PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A FASE 2 DA JANELA II DO PROGRAMA FINAGRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A FASE 2 DA JANELA II DO PROGRAMA FINAGRO"

Transcrição

1 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A FASE 2 DA JANELA II DO PROGRAMA FINAGRO 1. A nossa empresa localiza-se dentro da área jurisdição do Município de Nampula. Sendo os SDAE, uma estrutura do Governo do Distrito de Rapale, o nosso vínculo com esta instituição é inexistente. Tanto assim, que, desde a formalização da empresa os órgãos do Estado com que nos relacionamos são os implantados na cidade de Nampula. Não será exagero se dissermos que duvidamos que os SDAE do Distrito de Rapale nos conheça. Com este esclarecimento fazse ainda necessário obter o parecer dos SDAE? Conforme abordam desde a formalização da empresa os órgãos do Estado com que nos relacionamos são os implantados na cidade de Nampula poderão apresentar então uma referência desses órgãos com quem vocês se relacionam (Administração do Distrito ou Direcção Provincial do Comércio e Indústria ou Conselho Municipal ou Direcção Provincial de Agricultura etc). O que precisamos é alguma referência Institucional que prove a existência física ou de conhecimento técnico ou estatístico da sua empresa. 2. As 3 opções de construção, pareceu-nos muito focadas à edificação de armazém. No nosso caso, o que pretendemos é a construção de uma nave em alvenaria, cobertura de chapas de IBR, assentes em estrutura metálica, para actividade fabril, isto é, para acomodar as máquinas de processamento do milho, tendo uma área coberta de 250m2 (25x10). Aparentemente, o prototipo apresentado, salvo melhor opinião não só não é o adequado como apresenta estimativas de custo muito acima da nossa expectativa Nesta perspectiva, podemos indicar outras cotações provavelmente mais parcimoniosas para a nossa necessidade? Sobre a construção: O que parece é que o Candidato não pretende fazer um armazém mas sim algo que seja só uma área coberta com as partes laterais abertas e onde seja suficiente colocar o equipamento de processamento de milho. Não sabemos como pretende limitar ventos laterais, poeiras e outros similares. Uma nave metálica de 250 m2 não terá custos ditos económicos comparativamente com a nossa proposta. No entanto está o candidato livre de apresentar o desenho arquitectónico que pretende no seu plano de negocio uma vez que não se enquadra no formato do armazém. O candidato não poderá esquecer que para fazer o seu projecto executivo de construção civil, terá que contractar a custos próprios ou comparticipados (mesmo que incluídos na subvenção a conceder) e que deverá ser elaborado por uma empresa de engenharia ou de arquitectura (estamos a falar de valores para o efeito de aproximadamente entre MT e não é competência de empreiteiros elaborar um projecto executivo). Isto acarreta custo que com os nossos protótipos já não precisam de suportar porque já foram custeados na janela nº 1. Nesta fase da janela nº 2 os candidatos só devem suportar os custos de adaptação dos protótipos existentes e a fiscalização, que será feita pela empresa de arquitectura já contractada para o efeito. Estes custos não devem ultrapassar o valor de 5% do total do custo da infraestrutura. As vantagens são muitas, além da existência do projecto executivo de construção civil estar feito, também os documentos para o lançamento do concurso estão já preparados a familiarização dos 1

2 empreiteiros deste tipo de construção é grande (porque já trazem a experiencia da janela 1), e por conseguinte uma avaliação de empreiteiros com maior rapidez e por fim uma construção mais rápida e com maior qualidade. No entanto o candidato melhor decidirá a sua opção tendo em conta a especificidade da sua infraestrutura. 3. Pretendemos fazer acréscimos de máquinas de processamento em relação as indicadas na proposta de candidatura, isso é permissível? Desde que não esbarre com o "plafond". Qualquer modificação aos pedidos na proposta de candidatura original devem ser claramente identificadas no plano de negócios. 4. O Eng.º ou Arquiteto a ser contracto para a construção da fábrica será da responsabilidade da FINAGRO ou do beneficiário? O Arquitecto já foi pago pelo FinAgro pelo desenho dos protótipos e os mapas de quantidades. O custo da adaptação destes protótipos será responsabilidade de cada beneficiário, assim como o valor da supervisão da construção. Para estimativa, use 5% do custo da construção para esses trabalhos o arquitecto será o mesmo que fez os desenhos pois ele foi contratado baseado na sua experiência com os regulamentos de Moçambique assim como os regulamentos do doador USAID. Se o pedido do candidato não alcançar valor máximo (2.6 milhões de meticais) da subvenção ao abrigo do Programa FinAgro, o candidato pode incluir este valor no pedido. 5. Relativamente ao processo de procurement, a ser liderado pela Equipa do FINAGRO, refere a o que de forma concreta? Se for seleccionado como beneficiário, todas compras ou construções do projecto devem ter pelo menos 3 cotações. FinAgro é responsável por lançar um concurso (as especificações do equipamento sendo da responsabilidade do beneficiário), avaliar e seleccionar o fornecedor ou empreteiro. O beneficiário estará sempre envolvido no processo, mas sempre com a liderança do FinAgro. 6. Perante o facto, qual e as responsabilidades e obrigação das partes? O beneficiário será responsável por definir as especificações dos equipamentos pedidos, e avaliar a cotação seleccionada para confirmar que é o produto que quer. FinAgro é responsável por lançar o concurso, avaliar, documentar o processo, e confirmar com o beneficiário o equipamento a adquirir. Em casos de construções, o beneficiário é responsável por entrar em acordo com o arquitecto já seleccionado para adaptação e supervisão da construção. O pagamento do arquitecto é responsabilidade do candidato (a não ser que o custo seja incluído no valor da subvenção). 7. Os 3 exemplos dos protótipos de armazéns por vos propostos, estão acima da nossas perspectivas financeiras, ao que pretendemos saber se poderá ser erguido um armazém com dimensões menores comparativamente ao vosso protótipo? 2

3 Para decidir no tamanho de seu pedido de armazém, os Candidatos devem considerar o volume de sua produção, também como a rotação destes produtos dentro do armazém. Quando fazem os cálculos devem também lembrar que devem deixar espaço entre os montes de sacos a ser armazenados, assim como devem deixar espaço entre os sacos e a paredes do armazém. Pensamos que um armazém de 45m2 já é um armazém muito pequeno. Imaginamos que um armazém menor ainda não seria suficiente para suportar seu negócio. Entendamos sua preocupação sobre o custo deste pequeno armazém, mas toda construção de raiz financiada por FinAgro deverá ter fundação e apresentar um desenho, mapa de quantidades, e projecto executivo que se encaixam com as regras da USAID e do governo se Moçambique. Estamos a falar de valores para o efeito de aproximadamente entre MT. Para os protótipos do FinAgro esta despesa já foi ocorrida e paga e os candidatos já não precisam de suportar. Nesta fase da janela nº 2 os candidatos só devem suportar os custos de adaptação dos protótipos existentes e a fiscalização, que será feita pela empresa de arquitectura já contractada para o efeito. Estes custos não devem ultrapassar o valor de 5% do total do custo da infraestrutura. 8. Sabemos que para a aquisição da viatura será necessário enviar-se facturas pró-formas, nesta ordem de ideias e uma vez que o FINAGRO ja idealizou um protótipo de construção de armazéns, será necessário o envio de alguma factura que esteja relacionado com a construção do armazém? Ou caberá simplesmente ao FINAGRO decidir nos tamanhos de acordo com a subvenção? O Candidato deve escolher um dos protótipos (pequeno, médio, grande) e destacar sua selecção na secção B do plano de negócios, na parte sobre o financiamento. Aqui pode descrever o protótipo seleccionado, e o valor correspondente adicionando 5% para adaptação e supervisão. Se o candidato precisar electricidade, água e saneamento, deverá adicionar estes custos também pois as estimativas dos protótipos não antecipam isto. 9. Foi-nos comunicado na carta de aprovação que devemos apresentar um DUAT ou outro documento equivalente. Pretendemos saber se este DUAT ou documento equivalente e' para o local onde será construído o armazém ou é o local onde estamos a funcionar presentemente? O DUAT deve ser para o local onde o projecto será implementado. Se há só um local (para o armazém por exemplo), então só deve entregar o DUAT para aquela localidade. Mas se o projecto também envolver alguma área de produção, então também deve entregar o DUAT para esta área. 10. No nosso formulário da Fase 1, nós incluímos o pedido de um armazém e um camião. Depois de entender melhor o custo de um armazém do FinAgro, podemos só fazer a comparticipação de um dos dois. É possível? Se pedirmos só o camião, na factura devera' constar o nome do FINAGRO ou o nome da Empresa? 3

4 Sim. Se o candidato quer rever seu pedido, é possível e deve estar claro dentro do plano de negócios. O Candidato pode pedir só o camião se preferir, e a avaliação do pedido vai ser feita com a avaliação do plano de negócios. As facturas proformas, ou cotações, que serão entregues junto com o plano de negócios podem estar no nome do candidato. Se o candidato for seleccionado para receber uma subvenção, o FinAgro vai liderar o processo de compra e vai comparar pelo menos 3 cotações. A factura entregue com o plano de negócios é só para ter um ponto de referência. 11. Preciso dum esclarecimento sobre a participação da empresa no financiamento: será que é de 30 % (como na primeira fase) ou de 23 % (no caso de aquisição de material)? A comparticipação deve ser 30% do valor que o FinAgro vai contribuir. Por exemplo, se o pedido do candidato é para: Um trator: 1,200,000 Um atrelado: 230,000 Total: 1,430,000 FinAgro entra com 1,100,000 de subvenção, e o candidato com 330,000. Isto é igual a 30% do valor da subvenção (330,000/1,100,000), e 23% do valor total (330,000/1,430,000). 12. Sobre a assistência técnica: pode explicar em que consista? Não entendi se será o FinAgro (e empresas de consultoria contratada pelo Finagro) que ira realizar, ou se deve obrigatoriamente ser no cargo da empresa e ser incluído no orçamento do projecto. Neste caso, preciso saber em que vai consistir a assistência técnica. Faço esta pergunta, porque para aquisição de tractor, tinha previsto a formação do pessoal para conduzir o tractor como linha de assistência técnica, mas depois de verificar nas lojas que vendem tractor, fui informada que eles oferecem a formação e têm uma garantia de 1 ano. O Candidato deve identificar a assistência técnica que gostariam de ter, e se já não recebem essa assistência de alguma outra ONG ou instituto, podem incluir este valor no orçamento do seu projecto. A assistência técnica não pode ser paga pelo FinAgro em termos de salário de alguém (isto são custos operacionais, o que o FinAgro não pode financiar), mas podemos pagar treinamentos, participação em seminários, formações, ou como menciona na pergunta, formação de como conduzir o tractor. Neste último caso muitas vezes o custo já faz parte do preço do tractor, só é necessário confirmar com o fornecedor. Se algum consultor será seleccionado para fazer a assistência técnica, é importante identificar trabalhos concretos ou relatórios nos quais é possível basear as facturas (já que o FinAgro não pode pagar salários mensais). Estes detalhes podem ser finalizados depois da selecção do candidato. 13. Sobre as linhas do orçamento: Fui aconselhada numa primeira fase para melhorar a sustentabilidade da empresa de comprar um camião de 5 toneladas e uma pá carregadora mecânica para realizar o nosso trabalho. Mas entretempo, quando fui procurar mas informações técnicas com os vendedores de maquinas, me apercebi que era mas interessante (e mas barato) 4

5 de comprar um tractor agrícola com pá carregadora em frente e semi-reboque de 6 toneladas. Esse veiculo esta de facto mas adaptado ao contexto de vendas nas zonas rurais da cidade, em alguns meses mais difícil de acesso para um camião de 5 T. Par alem, neste caso de compra de tractor, queria também comprar um semi-reboque cisterna de 5000 litros que facilitara grandemente o nosso trabalho de produção. Referir que essas mudanças não aumentam o valor final do orçamento. Queria saber se posso realizar estas mudanças no orçamento. Sim. 14. Sobre a realização do Business Plan: Na verdade, já tenho um business plan em inglês (que beneficiou do apoio de 2 coach. Vou precisar adaptar este business plano para a compra do material, traduzir em português, e provavelmente, adaptar ao formato do FinAgro para facilitar o trabalho de analise da equipa do FinAgro. Fui contactada pelo IPEME e a empresa WinResources para receber apoio a realização do Business Plano. Não tendo fundos neste momento para adiantar pagamento duma consultoria externa, e esses coach continuando a me apoiar de vez enquanto, queria saber se acha decisivo o apoio dum destes organismos que me contactou para a realização do BP? O seu plano de negócio pode ser entregue em Português ou Inglês. O formato do FinAgro é recomendado, mas não requerido. A escolha de trabalhar com IPEME ou Win Resources é sua e não decisiva de qualquer forma. O importante é que seu plano de negócio inclua os dados requisitos pelo FinAgro (explicado dentro do modelo) e seja viável não interessa se obteve assistência técnica na formulação do plano ou não. 5

PROGRAMA DE AJUDA DIRECTA 2015-2016 Requisitos & Instruções

PROGRAMA DE AJUDA DIRECTA 2015-2016 Requisitos & Instruções PROGRAMA DE AJUDA DIRECTA 2015-2016 Requisitos & Instruções Cabo Verde VI Edição São Tomé e Príncipe IV Edição Guiné-Bissau II Edição O que é o Programa de Ajuda Directa (PAD)? O PAD é gerido pela Embaixada

Leia mais

Programa da assistência para Projectos Comunitários. Embaixada do Japão

Programa da assistência para Projectos Comunitários. Embaixada do Japão Programa da assistência para Projectos Comunitários Embaixada do Japão A Embaixada do Japão concebe um programa de assistência financeira à projectos comunitários para responder às diversas necessidades

Leia mais

Respostas aos pedidos de esclarecimento Cloud Habitar Portugal 2012 14

Respostas aos pedidos de esclarecimento Cloud Habitar Portugal 2012 14 Respostas aos pedidos de esclarecimento Cloud Habitar Portugal 2012 14 1/5 Organização Patrocínios Parceiros institucionais 10.07.2015 2/5 1 É possível obter o contacto directo de alguém nas empresas patrocinadoras

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

Fecho de Projectos - Parte 2 P. Quais são os relatórios finais, acções necessárias e outras considerações principais associadas ao fecho do projecto?

Fecho de Projectos - Parte 2 P. Quais são os relatórios finais, acções necessárias e outras considerações principais associadas ao fecho do projecto? Definições Fecho Administrativo - Quando um Oficial de Acordos (AO) aprova um pedido da organização de despesas de fecho durante os 90 dias entre a data final da adjudicação e o envio do relatório final.

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA RECUPERAÇÃO DE HABITAÇÕES NA ZONA HISTÓRICA DA CIDADE E DEVESA

REGULAMENTO PROGRAMA RECUPERAÇÃO DE HABITAÇÕES NA ZONA HISTÓRICA DA CIDADE E DEVESA REGULAMENTO DO PROGRAMA RECUPERAÇÃO DE HABITAÇÕES NA ZONA HISTÓRICA DA CIDADE E DEVESA INTRODUÇÃO O levantamento socioeconómico da população residente nas zonas antigas evidencia um significativo número

Leia mais

PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA

PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA 1 MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA AO PROGRAMA MODELAR O Programa MODELAR tem como objectivo a atribuição de apoio financeiro pelas

Leia mais

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Site Correio Braziliense Data: 14/06/2012. Assunto: Rio+20

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Site Correio Braziliense Data: 14/06/2012. Assunto: Rio+20 Veículo: Site Correio Braziliense Data: 14/06/2012 Seção: Ser Sustentável Pág.: http://bit.ly/okj5q9 Assunto: Rio+20 Veículo: Site Correio Braziliense Data: 14/06/2012 Seção: Ser Sustentável Pág.: http://bit.ly/okj5q9

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012.

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012. ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO Posição: Director Executivo Programa Inter Religioso Contra a Malária (PIRCOM) Projecto Academy for Educational Development/Communication for Change (C Change) Supervisor:

Leia mais

Perguntas e respostas mais frequentes

Perguntas e respostas mais frequentes Convite n.ºeuropeaid/136-792/dd/act/mz para a apresentação de propostas para o Instrumento Europeu para Democracia e Direitos Humanos Perguntas e respostas mais frequentes Por ocasião do lançamento do

Leia mais

EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA FUNDO ESPECIAL DE AUTO-AJUDA DO EMBAIXADOR DOS E.U.A. Ajudando as Comunidades a Ajudar-se a Si Próprias Caro Candidato ao Fundo de Auto-Ajuda: Obrigado pelo seu

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE SOBRE UTILIZACAO DE KITS DE ABRIGO NAS EMERGENCIAS

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE SOBRE UTILIZACAO DE KITS DE ABRIGO NAS EMERGENCIAS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE SOBRE UTILIZACAO DE KITS DE ABRIGO NAS EMERGENCIAS Código: CVM/2013/SK/DIPECHO3 KITS DE ABRIGO 1. JUSTIFICATIVA

Leia mais

Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses. Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003

Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses. Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003 Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003 Na prossecução das suas atribuições cabe ao Instituto Português

Leia mais

Introdução. 1 Lançar uma nova operação. Manual: Venda com opção de compra Pág. 1/14

Introdução. 1 Lançar uma nova operação. Manual: Venda com opção de compra Pág. 1/14 Manual: Venda com opção de compra Pág. 1/14 Introdução Este novo serviço irá funcionar de forma similar à Sala de Mercados. Desta forma, cada vez que seja necessário efectuar uma operação, terão que lançar

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS INOVADORAS CDTI/UNITINS SELEÇÃO DE EMPRESAS EDITAL Nº 007, 13/08/2009.

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS INOVADORAS CDTI/UNITINS SELEÇÃO DE EMPRESAS EDITAL Nº 007, 13/08/2009. 1 FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS INOVADORAS CDTI/UNITINS SELEÇÃO DE EMPRESAS EDITAL Nº 007, 13/08/2009. A Fundação Universidade do Tocantins UNITINS torna público

Leia mais

Innovations Against Poverty

Innovations Against Poverty Distribution www.sida.se Sustainability Training Partnership segments Cost Model Innovations Against Poverty Guia para Candidatos 2011/2012 Introdução Terminologia Negócio Inclusivo O programa Innovations

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização Manual de Utilização Versão 1.0 18/01/2013 Sempre consulte por atualizações deste manual em nossa página. O Cotação Web está em constante desenvolvimento, podendo ter novas funcionalidades adicionadas

Leia mais

Bolsa de Inovação da Secção Regional de Lisboa DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGRAS DE ATRIBUIÇÃO

Bolsa de Inovação da Secção Regional de Lisboa DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGRAS DE ATRIBUIÇÃO A Direcção da Secção Regional de Lisboa da Ordem dos Farmacêuticos, reunida em sessão de 18 de Julho de 2012, deliberou instituir uma Bolsa, destinada a apoiar projectos de investigação e projectos profissionais

Leia mais

Base de Dados para Administrações de Condomínios

Base de Dados para Administrações de Condomínios Base de Dados para Administrações de Condomínios José Pedro Gaiolas de Sousa Pinto: ei03069@fe.up.pt Marco António Sousa Nunes Fernandes Silva: ei03121@fe.up.pt Pedro Miguel Rosário Alves: alves.pedro@fe.up.pt

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Modelação e Identificação de Sistemas. Controlo. Ângelo Carmo - 1579 Luis Santos - 2717

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Modelação e Identificação de Sistemas. Controlo. Ângelo Carmo - 1579 Luis Santos - 2717 Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Curso de Licenciatura em Engenharia de Automação, Controlo e Instrumentação Modelação e Identificação de Sistemas Controlo Sistema de Transporte e Compactação de

Leia mais

Elaboração do Projeto de Pesquisa

Elaboração do Projeto de Pesquisa Elaboração do Projeto de Pesquisa Pesquisa Pesquisa é um conjunto de atividades, que tem como finalidade solucionar e esclarecer dúvidas e problemas; comprovar hipóteses; Utiliza procedimentos próprios,

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO Circular n.º 023/2014 Portal F.P.T. - Inscrições Exmo. Sr. Presidente, No seguimento da Circular Nº 021/2014 Inscrições em Provas F.P.T. e depois de disponibilizarmos a possibilidade de testar/treinar

Leia mais

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece as condições de acesso das operações a apoiar no âmbito da Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos, para:

Leia mais

COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO

COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO QUALIFICAÇÃO COMO GESTOR GERAL DA QUALIDADE DE EMPREENDIMENTOS DA CONSTRUÇÃO INSTRUÇÕES DE CANDIDATURA 1. DESTINATÁRIOS A Marca de

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL O Município de Chaves tem entendido como de interesse municipal as iniciativas empresariais de natureza económica que contribuem

Leia mais

Programa Gulbenkian Inovar em Saúde

Programa Gulbenkian Inovar em Saúde REGULAMENTO DO CONCURSO Concurso para financiamento de projetos em Literacia em Saúde 2013 Artigo 1º Objeto O presente Regulamento estabelece as normas de acesso ao concurso para financiamento de projetos

Leia mais

ISO 9001:2008. Alterações e Adições da nova versão

ISO 9001:2008. Alterações e Adições da nova versão ISO 9001:2008 Alterações e Adições da nova versão Notas sobe esta apresentação Esta apresentação contém as principais alterações e adições promovidas pela edição 2008 da norma de sistema de gestão mais

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Escola Secundária de Paços de Ferreira 2009/2010. Departamento Comercial. Trabalho realizado por: Filipe Cabral n.º8. Tânia Leão n.

Escola Secundária de Paços de Ferreira 2009/2010. Departamento Comercial. Trabalho realizado por: Filipe Cabral n.º8. Tânia Leão n. Escola Secundária de Paços de Ferreira 2009/2010 Departamento Comercial Trabalho realizado por: Filipe Cabral n.º8 Tânia Leão n.º19 Diferença de Aprovisionamento e Compra O aprovisionamento é um conjunto

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA À REDE DE CONSULTORES

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA À REDE DE CONSULTORES FORMULÁRIO DE CANDIDATURA À REDE DE CONSULTORES da empresa da pessoa de contacto Data: Detalhes de contacto País: Data de preenchimento: Telefone: Fax: e-mail: Caixa Postal: 1. CONSULTORES Os consultores

Leia mais

(CRÉDITO Nº 4684) FUNDO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL FDI GUIÃO DE CONCEPÇÃO DE PROJECTOS 4.º CICLO DE CANDIDATURAS

(CRÉDITO Nº 4684) FUNDO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL FDI GUIÃO DE CONCEPÇÃO DE PROJECTOS 4.º CICLO DE CANDIDATURAS REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Direcção para a Coordenação do Ensino Superior DICES Projecto do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia HEST UNIDADE DE COORDENAÇÃO DO PROJECTO (CRÉDITO Nº

Leia mais

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - SIADAP - ANO DE 2015 MISSÃO E OBJECTIVOS DAS UNIDADES ORGÃNICAS DOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DA MAIA, PARA O ANO DE 2015 DIVISÃO ECONÓMICA

Leia mais

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira PG 02 NOTA JUSTIFICATIVA O presente regulamento promove a qualificação das

Leia mais

Apoios às s Empresas do Sector do Turismo. Portugal

Apoios às s Empresas do Sector do Turismo. Portugal Apoios às s Empresas do Sector do Turismo ÍNDICE 2 Linha de apoio à qualificação da oferta Linha de apoio à tesouraria Carência de capital Linhas PME CRESCIMENTO 2013 MECANISMOS DE APOIO AO SECTOR DO TURISMO

Leia mais

Regulamento do concurso Fora da Caixa

Regulamento do concurso Fora da Caixa Regulamento do concurso Fora da Caixa Artigo 1 - Enquadramento O Concurso de Ideias de Negócio denominado Fora da Caixa é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia da República de Moçambique

Leia mais

FAQ S. Regulamento do Programa Modelar - anexo à Portaria n.º 578/2009, de 1 de Junho.

FAQ S. Regulamento do Programa Modelar - anexo à Portaria n.º 578/2009, de 1 de Junho. FAQ S Regulamento do Programa Modelar - anexo à Portaria n.º 578/2009, de 1 de Junho. Quais os documentos que é necessário apresentar para fazer face aos requisitos especificados nas alíneas a), b), d),

Leia mais

Fundação Cidade Lisboa

Fundação Cidade Lisboa Fundação Cidade Lisboa COLÉGIO UNIVERSITÁRIO DA COOPERAÇÃO - NUNO KRUS ABECASIS REGULAMENTO DE BOLSAS 2015/2016 I - DISPOSIÇÕES GERAIS 1 - O Colégio Universitário da Cooperação Nuno Krus Abecasis da Fundação

Leia mais

Roteiro para apresentação do Plano de Negócio. Preparamos este roteiro para ajudá-lo(a) a preparar seu Plano de Negócio.

Roteiro para apresentação do Plano de Negócio. Preparamos este roteiro para ajudá-lo(a) a preparar seu Plano de Negócio. Roteiro para apresentação do Plano de Negócio Preparamos este roteiro para ajudá-lo(a) a preparar seu Plano de Negócio. Abaixo encontra-se a estrutura recomendada no Empreenda! O Plano de Negócio deverá

Leia mais

Trabalhar com Paramédicos no Terreno

Trabalhar com Paramédicos no Terreno Transmitindo ao Mundo a sua mensagem de solidariedade e humanismo, sobretudo através das suas missões e do desenvolvimento de técnicas e métodos de intervenção em situações de crise evolutivas. As nossas

Leia mais

A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas

A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas A CRIAÇÃO E O LANÇAMENTO DAS ACTIVIDADES DA TA CR A fundação da Agência de Tecnologia da República Checa (adiante designada TA CR ) foi um

Leia mais

O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal.

O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal. VISÃO & MISSÃO VISÃO O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal. MISSÃO Actuar junto de empresas industriais, de serviços, estabelecimentos de ensino, empresas

Leia mais

Tarifário do Serviço de Gestão de Resíduos do Municipio de Arouca CAPÍTULO II ARTIGO 1º

Tarifário do Serviço de Gestão de Resíduos do Municipio de Arouca CAPÍTULO II ARTIGO 1º Tarifário do Serviço de Gestão de Resíduos do Municipio de Arouca CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º 1. Nos termos do Regulamento Municipal de Resíduos Urbanos e Limpeza Urbana do Município de Arouca,

Leia mais

CONDIÇÕES A OBSERVAR PARA O ESTEBELECIMENTO DE POSTO DE TRANSFORMACÃO PRIVATIVO

CONDIÇÕES A OBSERVAR PARA O ESTEBELECIMENTO DE POSTO DE TRANSFORMACÃO PRIVATIVO CONDIÇÕES A OBSERVAR PARA O ESTEBELECIMENTO DE POSTO DE TRANSFORMACÃO PRIVATIVO 1 CONDIÇÕES PRÉVIAS Antes de iniciar qualquer trabalho de montagem, ou antes de adquirir um posto de transformação (PT),

Leia mais

Orientação Técnica n.º 1/2016 PPEC 2017-2018 Procedimentos a observar na implementação das medidas

Orientação Técnica n.º 1/2016 PPEC 2017-2018 Procedimentos a observar na implementação das medidas Orientação Técnica n.º 1/2016 PPEC 2017-2018 Procedimentos a observar na implementação das medidas A revisão das Regras do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de energia elétrica (PPEC), aprovada

Leia mais

REVIT ARQUITECTURE 2013

REVIT ARQUITECTURE 2013 REVIT ARQUITECTURE 2013 O Revit 2013 é um software de Tecnologia BIM, que em português significa Modelagem de Informação da Construção. Com ele, os dados inseridos em projeto alimentam também um banco

Leia mais

Engenharia de Software. Ficha T. Prática nº 2

Engenharia de Software. Ficha T. Prática nº 2 Engenharia de Software Ficha T. Prática nº 2 Objectivo: Análise do software como produto e como processo Caso de Estudo - Sistema de Controlo Orçamental O problema e as suas peculiaridades O principal

Leia mais

Perguntas e Respostas via WebCast Roadshow Mais PHC 2009 O novo SNC

Perguntas e Respostas via WebCast Roadshow Mais PHC 2009 O novo SNC Perguntas e Respostas via WebCast Roadshow Mais PHC 2009 O novo SNC PERGUNTAS VIA WEB CAST: Dado que vamos ter necessariamente durante o período de transição que efectuar lançamentos manuais na contabilidade,

Leia mais

GESTÃO DE OPERAÇÕES EM OUTRA MOEDA

GESTÃO DE OPERAÇÕES EM OUTRA MOEDA GESTÃO DE OPERAÇÕES EM OUTRA MOEDA Diante da importância do controle de vendas, compras e custos em outras moedas resolvemos elaborar um material informativo mais detalhado sobre o assunto. O SIAGRI Agribusiness

Leia mais

A Experiência da Iniciativa de Transparência da Indústria Extractiva (ITIE) em Moçambique

A Experiência da Iniciativa de Transparência da Indústria Extractiva (ITIE) em Moçambique www.iese.ac.mz A Experiência da Iniciativa de Transparência da Indústria Extractiva (ITIE) em Moçambique Rogério Ossemane 3ª Conferencia Internacional sobre Monitoria e Advocacia da Governação Maputo,

Leia mais

INQUÉRITO SOBRE OS SISTEMAS DE FINANCIAMENTO, SUPORTE, E FORNECIMENTO DE SERVIÇOS DO SECTOR DE SAÚDE

INQUÉRITO SOBRE OS SISTEMAS DE FINANCIAMENTO, SUPORTE, E FORNECIMENTO DE SERVIÇOS DO SECTOR DE SAÚDE INQUÉRITO SOBRE OS SISTEMAS DE FINANCIAMENTO, SUPORTE, E FORNECIMENTO DE SERVIÇOS DO SECTOR DE SAÚDE MINISTÉRIO DE SAÚDE MINISTÉRIO DO PLANO E FINANÇAS Questionário U2: Pessoal da unidade CÓDIGO DO QUESTIONÁRIO

Leia mais

República de Moçambique. Ministério Das Finanças

República de Moçambique. Ministério Das Finanças República de Moçambique Ministério Das Finanças CEDSIF Centro de Desenvolvimento de Sistemas de Informação de Finanças TERMOS DE REFERÊNCIA PARA O OBJECTO 1 E/OU OBJECTO 2 MAPUTO, Setembro de 2012 2 Introdução

Leia mais

Regulamento PAPSummer 2015

Regulamento PAPSummer 2015 Regulamento PAPSummer 2015 Artigo 1º Objectivos do programa, montante e designação das bolsas 1. O programa PAPSummer pretende dar a oportunidade a estudantes portugueses (Estudante) de desenvolver um

Leia mais

Regulamento do Concurso

Regulamento do Concurso Regulamento do Concurso Preâmbulo Considerando que, constituem objectivos do CRÉDITO AGRÍCOLA, enquanto Entidade Promotora: - Promover iniciativas empresariais inovadoras e conciliadoras com sinergias

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA O POSTO DE CONSELHEIRO EM GESTÃO DE FINANÇAS PUBLICAS

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA O POSTO DE CONSELHEIRO EM GESTÃO DE FINANÇAS PUBLICAS I. Introdução TERMOS DE REFERÊNCIA PARA O POSTO DE CONSELHEIRO EM GESTÃO DE FINANÇAS PUBLICAS O melhoramento da prestação de serviços públicos constitui uma das principais prioridades do Governo da Província

Leia mais

Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP

Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP Candidatura 2010 ENERGIA Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP ÍNDICE: 1. ENQUADRAMENTO 2. EIXO 2 APOIO AS ENERGIAS RENOVÁVEIS 3. OBJECTIVOS

Leia mais

Concurso de Concepção Cloud Habitar Portugal 2012 14

Concurso de Concepção Cloud Habitar Portugal 2012 14 Concurso de Concepção Cloud Habitar Portugal 2012 14 1/4 1. Enquadramento 2. Objectivo 3. Cloud Hp 2012 14 4. Requisitos 5. Destinatários 6. Concurso 7. Júri 8. Apresentação dos Trabalhos 9. Processo de

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA FORMADOR EM CONTABILIDADE, GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Leia mais

Regulamento. Preâmbulo

Regulamento. Preâmbulo Regulamento Preâmbulo As Empresas e os Empreendedores são a espinha dorsal de qualquer economia, em termos de inovação, de criação de emprego, de distribuição de riqueza e de coesão económica e social

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO. Por favor leia atentamente este documento antes de começar o seu processo de candidatura.

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO. Por favor leia atentamente este documento antes de começar o seu processo de candidatura. INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO Por favor leia atentamente este documento antes de começar o seu processo de candidatura. Só serão aceites as candidaturas submetidas através do formulário online, disponibilizado

Leia mais

Orientações e dicas para montar um projeto de extensão Ricardo T. Neder

Orientações e dicas para montar um projeto de extensão Ricardo T. Neder Universidade de Brasília Faculdade de Planaltina FUP Disciplina: PESQUISA E EXTENSÃO Curso: Agronegócio. Nível: graduação (02 créditos) Horário: SEXTA-FEIRA: 14H.-16H. Professor: Paulo Henrique da S. Santarém

Leia mais

Versão Consolidada. Portaria n.º 964/2009 de 25 de Agosto

Versão Consolidada. Portaria n.º 964/2009 de 25 de Agosto Portaria n.º 964/2009 de 25 de Agosto O Regulamento (CE) n.º 1698/2005, do Conselho, de 20 de Setembro, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER),

Leia mais

REGULAMENTO Mobilidade Macau

REGULAMENTO Mobilidade Macau Face à parceria estabelecida entre a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) e o Instituto de Formação Turística em Macau (IFT Macau) no âmbito da qual são facultadas possibilidades de

Leia mais

Programa EDP SOLIDÁRIA

Programa EDP SOLIDÁRIA Programa EDP SOLIDÁRIA REGULAMENTO I. Do Programa EDP SOLIDÁRIA 1. A Fundação EDP, no âmbito das suas actividades nas áreas da solidariedade e inovação social, promove uma iniciativa anual o Programa EDP

Leia mais

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações

Leia mais

Estaleiros de Equipamentos e Obras

Estaleiros de Equipamentos e Obras isep Engenharia Civil Estaleiros de Equipamentos e Obras [EEQO] Organização do Estaleiro de uma Obra de Construção Civil Eduardo Azevedo, nº 980019 Estaleiros de Equipamentos e Obras Organização do Estaleiro

Leia mais

COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO

COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO Instituição: Comissão da Bacia do Zambeze (ZAMCOM) Local de Trabalho: Harare, Zimbabwe Duração: Inicialmente um ano com possibilidade de renovação

Leia mais

Na faculdade (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz") fui muito bem recebida, a professora que me orientou esteve sempre disponível, os

Na faculdade (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) fui muito bem recebida, a professora que me orientou esteve sempre disponível, os O que me levou a participar no programa de mobilidade foi a vontade de sair do país, aproveitando as oportunidades daí decorrentes, para ver como é lá fora, poder ter um termo de comparação, além da oportunidade

Leia mais

Ministério Federal do Trabalho e dos Assuntos Sociais

Ministério Federal do Trabalho e dos Assuntos Sociais Ministério Federal do Trabalho e dos Assuntos Sociais Directiva para o programa especial da Federação Alemã para o Fomento da mobilidade profissional de jovens interessados em formação e jovens profissionais

Leia mais

Identificação do projeto

Identificação do projeto Seção 1 Identificação do projeto ESTUDO BÍBLICO Respondendo a uma necessidade Leia Neemias 1 Neemias era um judeu exilado em uma terra alheia. Alguns dos judeus haviam regressado para Judá depois que os

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07

Leia mais

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida Flagsoft, Lda 2015 Índice 1. Introdução...3 2. Integrador - Interface com o utilizador...4 3. Registo de actividade - Folha de horas...5 4. Agenda e colaboração...7

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto

Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com PMBoK Organização do Projeto Os projetos e o gerenciamento

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 1 INOVAÇÃO Ação 1.1 GRUPOS OPERACIONAIS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza AULA ANTERIOR: Compras O que é??? É uma atividade de aquisição que visa garantir o abastecimento da empresa

Leia mais

Portugal. Campanha em vigor até 30 Junho 2015

Portugal. Campanha em vigor até 30 Junho 2015 CAMPANHA CAMPANHA Ao domiciliar as ajudas ao rendimento em conta BST, por um valor estimado mínimo de 10.000, durante um período mínimo de 2 anos, recebe um destes equipamentos TV LED ou Mini Ipad. Para

Leia mais

REGULAMENTO. Preâmbulo

REGULAMENTO. Preâmbulo REGULAMENTO Preâmbulo O espírito de iniciativa, a criatividade, a capacidade de detectar e aproveitar oportunidades, de assumir o risco e formar decisões, constituem premissas essenciais para o sucesso

Leia mais

5. Esquema do processo de candidatura

5. Esquema do processo de candidatura Projecto e colecção de perguntas e respostas sobre o Exame Unificado de Acesso (disciplinas de Língua e Matemática) das quatro instituições do ensino superiorde Macau I Contexto Cada instituição do ensino

Leia mais

São Paulo, Agosto 2012

São Paulo, Agosto 2012 Workshop Participativo: COMO CRIAR MAIS PROJETOS CICLOVIARIOS São Paulo, Agosto 2012 WORKSHOP ABCP: COMO CRIAR MAIS PROJETOS CICLOVIARIOS São Paulo, Agosto de 2012 Desafio Embora existam diversos manuais

Leia mais

COMÉRCIO, COMO CATALISADOR DE SERVIÇOS

COMÉRCIO, COMO CATALISADOR DE SERVIÇOS REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE GOVERNO DA PROVÍNCIA DO NIASSA COMÉRCIO, COMO CATALISADOR DE SERVIÇOS O orador: Horácio Deusdado Gervásio Linaula (Director Provincial) ESTRUTURA No âmbito desta Conferência Sobre

Leia mais

Prémio da Qualidade do Distrito de Setúbal Serviços Públicos. Regulamento

Prémio da Qualidade do Distrito de Setúbal Serviços Públicos. Regulamento Prémio da Qualidade do Distrito de Setúbal Serviços Públicos Regulamento Apresentação A experiência e os resultados alcançados com o PROMAAS Programa de Modernização Administrativa das Autarquias de Setúbal,

Leia mais

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café ED 2180/14 15 maio 2014 Original: espanhol P Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café 1. O Diretor Executivo apresenta seus cumprimentos e, em nome da Colômbia, encaminha aos Membros

Leia mais

COMISSÃO. 1. Introdução

COMISSÃO. 1. Introdução COMISSÃO Convite à apresentação de candidaturas para a constituição de uma lista de peritos encarregados de avaliar as propostas recebidas no âmbito do programa eten, projectos de interesse comum no domínio

Leia mais

Investigação Operacional

Investigação Operacional Ano lectivo: 2014/2015 Universidade da Beira Interior - Departamento de Matemática Investigação Operacional Ficha de exercícios n o 5 Problemas de Transportes e Afectação. Cursos: Economia, Gestão e Optometria

Leia mais

5. É altamente recomendado que Rotaract Clubs mencionem após seu nome, patrocinado pelo Rotary Club de (nome).

5. É altamente recomendado que Rotaract Clubs mencionem após seu nome, patrocinado pelo Rotary Club de (nome). Declaração de Normas do Rotaract 1. O programa Rotaract foi desenvolvido e estabelecido pelo Rotary International. A autoridade pela elaboração e execução dos dispositivos estatutários, requisitos de organização,

Leia mais

Síntese de fluxo de máquinas e implementos

Síntese de fluxo de máquinas e implementos Síntese de fluxo de máquinas e implementos Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar Centro Cascavel PR www.tecinco.com.br Sumário Objetivo... 3 Parâmetros para utilização do processo... 3 Cadastro

Leia mais

Índice. Faço algumas recomendações, Métodos de Negócio e distribuidor independente. Discípulo Missionário...9

Índice. Faço algumas recomendações, Métodos de Negócio e distribuidor independente. Discípulo Missionário...9 Índice Palavras do autor...2 Planos de Marketing & Vendas...3 O distribuidor independente Discípulo Missionário...4 Como um Consultor do Reino...4 Como um Construtor do Reino...4 Como um Gerente...4 Como

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações de Desemprego Montante Único

Leia mais

GUIA PARA COMPRA ONLINE

GUIA PARA COMPRA ONLINE GUIA PARA COMPRA ONLINE www.tipsal.pt QUEM SOMOS A TIPSAL - Técnicas Industriais de Protecção e Segurança, Lda foi fundada em 1980. Somos uma empresa de capitais exclusivamente nacionais com sede social

Leia mais

Guia de Solicitação da APC 2015

Guia de Solicitação da APC 2015 Governo do Japão PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA A PROJECTOS COMUNITÁRIOS DE SEGURANÇA HUMANA (APC) Guia de Solicitação da APC 2015 1. OBJECTIVOS 2. ORGANIZAÇÕES QUALIFICADAS 3. ÁREAS DE COBERTURA DO PROGRAMA

Leia mais

ERP AIRC Pr P ocedi d men e tos de alteração das Taxas de IVA

ERP AIRC Pr P ocedi d men e tos de alteração das Taxas de IVA ERP AIRC Procedimentos de alteração das Taxas de IVA Tabela de conteúdos 1. Introdução 3 1.1 Âmbito 3 1.2 Versões mínimas requeridas 3 2. Procedimentos 4 2.1 Procedimento [1] 4 2.2 Procedimento [2] 5 2.3

Leia mais

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Enquadramento Com base numa visão estratégica de desenvolvimento social que valorize a rentabilização dos recursos técnicos e financeiros

Leia mais

Esterofoto Geoengenharia SA. Álvaro Pombo. Administrtador. (www.estereofoto.pt)

Esterofoto Geoengenharia SA. Álvaro Pombo. Administrtador. (www.estereofoto.pt) Esterofoto Geoengenharia SA Álvaro Pombo Administrtador (www.estereofoto.pt) Q. Conte-nos um pouco da historia da empresa, que já tem mais de 30 anos. R. A Esterofoto é uma empresa de raiz, a base da empresa

Leia mais

Imposto Simplificado para Pequenos Contribuintes - ISPC

Imposto Simplificado para Pequenos Contribuintes - ISPC República de Moçambique Ministério das Finanças Autoridade Tributária de Moçambique DIRECÇÃO GERAL DE IMPOSTOS Imposto Simplificado para Pequenos Contribuintes - ISPC Maputo, Julho de 2013 INDICE Contextualização

Leia mais

PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores

PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores A pretende impulsionar as actividades de Responsabilidade Social em Angola, contribuindo para o seu desenvolvimento.

Leia mais

APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - - MAIS CENTRO - GUIA DE SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO

APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - - MAIS CENTRO - GUIA DE SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - - MAIS CENTRO - GUIA DE SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO GUIA DE PREENCHIMENTO: - SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO - SUBMISSÃO DE CHECK-LIST

Leia mais

Diretrizes para a Implementação de Cooperação Follow-up (F/U)

Diretrizes para a Implementação de Cooperação Follow-up (F/U) Diretrizes para a Implementação de Cooperação Follow-up (F/U) Março de 2003 AGÊNCIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL DO JAPÃO (JICA) Sumário 1. Quais são os Objetivos da Cooperação Follow-up?... 3 2. Quais

Leia mais