DO IMPRESSO AO DIGITAL: AS NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA E O ACESSO AS BIBLIOTECAS

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1 DO IMPRESSO AO DIGITAL: AS NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA E O ACESSO AS BIBLIOTECAS GIOVANA CAIRES MOTTA (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA). Resumo A transposição do texto impresso para o meio digital coloca em pauta algumas questões relevantes a serem pensadas. As bibliotecas eletrônicas entram em cena e uma nova maneira de reunir e arquivar as produções se estabelece. Não podemos nos esquecer que a recepção do conhecimento também opera de modo diferenciado. A internet possibilitou o acesso e o contato com diversas obras. Agora, podemos ler obras completas na tela do computador, além de termos acesso aos audiobooks gravação do conteúdo do livro. A linearidade textual perde o seu espaço e o hipertexto se faz presente. O conhecimento deixou de se restringir às bibliotecas e aos arquivos impressos. Com isso, surgem alguns questionamentos: esse novo contexto que se estrutura representa uma ameaça ao livro escrito? O livro deixará de existir? Os acervos impressos das bibliotecas tendem a desaparecer? A história, por vários exemplos, já nos provou que um fato não substitui o outro. A fotografia não substituiu a pintura, assim como a televisão não fez desaparecer o rádio. O que devemos pensar é em uma ressignificação de cada meio de produção. Assim, diante dessa mudança de suporte, os livros continuarão a existir e uma nova maneira de escrever, de ler e de interagir com as bibliotecas se configura. Palavras-chave: Livro, Internet, Leitura. A passagem do meio impresso para o meio eletrônico nos faz refletir acerca de uma nova relação que se estabelece entre autor, leitor e obra. A primeira grande dúvida que desponta é saber quais os impactos e os riscos que as tecnologias digitais podem trazer para o texto impresso, pois circula uma preocupação com o seu possível desaparecimento. As inquietações que circundam o futuro do livro impresso revelam, na verdade, o modo de conceber o próprio livro. Este é considerado uma entidade, um objeto sagrado. De acordo com Bellei (2002): "[...] um livro, apesar das aparências, jamais é apenas um objeto de uso ou de consumo. É antes, um objeto simbólico, uma instituição e uma tecnologia aos quais a cultura pós-gutenberg confiou a tarefa de armazenar e fazer circular praticamente todo o conhecimento considerado relevante. Como instituição, o livro representa uma forma de socialização que compreende todo circuito de produção e consumo: autores, editores leitores, críticos, comunidades interpretativas institucionalizadas" (p ). O significado do livro, portanto, transcende a idéia de uma simples peça de consumo e assume um valor simbólico. Pensar no seu desaparecimento significa ferir todo um conjunto de valores culturais instituídos. Contudo, devemos tomar cuidado ao pensar em termos de desaparecimento ou "morte" do livro impresso, pois não podemos cair no equívoco de acreditar que um

2 meio irá substituir o outro. Isso pode ser confirmado não apenas com a era impressa e a era digital, mas através de vários outros exemplos, comprovamos o não desaparecimento de um meio diante de um outro. Assim, a fotografia não substituiu a pintura, nem a televisão fez desaparecer o rádio. O que podemos pensar, portanto, é em uma ressignificação de cada meio de produção. Nessas circunstâncias, percebemos que o livro não vai desaparecer, ele continuará existindo concomitantemente com as tecnologias eletrônicas. A própria internet serve como uma ferramenta para a venda de livros impressos. Com o advento do computador e da internet, a leitura não se restringiu apenas à materialidade do papel, mas também se estendeu para outros suportes digitais. Um novo acesso aos textos e um novo modo de ler se estruturou. O manuseio de cada página do livro impresso se transfigurou em uma relação virtual; tela a tela o leitor se insere em um ciberespaço. Assim, frente às tecnologias eletrônicas uma nova relação entre leitor e texto se configura. O hipertexto entra em cena e o caráter integral do texto impresso perde o seu espaço. Apesar de algumas estratégias de romper com a linearidade textual, as publicações impressas ainda estão presas a uma lógica seqüencial; uma linha continua a existir entre uma extremidade e outra do livro. Com isso: "todas as tentativas de criar uma narrativa não linear, contudo, não chegaram a abalar seriamente a tradição de linearidade do livro, porque tentaram questioná-la sem dispor, para tanto, de outro meio ou de outra tecnologia textual que não a do próprio livro impresso" (BELLEI, 2002: 26). É no contexto eletrônico, portanto, que a não-linearidade se manifesta entre os textos. Na eleição do que vai ser lido, o leitor determina livremente o percurso a seguir. De um link a outro, ele elege as conexões do hipertexto. O caminho escolhido é diverso e sem a exigência de uma estrutura fixa e seqüencial. Dessa maneira, os textos podem ser lidos em qualquer ordem. Todavia, devemos nos lembrar que mesmo diante da possibilidade de não seguir uma linha seqüencial, o hipertexto não deixa de ser um texto e, assim, pode também ser lido linearmente. Quando verificamos que o leitor pode selecionar o conteúdo e construir o texto a ser lido, notamos que não existe um único autor. Frente a uma multiplicidade de maneiras de estruturação, o leitor participa da organização textual e atribui um sentido específico ao texto. Nesse sistema de participação, o leitor ou o receptor se transforma em autor, na medida em que recria e ressignifica os caminhos que lhe são apresentados de antemão. Participar e estruturar a própria obra, esse é o papel que leitor assume. Em uma teia de conexões, as informações estão interligadas e distribuídas pela rede. No espaço virtual, podemos ler obras completas e ter acesso aos audiobooks - gravação do conteúdo dos livros. Com isso, observamos que o conhecimento e o acesso à informação não se restringe apenas aos materiais impressos. Nesse sentido, é necessário pensarmos acerca das bibliotecas e de seu respectivo acervo. A transposição de obras do meio impresso para o meio eletrônico permite uma maior facilidade de acesso. Desse modo, devemos analisar tanto as questões que dizem respeito às bibliotecas que guardam as publicações impressas, quanto às bibliotecas virtuais e quais as vantagens e desvantagens que elas apresentam.

3 Primeiramente, mostra-se relevante destacar quais os problemas que as bibliotecas disponibilizadas na internet enfrentam. A questão central é a dos direitos autorais, pois se existe uma lei para proteger os direitos exclusivos do autor e se existe um tempo para as obras se tornarem de domínio público, como, então, é possível disponibilizar esse material em um meio de acesso público? Segundo Bellei (2002), os projetos de criar bibliotecas digitais encontram dificuldades referentes não só aos direitos autorais, mas também no modo de definir os padrões de digitações dos textos e de evitar reduplicações. Assim, termina por afirmar que esses e os futuros projetos encontrarão recursos satisfatórios para se operacionalizar. Seguindo ainda a idéia dos direitos autorais, podemos perceber que as regras que os constituem começam a perder o seu sentido e a não encontrar um espaço para se estabelecer. A concepção de autor e de leitor se alterou, o acesso e a intervenção nas obras também. Dessa maneira, os direitos autorais tendem a sofrer modificações. Uma vantagem que o meio virtual nos apresenta, é que não precisamos, muitas vezes, recorrer exclusivamente ao livro impresso e nos deslocarmos até as bibliotecas públicas para termos acesso as determinadas informações. Com apenas poucos segundos, podemos entrar em contato com diversas obras. O computador é o objeto mediador entre leitor e texto. O acervo das bibliotecas virtuais se apresenta não apenas das reproduções de textos impressos, mas da própria produção de textos, ou seja, a partir da capacidade do hipertexto de produzir novas formas e reunir diferentes conteúdos. O meio eletrônico, portanto, configura-se como uma ferramenta criadora de novos textos. Não podemos nos esquecer do que nos relata Umberto Eco acerca do hipertexto: Hipertextos tornarão obsoletos enciclopédias e manuais. Em alguns CD-ROMs (provavelmente logo em um único) é possível armazenar mais informação que na Enciclopédia Britânica toda, com a vantagem de permitir referências cruzadas e recuperação não linear de informações. O conjunto CD mais o computador ocupará um quinto do espaço ocupado pela enciclopédia. A enciclopédia não pode ser transportada como o pode o CD-ROM, a enciclopédia não pode ser atualizada facilmente. As estantes hoje ocupadas, em minha casa bem como em bibliotecas públicas, por metros e metros de enciclopédia poderiam ser eliminadas em um futuro próximo, e não haverá razão para lamentos sobre o seu desaparecimento[1]. Diante dessas considerações de Eco, notamos alguns dados relevantes que podem ser pensados dentro do próprio contexto das bibliotecas eletrônicas. O seu acervo ocupa um espaço de armazenamento insignificante, comparado ao de uma biblioteca de materiais impressos. Outra vantagem é uma maior possibilidade de atualização e de localização das obras. Entretanto, existem vantagens que só os livros impressos podem nos oferecer. É o caso da facilidade se transportar e a comodidade de lê-lo em qualquer ambiente. Os livros eletrônicos precisam de instrumentos e condições específicas para que a leitura possa ser realizada. Nessa perspectiva, desponta a questão da efemeridade de cada um desses suportes. Na visão de Umberto Eco, os suportes digitais seriam mais perecíveis do que os meios impressos. Assim, ele afirma:

4 "Os suportes modernos parecem criados mais para a difusão da informação do que para sua conservação. O livro, por sua vez, foi o principal instrumento da difusão (pense no papel que desempenhou a Bíblia impressa na Reforma protestante), mas ao mesmo tempo também da conservação[2]." Isso destaca o limite do suporte eletrônico; o fácil acesso e a circulação da informação parecem preponderar sobre a sua própria preservação. Podemos dizer que o livro ainda é o material considerado mais "seguro" e a fonte mais "confiável" para a busca de informação. Diante da internet, persistem dúvidas de que o material encontrado não é verdadeiro, tornando necessário entrar em contato com a materialidade do papel para assim, poder legitimar a veracidade da informação. É um fato que na internet encontramos diversos tipos de dados que precisam ser selecionados, todavia não podemos acreditar que tudo que provém desse meio é falso. Ainda que a manutenção, a corrosão do papel e o espaço de armazenamento dos livros impressos sejam algumas dificuldades que as bibliotecas públicas encontram, elas, de modo geral, guardam um acervo mais extenso e com obras raras. Disponibilizar na rede todas as obras já publicadas em meio impresso é praticamente impossível. Os meios eletrônicos e a internet são vistos com resistência, mas também com certo entusiasmo. Muitas vezes, acredita-se que esses suportes digitais podem ameaçar o futuro do livro impresso e atingir a continuidade desse objeto de valor simbólico, por isso encontramos opiniões desfavoráveis frente ao mundo virtual. A regra é sempre lembrar que o advento da era eletrônica não irá substituir o material impresso. Os livros e os acervos impressos das bibliotecas continuarão a existir ao mesmo tempo em que os e-books e as bibliotecas virtuais. Estas podem, portanto, ser consideradas um espaço ou um ciberespaço a mais para a busca e a facilidade de acesso ao conhecimento. Frente a frente, meio impresso e meio digital, reconfiguram, novas maneiras de ler, de escrever e de acessar as obras e as bibliotecas. Referências BELLEI, Sérgio Luiz Prado. O livro, a literatura e o computador. São Paulo: EDUC; Florianópolis, SC: UFSC, ECO, Umberto. Da Internet a Gutenberg. Trad. João Bosco da Mota Alves. Disponível em: Acesso em: 2 de maio Sobre a efemeridade das mídias. Trad. Luiz Roberto Mendes Gonçalves. Disponível em: Acesso em: 5 de maio 2009.

5 [1] ECO, Umberto. Da Internet a Gutenberg. Trad. João Bosco da Mota Alves. Disponível em: Acesso em: 2 de maio [2] ECO, Umberto. Sobre a efemeridade das mídias. Trad. Luiz Roberto Mendes Gonçalves. Disponível em: Acesso em: 5 de maio 2009.

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