Revista RPPS do Brasil

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1 RPPS DO BRASIL 1

2 RPPS capa Foto: Studio3 / Graziela Maia Revista RPPS do Brasil celebra o primeiro ano de vida lançando projeto inovador É notória a máxima de que sucesso só vem primeiro que trabalho no dicionário. A história de consolidação da Revista RPPS do Brasil permeia essa seara de plantio e colheita. Idealizada pelas goianas, Ana Paula Vasconcelos advogada e Iliane Fonseca jornalista / publicitária, a primeira revista específica de regime próprio nasceu com um propósito nobre: o de difundir e estimular a cultura previdenciária no Brasil todo. Pautadas pela ética, dedicação, zelo e imparcialidade, as diretoras da RPPS do Brasil e sua equipe, sempre buscaram fazer de cada edição da Revista, um campo fértil para fazer brotar plantas de bons frutos previdenciários. Foram 6 edições elaboradas com carinho, contando com a participação de colunistas prestimosos, amigos, parceiros e anunciantes da hora, aos quais agradecemos pelo estímulo e deferência. Renovamos nosso compromisso de continuar adubando o solo para que nossa árvore chamada RPPS do Brasil cresça e frutifique a cada dia. Imbuídas desse propósito, a direção da Revista apresenta, nesta edição festiva de aniversário, o projeto de educação previdenciária, que está sendo colocado em prática graças a parceria com a Crédito & Mercado Educação Executiva. Através dessa iniciativa, gestores do Brasil todo vão poder melhorar sua qualificação profissional na área de previdência pública. Ana Paula Vasconcelos e Iliane Fonseca Diretoras RPPS DO BRASIL 2

3 Confira alguns depoimentos sobre esse nosso 1º ano de vida: Para nós da CAIXA, falar sobre o 1º ano da Revista RPPS é motivo de muito orgulho, não só pelo fato de sermos os gestores do segmento RPPS na CAIXA, mas também pela admiração que temos aos que fazem da Revista RPPS esse excelente veículo, seja na publicação de entrevistas, no relato de eventos e informações úteis aos que fazem a gestão dos RPPSs, seja inovando na abordagem ao tema e contribuindo no fomento e administração dos RPPSs, Wilson Bernardes Alves - Gerente Nacional de Previdência da Caixa Econômica Federal Parabenizamos toda equipe por esse primeiro ano de dedicação aos Regimes Próprios do nosso país.desejamos mais sucesso e esperamos, a cada edição, a divulgação de temas relevantes que têm ajudado no desenvolvimento do nosso Instituto Previdenciário, Josenildo Fonseca presidente do FUNPREI Ipojuca/PE Queridas Iliane e Ana Paula, parabenizo-as pelo primeiro aniversário da RPPS do Brasil, uma mídia que muito vem contribuindo para a difusão da cultura previdenciária no Brasil. Devo destacar o comprometimento e cuidado com o conteúdo das matérias publicadas, que certamente nos faz ficar antenados com tudo que acontece no segmento dos RPPSs, Heliomar Santos - presidente da ANEPREM Parabenizo a Revista RPPS do Brasil pelo seu primeiro ano de vida. O que assistimos foi o nascimento de uma revista séria, feita por pessoas muito sérias, que com muita qualidade buscam disponibilizar aos seus leitores, instrumentos e informações que possam contribuir para uma boa gestão dos RPPSs mantendo-os sempre muito bem informados sobre assuntos relevantes do segmento. Desejo a vocês, Ana Paula Vasconcelos e Iliane Fonseca, e à revista, muitos anos de vida, Edmir Delfino Crédito & Mercado RPPS DO BRASIL 3

4 Educação Fomentando a cultura previdenciária brasileira através da educação Revista RPPS do Brasil, em parceria com a Crédito & Mercado Educação Executiva, lança um valioso projeto de educação de gestores É com muita satisfação que anunciamos e compartilhamos com nossos assinantes, parceiros e colaboradores a concretização de mais um projeto que reafirma um dos objetivos da Revista RPPS do Brasil enquanto veículo de mídia especializada: a transmissão do conhecimento previdenciário. Assim teremos, nas próximas edições, a publicação de fascículos abordando temas de interesse dos gestores e servidores públicos ligados aos RPPSs. Os temas dos fascículos estarão ligados aos produtos de investimentos previstos na legislação, modificações da própria legislação ou outros aspectos que mereçam destaque e esclarecimentos aos regimes próprios. Estes fascículos, encartados no interior da Revista RPPS do Brasil, serão destacáveis e poderão ser acondicionados em capa própria, que também circulará nas edições futuras. O primeiro fascículo abordará, em linguagem adequada, os principais aspectos dos FIPs Fundos de Investimentos em Participações. Nos fascículos seguintes serão abordados temas como a Política de Investimentos para 2013; Os Fundos Imobiliários; Aspectos relevantes da renda variável; Cálculo atuarial para não atuários; Intervenções bancárias (riscos); Estudos de ALM e Fundos de Crédito Privado, dentre outros. Todo o trabalho de elaboração do conteúdo de cada edição do fascículo ficará sob a responsabilidade da equipe Crédito & Mercado Educação Executiva. Seja um novo assinante e desfrute das ações e temas trazidos por este projeto, que tem como objetivo fomentar a cultura previdenciária brasileira através da educação. Revista RPPS do Brasil A Previdência Pública em suas mãos RPPS DO BRASIL 4

5 CONSELHO EDITORIAL Apresentamos nosso Conselho Editorial, formado por pessoas gabaritadas no assunto RPPS e que, com certeza, ajudarão a fazer uma revista RPPS do Brasil com mais qualidade editorial. Benedito Claudio Passos é formado em Matemática e Atuária, mestre em Engenharia de Produção da COPPE e pesquisador em Previdência Social pelo Núcleo Atuarial de Previdência da COPPE/ UFRJ Sandra Maria Garcia de Oliveira, graduada em Pedagogia, Filosofia, e cursando o 4º ano de Direito. Funcionária pública no Rio Grande do Norte, escritora, faz parte da diretoria da ANEPREM. Claudinei Constantino Portugal é funcionário público municipal, bacharel em Direito, presidente do INPAS (Instituto de Previdência e Assistência Social dos Servidores Públicos do Município de Petrópolis/ RJ), presidente da AEPREMERJ (Associação das Entidades de Previdência dos Municípios do Rio de Janeiro). Lucimar Antonio Teixeira Roxo é mestre em Economia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Gestor de Investimentos do Fundo Municipal de Previdência de Cachoeirinha/RS. Aderente à linha de pesquisa sobre Gestão e Investimentos - projeto em construção para o doutoramento, é consultor para assuntos de gestão e processos. Fábio Luis Cibinello é presidente do Instituto Municipal de Previdência de Cambé/PR e preside a Associação Paranaense das Entidades Previdenciárias do Estado e dos Municípios - APEPREV. Gilberson Soares Apolinário, bacharel em Economia, pós-graduado em Gestão Pública, gestor de Cambuci/ RJ e certificado pela ANBIMA CPA 10 e CPA 20. Viviane Santos Carvalho, advogada, pós-graduada em Direito Público pela Universidade Gama Filho, Procuradora do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Duque de Caxias/RJ e consultora da Fundação Getúlio Vargas na área de RPPS, participando de projetos de criação, implantação e reestruturação de RPPS em diversos Estados. Heliomar Santos, advogado, formado pela UFRJ, curso de extensão em Previdência Pública e Privada pela UERJ, pós-graduado em Administração Pública pela CIPAD/ FGV, mestrando em Administração Pública na modalidade profissional EBAPE/FGV e presidente da ANEPREM. RPPS DO BRASIL 5

6 EDITORIAL Olá Leitor, A Revista RPPS do Brasil está comemorando o primeiro ano de existência e tem a honra de apresentar-lhe uma edição recheada de informações importantes para quem vive da temática regime próprio. Nossos colunistas apresentam temas interessantíssimos e importantes no processo de construção da cultura previdenciária. Na coluna que mostra o RPPS em ação no Brasil todo, muitas novidades. Temos entrevistas especiais como a do secretário Leonardo Rolim e de Nancy Abadia, representando o Ministério da Previdência Social. Também trouxemos uma matéria especial sobre a dança das cadeiras nos Institutos de RPPS em virtude do ano eleitoral; outra sobre a Portaria 170, que tantas polêmicas têm provocado; a cobertura completa do Seminário Capixaba e um Raio X mostrando como o Espírito Santo cuida do regime próprio. Nas páginas verdes, uma entrevista com a advogada Magadar Rosalia sobre os aspectos da aposentadoria do servidor público brasileiro, além de muito mais. Ótima leitura! Ana Paula Vasconcelos e Iliane Fonseca Foto: Studio3 / Graziela Maia EXPEDIENTE Direção: Ana Paula Vasconcelos e Iliane Fonseca - Comercial: Revista RPPS do Brasil / (Iliane) / (Ana Paula) - Reportagem: Maysa Abrão / Iliane Fonseca e Ana Paula Vasconcelos - Secretária: Joana D arc - Design Gráfico: Waleska Costa ( ) - Fotografia: Revista RPPS do Brasil - Assessoria Jurídica: Baden Powell & Mourão Advogados - Jornalista Responsável: Iliane Fonseca MTE/RP 2729/GO - Impressão: Gráfica Brasil - Distribuição própria para os RPPSs do Brasil - Editada por RPPS BRASIL PUBLICAÇÕES E EVENTOS - CNPJ: / Colaboraram na edição, como colunistas: Luís Arnaud, Heliomar Santos, Paulo Arthur Vieira e Benedito Claúdio Passos, Fábio Zambitte e Maurício Pedrosa * Os artigos assinados expressam, especificamente, a opinião de seus autores. CONTATO: / / R. Nossa Senhora de Fátima, 585 N. Senhora de Fátima Catalão Goiás - CEP: Site: - s: RPPS DO BRASIL 6

7 ÍNDICE ENTREVISTA A opinião de Magadar Rosalia sobre aposentadoria no serviço público 24 - EVENTO O sucesso do 6º Seminário Capixaba de Previdência RANKING Os melhores produtos do mercado 41 - OPINIÃO A influência da dança de cadeiras de gestores em virtude das eleições RPPS DO BRASIL 7

8 RPPS ENTREVISTA Magadar Rosalia A advogada Magadar Rosalia aborda aspectos da atualidade dos benefícios previdenciários durante o Seminário Capixaba de RPPS Na sua participação no Seminário, o que a senhora trouxe de novo para essa discussão? Sempre que tenho oportunidade faço questão de discutir os aspectos práticos que contextualizam a atualidade dos benefícios previdenciários, ou seja, o que está sucedendo nos regimes próprios na aplicação dos dispositivos constitucionais relativos a aposentadoria, tanto na regra da Constituição Art. 40, como das emendas constitucionais. Então, trago aspectos que suscitam dúvidas, que são polêmicos, cuja interpretação é polêmica e que já tem sido aclarada ou pelos Tribunais de Contas, pela jurisprudência, ou pela nossa prática no serviço público, buscando evidenciar qual o entendimento que nós damos sobre a matéria. Nesse contexto, esclarecemos dúvidas na aplicação das emendas e acho que muito pouco existe, doutrinariamente falando, para sistematizar tudo isso em um só bloco. Recebo muitas consultas de pessoas com dúvida, então faço um resumo de tudo isso e coloco o que a platéia realmente espera ouvir, porque as dúvidas são sempre as mesmas. Na sua experiência como advogada, principalmente atuando dentro da previdência do servidor público, quais são as dúvidas mais recorrentes? As mais frequentes são relativas à aposentadoria por invalidez. Entendimento esse, muitas vezes equivocado. Não é raro ouvirmos assistente social falando em eventos como o Estado aplica o dispositivo constitucional. Acho uma maneira A palestrante Magadar leva orientação aos gestores do Brasil todo RPPS DO BRASIL 8

9 equivocada, pois no processo acaba aposentando pessoas com capacidade laborativa, porque ela não implementa outro instrumento que também existe no regime geral e que o Município e o Estado têm condições melhores de aplicar, através do processo de readaptação. Isso gera um ônus muito grande porque você coloca em indisponibilidade, remunerada, uma pessoa jovem, que apresenta na verdade condições de continuar laborando. Cito um caso dado como exemplo por uma assistente social durante o Seminário Capixaba. Ela disse que no Estado do Espírito Santo concede-se aposentadoria, por exemplo, a um professor com 33 anos, que apresenta problema de voz, não podendo dar aulas, e daí ele é colocado na aposentadoria. Quer dizer, esse ser humano vai ficar no mínimo uns 40 anos aposentado e ele contribuiu, às vezes dez anos, ou menos que isso. Então, ao meu entender, o Estado está equivocado sobre dois aspectos, isso não é uma crítica ao Espírito Santo, estou dizendo ao Estado de uma maneira geral, ele está equivocado porque não capacita esse servidor, não dá instrumentos da utilização da voz e a medicina está aí e existem inúmeros cursos de utilização da voz para não vir a ter problemas. O Estado não faz isso e se faz é carente e insuficiente. E de outro lado, aposenta uma pessoa que tem capacidade laborativa para, por exemplo, se está com problema de voz, exercer uma atividade dentro da escola como coordenação pedagógica ou noutra área similar que não seja necessário o uso contínuo da voz. Então, como que se aposenta uma pessoa jovem apenas porque estava com problema de voz? Lamentavelmente, essa é uma realidade nacional e é preciso fazer alguma coisa. Isso tem que mudar. Em relação à aposentadoria voluntária, que foi bastante pontuda na sua palestra, quais são as principais dificuldades do ponto de vista de avaliar esse pedido, em sua opinião? Acho que não há muito problema na voluntária, existe apenas, às vezes, a comprovação do tempo de contribuição; o servidor traz outros tempos de serviço, extra municipal, extra estadual e de empresa privada, mas ele não tem ainda a certidão, ele trabalhou, mas não tem a comprovação desse trabalho, o INSS se recusa a certificar e ele tem que entrar com a ação, que demora anos. Acho que a dificuldade maior é relativa ao próprio servidor de certificar os tempos que ele tem ao longo de uma vida de trabalho. Em relação à questão da previdência complementar, como a senhora analisa essa questão? Vejo com alguma restrição, porque na verdade, embora prevista constitucionalmente, primeiro, o benefício ao qual o servidor irá fazer jus não é um benefício definido; Então, na verdade, o servidor vai aportar recursos, ele e a administração para a qual ele trabalha, e ele vai usufruir desse aporte de recursos na medida em que eles durarem, ou seja, quando ele se aposentar vai receber enquanto durar. Se ele ficar um tempo mais velho, é o que eu entendo, ele não vai fazer jus, vai ficar com o benefício do limite do regime geral. Então, aquela garantia do servidor se aposentar com integralidade, não tem essa garantia de que ele, durante toda a vida, vai ter a mesma situação econômica que tinha enquanto era servidor ativo. E há algumas discussões que quando o limite do regime geral muda durante a vida funcional da pessoa, porque a pessoa pode entrar, por exemplo, no limite, então ela só recolheria sobre aquele limite, mas aí ela vai passando, vai progredindo na carreira e esse limite pode ser alterado e ela vai ficar fora, como ela faz? Digo isso em algumas discussões, porque acho que só os regulamentos é que vão esclarecer. Por enquanto, a legislação é uma legislação genérica, porque eu conheço a da União e a do Estado de São Paulo e aí o regulamento é que vai especificar todas essas situações. Então, só quando esses regulamentos estiverem editados é que vamos poder dar uma avaliação melhor sobre essa questão, mas em princípio é isso, o servidor realmente não tem garantia de que ele vai, pelo resto da vida, manter aquilo que ele ganhava. Sabemos que, como o recurso não é definido, somente a contribuição não garante, até porque depende do mercado e das aplicações que serão feitas, não existindo nenhuma garantia de sustentabilidade. A advogada Magadar é procuradora municipal em São Paulo, aposentada, formada em Direito na Faculdade Largo São Francisco. Exerceu a advocacia como advogada do Estado de São Paulo. Apaixonada pelo trabalho que realiza dentro da área pública da previdência, ministra palestras pelo Brasil todo, sempre orientando e suscitando discussões para melhoria do sistema do RPPS. Cidadã consciente, acredita que seu trabalho ajuda na formação de cidadãos melhores, imbuídos dos seus direitos e deveres. Gosto muito de ensinar, de orientar, me sinto realizada com esse trabalho, que para mim é uma missão. E sempre que posso digo que a pessoa que se aposenta tem de fazer alguma coisa. Não digo continuar trabalhando, mas deve fazer algo pelo qual sinta paixão, porque a paixão pela vida tem que existir sempre, desde a juventude até a morte. RPPS DO BRASIL 9

10 RPPS artigo por Luís Arnaud* Comitê de Investimentos Uma visão prática sobre o assunto O Ministério da Previdência Social, através da Portaria MPS nº 170, de 25/04/2012, deu mais um passo importante no sentido de promover e incentivar a governança corporativa nos RPPSs. Ao instituir a obrigatoriedade da implementação do Comitê de Investimentos pelo ente federativo, criou o ambiente necessário para que os dirigentes possam discutir o tema internamente. Aqui, pretende-se contribuir para que o RPPS examine a matéria e reflita, cada qual com suas peculiaridades, sobre a melhor forma de pô-lo em prática. Conforme disposto no Art. 3º-A, 1º, é de responsabilidade indelegável do chefe do Executivo, através de ato normativo, criar o Comitê de Investimentos e estabelecer sua estrutura, composição e funcionamento. A este conjunto de regras, consolidado num único instrumento, dá-se o nome de Regimento Interno, que deverá conter, minimamente: Estrutura: bases necessárias para que o Comitê tome corpo, momento em que se definirá sua finalidade e amplitude de atuação. Composição: definição dos membros que farão parte do Comitê, seus deveres e responsabilidades perante o grupo. Deve-se ter o cuidado de compor o Comitê com representantes dos diversos órgãos do Instituto (Executivo, Deliberativo e Fiscal), dando assim um caráter deliberativo às matérias a serem tratadas na ordem do dia. É imprescindível a presença do responsável técnico pela gestão dos recursos, inclusive como membro nato do Comitê, ou seja, sem a sua presença a reunião não deve ser instalada. Isto porque sua reconhecida qualificação técnica e suas atribuições e responsabilidades especificadas em Lei o coloca nesta condição. Dentro da estrutura organizacional do Instituto, o Comitê deve estar posicionado de forma independente, não se submetendo a nenhum órgão, objetivando justamente a imparcialidade de suas decisões. Caso contrário, ele nascerá enfraquecido e seu caráter deliberativo perderá força. Funcionamento: definição das regras gerais de instalação e organização das reuniões do Comitê tais como: responsabilidades e competências, convocação, quorum de instalação e deliberação, periodicidade das reuniões, registros das deliberações. De acordo com o Art. 3º-A, as decisões deverão ser registradas em ata. Sugerese, neste sentido, a nomeação de um secretário, função esta que poderá ser exercida por um de seus membros, ou por outra pessoa presente na reunião para este exclusivo fim. Na ata deverá constar: a) data da reunião; b) membros presentes; c) matéria constante da ordem do dia; d) resumo de todas as discussões levadas a efeito; e) deliberações tomadas. Deverão constar, como anexos, documentos apresentados na reunião que embasaram as deliberações. A ata, bem como seus anexos, deverá ser assinada por todos os membros presentes, além do secretário. Após receber uma numeração sequencial, deverá ser arquivada e armazenada por pessoa e/ou departamento designado no Regimento Interno. O parágrafo 2º do Art. 3º estabelece que a implantação do Comitê é facultativa aos RPPSs cujo patrimônio não supere o valor de R$ ,00 (cinco milhões de reais). Entretanto, por se tratar de órgão colegiado imprescindível para os Institutos que almejam uma gestão eficiente e eficaz dos recursos, recomenda-se a implantação independente do limite estabelecido. * Luís Arnaud Vasques de Araújo Contabilista e advogado. Atuou por mais de 28 anos na gestão de planos de aposentadoria de entidade fechada de previdência complementar. É certificado pelo ICSS Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social, com ênfase em investimentos. É consultor da Crédito & Mercado Consultoria em Investimentos. RPPS DO BRASIL 10

11 Junho 2012 A S S E T M A N A G E M E N T i i l l i objetivo Auferir ganhos por meio da locação e arrendamento dos imóveis que venham a fazer parte do patrimônio do fundo por meio da aquisição de direitos reais além dos ganhos decorrentes da compra e venda de terrenos, imóveis e/ou cessão de direitos reais (CRIs), cotas de outros Fundos Imobiliários e ações de SPEs. Público Alvo l As cotas de emissão do fundo são destinadas a investidores qualificados, exigindo a aplicação mínima inicial no valor de R$ (hum milhão de reais). 2 emissão O fundo encontra-se atualmente em captação de (cento e cinquenta mil) cotas, ao valor unitário de 1.373,90, totalizando um volume financeiro de aproximadamente R$ negociação As cotas podem ser negociadas na BM&FBOVESPA sob o código AQLL11B. investimentos O fundo realiza investimentos em áreas que ofereçam condições ideais para exploração comercial de empreendimentos imobiliários voltados para operações logísticas e industriais, e outros ativos conforme definido em sua política de investimentos. Milhões Retorno Acumulado R$90 R$80 R$70 R$60 R$50 R$40 R$30 R$20 R$10 R$- Portfolio imobiliário 50% 40% 30% 20% 10% 0% -10% Evolução do Patrimônio set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 fev-12 mar-12 abr-12 Rentabilidade do Fundo set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 fev-12 mar-12 abr-12 mai-12 mai-12 IPCA CDI Aquilla FII jun-12 jun-12 Os imóveis adquiridos pelo fundo apresentam potencial de valorização de longo prazo, localizados estratégicamente próximos a grandes centros urbanos, inseridos em importantes polos industriais e logísticos, com acesso as principais rodovias. Os imóveis devem ser locados para inquilinos que G ofereçam baixo risco de crédito, através de contratos de longo prazo (operação de Buit-to-Suit). galpões Prevista para março de 2013 a finalização da construção do 1 galpão em um imóvel com aproximadamente m 2 localizado no Distrito Industrial de Taubaté a cerca 700 metros da Rodovia Presidente Dutra. Trata-se de uma região com um parque industrial diversificado e moderno, além de estrutura logística (portos, ferrovias e aeroportos). terrenos O fundo possui os terrenos abaixo onde serão desenvolvidos Condomínios Logísticos para abrigar diversas empresas nacionais e multinacionais, de pequeno, médio e grande porte m² Queimados - RJ m² Queimados - RJ m² Japeri - RJ m² Queimados - RJ m² Taubaté - SP F As informações contidas nesse material são de caráter exclusivamente informativo, não representado oferta ou publicidade. Fundos de Investimento não contam com Garantia do Administrador do Fundo, do Gestor da Carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do Fundo Garantidor de Crédito - FGC. Ao Investidor é recomendada a leitura cuidadosa do Prospecto e do Regulamento do Fundo. Verifique a tributação aplicável. a rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. A LEI TURA CUI DADOSA DO PROSPECTO E DO REGULAMENTO DO AquillA Asset MAnAgeMent ltda. SALA 1118 aqui l l a. l l aasset. com. br Av. Marechal Camara, 160 / sala 1118, Centro - CEP , Rio de Janeiro - RJ - Brasil Tel.: (55 21) Fax: (55 21) F F A LEI TURA CUI DADOSA DO PROSPECTO E DO REGULAMENTO DO A LEI TURA CUI DADOSA DO PROSPECTO E DO REGULAMENTO DO

12 RPPS entrevista As entrelinhas da Portaria MPS170/12 Portaria editada recentemente pelo Ministério da Previdência suscita discussões pelo Brasil. Entrevistamos Herickson Rubim, tesoureiro da ANEPREM e diretor administrativo e financeiro do IPAMV, um dos palestrantes no 6 Seminário Capixaba de Previdência. Confira. Herickson Rubim Rangel, diretor administrativo e financeiro do IPAMV / Vitória Durante sua palestra no 6º Seminário Capixaba, o Senhor debateu com outros gestores diversos aspectos relacionados a Portaria MPS 170. Qual a sua avaliação dessa Portaria? Inicialmente, vejo como um avanço as questões que foram trazidas pela Portaria MPS 170 no que refere a obrigatoriedade do cadastramento, da criação do Comitê de Investimento e do formulário da aplicação e resgate. No entanto, a Portaria trouxe algumas dúvidas quanto a sua eficácia, uma vez que sua redação diverge da pretensão do próprio Ministério de Previdencia. Tendo em vista que aos gestores cabe a execução da legislação, essa Portaria carece de esclarecimentos ou novas normativas que possam elucidar essas divergências de opinião. A que tipo de divergência o Senhor se refere? Uma delas se refere ao comitê de investimento. Pela Portaria cabe ao ente federativo, portanto, ao Município ou ao Estado a constituição do comitê. Porém, o Ministério da Previdência entende que essa constituição pode ser feita pela própria Unidade Gestora. Alguns gestores comentaram que com a entrada em vigor dessa Portaria o RPPS pode perder a autonomia na tomada de decisões das aplicações financeiras. Qual sua opinião sobre isso? Várias são as realidades existentes neste Brasil. Vejo que essa possível ingerência pode ocorrer sim, pois ao atribuir ao ente federativo a responsabilidade pela constituição do Comitê de Investimento este pode determinar a condução da política de investimento do RPPS por meio da indicação dos membros desse Comitê. Em sua opinião, como o Tribunal de Contas irá fazer a leitura da referida Portaria? Difícil prever essa leitura, pois o Tribunal analisa textualmente a legislação e não sua intenção. Acredito que irá considerar válida a criação do Comitê de Investimento somente se for instituído pelo ente federativo, na forma definida pela Portaria MPS 170/2012. Em sua opinião, caberia, por exemplo, uma sugestão ao Ministério de um novo texto por parte das associações que representam os RPPS? Certamente que haverá necessidade de uma discussão maior, de um debate mais aprofundado sobre essa questão. Enquanto integrante de uma Associação Nacional, farei esse diálogo com o Ministério da Previdência e com outras entidades para amadurecermos essas interpretações. Outro ponto que precisa ser revisto é quanto a necessidade de realizarmos um credenciamento e não somente um cadastramento como traz a Portaria, pois o cadastramento das instituições financeiras, administradoras e gestoras de recursos, não passa de um mero registro de dados dessas instituições, ao passo que o credenciamento permite uma percepção da qualidade da gestão das instituições financeiras. O credenciamento também é importante porque pressupõe a publicidade na contratação da prestação do serviço de uma instituição financeira em gestão de recursos de terceiros. Apesar de esse princípio ser explícito à Administração Pública, não é o que percebemos nas aplicações financeiras. Se não há publicidade, os demais princípios - impessoalidade, moralidade e igualdade - não são cumpridos. Fala-se muito dos aspectos positivos que os Comitês de Investimentos podem trazer para o Regime Próprio. O Senhor também considera importante o Comitê? O Comitê tem uma grande importância dentro do regime próprio, tendo em vista as discussões realizadas sobre as movimentações financeiras, o que só é possível por meio do conhecimento do cenário econômico, da visão de mercado, da política econômica, enfim uma gestão ativa. Apesar de sua importância para a gestão financeira do RPPS, na Portaria o Comitê foi definido como um órgão auxiliar, o que considero um equívoco, pois não foi dado a esse Comitê os atributos suficientes para que suas decisões fossem deliberativas. Existe uma estrutura definida para esse Comite? Não. No entanto, entendemos que esse comitê deva ser composto por no mínimo três membros que tenham um conhecimento na área de economia ou finanças, seja por meio de um curso superior de administração, econômica, atuária etc ou uma certificação profissional. Também sou favorável que esse Comitê seja remunerado, já que serão novas atribuições e responsabilidades que os seus membros passarão a ter. RPPS DO BRASIL 12

13 RPPS artigo por Heliomar Santos* Gestão pública no contexto brasileiro e o Orçamento Público A gestão pública brasileira ao longo da história tem se mostrado ineficiente para atender as necessidades da população. As decisões políticas que possibilitam a geração de emprego e renda, preocupação dominante nas ações do governo, têm se mostrado muito dependente da situação econômica do País. O que define as previsões para a elaboração da Lei Orçamentária Anual. No século XX tivemos alguns momentos marcantes. Nos anos 30, com Getúlio Vargas, a reforma trabalhista. Com JK, esta mais evidente, com ações destacadas para o desenvolvimento. No período do governo militar, embora sob a vigência da lei do orçamento, não se tem muita informação sobre o resultado da arrecadação de alguns setores como, por exemplo, o da previdência, e de que forma foram utilizados os seus recursos. Todavia devemos reconhecer que os investimentos utilizados em infraestrutura contribuíram para o desenvolvimento do Brasil. Nos anos 80, com a pressão dos credores internacionais pelas reformas do Estado, disseminou o sentimento de reformas administrativas, de setores do governo, como solução para se buscar o equilíbrio financeiro e orçamentário. Não obstante o esforço da administração pública para atender as necessidades da população, é possível perceber a falta de preparação dos gestores, dentre outras variáveis, a de atender às exigências dos órgãos de controle externo, que a cada ano tem exigido mais transparência nas ações do governo. A rigidez da legislação orçamentária, notadamente a lei nº de 1964, e a lei 8.666, que define os critérios para a licitação que são necessárias para conter o ímpeto de alguns gestores inescrupulosos - aprovadas após anos de discussão, tem se mostrado ultrapassadas diante da nossa realidade. A Constituição trouxe inovações que tem possibilitado resultados mais eficientes nas ações, embora ainda haja muito que se fazer para dar mais celeridade à gestão pública. O orçamento público tem se demonstrado cada vez mais insuficiente para atender a demanda crescente dos serviços. Diante da escassez de recursos, os grandes desafios da gestão pública é torná-la cada vez mais eficiente, tornando-a capaz de produzir resultados que atendam da melhor maneira possível os anseios da população. Para isso é preciso que haja flexibilização da legislação, implementando ações voltadas à capacitação dos gestores, possibilitando um maior entendimento do arcabouço legal, aprimoramento da gestão, dotando a administração de meios que possibilitem buscar alternativas que possam não só melhorar a arrecadação, como também controlar a aplicação dos recursos, conscientizando os agentes públicos que com a administração voltada ao interesse público o papel do Estado estará atendendo a sua finalidade. * Heliomar Santos é advogado, formado pela UFRJ, curso de extensão em Previdência Pública e Privada pela UERJ, pós-graduado em Administração Pública pela CIPAD/ FGV, mestrando em Administração Pública na modalidade profissional EBAPE/FGV e presidente da ANEPREM RPPS DO BRASIL 13

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