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1 1761 A INFLUÊNCIA DA INDUSTRUALIZAÇÃO COMO CONDICIONANTE PARA AS MUDANÇAS NO ESPAÇO URBANO EM FEIRA DE SANTANA- BAHIA Juliana da Silva Correia 1 ; Juarez Duarte Bomfim 2 1. Bolsista PROBIC/UEFS, Graduanda do curso de Licenciatura em Geografia, Universidade Estadual de Feira de Santana, 2. Orientador, Prof.Dr.em Geografia Humana, Departamento de Ciências Humanas e Filosofia, Universidade Estadual de Feira de PALAVRAS-CHAVE: Industrialização; Feira de Santana; Exclusão social. INTRODUÇÃO: O município de Feira de Santana está localizado a leste do Estado da Bahia (figura 1), entre a zona da mata e o sertão, numa área de transição denominada agreste baiano e está numa posição que se torna passagem rodoviária obrigatória entre o Norte-Nordeste. Figura 1: Localização do Município de Feira de Santana, no Estado da Bahia. Fonte: Elaboração da autora, 2012 (Sem escala). Por muito tempo a base econômica baiana foi centrada na agricultura, o fluxo econômico localizava-se no Recôncavo e zona costeira, pelo fato de serem locais estratégicos pelo fácil acesso. A navegação era utilizada para atender o transporte de mercadorias e passageiros, articulando os espaços econômicos, e era através do transporte ferroviário que havia interligação entre Salvador e os sertões mais distantes. Freitas (2010) sinaliza que as vantagens locacionais intermediárias de Feira de Santana entre o Recôncavo e Sertão faziam com que a cidade funcionasse como entreposto comercial, o que proporcionou uma rápida expansão do comércio com o advento do rodoviarismo, favoreceu o contato com outras regiões. Como forma de interiorizar e/ ou diversificar o parque industrial e minimizar as disparidades existentes entre as regiões do Brasil e atender ao ideário desenvolvimentista que vivia o país na década de 1970, foi implantado sob o apoio da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE) o Centro Industrial do Subaé (figura 2), na cidade de Feira de Santana- Ba, localizado no Bairro do Tomba e nas margens da BR 324. Figura 2: Vista aérea das quadras do Centro Industrial do Subaé- CIS Fonte:

2 1762 O presente trabalho tem como objetivo principal analisar as transformações espaciais da cidade de Feira de Santana através da industrialização, no caso o CIS, buscando compreender de que forma as mudanças estabelecidas contribuíram para o desenvolvimento da cidade em nível regional e nacional, contribuindo para a urbanização e aumento populacional nos últimos anos acarretando mudanças sociourbanas relacionados aos interesses políticos, econômicos e sociais. Estas mudanças estão relacionadas diretamente a uma política nacional desenvolvimentista que acontecia no país, o caso de Feira de Santana, acarretou alterações significativas, de modo a interferir na fisionomia e dinâmica da cidade, o que ocasionou inúmeros problemas relacionados à urbanização, uma vez que as classes populares e trabalhadores foram submetidos a um processo continuo de periferização, sendo colocados cada vez mais distantes da área central das cidades. MATERIAS E MÉTODOS: Para a obtenção dos resultados da pesquisa, a metodologia empregada consistiu em um levantamento, seleção e análise do material bibliográfico e documental na Biblioteca Central e no CPEX-DCHF, ambos localizados na UEFS, sobre a existência de informações referente ao tema, como forma de tentar obter esclarecimentos e subsídios a respeito da temática investigada. A busca eletrônica foi conduzida basicamente nas seguintes bases de dados: Google Acadêmico e em sites de instituições oficiais (Ministério das Cidades, Prefeitura Municipal de Feira de Santana etc.). Foram utilizados os seguintes descritores, em idioma português e quando necessário, sua correspondência em inglês: "industrailização", "cidades", urbanização, segregação, "periferização", "gestão do território", Feira de Santana. A partir dos materiais levantados foram realizados encontros quinzenais do Grupo de Pesquisa Observatório das Cidades (NUC-DCHF), para socialização e discussão das informações a respeito da Cidade de Feira de Santana. Foram realizadas também algumas viagens de campo para observação direta no Centro Industrial do Subaé (CIS), alguns bairros e condomínios, a fim de buscar compreender as mudanças nas relações sociais, morfológicas, as perspectivas, os anseios, as visões que a cidade traz aos seus habitantes. RESULTADOS E/ OU DISCUSSÕES: O estudo do espaço geográfico pressupõe compreender a dinâmica da sociedade, tendo em vista que cada sociedade possui sua própria organização espacial, que são desenvolvidas a partir das relações sociais, econômicas e culturais. Os indivíduos pertencem a um espaço onde são instaurados limites, se estabelecem parâmetros e sinalizam-se as interdições. As modificações implantadas nas cidades, através da racionalização e organização dos espaços condicionam mudanças cruciais na sociedade. As mudanças espaciais são o resultado da atuação de determinados agentes, grupos sociais, que configuram, modificam o espaço, delineando uma forma, ou seja, um resultado. Sendo assim, entende-se o território como parte de uma extensão física do espaço, que vem sendo apropriado através do estabelecimento de um controle e poder, através do domínio estabelecendo regras de acesso, de circulação e a normatização de usos, de atitudes, o que resulta em novos arranjos físicos, resultados de um projeto civilizatório, acarretando problemas relacionados à urbanização e periferização. O novo ordenamento espacial tem conferido ao município de Feira de Santana uma nova organização socioespacial que esta relacionada às transformações estruturais produzidas para atender a indústria que se instalava na cidade, decorrentes da implantação do Centro Industrial de Subaé (CIS), impondo transformações na paisagem urbana da cidade. Como

3 1763 exemplo, o aparecimento de novos bairros residenciais na região do Tomba como forma de aproximar os indivíduos ao local de trabalho. A cidade se expande progressivamente, o que acarreta problemas urbanos advindos da rápida industrialização que incentivou a separação das classes sociais dentro da cidade. Além do mais a expansão do comércio fez com que edificações de caráter habitacional fossem substituídas por prédios com fins comerciais, principalmente nas avenidas Getúlio Vargas e Senhor dos Passos, Rua Visconde do Rio Branco e adjacências. A organização e a forma de ocupação do solo urbano são um reflexo concreto das relações sociais de produção, onde cada grupamento de indivíduos ocupa o espaço de acordo com a sua capacidade social, ou seja, o seu poder de compra. Para entender como as transformações econômicas e sociais ocorrem, necessita-se entender quais são os atores envolvidos e os ideais que os levaram buscar possíveis intervenções. Tendo em vista que a produção do espaço urbano é bastante dinâmico em Feira de Santana-Ba, por exemplo, encontramos bairros distintos, cada um com suas características e em cada um destes podem ser visto aspectos que são considerados bons ou ruins. Em um primeiro momento isso parece normal, lógico e até aceitável, já que cada área da cidade cresce em ritmo diferenciado, obedecendo a sua própria dinâmica. No entanto, ao se observar profundamente essas diferenças, pode-se notar que determinadas áreas da cidade não possuem os mesmos equipamentos e a mesma infraestrutura encontrada em outras localidades da mesma, além das diversas características socioeconômicas, como desigualdade de renda e grau de instrução. Este é o caso, por exemplo, das áreas periféricas de Feira de Santana-BA, onde a população residente não tem acesso aos bens urbanos, em função do processo de segregação que levou a sua formação, habitados por diferentes grupos sociais, como por exemplo, os bairros George Américo, Gabriela, Viveiros, Novo-Horizonte. Quanto à segregação, Corrêa (1989) aponta dois tipos de segregação: a autosegregação e a segregação imposta. A auto-segregação caracterizada pela expansão cada vez maior no número de condomínios residenciais fechados, principalmente os destinados às classes altas e médias, e a segregação imposta sobre as classes menos favorecidas em ocuparem as áreas mais afastadas no centro. O fenômeno da auto-segregação nas grandes cidades está fortemente vinculada à busca por segurança por parte das elites. Souza (2006) diz que os exemplos de espaços residenciais auto-segregados são, no Brasil, os condomínios exclusivos da Barra da Tijuca, no município do Rio de Janeiro, e o chamado Complexo de Alphaville na Região Metropolitana de São Paulo. Em Feira de Santana iniciou-se a construção de empreendimento com tais características às margens do Rio Jacuípe, local anteriormente considerado periférico e marginalizado. Com a construção do complexo habitacional de elite certamente se extinguirá esta feição que durante muito tempo fora construída para a localidade. O que ocorre em Feira de Santana é apenas parte de uma totalidade, conforme afirma Santos (2001), é o local com fortes influências do global. Devem-se levar em consideração as suas particularidades, como sua cultura e sua história próprias. Porém, mesmo cada lugar apresentando diferenças, possuem relações e produções sociais que são semelhantes aos outros lugares. Exemplo: a existência da pobreza e divisão de classes, questões estas características do sistema econômico vigente. Parcela da população que reside na periferia está à margem das melhorias que se encontram em outras áreas que possuem investimentos visíveis por parte do poder público, o que faz de tal poder contraditório em sua real função. CONSIDERAÇÕES FINAIS:

4 1764 A paisagem espacial de Feira de Santana, Bahia sofreu várias modificações depois da introdução do CIS. O processo de urbanização vem sendo crescente, e com ele, alia-se um desencadear de problemas tais como aumento da população, violência urbana, engarrafamentos e muitos outros. Tais problemas levam a ocorrência de muitas mudanças, que tentam minimizar, esconder ou fugir, dos mesmos. Barreto (2002) diz que esse processo evidencia ainda mais a crise urbana, proveniente principalmente do crescimento desordenado das cidades e com isso os problemas de agravamento das misérias sociais, violência, e diferentes apropriações do uso do solo, onde quem detém as melhores condições financeiras sempre irão ocupar as melhores áreas. Nesse sentido os espaços mais valorizados são ocupados em sua maioria por pessoas mais abastadas, sobrando para as camadas mais populares os espaços mais baratos e menos valorizados, fazendo com que algumas áreas periféricas de Feira de Santana continuassem fora do interesse deste processo imobiliário. Vale destacar que em vista desse crescimento urbano acelerado, começou-se haver um grande interesse do governo local e do setor imobiliário no investimento em novas áreas com a construção de condomínios residenciais em áreas encontradas principalmente fora do anel de contorno, ou seja, mais afastadas do centro, não só centrais, mas principalmente periféricas, ocorrendo a valorização de novas áreas, consideradas antes periféricas que só poderiam ser encontradas as classes menos favorecidas, que buscavam essas áreas justamente por serem mais baratas, em compensação, também não usufruíam de quase nenhum equipamento urbano. Isso está ligado ao caráter seletivo do movimento de globalização faz com que certos espaços sejam menos interessantes que outros, exercendo função de comando do capital privado. Rafestin (1993) sinaliza que a fronteira, ao longo da história, pretendeu desenhar uma imagem de pedra e precisão: os muros são o seu símbolo, com a toda a sua concretude. Entretanto, apesar da imagem de intransponibilidade, os muros são apenas camuflagens. Essa possível dissolução das fronteiras econômicas está relacionada ao processo de globalização através da rápida intensificação das produções e comercializações mundiais além das fronteiras. Necessita-se urgente que seja realizada uma reforma urbana em Feira de Santana, a fim de coibir a especulação imobiliária e reduzir o nível de disparidade socioeconômico e espacial intraurbana, como forma de diminuir o nível de segregação residencial e democratizar o mais possível o planejamento e a gestão do espaço urbano, garantindo assim uma segurança jurídica para as populações residentes em espaços carentes de regularização fundiária, tais como favelas e loteamentos irregulares, gerar emprego e renda para os pobres urbanos. Esta reforma não se restringe especificamente a uma remodelação do espaço físico, estritamente urbanístico, mas uma reforma social estrutural, que tenha por objetivo melhorar a qualidade de vida da população, especialmente de sua parcela mais pobre, e elevar o nível de justiça social. REFERÊNCIAS: CORRÊA, R. L. O espaço urbano. São Paulo: Àtica, FREITAS, N. B. Urbanização em Feira de Santana: influencia da industrialização p Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia.

5 1765 SAMPAIO, M. G. V.; PESSOTI, G. C. Século XXI e atração de investimentos industriais na Bahia: uma tentativa de interiorização e diversificação industrial. Revista Desenbahia, v. 5, p , SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 7 ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.

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