OFICINA DA PESQUISA. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OFICINA DA PESQUISA. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br"

Transcrição

1 OFICINA DA PESQUISA Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos APOSTILA 4 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Belo Horizonte

2 Importância da Modelagem na Engenharia [1] Imagine que você tem que tomar uma grande decisão em sua vida: escolher uma profissão, mudar de cidade, casar, mudar de emprego, etc. Toda e qualquer decisão que tomamos pode estar totalmente certa, parcialmente certa, errada ou totalmente errada. O que deve ser levado em conta em qualquer decisão é que ela envolve riscos, que devem ser avaliados. A esta fase de avaliação de riscos nós damos o nome de planejamento. O planejamento não garante que as nossas decisões serão 100% certas e seguras, mas diminui, e muito, o grau de incerteza. Em outras palavras, podemos afirmar que o planejamento aumenta bastante as chances de sucesso de nossas decisões. Este mesmo raciocínio pode e deve ser aplicado na engenharia. Enfatizando este aspecto, Bazzo e Pereira (2013) destacam que algumas soluções em engenharia (por exemplo, uma barragem de usina hidrelétrica, um navio ou uma aeronave) poderiam ter resultados ruins se ao concebermos mentalmente a solução, partíssemos diretamente para a execução, juntando materiais, operários, recursos financeiros, equipamentos e espaço físico sem nenhum tipo de planejamento. Além da chance enorme deste empreendimento dar errado, haveria o sacrifício de...

3 Importância da Modelagem na Engenharia [2] [...] três grandes preocupações constantes da engenharia: a segurança, os custos e a eficiência do produto ou do processo final. Os mesmos autores ressaltam que o planejamento é importante não apenas no caso de grandes obras, produtos sofisticados e processos complexos. Mesmo em casos de construção de produtos simples, é necessário algum tipo de planejamento para que os resultados sejam compensadores. Na engenharia, chamamos este processo de planejamento de projeto, modelagem e simulação. Nesta apostila apresentaremos a modelagem e a simulação. O processo de modelagem na engenharia significa representar de alguma forma, o produto ou processo final antes da sua concretização para identificar falhas, requisitos de construção, de operação e de manutenção, avaliar custos e todos tipos de detalhes. A modelagem pode ser matemática (conjunto de equações que descrevem o sistema), uma descrição formal com esquemas e palavras, uma maquete (modelo em escala), um projeto feito em computador, etc. Veremos a seguir alguns exemplos de modelagem:

4 Exemplos de Modelagem [1] Figura 1: Planta de um apartamento Fonte: Jet Dicas Disponível em:

5 Exemplos de Modelagem [2] Figura 2: Esquema interno de uma CPU Fonte: Elaborado pelo autor

6 Tipos de Modelagem [1] Na visão de Bazzo e Pereira (2013, p. 144), modelar significa representar o sistema físico real (SFR),ou parte dele, em forma física ou simbólica, convenientemente preparada para predizer ou descrever o seu comportamento. De acordo com o tipo de modelagem, vamos ter quatro tipos de modelos: o icônico, o diagramático, o matemático e o de representação gráfica. O Modelo Icônico Ícones são modelos que guardam um relação de semelhança com aquilo que representam. Podem ser fotografias, desenhos, maquetes, etc. Resumindo, qualquer tipo de imagem que mantenha uma coerência em termo de forma e proporção com o SFR. Embora não seja obrigatório, geralmente os ícones são modelos em escala daquilo que representam. De acordo com Bazzo e Pereira (2013), a principal característica do ícone é o seu alto grau de semelhança com o seu equivalente real. Os modelos icônicos tridimensionais (maquetes) são importantes pelo fato de permitirem a visualização de projetos complexos ou de difícil visualização espacial.

7 Tipos de Modelagem [2] Figuras 3 e 4: Exemplos de modelos icônicos Fonte: Google Imagens

8 Tipos de Modelagem [3] Figura 5: Maquete - Exemplo de modelo icônico Fonte: Sabedoria Global. Disponível em: Figura 6: Foto de fachada - Exemplo de modelo icônico Fonte: Charme & Estilo. Disponível em:

9 Tipos de Modelagem [4] O Modelo Diagramático Um diagrama é um conjunto de linhas e símbolos que representam a estrutura ou o comportamento de um SFR (BAZZO e PEREIRA, 2013, p. 147). Os mesmos autores destacam que a principal característica de um diagrama é a pouca semelhança física entre este tipo de modelo e o seu equivalente real. Uma vantagem do uso de um modelo diagramático é a facilidade de representação, já que este modelo dispensa a inclusão de detalhes, o que facilita a visualização do funcionamento de processos e sistemas. A desvantagem do uso de modelos diagramáticos é o fato deles usarem uma simbologia própria, específica de uma determinada área tecnológica, estética ou científica. Assim, os diagramas geralmente só podem ser completamente identificados e interpretados por pessoas da área. Vamos ver alguns exemplos: Figura 7: O Benzeno (à esquerda) e o seu modelo diagramático (à direita) segundo Kekulé. Fonte: Elaborado pelo autor

10 Tipos de Modelagem [5] Figura 8: Usina hidrelétrica Modelo diagramático Fonte: Disponível em: Figura 9: Motor elétrico trifásico - Exemplo de modelo diagramático Fonte: CEFET SP. Disponível em:

11 Tipos de Modelagem [6] O Modelo Matemático O senso comum nos dá a ideia de que o engenheiro deve ser bom em matemática. Realmente, isto é verdade, mas não é toda a historia. O fato é que o engenheiro deve desenvolver algumas habilidades intelectuais mais que outras. Entre as habilidades intelectuais que o engenheiro deve desenvolver estão, principalmente, o raciocínio dedutivo, a aptidão numérica e a capacidade de visualização espacial. Todas estas habilidades estão intimamente ligadas à matemática. A maioria das soluções em engenharia requer a modelagem matemática, ou seja, a representação de um SFR sob a forma de equações matemáticas que descrevem o seu funcionamento e comportamento. Como toda representação, o modelo matemático é uma idealização (simplificação) que não tem a capacidade de reproduzir fielmente todas as características da situação real. Neste sentido, Bazzo e Pereira (2013) advertem que [...] devemos ter em mente que os SFRs são, em geral, complexos, e que, criando um modelo matemático, simplificamos o sistema a ponto de podermos analisá-lo convenientemente e com mais facilidade. Os mesmo autores destacam que a utilização da modelagem matemática vai depender...

12 Tipos de Modelagem [7] [...] de cada situação, a partir de variáveis que podem envolver segurança, custo e previsibilidade. Assim, quanto maior for a necessidade de prevenir riscos de vida e estimar o comportamento de um SFR à longo prazo, mais complexo será o modelo matemático que o descreve, e maior também será o custo da modelagem. Vamos ver um exemplo bem básico de modelo matemático: Um carro de corrida da Stock Car tem um reforço estrutural interno chamado de Gaiola de Santo Antônio, feita em aço, que deve proteger o piloto de impactos diretos frontais, traseiros, laterais, no assoalho e no teto a uma velocidade de até 180 Km/h. Assim, o piloto deve ficar protegido dentro desta célula de sobrevivência, que deve ser testada com um boneco dentro de um carro teste, que deverá ser içado por um guindaste até uma determinada altura, e depois liberado, para que as medições sejam efetuadas. A que altura o guindaste deve levantar o carro? A Equação de Torricelli é um modelo matemático que fornece a velocidade final de um móvel em função de sua velocidade inicial, aceleração e a distância percorrida.

13 Tipos de Modelagem [8] Figura 10 e 11: Gaiolas de Santo Antônio Fonte: Disponível em

14 Tipos de Modelagem [9] Assim, temos a seguinte equação: V 2 f 2 = V + 2. a. s i Onde: V f Velocidade Final V i Velocidade Inicial a Aceleração Distância percorrida Em nosso modelo matemático, teremos: V f = 180 Km/h A velocidade final que o carro deve alcançar quando atingir o chão depois que for solto de um guindaste. V i = 0 Km/h -> A velocidade inicial, que é zero nesse caso porque o carro estará em repouso suspenso por um guindaste. a = g A aceleração será igual a g (aceleração da gravidade), que nesse caso, iremos considerar como 10 m/s 2, para fins de simplificação. s s = A distância percorrida, que nesse caso, será a altura (h) em que o guindaste deverá içar o carro para fazer o teste de impacto. Assim, a equação que iremos considerar agora será:

15 Tipos de Modelagem [10] V 2 f = 2. g. h h = V 2 f 2. g Como queremos saber a altura em metros, a velocidade deverá ser convertida de Km/h (quilômetros por hora) para m/s (metros por segundo). Assim, 180 Km/h equivale a 50 m/s. Colocando os valores na fórmula: m 2 h s 2500 = = m = 125m 2.10 m 20 2 s Observação: Uma das aplicações dos modelos matemáticos é a capacidade de fazer previsões a partir de simulações. Nesse exemplo usamos isso, mas não levamos em conta o arrasto aerodinâmico causado pela resistência do ar.

16 Tipos de Modelagem [11] O Modelo de Representação Gráfica Este tipo de modelo permite uma visualização eficaz e facilidade de comunicação. Vejam os gráficos a seguir:

17 Tipos de Modelagem [12] A partir dos gráficos anteriores, quais das perguntas seguintes podemos responder? 1. Qual região produz maior quantidade de petróleo? 2. Qual região deverá ter maior aumento relativo da produção de petróleo? 3. Qual região tem tendência a ficar sem petróleo a partir de 2050? 4. Qual região teve maior aumento absoluto da produção de petróleo? 5. Por qual motivo você acredita que a América do Sul sinaliza uma tendência de aumento da produção de petróleo acima da média de outras regiões? Os gráficos anteriores mostram que a utilização de gráficos comunica rapidamente ideias, facilita visualização e permite análises complexas que podem demandar pesquisas.

18 Por quê utilizar modelos [1] Já sabemos que os modelos são representações ideais de SFRs. Os modelos tentam estabelecer uma relação com a realidade, focando um aspecto específico de interesse do engenheiro. Muitas teorias científicas foram construídas como modelos e viraram objetos de pesquisa, que tentam comprovar as hipóteses levantadas a partir dos modelos. A Teoria da Relatividade de Einstein, a Teoria da Evolução de Darwin e a Teoria do Campo Unificado de Kaluza-Klein são exemplos de modelos. O formato helicoidal de uma fita de DNA também é um exemplo de modelo. Na visão de Bazzo e Pereira (2013), os modelos são muitos usados na engenharia pelas seguintes razões: É muito trabalhoso e caro construir várias alternativas possíveis de um SFR até encontrar uma solução viável. A construção direta de alguns sistemas pode envolver riscos à segurança humana. Assim, é necessário fazer vários testes utilizando um modelo para se assegurar dos riscos potenciais e corrigir as falhas que certamente surgirão nos primeiros testes. A abstração de um problema de um SFR para o campo da modelagem permite ao engenheiro trabalhar com mais liberdade e dentro de uma área que ele domina.

19 Por quê utilizar modelos [2] Uma vez que um modelo é uma simplificação de um SFR, o número de variáveis a serem controladas no início dos testes é pequena, o que permite um aprimoramento gradual do modelo até sua versão final. O progresso crescente da computação e da realidade virtual permite fazer testes exaustivos de desempenho e de falhas, analisando múltiplas variáveis de maneira rápida, segura e econômica, o que seria impossível em um SFR. Uma vez que todo modelo é uma simplificação, deve-se ter em mente que existem erros de precisão entre aquilo que é calculado ou idealizado (modelo) e o seu equivalente real (SFR). Estes erros são tipicamente da ordem de 5 a 10%, e em alguns casos, podem ser até um pouco maiores. Apesar disso, eles não invalidam o trabalho, pois podem servir de orientação para o aprimoramento do produto ou do processo. Uma das principais características dos modelos é permitir fazer a previsão de comportamento de um SFR. Para que isso seja possível, o modelo deve ser submetido a ensaios em que as variáveis associadas aos modelos possam ser monitoradas. Este processo de teste é chamado de simulação. É o nosso próximo assunto.

20 Simulação em engenharia [1] A simulação é uma das principais ferramentas da engenharia moderna. Com a evolução da computação, a capacidade de simular foi elevada a uma categoria em que o virtual (modelo) aproxima-se bastante do seu equivalente real. Para Bazzo e Pereira (2013, p. 161), simular é submeter modelos a ensaios, sob diversas condições, para observar como eles se comportam. É importante ressaltar que a simulação sempre envolve modelos, e que estes são simplificações da realidade. Assim, não importa a complexidade do modelo ou da simulação, jamais poderemos igualar o mundo real. Isto significa dizer que sempre vão existir características dos produtos e processos reais que não puderam ser totalmente previstas nas simulações. A simulação permite que se reproduza o funcionamento de um determinado sistema em condições semelhantes aquelas que o SFR enfrentaria em um ambiente real. Entretanto, devemos nos lembrar que nem o modelo e nem as condições são reais. Apesar disso, a simulação é extremamente vantajosa, tanto em relação à redução de custos como em relação à redução de riscos potenciais à nossa segurança.

21 Simulação em engenharia [2] Na engenharia existem três tipos de simulação: a icônica, a analógica e a matemática. A simulação icônica Neste tipo de simulação temos um modelo icônico físico (tridimensional), muitas vezes em escala reduzida, que é submetido a diversos tipos de ensaios. Pretende-se a partir destes ensaios fazer previsões de comportamento de um SFR no mundo real. As simulações icônicas acontecem geralmente em laboratórios especialmente construídos para este fim, onde protótipos e modelos são submetidos a condições de testes controladas. Um ótimo exemplo de simulação icônica são os laboratórios de túnel de vento. Eles são utilizados para mensurar o comportamento de arrasto aerodinâmico de aeronaves, automóveis e construções. No caso de automóveis, existem alguns túneis de vento que podem abrigar modelos em tamanho real (ou seja, escala 1:1), mas na maioria dos casos, utilizamos modelos em escala reduzida. Outra possibilidade de simulação icônica é a construção de um modelo em escala reduzida, como por exemplo, uma pequena central hidrelétrica.

22 Simulação em engenharia [3] Atualmente está se tornando cada vez mais comum a simulação de construções em túneis de vento. Isto acontece porque muitas cidades estão revendo seu plano diretor e estão permitindo a construção de edificações com mais de 200 m de altura. Assim, em construções deste porte, o arrasto aerodinâmico causado por ventanias é crítico. Este é um dos motivos pelo qual o laboratório de túnel de vento do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) é um dos mais requisitados do país. Exemplos de simulação icônica: Figura 12: Simulação icônica - Teste de modelo em escala de uma aeronave em um túnel de vento. Figura 13: Simulação icônica - Teste de modelo em escala de uma edificação em um túnel de vento.

23 Simulação em engenharia [4] Mais exemplos de simulação icônica: Figura 14: Simulação icônica Cabine de um simulador de aeronave Figura 15: Simulação icônica Manequins prontos para uma simulação de teste de impacto em um automóvel. A simulação analógica Em uma simulação analógica geralmente usamos um modelo em que trocamos uma variável ou grandeza real (de difícil manipulação ou visualização) por um variável ou grandeza mais simples. A principal característica deste tipo de simulação é que o modelo utilizado guarda pouca ou nenhuma semelhança física com o SFR. Entretanto, apesar de não haver semelhança física, existe uma semelhança de comportamento das...

24 Simulação em engenharia [5] [...] variáveis que pretendemos monitorar o comportamento. Isto exige que um engenheiro tenha uma sólida formação na área da física e outras áreas relacionadas para poder trabalhar com este tipo de simulação. A palavra analogia significa semelhança em nosso caso, de comportamento. Assim, em uma simulação analógica, poderíamos substituir o ar pela água para testar, por exemplo, o formato da hélice de um ventilador. O ar e a água não são a mesma coisa, mas se comportam de maneira semelhante no caso de uma hélice, com a vantagem de podermos visualizar o que acontece com a água, o que seria praticamente impossível de visualizar com o ar. Existem computadores denominados analógicos, que são utilizados para fazer simulações analógicas. Por exemplo, para sabermos como um amortecedor de suspensão de automóvel se comporta, podemos fazer a simulação analógica em um computador analógico, substituindo o amortecedor por um circuito elétrico equivalente. Nesse caso, o amortecedor seria representado por uma resistência elétrica. A velocidade de extensão ou compressão do pistão é representada pela corrente elétrica, enquanto que a carga que ao amortecedor suporta (intensidade da força sobre ele) é representada pela tensão (voltagem) aplicada em seus terminais.

25 Simulação em engenharia [6] Exemplos de simulação analógica: Figura 16: Um amortecedor e o modelo analógico elétrico equivalente. Figura 17: Computador analógico, utilizado para simulações analógicas.

26 Simulação em engenharia [7] A simulação matemática Em uma simulação matemática, um SFR é representado por um modelo matemático. Neste caso, os valores das variáveis envolvidas nesta simulação vão nos fornecer uma ideia do comportamento do sistema apresentado. Uma importante ferramenta associada à simulação matemática é a computação digital. Em questão de minutos podemos ter uma simulação completa de um SFR representado sob a forma de um modelo matemático. Por exemplo, quando houve a assinatura de um acordo entre países para impedir a realização de testes nucleares, a única maneira de fazer experimentos para saber as características destrutivas de uma arma atômica seria por meio de um computador rodando uma simulação digital de uma bomba, colocada sob a forma de modelo matemático. Além de diminuir os riscos inerentes a uma arma atômica, este tipo de simulação matemática fica restrito a países que possuem supercomputadores, uma vez que a modelagem matemática para uma simulação deste tipo é extremamente complexa e exige extensa capacidade de cálculo.

27 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA BAZZO, Walter Antônio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos. 4. ed. Florianópolis: UFSC, HOLTZAPPLE, M. T.; REECE, W. D. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2013.

OFICINA DA PESQUISA. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br

OFICINA DA PESQUISA. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br OFICINA DA PESQUISA Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br APOSTILA 5 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Belo Horizonte Introdução ao Projeto em Engenharia

Leia mais

OFICINA DA PESQUISA. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br

OFICINA DA PESQUISA. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br OFICINA DA PESQUISA Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br APOSTILA 6 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Belo Horizonte Otimização na Engenharia [1]

Leia mais

INTRODUÇÃO A ENGENHARIA

INTRODUÇÃO A ENGENHARIA INTRODUÇÃO A ENGENHARIA 1º SEMESTRE 2013 UNIDADE 03 Engenharia Mecânica, Civil, Elétrica e Produção 1º Sem. / 2013-1 - Pág. 9 Unidade III Modelo Conteúdo da Unidade: Modelagem. Classificação dos Modelos.

Leia mais

Aula 08. Modelos e Simulação

Aula 08. Modelos e Simulação Modelos e Simulação 8.1 Aula 08 Modelos e Simulação Walter Antônio Bazzo e Luiz Teixeira do Vale Pereira, Introdução a Engenharia Conceitos, Ferramentas e Comportamentos, Capítulo 7: Modelos e Simulação

Leia mais

Para converter uma razão de potência em decibel, encontre o logaritmo de base 10 para a razão de potência; e depois multiplique o valor por 10.

Para converter uma razão de potência em decibel, encontre o logaritmo de base 10 para a razão de potência; e depois multiplique o valor por 10. Calculando o decibel Joel R. Hallas, W1ZR (1) Muitos dados técnicos encontrados em publicações de rádio são mensurados em decibel com sua respectiva sigla db. Isso não é feito para mistificar ou dificultar

Leia mais

Como erguer um piano sem fazer força

Como erguer um piano sem fazer força A U A UL LA Como erguer um piano sem fazer força Como vimos na aula sobre as leis de Newton, podemos olhar o movimento das coisas sob o ponto de vista da Dinâmica, ou melhor, olhando os motivos que levam

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos IMPORTÂNCIA DO GUIA PMBOK [01] Grandes organizações, notadamente aquelas que chamamos de multinacionais, trabalham

Leia mais

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br R O B Ó T I C A Sensor Smart Ultrassom Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13 Sensor Smart Ultrassom 1. Introdução Os sensores de ultrassom ou ultrassônicos são sensores que detectam

Leia mais

A utilização da Web no apoio ao ensino de Desenho na Arquitetura

A utilização da Web no apoio ao ensino de Desenho na Arquitetura A utilização da Web no apoio ao ensino de Desenho na Arquitetura HARRIS, Ana Lúcia Nogueira de Camargo (1) Av. Prof. Almeida Prado trav.2 n o 271 Cidade Universitária 05508-900 São Paulo SP Tel.: (011)

Leia mais

Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio

Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é introduzir e preparar o estudante para o uso de dois instrumentos muito importantes no curso: o gerador de funções e

Leia mais

IMPACTOS DO USO X PERFIL DAS EMPRESAS E ANALISAR SEUS PROCESSOS DE GESTÃO DE PROJETOS

IMPACTOS DO USO X PERFIL DAS EMPRESAS E ANALISAR SEUS PROCESSOS DE GESTÃO DE PROJETOS IMPACTOS DO USO X PERFIL DAS EMPRESAS E ANALISAR SEUS PROCESSOS DE GESTÃO DE PROJETOS Vinicius Coutinho dos Santos BARBOSA (1); Michele Tereza Marques CARVALHO (2) (1) Campus Universitário Darcy Ribeiro

Leia mais

SIMULADO DO TESTE DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

SIMULADO DO TESTE DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS SIMULADO DO TESTE DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS PROPOSTA Este simulado é um material de apoio para você se preparar para o Teste de Resolução de Problemas, com o objetivo de: 1. Compartilhar dicas e normas

Leia mais

Montagem e Manutenção. Luís Guilherme A. Pontes

Montagem e Manutenção. Luís Guilherme A. Pontes Montagem e Manutenção Luís Guilherme A. Pontes Introdução Qual é a importância da Montagem e Manutenção de Computadores? Sistema Binário Sistema Binário Existem duas maneiras de se trabalhar e armazenar

Leia mais

UM GUIA RÁPIDO ORIENTADO A RESULTADOS (vigência: 29 JUN 2009)

UM GUIA RÁPIDO ORIENTADO A RESULTADOS (vigência: 29 JUN 2009) GESTÃO DE PROCESSOS UM GUIA RÁPIDO ORIENTADO A RESULTADOS (vigência: 29 JUN 2009) 1. O QUE É PROCESSO? Processos têm sido considerados uma importante ferramenta de gestão, um instrumento capaz de aproximar

Leia mais

CURSO COMPLETO DE PROJETO DE MÓVEIS

CURSO COMPLETO DE PROJETO DE MÓVEIS CURSO COMPLETO DE PROJETO DE MÓVEIS Módulo 05 Projeto de Móveis CURSO COMPLETO DE PROJETO DE MÓVEIS MÓDULO 05 Aula 03 Assuntos a serem abordados: 04. Desenhos que Compõem um Projeto de Detalhamento de

Leia mais

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW Ciclo de Vida Aula 2 Revisão 1 Processo de Desenvolvimento de Software 1 O Processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto

Leia mais

Bancada de visualização de escoamentos: maquetes

Bancada de visualização de escoamentos: maquetes MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Bancada de visualização de escoamentos: maquetes RELATÓRIO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO

Leia mais

Princípio de Funcionamento

Princípio de Funcionamento ROTEIRO Introdução O Controlador Lógico Programável CLP nasceu dentro da General Motors, em 1968, devido a grande dificuldade de mudar a lógica de controle dos painéis de comando a cada mudança na linha

Leia mais

A SEGUIR ALGUMAS DICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO CIENTÍFICO

A SEGUIR ALGUMAS DICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO CIENTÍFICO A SEGUIR ALGUMAS DICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO CIENTÍFICO DESENVOLVENDO UM PROJETO 1. Pense em um tema de seu interesse ou um problema que você gostaria de resolver. 2. Obtenha um caderno

Leia mais

PLANEJAMENTO DE IMPLANTAÇÃO PARA UM SISTEMA DIGITAL DE AQUISIÇÃO E CONTROLE PARA APLICAÇÃO EM TRATAMENTO DE ÁGUA

PLANEJAMENTO DE IMPLANTAÇÃO PARA UM SISTEMA DIGITAL DE AQUISIÇÃO E CONTROLE PARA APLICAÇÃO EM TRATAMENTO DE ÁGUA PLANEJAMENTO DE IMPLANTAÇÃO PARA UM SISTEMA DIGITAL DE AQUISIÇÃO E CONTROLE PARA APLICAÇÃO EM TRATAMENTO DE ÁGUA Selma Capanema de Barros (1) Engenheira Eletricista PUC-MG e especialista em Análise de

Leia mais

3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software

3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software 3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software A tarefa de planejar os ciclos de construção do software pode partir de diretrizes básicas. Estas diretrizes visam orientar que os ciclos de

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DO ENDURO

OS PRINCÍPIOS DO ENDURO OS PRINCÍPIOS DO ENDURO Uma prova divide-se em roteiro e navegação, sendo: Roteiro: Seguir corretamente o trajeto estabelecido pela organização; Navegação: Percorrer o caminho no tempo e média horária

Leia mais

o(a) engenheiro(a) Projeto é a essência da engenharia 07/02/2011 - v8 dá vazão

o(a) engenheiro(a) Projeto é a essência da engenharia 07/02/2011 - v8 dá vazão empíricos ou vulgar ou senso comum filosófico exige raciocínio reflexões racional e objetivo produto precede a construção conjunto de atividades o(a) engenheiro(a) aplica conhecimentos científicos ligado

Leia mais

PESQUISA & DESENVOLVIMENTO

PESQUISA & DESENVOLVIMENTO PESQUISA & DESENVOLVIMENTO PESQUISA & DESENVOLVIMENTO PESQUISA BÁSICA Objetiva entender ou descobrir novos fenômenos Gera conhecimentos básicos Não é reservada Requer a divulgação dos conhecimentos obtidos

Leia mais

As Sete Ferramentas Básicas do Controle da Qualidade

As Sete Ferramentas Básicas do Controle da Qualidade Curso e-learning As Sete Ferramentas Básicas do Controle da Qualidade Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

VALIDAÇÃO DE HIPÓTESES

VALIDAÇÃO DE HIPÓTESES Ferramenta para auxiliar o processo de VALIDAÇÃO DE HIPÓTESES Carlos Eduardo Bizzotto - Eliza Coral - Guilherme Paludetto - Janice Maciel - Jéssica dos Santos Sumário 1 Introdução...3 2 Quadro de Validação:

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE SELEÇÃO DE PEÇA USANDO CONCEITOS DE PROGRAMAÇÃO DE SISTEMA DE AUTOMAÇÃO. João Alvarez Peixoto*

IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE SELEÇÃO DE PEÇA USANDO CONCEITOS DE PROGRAMAÇÃO DE SISTEMA DE AUTOMAÇÃO. João Alvarez Peixoto* IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE SELEÇÃO DE PEÇA USANDO CONCEITOS DE PROGRAMAÇÃO DE SISTEMA DE AUTOMAÇÃO João Alvarez Peixoto* * Mestrando do Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica - UFRGS Porto

Leia mais

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS!

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! 4 Introdução 5 Conheça seu público 5 Crie uma identidade para sua empresa 6 Construa um site responsivo 6 Seja direto, mas personalize o máximo possível

Leia mais

BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL EaD UAB/UFSCar Expressão Gráfica para Engenharia NORMAS TÉCNICAS

BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL EaD UAB/UFSCar Expressão Gráfica para Engenharia NORMAS TÉCNICAS BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL EaD UAB/UFSCar NORMAS TÉCNICAS APOSTILA DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DA UFSCar volume 3 Profª Sheyla Mara Baptista Serra Agosto de 2008 3 NORMAS TÉCNICAS Conhecer

Leia mais

METROLOGIA E ENSAIOS

METROLOGIA E ENSAIOS METROLOGIA E ENSAIOS Requisitos de Calibração e Ensaios Prof. Alexandre Pedott pedott@producao.ufrgs.br Requisitos de Calibração OBRIGAÇÃO DA ISO (PAPELADA) X REDUÇÃO DA VARIAÇÃO (QUALIDADE DO PRODUTO)

Leia mais

Como as Coisas Funcionam Princípios de Engenharia e Arquitetura. Sala 10 Temas Diversificados EF II Integral. E. E. Olímpio Catão

Como as Coisas Funcionam Princípios de Engenharia e Arquitetura. Sala 10 Temas Diversificados EF II Integral. E. E. Olímpio Catão Como as Coisas Funcionam Princípios de Engenharia e Arquitetura Sala 10 Temas Diversificados EF II Integral E. E. Olímpio Catão Professora Apresentadora: Marisa Maria Nascimento Nóbrega Realização: Justificativa

Leia mais

Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I

Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I Tema VIDA EFICIENTE: A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA A SERVIÇO DO PLANETA Cronograma Orientações Pré-projeto Metodologia Relatório

Leia mais

Modernização de Operações

Modernização de Operações Modernização de Operações O CAMINHO MAIS CLARO PARA PROTEGER O FUTURO Colocando Você no Caminho para a Modernização de Operações Valor Se você está lindando atualmente com problemas de obsolescência, ou

Leia mais

Figura 1.1 Utilização de colunas de aço estaiada e protendida durante a montagem do Palco Mundo do Rock in Rio III.

Figura 1.1 Utilização de colunas de aço estaiada e protendida durante a montagem do Palco Mundo do Rock in Rio III. 1 Introdução A busca contínua de sistemas estruturais eficientes como solução para grandes vãos tem sido um dos maiores desafios enfrentados por engenheiros estruturais. Por outro lado, sistemas estruturais

Leia mais

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ENGENHARIA 2014 NOTA AULA PRÁTICA No. 04 VETORES - 20 A 26 DE MARÇO PROF. ANGELO BATTISTINI NOME RA TURMA NOTA Objetivos do experimento: Nesta aula você deverá aprender (ou recordar) a representação

Leia mais

MÓDULO 4 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS

MÓDULO 4 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS MÓDULO 4 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIS Como vimos no módulo 1, para que nós possamos extrair dos dados estatísticos de que dispomos a correta análise e interpretação, o primeiro passo deverá ser a correta

Leia mais

Sistemas Inteligentes. Aula: Agentes Inteligentes Flávia Barros & Patricia Tedesco

Sistemas Inteligentes. Aula: Agentes Inteligentes Flávia Barros & Patricia Tedesco Sistemas Inteligentes Aula: Agentes Inteligentes Flávia Barros & Patricia Tedesco 1 Ao final desta aula a gente deve... Entender o que é um Agente Racional (inteligente)? Distinguir entre os vários tipos

Leia mais

Tomada de Decisão Multicritério na Logística

Tomada de Decisão Multicritério na Logística Tomada de Decisão Multicritério na Logística Prof. Ph.D. Cláudio F. Rossoni Engenharia Logística II Esboço Conceitos de Decisão Tipos de tomada de decisão Decisão Multicritério T-ODA Trade-Off Decision

Leia mais

Dinâmica de um Sistema de Partículas Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU

Dinâmica de um Sistema de Partículas Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU Dinâmica de um Sistema de Partículas Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU Profa. Dra. Diana Andrade & Prof. Dr. Sergio Pilling Parte 1 - Movimento Retilíneo Coordenada de posição, trajetória,

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Aula 1 Ementa Fases do Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Software, apresentando como os métodos, ferramentas e procedimentos da engenharia de software, podem

Leia mais

Artigo Março 2005 AC05102LIS/ENG Engenharia Preventiva Inspecção Periódica de Edifícios Luís Viegas Mendonça João de Sousa Rodolfo 2005 SpyBuilding

Artigo Março 2005 AC05102LIS/ENG Engenharia Preventiva Inspecção Periódica de Edifícios Luís Viegas Mendonça João de Sousa Rodolfo 2005 SpyBuilding Artigo Março 2005 AC05102LIS/ENG Engenharia Preventiva Inspecção Periódica de Edifícios Luís Viegas Mendonça João de Sousa Rodolfo Engenharia Preventiva Inspecção Periódica de Edifícios Luís Viegas Mendonça*

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE Atualizado em 03/12/2015 GESTÃO DA QUALIDADE As ideias principais que baseiam o significado atual da qualidade são, basicamente, as seguintes: Atender às expectativas,

Leia mais

Modelagem de Processos. Prof.: Fernando Ascani

Modelagem de Processos. Prof.: Fernando Ascani Modelagem de Processos Prof.: Fernando Ascani Bibliografia UML Guia de consulta rápida Douglas Marcos da Silva Editora: Novatec UML Guia do usuário Grady Booch James Rumbaugh Ivair Jacobson Editora: Campus

Leia mais

Compreendendo o espaço

Compreendendo o espaço Módulo 1 Unidade 2 Compreendendo o espaço Para início de conversa... A forma como você se locomove na cidade para ir de um lugar a outro tem a ver com as direções que você toma e com o sentido para o qual

Leia mais

DESENHO TÉCNICO. Prof. Melissa Passamani Boni

DESENHO TÉCNICO. Prof. Melissa Passamani Boni DESENHO TÉCNICO Prof. Melissa Passamani Boni Ementa do Curso: Expressão de ideias através da comunicação visual. Normas gerais do Desenho Técnico (ABNT). Conceituação básica da compreensão das figuras

Leia mais

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às

Leia mais

Ambiente de Simulação Virtual para Capacitação e Treinamento na Manutenção de. Disjuntores de Subestações de Energia Elétrica,

Ambiente de Simulação Virtual para Capacitação e Treinamento na Manutenção de. Disjuntores de Subestações de Energia Elétrica, Ambiente de Simulação Virtual para Capacitação e Treinamento na Manutenção de Disjuntores de Subestações de Energia Elétrica Prof. Dr. Lineu Belico dos Reis EPUSP Resumo: O informe técnico apresenta a

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo

Leia mais

Resumo do Curso: CST Física Geral / Primeira parte

Resumo do Curso: CST Física Geral / Primeira parte Resumo do Curso: CST Física Geral / Primeira parte Notas: Rodrigo Ramos 1 o. sem. 2015 Versão 1.0 Em nossa introdução à Física falamos brevemente da história dessa ciência e sua relevância no desenvolvimento

Leia mais

SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA

SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA Aula 7 SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA META Discutir a utilização de softwares no ensino de Química. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: Através da utilização do software carbópolis,

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos O QUE SÃO PROCESSOS? De acordo com o Guia PMBOK, (2013) processo é um conjunto de ações e/ou atividades inter-relacionadas

Leia mais

Conceitos Básicos de Desenho Técnico

Conceitos Básicos de Desenho Técnico Conceitos Básicos de Desenho Técnico 1. Escalas Gráficas e Numéricas 1.1. Definição No desenho arquitetônico, a necessidade de representar espacialmente objetos e seus detalhes através de desenhos, fez

Leia mais

4Distribuição de. freqüência

4Distribuição de. freqüência 4Distribuição de freqüência O objetivo desta Unidade é partir dos dados brutos, isto é, desorganizados, para uma apresentação formal. Nesse percurso, seção 1, destacaremos a diferença entre tabela primitiva

Leia mais

Aula 1: Demonstrações e atividades experimentais tradicionais e inovadoras

Aula 1: Demonstrações e atividades experimentais tradicionais e inovadoras Aula 1: Demonstrações e atividades experimentais tradicionais e inovadoras Nesta aula trataremos de demonstrações e atividades experimentais tradicionais e inovadoras. Vamos começar a aula retomando questões

Leia mais

Engenharia de Software II

Engenharia de Software II Engenharia de Software II Aula 14 Revisão http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 14-07/05/2006 1 Processo de Software Qual é a diferença entre uma atividade de arcabouço e uma atividade guarda chuva?

Leia mais

GEOGRAFIA E FÍSICA. Primeiro ano integrado EDI 1 e INF 1-2009

GEOGRAFIA E FÍSICA. Primeiro ano integrado EDI 1 e INF 1-2009 GEOGRAFIA E FÍSICA Primeiro ano integrado EDI 1 e INF 1-2009 Instruções: Leia atentamente cada questão para resolvê-la com segurança. A marcação do gabarito deverá ser feita com caneta de tinta azul ou

Leia mais

CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI

CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI MATEMÁTICA ENSINO MÉDIO APOSTILA 03 Parabéns!!! Você já é um vencedor! Voltar a estudar é uma vitória que poucos podem dizer que conseguiram. É para você, caro aluno, que desenvolvemos

Leia mais

Programadores e Problemas: Instruções. Introdução. Seu Objetivo. Configuração. Instruções do jogo equipe evolução 5/5/2006 v2.0

Programadores e Problemas: Instruções. Introdução. Seu Objetivo. Configuração. Instruções do jogo equipe evolução 5/5/2006 v2.0 Programadores e Problemas: Instruções Introdução Problemas e Programadores é um jogo educacional na área de engenharia de software. Ele é dirigido a estudantes que já têm conhecimento entre o básico e

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008/1 4º PERÍODO 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A3 DATA 15/10/2009 ENGENHARIA DE SOFTWARE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Analise as afirmações

Leia mais

Estudo do sistema de IHM para automação de sistema de renovação de água dos chillers em processo de abate de aves.

Estudo do sistema de IHM para automação de sistema de renovação de água dos chillers em processo de abate de aves. Estudo do sistema de IHM para automação de sistema de renovação de água dos chillers em processo de abate de aves. TIAGO NELSON ESTECECHEN tiago_cascavel@hotmail.com UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ

Leia mais

ELO Sistemas Eletrônicos S.A. 100406011-002

ELO Sistemas Eletrônicos S.A. 100406011-002 MEDIDOR ELETRÔNICO ELO2106 MANUAL DO USUÁRIO Agosto de 2008 ELO Sistemas Eletrônicos S.A. 100406011-002 Índice ÍNDICE... I INTRODUÇÃO... 1-1 CONTEÚDO DESTE MANUAL... 1-1 ONDE OBTER MAIS INFORMAÇÕES...

Leia mais

O QUE SÃO DESASTRES?

O QUE SÃO DESASTRES? Os três irmãos Tasuke O QUE SÃO DESASTRES? Este material foi confeccionado com a subvenção do Conselho de Órgãos Autônomos Locais para a Internacionalização Prevenção e desastres A prevenção é o ato de

Leia mais

Ciências da Natureza I Ensino Médio Oficina Energia e suas transformações Material do monitor

Ciências da Natureza I Ensino Médio Oficina Energia e suas transformações Material do monitor Caro monitor Este material foi produzido com o objetivo de auxiliá-lo nos trabalhos com o material didático impresso Energia e suas transformações e com a web aula Energia, meio ambiente e desenvolvimento.

Leia mais

BEM-VINDA!! WWW.BOLSADEIDEASDENEGOCIO.COM

BEM-VINDA!! WWW.BOLSADEIDEASDENEGOCIO.COM BEM-VINDA!! Meu nome é Ives Lopes e eu sou a autora deste guia 22 ideias de negócios para começar já. Vê essa foto? Sou eu em minha Esmalteria, a Eva Nail Club. Foi um sucesso enquanto durou, mas infelizmente

Leia mais

DICAS DE BURACO ONLINE

DICAS DE BURACO ONLINE DICAS DE BURACO ONLINE Link: http://www.jogatina.com/dicas-jogar-buraco-online.html Às vezes, conhecemos todas as regras de um jogo, mas na hora de passar da teoria para a prática, as coisas não funcionam

Leia mais

Métodos Quantitativos Prof. Ms. Osmar Pastore e Prof. Ms. Francisco Merlo. Funções Exponenciais e Logarítmicas Progressões Matemáticas

Métodos Quantitativos Prof. Ms. Osmar Pastore e Prof. Ms. Francisco Merlo. Funções Exponenciais e Logarítmicas Progressões Matemáticas Métodos Quantitativos Prof. Ms. Osmar Pastore e Prof. Ms. Francisco Merlo Funções Exponenciais e Logarítmicas Progressões Matemáticas Funções Exponenciais e Logarítmicas. Progressões Matemáticas Objetivos

Leia mais

COMO PROGRAMAR SEU TIME

COMO PROGRAMAR SEU TIME COMO PROGRAMAR SEU TIME 1) INSTALAÇÃO: Instale o simulador da categoria SIMUROSOT da FIRA. O simulador é gratuito e está disponível para download no site da FIRA (www.fira.net) ou no site da competição

Leia mais

Prática e Gerenciamento de Projetos. Prof. MS Galvez Gonçalves

Prática e Gerenciamento de Projetos. Prof. MS Galvez Gonçalves Prática e Gerenciamento de Projetos Prof. MS Galvez Gonçalves PMI PMI (Project Management Institute) fundado em 1969 é uma instituição sem fins lucrativos. Missão:fomentar o profissionalismo e a ética

Leia mais

NOME: Nº. ASSUNTO: Recuperação Final - 1a.lista de exercícios VALOR: 13,0 NOTA:

NOME: Nº. ASSUNTO: Recuperação Final - 1a.lista de exercícios VALOR: 13,0 NOTA: NOME: Nº 1 o ano do Ensino Médio TURMA: Data: 11/ 12/ 12 DISCIPLINA: Física PROF. : Petrônio L. de Freitas ASSUNTO: Recuperação Final - 1a.lista de exercícios VALOR: 13,0 NOTA: INSTRUÇÕES (Leia com atenção!)

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA ENGENHARIA

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA ENGENHARIA A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA ENGENHARIA BUENO, Marcio Oliveira BILESKY, Luciano Rossi Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva RESUMO Vivemos um momento identificado por pensadores modernos

Leia mais

Exercícios Teóricos Resolvidos

Exercícios Teóricos Resolvidos Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Matemática Exercícios Teóricos Resolvidos O propósito deste texto é tentar mostrar aos alunos várias maneiras de raciocinar

Leia mais

II SEMINÁRIO ESTADUAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL Painel IV: Saneamento Básico Palestra: Florianópolis, 13 de agosto de 2010

II SEMINÁRIO ESTADUAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL Painel IV: Saneamento Básico Palestra: Florianópolis, 13 de agosto de 2010 II SEMINÁRIO ESTADUAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL Painel IV: Saneamento Básico Palestra: Controle e redução de perdas de água e uso eficiente de energia em sistemas de abastecimento de água Eng. Airton Gomes

Leia mais

Introdução. Capítulo. 1.1 Considerações Iniciais

Introdução. Capítulo. 1.1 Considerações Iniciais Capítulo 1 Introdução 1.1 Considerações Iniciais A face humana é uma imagem fascinante, serve de infinita inspiração a artistas há milhares de anos. Uma das primeiras e mais importantes habilidades humanas

Leia mais

UTILIZANDO O HISTOGRAMA COMO UMA FERRAMENTA ESTATÍSTICA DE ANÁLISE DA PRODUÇÃO DE ÁGUA TRATADA DE GOIÂNIA

UTILIZANDO O HISTOGRAMA COMO UMA FERRAMENTA ESTATÍSTICA DE ANÁLISE DA PRODUÇÃO DE ÁGUA TRATADA DE GOIÂNIA UTILIZANDO O HISTOGRAMA COMO UMA FERRAMENTA ESTATÍSTICA DE ANÁLISE DA PRODUÇÃO DE ÁGUA TRATADA DE GOIÂNIA Edson Kurokawa (*) Engenheiro Civil pela UFG e Mestre em Engenharia de Produção pela UFSC. Trabalha

Leia mais

O momento do gol. Parece muito fácil marcar um gol de pênalti, mas na verdade o espaço que a bola tem para entrar é pequeno. Observe na Figura 1:

O momento do gol. Parece muito fácil marcar um gol de pênalti, mas na verdade o espaço que a bola tem para entrar é pequeno. Observe na Figura 1: O momento do gol A UU L AL A Falta 1 minuto para terminar o jogo. Final de campeonato! O jogador entra na área adversária driblando, e fica de frente para o gol. A torcida entra em delírio gritando Chuta!

Leia mais

Circuito RC: Processo de Carga e Descarga de Capacitores

Circuito RC: Processo de Carga e Descarga de Capacitores Departamento de Física - IE - UFJF As tarefas desta prática têm valor de prova! Leia além deste roteiro também os comentários sobre elaboração de gráficos e principalmente sobre determinação de inclinações

Leia mais

2. Sistema de fôrmas plásticas para lajes

2. Sistema de fôrmas plásticas para lajes Sistema de fôrmas plásticas para lajes de concreto JOAQUIM ANTÔNIO CARACAS NOGUEIRA Diretor de Engenharia VALTER DE OLIVEIRA BASTOS FILHO Engenheiro Civil CARLOS ALBERTO IBIAPINA E SILVA FILHO Engenheiro

Leia mais

MiniLabEletroMag-RA. Raryel C. Souza, Claudio Kirner. DMC Depto. de Matemática e Computação. UNIFEI Universidade Federal de Itajubá

MiniLabEletroMag-RA. Raryel C. Souza, Claudio Kirner. DMC Depto. de Matemática e Computação. UNIFEI Universidade Federal de Itajubá MiniLabEletroMag-RA Raryel C. Souza, Claudio Kirner DMC Depto. de Matemática e Computação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá e-mails: {raryel.costa, ckirner}@gmail.com 1 Visão geral Alguns conceitos

Leia mais

AVIAÇÃO AGRÍCOLA E O MEIO AMBIENTE

AVIAÇÃO AGRÍCOLA E O MEIO AMBIENTE AVIAÇÃO AGRÍCOLA E O MEIO AMBIENTE. INTRODUÇÃO Eng. Agr. Eduardo C. de Araújo As discussões relacionadas à proteção ao meio ambiente, em que pese sua inquestionável importância, são, infelizmente, frequentemente

Leia mais

Laboratório didático de Física

Laboratório didático de Física Laboratório didático de Física Como redigir um relatório Como escrever um relatório? Esperamos nos próximos parágrafos passar algumas informações úteis para escrever um relatório. É possível que algumas

Leia mais

Programação em papel quadriculado

Programação em papel quadriculado 4 NOME DA AULA: Programação em papel quadriculado Tempo de aula: 45 60 minutos Tempo de preparação: 10 minutos Objetivo principal: ajudar os alunos a entender como a codificação funciona. RESUMO Ao "programar"

Leia mais

Tópico 4. Como Elaborar um Relatório e Apresentar os Resultados Experimentais

Tópico 4. Como Elaborar um Relatório e Apresentar os Resultados Experimentais Tópico 4. Como Elaborar um Relatório e Apresentar os Resultados Experimentais 4.1. Confecção de um Relatório 4.1.1. Organização do relatório Um relatório é uma descrição detalhada, clara e objetiva de

Leia mais

Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu

Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu Pré requisitos: Elaboração de questionário Formulário multimídia Publicação na internet Uso de senhas na Web Visualização condicionada ao perfil A

Leia mais

Matemática em Toda Parte II

Matemática em Toda Parte II Matemática em Toda Parte II Episódio: Matemática no Transporte Resumo O episódio Matemática no Transporte, da série Matemática em Toda Parte II, vai mostrar como alguns conceitos matemáticos estão presentes

Leia mais

Os gráficos estão na vida

Os gráficos estão na vida Os gráficos estão na vida A UUL AL A Nas Aulas 8, 9 e 28 deste curso você já se familiarizou com o estudo de gráficos. A Aula 8 introduziu essa importante ferramenta da Matemática. A Aula 9 foi dedicada

Leia mais

MATEMÁTICA EM TODA PARTE II

MATEMÁTICA EM TODA PARTE II MATEMÁTICA EM TODA PARTE II Episódio: Matemática na Cidade Resumo O Episódio Matemática na Cidade, o segundo da série Matemática em Toda Parte II, vai abordar situações envolvendo fluxo e movimento nas

Leia mais

1. UMA RAZÃO PARA OS LOGARITMOS

1. UMA RAZÃO PARA OS LOGARITMOS . UMA RAZÃO PARA OS LOGARITMOS.. INTRODUÇÃO Os logaritmos foram inventados, no começo do século XVII, como um instrumento para facilitar e simplificar o cálculo aritmético, permitindo que se efetuassem,

Leia mais

Menor diferença entre indicações de um dispositivo mostrador que pode ser significativamente percebida. RESOLUÇÃO (DE

Menor diferença entre indicações de um dispositivo mostrador que pode ser significativamente percebida. RESOLUÇÃO (DE 1 1,QVWUXomRGH7UDEDOKR ^'_a`cbdegfihkj lgmndm opmnqir>stdumkfihtj vkw xymz_g{} ~wabdj! ƒu ˆ Š Œ iž ƒ u i %šœ, Ÿž u SUMÁRIO 3 DEFINIÇÕES 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIA 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE 5 REGISTROS

Leia mais

Guia de utilização da notação BPMN

Guia de utilização da notação BPMN 1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação

Leia mais

O USO DO QR CODE NO ENSINO DA GEOGRAFIA

O USO DO QR CODE NO ENSINO DA GEOGRAFIA O USO DO QR CODE NO ENSINO DA GEOGRAFIA Roney Jacinto de Lima (1); Jamábia Raídgia Félix da Silva (1); Jaciele cruz silva (2); Maria do Socorro dos Santos (3) Universidade Estadual da Paraíba Campus III,

Leia mais

COMO FUNCIONA NOSSA CONSULTORIA DE MARKETING DIGITAL ESPECIALIZADA EM VENDAS ONLINE

COMO FUNCIONA NOSSA CONSULTORIA DE MARKETING DIGITAL ESPECIALIZADA EM VENDAS ONLINE www.agenciaatos.com.br COMO FUNCIONA NOSSA CONSULTORIA DE MARKETING DIGITAL ESPECIALIZADA EM VENDAS ONLINE APLICAÇÃO DA CONSULTORIA EM VENDAS ONLINE É assim que os resultados são gerados. No entanto, é

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA COLÉGIO ESTADUAL VICENTE RIJO Ensino Fundamental, Médio e Profissional. Av. Juscelino Kubitscheck, 2372. Londrina Paraná Fone: (43) 3323-7630 / 3344-1756 / 3334-0364 www.vicenterijo@sercomtel.com.br CURSO

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

Lista de Exercícios de: Trabalho de uma força paralela ao deslocamento

Lista de Exercícios de: Trabalho de uma força paralela ao deslocamento Lista de Exercícios de: Trabalho de uma força paralela ao deslocamento Quando aplicamos uma força sobre um corpo, provocando um deslocamento, estamos gastando energia, estamos realizando um trabalho. Ʈ

Leia mais

RECURSOS DIDÁTICOS E SUA UTILIZAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA

RECURSOS DIDÁTICOS E SUA UTILIZAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA RECURSOS DIDÁTICOS E SUA UTILIZAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA Resumo: Com o enfoque na metodologia de resolução de problemas, nós, bolsistas do PIBID Matemática da UFPR, elaboramos algumas atividades destinadas

Leia mais

2 INSTRUMENTAÇÃO E SEGURANÇA DE BARRAGENS

2 INSTRUMENTAÇÃO E SEGURANÇA DE BARRAGENS 2 INSTRUMENTAÇÃO E SEGURANÇA DE BARRAGENS 2.1. Introdução O interesse crescente pela segurança de barragens tem levado, em um número apreciável de países, à implementação de normas e critérios específicos

Leia mais

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

Os objetivos descrevem o que se espera alcançar com o projeto; Devem estar alinhados com os objetivos do negócio; Deve seguir a regra SMART:

Os objetivos descrevem o que se espera alcançar com o projeto; Devem estar alinhados com os objetivos do negócio; Deve seguir a regra SMART: 1.1. Objetivos estabelecidos Este é um dos aspectos mais importantes, pois é a partir deles que detalharemos o planejamento do projeto para atingir os objetivos estabelecidos. Ele também é importante para

Leia mais

FMEA (Failure Model and Effect Analysis)

FMEA (Failure Model and Effect Analysis) Definição FMEA (Failure Model and Effect Analysis) Conceitos Básicos A metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha, conhecida como FMEA (do inglês Failure Mode and Effect Analysis), é uma ferramenta

Leia mais

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Artigo publicado na revista Lumiere Electric edição nº 166 Aplicações de investimentos dentro das empresas sempre são questionadas

Leia mais