Urbanização no Brasil. Prof Claudio F Galdino - Geografia

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2 Urbanização no Brasil Prof Claudio F Galdino - Geografia

3 Estruturas, Aspectos Gerais e Rede Urbana Origem: Cidades espontâneas (campo Belo, Rio de Janeiro) Cidades planejadas (BH, Brasília) Urbanização no Brasil - A partir da década de 40 - Urbanização anômala sem planejamento Rápida urbanização que pode ser dividida, em três grandes períodos.

4 1º período ( ) a população urbana duplicou entre esse período, motivada pela expansão industrial ligada à implantação das estatais da siderurgia e do petróleo, chegando aproximadamente 31,5 milhões. 2º período ( ) nesse período pela primeira vez na história brasileira, a população urbana ultrapassou numericamente a rural 52 milhões de hab. Fato impulsionado pela criação do estatuto do Trabalhador Rural, grande expansão industrial nos centros urbanos. 3º período ( de 1985 aos dia atuais) período no qual a população urbana brasileira chega a 81% dos brasileiros, ocasionando muitos dos problemas urbanos vivenciados no dia-adia das grande cidades

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13 Brasil Evolução da população rural-urbana entre 1940 e 2006.

14 O êxodo rural e suas causas O processo de urbanização brasileiro está relacionado com o êxodo rural. Repulsão da força de trabalho do campo Atração da força de trabalho nas cidades Empregos Latifúndio Formação de uma superpopulação relativa Surgimento do trabalho informal

15 A rede urbana brasileira É pouco desenvolvida e apresenta fortes disparidades regionais. É pouco densa. Apresenta reduzida articulação e fraca intensidade de relações entre os centros urbanos. Sua organização hierárquica é fraca, ou seja, nem sempre são encontradas as diferentes categorias hierárquicas.

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17 A questão da moradia O acelerado processo de urbanização, sem planejamento (macrocefalia urbana), foi marcado pelo surgimento e o crescimento das favela, cortiços e loteamentos periféricos O que caracteriza as favelas não é a precariedade das habitações ou a carência de infraestrutura. As favelas se definem como áreas de ocupação gradual, ou seja, aglomerados de habitações erguidas ao longo de certo tempo em terrenos de terceiros.

18 A especulação imobiliária conduz a ocupações irregulares, muitas delas ocorrendo em áreas de preservação, como os fundos de vales...

19 Os cortiços consistem em habitações coletivas compostas por cômodos alugados, em velhas mansões. Os loteamentos periféricos são atualmente a forma típica de expansão da moradia popular nas grandes metrópoles. Afastados dos grandes centros, definem uma das faces do padrão espacial das metrópoles: a da expulsão dos pobres para a periferia (margem) em contraste com a valorização e verticalização das áreas centrais.

20 A pobreza, a violência urbana e a marginalização São nos grandes centros urbanos que a desigualdade social fica mais acentuada. A pobreza não relacionada com a violência, mas é um sintoma da pobreza. A falta de emprego de oportunidades, levam muitas pessoas para criminalidade, muitas vezes para sustentar o uso de

21 A questão das enchentes A impermeabilização do solo, causada pelo asfaltamento e pelas edificações, e também o desmatamento das nascentes e o ocupação das várzeas fluviais são os grandes culpados pelas enchentes nas grandes cidades. Esse problema é agravado, ainda, pelas chamadas ilhas de calor, que produzem um grande aumento das precipitações nas áreas mais quentes

22 A questão do lixo urbano O grande problema do lixo resulta do crescimento industrial, bem como dos hábitos da sociedade de consumo. A maior parte do lixo produzido não é biodegradável, e a porção reaproveitada (reciclagem) é ainda muito pequena. Cada brasileiro produz em média 500 gramas

23 A volumosa produção de lixo, o que exige espaço para o seu depósito e cuidados ecológicos com o seu manejo...

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