A PRODUÇÃO SOCIOESPACIAL DO BAIRRO PINHEIRINHO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP: A BUSCA PELA CIDADANIA

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1 A PRODUÇÃO SOCIOESPACIAL DO BAIRRO PINHEIRINHO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP: A BUSCA PELA CIDADANIA Ana Lia Ferreira Mendes de Carvalho Geografia Bacharelado - UNIFAL-MG INTRODUÇÃO O presente estudo irá apresentar a evolução histórica do bairro Pinheirinho, no intuito de resgatar as características principais e associá-las com os conceitos da geografia urbana, procurando entender que a dinâmica e a expansão da cidade de São José dos Campos ocasionaram várias transformações no espaço urbano analisado. Deste modo, o contexto histórico do Pinheirinho ocorre em três fases. A primeira seria em 1960 quando o bairro era uma grande gleba de terra com características rurais e pertencia aos quatros irmãos de origem alemã, mas vieram a falecer sem deixar herdeiro e nem documentação. Segunda fase é definida pela apropriação dessa gleba por um empresário libanês que atua na área de investimentos e especulação imobiliária, chamado Naji Nahas, sendo essa posse é questionada por muitos. Por fim, a última fase seria a entrada dos segmentos excluídos nessa terra, popularmente conhecida como a população do bairro Pinheirinho. E o desfecho é marcado pela expulsão dos moradores do bairro Pinheirinho, devido à especulação imobiliária local, à valorização fundiária que ocorre em todo o município e à segregação socioeconômica e espacial. O trabalho em fase de desenvolvimento procura definir a problemática abordada utilizando contradições expostas naquele local, além de conceitos e conteúdos sobre geografia urbana e planejamento urbano com a finalidade de ter uma aproximação com o bairro Pinheirinho.

2 Portanto, pretende-se aqui analisar fatores históricos e identificar atributos que favoreceram para a produção do espaço e a fragmentação urbana presente. Então, é válido deixar claro que a ideia do estudo desse objeto é utilizar conteúdos sobre a especulação imobiliária, as particularidades da evolução urbana e os agentes que produzem e consomem o espaço tendo como base a regressão histórica. Imagem 1: Localização da cidade da área de estudo. OBJETIVO Fazer um regaste histórico do bairro Pinheirinho associando com a dinâmica da cidade de São José dos Campos, permitindo identificar os fatores, como: aumento da especulação imobiliária no local, a alta densidade demográfica, a questão socioespacial e as lutas pelo direito da terra, que atuam nesse cenário. Para tanto, é necessário realizar uma pesquisa sobre os índices de expansão (vertical e horizontal), e quais foram os atributos que favoreceram tal expansão, além de analisar o perfil socioeconômico de cada bairro da cidade possibilitando relacionar esses dados com o bairro Pinheirinho. E por fim, entender como o Estado irá exercer sua função no contexto histórico.

3 METODOLOGIA Para a abordagem metodológica é necessário fazer um levantamento bibliográfico por meio de monografias, dissertações, livros, artigos, reportagens, blogs que contribuem para o tema do trabalho, com intuito de identificar fatores que ajudaram na construção e transformação do espaço. Para complementação dessa primeira fase é interessante também, uma análise sobre o plano diretor e perceber como este atua na cidade, juntamente, se possível, com imagens aéreas e fotos que marcam o crescimento de São José dos Campos e especificamente, o bairro Pinheirinho. Na realização da pesquisa de campo é importante a obtenção de entrevistas realizadas com os moradores do bairro Pinheirinho, com os demais habitantes do município (enxergar como era visto o bairro por meio deles), o advogado que tomou iniciativa desde o princípio pelo direito da terra e com os empreendedores privados. RESULTADOS PRELIMINARES É necessário ter como base para este trabalho a questão dos agentes que produzem e consomem o espaço, que causam a homogeneização, a fragmentação e a hierarquização do mesmo. Assim, CORRÊA (1995) mostra que os agentes produtores do espaço urbano são divididos em cinco principais, tais como: os proprietários dos meios de produção, proprietários fundiários, promotores imobiliários, o estado e os grupos sociais excluídos. O primeiro agente está associado aos grandes consumidores do espaço, que são os proprietários industriais que viabilizam locais amplos, baratos, e de preferência como ponto ótimo e acesso para a implantação de suas empresas, ocasionando dessa forma um conflito. O segundo procura extrair maior renda possível da terra. Os promotores imobiliários são aqueles que regulam o preço do terreno, no qual este carrega atributos, como a sua localização, a segurança e a questão da acessibilidade. Já o Estado é responsável pelas leis e diretrizes do espaço, e por último, os agentes sociais excluídos são aqueles que estão a mercê das classes altas, ou seja, elas que configuram o espaço e ditam o modo de vida desses agentes. VILLAÇA (2001)

4 também contribui com o tema apontando a forma do crescimento dentro da cidade, ou seja, é possível identificar dois pontos. O primeiro seria sobre os objetos da cidade, como: praças, ruas, edifícios, casas e entre outros. O outro ponto é a questão do valor desses produtos, sendo assim, o valor do uso e valor de troca. Deste modo, esses conceitos vão ajudar no melhor entendimento da expansão de São José dos Campos e a questão dos segmentos excluídos, sendo um deles, o bairro Pinheirinho. Para entender a entrada da especulação imobiliária no local onde era o bairro Pinheirinho é válido levar em consideração a abordagem teórica feita por CARLOS (2004): [...] processo de transformação presenciamos a aceleração do tempo no mundo moderno, com mudanças muito rápidas que se revelam na morfologia da cidade, ao mesmo tempo em que na vida cotidiana, modificando-a. Como resultado surgem novos padrões e formas de adaptação decorrentes da imposição de um novo modo de apropriação do espaço da cidade. (CARLOS, 2004, p.13) Deste modo, a partir da segunda fase marcada pelo Naji Nahas na compra da gleba de terra, São José dos Campos começa a apresentar diferentes características na sua dinâmica, principalmente na zona sul, no qual é localizado o objeto de estudo. Essa região da cidade começou a ter um crescimento demográfico significativo e não possui uma grande extensão territorial se comparada com outras regiões, o que levou a uma valorização fundiária e especulação imobiliária no local. Vale ressaltar que essa nova morfologia da cidade começou a tomar conta por volta da década de 80 e continua atualmente. É possível verificar esse fator na tabela 1 fornecida pelo IPPLAN (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento de São José dos Campos):

5 Tabela 1: Densidade demográfica das zonas de São José dos Campos. SAULE JÚNIOR e ROLNIK (2001) colocam sobre o Estatuto da Cidade o seguinte: [...] o Estatuto aprovado no Congresso previa a regulamentação usucapião (inclusive coletivo) para regularizar posses em terrenos privados, e a concessão do direito real de uso para imóveis públicos ocupados por posseiros. Tanto o usucapião como concessão só aplicariam para imóveis até 250 metros quadrados, que sejam a única moradia do ocupante, que se encontra na terra há mais de 5 anos. (SAULE JÚNIOR; ROLNIK, 2001, p.8) A comunidade do Pinheirinho se caracteriza como uma população à base do emprego mal remunerado, sem moradia e sem condições de renda para a compra ou aluguel de um imóvel. E, no entanto, a prefeitura não tinha perspectiva para construções de habitações a essas pessoas, o que levou a criar um movimento social de luta pela moradia e ocupar um terreno durante oito anos, no qual é caracterizado pelo local da empresa Selecta S/A do empresário libanês, que não apresentava uma função social na cidade e Naji Nahas nunca pagou o IPTU. É possível identificar nas Imagens 2 e 3 a extensão territorial do local onde era o Pinheirinho. O bairro era bem organizado e seguia as diretrizes básicas de um

6 zoneamento, pois havia ruas bem ordenadas, evitando a formação de vielas, possuía quadras e em cada um desses tinha em média 100 casas com uma área aproximadamente de 250m², vale ressaltar que em áreas de relevo íngreme não era permitido a construção de casas ou a alteração deste. Imagem 2: Bairro Pinheirinho antes da desocupação realizada em Janeiro de Fonte: Blog do Luis Nassif.

7 Imagem 3: Bairro Pinheirinho depois de dois anos da desocupação. Fonte: Google Earth. 22/05/2014 Com relação ao uso e ocupação do solo, o bairro tinha três nascentes, as quais eram preservadas, e a maioria da população local produzia agricultura familiar. É possível identificar os fatores que contribuíram para a desocupação do bairro Pinheirinho. Com base em entrevistas e análises de imagens nota-se a construção de um condomínio de luxo próximo ao bairro, mas já na cidade de Jacareí, além de outro condomínio de empresas chamado Eldorado possível de observar na imagem 3 e 4, sendo esse último pertencente a São José dos Campos. Esses condomínios não existiam em 2004, no ano que iniciou o Pinheirinho, portanto, com a valorização do local, favoreceram a expulsão desses segmentos excluídos. Vale ressaltar que com a retirada dos moradores, houve uma grande procura de casa para alugar, pois famílias estavam desabrigadas, gerando assim um aumento considerável do valor do aluguel na zona sul de São José dos Campos. Também perto do bairro, aos domingos é realizada

8 uma feira, sendo classificada como a maior da região, oferecendo vários tipos de produtos, como: hortifrutis, brinquedos, carnes, ferramentas, sapatos etc., houve uma redução de pelo menos 50% da feira, pois muitos moradores do Pinheirinho trabalhavam lá, deixando então, espaço vago nas ruas, como na economia em geral, prejudicando também feirantes que moram em outros locais e dependem daquele comércio. Em relação ao Estado, a população do bairro Pinheirinho fez muitas reivindicações pelo direito à moradia, e principalmente pela aprovação da regularização da propriedade, mas durante oito anos nada foi feito. Após a desocupação, a população começou a receber auxílio aluguel no valor de 500 reais e aguarda a construção das casas no bairro Putim. E por fim, o caso do Pinheirinho conseguiu que a Prefeitura trabalhasse em cima de uma política habitacional para a população pobre. BIBLIOGRAFIA CARLOS, Ana Fani A.O espaço urbano, novos escritos sobre a cidade. São Paulo, Editora Contexto, CORRÊA, R. L. A dimensão cultural do espaço: alguns temas. Espaço e Cultura - Universidade Federal do Rio de Janeiro, CORREA, R. L. O espaço urbano. Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Geógrafo do IBGE. Série Princípios, Editora Ática. 1995, 11-31p. GOMES, F. Pinheirinho. Blog do gp, Disponível em: Acessado em 10/02/2014 OLIVEIRA, C. Pinheirinho: uma canudos em são josé dos campo. Porto alegre, Disponível em: Acessado em 09/02/2014

9 PREFEITURA MUNCIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS. Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da Prefeitura Municipal de São José dos Campos Diagnóstico PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS. IPPLAN Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento de São José dos Campos SAULE JÚNIOR, Nelson; ROLNIK, Raquel. Estatuto da Cidade: novos horizontes para a reforma urbana. São Paulo, Pólis, VILLAÇA, Flávio. Espaço intra-urbano no Brasil. São Paulo: Studio Nobel/FAPESP: Lincoln Institute,2001. "Este trabalho teve apoio da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais - FAPEMIG"

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