Kelly de Araújo aula 10 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação

Leia mais

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A Psicologia e sua importância para a Educação. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A Psicologia e sua importância para a Educação. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula D I S C I P L I N A A Psicologia e sua importância para a Educação Autora Vera Lúcia do Amaral aula 01 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad

Leia mais

REVISÃO. aula Diagramador: Bruno. Ensino de Química e os temas transversais. Instrumentação para o Ensino de Química II. Autores

REVISÃO. aula Diagramador: Bruno. Ensino de Química e os temas transversais. Instrumentação para o Ensino de Química II. Autores D I S C I P L I N A Instrumentação para o Ensino de Química II Ensino de Química e os temas transversais Autores Márcia Gorette Lima da Silva Isauro Beltrán Núñez CONTROLE DA EDIÇÃO DE MATERIAIS - SEDIS/UFRN

Leia mais

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A Psicologia da adolescência. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A Psicologia da adolescência. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula D I S C I P L I N A Psicologia da Educação A Psicologia da adolescência Autora Vera Lúcia do Amaral aula 05 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando

Leia mais

aula Localização: coordenadas planas UTM Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I Autores Edilson Alves de Carvalho

aula Localização: coordenadas planas UTM Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I Autores Edilson Alves de Carvalho D I S C I P L I N A Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I Localização: coordenadas planas UTM Autores Edilson Alves de Carvalho Paulo César de Araújo aula 09 Governo Federal Presidente

Leia mais

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A escola como espaço de socialização. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A escola como espaço de socialização. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula D I S C I P L I N A Psicologia da Educação A escola como espaço de socialização Autora Vera Lúcia do Amaral aula 12 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação

Leia mais

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. Crescimento e desenvolvimento. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. Crescimento e desenvolvimento. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula D I S C I P L I N A Psicologia da Educação Crescimento e desenvolvimento Autora Vera Lúcia do Amaral aula 04 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando

Leia mais

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A vida afetiva: emoções e sentimentos. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A vida afetiva: emoções e sentimentos. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula D I S C I P L I N A Psicologia da Educação A vida afetiva: emoções e sentimentos Autora Vera Lúcia do Amaral aula 03 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS CONTABILIDADE. Sônia Maria de Araújo. Conceito e Formação do Patrimônio Inicial

CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS CONTABILIDADE. Sônia Maria de Araújo. Conceito e Formação do Patrimônio Inicial CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS 02 CONTABILIDADE Conceito e Formação do Patrimônio Inicial Sônia Maria de Araújo Governo Federal Ministério da Educação Projeto Gráfico Secretaria de Educação a Distância

Leia mais

Instrumentação para o Ensino de Geografia II DISCIPLINA. Bacia hidrográfica. Autora. Sandra Kelly de Araújo. aula

Instrumentação para o Ensino de Geografia II DISCIPLINA. Bacia hidrográfica. Autora. Sandra Kelly de Araújo. aula DISCIPLINA Instrumentação para o Ensino de Geografia II Bacia hidrográfica Autora Sandra Kelly de Araújo aula 09 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando

Leia mais

aula Elaboração, aplicação e avaliação de projetos I Educação e Tecnologia Autores Célia Maria de Araújo Marcos Aurélio Felipe D I S C I P L I N A

aula Elaboração, aplicação e avaliação de projetos I Educação e Tecnologia Autores Célia Maria de Araújo Marcos Aurélio Felipe D I S C I P L I N A D I S C I P L I N A Educação e Tecnologia Elaboração, aplicação e avaliação de projetos I Autores Célia Maria de Araújo Marcos Aurélio Felipe aula 05 Material APROVADO (conteúdo e imagens) Data: / / Nome:

Leia mais

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A formação da identidade: alteridade e estigma. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A formação da identidade: alteridade e estigma. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula D I S C I P L I N A Psicologia da Educação A formação da identidade: alteridade e estigma Autora Vera Lúcia do Amaral aula 06 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro

Leia mais

C U R S O T É C N I C O E M S E G U R A N Ç A D O T R A B A L H O. matemática. Juros Compostos. Elizabete Alves de Freitas

C U R S O T É C N I C O E M S E G U R A N Ç A D O T R A B A L H O. matemática. Juros Compostos. Elizabete Alves de Freitas C U R S O T É C N I C O E M S E G U R A N Ç A D O T R A B A L H O 10 matemática Juros Compostos Elizabete Alves de Freitas Governo Federal Ministério da Educação Projeto Gráfico Secretaria de Educação

Leia mais

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A questão das drogas. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. A questão das drogas. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula D I S C I P L I N A Psicologia da Educação A questão das drogas Autora Vera Lúcia do Amaral aula 14 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad

Leia mais

REVISÃO. aula Diagramador: Bruno. O ensino de química no ensino fundamental à luz dos PCN. Instrumentação para o Ensino de Química II.

REVISÃO. aula Diagramador: Bruno. O ensino de química no ensino fundamental à luz dos PCN. Instrumentação para o Ensino de Química II. D I S C I P L I N A Instrumentação para o Ensino de Química II O ensino de química no ensino fundamental à luz dos PCN Autores Márcia Gorette Lima da Silva Isauro Beltrán Núñez CONTROLE DA EDIÇÃO DE MATERIAIS

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Secretária de Educação Especial Claudia Pereira Dutra MINISTÉRIO

Leia mais

INFORMÁTICA I. BrOffi ce Writer Mala Direta e Etiqueta. Raimundo Nonato Camelo Parente

INFORMÁTICA I. BrOffi ce Writer Mala Direta e Etiqueta. Raimundo Nonato Camelo Parente C U R S O T É C N I C O E M O P E R A Ç Õ E S C O M E R C I A I S 13 INFORMÁTICA I BrOffi ce Writer Mala Direta e Etiqueta Raimundo Nonato Camelo Parente Governo Federal Ministério da Educação Projeto

Leia mais

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. Como se aprende: a visão dos teóricos da Educação. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula

Psicologia da Educação D I S C I P L I N A. Como se aprende: a visão dos teóricos da Educação. Autora. Vera Lúcia do Amaral. aula D I S C I P L I N A Psicologia da Educação Como se aprende: a visão dos teóricos da Educação Autora Vera Lúcia do Amaral aula 08 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro

Leia mais

GRUPO OPERATIVO DE INFORMAÇÃO

GRUPO OPERATIVO DE INFORMAÇÃO GRUPO OPERATIVO DE INFORMAÇÃO 2009 Trabalho apresentado como requisito parcial da disciplina PROCESSOS GRUPAIS, sob a orientação da Educanda Cristina Elizabete Bianca Tinoco Silva Estudante do curso de

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS CONTABILIDADE. Sônia Maria de Araújo Maria Selma da Costa Cabral. Operações com mercadorias / Preço de vendas

CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS CONTABILIDADE. Sônia Maria de Araújo Maria Selma da Costa Cabral. Operações com mercadorias / Preço de vendas CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS 14 CONTABILIDADE Operações com mercadorias / Preço de vendas Sônia Maria de Araújo Maria Selma da Costa Cabral Governo Federal Ministério da Educação Projeto Gráfico

Leia mais

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM Falar em mobilização e participação de jovens na escola de ensino médio implica em discutir algumas questões iniciais, como o papel e a função da escola

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL. Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP

CULTURA ORGANIZACIONAL. Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP CULTURA ORGANIZACIONAL Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP Cultura é uma característica única de qualquer organização Apesar de difícil definição, compreende-la pode ajudar a: Predizer como a organização

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Dinâmica e funcionamento de grupos. Fundamentos teóricos e técnicos dos grupos. Processos obstrutivos nos grupos e nas instituições.

Dinâmica e funcionamento de grupos. Fundamentos teóricos e técnicos dos grupos. Processos obstrutivos nos grupos e nas instituições. Dinâmica e funcionamento de grupos. Fundamentos teóricos e técnicos dos grupos. Processos obstrutivos nos grupos e nas instituições. Mentalidade grupal e cultura de grupo. Grupo Operativo: instrumento

Leia mais

PCN em Ação Relatório 5ª a 8ª série

PCN em Ação Relatório 5ª a 8ª série 1 PCN em Ação Relatório 5ª a 8ª série Antonia Terra de Calazans Fernandes Mimoso do Sul - 02 a 05 de maio de 2000 Assistiu e ajudou na coordenação: Marísia Buitoni Caracterização do Grupo Estavam presentes

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

aula Nova escola, novos professores Educação e Tecnologia Autores Célia Maria de Araújo Marcos Aurélio Felipe D I S C I P L I N A Nome:

aula Nova escola, novos professores Educação e Tecnologia Autores Célia Maria de Araújo Marcos Aurélio Felipe D I S C I P L I N A Nome: D I S C I P L I N A Educação e Tecnologia Nova escola, novos professores Autores Célia Maria de Araújo Marcos Aurélio Felipe aula 02 Material APROVADO (conteúdo e imagens) Data: / / Nome: Governo Federal

Leia mais

aula Projeções cartográficas Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I Autores Edilson Alves de Carvalho Paulo César de Araújo

aula Projeções cartográficas Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I Autores Edilson Alves de Carvalho Paulo César de Araújo D I S C I P L I N A Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I Projeções cartográficas Autores Edilson Alves de Carvalho Paulo César de Araújo aula 11 Governo Federal Presidente da República

Leia mais

Didática D I S C I P L I N A. Elaboração de um plano de ensino I. Autores. André Ferrer Pinto Martins. Iran Abreu Mendes. aula

Didática D I S C I P L I N A. Elaboração de um plano de ensino I. Autores. André Ferrer Pinto Martins. Iran Abreu Mendes. aula D I S C I P L I N A Didática Elaboração de um plano de ensino I Autores André Ferrer Pinto Martins Iran Abreu Mendes aula 13 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO Página 1 CONVERSA DE PSICÓLOGO Volume 04 - Edição 01 Agosto - 2013 Entrevistada: Rafaela Conde de Souza Entrevistadora: Luciana Zanella Gusmão TEMA: A IMPORTÂNCIA DA DINÂMICA DE GRUPO PARA O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

DATA: 17/12/2015 VALOR: 20,0 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 1ª TURMA:

DATA: 17/12/2015 VALOR: 20,0 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 1ª TURMA: DISCIPLINA: SOCIOLOGIA PROFESSORA: Ana Carolina Maciel NOME COMPLETO: I N S T R U Ç Õ E S DATA: 17/12/2015 VALOR: 20,0 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 1ª TURMA: 1. Este trabalho

Leia mais

REVISÃO. aula. Os mapas conceituais e a aprendizagem de conceitos. Instrumentação para o ensino de química II. Autores. Márcia Gorette Lima da Silva

REVISÃO. aula. Os mapas conceituais e a aprendizagem de conceitos. Instrumentação para o ensino de química II. Autores. Márcia Gorette Lima da Silva D I S C I P L I N A Instrumentação para o ensino de química II Os mapas conceituais e a aprendizagem de conceitos Autores Márcia Gorette Lima da Silva Isauro Beltrán Núñez CONTROLE DA EDIÇÃO DE MATERIAIS

Leia mais

Instrumentação para o Ensino de Geografia II DISCIPLINA. Ensinando vegetação através de estudo do meio. Autora. Sandra Kelly de Araújo.

Instrumentação para o Ensino de Geografia II DISCIPLINA. Ensinando vegetação através de estudo do meio. Autora. Sandra Kelly de Araújo. DISCIPLINA Instrumentação para o Ensino de Geografia II Ensinando vegetação através de estudo do meio Autora Sandra Kelly de Araújo aula 04 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva

Leia mais

MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA

MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA Neste tópico, o monitor do PJ receberá informações básicas sobre a organização do Estado, o Poder e o Processo Legislativos, política e participação, necessárias ao desenvolvimento

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS

UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS Módulo 3 - Direitos Humanos e o Projeto Político Pedagógico da escola Objetivos: Nesta Unidade veremos como os Direitos Humanos

Leia mais

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 TEXTO NUM. 2 INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 Max Weber, O indivíduo e a ação social: O alemão Max Weber (1864-1920), diferentemente de Durkheim, tem como preocupação central compreender o indivíduo e suas

Leia mais

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências boletim Jovem de Futuro ed. 04-13 de dezembro de 2013 Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências O Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013 aconteceu de 26 a 28 de novembro.

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo.

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo. ATIVIDADE DA TUTORIA 1 CURSO: CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS DISCIPLINA: Produção Oral e Escrita em Língua Inglesa I PERIODO: 3º Estratégias de Aprendizagem Parte I: De qual/quais estratégia(s)

Leia mais

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Em ação! PARTE 1: (5 minutos) Procure alguém que você não conhece ou que conhece

Leia mais

Informações pelo e-mail: erich.franco@ibecscomunidadeetica.org.br

Informações pelo e-mail: erich.franco@ibecscomunidadeetica.org.br Oficinas para Atividades com Grupos Informações pelo e-mail: erich.franco@ibecscomunidadeetica.org.br I - OBJETO DO TRABALHO: 1. Analisar as principais questões metodológicas dos processos grupais, a partir

Leia mais

Fundamentos do Comportamento de Grupo

Fundamentos do Comportamento de Grupo Fundamentos do Comportamento de Grupo 1: Motivação no trabalho e suas influências sobre o desempenho: Definir e classificar os grupos; Analisar as dinâmicas presentes nos grupos; Refletir sobre a influência

Leia mais

A FAMÍLIA E O ADOLESCENTE APRENDIZ

A FAMÍLIA E O ADOLESCENTE APRENDIZ 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A FAMÍLIA E O ADOLESCENTE APRENDIZ BARRETO, Adriano Albuquerque

Leia mais

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende Como transformar a sua empresa numa organização que aprende É muito interessante quando se fala hoje com profissionais de Recursos Humanos sobre organizações que aprendem. Todos querem trabalhar em organizações

Leia mais

Construint ponts de convivència i camins alternatius per a la gestió de conflictes. Trabalho de Equipa em Sala de Aula Inclusiva

Construint ponts de convivència i camins alternatius per a la gestió de conflictes. Trabalho de Equipa em Sala de Aula Inclusiva Construint ponts de convivència i camins alternatius per a la gestió de conflictes Trabalho de Equipa em Sala de Aula Inclusiva CONTEÚDO Porque é o trabalho de equipa importante em salas de aula inclusivas?

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa RESUMO Jacyene Melo de Oliveira Araújo Profª Drª UFRN- CE-SEDIS Os Estágios

Leia mais

aula Os dados estatísticos e a representação gráfica Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I Autores Edilson Alves de Carvalho

aula Os dados estatísticos e a representação gráfica Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I Autores Edilson Alves de Carvalho D I S C I P L I N A Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I Os dados estatísticos e a representação gráfica Autores Edilson Alves de Carvalho Paulo César de Araújo aula 13 Governo Federal

Leia mais

Formação em Coordenadores de Grupos Operativos.

Formação em Coordenadores de Grupos Operativos. 1 Formação em Coordenadores de Grupos Operativos. Objetivos gerais Ao final da Formação o participante será capaz de: Apropriar-se do referencial teórico vivencial da Psicologia Social e dos Grupos Operativos.

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS CONTABILIDADE. Sônia Maria de Araújo. Conceito, Débito, Crédito e Saldo. Maria Selma da Costa Cabral

CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS CONTABILIDADE. Sônia Maria de Araújo. Conceito, Débito, Crédito e Saldo. Maria Selma da Costa Cabral CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS 05 CONTABILIDADE Sônia Maria de Araújo Conceito, Débito, Crédito e Saldo Maria Selma da Costa Cabral Governo Federal Ministério da Educação Projeto Gráfico Secretaria

Leia mais

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Falar sobre as Notícias

Falar sobre as Notícias Centro de Psicologia Aplicada do Exército Falar sobre as Notícias Guia Prático para a Família Militar Elaborado pelo CNúcleo e n t rde o Apoio d e PPsicológico s i c o l o ge i a Intervenção A p l i c

Leia mais

C U R S O T É C N I C O E M S E G U R A N Ç A D O T R A B A L H O. matemática. Função: definição, domínio e imagem. Elizabete Alves de Freitas

C U R S O T É C N I C O E M S E G U R A N Ç A D O T R A B A L H O. matemática. Função: definição, domínio e imagem. Elizabete Alves de Freitas C U R S O T É C N I C O E M S E G U R A N Ç A D O T R A B A L H O 11 matemática Função: definição, domínio e imagem Elizabete Alves de Freitas Governo Federal Ministério da Educação Projeto Gráfico Secretaria

Leia mais

Didática e o Ensino de Geografia DISCIPLINA. Temas em Geografia no ensino médio. Autoras. Sônia de Almeida Pimenta. Ana Beatriz Gomes Carvalho.

Didática e o Ensino de Geografia DISCIPLINA. Temas em Geografia no ensino médio. Autoras. Sônia de Almeida Pimenta. Ana Beatriz Gomes Carvalho. DISCIPLINA Didática e o Ensino de Geografia Temas em Geografia no ensino médio Autoras Sônia de Almeida Pimenta Ana Beatriz Gomes Carvalho aula 12 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM

ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM Anastasiou (2004) propõe: Aula expositiva dialogada: ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM A exposição oral centrada no professor e na lógica dos conteúdos pode ser substituída pela chamada aula dialogada,

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Histórias do Senhor Urso. 2. EPISÓDIO TRABALHADO A Prima do Coelho. 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Os brinquedos ouvem batidos na porta: é

Leia mais

UnP. fazendo e compartilhando a gente aprende mais

UnP. fazendo e compartilhando a gente aprende mais DIRETRIZES DO ALUNO Olá, você está fazendo parte de um projeto de melhoria acadêmicoaction! Neste material você encontrará todas as pedagógica: o Edu Action informações necessárias para entender como esse

Leia mais

A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS

A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS Agostinho Both3 3, Carmen Lucia da Silva Marques 3,José Francisco Silva Dias 3 As instituições, em especial as educacionais, não podem se furtar

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

PESSOAS ORGANIZACIONAL

PESSOAS ORGANIZACIONAL #7 #8 CULTURA GESTÃO DE PESSOAS ORGANIZACIONAL ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição de cultura 3. A cultura organizacional 4. Níveis da cultura organizacional 5. Elementos da cultura organizacional 6. Dicas

Leia mais

Avaliação do clima na escola

Avaliação do clima na escola Avaliação do clima na escola INSTRUÇÕES INICIAIS PARA O GESTOR: Avise que a pesquisa para avaliar o clima da escola é anônima. Não será preciso colocar nome, apenas identificar a qual segmento da comunidade

Leia mais

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE INTRODUÇÃO Lucas de Sousa Costa 1 Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará lucascostamba@gmail.com Rigler da Costa Aragão 2

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY Kassius Otoni Vieira Kassius Otoni@yahoo.com.br Rodrigo Luciano Reis da Silva prrodrigoluciano@yahoo.com.br Harley Juliano Mantovani Faculdade Católica de

Leia mais

EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7º ANO 17B, C

EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7º ANO 17B, C EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7º ANO 17B, C CONTEÚDOS DO EXAME Líderes religiosos, Motivação e Liderança Convivência com o grupo; Amizade e sentido de grupo Os projetos Solidários; O que é um projeto? Olhares sobre

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais

O Trabalho Coletivo na Escola

O Trabalho Coletivo na Escola O Trabalho Coletivo na Escola Profa. Dra. Myrtes Alonso 1. A gestão da escola: uma relação pedagógico-administrativa Antes de ingressarmos propriamente no tema enunciado, devemos ter bem claro os modernos

Leia mais

Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I D I S C I P L I N A. Escala. Autores. Edilson Alves de Carvalho. Paulo César de Araújo.

Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I D I S C I P L I N A. Escala. Autores. Edilson Alves de Carvalho. Paulo César de Araújo. D I S C I P L I N A Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I Escala Autores Edilson Alves de Carvalho Paulo César de Araújo aula 05 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula

Leia mais

A ARTE DA COMUNICAÇÃO. Maria Thereza Bond

A ARTE DA COMUNICAÇÃO. Maria Thereza Bond A ARTE DA COMUNICAÇÃO Maria Thereza Bond 1 Psicologia Gestão de Pessoas Aulas, palestras, livros, coordenação, capacitações, consultorias... 2 Sobre o que vamos falar hoje? Em que vamos pensar? 3 O que

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

ROTEIRO PARA OFICINA DE ANALISE DO DESEMPENHO ESCOLAR E ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO

ROTEIRO PARA OFICINA DE ANALISE DO DESEMPENHO ESCOLAR E ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO ROTEIRO PARA OFICINA DE ANALISE DO DESEMPENHO ESCOLAR E ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO DOCUMENTOS BÁSICOS: - Cadernos Paebes; - Ata de resultados finais da Escola em 2010; - Guia de Intervenção Pedagógica;

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO Maria Sebastiana Gomes Mota¹ Francisca Elisa de Lima Pereira² Resumo: Este artigo tem como objetivo

Leia mais

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013 TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013 S Capacitação de Técnicos e Gestores para Elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico Módulo I DINÂMICA Telefone sem fio

Leia mais

Modelos de mudanças comportamentais: da teoria à prática

Modelos de mudanças comportamentais: da teoria à prática Modelos de mudanças comportamentais: da teoria à prática Paula Marques Vidal Hospital São Camilo - Pompéia Modelos de Mudanças Comportamentais Team STEPPS - Christina Felsen CUSP - Linda Greene Positive

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos

Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos 11) Analisando a relação entre desenvolvimento e aprendizagem na perspectiva de Vygotsky, é correto afirmar que: a) Desenvolvimento e aprendizagem

Leia mais

Aula 9. Liderança e Gestão de Equipes

Aula 9. Liderança e Gestão de Equipes Aula 9 Liderança e Gestão de Equipes Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br Trabalho em Equipe Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; Cada homem é parte do continente, parte do

Leia mais

REVISÃO. aula Diagramador: Bruno. O contexto escolar, o cotidiano e outros contextos. Instrumentação para o Ensino de Química II.

REVISÃO. aula Diagramador: Bruno. O contexto escolar, o cotidiano e outros contextos. Instrumentação para o Ensino de Química II. D I S C I P L I N A Instrumentação para o Ensino de Química II O contexto escolar, o cotidiano e outros contextos Autores Márcia Gorette Lima da Silva Isauro Beltrán Núñez CONTROLE DA EDIÇÃO DE MATERIAIS

Leia mais

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja)

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja) Lembretes e sugestões para orientar a prática da clínica ampliada e compartilhada Ampliar a clínica significa desviar o foco de intervenção da doença, para recolocá-lo no sujeito, portador de doenças,

Leia mais

Abordagem do Dependente Químico: papel do consultor Alessandra Mendes Calixto Enfermeira Papel do consultor em dependência química Como surge o papel do consultor 1912: Courtney Baylor foi treinado por

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais