PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A FASE 2 DA JANELA II DO PROGRAMA FINAGRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A FASE 2 DA JANELA II DO PROGRAMA FINAGRO"

Transcrição

1 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A FASE 2 DA JANELA II DO PROGRAMA FINAGRO 1. A nossa empresa localiza-se dentro da área jurisdição do Município de Nampula. Sendo os SDAE, uma estrutura do Governo do Distrito de Rapale, o nosso vínculo com esta instituição é inexistente. Tanto assim, que, desde a formalização da empresa os órgãos do Estado com que nos relacionamos são os implantados na cidade de Nampula. Não será exagero se dissermos que duvidamos que os SDAE do Distrito de Rapale nos conheça. Com este esclarecimento fazse ainda necessário obter o parecer dos SDAE? Conforme abordam desde a formalização da empresa os órgãos do Estado com que nos relacionamos são os implantados na cidade de Nampula poderão apresentar então uma referência desses órgãos com quem vocês se relacionam (Administração do Distrito ou Direcção Provincial do Comércio e Indústria ou Conselho Municipal ou Direcção Provincial de Agricultura etc). O que precisamos é alguma referência Institucional que prove a existência física ou de conhecimento técnico ou estatístico da sua empresa. 2. As 3 opções de construção, pareceu-nos muito focadas à edificação de armazém. No nosso caso, o que pretendemos é a construção de uma nave em alvenaria, cobertura de chapas de IBR, assentes em estrutura metálica, para actividade fabril, isto é, para acomodar as máquinas de processamento do milho, tendo uma área coberta de 250m2 (25x10). Aparentemente, o prototipo apresentado, salvo melhor opinião não só não é o adequado como apresenta estimativas de custo muito acima da nossa expectativa Nesta perspectiva, podemos indicar outras cotações provavelmente mais parcimoniosas para a nossa necessidade? Sobre a construção: O que parece é que o Candidato não pretende fazer um armazém mas sim algo que seja só uma área coberta com as partes laterais abertas e onde seja suficiente colocar o equipamento de processamento de milho. Não sabemos como pretende limitar ventos laterais, poeiras e outros similares. Uma nave metálica de 250 m2 não terá custos ditos económicos comparativamente com a nossa proposta. No entanto está o candidato livre de apresentar o desenho arquitectónico que pretende no seu plano de negocio uma vez que não se enquadra no formato do armazém. O candidato não poderá esquecer que para fazer o seu projecto executivo de construção civil, terá que contractar a custos próprios ou comparticipados (mesmo que incluídos na subvenção a conceder) e que deverá ser elaborado por uma empresa de engenharia ou de arquitectura (estamos a falar de valores para o efeito de aproximadamente entre MT e não é competência de empreiteiros elaborar um projecto executivo). Isto acarreta custo que com os nossos protótipos já não precisam de suportar porque já foram custeados na janela nº 1. Nesta fase da janela nº 2 os candidatos só devem suportar os custos de adaptação dos protótipos existentes e a fiscalização, que será feita pela empresa de arquitectura já contractada para o efeito. Estes custos não devem ultrapassar o valor de 5% do total do custo da infraestrutura. As vantagens são muitas, além da existência do projecto executivo de construção civil estar feito, também os documentos para o lançamento do concurso estão já preparados a familiarização dos 1

2 empreiteiros deste tipo de construção é grande (porque já trazem a experiencia da janela 1), e por conseguinte uma avaliação de empreiteiros com maior rapidez e por fim uma construção mais rápida e com maior qualidade. No entanto o candidato melhor decidirá a sua opção tendo em conta a especificidade da sua infraestrutura. 3. Pretendemos fazer acréscimos de máquinas de processamento em relação as indicadas na proposta de candidatura, isso é permissível? Desde que não esbarre com o "plafond". Qualquer modificação aos pedidos na proposta de candidatura original devem ser claramente identificadas no plano de negócios. 4. O Eng.º ou Arquiteto a ser contracto para a construção da fábrica será da responsabilidade da FINAGRO ou do beneficiário? O Arquitecto já foi pago pelo FinAgro pelo desenho dos protótipos e os mapas de quantidades. O custo da adaptação destes protótipos será responsabilidade de cada beneficiário, assim como o valor da supervisão da construção. Para estimativa, use 5% do custo da construção para esses trabalhos o arquitecto será o mesmo que fez os desenhos pois ele foi contratado baseado na sua experiência com os regulamentos de Moçambique assim como os regulamentos do doador USAID. Se o pedido do candidato não alcançar valor máximo (2.6 milhões de meticais) da subvenção ao abrigo do Programa FinAgro, o candidato pode incluir este valor no pedido. 5. Relativamente ao processo de procurement, a ser liderado pela Equipa do FINAGRO, refere a o que de forma concreta? Se for seleccionado como beneficiário, todas compras ou construções do projecto devem ter pelo menos 3 cotações. FinAgro é responsável por lançar um concurso (as especificações do equipamento sendo da responsabilidade do beneficiário), avaliar e seleccionar o fornecedor ou empreteiro. O beneficiário estará sempre envolvido no processo, mas sempre com a liderança do FinAgro. 6. Perante o facto, qual e as responsabilidades e obrigação das partes? O beneficiário será responsável por definir as especificações dos equipamentos pedidos, e avaliar a cotação seleccionada para confirmar que é o produto que quer. FinAgro é responsável por lançar o concurso, avaliar, documentar o processo, e confirmar com o beneficiário o equipamento a adquirir. Em casos de construções, o beneficiário é responsável por entrar em acordo com o arquitecto já seleccionado para adaptação e supervisão da construção. O pagamento do arquitecto é responsabilidade do candidato (a não ser que o custo seja incluído no valor da subvenção). 7. Os 3 exemplos dos protótipos de armazéns por vos propostos, estão acima da nossas perspectivas financeiras, ao que pretendemos saber se poderá ser erguido um armazém com dimensões menores comparativamente ao vosso protótipo? 2

3 Para decidir no tamanho de seu pedido de armazém, os Candidatos devem considerar o volume de sua produção, também como a rotação destes produtos dentro do armazém. Quando fazem os cálculos devem também lembrar que devem deixar espaço entre os montes de sacos a ser armazenados, assim como devem deixar espaço entre os sacos e a paredes do armazém. Pensamos que um armazém de 45m2 já é um armazém muito pequeno. Imaginamos que um armazém menor ainda não seria suficiente para suportar seu negócio. Entendamos sua preocupação sobre o custo deste pequeno armazém, mas toda construção de raiz financiada por FinAgro deverá ter fundação e apresentar um desenho, mapa de quantidades, e projecto executivo que se encaixam com as regras da USAID e do governo se Moçambique. Estamos a falar de valores para o efeito de aproximadamente entre MT. Para os protótipos do FinAgro esta despesa já foi ocorrida e paga e os candidatos já não precisam de suportar. Nesta fase da janela nº 2 os candidatos só devem suportar os custos de adaptação dos protótipos existentes e a fiscalização, que será feita pela empresa de arquitectura já contractada para o efeito. Estes custos não devem ultrapassar o valor de 5% do total do custo da infraestrutura. 8. Sabemos que para a aquisição da viatura será necessário enviar-se facturas pró-formas, nesta ordem de ideias e uma vez que o FINAGRO ja idealizou um protótipo de construção de armazéns, será necessário o envio de alguma factura que esteja relacionado com a construção do armazém? Ou caberá simplesmente ao FINAGRO decidir nos tamanhos de acordo com a subvenção? O Candidato deve escolher um dos protótipos (pequeno, médio, grande) e destacar sua selecção na secção B do plano de negócios, na parte sobre o financiamento. Aqui pode descrever o protótipo seleccionado, e o valor correspondente adicionando 5% para adaptação e supervisão. Se o candidato precisar electricidade, água e saneamento, deverá adicionar estes custos também pois as estimativas dos protótipos não antecipam isto. 9. Foi-nos comunicado na carta de aprovação que devemos apresentar um DUAT ou outro documento equivalente. Pretendemos saber se este DUAT ou documento equivalente e' para o local onde será construído o armazém ou é o local onde estamos a funcionar presentemente? O DUAT deve ser para o local onde o projecto será implementado. Se há só um local (para o armazém por exemplo), então só deve entregar o DUAT para aquela localidade. Mas se o projecto também envolver alguma área de produção, então também deve entregar o DUAT para esta área. 10. No nosso formulário da Fase 1, nós incluímos o pedido de um armazém e um camião. Depois de entender melhor o custo de um armazém do FinAgro, podemos só fazer a comparticipação de um dos dois. É possível? Se pedirmos só o camião, na factura devera' constar o nome do FINAGRO ou o nome da Empresa? 3

4 Sim. Se o candidato quer rever seu pedido, é possível e deve estar claro dentro do plano de negócios. O Candidato pode pedir só o camião se preferir, e a avaliação do pedido vai ser feita com a avaliação do plano de negócios. As facturas proformas, ou cotações, que serão entregues junto com o plano de negócios podem estar no nome do candidato. Se o candidato for seleccionado para receber uma subvenção, o FinAgro vai liderar o processo de compra e vai comparar pelo menos 3 cotações. A factura entregue com o plano de negócios é só para ter um ponto de referência. 11. Preciso dum esclarecimento sobre a participação da empresa no financiamento: será que é de 30 % (como na primeira fase) ou de 23 % (no caso de aquisição de material)? A comparticipação deve ser 30% do valor que o FinAgro vai contribuir. Por exemplo, se o pedido do candidato é para: Um trator: 1,200,000 Um atrelado: 230,000 Total: 1,430,000 FinAgro entra com 1,100,000 de subvenção, e o candidato com 330,000. Isto é igual a 30% do valor da subvenção (330,000/1,100,000), e 23% do valor total (330,000/1,430,000). 12. Sobre a assistência técnica: pode explicar em que consista? Não entendi se será o FinAgro (e empresas de consultoria contratada pelo Finagro) que ira realizar, ou se deve obrigatoriamente ser no cargo da empresa e ser incluído no orçamento do projecto. Neste caso, preciso saber em que vai consistir a assistência técnica. Faço esta pergunta, porque para aquisição de tractor, tinha previsto a formação do pessoal para conduzir o tractor como linha de assistência técnica, mas depois de verificar nas lojas que vendem tractor, fui informada que eles oferecem a formação e têm uma garantia de 1 ano. O Candidato deve identificar a assistência técnica que gostariam de ter, e se já não recebem essa assistência de alguma outra ONG ou instituto, podem incluir este valor no orçamento do seu projecto. A assistência técnica não pode ser paga pelo FinAgro em termos de salário de alguém (isto são custos operacionais, o que o FinAgro não pode financiar), mas podemos pagar treinamentos, participação em seminários, formações, ou como menciona na pergunta, formação de como conduzir o tractor. Neste último caso muitas vezes o custo já faz parte do preço do tractor, só é necessário confirmar com o fornecedor. Se algum consultor será seleccionado para fazer a assistência técnica, é importante identificar trabalhos concretos ou relatórios nos quais é possível basear as facturas (já que o FinAgro não pode pagar salários mensais). Estes detalhes podem ser finalizados depois da selecção do candidato. 13. Sobre as linhas do orçamento: Fui aconselhada numa primeira fase para melhorar a sustentabilidade da empresa de comprar um camião de 5 toneladas e uma pá carregadora mecânica para realizar o nosso trabalho. Mas entretempo, quando fui procurar mas informações técnicas com os vendedores de maquinas, me apercebi que era mas interessante (e mas barato) 4

5 de comprar um tractor agrícola com pá carregadora em frente e semi-reboque de 6 toneladas. Esse veiculo esta de facto mas adaptado ao contexto de vendas nas zonas rurais da cidade, em alguns meses mais difícil de acesso para um camião de 5 T. Par alem, neste caso de compra de tractor, queria também comprar um semi-reboque cisterna de 5000 litros que facilitara grandemente o nosso trabalho de produção. Referir que essas mudanças não aumentam o valor final do orçamento. Queria saber se posso realizar estas mudanças no orçamento. Sim. 14. Sobre a realização do Business Plan: Na verdade, já tenho um business plan em inglês (que beneficiou do apoio de 2 coach. Vou precisar adaptar este business plano para a compra do material, traduzir em português, e provavelmente, adaptar ao formato do FinAgro para facilitar o trabalho de analise da equipa do FinAgro. Fui contactada pelo IPEME e a empresa WinResources para receber apoio a realização do Business Plano. Não tendo fundos neste momento para adiantar pagamento duma consultoria externa, e esses coach continuando a me apoiar de vez enquanto, queria saber se acha decisivo o apoio dum destes organismos que me contactou para a realização do BP? O seu plano de negócio pode ser entregue em Português ou Inglês. O formato do FinAgro é recomendado, mas não requerido. A escolha de trabalhar com IPEME ou Win Resources é sua e não decisiva de qualquer forma. O importante é que seu plano de negócio inclua os dados requisitos pelo FinAgro (explicado dentro do modelo) e seja viável não interessa se obteve assistência técnica na formulação do plano ou não. 5

Programa da assistência para Projectos Comunitários. Embaixada do Japão

Programa da assistência para Projectos Comunitários. Embaixada do Japão Programa da assistência para Projectos Comunitários Embaixada do Japão A Embaixada do Japão concebe um programa de assistência financeira à projectos comunitários para responder às diversas necessidades

Leia mais

PROGRAMA DE AJUDA DIRECTA 2015-2016 Requisitos & Instruções

PROGRAMA DE AJUDA DIRECTA 2015-2016 Requisitos & Instruções PROGRAMA DE AJUDA DIRECTA 2015-2016 Requisitos & Instruções Cabo Verde VI Edição São Tomé e Príncipe IV Edição Guiné-Bissau II Edição O que é o Programa de Ajuda Directa (PAD)? O PAD é gerido pela Embaixada

Leia mais

Guia de Solicitação da APC 2015

Guia de Solicitação da APC 2015 Governo do Japão PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA A PROJECTOS COMUNITÁRIOS DE SEGURANÇA HUMANA (APC) Guia de Solicitação da APC 2015 1. OBJECTIVOS 2. ORGANIZAÇÕES QUALIFICADAS 3. ÁREAS DE COBERTURA DO PROGRAMA

Leia mais

EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA FUNDO ESPECIAL DE AUTO-AJUDA DO EMBAIXADOR DOS E.U.A. Ajudando as Comunidades a Ajudar-se a Si Próprias Caro Candidato ao Fundo de Auto-Ajuda: Obrigado pelo seu

Leia mais

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece as condições de acesso das operações a apoiar no âmbito da Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos, para:

Leia mais

PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA

PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA 1 MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA AO PROGRAMA MODELAR O Programa MODELAR tem como objectivo a atribuição de apoio financeiro pelas

Leia mais

Perguntas e respostas mais frequentes

Perguntas e respostas mais frequentes Convite n.ºeuropeaid/136-792/dd/act/mz para a apresentação de propostas para o Instrumento Europeu para Democracia e Direitos Humanos Perguntas e respostas mais frequentes Por ocasião do lançamento do

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012.

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012. ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO Posição: Director Executivo Programa Inter Religioso Contra a Malária (PIRCOM) Projecto Academy for Educational Development/Communication for Change (C Change) Supervisor:

Leia mais

Engenharia de Software. Ficha T. Prática nº 2

Engenharia de Software. Ficha T. Prática nº 2 Engenharia de Software Ficha T. Prática nº 2 Objectivo: Análise do software como produto e como processo Caso de Estudo - Sistema de Controlo Orçamental O problema e as suas peculiaridades O principal

Leia mais

COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO

COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO QUALIFICAÇÃO COMO GESTOR GERAL DA QUALIDADE DE EMPREENDIMENTOS DA CONSTRUÇÃO INSTRUÇÕES DE CANDIDATURA 1. DESTINATÁRIOS A Marca de

Leia mais

(CRÉDITO Nº 4684) FUNDO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL FDI GUIÃO DE CONCEPÇÃO DE PROJECTOS 4.º CICLO DE CANDIDATURAS

(CRÉDITO Nº 4684) FUNDO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL FDI GUIÃO DE CONCEPÇÃO DE PROJECTOS 4.º CICLO DE CANDIDATURAS REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Direcção para a Coordenação do Ensino Superior DICES Projecto do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia HEST UNIDADE DE COORDENAÇÃO DO PROJECTO (CRÉDITO Nº

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE SOBRE UTILIZACAO DE KITS DE ABRIGO NAS EMERGENCIAS

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE SOBRE UTILIZACAO DE KITS DE ABRIGO NAS EMERGENCIAS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE SOBRE UTILIZACAO DE KITS DE ABRIGO NAS EMERGENCIAS Código: CVM/2013/SK/DIPECHO3 KITS DE ABRIGO 1. JUSTIFICATIVA

Leia mais

Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses. Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003

Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses. Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003 Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003 Na prossecução das suas atribuições cabe ao Instituto Português

Leia mais

Respostas aos pedidos de esclarecimento Cloud Habitar Portugal 2012 14

Respostas aos pedidos de esclarecimento Cloud Habitar Portugal 2012 14 Respostas aos pedidos de esclarecimento Cloud Habitar Portugal 2012 14 1/5 Organização Patrocínios Parceiros institucionais 10.07.2015 2/5 1 É possível obter o contacto directo de alguém nas empresas patrocinadoras

Leia mais

Regulamento Específico Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos Acções Materiais

Regulamento Específico Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos Acções Materiais Regulamento Específico Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos Acções Materiais Programa Operacional Valorização do Território Deliberações CMC POR: 26/03/2008, 17/04/2009, 14/08/2009, 20/04/2010,

Leia mais

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Site Correio Braziliense Data: 14/06/2012. Assunto: Rio+20

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Site Correio Braziliense Data: 14/06/2012. Assunto: Rio+20 Veículo: Site Correio Braziliense Data: 14/06/2012 Seção: Ser Sustentável Pág.: http://bit.ly/okj5q9 Assunto: Rio+20 Veículo: Site Correio Braziliense Data: 14/06/2012 Seção: Ser Sustentável Pág.: http://bit.ly/okj5q9

Leia mais

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem;

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem; SIPIE SISTEMA DE INCENTIVOS A PEQUENAS INICIATIVAS EMPRESARIAIS FICHA DE MEDIDA Apoia projectos com investimento mínimo elegível de 15.000 e a um máximo elegível de 150.000, que visem a criação ou desenvolvimento

Leia mais

FAQ S. Regulamento do Programa Modelar - anexo à Portaria n.º 578/2009, de 1 de Junho.

FAQ S. Regulamento do Programa Modelar - anexo à Portaria n.º 578/2009, de 1 de Junho. FAQ S Regulamento do Programa Modelar - anexo à Portaria n.º 578/2009, de 1 de Junho. Quais os documentos que é necessário apresentar para fazer face aos requisitos especificados nas alíneas a), b), d),

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA FORMADOR EM CONTABILIDADE, GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA RECUPERAÇÃO DE HABITAÇÕES NA ZONA HISTÓRICA DA CIDADE E DEVESA

REGULAMENTO PROGRAMA RECUPERAÇÃO DE HABITAÇÕES NA ZONA HISTÓRICA DA CIDADE E DEVESA REGULAMENTO DO PROGRAMA RECUPERAÇÃO DE HABITAÇÕES NA ZONA HISTÓRICA DA CIDADE E DEVESA INTRODUÇÃO O levantamento socioeconómico da população residente nas zonas antigas evidencia um significativo número

Leia mais

A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas

A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas A CRIAÇÃO E O LANÇAMENTO DAS ACTIVIDADES DA TA CR A fundação da Agência de Tecnologia da República Checa (adiante designada TA CR ) foi um

Leia mais

Investigação Operacional

Investigação Operacional Ano lectivo: 2014/2015 Universidade da Beira Interior - Departamento de Matemática Investigação Operacional Ficha de exercícios n o 5 Problemas de Transportes e Afectação. Cursos: Economia, Gestão e Optometria

Leia mais

Fecho de Projectos - Parte 2 P. Quais são os relatórios finais, acções necessárias e outras considerações principais associadas ao fecho do projecto?

Fecho de Projectos - Parte 2 P. Quais são os relatórios finais, acções necessárias e outras considerações principais associadas ao fecho do projecto? Definições Fecho Administrativo - Quando um Oficial de Acordos (AO) aprova um pedido da organização de despesas de fecho durante os 90 dias entre a data final da adjudicação e o envio do relatório final.

Leia mais

O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal.

O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal. VISÃO & MISSÃO VISÃO O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal. MISSÃO Actuar junto de empresas industriais, de serviços, estabelecimentos de ensino, empresas

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

Incentivos a Microempresas do Interior

Incentivos a Microempresas do Interior Incentivos a Microempresas do Interior Saiba como se candidatar Para que servem estes incentivos? Este regime de incentivos apoia microempresas localizadas no Interior ou em regiões com problemas de interioridade,

Leia mais

Auxílio estatal N 254/2002 Portugal Linha de crédito bonificada a investimentos do sector turístico.

Auxílio estatal N 254/2002 Portugal Linha de crédito bonificada a investimentos do sector turístico. COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 26.07.2002 C (2002) 2943 Assunto: Auxílio estatal N 254/2002 Portugal Linha de crédito bonificada a investimentos do sector turístico. Excelência, PROCEDIMENTO Por carta n.º

Leia mais

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira PG 02 NOTA JUSTIFICATIVA O presente regulamento promove a qualificação das

Leia mais

PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA

PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA Junho de 2009 1 MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA AO PROGRAMA MODELAR O Programa MODELAR tem como objectivo a atribuição de apoio financeiro

Leia mais

TRANSFORME INFORMAÇÕES EM RESULTADOS

TRANSFORME INFORMAÇÕES EM RESULTADOS TRANSFORME INFORMAÇÕES EM RESULTADOS Hoje, mais do que nunca, o conhecimento é o maior diferencial de uma organização, mas somente quando administrado e integrado com eficácia. Para melhor atender os seus

Leia mais

Portugal. Campanha em vigor até 30 Junho 2015

Portugal. Campanha em vigor até 30 Junho 2015 CAMPANHA CAMPANHA Ao domiciliar as ajudas ao rendimento em conta BST, por um valor estimado mínimo de 10.000, durante um período mínimo de 2 anos, recebe um destes equipamentos TV LED ou Mini Ipad. Para

Leia mais

REGULAMENTO PARA A CONCESSÃO DE APOIOS AO DESENVOLVIMENTO CULTURAL, SOCIAL E RECREATIVO. Nota Justificativa

REGULAMENTO PARA A CONCESSÃO DE APOIOS AO DESENVOLVIMENTO CULTURAL, SOCIAL E RECREATIVO. Nota Justificativa REGULAMENTO PARA A CONCESSÃO DE APOIOS AO DESENVOLVIMENTO CULTURAL, SOCIAL E RECREATIVO Nota Justificativa No quadro das competências atribuídas aos municípios pelas Leis n.º 169/99, de 18 de Setembro,

Leia mais

Âmbito dos serviços de controlo de saúde da Compellent

Âmbito dos serviços de controlo de saúde da Compellent Descrição do serviço Controlo de Saúde de SAN Dell Compellent Visão geral do serviço A presente Descrição do Serviço ( Descrição do Serviço ) é celebrada entre si, o cliente ( você ou Cliente ), e a entidade

Leia mais

Estaleiros de Equipamentos e Obras

Estaleiros de Equipamentos e Obras isep Engenharia Civil Estaleiros de Equipamentos e Obras [EEQO] Organização do Estaleiro de uma Obra de Construção Civil Eduardo Azevedo, nº 980019 Estaleiros de Equipamentos e Obras Organização do Estaleiro

Leia mais

African Development Bank

African Development Bank OPORTUNIDADES E DESAFIOS BANCO AFRICANO DE DESENVOLVIMENTO Lisboa, 18 de Abril 2008 1 2 O que investidores e empresas querem saber 1. O que é o BAD? 2. Instrumentos de financiamento 3. Áreas de negócios

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática Estudo de Viabilidade SorveTech (Sistema de Gerenciamento) Professora: Carla Silva Disciplina: Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas

Leia mais

Delegação da União Europeia em Moçambique

Delegação da União Europeia em Moçambique PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQ / Europeia em Moçambique Enquadramento geral Lógica da intervenção Porquê o PAANE? Beneficiários e grupos-alvo Actividades e ferramentas Orçamento detalhado Modalidades de implementação

Leia mais

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação O GRUPO AITEC Breve Apresentação Missão Antecipar tendências, identificando, criando e desenvolvendo empresas e ofertas criadoras de valor no mercado mundial das Tecnologias de Informação e Comunicação

Leia mais

Ministério Federal do Trabalho e dos Assuntos Sociais

Ministério Federal do Trabalho e dos Assuntos Sociais Ministério Federal do Trabalho e dos Assuntos Sociais Directiva para o programa especial da Federação Alemã para o Fomento da mobilidade profissional de jovens interessados em formação e jovens profissionais

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA À REDE DE CONSULTORES

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA À REDE DE CONSULTORES FORMULÁRIO DE CANDIDATURA À REDE DE CONSULTORES da empresa da pessoa de contacto Data: Detalhes de contacto País: Data de preenchimento: Telefone: Fax: e-mail: Caixa Postal: 1. CONSULTORES Os consultores

Leia mais

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE III. 1 - Definições FASE DE ENTRADA Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção de subvenção as

Leia mais

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO 04 APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE nas mais diversas áreas: organização empresarial, finanças, marketing,

Leia mais

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - SIADAP - ANO DE 2015 MISSÃO E OBJECTIVOS DAS UNIDADES ORGÃNICAS DOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DA MAIA, PARA O ANO DE 2015 DIVISÃO ECONÓMICA

Leia mais

Bolsa de Inovação da Secção Regional de Lisboa DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGRAS DE ATRIBUIÇÃO

Bolsa de Inovação da Secção Regional de Lisboa DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGRAS DE ATRIBUIÇÃO A Direcção da Secção Regional de Lisboa da Ordem dos Farmacêuticos, reunida em sessão de 18 de Julho de 2012, deliberou instituir uma Bolsa, destinada a apoiar projectos de investigação e projectos profissionais

Leia mais

Fundação Cidade Lisboa

Fundação Cidade Lisboa Fundação Cidade Lisboa COLÉGIO UNIVERSITÁRIO DA COOPERAÇÃO - NUNO KRUS ABECASIS REGULAMENTO DE BOLSAS 2015/2016 I - DISPOSIÇÕES GERAIS 1 - O Colégio Universitário da Cooperação Nuno Krus Abecasis da Fundação

Leia mais

ISO 9001:2008. Alterações e Adições da nova versão

ISO 9001:2008. Alterações e Adições da nova versão ISO 9001:2008 Alterações e Adições da nova versão Notas sobe esta apresentação Esta apresentação contém as principais alterações e adições promovidas pela edição 2008 da norma de sistema de gestão mais

Leia mais

Assistência a Projetos Comunitários e de Segurança Humana

Assistência a Projetos Comunitários e de Segurança Humana Assistência a Projetos Comunitários e de Segurança Humana I INTRODUÇÃO O Governo do Japão oferece um programa de assistência econômica para projetos de desenvolvimento concebidos para atender às diversas

Leia mais

JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010 I Série Sumário SECRETARIAREGIONAL DO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS Portaria n.º 61/2010 Aprova o Regulamento de Aplicação

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

O Conceito de Cluster

O Conceito de Cluster O Conceito de Cluster Conjunto de empresas, relacionadas entre si, que desenvolvem competências específicas, formando um pólo produtivo especializado e com vantagens competitivas. Antecedentes As empresas

Leia mais

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Enquadramento Com base numa visão estratégica de desenvolvimento social que valorize a rentabilização dos recursos técnicos e financeiros

Leia mais

OFERTAS DE EMPREGO PROFISSÃO ENGENHEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES. Unidade Emissora: Data de Emissão N.º de Folhas LOURES ODIVELAS

OFERTAS DE EMPREGO PROFISSÃO ENGENHEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES. Unidade Emissora: Data de Emissão N.º de Folhas LOURES ODIVELAS 1 / 5 588543822 588570036 588592611 588595727 588596932 588597570 ENGENHEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES ELECTROMECÂNICO, ELECTRICISTA E OUTROS INSTALADORES DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS ELÉCTRICOS TRABALHADOR DE

Leia mais

Premier. Quando os últimos são os Primeiros

Premier. Quando os últimos são os Primeiros Premier Quando os últimos são os Primeiros Fundada em 1997 Especializada no desenvolvimento de soluções informáticas de apoio à Gestão e consultoria em Tecnologias de Informação. C3im tem como principais

Leia mais

Vale Projecto - Simplificado

Vale Projecto - Simplificado IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Vale Projecto - Simplificado VALES Empreendedorismo e Inovação Associados Parceiros / Protocolos IDIT Enquadramento Vale Projecto - Simplificado

Leia mais

Programa de Assistência para Projectos Comunitários Embaixada do Japão Informação 2014 Visão Geral

Programa de Assistência para Projectos Comunitários Embaixada do Japão Informação 2014 Visão Geral Programa de Assistência para Projectos Comunitários Embaixada do Japão Informação 2014 Visão Geral O Governo do Japão reconhece a importância dos projectos de desenvolvimento ao nível das bases que podem

Leia mais

Meu foco de atuação nos últimos 10 anos foi à área de Integração de Sistemas e o meu objetivo principal é o segmento de Telecom.

Meu foco de atuação nos últimos 10 anos foi à área de Integração de Sistemas e o meu objetivo principal é o segmento de Telecom. MODELOS DE CARTAS Prezados Sr. (a), Sou um executivo com mais de 15 anos de experiência e sucesso na Direção de Unidade de Negócios, abrangendo áreas de Serviços de IT, Vendas e Marketing, em empresas

Leia mais

Capitulo 3. Organização, facturação e rede de contactos da empresa

Capitulo 3. Organização, facturação e rede de contactos da empresa Introdução A empresa que eu vou falar é a Delta Cafés uma empresa especializada na torre e comercialização de café, estando esta implementada no seu ramo à 50 anos e sendo também uma empresa portuguesa

Leia mais

INQUÉRITO SOBRE OS SISTEMAS DE FINANCIAMENTO, SUPORTE, E FORNECIMENTO DE SERVIÇOS DO SECTOR DE SAÚDE

INQUÉRITO SOBRE OS SISTEMAS DE FINANCIAMENTO, SUPORTE, E FORNECIMENTO DE SERVIÇOS DO SECTOR DE SAÚDE INQUÉRITO SOBRE OS SISTEMAS DE FINANCIAMENTO, SUPORTE, E FORNECIMENTO DE SERVIÇOS DO SECTOR DE SAÚDE MINISTÉRIO DE SAÚDE MINISTÉRIO DO PLANO E FINANÇAS Questionário U2: Pessoal da unidade CÓDIGO DO QUESTIONÁRIO

Leia mais

Regulamento do concurso Fora da Caixa

Regulamento do concurso Fora da Caixa Regulamento do concurso Fora da Caixa Artigo 1 - Enquadramento O Concurso de Ideias de Negócio denominado Fora da Caixa é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia da República de Moçambique

Leia mais

Tarifário do Serviço de Gestão de Resíduos do Municipio de Arouca CAPÍTULO II ARTIGO 1º

Tarifário do Serviço de Gestão de Resíduos do Municipio de Arouca CAPÍTULO II ARTIGO 1º Tarifário do Serviço de Gestão de Resíduos do Municipio de Arouca CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º 1. Nos termos do Regulamento Municipal de Resíduos Urbanos e Limpeza Urbana do Município de Arouca,

Leia mais

O PASSO A PASSO PARA A OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO DE PROJETOS

O PASSO A PASSO PARA A OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO DE PROJETOS O PASSO A PASSO PARA A OBTENÇÃO DE FINANCIAMENTO DE PROJETOS OVERVIEW Este treinamento tem como objetivo oferecer aos participantes uma ampla visão de quais os passos para se obter financiamento para implementar

Leia mais

Inovação Empreendedorismo Qualificado e Criativo

Inovação Empreendedorismo Qualificado e Criativo Inovação Empreendedorismo Qualificado e Criativo Objetivos Promover o empreendedorismo qualificado e criativo Tipologias de Projetos 1. São suscetíveis de financiamento os projetos das PME, com menos de

Leia mais

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso!

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso! Fornecedores www.grupoquantica.com Apresentação 2010 A idéia Fundado e idealizado por Cleber Ferreira, Consultor de Marketing e Vendas, autor do livro Desperte o Vendedor Interior com Técnicas de Vendas

Leia mais

Apoios às s Empresas do Sector do Turismo. Portugal

Apoios às s Empresas do Sector do Turismo. Portugal Apoios às s Empresas do Sector do Turismo ÍNDICE 2 Linha de apoio à qualificação da oferta Linha de apoio à tesouraria Carência de capital Linhas PME CRESCIMENTO 2013 MECANISMOS DE APOIO AO SECTOR DO TURISMO

Leia mais

Programa Gulbenkian Inovar em Saúde

Programa Gulbenkian Inovar em Saúde REGULAMENTO DO CONCURSO Concurso para financiamento de projetos em Literacia em Saúde 2013 Artigo 1º Objeto O presente Regulamento estabelece as normas de acesso ao concurso para financiamento de projetos

Leia mais

Perguntas e Respostas via WebCast Roadshow Mais PHC 2009 O novo SNC

Perguntas e Respostas via WebCast Roadshow Mais PHC 2009 O novo SNC Perguntas e Respostas via WebCast Roadshow Mais PHC 2009 O novo SNC PERGUNTAS VIA WEB CAST: Dado que vamos ter necessariamente durante o período de transição que efectuar lançamentos manuais na contabilidade,

Leia mais

Linha Específica. Dotação Específica do Têxtil, Vestuário e Calçado CAE das divisões 13, 14 e 15

Linha Específica. Dotação Específica do Têxtil, Vestuário e Calçado CAE das divisões 13, 14 e 15 IAPMEI/DGAE (www.iapmei.pt / www.dgae.pt) PME Invest (Linha de Crédito com juro bonificado) Linha de Crédito PME Investe III Condições e processo de candidatura A Condições 1. Condições a observar pelas

Leia mais

SIPPE-RAM Sistemas de Incentivos a Pequenos Projectos Empresariais da Região Autónoma da Madeira

SIPPE-RAM Sistemas de Incentivos a Pequenos Projectos Empresariais da Região Autónoma da Madeira SIPPE-RAM Sistemas de Incentivos a Pequenos Projectos Empresariais da Região Autónoma da Madeira O presente documento pretende fazer um resumo do Decreto Legislativo Regional n.º 21/2/M de 21 de Agosto

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07

Leia mais

O Brasil Melhorou. 36 milhões. de brasileiros saíram da pobreza em 10 anos. 42 milhões. de brasileiros ascenderam de classe.

O Brasil Melhorou. 36 milhões. de brasileiros saíram da pobreza em 10 anos. 42 milhões. de brasileiros ascenderam de classe. O Brasil Melhorou 36 milhões de brasileiros saíram da pobreza em 10 anos 42 milhões de brasileiros ascenderam de classe Fonte: SAE/PR O Brasil Melhorou O salário mínimo teve um aumento real de 70% Em 2003,

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

Dinamização das Zonas Rurais

Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais A Abordagem LEADER A Europa investe nas Zonas Rurais As zonas rurais caracterizam-se por condições naturais e estruturais que, na maioria dos

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações de Desemprego Montante Único

Leia mais

O COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL O quadro legal e o negócio

O COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL O quadro legal e o negócio O COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL O quadro legal e o negócio Março, 2004 SONAE COM SONAE DISTRIBUIÇÃO Comunicações Móveis Comunicações Fixas Software &S.I. Media & Internet Optimus Novis ecommerce Mainroad

Leia mais

Guia de Utilização. Acesso Universal

Guia de Utilização. Acesso Universal Guia de Utilização Índice PREÂMBULO...3 ACESSO À PLATAFORMA...3 ÁREA DE TRABALHO...4 APRESENTAR PROPOSTAS...9 RECEPÇÃO DE ADJUDICAÇÃO...18 PARAMETRIZAÇÃO DA EMPRESA...19 Acesso universal Proibida a reprodução.

Leia mais

A sustentabilidade da economia requer em grande medida, a criação duma. capacidade própria de produção e fornecimento de bens e equipamentos,

A sustentabilidade da economia requer em grande medida, a criação duma. capacidade própria de produção e fornecimento de bens e equipamentos, REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE -------- MINISTÉRIO DA ENERGIA GABINETE DO MINISTRO INTERVENÇÃO DE S.EXA SALVADOR NAMBURETE, MINISTRO DA ENERGIA, POR OCASIÃO DA INAUGURAÇÃO DA FÁBRICA DE CONTADORES DA ELECTRO-SUL

Leia mais

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ ActionAid é uma federação internacional trabalhando para erradicar a pobreza e a injustiça. A ActionAid foi

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito de aplicação do regulamento O presente regulamento estabelece as condições de acesso e as regras gerais de atribuição de co-financiamento comunitário do Fundo

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE. Lei n.º /2013. de Dezembro

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE. Lei n.º /2013. de Dezembro REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Lei n.º /2013 de de Dezembro O Orçamento do Estado para 2013 materializa a política financeira do Governo, em conformidade com os objectivos do Plano Económico e Social (PES) 2013.

Leia mais

Artigo 1º Âmbito. Artigo 2º Área Geográfica de Intervenção

Artigo 1º Âmbito. Artigo 2º Área Geográfica de Intervenção ADRIL ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL INTEGRADO DO LIMA Artigo 1º Âmbito 1-O presente regulamento tem por objectivo definir os normativos técnicos, administrativos e financeiros do Programa de Iniciativa

Leia mais

COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO

COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO Instituição: Comissão da Bacia do Zambeze (ZAMCOM) Local de Trabalho: Harare, Zimbabwe Duração: Inicialmente um ano com possibilidade de renovação

Leia mais

COMISSÃO. 1. Introdução

COMISSÃO. 1. Introdução COMISSÃO Convite à apresentação de candidaturas para a constituição de uma lista de peritos encarregados de avaliar as propostas recebidas no âmbito do programa eten, projectos de interesse comum no domínio

Leia mais

Versão preliminar Revisão da implementação do programa

Versão preliminar Revisão da implementação do programa Versão preliminar Revisão da implementação do programa 16 de setembro de 2015 Este relatório, apresentado na forma preliminar para comentário público, tem como objetivo fornecer uma visão geral de alto

Leia mais

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas PME Investe VI Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito visa facilitar o acesso ao crédito por parte das micro e pequenas empresas de todos os sectores de actividade,

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA O POSTO DE CONSELHEIRO EM GESTÃO DE FINANÇAS PUBLICAS

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA O POSTO DE CONSELHEIRO EM GESTÃO DE FINANÇAS PUBLICAS I. Introdução TERMOS DE REFERÊNCIA PARA O POSTO DE CONSELHEIRO EM GESTÃO DE FINANÇAS PUBLICAS O melhoramento da prestação de serviços públicos constitui uma das principais prioridades do Governo da Província

Leia mais

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA. Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA. Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro A Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 17 de Junho, publicada em 26 de Julho, que aprovou o PPCE - Programa

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS FINANCIADO PELO GOVERNO ITALIANO (MAE/DGCS) PROGRAMA AID 8420

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS FINANCIADO PELO GOVERNO ITALIANO (MAE/DGCS) PROGRAMA AID 8420 AID 8420 Divulgação destinada exclusivamente à Entidade Contratante e ao autor do documento tendo em vista proteger dados pessoais e a vida privada, bem como a confidencialidade de informações comerciais

Leia mais

QUEM FAZ A AVALIAÇÃO ENERGÉTICA E EMITE O CERTIFICADO?

QUEM FAZ A AVALIAÇÃO ENERGÉTICA E EMITE O CERTIFICADO? O QUE É UM CERTIFICADO ENERGÉTICO? Um Certificado Energético (CE) de um edifício ou fracção autónoma é o documento emitido no âmbito do Sistema Nacional de Certificação Energética e Qualidade do Ar Interior

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS INOVADORAS CDTI/UNITINS SELEÇÃO DE EMPRESAS EDITAL Nº 007, 13/08/2009.

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS INOVADORAS CDTI/UNITINS SELEÇÃO DE EMPRESAS EDITAL Nº 007, 13/08/2009. 1 FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS INOVADORAS CDTI/UNITINS SELEÇÃO DE EMPRESAS EDITAL Nº 007, 13/08/2009. A Fundação Universidade do Tocantins UNITINS torna público

Leia mais

ESPECIAL PMEs. Volume III Fundos europeus 2ª parte. um Guia de O Portal de Negócios. www.oportaldenegocios.com. Março / Abril de 2011

ESPECIAL PMEs. Volume III Fundos europeus 2ª parte. um Guia de O Portal de Negócios. www.oportaldenegocios.com. Março / Abril de 2011 ESPECIAL PMEs Volume III Fundos europeus 2ª parte O Portal de Negócios Rua Campos Júnior, 11 A 1070-138 Lisboa Tel. 213 822 110 Fax.213 822 218 geral@oportaldenegocios.com Copyright O Portal de Negócios,

Leia mais

Property & Construction Property & Construction. Estudos de Remuneração 2012

Property & Construction Property & Construction. Estudos de Remuneração 2012 Property & Construction Property & Construction Estudos de Remuneração 2012 3 Michael Page Page Estudos de Remuneração 2012 - Property & Construction 4 Apresentamos-lhe os Estudos de Remuneração 2012,

Leia mais

Incentivos a Microempresas do Interior. Saiba como se candidatar

Incentivos a Microempresas do Interior. Saiba como se candidatar Incentivos a Microempresas do Interior 3 Incentivos a Microempresas do Interior Para que servem estes incentivos? 4 5 Este regime de incentivos apoia microempresas localizadas no Interior ou em regiões

Leia mais

Diretrizes para a Implementação de Cooperação Follow-up (F/U)

Diretrizes para a Implementação de Cooperação Follow-up (F/U) Diretrizes para a Implementação de Cooperação Follow-up (F/U) Março de 2003 AGÊNCIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL DO JAPÃO (JICA) Sumário 1. Quais são os Objetivos da Cooperação Follow-up?... 3 2. Quais

Leia mais

1. (PT) - Diário Económico, 07/12/2012, Portuguesa Gesto Energy ganha planeamento energético de Angola 1

1. (PT) - Diário Económico, 07/12/2012, Portuguesa Gesto Energy ganha planeamento energético de Angola 1 Tema de Pesquisa: Internacional 07 de Dezembro de 2012 Revista de Imprensa 07-12-2012 1. (PT) - Diário Económico, 07/12/2012, Portuguesa Gesto Energy ganha planeamento energético de Angola 1 2. (PT) -

Leia mais

Entrevista à Coordenadora Nacional do PAR Programa de Apoio à Reconstrução Por Pedro Cardoso (Jornalista), 2004

Entrevista à Coordenadora Nacional do PAR Programa de Apoio à Reconstrução Por Pedro Cardoso (Jornalista), 2004 Entrevista à Coordenadora Nacional do PAR Programa de Apoio à Reconstrução Por Pedro Cardoso (Jornalista), 2004 Podíamos estar muito mais longe do que estamos, revela a Coordenadora Nacional do PAR em

Leia mais

REVIT ARQUITECTURE 2013

REVIT ARQUITECTURE 2013 REVIT ARQUITECTURE 2013 O Revit 2013 é um software de Tecnologia BIM, que em português significa Modelagem de Informação da Construção. Com ele, os dados inseridos em projeto alimentam também um banco

Leia mais