Regras e Regulamentos IPC-Atletismo Federação Portuguesa de Atletismo 1

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1 Regras e Regulamentos IPC-Atletismo Federação Portuguesa de Atletismo 1

2 Atletismo para pessoas com Deficiência Federação Portuguesa de Atletismo 2

3 Jogos Paralímpicos A modalidade está no programa paralímpico desde a primeira edição dos Jogos Roma Ao longo dos anos, novas classes foram criadas para que homens e mulheres com diversos tipos e graus de deficiência pudessem competir, assegurando uma competição justa e equilibrada. Federação Portuguesa de Atletismo 3

4 IPC - Athletics O atletismo paralímpico é regido pelas regras da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), e pelas adequações feitas pelo IPC-Athletics, órgão do Comitê Paralímpico Internacional (IPC) responsável pela Modalidade. Federação Portuguesa de Atletismo 4

5 Requisitos de Classificação IPC Estar em consonância com os Requisitos de Elegibilidade do IPC Athletics, e ser avaliado por um Painel de Classificação do IPC Athletics para: 1- Determinar se o atleta atinge o Critério de Deficiência Mínima; 2- Determinar a Classe IPC Athletics. Federação Portuguesa de Atletismo 5

6 Eventos Pista (track) corridas de curta, média e longa distâncias, estafetas e maratona. Campo (field) saltos e lançamentos. Federação Portuguesa de Atletismo 6

7 Sistema de Classificação Funcional Provas de pista (Track) - corridas de velocidade e fundo T11 a T13 deficientes visuais; T20 deficientes intelectuais; T31 a T38 paralisia cerebral (31 a 34 cadeiras; 35 a 38 - ambulantes); T41 a T46 amputados e Les autres; T51 a T54 competem em cadeiras (sequelas de Poliomielite, lesões medulares e amputações). Federação Portuguesa de Atletismo 7

8 Sistema de Classificação Funcional Provas de campo (Field) - lançamentos e saltos F11 a F13 deficientes visuais; F20 deficientes intelectuais; F31 a F38 paralisia cerebral (31 a 34 cadeiras; 35 a 38 - ambulantes); F40 anões; F41 a F46 amputados e Les autres; F51 a F58 competem em cadeiras (sequelas de Poliomielite, lesões medulares e amputações). Federação Portuguesa de Atletismo 8

9 COMPETIÇÃO Regras Gerais Em provas de pista de 800 metros ou mais o árbitro de partida tem a autoridade para parar a prova em caso de colisão nos primeiros 50 metros. (Classes Desportivas T32-34 e T51-54) Federação Portuguesa de Atletismo 9

10 COMPETIÇÃO Regras Gerais (cont.) Utilização obrigatória de Próteses para provas de pista Classes Desportivas T42-44 Federação Portuguesa de Atletismo 10

11 COMPETIÇÃO Regras Gerais (cont.) Utilização opcional de próteses para provas de campo Classes Desportivas F42-44 Federação Portuguesa de Atletismo 11

12 COMPETIÇÃO Regras Gerais (cont.) Óculos opacos em provas de pista ou campo. Classes Desportivas T/F11 Federação Portuguesa de Atletismo 12

13 COMPETIÇÃO Regras Gerais (cont.) Uso de capacete é obrigatório em todas as provas de pista Cadeiras de Rodas. Federação Portuguesa de Atletismo 13

14 COMPETIÇÃO Regras Gerais (cont.) Guias e Atletas-guias das Classes Desportivas T/F11-12; F31-32 e F51-53 terão permissão para acompanhar os atletas à área de competição. Federação Portuguesa de Atletismo 14

15 COMPETIÇÃO Regras Gerais (cont.) Método de Guia T Ligação entre o atleta e o guia; -Empurrar; -Distancia entre atleta e guia; - Linha de Meta. Federação Portuguesa de Atletismo 15

16 COMPETIÇÃO Regras Gerais (cont.) Orientações em provas de campo; Sinais Sonoros para lançamentos e saltos (orientação sonora é permitida antes, durante e após cada tentativa). Federação Portuguesa de Atletismo 16

17 PROVAS DE PISTA Requisitos para Cadeira de Rodas - Dimensões da Cadeira de Rodas - Dimensões das Rodas Federação Portuguesa de Atletismo 17

18 PROVAS DE PISTA Blocos de partida A Posição de partida de quatro apoios não é exigida aos atletas das Classes Desportivas T35-38 e T42-46; É permitido a utilização de blocos de apoio para melhorar o equilíbrio. Federação Portuguesa de Atletismo 18

19 PROVAS DE PISTA Partida (Classes T32-34 e T51-54) Depois do comando aos seus lugares o atleta devese aproximar da linha de partida, assumir a sua posição dentro da pista a ele destinada e atrás da linha de partida. Ao comando de Prontos o atleta deve imediatamente assumir a sua posição final de partida mantendo a roda dianteira em contacto com o solo atrás da linha. Federação Portuguesa de Atletismo 19

20 PROVAS DE PISTA Corrida Pistas para atletas com Guia Nas provas de 100, 200 e 400m serão alocadas duas pistas para cada atleta e atleta guia. Nota: Pistas 1, 3, 5 ou 7. Federação Portuguesa de Atletismo 20

21 PROVAS DE PISTA Ultrapassagem em Cadeira de Rodas Federação Portuguesa de Atletismo 21

22 PROVAS DE PISTA Linha de chegada Cadeiras de Rodas O tempo será registado no momento em que o eixo da roda dianteira da cadeira atingir o plano vertical que passa pela borda anterior da linha de chegada (borda mais perto da linha de partida). Federação Portuguesa de Atletismo 22

23 PROVAS DE PISTA Estafetas As trocas ocorrerão nas marcações referentes às pistas 1, 3, 5 e 7. A extensão das linhas de partida e das zonas de passagem deverá ser marcada com fita adesiva. Federação Portuguesa de Atletismo 23

24 PROVAS DE CAMPO Requisitos para Lançamentos em Cadeiras Altura máxima da cadeira de lançamento (incluindo a almofada, usada como assento) não poderá exceder os 75 cm; A cadeira poderá ter uma barra de apoio; Todas as partes da cadeira deverão ser fixadas; Classes Desportivas F31-34 e F Federação Portuguesa de Atletismo 24

25 PROVAS DE CAMPO Área de Competição Cadeiras Todas as provas de lançamentos em Cadeira Rodas devem ser realizados a partir de um circulo de 2,135m (peso) e 2,50m (disco) de diâmetro para um sector. Federação Portuguesa de Atletismo 25

26 PROVAS DE CAMPO Técnica de Lançamento - Cadeiras Posição sentada: corresponde a manter pelo menos uma nádega em contacto com o assento da cadeira. Federação Portuguesa de Atletismo 26

27 PROVAS DE CAMPO Saltos Horizontais Considerações sobre Próteses - Se a prótese se soltar durante a corrida, o atleta poderá ajustá-la e continuar dentro do tempo permitido, com ou sem a prótese; - Se um atleta perder a prótese durante o salto e o local no qual a prótese cair for a marca mais próxima da tábua de chamada na área de queda, será a partir dessa marca que a tentativa será aferida; - Se a prótese cair atrás da marca deixada dentro do setor de queda, mas fora da área de queda, isso será contado como falha e registrado como tal. Federação Portuguesa de Atletismo 27

28 PROVAS DE CAMPO Salto em Comprimento F11-12 Todos os saltos deverão ser medidos a partir da marca mais próxima deixada pelo pé de impulsão. Quando um atleta tomar impulsão antes da área de impulsão, a medição será feita até a borda da tabua de chamada mais distante da caixa de areia. Nota: para atletas F11-12, a tábua de chamada consistirá de um retângulo de 1,00m x 1,22m, que deverá ser preparado (com giz, pó talco, etc.) de forma que o atleta deixe uma pegada com o seu pé de impulsão. Federação Portuguesa de Atletismo 28

29 PROVAS DE CAMPO Lançamentos Club Federação Portuguesa de Atletismo 29

30 PROVAS COMBINADAS Formato do IPC Athletics para Pentatlo (P) (Classes Desportivas P11-13, P33-34, P35-38, P42, P44, P46, P51, P52-53 e P54-58) Federação Portuguesa de Atletismo 30

31 Obrigado pela atenção. José Silva Telef Telem Federação Portuguesa de Atletismo 31

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