RESOLUÇÃO SMF Nº 2712 DE 13 DE MARÇO DE 2012.

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1 RESOLUÇÃO SMF Nº 2712 DE 13 DE MARÇO DE Altera o Regulamento de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas da Secretaria Municipal de Fazenda. A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE FAZENDA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, CONSIDERANDO o disposto no Decreto nº , de 18 de dezembro de 2009, que sistematiza e consolida as diretrizes e regulamentação aplicáveis ao treinamento de servidores da Administração Municipal; CONSIDERANDO a necessidade de estender à gestão de pessoas as diretrizes de inovação e melhoria que vêm sendo traçadas para a gestão pública; CONSIDERANDO a necessidade de garantir que as ações de treinamento e desenvolvimento estejam alinhadas às estratégias, aos objetivos e às linhas de atuação da Secretaria Municipal de Fazenda; CONSIDERANDO, ainda, a necessidade de criar polos de excelência técnica nas principais áreas de atuação da Secretaria Municipal de Fazenda; RESOLVE: Art. 1º Estabelece o Regulamento de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas da Secretaria Municipal de Fazenda, anexo à presente Resolução. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, em especial, a Resolução SMF Nº 1.918, de 04 de março de

2 D. O RIO ANEXO REGULAMENTO DE TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE FAZENDA CAPÍTULO I FINALIDADE E DIRETRIZES Art. 1º O presente Regulamento tem por fim estabelecer os princípios básicos para o planejamento, a execução, o acompanhamento e o controle das atividades de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas da Secretaria Municipal de Fazenda. Parágrafo único. São considerados eventos de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas (T&D): cursos presenciais ou à distância, treinamentos em serviço ministrados por servidores municipais ou por terceiros, grupos formais de estudos, intercâmbios, seminários, congressos, cursos e outros eventos afins, sejam eles de atualização, reciclagem, formação, qualificação, especialização ou aperfeiçoamento, desde que contribuam para a atualização profissional e para o desenvolvimento do servidor e se coadunem com as necessidades institucionais da SMF. Art. 2º O planejamento das atividades de T&D, denominado Plano Anual de Capacitação, abrangerá o período de um ano e deverá ser elaborado até 15 de julho do ano anterior à sua execução, a fim de que possa ser incluído no projeto de lei orçamentária anual. 2

3 Parágrafo único. Excepcionalmente, o orçamento do Plano Anual de Capacitação, aprovado em 2012, terá o planejamento de suas atividades em março de Art. 3º O Plano Anual de Capacitação buscará promover a valorização da função pública, bem como a melhoria da eficiência, da eficácia e da qualidade dos serviços prestados ao cidadão, através do desenvolvimento permanente das competências exigíveis para o exercício das atividades administrativas pelos servidores. Art. 4º Os objetivos e o conteúdo das ações de T&D deverão estar relacionados às funções e às tarefas decorrentes das atividades das Unidades Administrativas. Art. 5º Serão disponibilizados, sempre que possível, cursos de pós-graduação, com a finalidade de criar polos de excelência técnica nas principais áreas de atuação da Secretaria, cuja distribuição orçamentária deverá atender, sempre que possível, à proporcionalidade do quantitativo de servidores lotados nas Unidades Administrativas. Art. 6º Fica criada a Comissão de Gestão de Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas, com a seguinte composição: I Subsecretário de Gestão, a quem cabe o voto qualificado, em caso de empate; II - um representante da Gerência de Recursos Humanos, que substitui o Subsecretário de Gestão; III um representante da Subsecretaria de Tributação e Fiscalização; IV um representante da Superintendência de Orçamento; V um representante da Superintendência de Patrimônio Imobiliário; VI um representante da Superintendência do Tesouro Municipal; VII um Secretário Geral, servidor da Gerência de Recursos Humanos, sem direito a voto. Art. 7º A Comissão deverá reunir-se, ordinariamente, uma vez a cada trimestre. Art 8º A Comissão deverá rever o planejamento do Plano Anual de Capacitação em agosto de cada ano, a fim de remanejar a distribuição orçamentária das ações de T&D. Art. 9º São atribuições da Comissão de Gestão de Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas: I elaborar o Plano Anual de Capacitação, através da análise das demandas de T&D que estejam alinhadas às diretrizes estratégicas da SMF, o qual deverá ser aprovado pelo titular da pasta; 3

4 II planejar a utilização dos recursos orçamentários de capacitação; III estabelecer critérios de distribuição de vagas; IV estabelecer critérios para definir o tempo em que o servidor ficará afastado das atividades de treinamento, nos casos de suspensão; V definir o tipo de multiplicação aplicável para cada evento de treinamento. Parágrafo único. Caberá a cada representante da Comissão alterar o planejamento dos eventos de sua área, desde que não ultrapasse o 20% do orçamento previsto no Plano Anual de Capacitação. Acima deste limite, a alteração deverá ser submetida à Comissão. Art. 10 São atribuições dos Titulares das Unidades Administrativas: I encaminhar a solicitação de treinamento, identificando o evento, o objetivo a ser alcançado e a justificativa da indicação do servidor, com antecedência suficiente para execução dos trâmites administrativos; II - informar o cancelamento da participação de servidor em eventos de T&D, com a antecedência necessária, para que não haja ônus, financeiro ou não, para esta Secretaria junto ao fornecedor; III - acompanhar o desempenho do servidor após cada evento; IV fomentar, com o apoio da Gerência de Recursos Humanos, as atividades de treinamento interno ministradas por servidores, bem como outras práticas de difusão interna do conhecimento. Art. 11. São atribuições da Gerência de Recursos Humanos: I efetuar o levantamento anual de necessidades de T&D; II - coordenar o planejamento, a execução e o acompanhamento do Plano Anual de Capacitação, bem como exercer o controle gerencial dos gastos dele decorrentes; III manter cadastro das atividades de T&D de que tenha conhecimento; IV - instruir os expedientes referentes à participação do servidor em atividades de T&D; V elaborar, anualmente, Relatório de Execução do Plano Anual de Capacitação. Art. 12. São obrigações do Servidor: I fazer o repasse e a difusão dos conhecimentos adquiridos no evento respectivo aos demais servidores de seu órgão de lotação, bem como a outros servidores da Administração interessados; II efetuar a avaliação do evento, em até 15 (quinze) dias após o seu término. 4

5 III obter aprovação ou grau de aferição superior à metade da pontuação máxima possível para o evento, bem como frequência no nível exigido pelo promotor do evento, ou, na falta deste, de 80% da carga horária respectiva, sob pena de ressarcimento do custo de sua participação e suspensão, por até dois anos, de participação em novo evento; Parágrafo único. O não comparecimento ao evento poderá ser justificado nas seguintes hipóteses: a) doença comprovada; b) luto; c) júri e outros serviços obrigatórios por lei; d) em dias de prova ou de exame, mediante apresentação de atestado fornecido pela instituição de ensino. CAPÍTULO II CRITÉRIOS DE PARTICIPAÇÃO Art. 13. A participação em atividades de T&D, será condicionada à assinatura pelo servidor de Termo de Compromisso e Responsabilidade. Art. 14. A participação de servidor em curso de pós-graduação obedecerá aos seguintes critérios: I - o candidato deverá estar lotado na Secretaria Municipal de Fazenda e ser servidor público municipal, ocupante de emprego ou de cargo de provimento efetivo; II - o candidato deverá ter, pelo menos, dois anos de exercício na Prefeitura; III - o candidato deverá ter apurado, na última meritocracia da qual tenha participado, nota correspondente a 80% da nota máxima; Art. 15. Havendo mais de um candidato por vaga nos em determinado curso de pósgraduação, serão atribuídos pontos para os candidatos, como a seguir demonstrado, para fins de desempate: I - 5 pontos para o candidato que tiver apurado, na última meritocracia da qual tenha participado, entre 96 a 100% da nota máxima; II - 4 pontos para o candidato que tiver apurado, na última meritocracia da qual tenha participado, entre 91 a 95% da nota máxima; 5

6 III - 3 pontos para o candidato que tiver apurado, na última meritocracia da qual tenha participado, entre 86 a 90% da nota máxima; IV - 2 pontos para o candidato que tiver apurado, na última meritocracia da qual tenha participado, entre 80 a 85% da nota máxima; V - 1 ponto para cada projeto estratégico do qual o candidato tenha participado, conforme indicado pelo escritório de projetos, nos últimos 5 anos, até o limite de 5 pontos; VI - 1 ponto para cada trabalho, relacionado à área de interesse da Secretaria, apresentado em congressos e eventos afins, nos últimos 5 anos, até o limite de 5 pontos; VII - 1 ponto para cada publicação de artigo, monografia e outras produções acadêmicas em revistas ou sites especializados, relacionados à área de interesse da Secretaria, nos últimos 5 anos, até o limite de 5 pontos; VIII - 1 ponto para cada cada participação como instrutor de treinamento interno a servidores da Secretaria Municipal de Fazenda, nos últimos 5 anos, até o limite de 5 pontos. Art. 16. O servidor que for contemplado com curso de pós-graduação ficará obrigado repassar o conhecimento adquirido para o público interno, conforme tema estudado, na forma planejada pela administração. Art. 17. Para candidatar-se à vaga de curso de pós-graduação, o servidor deverá apresentar carta de intenção, contendo a justificativa para sua participação e tema do projeto (máximo de 10 linhas). CAPÍTULO III DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 18. As dúvidas e casos omissos neste Regulamento serão apreciados e decididos, em primeira instância, pela Comissão de Gestão de Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas e, em última instância, pelo titular da pasta. 6

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