HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE"

Transcrição

1 HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE Prof. Pablo Antonio Lago Hegel é um dos filósofos mais difíceis de estudar, sendo conhecido pela complexidade de seu pensamento e de suas obras 1. De qualquer modo, a parte menos difícil de sua obra é também a mais influente (KENNY, 1999, p. 379), e Hegel acaba sendo reconhecido mais pela influência que exerceu em autores posteriores do que pela sua filosofia em si. Em contraposição ao pensamento kantiano, Hegel busca explicar o homem não como mero fruto da razão abstrata, mas sim como resultado de um processo histórico. Só conseguimos conhecer o homem enquanto uma realidade histórica, o que nos faz refletir sobre fatos concretos. Se não bastasse, a inserção do homem na história implica em concebê-lo como alguém que está sob influência direta da coletividade, e que a partir dela se constitui, o que coloca Hegel em posição diversa daquela que majoritariamente era defendida em seu tempo notadamente a perspectiva contratualista de bases jusnaturalistas, na qual se pensava a sociedade como fruto das vontades individuais, de caráter atomístico (i.e., a criação do social a partir de um contrato, tendo o indivíduo como princípio e centro do pensamento político e social, que se une com os demais para satisfação de seus próprios interesses e defesa de seus direitos naturais). Somos capazes de conhecer o mundo, portanto, a partir da história da análise da realidade que nos circunda e que se encontra em constante transformação. Neste contexto, a tarefa da filosofia é a de tornar inteligível este processo histórico de unificação da razão com a realidade deste modo, para Hegel, tem-se que o racional é real e o real é racional. De acordo com Hegel, ao analisarmos a história percebemos que ela consiste, universalmente, no desenvolvimento do espírito (geist) e na sua manifestação na realidade. Mas no que consiste este espírito e como ele se manifesta? 1 Como afirma Anthony Kenny (1999, p. 379): As obras de Hegel são extremamente difíceis de ler. Causam imediatamente, além disso, uma impressão de profundidade. Depois de um estudo mais cuidado, alguns autores pensam que essa impressão se reforça, ao passo que outros são de opinião que se evapora. 1

2 O espírito pode ser visto como o oposto da matéria. Ao passo que a essência da matéria é a gravidade, a essência do espírito é a liberdade. A matéria depende da atração que suas partes exercem umas sobre as outras; já o espírito é uma realidade em si mesma, independente e consciente de suas próprias potencialidades, o que o leva a agir para concretizar estas potencialidades. Desta forma, a história é a revelação do espírito no processo de descoberta daquilo que é em potência (KENNY, 1999, p ). Dito de outra forma, se a essência do espírito é a liberdade, a história corresponde à busca pela concretização última desta liberdade, enquanto potencialidade a ser descoberta pelo espírito. Na medida em que podemos nos ver como partes de um todo (i.e., somos humanos dentro de uma humanidade ), o espírito que estamos a falar, por enquanto, não é o espírito individual (i.e., a ideia de alma ), mas sim este espírito coletivo, o espírito do mundo (weltgeist). A busca pela liberdade é uma constante na razão humana, e esta razão (como vimos em Kant) é universal. A humanidade é uma totalidade, e podemos afirmar que seu espírito progrediu, aprendeu e fez novas descobertas no curso da história (KENNY, 1999, p. 380). Em outras palavras, a humanidade de hoje é mais evoluída que a de antes em razão dos progressos que seu espírito fez, quando adquire maior consciência de sua liberdade, o que se observa através da história. Para fins metodológicos e didáticos, este espírito do mundo pode ser subdividido: ele é composto pelos espíritos de diferentes povos, nações e culturas (o espírito do povo volksgeist). A história demonstra que cada coletividade humana possui costumes e tradições que lhes são próprios religiões, filosofias, instituições políticas e sociais distintas. Assim, cada povo se encontra em uma fase distinta no processo de conscientização da liberdade. Mas neste processo de tomada geral e coletiva de consciência da liberdade, onde se inserem as figuras do Estado, da sociedade civil e do indivíduo? O Estado corresponde, com as devidas cautelas, à materialização do espírito do mundo. Ele é a concretização da liberdade, ou seja, o objetivo final absoluto (KENNY, 1999, p. 381). Só somos capazes de alcançar a liberdade plena e de descobrir a totalidade do nosso ser através do Estado. Através dele, o espírito do mundo (a humanidade) utiliza os espíritos dos povos e dos indivíduos como meios para se alcançar esta liberdade total e universalizante. Neste contexto, os indivíduos só podem alcançar a liberdade através do Estado, pois é a partir dele que seus espíritos se 2

3 conectam com os espíritos dos povos e, posteriormente, ao espírito do mundo o Estado faz com que a individualidade pessoal e os interesses particulares se integrem e venham a desejar, em um primeiro momento, a vontade geral (do espírito do povo) e, posteriormente, que reconheçam o universal (o espírito do mundo) como seu fim e objetivo. O Estado não se resume, portanto, a um mero conjunto de pessoas organizadas para determinados fins, muito menos a um território físico sujeito a um regime de leis e administração civil; antes disso, o Estado é um fim em si mesmo, incorporando bens e valores morais intrínsecos o verdadeiro Estado é, na visão de Hegel, uma comunidade ética que reflete os valores de justiça e dignidade fornecidos pelo contexto histórico (MORRISON, 2012, p. 197). Em outras palavras, o Estado é ético quando materializa a consciência de liberdade de um dado período da história. O Estado, portanto, está acima de grupos de indivíduos e de formas de associação humana como a família, o lar e outras instituições sociais. Estas formas de associação compreendem o que Hegel denomina sociedade civil. A sociedade civil antecede ao indivíduo, absorvendo-o e conformando sua própria personalidade. Deste modo, o indivíduo nunca é plenamente livre apenas na sociedade civil, pois seus desejos e interesses são reflexos desta sociedade que lhe antecede. Assim, por exemplo, o homem tem seus desejos conformados pelos costumes, tradições e, sobretudo, pelo regime de mercado típico do período moderno. Em outras palavras, o homem é submetido, pela sociedade civil, a um sistema econômico que não lhe permite atingir sua liberdade de forma plena. Neste contexto, percebe-se que a figura do indivíduo aparece como o homem submetido e conformado aos interesses da sociedade civil. Ele só pode ser livre quando se apoia na figura do Estado: é ao participar da vida social e política que o indivíduo adquire consciência da sua própria racionalidade e pode alcançar a liberdade somente assim ele se livra dos esforços incertos do homem econômico e dirige seus esforços para a ideia de bem comum (MORRISON, 2012, p. 197). Em outras palavras, é a partir do Estado que o indivíduo consegue se enxergar como elemento do espírito do povo e, em última medida, manifestação do próprio espírito do mundo. Percebe-se, portanto, uma tensão entre o indivíduo e a sociedade civil que deve ser solucionado pelo Estado. Isso ocorre porque, em que pese o indivíduo ser conformado pela sociedade civil (e.g., a influência da família na formação individual), ele não perde por completo a sua individualidade enquanto ser que tende à realização da liberdade plena. É por tal razão que o Estado, enquanto unidade ética visando a 3

4 liberdade, deve preservar e proteger a individualidade do sujeito das divisões existentes na sociedade civil, o que faz através de uma teoria dos direitos individuais o que envolve direitos de propriedade, direitos contratuais e, sobretudo, o reconhecimento destes direitos por parte da sociedade civil e dos demais indivíduos (MORRISON, 2012, p. 199). O Estado se vale do direito, portanto, como forma de se concretizar a racionalidade humana através de normas e leis, o que se busca é mediar diferentes interesses individuais e coletivos, tendo em vista o fim último que é a liberdade plena, a totalidade do ser. É por tal razão que o direito é concebido por Hegel como uma totalidade, indo além dos aspectos meramente normativos, e envolvendo a ética, a moral, a política e mesmo a economia. Percebe-se, portanto, que o fluxo histórico é marcado por constantes conflitos entre os interesses dos indivíduos e da coletividade. A história deve ser pensada, portanto, em termos dialéticos. A dialética, no pensamento hegeliano, corresponde ao choque de tendências antagônicas em linhas gerais, pode ser visto como o embate entre uma tese e uma antítese, sendo ambas superadas por uma síntese (KENNY, 1999, p. 383). O processo histórico é dialético e contínuo: mesmo a síntese pode ser posta em questão, o que a transforma em uma tese atacada por uma antítese que, ao final, formará uma nova síntese. O fato é que qualquer posição estática na história humana é marcada por tendências divergentes que, em determinado momento, se tornam aparentes e entram em conflito, chegando a uma nova posição que poderá ser abalada por novos conflitos e contradições (MORRISON, 2012, p. 195). O exemplo hegeliano para se explicar este processo é o da dinâmica na relação entre senhor e escravo. Para Hegel, a história tem como fundamento a dominação do homem pelo homem. Nas sociedades clássicas, particularmente a grega, esta relação era vista como algo natural para Aristóteles, por exemplo, alguns indivíduos nasciam para mandar e outros para obedecer. Hegel, ao contrário, atribuía à relação senhor-escravo um conflito inerente que não pode ser explicado em termos naturais, mas sim em termos históricos. Discordando da perspectiva grega, Hegel afirmava que a lógica da escravidão poderia ser contraposta a partir da ideia de igualdade natural e aí se percebe a natureza dialética entre tese e antítese. Em outras palavras, o domínio convida à resistência, seja em termos físicos ou intelectuais, o que conduz ao desenvolvimento de novas normas de conduta e maneiras de se perceber a relação (em outras palavras, a partir do conflito chegamos a uma nova posição, uma síntese). A escravidão é, portanto, objeto de construções histórias, e não uma questão natural : ao negar o domínio do 4

5 senhor, o escravo exprime uma busca pela liberdade que transforma o que antes era visto como natural em uma criação cultural (MORRISON, 2012, p. 204). A dialética é, portanto, elemento constitutivo da nossa busca pela liberdade, da união entre os espíritos individuais e os espíritos dos povos com o espírito do mundo. O que se tem é que o Estado e o direito devem estar conscientes deste processo histórico dialético. Eles devem ter consciência histórica do progresso em direção à liberdade plena, pois é a partir dos conflitos sociais que descobrimos novas e mais avançadas formas de se perceber a liberdade enquanto algo universal. Através do direito e da análise de suas consequências na sociedade, o Estado se educa e cria novas instituições que se aproximam do projeto de racionalização plena. Daí a sua relevância enquanto único meio para se materializar o espírito do mundo, estando acima dos conflitos entre indivíduos e sociedade e trabalhando em prol da universalização da liberdade 2. Esta linha de raciocínio nos conduz diretamente ao idealismo hegeliano. Se o Estado é a materialização da liberdade, a objetificação do espírito do mundo, o cidadão deveria estar certo de que o Estado é, de fato, racional. Mas será que isso é possível? Como sustenta Wayne Morrison (2012, p. 210), como poderíamos ter certeza de que o Estado não corresponda a outros interesses particulares mascarados de interesses universais? O que impede que a população se submeta ao cumprimento das leis não enquanto exigência da razão, visando a liberdade última, mas sim com uma (in)consciência meramente habitual? Em última análise, não podemos saber com certeza que o Estado é racional; podemos somente confiar em sua racionalidade. De qualquer modo, o que se percebe é que a posição de Hegel nos conduz a uma ideia de liberdade individual qualificada, distinta da posição liberal. Nesta última, preconiza-se a liberdade dos indivíduos enquanto ação dirigida para a satisfação suas preferências individuais. Os seguidores do pensamento hegeliano, entretanto, questionam esta forma de se conceber a liberdade: é necessário saber o porquê de preferirmos algo em detrimento de outro (e.g., nas relações de consumo, não sou apenas livre em minhas preferências, mas é fundamental compreender porque desejo comprar alguns produtos ao invés de outros). Mas os liberais se defendem argumentando que é impossível superar o abismo entre desejo e 2 A dialética também explica a posição contrária de Hegel a um Estado mundial ou cosmopolita, nos moldes kantianos. A possibilidade de um Estado mundial implica na inexistência de guerras e, consequentemente, de conflitos que possam nos conduzir a este contínuo processo de conscientização da liberdade (KENNY, 1999, p. 382). 5

6 razão, e que toda forma de se conceber uma razão superior às preferências individuais é mera utopia. Por fim, também pode ser visto como utópico e idealista o modelo hegeliano que coloca a liberdade plena como um fim último e absoluto da razão humana, como a essência de um espírito do mundo que a história, progressivamente, tem nos permitido alcançar em um processo dialético. Isso significa dizer que um dia a filosofia e a história chegarão ao fim, uma vez alcançado este objetivo. Hegel acreditava, portanto, que seu sistema concluía as buscas de ordem filosófica, pois permitia ao homem conhecer o trajeto através do qual poderia alcançar a consciência da liberdade plena e da totalidade do ser (KENNY, 1999, p. 383). BIBLIOGRAFIA KENNY, Anthony. História concisa da filosofia ocidental. Trad. de Desidério Murcho et alii. Lisboa: Temas e Debates, 1999, pp MORRISON, Wayne. Filosofia do direito: dos gregos ao pós-modernismo. Trad. de Jefferson Luiz Camargo. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2012, pp

CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009.

CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009. CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009. 13 Marco Antonio Gonçalves * Num ensaio sobre nossa temporalidade qualificada como

Leia mais

Kant Uma Filosofia de Educação Atual?

Kant Uma Filosofia de Educação Atual? juliana_bel@hotmail.com O presente trabalho retoma as principais ideias sobre a pedagogia do filósofo Immanuel Kant dentro de sua Filosofia da Educação, através dos olhos de Robert B. Louden, professor

Leia mais

O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA. Resumo

O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA. Resumo 1 O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA Cassio Donizete Marques 1 Resumo Hegel é considerado um dos pensadores mais complexos de toda a história da filosofia. Seu pensamento estabelece, senão

Leia mais

GOULART *, Nelson PUCPR nelsongoulart@hotmail.com

GOULART *, Nelson PUCPR nelsongoulart@hotmail.com O EDUCADOR FILÓSOFO: DE COMO SAVIANI E MORAN DEMONSTRAM QUE A FILOSOFIA É A LIGAÇÃO NECESSÁRIA ENTRE AS DIVERSAS DISCIPLINAS, HUMANIZANDO E SENDO PONTE ENTRE O DENTRO E O FORA, ENTRE O SINGULAR E O COMPLEXO

Leia mais

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ?

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CURITIBA 2011 CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? Projeto de pesquisa apresentado à Universidade Federal

Leia mais

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA LIBERDADE ANTIGA E LIBERADE MODERNA LINHARES 2011 EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH

Leia mais

A ÉTICA DAS VIRTUDES. A ética e a moral: origem da ética As ideias de Sócrates/Platão. Prof. Dr. Idalgo J. Sangalli (UCS) 2011

A ÉTICA DAS VIRTUDES. A ética e a moral: origem da ética As ideias de Sócrates/Platão. Prof. Dr. Idalgo J. Sangalli (UCS) 2011 A ÉTICA DAS VIRTUDES A ética e a moral: origem da ética As ideias de Sócrates/Platão Prof. Dr. Idalgo J. Sangalli (UCS) 2011 ETHOS Significado original do termo ETHOS na língua grega usual: morada ou abrigo

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

CIÊNCIA E PROGRESSO: notas a partir do texto de Pierre Auger denominado Os métodos e limites do conhecimento científico.

CIÊNCIA E PROGRESSO: notas a partir do texto de Pierre Auger denominado Os métodos e limites do conhecimento científico. CIÊNCIA E PROGRESSO: notas a partir do texto de Pierre Auger denominado Os métodos e limites do conhecimento científico. Rafael Augusto De Conti 1. Pensar no progresso da ciência, nos conduz, necessariamente,

Leia mais

1676 TÓPICO C Este ensaio filosófico tem como tema central a legitimidade moral da eutanásia. Face a este problema, destacam-se dois autores dos quais conseguimos extrair dois pontos de vista relacionados

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO - IED AULAS ABRIL E MAIO

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO - IED AULAS ABRIL E MAIO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO - IED AULAS ABRIL E MAIO Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA E-mail: tiago_csouza@hotmail.com 2. Direito como objeto de conhecimento. Conforme pudemos observar nas aulas iniciais

Leia mais

UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO.

UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO. UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO. PARTE 1 O QUE É FILOSOFIA? não é possível aprender qualquer filosofia; só é possível aprender a filosofar. Kant Toda às vezes que

Leia mais

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE)

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) SÓCRATES (469-399 a.c.) CONTRA OS SOFISTAS Sofistas não são filósofos: não têm amor pela sabedoria e nem respeito pela verdade. Ensinavam a defender o que

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS John Dewey (1859-1952) FERRARI, Márcio. John Dewey: o pensador que pôs a prática em foco. Nova Escola, São Paulo, jul. 2008. Edição especial grandes pensadores. Disponível

Leia mais

Aquisição da Propriedade Ilícita pela Usucapião

Aquisição da Propriedade Ilícita pela Usucapião Aquisição da Propriedade Ilícita pela Usucapião 2013 Álvaro Borges de Oliveira; Fabiano Oldoni Direitos desta edição adquiridos pela Paco Editorial. Nenhuma parte desta obra pode ser apropriada e estocada

Leia mais

A origem dos filósofos e suas filosofias

A origem dos filósofos e suas filosofias A Grécia e o nascimento da filosofia A origem dos filósofos e suas filosofias Você certamente já ouviu falar de algo chamado Filosofia. Talvez conheça alguém com fama de filósofo, ou quem sabe a expressão

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: GRAMSCI; SOCIEDADE CIVIL; HEGEMONIA A SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI

PALAVRAS-CHAVE: GRAMSCI; SOCIEDADE CIVIL; HEGEMONIA A SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI PALAVRAS-CHAVE: GRAMSCI; SOCIEDADE CIVIL; HEGEMONIA A SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI Introdução O pensamento político moderno, de Hobbes a Hegel, caracteriza-se pela tendência a considerar o Estado ou sociedade

Leia mais

Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade

Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade Notandum 14 http://www.hottopos.com CEMOrOC Feusp / IJI Univ. do Porto 2007 Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade Marcos Sidnei Pagotto

Leia mais

A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades

A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades Como vimos na unidade anterior, é próprio do homem buscar e produzir conhecimento para tentar melhorar sua realidade. Portanto,

Leia mais

Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito

Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito 1. (Uel 2012) Leia o texto a seguir. No ethos (ética), está presente a razão profunda da physis (natureza) que se manifesta no finalismo

Leia mais

Faculdade Sagrada Família

Faculdade Sagrada Família Faculdade Sagrada Família DISCIPLINA: Gestão Escolar 4º período de Pedagogia Prof Ms. Marislei Zaremba Martins Texto: Equipe da Área de Educação Formal - Instituto Ayrton Senna A gestão da educação precisa

Leia mais

A) o dualismo ontológico é uma impossibilidade, enquanto o mundo sensível traz em si a causa da sua própria existência.

A) o dualismo ontológico é uma impossibilidade, enquanto o mundo sensível traz em si a causa da sua própria existência. QUESTÃO 01 Em Platão, as questões metafísicas mais importantes e a possibilidade de serem solucionadas estão vinculadas aos grandes problemas da geração, da corrupção e do ser das coisas. Para Platão,

Leia mais

Educação e Desenvolvimento Social

Educação e Desenvolvimento Social Educação e Desenvolvimento Social Luiz Antonio Cunha Os Princípios Gerais do Liberalismo O liberalismo é um sistema de crenças e convicções, isto é, uma ideologia. Todo sistema de convicções tem como base

Leia mais

Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883)

Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883) Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883) O pensamento de Marx: Proposta: entender o sistema capitalista e modificá-lo [...] (COSTA, 2008, p.100). Obra sobre o capitalismo: O capital.

Leia mais

CONSIDERAÇÃO SOBRE O CONCEITO DE POSSE NA DOUTRINA DO DIREITO DE KANT

CONSIDERAÇÃO SOBRE O CONCEITO DE POSSE NA DOUTRINA DO DIREITO DE KANT CONSIDERAÇÃO SOBRE O CONCEITO DE POSSE NA DOUTRINA DO DIREITO DE KANT Jéssica de Farias Mesquita 1 RESUMO: O seguinte trabalho trata de fazer uma abordagem sobre o que se pode considerar uma filosofia

Leia mais

Conteúdo Básico Comum (CBC) de FILOSOFIA do Ensino Médio Exames Supletivos/2015

Conteúdo Básico Comum (CBC) de FILOSOFIA do Ensino Médio Exames Supletivos/2015 SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Conteúdo

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann 1 DELIMITAÇÃO Ao abordarmos sobre as razões para ser um professor numa escola e falar sobre o amor de Deus, encontramos algumas respostas

Leia mais

REMEMORAÇÃO E DIALÉTICA (INFLUÊNCIA HEGELIANA NO PENSAMENTO DE LIMA VAZ)

REMEMORAÇÃO E DIALÉTICA (INFLUÊNCIA HEGELIANA NO PENSAMENTO DE LIMA VAZ) REMEMORAÇÃO E DIALÉTICA (INFLUÊNCIA HEGELIANA NO PENSAMENTO DE LIMA VAZ) *Profa. Ms. Maria Celeste de Sousa Resumo: A filosofia de Lima Vaz é profundamente influenciada por Hegel e os dois conceitos que

Leia mais

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: NOME COMPLETO:

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: NOME COMPLETO: DISCIPLINA: FILOSOFIA PROFESSOR: ENRIQUE MARCATTO DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: NOME COMPLETO: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 2ª TURMA: Nº: I N S T R U Ç Õ E S 1. Este trabalho contém

Leia mais

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica.

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. António Mora PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. Uma metafísica é um modo de sentir as coisas esse modo de

Leia mais

Aluno(a): / / Cidade Polo: E-mail: CPF: Curso: ATIVIDADE AVALIATIVA ÉTICA PROFISSIONAL

Aluno(a): / / Cidade Polo: E-mail: CPF: Curso: ATIVIDADE AVALIATIVA ÉTICA PROFISSIONAL Aluno(a): / / Cidade Polo: E-mail: CPF: Curso: ATIVIDADE AVALIATIVA ÉTICA PROFISSIONAL Preencha o GABARITO: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Observação: Nesta atividade há 10 (dez) questões de múltipla escolha. Para

Leia mais

CRISTO E SCHOPENHAUER: DO AMAR O PRÓXIMO COMO A TI MESMO À COMPAIXÃO COMO FUNDAMENTO DA MORAL MODERNA

CRISTO E SCHOPENHAUER: DO AMAR O PRÓXIMO COMO A TI MESMO À COMPAIXÃO COMO FUNDAMENTO DA MORAL MODERNA CRISTO E SCHOPENHAUER: DO AMAR O PRÓXIMO COMO A TI MESMO À COMPAIXÃO COMO FUNDAMENTO DA MORAL MODERNA JÉSSICA LUIZA S. PONTES ZARANZA 1 WELLINGTON ZARANZA ARRUDA 2 1 Mestranda em Filosofia pela Universidade

Leia mais

A crítica à razão especulativa

A crítica à razão especulativa O PENSAMENTO DE MARX A crítica à razão especulativa Crítica a todas as formas de idealismo Filósofo, economista, homem de ação, foi o criador do socialismo científico e o inspirador da ideologia comunista,

Leia mais

ÉTICA APLICADA Ética e Moral

ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA é o ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais, é ciência que se ocupa do estudo do comportamento humano e investiga o sentido que o homem confere às suas ações.

Leia mais

LIDERANÇA, ÉTICA, RESPEITO, CONFIANÇA

LIDERANÇA, ÉTICA, RESPEITO, CONFIANÇA Dado nos últimos tempos ter constatado que determinado sector da Comunidade Surda vem falando muito DE LIDERANÇA, DE ÉTICA, DE RESPEITO E DE CONFIANÇA, deixo aqui uma opinião pessoal sobre o que são estes

Leia mais

INDISCIPLINA ESCOLAR E A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: UMA ANÁLISE SOB AS ÓTICAS MORAL E INSTITUCIONAL

INDISCIPLINA ESCOLAR E A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: UMA ANÁLISE SOB AS ÓTICAS MORAL E INSTITUCIONAL INDISCIPLINA ESCOLAR E A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: UMA ANÁLISE SOB AS ÓTICAS MORAL E INSTITUCIONAL ZANDONATO, Zilda Lopes - UNESP GT: Educação Fundamental/nº 13 Agência Financiadora: não contou com financiamento

Leia mais

Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico:

Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico: 1 Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico: Uma breve aproximação Clodoveo Ghidolin 1 Um tema de constante debate na história do direito é a caracterização e distinção entre jusnaturalismo e positivismo

Leia mais

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo.

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo. IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo. Rorty e o realismo como instrumento da emancipação humana Alguns filósofos 1

Leia mais

RESENHA. Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios

RESENHA. Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios RESENHA Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios Sustainable Development: Dimensions and Challenges Marcos Antônio de Souza Lopes 1 Rogério Antonio Picoli 2 Escrito pela autora Ana Luiza de Brasil

Leia mais

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO "A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente reuniu-se em Estocolmo entre os dia 05 e 16 de junho de 1972

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO EURÍPEDES DE MARÍLIA AUTOR(ES): GIOVANE MORAES PORTO

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO EURÍPEDES DE MARÍLIA AUTOR(ES): GIOVANE MORAES PORTO TÍTULO: IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DOS PRECEDENTES VINCULANTES NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO E A DELIMITAÇÃO DO QUADRO SEMÂNTICO DOS TEXTOS NORMATIVOS. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E

Leia mais

Filosofia O que é? Para que serve?

Filosofia O que é? Para que serve? Filosofia O que é? Para que serve? Prof. Wagner Amarildo Definição de Filosofia A Filosofia é um ramo do conhecimento. Caracteriza-se de três modos: pelos conteúdos ou temas tratados pela função que exerce

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

CONCEPÇÃO DE HOMEM EM DO CONTRATO SOCIAL DE ROUSSEAU

CONCEPÇÃO DE HOMEM EM DO CONTRATO SOCIAL DE ROUSSEAU CONCEPÇÃO DE HOMEM EM DO CONTRATO SOCIAL DE ROUSSEAU Resumo: Este artigo tem como objetivo apresentar a concepção de homem na obra Do contrato social de Rousseau. O contrato de doação é o reflexo da complacência

Leia mais

Pregação proferida pelo pastor João em 03/02/2011. Próxima pregação - Efésios 4:1-16 - A unidade do corpo de Cristo.

Pregação proferida pelo pastor João em 03/02/2011. Próxima pregação - Efésios 4:1-16 - A unidade do corpo de Cristo. 1 Pregação proferida pelo pastor João em 03/02/2011. Próxima pregação - Efésios 4:1-16 - A unidade do corpo de Cristo. Amados Irmãos no nosso Senhor Jesus Cristo: É devido à atuação intima do Espírito

Leia mais

2015 O ANO DE COLHER ABRIL - 1 A RUA E O CAMINHO

2015 O ANO DE COLHER ABRIL - 1 A RUA E O CAMINHO ABRIL - 1 A RUA E O CAMINHO Texto: Apocalipse 22:1-2 Então o anjo me mostrou o rio da água da vida que, claro como cristal, fluía do trono de Deus e do Cordeiro, no meio da RUA principal da cidade. De

Leia mais

LIBERALISMO E EDUCAÇÃO. Departamento de Educação Universidade Estadual de Ponta Grossa

LIBERALISMO E EDUCAÇÃO. Departamento de Educação Universidade Estadual de Ponta Grossa LIBERALISMO E EDUCAÇÃO Profª Drª Gisele Masson Departamento de Educação Universidade Estadual de Ponta Grossa PRINCIPAIS IDEIAS DO LIBERALISMO Liberdade individual Igualitarismo (de direitos) Contratualismo

Leia mais

Colégio Ser! Sorocaba Sociologia Ensino Médio Profª. Marilia Coltri

Colégio Ser! Sorocaba Sociologia Ensino Médio Profª. Marilia Coltri Marx, Durkheim e Weber Colégio Ser! Sorocaba Sociologia Ensino Médio Profª. Marilia Coltri Problemas sociais no século XIX Problemas sociais injustiças do capitalismo; O capitalismo nasceu da decadência

Leia mais

A Necessidade da Vigilância Epistemológica em Pierre Bordieu

A Necessidade da Vigilância Epistemológica em Pierre Bordieu Ano III Número 08 OUT-DEZ ISSN: 2178-2008 A Necessidade da Vigilância Epistemológica em Pierre Bordieu Gustavo Javier Castro Silva 1 Para Pierre Bourdieu, a sociologia tem uma vocação para criticar todos

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM.

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM. AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM. Maria Rafaela de Oliveira Graduanda FECLESC/UECE Géssica Cryslânia da Silva Graduanda FECLESC/UECE Janete Rodrigues de Lima

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL Élcio Aloisio Fragoso 1 INTRODUÇÃO Neste texto, faremos algumas considerações acerca do discurso simbolista no Brasil, relativamente à história

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

AVALIAÇÃO MEDIADORA: RESSIGNIFICANDO O PROCESSO DE AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA

AVALIAÇÃO MEDIADORA: RESSIGNIFICANDO O PROCESSO DE AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA AVALIAÇÃO MEDIADORA: RESSIGNIFICANDO O PROCESSO DE AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Rúbia Emmel, UNIJUÍ Alexandre José Krul, UNIJUÍ RESUMO: Este recorte de pesquisa em educação tem por objetivo refletir sobre

Leia mais

ILUMINISMO/ LIBERALISMO. Regimes Absolutistas. Revolução Francesa. História da Educação. Prof. Manoel dos Passos da Silva Costa

ILUMINISMO/ LIBERALISMO. Regimes Absolutistas. Revolução Francesa. História da Educação. Prof. Manoel dos Passos da Silva Costa ILUMINISMO/ LIBERALISMO Regimes Absolutistas Revolução Francesa Prof. Manoel dos Passos da Silva Costa A palavra Iluminismo vem de luz e se refere à capacidade que a razão tem de tudo iluminar. A razão,

Leia mais

Faculdade de Direito

Faculdade de Direito GABARITO DA PROVA PADRONIZADA DE: SOCIOLOGIA JURÍDICA TURMA: 2A Prof: ANA CLAUDIA POMPEU TOREZAN ANDREUCCI PROVA 1 1ª PARTE TESTES 3) "A sociedade não é simples soma de indivíduos, e sim sistema formado

Leia mais

O SUJEITO EM FOUCAULT

O SUJEITO EM FOUCAULT O SUJEITO EM FOUCAULT Maria Fernanda Guita Murad Foucault é bastante contundente ao afirmar que é contrário à ideia de se fazer previamente uma teoria do sujeito, uma teoria a priori do sujeito, como se

Leia mais

ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE

ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE Márcia Gagliardi Núcleo de Estudos e Pesquisas: Formação de Professores

Leia mais

Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r

Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r EUSPELHO Marcelo Ferrari 1 f i c i n a 1ª edição - 1 de agosto de 2015 w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r EUSPELHO Este livro explica como você pode usar sua realidade para obter autoconhecimento. Boa leitura!

Leia mais

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.)

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) O ATO DE ESTUDAR 1 (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) Paulo Freire, educador da atualidade, aponta a necessidade de se fazer uma prévia reflexão sobre o sentido do estudo. Segundo suas palavras:

Leia mais

Discovery [Descoberta] como um Meio de Prova que se Admite na Arbitragem

Discovery [Descoberta] como um Meio de Prova que se Admite na Arbitragem Discovery [Descoberta] como um Meio de Prova que se Admite na Arbitragem Prof. Me. Wilson Alberto Zappa Hoog i Resumo: Apresentamos uma breve análise, vantagens, desvantagens e o uso e costume, em relação

Leia mais

DIREITO AO MEIO AMBIENTE SADIO E EQUILIBRADO À LUZ DO PRINCÍPIO DA DIGNIDADE HUMANA 1

DIREITO AO MEIO AMBIENTE SADIO E EQUILIBRADO À LUZ DO PRINCÍPIO DA DIGNIDADE HUMANA 1 DIREITO AO MEIO AMBIENTE SADIO E EQUILIBRADO À LUZ DO PRINCÍPIO DA DIGNIDADE HUMANA 1 Daniela Da Rosa Molinari 2, Aline Antunes Gomes 3, Luana Rambo Assis 4, Luciano Almeida Lima 5. 1 Projeto de pesquisa

Leia mais

Por uma outra logística: reflexões filosóficas sobre a exclusão e a paixão.

Por uma outra logística: reflexões filosóficas sobre a exclusão e a paixão. Logística Por uma outra logística: reflexões filosóficas sobre a exclusão e a paixão. Wesley Adriano Martins Dourado Objetivos Apresentar a filosofia como exercício de crítica. Ter a logística, enquanto

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Técnico comercial 4 (1º ano) Direitos Humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. O principal objetivo dos Direitos Humanos é tratar cada indivíduo

Leia mais

Exercícios de Revisão - 1

Exercícios de Revisão - 1 Exercícios de Revisão - 1 1. Sobre a relação entre a revolução industrial e o surgimento da sociologia como ciência, assinale o que for incorreto. a) A consolidação do modelo econômico baseado na indústria

Leia mais

INDIVIDUALISMO E EDUCAÇÃO: UM EXAME A PARTIR DA PROPOSTA DE CHARLES TAYLOR

INDIVIDUALISMO E EDUCAÇÃO: UM EXAME A PARTIR DA PROPOSTA DE CHARLES TAYLOR INDIVIDUALISMO E EDUCAÇÃO: UM EXAME A PARTIR DA PROPOSTA DE CHARLES TAYLOR Carlos Eduardo Zinani (UCS) Resumo: O individualismo em que se encontra a sociedade contemporânea começou a se delinear ainda

Leia mais

ANÁLISE DO DISCURSO AULA 01: CARACTERIZAÇÃO INICIAL DA ANÁLISE DO DISCURSO TÓPICO 01: O QUE É A ANÁLISE DO DISCURSO MULTIMÍDIA Ligue o som do seu computador! OBS.: Alguns recursos de multimídia utilizados

Leia mais

CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL O CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL

CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL O CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL O CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL Março de 2015 1ª edição MENSAGEM DO PRESIDENTE O Código de Conduta da RIP ( Código ) é a declaração formal das expectativas que servem

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO PROF. ME. RAFAEL HENRIQUE SANTIN Este texto tem a finalidade de apresentar algumas diretrizes para

Leia mais

VIRTUDE E FELICIDADE EM ARISTÓTELES

VIRTUDE E FELICIDADE EM ARISTÓTELES VIRTUDE E FELICIDADE EM ARISTÓTELES A ética de Aristóteles estabelece o conteúdo e os meios de alcançar-se a eudaimonia, a plena realização humana. Tratar do conceito de Eudaimonia em Aristóteles, devido

Leia mais

À Contradição inclusão/exclusão a luz das reivindicações

À Contradição inclusão/exclusão a luz das reivindicações 1 À Contradição inclusão/exclusão a luz das reivindicações Christiane Bellorio Gennari de A. Stevão Maria Aparecida Muccilo Resumo Pautaremos à contradição inclusão/exclusão, considerando a realidade atual

Leia mais

Legislação tributária brasileira privilegia ricos e gera desigualdade social

Legislação tributária brasileira privilegia ricos e gera desigualdade social Legislação tributária brasileira privilegia ricos e gera desigualdade social Por: Conjur Data: 03.02.2016 Carga tributária e corrupção Preambularmente, no que diz respeito à carga tributária, necessário

Leia mais

Revisão geral de conteúdo Avaliação do 1º trimestre Roteiro de Estudos. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Danilo Borges

Revisão geral de conteúdo Avaliação do 1º trimestre Roteiro de Estudos. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Danilo Borges Revisão geral de conteúdo Avaliação do 1º trimestre Roteiro de Estudos Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Danilo Borges Pensamento Medieval Roteiro de Estudos Na Idade Média, a Filosofia se

Leia mais

A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE ENSINO (OU DE UNIDADES DIDÁTICAS) CONFORME A TEORIA DO ENSINO DESENVOLVIMENTAL ( * )

A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE ENSINO (OU DE UNIDADES DIDÁTICAS) CONFORME A TEORIA DO ENSINO DESENVOLVIMENTAL ( * ) A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE ENSINO (OU DE UNIDADES DIDÁTICAS) CONFORME A TEORIA DO ENSINO DESENVOLVIMENTAL ( * ) José Carlos Libâneo Raquel A. M. da Madeira Freitas http://professor.ucg.br/sitedocente/home/disciplina.asp?key=5146&id=3552

Leia mais

O Determinismo na Educação hoje Lino de Macedo

O Determinismo na Educação hoje Lino de Macedo O Determinismo na Educação hoje Lino de Macedo 2010 Parece, a muitos de nós, que apenas, ou principalmente, o construtivismo seja a ideia dominante na Educação Básica, hoje. Penso, ao contrário, que, sempre

Leia mais

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política ////////////////////////// Ficha de Leitura * ////////////////////////// MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política Introdução [À Crítica da Economia Política] Prefácio [Para a Crítica da Economia

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO Razão e educação no mundo antigo: a paideia Prof. Dr. Wilson Alves de Paiva Introdução Povos anteriores: concepção

Leia mais

Page 1 of 6. http://www2.unifap.br/borges

Page 1 of 6. http://www2.unifap.br/borges Page 1 of 6 Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Filosofia da Educação I Educador: João Nascimento Borges Filho Pequena

Leia mais

QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO

QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO Bernardo Goytacazes de Araújo Professor Docente de Filosofia da Universidade Castelo Branco Especialista em Filosofia Moderna e Contemporânea

Leia mais

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO a sociedade e o indivíduo 1 Suemy Yukizaki

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO a sociedade e o indivíduo 1 Suemy Yukizaki SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO a sociedade e o indivíduo 1 Suemy Yukizaki A concepção de sujeito com todas as implicações que decorrem dela e das quais somos herdeiros seguindo a tradição filosófica do Ocidente

Leia mais

Método científico e Atitude cientifica.

Método científico e Atitude cientifica. Texto complementar: Método científico e Atitude cientifica. Extraido de : Física Conceitual (9ª Edição) Paul G. Hewitt O físico Italiano Galileu Galilei e o filósofo inglês Francis Bacon são geralmente

Leia mais

COEM. CEUH Centro Espírita União e Humildade. Curso de Orientação e Educação Mediúnica. 7ª Sessão Classificação Mediúnica

COEM. CEUH Centro Espírita União e Humildade. Curso de Orientação e Educação Mediúnica. 7ª Sessão Classificação Mediúnica CEUH Centro Espírita União e Humildade Ponta Grossa / PR COEM Curso de Orientação e Educação Mediúnica 7ª Sessão Classificação Mediúnica - Mediunidade - Médium - Fenômenos Mediúnicos COEM - Curso de Orientação

Leia mais

Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações.

Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Família e Escola construindo valores. Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Autor: Fábio Henrique Marques Instituição: Colégio Metodista de Ribeirão Preto

Leia mais

CTCH Departamento de Educação

CTCH Departamento de Educação CTCH Departamento de Educação Projeto de pesquisa EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA E OS LIMITES DO LIBERALISMO POLÍTICO. PARTE II: DEMOCRACIA, JUSTIÇA, DIREITOS, VIRTUDES E IDENTIDADES. Aluno: Felipe Costa Sampaio

Leia mais

O PULO DO GATO. Luiz Carlos Bresser-Pereira

O PULO DO GATO. Luiz Carlos Bresser-Pereira O PULO DO GATO Luiz Carlos Bresser-Pereira Entrevista publicada em Synthesis no.3, maio 1992; 4-9. Melhorar de vida tem sido uma preocupação do homem desde o século X, na Idade Média, quando a invenção

Leia mais

A Filosofia A origem da Filosofia 1

A Filosofia A origem da Filosofia 1 A Filosofia A origem da Filosofia 1 A PALAVRA FILOSOFIA A palavra filosofia é grega. É composta por duas outras: philo e sophia. Philo deriva-se de philia, que significa amizade, amor fraterno, respeito

Leia mais

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado.

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado. 1 O que é Ética? Definição de Ética O termo ética, deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade.

Leia mais

Rudolf Steiner. Londres, 2 de Maio de 1913

Rudolf Steiner. Londres, 2 de Maio de 1913 Rudolf Steiner Londres, 2 de Maio de 1913 O Mistério do Gólgota é o mais difícil de se compreender de todos os Mistérios, mesmo para aqueles que alcançaram um estágio avançado no conhecimento oculto. Entre

Leia mais

DICAS MENSAIS SOCIOLOGIA 1ª SÉRIE

DICAS MENSAIS SOCIOLOGIA 1ª SÉRIE DICAS MENSAIS SOCIOLOGIA 1ª SÉRIE INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro pôs uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia

Leia mais

Palavras chave: Direito Constitucional. Princípio da dignidade da pessoa humana.

Palavras chave: Direito Constitucional. Princípio da dignidade da pessoa humana. 99 Princípio da Dignidade da Pessoa Humana Idália de Oliveira Ricardo de Assis Oliveira Talúbia Maiara Carvalho Oliveira Graduandos pela Faculdade de Educação, Administração e Tecnologia de Ibaiti. Palavras

Leia mais

IMMANUEL KANT E A EDUCAÇÃO MORAL: CUIDAR, DISCIPLINAR E INSTRUIR

IMMANUEL KANT E A EDUCAÇÃO MORAL: CUIDAR, DISCIPLINAR E INSTRUIR IMMANUEL KANT E A EDUCAÇÃO MORAL: CUIDAR, DISCIPLINAR E INSTRUIR Tércio Inácio Jung 1 Resumo Kant, no livro Sobre a Pedagogia, apresenta a educação como um processo, que inicia com o cuidado na infância,

Leia mais

O público e o privado em Hannah Arendt A condição Humana

O público e o privado em Hannah Arendt A condição Humana O público e o privado em Hannah Arendt A condição Humana Hannah Arendt na obra A condição Humana trata especificamente da questão do público e do privado. 1) Designa três condições/atividades humanas fundamentais:

Leia mais

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 PARTE A Módulo I Acordos/Convenções Internacionais 1. Declaração Universal dos Direitos Humanos Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de

Leia mais

Processo Seletivo 2011-2 Filosofia

Processo Seletivo 2011-2 Filosofia Filosofia 1) Gabarito Final sem distribuição de pontos - Questão 1 A) De acordo com o pensamento de Jean-Jacques Rousseau, o poder soberano é essencialmente do povo e o governo não é senão depositário

Leia mais

1.1. O que é a Filosofia? Uma resposta inicial. (Objetivos: Conceptualizar, Argumentar, Problematizar)

1.1. O que é a Filosofia? Uma resposta inicial. (Objetivos: Conceptualizar, Argumentar, Problematizar) INICIAÇÃO À ATIVIDADE FILOSÓFICA 1.1. O que é a Filosofia? Uma resposta inicial (Objetivos: Conceptualizar, Argumentar, Problematizar) As primeiras perguntas de qualquer estudante, ao iniciar o seu estudo

Leia mais

6. Considerações Finais

6. Considerações Finais 6. Considerações Finais O estudo desenvolvido não permite nenhuma afirmação conclusiva sobre o significado da família para o enfrentamento da doença, a partir da fala das pessoas que têm HIV, pois nenhum

Leia mais