CONSTANTIJN HUYGENS E O BRASIL HOLANDÊS

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1 CONSTANTIJN HUYGENS E O BRASIL HOLANDÊS MARLON CESAR DE ALCANTARA * NADJA PARAENSE DOS SANTOS ** Palavras-chave: História da Ciência, Complexidade, Rede de Conhecimentos, História da Ciência no Brasil. Introdução A forma como hoje se vê o mundo consiste em um processo de transformação histórico, pode-se dizer que no século XVI, a ciência passou por um de seus mais significativos processos, nesse século é publicado o livro De Revolutionibus Orbitum Caelestium escrito por Nicolau Copérnico ( ) e publicado no ano de sua morte. A modificação proposta por Copérnico, no modelo cosmológico e astronômico, transformou não só o pensamento de astrônomos, mas de toda a sociedade, e foi denominada pelo filósofo da ciência Thomas Kuhn como Revolução Copernicana. Esse processo, associado com a produção intelectual, fez com que o século seguinte, o XVII, fosse considerado um século chave, para uma nova forma de conhecer, ou mesmo uma nova visão de mundo. Podemos dizer que visão de mundo é a forma que interagimos e interpretamos os fenômenos naturais e sociais e estas interpretações servem tanto compreender quanto para transformar (ALCANTARA; BRAGA, 2010). O que se tem visto dentro desse panorama é a Europa como a grande fomentadora de conhecimento, e os demais continentes como a América, África e Ásia, não sendo considerados no processo de transformação científica. Vale ressaltar, que no * Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais IFET, Mestre em Ensino de Ciências e Matemática. * * Universidade Federal do Rio de Janeiro, PPGHCTE/IQ (PQ)

2 ano de publicação da obra De Revolutionibus Orbitum Caelestium, tanto a América quanto o Brasil ainda não haviam completado 60 anos de seus descobrimentos. Neste trabalho será abordado como o Brasil, apesar de tão jovem, teve contato direto com tal revolução. Desde o seu descobrimento em 1500, o Brasil passou por transformações políticas e territoriais. Em 1580 com a união das coroas ibéricas, o Brasil passou a ser de domínio Espanha, situação que perduraria até Durante esse período a Holanda declarou sua independência da Espanha, e ao longo do início do século XVII, se tornou a grande potência mercante da Europa. Pode-se dizer que o século XVII é o século de ouro da Holanda, não só como pólo mercantil, mas econômico, artístico e científico (ALPERS, 1999). Ainda nesse século, os holandeses se lançaram numa grande aventura ultramarina (MELLO, 2006), em 1602 criaram a Companhia das Índias Orientais (WOC) e, mais tarde, em 1621, a Companhia das Índias Ocidentais (WIC). O objetivo da WIC era levar sua bem sucedida congênere, tanto do ponto de vista militar, quanto do ponto de vista econômico ao Novo Mundo, como a WOC já fazia na Ásia. Não deixando que recursos cheguem à Espanha e se estabelecendo nas Capitanias de Cima faziam com que a Holanda tomasse posse de todo processo do principal produto de exportação, o açúcar. Este estabelecimento holandês no nordeste do Brasil, sobretudo em Pernambuco, é o ponto chave para discutir as relações técnicas e científicas entre o Brasil holandês e a Holanda. Pretende-se discutir, sobretudo, o período entre 1637 a 1644 no qual esse território foi governado por Johann Moritz von Nassau-Siegen ( ). Nassau mantinha um diálogo estreito com Constantijn Huygens ( ), figura influente na Holanda do século XVII, secretário do príncipe de Orange, e grande incentivador cultural e científico em seu país. Huygens correspondia-se com Francis Bacon ( ), fonte de inspiração dos conhecimentos que ele fez florescer em seu país. Pai do cientista Christiaan Huygens ( ), descobriu talentos como Rembrandt ( ) e mantinha uma rede de relacionamentos composta por várias personalidades como o microscopista Antonie van Leeuwenhoek ( ), o pintor Johannes Vermeer ( ) e os filósofos Baruch Spinoza ( ) e Rene Descartes ( ). A relação entre Constantijn e Nassau era de cooperação, tanto que Constantijn ajudou a montar a equipe que viria ao Brasil, e que em 1637 e instalou-se em Pernambuco. A

3 equipe trouxe além de alguns aparatos técnicos, vários conhecimentos, sobretudo em ciências naturais. O objetivo deste trabalho é mostrar as semelhanças e influências da rede de relacionamentos de Constantijn com a equipe que veio ao Brasil com Nassau. Constatando assim que o século de ouro da Holanda se fez presente no Brasil, através de mapas, pinturas, tratados científicos como o livro Historia Naturalis Brasiliae (1648), observações e descobertas astronômicas por Georg Marggraf. Este trabalho não tem por finalidade discutir aspectos econômicos, militares ou até mesmo dizer se esse domínio holandês foi melhor ou pior que o português, que irá se restabelecer com a saída dos holandeses em A abordagem focará somente o que diz respeito às semelhanças entre os trabalhos científicos e artísticos que relacionam a produção do Novo Mundo (O Brasil holandês) e a Holanda. Entre os anos de 1637 e 1644, o Brasil holandês, foi um espaço privilegiado para a realização de estudos sobre a natureza. Segundo Gesteira (2004) essa produção de conhecimento era diferenciada daquela desenvolvida nos núcleos urbanos de colonização da então América portuguesa. Pode-se associar esse desenvolvimento à equipe científica e artística que acompanhou Nassau até o Brasil e fez dessa expedição algo sem precedentes na história, sendo comparada por Boxer (apud MELLO, 2006) às expedições científicas no oceano pacífico realizadas pelo capitão James Cook. A montagem da equipe e sua atividade no Brasil é o foco deste trabalho. Pretende-se mostrar a relação entre Nassau e Constantijn Huygens e também traçar o retrato do século de ouro holandês através da análise da produção científica e cultural. Constantijn Huygens Sir Constantijn Huygens é uma das figuras centrais na história do século XVII das relações anglo-holandesas (JARDINE, 2008). Conselheiro leal da Casa de Orange, onde foi primeiro secretário por quase 50 anos, Constantijin pode ser descrito como uma figura do Renascimento transportada para a Holanda do século XVII (ALPERS, 1999), um homem de

4 erudição, discernimento, poeta, músico, conhecedor de artes e, acima de tudo, um diplomata habilidoso. Apaixonado pela Inglaterra, país que visitou várias vezes, adquiriu costumes da elite inglesa, o que fez dele um conselheiro de valor inestimável para as três gerações de Stadholders 1. Em uma dessas visitas conheceu Francis Bacon, a quem disse venerar com respeito. Constantijn também era amigo do inventor e vidraceiro Cornelius Drebbel ( ), com quem trocava muitos conhecimentos sobre ótica e desta amizade surge um dos episódios mais significativos para as relações entre a prática observacional e a concepção de natureza relacionados à Constantijn. Ao olhar através de um microscópio construído por Drebbel, ele se espantou dizendo ter visto um novo mundo. Como não havia estudado pintura, Constantijn procurou um artista para representar o que vira no microscópio, pressupondo assim, que a pintura se prestaria a uma função descritiva (ALCANTARA, 2011). A influência penetrante de Constantijn em toda a Europa durante o século XVII foi prorrogada para além de seu tempo, inclui-se os papéis proeminentes no campo político, dos desenhos de jardins e da ciência natural, realizados por seus filhos. Constantijn Huygens Júnior ( ) foi secretário de William de Orange, futuro rei William III da Inglaterra. Chistiaan Huygens ( ) seu outro filho, foi um ilustre cientista que passou boa parte da vida trabalhando em Paris a serviço de Luís XIV, sendo uma das figuras mais importantes na ciência do século XVII. As portas do mundo sempre estiveram abertas para Constantijn. Mantinha uma rede de contatos, trocando cartas e informações sobre vários assuntos com seus amigos Descartes e Drebbel, notadamente sobre arte e ciência. Pode-se afirmar que a relação de Constantijn Huygens com a Inglaterra era de sintonia e, por muitas vezes, podemos até não conseguir discernir se suas influências são mais holandesas do que inglesas, pois Constantijn vivia em uma relação reciprocidade, em que tratados e práticas observacionais dos ingleses vieram a ser reproduzidas por ele na Holanda. Constantijn Huygens mantinha contato direto e indireto com várias personalidades da época. Foi financiador do microscopista Antonie van Leeuwenhoek, diante a Royal Society. Dessa pequena rede, ainda participava Baruch Spinoza, o qual sobrevivia basicamente da venda de lentes, as quais também foram utilizadas nos telescópios de Christiaan Huygens. 1 Cargo político das antigas províncias do norte dos Países Baixos que envolvia funções executivas. Sua função era dirigir a política e as atividades militares das províncias neerlandesas.

5 Dessa breve abordagem sobre a rede científica e artística que cercava Constantijn pode-se traçar o retrato de uma Holanda que vivia o esplendor das artes e da ciência. Na verdade, esse modo de ver o mundo além dos nossos olhos e querer representá-lo, seja em uma tela ou em um papel, é algo estritamente Holandês, sem precedentes, não tendo sido percebido nem mesmo na Itália. Sabe-se que na Itália foram feitos vários tratados anatômicos que associavam o desenho à observação, mas não há relatos do uso das lentes para este tipo de trabalho que sejam anteriores aos trabalhos holandeses, salvo as observações de Galileu publicadas no livro "Sidereus Nuncius em Maurício de Nassau e o Brasil holandês A invasão holandesa no Brasil pode ser considerada como o período que vai de 1624, com a invasão em Salvador, até 1654, com a insurreição Pernambucana. Para este trabalho iremos delimitar o período que estende de 1637 a 1644, no qual esse território foi governado por Johann Moritz von Nassau-Siegen ( ). Nassau nasceu em Dillenburg, Alemanha e teve uma educação voltada para as línguas, retórica, história, filosofia, teologia, astrologia e matemática, que era essencial à vida militar. Também aprendeu a caçar, a montar e a esgrimir. Durante a sua mocidade e por influência da família ingressa na carreira militar, depois de muitos anos, passou a frequentar a corte em Haia. Na corte de Frederico Henrique ( ), Nassau conheceu Constantijn Huygens. Nassau, Constantijn e Koen Ottenheym, são citados como os advogados da nova arquitetura clássica da Holanda (MELLO, 2006). Nesse mesmo período, a conquista do nordeste brasileiro pelos holandeses estava em um ritmo mais lento que o previsto. O conselho dos XIX 2 procurou uma pessoa com autoridade para a função governamental na colônia. Constantijn Huygens usou de seu prestígio junto a Frederico Henrique, e indicou Nassau (LARSEN apud MELLO, 2006). Destacam-se neste fato dois fatores importantes, primeiro a representatividade de Constantijn Huygens perante os assuntos políticos na Holanda e segundo a confiança de Constantijn em Nassau. 2 Conjunto de diretores da WIC.

6 Nassau organizara, provavelmente por sugestão de Huygens e com sua ajuda, um grupo de cientistas e pintores, cujas despesas correriam por sua conta e que o acompanhariam ao Brasil com o objetivo de documentar a vida na colônia, suas raças, flora e fauna (MELLO, 2006). Na equipe destacam-se o médico Willem Piso ( ), o paisagista Frans Post ( ) irmão do arquiteto e pintor Pieter Post, o pintor e retratista Albert Eckhout ( ) e o astrônomo Georg Marggraf ( ). Essa iniciativa é fruto restrito de Nassau e Constantijn, já que uma equipe assim nunca partiria das idéias vigentes na WIC, que no Oriente quando algum fato de cunho científico ocorria era de interesse dos próprios funcionários aproveitando as horas vagas. A passagem de Nassau pelo Brasil é marcada pela grande urbanização e a construções de palácios, de pontes, do primeiro jardim botânico do Novo Mundo e até mesmo de um observatório astronômico. Como citado anteriormente, neste trabalho não serão analisados os feitos administrativos, econômicos, políticos e militares de Nassau, a análise se restringirá aos trabalhos científicos e artísticos desenvolvidos no Brasil e sua relação com o estudo das Ciências Naturais desenvolvidas no Velho Mundo no século XVII. Os feitos científicos no Brasil holandês No Brasil, Nassau constrói sua cidade Maurícia, um projeto moderno, com pontes, jardins, calçadas, o palácio de Friburgo, que abrigava uma torre para observação do céu e dos astros. Nesse mesmo palácio se reuniam os principais contatos de Nassau, como o naturalista Piso e o médico Marggraf, com quem discutia os temas da guerra e da ciência (SILVA; OLIVEIRA, 2004). Guardava uma série de objetos, plantas e lembranças etnográficas, buscando uma forma de recolher e colecionar as referências dos trópicos. Do ponto de vista museográfico, Nassau deve ser considerado um historiador da ciência, um percussor do Novo Mundo, já que tais acervos não se constituíram na América inglesa antes do século XVIII (WHITEHEAD apud MELLO, 2006). Parte desse acervo recolhido em expedições pelo nordeste foram representados nas pinturas de vários artistas como Eckhout e outros.

7 Marggraf realizou com bastante êxito a tarefa para qual foi contratado. Formado em medicina havia também estudado Botânica na Universidade de Leiden, e trabalhado com Astronomia sendo orientado pelo professor Jacob Gool. Além dessas habilidades acadêmicas era instrumentista e cantor (MATSUURA, 2010). Em 1647 é publicada a obra Rerum per octennium in brasilia, do teólogo e humanista Gaspar Barlaeus ( ), descrevendo com bastante propriedade os feitos de Nassau no Brasil, e trazendo as belas paisagens de Frans Post. Em uma das passagens da obra de Barlaeus (apud MELLO, 2006), o mesmo declarou que Nassau gozando da felicidade que achara no ultramar, contemplava astros nunca vistos na sua Alemanha, e admirava aquele clima onde vivera. A partir dessas referências às observações astronômicas podemos citar que Marggraf foi um dos primeiros, senão o primeiro europeu a fazer observações sistemáticas no hemisfério sul. Em destaque também podemos falar de Willem Piso, que junto com Marggraf escreveu o livro Historia Naturalis Brasiliae. Publicado em 1648, esta obra se divide em duas partes, a primeira, dividida em quatro livros sobre Medicina Tropical é atribuída a Piso, e a segunda parte, dividida em oito livros, sobre botânica, zoologia, além de comentários astronômicos, geográficos e etnográficos (GESTEIRA, 2007). Vários trabalhos foram publicados, frutos do período em que a equipe de Nassau esteve no Brasil, como: História Natural e Médica da Índia Ocidental (1658) que se tratava também de um processo de amadurecimento do que foi escrito em Historia Naturalis Brasiliae. Este tempo de maturação se deu também pelo contato com outros trabalhos de história natural, mas é evidente que sua qualidade está no fato da própria experiência dos naturalistas neerlandeses, os quais souberam aproveitar a oportunidade do acesso direto ao seu objeto de estudo. Esse mesmo processo pode ser verificado na coleção das pinturas agrupadas sob o título Teatro das Coisas Naturais do Brasil (Theatrum Rerum Naturalium Brasiliae). A maior parte das estampas que compõem os quatro volumes do Teatro parece ter sido feita por um dos pintores que acompanharam o Conde durante sua estadia no Brasil, Albert Eckhout (GESTEIRA, 2004). Conclusão

8 A partir desta breve discussão sobre a rede de relacionamentos de Nassau e Constantijn Huygens, deve-se lançar um novo olhar para analisar a produção artística e científica do Brasil holandês. Devido aos trabalhos executados antes e até mesmo depois deste episódio brasileiro, essa produção intelectual, não pode ser tratada como um produto isolado do processo de transformação que ocorria na Europa no século XVII. O que faz notável a contribuição neerlandesa não é apenas o calibre artístico de Post e Eckhout, mas o fato de que a exploração científica e a artística eram complementares (BOOSEMAN apud MELLO, 2006). Esse também era o panorama encontrado na rede de relacionamentos de Constantijn Huygens. Dentro desse mundo de descobertas e muita disciplina acadêmica, Huygens tinha uma admiração pelo conhecimento e pelas formas de conhecer, que podem ter chegado a ele via Descartes ou até mesmo por Bacon. Huygens liga as imagens à vista, à visão e ao novo mundo, que passam a existir para ele graças à recém-adquirida tecnologia das lentes (ALCANTARA, 2011). As relações entre Vermeer, Leeuwenhoek, Christiaan Huygens e Spinoza, mediadas por Constantijn, se baseavam em um interesse comum, no caso holandês o estudo da natureza a partir do conhecimento das lentes. Mas acima de tudo mostrava uma forma muito particular de pensar a pintura como função descritiva da natureza, o que ficou evidenciado quando Constantijn olhou a partir do microscópio de Drebbel e falou sobre um mundo nunca antes visto. Esse mundo a ser registrado, também foi idealizado na escolha da equipe que viria acompanhar Nassau ao Brasil, para fazer no Novo Mundo uma investigação natural com o olhar descritivo holandês. O conhecimento científico elaborou sua especificidade metodológica, os seus princípios e as suas próprias regras, que fazem dele um conhecimento objetivo e universal. Mas no núcleo de toda teoria científica, há postulados metafísicos ou ideológicos e, ainda mais profundamente paradigmas que a ligam como um cordão umbilical à cultura da qual é originária e à história na qual nasce e ganha consistência (MORIN apud ALMEIDA, 2010, pp. 17). Desta forma a América não esteve ausente na Revolução científica do século XVII, no Brasil os holandeses encontraram uma natureza que chamava a atenção por sua variedade,

9 impulsionada por uma verdadeira orgia germinativa (SILVA; OLIVEIRA, 2004). O registro holandês desta natureza tanto no Brasil quanto na Europa se fez a partir da escrita, do desenho, do acervo de objetos, e, sobretudo da observação. Associar o Brasil à Constantijn Huygens não tira o mérito de Nassau, pois este antes de se juntar a corte em Haia, já havia passado por um processo educacional tão rico quanto o de Constantijn. Nassau foi sim o executor e administrador deste processo, mas o que se evidencia, é o fato que duas figuras renascentistas se juntaram, colocaram as idéias em prática e assim fizeram o Brasil também participar, de certo modo, de um dos períodos da história das ciências mais significativos de todos os tempos. REFERÊNCIAS ALCANTARA, M. C; BRAGA, M. Panoramas de complexidade: história da ciência, filosofia e arte na Holanda do século xvii. 12º Seminário nacional de história da ciência e da tecnologia, Salvador, ALCANTARA, M. C. História da ciência, filosofia e arte na Holanda do século XVII : construindo um módulo para o ensino dos instrumentos óticos. Dissertação de Mestrado. Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, Rio de Janeiro, ALMEIDA, M. C. Complexidade, saberes científicos, saberes da tradição. São Paulo: Livraria da Física, ALPERS, Svetlana. A arte de descrever. São Paulo: EDUSP, DEMO, Pedro. Complexidade e aprendizagem: a dinâmica não linear do conhecimento. São Paulo: Atlas, ELLIOTT, J. H. Europa em la época de Felipe II. 2. ed. Barcelona: Crítica, GESTEIRA, H.M. O Recife Holandês: História natural e colonização Neerlandesa ( ). Revista da SBHC, v. 2, n. 1, p Rio de Janeiro, 2004.

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