HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE"

Transcrição

1 HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE Prof. Pablo Antonio Lago Hegel é um dos filósofos mais difíceis de estudar, sendo conhecido pela complexidade de seu pensamento e de suas obras 1. De qualquer modo, a parte menos difícil de sua obra é também a mais influente (KENNY, 1999, p. 379), e Hegel acaba sendo reconhecido mais pela influência que exerceu em autores posteriores do que pela sua filosofia em si. Em contraposição ao pensamento kantiano, Hegel busca explicar o homem não como mero fruto da razão abstrata, mas sim como resultado de um processo histórico. Só conseguimos conhecer o homem enquanto uma realidade histórica, o que nos faz refletir sobre fatos concretos. Se não bastasse, a inserção do homem na história implica em concebê-lo como alguém que está sob influência direta da coletividade, e que a partir dela se constitui, o que coloca Hegel em posição diversa daquela que majoritariamente era defendida em seu tempo notadamente a perspectiva contratualista de bases jusnaturalistas, na qual se pensava a sociedade como fruto das vontades individuais, de caráter atomístico (i.e., a criação do social a partir de um contrato, tendo o indivíduo como princípio e centro do pensamento político e social, que se une com os demais para satisfação de seus próprios interesses e defesa de seus direitos naturais). Somos capazes de conhecer o mundo, portanto, a partir da história da análise da realidade que nos circunda e que se encontra em constante transformação. Neste contexto, a tarefa da filosofia é a de tornar inteligível este processo histórico de unificação da razão com a realidade deste modo, para Hegel, tem-se que o racional é real e o real é racional. De acordo com Hegel, ao analisarmos a história percebemos que ela consiste, universalmente, no desenvolvimento do espírito (geist) e na sua manifestação na realidade. Mas no que consiste este espírito e como ele se manifesta? 1 Como afirma Anthony Kenny (1999, p. 379): As obras de Hegel são extremamente difíceis de ler. Causam imediatamente, além disso, uma impressão de profundidade. Depois de um estudo mais cuidado, alguns autores pensam que essa impressão se reforça, ao passo que outros são de opinião que se evapora. 1

2 O espírito pode ser visto como o oposto da matéria. Ao passo que a essência da matéria é a gravidade, a essência do espírito é a liberdade. A matéria depende da atração que suas partes exercem umas sobre as outras; já o espírito é uma realidade em si mesma, independente e consciente de suas próprias potencialidades, o que o leva a agir para concretizar estas potencialidades. Desta forma, a história é a revelação do espírito no processo de descoberta daquilo que é em potência (KENNY, 1999, p ). Dito de outra forma, se a essência do espírito é a liberdade, a história corresponde à busca pela concretização última desta liberdade, enquanto potencialidade a ser descoberta pelo espírito. Na medida em que podemos nos ver como partes de um todo (i.e., somos humanos dentro de uma humanidade ), o espírito que estamos a falar, por enquanto, não é o espírito individual (i.e., a ideia de alma ), mas sim este espírito coletivo, o espírito do mundo (weltgeist). A busca pela liberdade é uma constante na razão humana, e esta razão (como vimos em Kant) é universal. A humanidade é uma totalidade, e podemos afirmar que seu espírito progrediu, aprendeu e fez novas descobertas no curso da história (KENNY, 1999, p. 380). Em outras palavras, a humanidade de hoje é mais evoluída que a de antes em razão dos progressos que seu espírito fez, quando adquire maior consciência de sua liberdade, o que se observa através da história. Para fins metodológicos e didáticos, este espírito do mundo pode ser subdividido: ele é composto pelos espíritos de diferentes povos, nações e culturas (o espírito do povo volksgeist). A história demonstra que cada coletividade humana possui costumes e tradições que lhes são próprios religiões, filosofias, instituições políticas e sociais distintas. Assim, cada povo se encontra em uma fase distinta no processo de conscientização da liberdade. Mas neste processo de tomada geral e coletiva de consciência da liberdade, onde se inserem as figuras do Estado, da sociedade civil e do indivíduo? O Estado corresponde, com as devidas cautelas, à materialização do espírito do mundo. Ele é a concretização da liberdade, ou seja, o objetivo final absoluto (KENNY, 1999, p. 381). Só somos capazes de alcançar a liberdade plena e de descobrir a totalidade do nosso ser através do Estado. Através dele, o espírito do mundo (a humanidade) utiliza os espíritos dos povos e dos indivíduos como meios para se alcançar esta liberdade total e universalizante. Neste contexto, os indivíduos só podem alcançar a liberdade através do Estado, pois é a partir dele que seus espíritos se 2

3 conectam com os espíritos dos povos e, posteriormente, ao espírito do mundo o Estado faz com que a individualidade pessoal e os interesses particulares se integrem e venham a desejar, em um primeiro momento, a vontade geral (do espírito do povo) e, posteriormente, que reconheçam o universal (o espírito do mundo) como seu fim e objetivo. O Estado não se resume, portanto, a um mero conjunto de pessoas organizadas para determinados fins, muito menos a um território físico sujeito a um regime de leis e administração civil; antes disso, o Estado é um fim em si mesmo, incorporando bens e valores morais intrínsecos o verdadeiro Estado é, na visão de Hegel, uma comunidade ética que reflete os valores de justiça e dignidade fornecidos pelo contexto histórico (MORRISON, 2012, p. 197). Em outras palavras, o Estado é ético quando materializa a consciência de liberdade de um dado período da história. O Estado, portanto, está acima de grupos de indivíduos e de formas de associação humana como a família, o lar e outras instituições sociais. Estas formas de associação compreendem o que Hegel denomina sociedade civil. A sociedade civil antecede ao indivíduo, absorvendo-o e conformando sua própria personalidade. Deste modo, o indivíduo nunca é plenamente livre apenas na sociedade civil, pois seus desejos e interesses são reflexos desta sociedade que lhe antecede. Assim, por exemplo, o homem tem seus desejos conformados pelos costumes, tradições e, sobretudo, pelo regime de mercado típico do período moderno. Em outras palavras, o homem é submetido, pela sociedade civil, a um sistema econômico que não lhe permite atingir sua liberdade de forma plena. Neste contexto, percebe-se que a figura do indivíduo aparece como o homem submetido e conformado aos interesses da sociedade civil. Ele só pode ser livre quando se apoia na figura do Estado: é ao participar da vida social e política que o indivíduo adquire consciência da sua própria racionalidade e pode alcançar a liberdade somente assim ele se livra dos esforços incertos do homem econômico e dirige seus esforços para a ideia de bem comum (MORRISON, 2012, p. 197). Em outras palavras, é a partir do Estado que o indivíduo consegue se enxergar como elemento do espírito do povo e, em última medida, manifestação do próprio espírito do mundo. Percebe-se, portanto, uma tensão entre o indivíduo e a sociedade civil que deve ser solucionado pelo Estado. Isso ocorre porque, em que pese o indivíduo ser conformado pela sociedade civil (e.g., a influência da família na formação individual), ele não perde por completo a sua individualidade enquanto ser que tende à realização da liberdade plena. É por tal razão que o Estado, enquanto unidade ética visando a 3

4 liberdade, deve preservar e proteger a individualidade do sujeito das divisões existentes na sociedade civil, o que faz através de uma teoria dos direitos individuais o que envolve direitos de propriedade, direitos contratuais e, sobretudo, o reconhecimento destes direitos por parte da sociedade civil e dos demais indivíduos (MORRISON, 2012, p. 199). O Estado se vale do direito, portanto, como forma de se concretizar a racionalidade humana através de normas e leis, o que se busca é mediar diferentes interesses individuais e coletivos, tendo em vista o fim último que é a liberdade plena, a totalidade do ser. É por tal razão que o direito é concebido por Hegel como uma totalidade, indo além dos aspectos meramente normativos, e envolvendo a ética, a moral, a política e mesmo a economia. Percebe-se, portanto, que o fluxo histórico é marcado por constantes conflitos entre os interesses dos indivíduos e da coletividade. A história deve ser pensada, portanto, em termos dialéticos. A dialética, no pensamento hegeliano, corresponde ao choque de tendências antagônicas em linhas gerais, pode ser visto como o embate entre uma tese e uma antítese, sendo ambas superadas por uma síntese (KENNY, 1999, p. 383). O processo histórico é dialético e contínuo: mesmo a síntese pode ser posta em questão, o que a transforma em uma tese atacada por uma antítese que, ao final, formará uma nova síntese. O fato é que qualquer posição estática na história humana é marcada por tendências divergentes que, em determinado momento, se tornam aparentes e entram em conflito, chegando a uma nova posição que poderá ser abalada por novos conflitos e contradições (MORRISON, 2012, p. 195). O exemplo hegeliano para se explicar este processo é o da dinâmica na relação entre senhor e escravo. Para Hegel, a história tem como fundamento a dominação do homem pelo homem. Nas sociedades clássicas, particularmente a grega, esta relação era vista como algo natural para Aristóteles, por exemplo, alguns indivíduos nasciam para mandar e outros para obedecer. Hegel, ao contrário, atribuía à relação senhor-escravo um conflito inerente que não pode ser explicado em termos naturais, mas sim em termos históricos. Discordando da perspectiva grega, Hegel afirmava que a lógica da escravidão poderia ser contraposta a partir da ideia de igualdade natural e aí se percebe a natureza dialética entre tese e antítese. Em outras palavras, o domínio convida à resistência, seja em termos físicos ou intelectuais, o que conduz ao desenvolvimento de novas normas de conduta e maneiras de se perceber a relação (em outras palavras, a partir do conflito chegamos a uma nova posição, uma síntese). A escravidão é, portanto, objeto de construções histórias, e não uma questão natural : ao negar o domínio do 4

5 senhor, o escravo exprime uma busca pela liberdade que transforma o que antes era visto como natural em uma criação cultural (MORRISON, 2012, p. 204). A dialética é, portanto, elemento constitutivo da nossa busca pela liberdade, da união entre os espíritos individuais e os espíritos dos povos com o espírito do mundo. O que se tem é que o Estado e o direito devem estar conscientes deste processo histórico dialético. Eles devem ter consciência histórica do progresso em direção à liberdade plena, pois é a partir dos conflitos sociais que descobrimos novas e mais avançadas formas de se perceber a liberdade enquanto algo universal. Através do direito e da análise de suas consequências na sociedade, o Estado se educa e cria novas instituições que se aproximam do projeto de racionalização plena. Daí a sua relevância enquanto único meio para se materializar o espírito do mundo, estando acima dos conflitos entre indivíduos e sociedade e trabalhando em prol da universalização da liberdade 2. Esta linha de raciocínio nos conduz diretamente ao idealismo hegeliano. Se o Estado é a materialização da liberdade, a objetificação do espírito do mundo, o cidadão deveria estar certo de que o Estado é, de fato, racional. Mas será que isso é possível? Como sustenta Wayne Morrison (2012, p. 210), como poderíamos ter certeza de que o Estado não corresponda a outros interesses particulares mascarados de interesses universais? O que impede que a população se submeta ao cumprimento das leis não enquanto exigência da razão, visando a liberdade última, mas sim com uma (in)consciência meramente habitual? Em última análise, não podemos saber com certeza que o Estado é racional; podemos somente confiar em sua racionalidade. De qualquer modo, o que se percebe é que a posição de Hegel nos conduz a uma ideia de liberdade individual qualificada, distinta da posição liberal. Nesta última, preconiza-se a liberdade dos indivíduos enquanto ação dirigida para a satisfação suas preferências individuais. Os seguidores do pensamento hegeliano, entretanto, questionam esta forma de se conceber a liberdade: é necessário saber o porquê de preferirmos algo em detrimento de outro (e.g., nas relações de consumo, não sou apenas livre em minhas preferências, mas é fundamental compreender porque desejo comprar alguns produtos ao invés de outros). Mas os liberais se defendem argumentando que é impossível superar o abismo entre desejo e 2 A dialética também explica a posição contrária de Hegel a um Estado mundial ou cosmopolita, nos moldes kantianos. A possibilidade de um Estado mundial implica na inexistência de guerras e, consequentemente, de conflitos que possam nos conduzir a este contínuo processo de conscientização da liberdade (KENNY, 1999, p. 382). 5

6 razão, e que toda forma de se conceber uma razão superior às preferências individuais é mera utopia. Por fim, também pode ser visto como utópico e idealista o modelo hegeliano que coloca a liberdade plena como um fim último e absoluto da razão humana, como a essência de um espírito do mundo que a história, progressivamente, tem nos permitido alcançar em um processo dialético. Isso significa dizer que um dia a filosofia e a história chegarão ao fim, uma vez alcançado este objetivo. Hegel acreditava, portanto, que seu sistema concluía as buscas de ordem filosófica, pois permitia ao homem conhecer o trajeto através do qual poderia alcançar a consciência da liberdade plena e da totalidade do ser (KENNY, 1999, p. 383). BIBLIOGRAFIA KENNY, Anthony. História concisa da filosofia ocidental. Trad. de Desidério Murcho et alii. Lisboa: Temas e Debates, 1999, pp MORRISON, Wayne. Filosofia do direito: dos gregos ao pós-modernismo. Trad. de Jefferson Luiz Camargo. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2012, pp

Kant Uma Filosofia de Educação Atual?

Kant Uma Filosofia de Educação Atual? juliana_bel@hotmail.com O presente trabalho retoma as principais ideias sobre a pedagogia do filósofo Immanuel Kant dentro de sua Filosofia da Educação, através dos olhos de Robert B. Louden, professor

Leia mais

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA LIBERDADE ANTIGA E LIBERADE MODERNA LINHARES 2011 EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH

Leia mais

CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009.

CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009. CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009. 13 Marco Antonio Gonçalves * Num ensaio sobre nossa temporalidade qualificada como

Leia mais

UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO.

UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO. UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO. PARTE 1 O QUE É FILOSOFIA? não é possível aprender qualquer filosofia; só é possível aprender a filosofar. Kant Toda às vezes que

Leia mais

CIÊNCIA E PROGRESSO: notas a partir do texto de Pierre Auger denominado Os métodos e limites do conhecimento científico.

CIÊNCIA E PROGRESSO: notas a partir do texto de Pierre Auger denominado Os métodos e limites do conhecimento científico. CIÊNCIA E PROGRESSO: notas a partir do texto de Pierre Auger denominado Os métodos e limites do conhecimento científico. Rafael Augusto De Conti 1. Pensar no progresso da ciência, nos conduz, necessariamente,

Leia mais

Faculdade Sagrada Família

Faculdade Sagrada Família Faculdade Sagrada Família DISCIPLINA: Gestão Escolar 4º período de Pedagogia Prof Ms. Marislei Zaremba Martins Texto: Equipe da Área de Educação Formal - Instituto Ayrton Senna A gestão da educação precisa

Leia mais

O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA. Resumo

O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA. Resumo 1 O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA Cassio Donizete Marques 1 Resumo Hegel é considerado um dos pensadores mais complexos de toda a história da filosofia. Seu pensamento estabelece, senão

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO - IED AULAS ABRIL E MAIO

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO - IED AULAS ABRIL E MAIO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO - IED AULAS ABRIL E MAIO Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA E-mail: tiago_csouza@hotmail.com 2. Direito como objeto de conhecimento. Conforme pudemos observar nas aulas iniciais

Leia mais

LIDERANÇA, ÉTICA, RESPEITO, CONFIANÇA

LIDERANÇA, ÉTICA, RESPEITO, CONFIANÇA Dado nos últimos tempos ter constatado que determinado sector da Comunidade Surda vem falando muito DE LIDERANÇA, DE ÉTICA, DE RESPEITO E DE CONFIANÇA, deixo aqui uma opinião pessoal sobre o que são estes

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS John Dewey (1859-1952) FERRARI, Márcio. John Dewey: o pensador que pôs a prática em foco. Nova Escola, São Paulo, jul. 2008. Edição especial grandes pensadores. Disponível

Leia mais

Disposições Preliminares do DIREITO DO IDOSO

Disposições Preliminares do DIREITO DO IDOSO Disposições Preliminares do DIREITO DO IDOSO LESSA CURSOS PREPARATÓRIOS CAPÍTULO 1 O ESTATUTO DO IDOSO O Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003, é o diploma legal que tutela e protege, através de um conjunto

Leia mais

A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades

A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades Como vimos na unidade anterior, é próprio do homem buscar e produzir conhecimento para tentar melhorar sua realidade. Portanto,

Leia mais

Exercícios de Revisão - 1

Exercícios de Revisão - 1 Exercícios de Revisão - 1 1. Sobre a relação entre a revolução industrial e o surgimento da sociologia como ciência, assinale o que for incorreto. a) A consolidação do modelo econômico baseado na indústria

Leia mais

1676 TÓPICO C Este ensaio filosófico tem como tema central a legitimidade moral da eutanásia. Face a este problema, destacam-se dois autores dos quais conseguimos extrair dois pontos de vista relacionados

Leia mais

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ?

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CURITIBA 2011 CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? Projeto de pesquisa apresentado à Universidade Federal

Leia mais

A origem dos filósofos e suas filosofias

A origem dos filósofos e suas filosofias A Grécia e o nascimento da filosofia A origem dos filósofos e suas filosofias Você certamente já ouviu falar de algo chamado Filosofia. Talvez conheça alguém com fama de filósofo, ou quem sabe a expressão

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann 1 DELIMITAÇÃO Ao abordarmos sobre as razões para ser um professor numa escola e falar sobre o amor de Deus, encontramos algumas respostas

Leia mais

A ÉTICA DAS VIRTUDES. A ética e a moral: origem da ética As ideias de Sócrates/Platão. Prof. Dr. Idalgo J. Sangalli (UCS) 2011

A ÉTICA DAS VIRTUDES. A ética e a moral: origem da ética As ideias de Sócrates/Platão. Prof. Dr. Idalgo J. Sangalli (UCS) 2011 A ÉTICA DAS VIRTUDES A ética e a moral: origem da ética As ideias de Sócrates/Platão Prof. Dr. Idalgo J. Sangalli (UCS) 2011 ETHOS Significado original do termo ETHOS na língua grega usual: morada ou abrigo

Leia mais

Pregação proferida pelo pastor João em 03/02/2011. Próxima pregação - Efésios 4:1-16 - A unidade do corpo de Cristo.

Pregação proferida pelo pastor João em 03/02/2011. Próxima pregação - Efésios 4:1-16 - A unidade do corpo de Cristo. 1 Pregação proferida pelo pastor João em 03/02/2011. Próxima pregação - Efésios 4:1-16 - A unidade do corpo de Cristo. Amados Irmãos no nosso Senhor Jesus Cristo: É devido à atuação intima do Espírito

Leia mais

Palavras chave: Direito Constitucional. Princípio da dignidade da pessoa humana.

Palavras chave: Direito Constitucional. Princípio da dignidade da pessoa humana. 99 Princípio da Dignidade da Pessoa Humana Idália de Oliveira Ricardo de Assis Oliveira Talúbia Maiara Carvalho Oliveira Graduandos pela Faculdade de Educação, Administração e Tecnologia de Ibaiti. Palavras

Leia mais

A crítica à razão especulativa

A crítica à razão especulativa O PENSAMENTO DE MARX A crítica à razão especulativa Crítica a todas as formas de idealismo Filósofo, economista, homem de ação, foi o criador do socialismo científico e o inspirador da ideologia comunista,

Leia mais

AVALIAÇÃO MEDIADORA: RESSIGNIFICANDO O PROCESSO DE AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA

AVALIAÇÃO MEDIADORA: RESSIGNIFICANDO O PROCESSO DE AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA AVALIAÇÃO MEDIADORA: RESSIGNIFICANDO O PROCESSO DE AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Rúbia Emmel, UNIJUÍ Alexandre José Krul, UNIJUÍ RESUMO: Este recorte de pesquisa em educação tem por objetivo refletir sobre

Leia mais

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE)

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) SÓCRATES (469-399 a.c.) CONTRA OS SOFISTAS Sofistas não são filósofos: não têm amor pela sabedoria e nem respeito pela verdade. Ensinavam a defender o que

Leia mais

A INDÚSTRIA CULTURAL E SEU DOMINIO SOBRE A CLASSE TRABALHADORA. Aurius Reginaldo de Freitas Gonçalves

A INDÚSTRIA CULTURAL E SEU DOMINIO SOBRE A CLASSE TRABALHADORA. Aurius Reginaldo de Freitas Gonçalves A INDÚSTRIA CULTURAL E SEU DOMINIO SOBRE A CLASSE TRABALHADORA Aurius Reginaldo de Freitas Gonçalves Estamos vivendo um período extremamente difícil, onde as relações sociais encontram em plena estagnação.

Leia mais

2015 O ANO DE COLHER ABRIL - 1 A RUA E O CAMINHO

2015 O ANO DE COLHER ABRIL - 1 A RUA E O CAMINHO ABRIL - 1 A RUA E O CAMINHO Texto: Apocalipse 22:1-2 Então o anjo me mostrou o rio da água da vida que, claro como cristal, fluía do trono de Deus e do Cordeiro, no meio da RUA principal da cidade. De

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Técnico comercial 4 (1º ano) Direitos Humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. O principal objetivo dos Direitos Humanos é tratar cada indivíduo

Leia mais

ÉTICA APLICADA Ética e Moral

ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA é o ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais, é ciência que se ocupa do estudo do comportamento humano e investiga o sentido que o homem confere às suas ações.

Leia mais

Faculdade de Direito

Faculdade de Direito GABARITO DA PROVA PADRONIZADA DE: SOCIOLOGIA JURÍDICA TURMA: 2A Prof: ANA CLAUDIA POMPEU TOREZAN ANDREUCCI PROVA 1 1ª PARTE TESTES 3) "A sociedade não é simples soma de indivíduos, e sim sistema formado

Leia mais

Page 1 of 6. http://www2.unifap.br/borges

Page 1 of 6. http://www2.unifap.br/borges Page 1 of 6 Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Filosofia da Educação I Educador: João Nascimento Borges Filho Pequena

Leia mais

RESENHA. Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios

RESENHA. Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios RESENHA Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios Sustainable Development: Dimensions and Challenges Marcos Antônio de Souza Lopes 1 Rogério Antonio Picoli 2 Escrito pela autora Ana Luiza de Brasil

Leia mais

EDUCAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: QUAL O SENTIDO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR HOJE?

EDUCAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: QUAL O SENTIDO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR HOJE? EDUCAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: QUAL O SENTIDO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR HOJE? Flávia Alves de Araujo Mestranda em Educação, Cultura e Organizações Sociais na Funedi/UEMG, Divinópolis MG. Atua como professora

Leia mais

Mensagem da Direção da AEVA

Mensagem da Direção da AEVA Mensagem da Direção da AEVA Caros colaboradores, consumidores e parceiros da Associação para a Educação e Valorização da Região de Aveiro: Nos dias de hoje, a importância que se dá à ética, ao respeito

Leia mais

A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS

A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Universidade Federal do Piauí kelyoliveira_@hotmail.com INTRODUÇÃO Diante

Leia mais

GOULART *, Nelson PUCPR nelsongoulart@hotmail.com

GOULART *, Nelson PUCPR nelsongoulart@hotmail.com O EDUCADOR FILÓSOFO: DE COMO SAVIANI E MORAN DEMONSTRAM QUE A FILOSOFIA É A LIGAÇÃO NECESSÁRIA ENTRE AS DIVERSAS DISCIPLINAS, HUMANIZANDO E SENDO PONTE ENTRE O DENTRO E O FORA, ENTRE O SINGULAR E O COMPLEXO

Leia mais

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS 94 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS Na análise da fatura, consideramos fundamental ter em conta os vários aspectos que circundam e compõem uma obra. Atentar a fatores como escolha do material, poética, linguagem

Leia mais

Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883)

Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883) Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883) O pensamento de Marx: Proposta: entender o sistema capitalista e modificá-lo [...] (COSTA, 2008, p.100). Obra sobre o capitalismo: O capital.

Leia mais

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica.

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. António Mora PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. Uma metafísica é um modo de sentir as coisas esse modo de

Leia mais

COLÉGIO INTERNATO DOS CARVALHOS Equipa de Animação Pastoral

COLÉGIO INTERNATO DOS CARVALHOS Equipa de Animação Pastoral COLÉGIO INTERNATO DOS CARVALHOS Equipa de Animação Pastoral Advento 2014 (Campanha de Preparação para o Natal) A ALEGRIA E A BELEZA DE VIVER EM FAMÍLIA. O tempo do Advento, que devido ao calendário escolar

Leia mais

Futuro Profissional um incentivo à inserção de jovens no mercado de trabalho

Futuro Profissional um incentivo à inserção de jovens no mercado de trabalho Futuro Profissional um incentivo à inserção de jovens no mercado de trabalho SOUSA, Pedro H. 1 Palavras-chave: Mercado de Trabalho, Formação Acadêmica, Empreendedorismo. Introdução: O mercado de trabalho

Leia mais

Conteúdo Básico Comum (CBC) de FILOSOFIA do Ensino Médio Exames Supletivos/2015

Conteúdo Básico Comum (CBC) de FILOSOFIA do Ensino Médio Exames Supletivos/2015 SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Conteúdo

Leia mais

1.1. O que é a Filosofia? Uma resposta inicial. (Objetivos: Conceptualizar, Argumentar, Problematizar)

1.1. O que é a Filosofia? Uma resposta inicial. (Objetivos: Conceptualizar, Argumentar, Problematizar) INICIAÇÃO À ATIVIDADE FILOSÓFICA 1.1. O que é a Filosofia? Uma resposta inicial (Objetivos: Conceptualizar, Argumentar, Problematizar) As primeiras perguntas de qualquer estudante, ao iniciar o seu estudo

Leia mais

INDIVIDUALISMO E EDUCAÇÃO: UM EXAME A PARTIR DA PROPOSTA DE CHARLES TAYLOR

INDIVIDUALISMO E EDUCAÇÃO: UM EXAME A PARTIR DA PROPOSTA DE CHARLES TAYLOR INDIVIDUALISMO E EDUCAÇÃO: UM EXAME A PARTIR DA PROPOSTA DE CHARLES TAYLOR Carlos Eduardo Zinani (UCS) Resumo: O individualismo em que se encontra a sociedade contemporânea começou a se delinear ainda

Leia mais

material dado com autoridade. Com isso, coloca-se, sobretudo, a questão, como essas valorações podem ser fundamentadas racionalmente.

material dado com autoridade. Com isso, coloca-se, sobretudo, a questão, como essas valorações podem ser fundamentadas racionalmente. Laudatio Robert Alexy nasceu em Oldenburg em 1945. Nesta cidade também realizou os seus estudos até o ensino secundário. No semestre de verão de 1968 ele iniciou o estudo da ciência do direito e da filosofia.

Leia mais

DIREITO AO MEIO AMBIENTE SADIO E EQUILIBRADO À LUZ DO PRINCÍPIO DA DIGNIDADE HUMANA 1

DIREITO AO MEIO AMBIENTE SADIO E EQUILIBRADO À LUZ DO PRINCÍPIO DA DIGNIDADE HUMANA 1 DIREITO AO MEIO AMBIENTE SADIO E EQUILIBRADO À LUZ DO PRINCÍPIO DA DIGNIDADE HUMANA 1 Daniela Da Rosa Molinari 2, Aline Antunes Gomes 3, Luana Rambo Assis 4, Luciano Almeida Lima 5. 1 Projeto de pesquisa

Leia mais

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) -

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) - EXERCICÍOS DE FILOSOFIA I O QUE É FILOSOFIA, ETIMOLOGIA, ONDE SURGIU, QUANDO, PARA QUE SERVE.( 1º ASSUNTO ) Questão (1) - Analise os itens abaixo e marque a alternativa CORRETA em relação ao significado

Leia mais

São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224. Podemos falar de ética nas práticas de consumo?

São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224. Podemos falar de ética nas práticas de consumo? São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224 9 772358 022003 Podemos falar de ética nas práticas de consumo? Educação além do consumo e o exercício da liberdade Flávio Tonnetti 1 Num mundo

Leia mais

Filosofia O que é? Para que serve?

Filosofia O que é? Para que serve? Filosofia O que é? Para que serve? Prof. Wagner Amarildo Definição de Filosofia A Filosofia é um ramo do conhecimento. Caracteriza-se de três modos: pelos conteúdos ou temas tratados pela função que exerce

Leia mais

ILUMINISMO/ LIBERALISMO. Regimes Absolutistas. Revolução Francesa. História da Educação. Prof. Manoel dos Passos da Silva Costa

ILUMINISMO/ LIBERALISMO. Regimes Absolutistas. Revolução Francesa. História da Educação. Prof. Manoel dos Passos da Silva Costa ILUMINISMO/ LIBERALISMO Regimes Absolutistas Revolução Francesa Prof. Manoel dos Passos da Silva Costa A palavra Iluminismo vem de luz e se refere à capacidade que a razão tem de tudo iluminar. A razão,

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO PROF. ME. RAFAEL HENRIQUE SANTIN Este texto tem a finalidade de apresentar algumas diretrizes para

Leia mais

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO "A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente reuniu-se em Estocolmo entre os dia 05 e 16 de junho de 1972

Leia mais

O MÉTODO ESCOLÁSTICO EM TOMÁS DE AQUINO: UM ESTUDO NO CAMPO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

O MÉTODO ESCOLÁSTICO EM TOMÁS DE AQUINO: UM ESTUDO NO CAMPO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO O MÉTODO ESCOLÁSTICO EM TOMÁS DE AQUINO: UM ESTUDO NO CAMPO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO SANTIN, Rafael Henrique (PIBIC/UEM) OLIVEIRA, Terezinha (UEM) INTRODUÇÃO Neste texto pretendemos analisar o método escolástico

Leia mais

GABARITO - FILOSOFIA - Grupo L

GABARITO - FILOSOFIA - Grupo L GABARITO - FILOSOFIA - Grupo L Os comentários e indicações relativos a cada questão constituem apenas uma dentre linhas possíveis de abordagem. Como buscamos formular questões que combinassem os conhecimentos

Leia mais

Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r

Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r EUSPELHO Marcelo Ferrari 1 f i c i n a 1ª edição - 1 de agosto de 2015 w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r EUSPELHO Este livro explica como você pode usar sua realidade para obter autoconhecimento. Boa leitura!

Leia mais

CONSIDERAÇÃO SOBRE O CONCEITO DE POSSE NA DOUTRINA DO DIREITO DE KANT

CONSIDERAÇÃO SOBRE O CONCEITO DE POSSE NA DOUTRINA DO DIREITO DE KANT CONSIDERAÇÃO SOBRE O CONCEITO DE POSSE NA DOUTRINA DO DIREITO DE KANT Jéssica de Farias Mesquita 1 RESUMO: O seguinte trabalho trata de fazer uma abordagem sobre o que se pode considerar uma filosofia

Leia mais

REMEMORAÇÃO E DIALÉTICA (INFLUÊNCIA HEGELIANA NO PENSAMENTO DE LIMA VAZ)

REMEMORAÇÃO E DIALÉTICA (INFLUÊNCIA HEGELIANA NO PENSAMENTO DE LIMA VAZ) REMEMORAÇÃO E DIALÉTICA (INFLUÊNCIA HEGELIANA NO PENSAMENTO DE LIMA VAZ) *Profa. Ms. Maria Celeste de Sousa Resumo: A filosofia de Lima Vaz é profundamente influenciada por Hegel e os dois conceitos que

Leia mais

5ª Lição: O que o Islam? As Crenças Essenciais do Islam

5ª Lição: O que o Islam? As Crenças Essenciais do Islam 5ª Lição: O que o Islam? As Crenças Essenciais do Islam Existem muitos aspectos da crença nos quais aquele que adere ao Islam deve ter firme convicção. Desses aspectos, os mais importantes são seis, conhecidos

Leia mais

INDISCIPLINA ESCOLAR E A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: UMA ANÁLISE SOB AS ÓTICAS MORAL E INSTITUCIONAL

INDISCIPLINA ESCOLAR E A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: UMA ANÁLISE SOB AS ÓTICAS MORAL E INSTITUCIONAL INDISCIPLINA ESCOLAR E A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: UMA ANÁLISE SOB AS ÓTICAS MORAL E INSTITUCIONAL ZANDONATO, Zilda Lopes - UNESP GT: Educação Fundamental/nº 13 Agência Financiadora: não contou com financiamento

Leia mais

Educação para os Media e Cidadania

Educação para os Media e Cidadania Educação para os Media e Cidadania Sara Pereira Instituto de Estudos da Criança Universidade do Minho Com este artigo procura-se reflectir sobre a educação para os media como uma forma e uma via de educar

Leia mais

NARRATIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES 1

NARRATIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES 1 NARRATIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES 1 Helker Silva Paixão 2 Universidade Federal de Lavras helkermeister@gmail.com Patrícia Nádia Nascimento Gomes 3 Universidade Federal de Lavras paty.ufla@yahoo.com.br

Leia mais

DILMA MARIA DE ANDRADE. Título: A Família, seus valores e Counseling

DILMA MARIA DE ANDRADE. Título: A Família, seus valores e Counseling DILMA MARIA DE ANDRADE Título: A Família, seus valores e Counseling Projeto de pesquisa apresentado como Requisito Para obtenção de nota parcial no módulo de Metodologia científica do Curso Cousenling.

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X SUGESTÃO DE METODOLOGIA PARA INVENTÁRIO DE PATRIMÔNIO CULTURAL

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Domiciana Luana Jesus Ferreira - graduanda em Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/UESB campus de Itapetinga¹ Introdução

Leia mais

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos RESUMO Elizane Pegoraro Bertineti 1 Tanise Stumf Böhm 2 O presente texto busca apresentar o trabalho realizado pela Patrulha Ambiental Mirim

Leia mais

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL Resumo Fabiana Antunes Machado 1 - UEL/PR Rosana Peres 2 - UEL/PR Grupo de trabalho - Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: Capes Objetiva-se

Leia mais

1. Acolho-vos neste VII Colóquio de Direito do Trabalho, agradecendo vivamente a presença de todos.

1. Acolho-vos neste VII Colóquio de Direito do Trabalho, agradecendo vivamente a presença de todos. 1. Acolho-vos neste VII Colóquio de Direito do Trabalho, agradecendo vivamente a presença de todos. O STJ cumpre, também assim, a sua missão de instância referencial da Justiça, abrindo-se à reflexão e

Leia mais

O processo de aquisição da linguagem escrita: estudos de A. R. Lúria e L. S. Vygotsky

O processo de aquisição da linguagem escrita: estudos de A. R. Lúria e L. S. Vygotsky O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA: ESTUDOS DE A. R. LÚRIA E L. S. VYGOTSKY Ana Carolina Rosendo Gonzalez C. Baptista Edileusa Lopes de L. Alves Kátia Garcia Vanessa Leite * INTRODUÇÃO O presente

Leia mais

O SUJEITO EM FOUCAULT

O SUJEITO EM FOUCAULT O SUJEITO EM FOUCAULT Maria Fernanda Guita Murad Foucault é bastante contundente ao afirmar que é contrário à ideia de se fazer previamente uma teoria do sujeito, uma teoria a priori do sujeito, como se

Leia mais

A Filosofia A origem da Filosofia 1

A Filosofia A origem da Filosofia 1 A Filosofia A origem da Filosofia 1 A PALAVRA FILOSOFIA A palavra filosofia é grega. É composta por duas outras: philo e sophia. Philo deriva-se de philia, que significa amizade, amor fraterno, respeito

Leia mais

O PERMEAR HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS DESAFIOS ATUAIS. MORAIS, Suzianne 1 VILLELA, Pollyana 2

O PERMEAR HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS DESAFIOS ATUAIS. MORAIS, Suzianne 1 VILLELA, Pollyana 2 O PERMEAR HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS DESAFIOS ATUAIS MORAIS, Suzianne 1 VILLELA, Pollyana 2 RESUMO: Este trabalho tem como propósito apresentar e analisar o percurso histórico e cultural que a

Leia mais

O público e o privado em Hannah Arendt A condição Humana

O público e o privado em Hannah Arendt A condição Humana O público e o privado em Hannah Arendt A condição Humana Hannah Arendt na obra A condição Humana trata especificamente da questão do público e do privado. 1) Designa três condições/atividades humanas fundamentais:

Leia mais

Colégio Ser! Sorocaba Sociologia Ensino Médio Profª. Marilia Coltri

Colégio Ser! Sorocaba Sociologia Ensino Médio Profª. Marilia Coltri Marx, Durkheim e Weber Colégio Ser! Sorocaba Sociologia Ensino Médio Profª. Marilia Coltri Problemas sociais no século XIX Problemas sociais injustiças do capitalismo; O capitalismo nasceu da decadência

Leia mais

DICAS MENSAIS SOCIOLOGIA 1ª SÉRIE

DICAS MENSAIS SOCIOLOGIA 1ª SÉRIE DICAS MENSAIS SOCIOLOGIA 1ª SÉRIE INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro pôs uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL A Conferência Geral, Reafirmando o seu compromisso com a plena realização dos direitos humanos e das liberdades fundamentais proclamadas na Declaração

Leia mais

O CONFRONTO DAS TEORIAS DE HANS KELSEN E ROBERT ALEXY: ENTRE O NORMATIVISMO E A DIMENSÃO PÓS-POSITIVISTA

O CONFRONTO DAS TEORIAS DE HANS KELSEN E ROBERT ALEXY: ENTRE O NORMATIVISMO E A DIMENSÃO PÓS-POSITIVISTA 95 O CONFRONTO DAS TEORIAS DE HANS KELSEN E ROBERT ALEXY: ENTRE O NORMATIVISMO E A DIMENSÃO PÓS-POSITIVISTA Ana Augusta Rodrigues Westin Ebaid Docente do Núcleo de Pesquisa e Extensão do curso de Direito

Leia mais

QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO

QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO Bernardo Goytacazes de Araújo Professor Docente de Filosofia da Universidade Castelo Branco Especialista em Filosofia Moderna e Contemporânea

Leia mais

Aquisição da Propriedade Ilícita pela Usucapião

Aquisição da Propriedade Ilícita pela Usucapião Aquisição da Propriedade Ilícita pela Usucapião 2013 Álvaro Borges de Oliveira; Fabiano Oldoni Direitos desta edição adquiridos pela Paco Editorial. Nenhuma parte desta obra pode ser apropriada e estocada

Leia mais

Rudolf Steiner. Londres, 2 de Maio de 1913

Rudolf Steiner. Londres, 2 de Maio de 1913 Rudolf Steiner Londres, 2 de Maio de 1913 O Mistério do Gólgota é o mais difícil de se compreender de todos os Mistérios, mesmo para aqueles que alcançaram um estágio avançado no conhecimento oculto. Entre

Leia mais

A GLOBALIZAÇÃO UM MUNDO EM MUDANÇA

A GLOBALIZAÇÃO UM MUNDO EM MUDANÇA A GLOBALIZAÇÃO UM MUNDO EM MUDANÇA Que dimensões sociológicas existem numa passeio ao supermercado? A variedade de produtos importados que costumamos ver nos supermercados depende de laços econômicos

Leia mais

METODOLOGIA CIENTÍFICA

METODOLOGIA CIENTÍFICA METODOLOGIA CIENTÍFICA Profª. Luciana Oliveira metodologia.oliveira@gmail.com Surgimento da ciência. Conceito filosófico do conhecimento e interesse pela pesquisa. Colaboradores: Prof. Dr. José Roberto

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE ALMEIDA, Rozelaine Rubia Bueno D 1 Resumo Este artigo tem como objetivo apresentar uma reflexão sobre as mudanças na legislação do Ensino

Leia mais

O Determinismo na Educação hoje Lino de Macedo

O Determinismo na Educação hoje Lino de Macedo O Determinismo na Educação hoje Lino de Macedo 2010 Parece, a muitos de nós, que apenas, ou principalmente, o construtivismo seja a ideia dominante na Educação Básica, hoje. Penso, ao contrário, que, sempre

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 15 DE MARÇO DE 1977. IMPROVISO NO

Leia mais

CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. AULA 2 Módulo 1. TÍTULO: Autores clássicos em Administração Brasileira

CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. AULA 2 Módulo 1. TÍTULO: Autores clássicos em Administração Brasileira CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CURSO: ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO BRASILEIRA CONTEUDISTA: ALESSANDRA MELLO DA COSTA AULA 2 Módulo 1 TÍTULO: Autores

Leia mais

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO Mayrla Ferreira da Silva; Flávia Meira dos Santos. Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mayrlaf.silva2@gmail.com

Leia mais

Introdução. La historia no es un frígido museo; es la trampa secreta de la que estamos hechos, el tiempo. En el hoyestán los ayeres

Introdução. La historia no es un frígido museo; es la trampa secreta de la que estamos hechos, el tiempo. En el hoyestán los ayeres Introdução La historia no es un frígido museo; es la trampa secreta de la que estamos hechos, el tiempo. En el hoyestán los ayeres (Jorge Luis Borges) O objeto de estudo desta pesquisa consiste na história

Leia mais

CRISTO E SCHOPENHAUER: DO AMAR O PRÓXIMO COMO A TI MESMO À COMPAIXÃO COMO FUNDAMENTO DA MORAL MODERNA

CRISTO E SCHOPENHAUER: DO AMAR O PRÓXIMO COMO A TI MESMO À COMPAIXÃO COMO FUNDAMENTO DA MORAL MODERNA CRISTO E SCHOPENHAUER: DO AMAR O PRÓXIMO COMO A TI MESMO À COMPAIXÃO COMO FUNDAMENTO DA MORAL MODERNA JÉSSICA LUIZA S. PONTES ZARANZA 1 WELLINGTON ZARANZA ARRUDA 2 1 Mestranda em Filosofia pela Universidade

Leia mais

Educação do Campo: Um olhar panorâmico

Educação do Campo: Um olhar panorâmico Educação do Campo: Um olhar panorâmico Eliene Novaes Rocha (1) Joana Célia dos Passos ( 2) Raquel Alves de Carvalho (3) 1) Contextualização histórica do debate da Educação do Campo Embora o Brasil sendo

Leia mais

Gilles Deleuze, NIETZSCHE E A FILOSOFIA

Gilles Deleuze, NIETZSCHE E A FILOSOFIA (...)O CONCEITO DE VERDADE «A verdade tem sido sempre postulada como essência, como Deus, como instância suprema... Mas a vontade de verdade tem necessidade de uma crítica. - Defina-se assim a nossa tarefa

Leia mais

Doutorado em Educação em Ciências e Matemática Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática REAMEC.

Doutorado em Educação em Ciências e Matemática Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática REAMEC. Doutorado em Educação em Ciências e Matemática Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática REAMEC. Formação inicial de Professores de Ciências e Matemática Que é Aprendizagem Significativa. Elementos

Leia mais

Caracterização Cronológica

Caracterização Cronológica Caracterização Cronológica Filosofia Medieval Século V ao XV Ano 0 (zero) Nascimento do Cristo Plotino (204-270) Neoplatônicos Patrística: Os grandes padres da igreja Santo Agostinho ( 354-430) Escolástica:

Leia mais

O Filme Matrix, Segundo a Teoria Marxista

O Filme Matrix, Segundo a Teoria Marxista O Filme Matrix, Segundo a Teoria Marxista Fabíola dos Santos Cerqueira O homem tem de viver em dois mundos que se contradizem (...) O espirito afirma o seu direito e a sua dignidade perante a anarquia

Leia mais

Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito

Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito 1. (Uel 2012) Leia o texto a seguir. No ethos (ética), está presente a razão profunda da physis (natureza) que se manifesta no finalismo

Leia mais

Filosofia da natureza, Teoria social e Ambiente Ideia de criação na natureza, Percepção de crise do capitalismo e a Ideologia de sociedade de risco.

Filosofia da natureza, Teoria social e Ambiente Ideia de criação na natureza, Percepção de crise do capitalismo e a Ideologia de sociedade de risco. VI Encontro Nacional da Anppas 18 a 21 de setembro de 2012 Belém - PA Brasil Filosofia da natureza, Teoria social e Ambiente Ideia de criação na natureza, Percepção de crise do capitalismo e a Ideologia

Leia mais

A) o dualismo ontológico é uma impossibilidade, enquanto o mundo sensível traz em si a causa da sua própria existência.

A) o dualismo ontológico é uma impossibilidade, enquanto o mundo sensível traz em si a causa da sua própria existência. QUESTÃO 01 Em Platão, as questões metafísicas mais importantes e a possibilidade de serem solucionadas estão vinculadas aos grandes problemas da geração, da corrupção e do ser das coisas. Para Platão,

Leia mais

OS DIREITOS HUMANOS E A PENA DE MORTE

OS DIREITOS HUMANOS E A PENA DE MORTE OS DIREITOS HUMANOS E A PENA DE MORTE Ana Flavia JOLO 1 Sérgio Tibiriçá AMARAL 2 RESUMO: A Declaração Universal dos Direitos Humanos deu maior abertura a discussão sobre a Pena de Morte. Veremos o posicionamento

Leia mais