Programa de Formação Esportiva Escolar COMPETIÇÕES DE ATLETISMO. Fase escolar

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa de Formação Esportiva Escolar COMPETIÇÕES DE ATLETISMO. Fase escolar"

Transcrição

1 Programa de Formação Esportiva Escolar COMPETIÇÕES DE ATLETISMO Fase escolar Introdução O Programa de Formação Esportiva Escolar tem como premissas a democratização do acesso ao esporte, o incentivo da prática esportiva na escola e a identificação e orientação dos talentos escolares. Está dividido em duas grandes Ações: Jogos Escolares para possibilitar a identificação de talentos escolares e Núcleos de Esporte Escolar que acolherão os talentos identificados para o treinamento e desenvolvimento esportivo. Neste ano, o Programa de Formação Esportiva Escolar vai trabalhar com a modalidade Atletismo, nas provas de velocidade, resistência e salto em distância. A Ação Jogos Escolares é composta por quatro fases: escolar, municipal-regional, estadual e nacional. Nesta ordem, cada fase é classificatória para a fase posterior. Serão selecionados os melhores atletas de cada fase para participar das fases posteriores. No caso específico da fase escolar de que trata esta cartilha, serão classificados os 3 (três) melhores atletas escolares, por faixa etária, gênero e prova, para participar da fase municipal-regional. A fase escolar é o grande desafio do Programa, pois nela existe a expectativa da participação de 5 (cinco ) milhões de estudantes entre 12 e 17 anos de idade. Na pista de 400 metros Caso seja possível utilizar pista de atletismo de 400 m, a realização do evento será facilitada em função de que a maioria das marcações e distâncias já estar efetivada. Se isto não ocorrer, utilizar as orientações constantes no Anexo 1 para marcação da pista de 400 m. 1

2 Na ausência de pista de 400 metros Para realizar as três provas (corrida de velocidade, salto em distância e corrida de resistência) é necessário: Local plano, o qual pode ser: ovalado, retangular, quadrado, redondo, triangular ou longitudinal (verificar Anexos); A superfície do local pode ser: terra, chão batido, argila, grama, asfalto (exceto para o salto em distância) e cimento (exceto para o salto em distância). Preparação Provas de Velocidade (Anexo II e III) As medidas do local para realizar as provas de velocidade devem ser no mínimo, as de uma reta com 120 m de cumprimento por 3 metros de largura (podendo ser de até 10 m de largura, no máximo). Passos para marcação do local das provas de velocidade: 1. Definir o local da partida comum para as duas provas (75 m e 100m) e marcar com cal uma linha reta transversal; 2. Marcar com cal uma linha reta transversal do local de chegada dos 75 m e dos 100 m; 3. Marcar com cal as raias (linhas retas longitudinais por onde cada aluno realizará a prova). Cada raia deve ter entre 1 m e 1, 20 m de largura. Podem ser marcadas entre 03 e 08 raias. Provas de Salto em distância (Anexo II e IV) 2 Informações para realizar a prova de salto em distância:

3 1. Delimitar com cones, fitas zebradas ou outros materiais o local onde os atletas realizarão o salto em distância; 2. Marcar com cal o corredor de saltos: duas linhas retas longitudinais de 30 m de cumprimento por 1 m de largura, como mínimo; 3. Marcação com cal de 1m x 1m para o atleta fazer a impulsão; 4. Definir o local para queda: mínimo de 5 m de cumprimento por 3 m de largura. A superfície é, preferivelmente, de areia ou serragem. Na ausência destas superfícies, a queda após o salto pode ser sobre colchonetes, devidamente colocados, de forma tal que cubram todo o retângulo. Na ausência deste item, e como último recurso, pode ser na grama, sempre se garantindo todas as medidas de segurança para evitar lesionar o aluno. Provas de Resistência (Anexos II, V, VI e VII) Informações para realizar a prova de resistência: 1. O local para realizar a prova de resistência deve ter, no mínimo, 200m de cumprimento; 2. O formato da pista pode ser ovalado, retangular, redondo, quadrado ou triangular; 3. Delimitar com cones, fitas zebradas ou outros materiais o local por onde os atletas realizarão a corrida de resistência; 4. Marcar com cal uma linha reta transversal no local da chegada comum para as provas de 1000 m e 3000m; 5. Realizar a medição desde a linha de chegada até o local de largada dos 1000m e 3000m; 6. Marcar com cal uma linha reta transversal do local da partida dos 1000 m e 3000m. 3

4 Condição para participação dos alunos Na Faixa etária de 12 a 14 anos, estudantes nascidos em 1999, 2000 ou Na Faixa etária de 15 a 17 anos, os nascidos em 1996, 1997 ou Quadro 01: relação entre faixa etária e provas Idades Gênero Provas Velocidade Resistência Salto 12 a 14 anos M/F 75 m m 15 a 17 anos M/F 100 m m Distância As provas devem ser realizadas na seguinte ordem: 1- Prova de velocidade 2- Prova de salto em distância 3- Prova de resistência Recomenda-se intervalo mínimo de 30 minutos entre o salto em distância e a prova de resistência. Os resultados obtidos, em cada prova, deverão ser anotados e armazenados para acompanhamento da evolução dos alunos nos próximos anos. 4

5 Realização Provas de Velocidade (Anexos II e III) Partida O árbitro (professor) de partida usará os seguintes comandos: 1. O professor organiza as séries, as quais vão depender do número de alunos e raias disponíveis. Cada série pode ter de 3 a 8 participantes, 2. O árbitro (professor) de partida chama a primeira série de linha de partida. Não será permitida a utilização de blocos de saída. 3. O árbitro (professor) de partida fala em voz alta e clara Aos seus lugares para os alunos, os quais se colocam em posição de corrida, em pé (alternando braços e pernas), sendo a perna da frente posicionada logo atrás da linha de partida (em hipótese alguma pode pisar ou ultrapassar a linha de partida antes de escutar o sinal sonoro da largada); 4. Quando todos os alunos estiverem prontos, o árbitro (professor) de partida aciona o sinal sonoro (pode ser apito, bate-bate, corneta, etc.); 5. Em caso de saída falsa (quando um aluno sai antes que o árbitro acione o sinal sonoro), os competidores são chamados de volta ao local de partida e é repetido o procedimento descrito anteriormente; 6. É realizada tomada de tempo e colocação de cada um dos competidores na série para, posteriormente, definir a classificação final da prova que é ordenada pelo tempo obtido pelo aluno; 7. Embora não seja necessário para a classificação final da prova (já que se conta com os resultados de cada série), recomenda-se realizar uma série final com os melhores tempos de todas as séries. Esta série final pode ter de 3 a 8 participantes (dependendo da quantidade de raias disponíveis); 8. Usar cronômetro para marcar o tempo de cada competidor; 9. Fazer séries em pequenos grupos, com até 8 estudantes. 5 Observação: se o professor não dispõe de cronômetros, relógios com cronômetros ou celulares com cronômetros para a tomada dos tempos, recomenda-se realizar a

6 classificação nas séries pela colocação e, posteriormente, realizar a série final com os melhores colocados em cada uma das séries. Provas de Salto em Distância (Anexos II e IV) Impulsão: A tábua de impulsão é substituída por uma marcação com a dimensão de 1m de largura por 1 m de comprimento. Por se tratar de jovens inexperientes, marcase o salto do local onde o atleta pisou por último, chamado de salto real. Medição: É realizada com uma fita métrica, colocando-se a ponta da fita no local da queda e esticando-a até o local do último contato do aluno com o solo antes do salto. O salto é medido partindo-se da marca mais próxima, feita na queda por qualquer parte do corpo do competidor, até a linha de impulsão e em ângulo reto com esta linha. As distâncias alcançadas são medidas e arredondadas para o centímetro inteiro inferior mais próximo. Tentativas: Para cada competidor permite-se saltar três vezes. É considerado, para fins de classificação final, o melhor resultado de cada aluno. Provas de Resistência (Anexos II, V, VI e VII) O árbitro (professor) de partida dá os seguintes comandos: 1. Organizar as séries que, dependendo do número de alunos e cronômetros disponíveis, pode ter cada uma até 24 participantes; 2. Chamar a primeira série para alinhar para partida; 3. Falar em voz alta e clara: a. 6

7 b. Aos seus lugares para os alunos que se colocam em posição de corrida, em pé (alternando braços e pernas), sendo a perna da frente posicionada logo atrás da linha de partida (em hipótese alguma o aluno pode pisar ou ultrapassar a linha de partida antes de escutar o sinal sonoro da largada); c. Depois de todos os alunos bem posicionados, é acionado o sinal sonoro (apito, bate-bate, corneta, etc.). 4. Em caso de saída falsa (quando um aluno sai antes que o árbitro acione o sinal sonoro), os competidores são chamados de volta ao local de partida e é repetido o procedimento descrito anteriormente. 5. É realizada a tomada de tempo e colocação de cada um dos competidores na série para, posteriormente, definir a classificação final da prova que será ordenada pelo tempo obtido pelo aluno. Observação: se o professor não dispõe de cronômetros, relógios com cronômetros ou celulares com cronômetros para a medição do tempo, recomenda-se: 1. Realizar uma série única com todos os competidores, a fim de realizar a classificação final pela colocação; 2. Caso existam muitos competidores, recomenda-se realizar a prova em dois dias: a. 1º dia - séries classificatórias por colocação; b. 2º dia - série final com os melhores classificados nas séries do dia anterior; 7

Na aba visualizar PDE você verifica o plano e pode fazer os últimos ajustes antes de encaminhar para a análise do Comitê.

Na aba visualizar PDE você verifica o plano e pode fazer os últimos ajustes antes de encaminhar para a análise do Comitê. Preencher o Plano de Ação Financiáveis Aqui, você vai começar a inserir um Plano de Ação para cada problema priorizado, definindo as estratégias e ações a serem desenvolvidas. Na aba visualizar PDE você

Leia mais

COMPETIÇÕES DE VOLEIBOL ETAPA ESCOLAR

COMPETIÇÕES DE VOLEIBOL ETAPA ESCOLAR COMPETIÇÕES DE VOLEIBOL ETAPA ESCOLAR INTRODUÇÃO O Atleta na Escola tem como premissas a democratização do acesso ao esporte e o incentivo da prática esportiva na escola. Neste ano, o Programa de Formação

Leia mais

Projeto Mini Craque. Juventude Vidigalense

Projeto Mini Craque. Juventude Vidigalense Projeto Mini Craque Telefone: 244 833 799 Telemóveis: 912 727 166 ou 961 701 645 E-mail: geral@juventudevidigalense.org Prof. Nataniel Lopes: 913 091 989 E-mail: nataniel-lopes@juventudevidigalense.org

Leia mais

Regras e Regulamentos IPC-Atletismo 2014-2015. 16-11-2014 Federação Portuguesa de Atletismo 1

Regras e Regulamentos IPC-Atletismo 2014-2015. 16-11-2014 Federação Portuguesa de Atletismo 1 Regras e Regulamentos IPC-Atletismo 2014-2015 Federação Portuguesa de Atletismo 1 Atletismo para pessoas com Deficiência Federação Portuguesa de Atletismo 2 Jogos Paralímpicos A modalidade está no programa

Leia mais

DESPORTO ESCOLAR ATLETISMO CURSO DE JUIZES DE ESCOLA

DESPORTO ESCOLAR ATLETISMO CURSO DE JUIZES DE ESCOLA DESPORTO ESCOLAR ATLETISMO CURSO DE JUIZES DE ESCOLA DESPORTO ESCOLAR CURSO DE JUIZES DE ESCOLA ATLETISMO O ATLETISMO É COMPOSTO POR PROVAS DE PISTA, ESTRADA E CORTA- MATO AS PROVAS DE PISTA ESTÃO DIVIDIDAS

Leia mais

A Proposta da IAAF 03. Campeonato para 13-15 anos de idade 03. Formato da Competição 04. Organização da Competição 05.

A Proposta da IAAF 03. Campeonato para 13-15 anos de idade 03. Formato da Competição 04. Organização da Competição 05. Índice: A Proposta da IAAF 03 Campeonato para 3-5 anos de idade 03 Formato da Competição 04 Organização da Competição 05 Resultados 06 Arbitragem necessária para o Evento 07 Preparação do Equipamento Necessário

Leia mais

REGRAS OFICIAIS DA IAAF QUE TRATAM DE CORRIDAS 2014 / 2015

REGRAS OFICIAIS DA IAAF QUE TRATAM DE CORRIDAS 2014 / 2015 REGRAS OFICIAIS DA IAAF QUE TRATAM DE CORRIDAS 2014 / 2015 REGRA 240 CORRIDAS DE RUA 1. As distâncias padrão para homens e mulheres serão de 10km, 15km, 20km, Meia-Maratona, 25km, 30km, Maratona (42,195km),

Leia mais

E Nas extremidades da rede existem duas antenas que delimitam o espaço aéreo de jogo.

E Nas extremidades da rede existem duas antenas que delimitam o espaço aéreo de jogo. V O L E I B O L A quadra de jogo A quadra de voleibol mede 18 x 9 metros e é demarcada por linhas de 5 centímetros de espessura. Possui uma linha central que divide a quadra em duas áreas com 9 x 9 metros.

Leia mais

Senior Fitness Test SFT

Senior Fitness Test SFT 1. Levantar e sentar na caira Senior Fitness Test SFT Objetivo: avaliar a força e resistência dos membros inferiores. Instrumentos: cronômetro, caira com encosto e sem braços, com altura assento aproximadamente

Leia mais

VELOCIDADE, AGILIDADE, EQUILÍBRIO e COORDENAÇÃO VELOCIDADE

VELOCIDADE, AGILIDADE, EQUILÍBRIO e COORDENAÇÃO VELOCIDADE 1 VELOCIDADE, AGILIDADE, EQUILÍBRIO e COORDENAÇÃO VELOCIDADE - É a capacidade do indivíduo de realizar movimentos sucessivos e rápidos, de um mesmo padrão, no menor tempo possível. Força; Fatores que influenciam

Leia mais

ANEXO VII PROCEDIMENTOS DA AVALIAÇÃO DE APTIDÃO FÍSICA 1. TESTE DE BARRA FIXA

ANEXO VII PROCEDIMENTOS DA AVALIAÇÃO DE APTIDÃO FÍSICA 1. TESTE DE BARRA FIXA ANEXO VII 1. TESTE DE BARRA FIXA PROCEDIMENTOS DA AVALIAÇÃO DE APTIDÃO FÍSICA 1.1 Teste dinâmico de barra fixa (somente para candidatos do sexo masculino) 1.1.1 A metodologia para a preparação e a execução

Leia mais

COLÉGIO MATER DEI MANUAL DE TESTES DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO FÍSICA

COLÉGIO MATER DEI MANUAL DE TESTES DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO FÍSICA CLÉG ATER DE AUAL DE TESTES DE AVALAÇÃ EDUCAÇÃ FÍSCA 2015 1 SUÁR 1-EDDAS DE CRESCET CRPRAL...03 assa corporal (Peso)...03 Estatura (Altura)...03 Índice de assa Corporal (C)...04 2-TESTES DE APTDÃ FÍSCA

Leia mais

F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DE VELOCIDADE

F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DE VELOCIDADE F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DE VELOCIDADE Em vigor a partir de 27 de Janeiro de 2010 INDICE 1. CAMPEONATO NACIONAL DE REGATAS EM LINHA... 3 2. DEFINIÇÃO... 3 3.

Leia mais

IV JOGOS MUNICIPAIS DA TERCEIRA IDADE DE PORTO ALEGRE 1, 2 e 3 de julho de 2005 - Ginásio Tesourinha REGULAMENTO ESPECÍFICO. Módulo Competitivo

IV JOGOS MUNICIPAIS DA TERCEIRA IDADE DE PORTO ALEGRE 1, 2 e 3 de julho de 2005 - Ginásio Tesourinha REGULAMENTO ESPECÍFICO. Módulo Competitivo PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES, RECREAÇÃO E LAZER IV JOGOS MUNICIPAIS DA TERCEIRA IDADE DE PORTO ALEGRE 1, 2 e 3 de julho de 2005 - Ginásio Tesourinha REGULAMENTO

Leia mais

VOLEIBOL. 11. O Jogador que executa o saque, deve estar em qual posição? 1) Em que ano foi criado o voleibol? a) 1997. a) posição número 6.

VOLEIBOL. 11. O Jogador que executa o saque, deve estar em qual posição? 1) Em que ano foi criado o voleibol? a) 1997. a) posição número 6. VOLEIBOL 1) Em que ano foi criado o voleibol? a) 1997 b) 2007 c) 1996 d) 1975 e)1895 2. Quem inventou o voleibol? a) William G. Morgan b) Pelé c) Roberto Carlos d) Ronaldinho Gaúcho e) Michael Jackson

Leia mais

TESTES FÍSICOS E MOTORES DAS VARIÁVEIS NEUROMUSCULARES

TESTES FÍSICOS E MOTORES DAS VARIÁVEIS NEUROMUSCULARES TESTES FÍSICOS E MOTORES DAS VARIÁVEIS NEUROMUSCULARES As variáveis neuromusculares são aquelas em que a performance física depende dos componentes neurais e musculares. Dessa forma, os resultados expressarão

Leia mais

Projecto Nestum Rugby Rugby nas Escolas

Projecto Nestum Rugby Rugby nas Escolas Projecto Nestum Rugby Rugby nas Escolas Introdução A Federação Portuguesa de Rugby (FPR) acordou com o Gabinete do Desporto Escolar o lançamento do Projecto Nestum, Rugby nas Escolas. A NESTUM apoia este

Leia mais

III FESTIVAL DE ATLETISMO ESCOLAR DE SANTARÉM

III FESTIVAL DE ATLETISMO ESCOLAR DE SANTARÉM PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTARÉM SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E DESPORTO SEMED ASSESSORIA DE ESPORTE E LAZER Av. Borges Leal, n o 2.561D CEP 68.040-080 Santarém-PA Fone: (93) 3522-2594 CGC 05.182.233/0010-67

Leia mais

TESTES DE APTIDÃO FÍSICA A SEREM REALIZADOS PELO SESI

TESTES DE APTIDÃO FÍSICA A SEREM REALIZADOS PELO SESI TESTES DE APTIDÃO FÍSICA A SEREM REALIZADOS PELO SESI 1 DOS TESTES 1.1 Os Testes de Aptidão Física, de caráter eliminatório, serão aplicados no dia e horários indicados no telegrama de convocação, individualmente

Leia mais

COLÉGIO FLORESTAL PARTICIPA DO PROGRAMA ATLETA NA ESCOLA

COLÉGIO FLORESTAL PARTICIPA DO PROGRAMA ATLETA NA ESCOLA COLÉGIO FLORESTAL PARTICIPA DO PROGRAMA ATLETA NA ESCOLA O CEFEP Presidente Costa e Silva também está ligado no momento esportivo histórico que o Brasil passará a viver a partir deste ano, com a realizaç

Leia mais

Cada campo terá 13 metros de comprimento por 6,5 de largura. 13 m. Deve ser distanciado de qualquer obstáculo, se possível, pelo menos 1 (um)

Cada campo terá 13 metros de comprimento por 6,5 de largura. 13 m. Deve ser distanciado de qualquer obstáculo, se possível, pelo menos 1 (um) MINI-VOLEIBOL 2014/15 TORNEIO 4X4 Regulamento da Prova CAPÍTULO I INSTALAÇÕES E MATERIAL O Terreno de Jogo Cada campo terá 13 metros de comprimento por 6,5 de largura 13 m 6,5 m metro. Deve ser distanciado

Leia mais

ATLETISMO. Osvaldo Tadeu da Silva Junior

ATLETISMO. Osvaldo Tadeu da Silva Junior ATLETISMO Osvaldo Tadeu da Silva Junior OBJETIVO DA DISCIPLINA Conhecer, compreender e analisar os processos de ensino aprendizagem e treinamento das corridas; Conhecer, compreender e analisar os processos

Leia mais

Olimpíadas Especiais UBM/PMBM Regulamento Técnico 2014

Olimpíadas Especiais UBM/PMBM Regulamento Técnico 2014 Olimpíadas Especiais UBM/PMBM Regulamento Técnico 2014 I - DOS JOGOS Art.1 - A Olimpíada Especial UBM/PMBM tem por finalidade desenvolver o intercâmbio desportivo e social entre os atletas, professores

Leia mais

AS REGRAS DO VOLEIBOL

AS REGRAS DO VOLEIBOL AS REGRAS DO VOLEIBOL NÚMERO DE JOGADORES Cada equipa é composta, no máximo, por 12 jogadores inscritos no boletim de jogo. Apenas 6 jogadores ocupam o terreno de jogo ( 6 efectivos e 6 suplentes ). O

Leia mais

REGRAS OFICIAIS. 1.3. De cada lado deste quadrado será demarcada, à 7 metros da rede e paralela a esta, uma linha denominada linha da área de saque.

REGRAS OFICIAIS. 1.3. De cada lado deste quadrado será demarcada, à 7 metros da rede e paralela a esta, uma linha denominada linha da área de saque. REGRAS OFICIAIS 1. A QUADRA 1.1. A área de jogo trata-se de um retângulo de 10 metros de largura por 20 metros de comprimento. 1.2. Este retângulo será dividido na sua metade por uma rede, formando em

Leia mais

REGRAS DE JOGO POOL (8) e (9)

REGRAS DE JOGO POOL (8) e (9) REGRAS DE JOGO POOL (8) e (9) Introdução 1. Elementos intervenientes 1. 1. Um delegado 1. 2. Um árbitro 1. 3. Dois Jogadores (Conforme a competição), equipados de acordo com o estipulado pelo Bilhar Clube

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA

MINISTÉRIO DA DEFESA CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA MINISTÉRIO DA DEFESA CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA RECOMENDAÇÕES SOBRE O TESTE DE AVALIAÇÃO DO CONDICIONAMENTO FÍSICO (TACF) AO(À) FUTURO(A) ESTAGIÁRIO(A) DO EAOT/EIAC - 2013 PREPARE-SE

Leia mais

APOSTILA DE VOLEIBOL

APOSTILA DE VOLEIBOL APOSTILA DE VOLEIBOL O voleibol é praticado em uma quadra retangular dividida ao meio por uma rede que impede o contato corporal entre os adversários. A disputa é entre duas equipes compostas por seis

Leia mais

2014-2015. DSRLVT Coordenação Local do Desporto Escolar de Lisboa Cidade. Regulamento de Perícias e Corridas de Patins

2014-2015. DSRLVT Coordenação Local do Desporto Escolar de Lisboa Cidade. Regulamento de Perícias e Corridas de Patins 2014-2015 DSRLVT Coordenação Local do Desporto Escolar de Lisboa Cidade Regulamento de Perícias e Corridas de Patins 1 INTRODUÇÃO Pretende-se que os eventos sejam momentos especiais de convívio entre alunos

Leia mais

Nome: Turma : N.º. Grupo 1 (24 %) Basquetebol (Cada questão 3%)

Nome: Turma : N.º. Grupo 1 (24 %) Basquetebol (Cada questão 3%) Teste Escrito 1 Educação Física 3º CEB 1.º Período 2011/2012 Nome: Turma : N.º O Professor Encarregado de Educação Avaliação Lê atentamente as afirmações e as opções de resposta. De seguida, assinala na

Leia mais

Regulamento da Prova Funcional do Mangalarga Marchador

Regulamento da Prova Funcional do Mangalarga Marchador Regulamento da Prova Funcional do Mangalarga Marchador Art. 1º - A Prova Funcional do Mangalarga Marchador é uma prova técnica e ao cronômetro, reconhecida oficialmente pela ABCCMM, sendo composta por

Leia mais

PROJETO DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES TESTE DE APTIDÃO FÍSICA GARI

PROJETO DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES TESTE DE APTIDÃO FÍSICA GARI PROJETO DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES TESTE DE APTIDÃO FÍSICA GARI PARANAGUÁ 2011 TESTE DE APTIDÃO FÍSICA PARA SELEÇÃO DE GARI O candidato do sexo masculino que não alcançar a pontuação mínima de 50

Leia mais

REGULAMENTO II Maratona Voleibol do Nordeste (4x4)

REGULAMENTO II Maratona Voleibol do Nordeste (4x4) REGULAMENTO II Maratona Voleibol do Nordeste (4x4) CAPÍTULO I Instalações e Materiais Terreno de Jogo - Cada campo terá 13 metros de comprimento por 6,5 metros de largura. 1) Linhas de marcação - O campo

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONCURSO PÚBLICO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO GERAL CENTRO DE RECURSOS HUMANOS CONCURSO PÚBLICO

Leia mais

Realizando o ensaio de ultra-som

Realizando o ensaio de ultra-som Realizando o ensaio de ultra-som A UU L AL A Na aula anterior, você ficou sabendo que o ultra-som é uma onda mecânica que se propaga de uma fonte emissora até uma fonte receptora, através de um meio físico.

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL ANEXO III DO EDITAL N o 075/2011 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL 1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 - Os testes de aptidão física, de caráter

Leia mais

Informação Exame de Equivalência. à disciplina de: EDUCAÇÃO FÍSICA

Informação Exame de Equivalência. à disciplina de: EDUCAÇÃO FÍSICA Informação Exame de Equivalência à disciplina de: EDUCAÇÃO FÍSICA 3º Ciclo do Ensino Básico Ano letivo de 2011/12 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de exame de

Leia mais

Prof. Rogério Porto. Assunto: Cinemática em uma Dimensão III

Prof. Rogério Porto. Assunto: Cinemática em uma Dimensão III Questões COVEST Física Mecânica Prof. Rogério Porto Assunto: Cinemática em uma Dimensão III 1. Um atleta salta por cima do obstáculo na figura e seu centro de gravidade atinge a altura de 2,2 m. Atrás

Leia mais

Quadras Esportivas do CIUNI

Quadras Esportivas do CIUNI Universidade Federal de Lavras Pró- Reitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários Associação Acadêmica de Esportes AAE/LEUFLA Quadras Esportivas do CIUNI 2009 1 Sumário 1 Quadra de salão (construir) 2

Leia mais

Reis do Drible. Realização: 20 de Dezembro de 2015 Local: Rio de Janeiro

Reis do Drible. Realização: 20 de Dezembro de 2015 Local: Rio de Janeiro Reis do Drible Realização: 20 de Dezembro de 2015 Local: Rio de Janeiro As Regras para o evento Reis do Drible, foram formatadas e adaptadas a partir das regras originais do Futsal Brasileiro. ÍNDICE 01

Leia mais

O essencial sobre Autor: Francisco Cubal

O essencial sobre Autor: Francisco Cubal O essencial sobre Autor: Francisco Cubal 1 Qual a história do Voleibol? Em 1895 o professor de Educação Física G. Morgan, nos Estados Unidos, criou uma modalidade desportiva que, devido ao seu toque no

Leia mais

1 Regras dos Esportes de Verao da Special Olympics Basketball BASQUETEBOL

1 Regras dos Esportes de Verao da Special Olympics Basketball BASQUETEBOL 1 BASQUETEBOL As Regras Oficiais da Special Olympics devem governar todas as competições de Basquete da Special Olympics. Como um programa de esportes internacional, a Special Olympics criou estas regras

Leia mais

QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E MEDIÇÃO

QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E MEDIÇÃO QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E PÁGINA 01 DE 07 Dispositivo: Trena Padrão (30 m) Periodicidade de calibração: A cada dois anos Uso Método de calibração Tolerância Servir de padrão de referência

Leia mais

1. História do Voleibol. 2. Caracterização do Voleibol. 2. Regras do Voleibol. Documento de Apoio de Voleibol VOLEIBOL

1. História do Voleibol. 2. Caracterização do Voleibol. 2. Regras do Voleibol. Documento de Apoio de Voleibol VOLEIBOL VOLEIBOL 1. História do Voleibol O Voleibol foi criado em 1885, em Massachussets, por William G. Morgan, responsável pela Educação Física no Colégio de Holyoke, no Estado de Massachussets, nos Estados

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER EDIÇÃO 2015 REGULAMENTO ESPECÍFICO DO CICLISMO

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER EDIÇÃO 2015 REGULAMENTO ESPECÍFICO DO CICLISMO PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER EDIÇÃO 2015 REGULAMENTO ESPECÍFICO DO CICLISMO PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO

Leia mais

Art.2º- Os números de atletas por prova em suas respectivas categorias ficarão assim distribuídos:

Art.2º- Os números de atletas por prova em suas respectivas categorias ficarão assim distribuídos: REGULAMENTO ESPECÍFICO DE CICLISMO JEM S 2015 Art.1º- As competições serão regidas pelos regulamentos, normas e especificações técnicas da Confederação Brasileira de Ciclismo em tudo que não contrariar

Leia mais

A BICICLETA E O EQUIPAMENTO DO CICLISTA

A BICICLETA E O EQUIPAMENTO DO CICLISTA A BICICLETA E O EQUIPAMENTO DO CICLISTA NOVAS REGRAS DE POSICIONAMENTO PARA 2014 - Apenas a bike será verificada (Não é mais necessário o ciclista); - O ciclista estará livre para escolher uma das duas

Leia mais

O que é o Bitoque-rugby

O que é o Bitoque-rugby O que é o Bitoque-rugby O rugby é uma modalidade desportiva que envolve contacto físico entre os seus praticantes, sendo assim é de primordial importância que os praticantes joguem de acordo com as regras

Leia mais

Desafio Tecnológico Carro Mecatrônico

Desafio Tecnológico Carro Mecatrônico MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS DE PRESIDENTE EPITÁCIO Desafio Tecnológico Carro Mecatrônico 1. Descrição e Objetivos Propõe um desafio tecnológico

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE CICLISMO JERNS 2014

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE CICLISMO JERNS 2014 GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO, DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA COORDENADORIA DE DESPORTOS DESPORTO ESCOLAR CODESP REGULAMENTO ESPECÍFICO DE CICLISMO JERNS 2014 Art.1º- As competições

Leia mais

Protocolo dos Testes de Aptidão Física Funcional da Bateria de Testes de Rikli & Jones (1999)

Protocolo dos Testes de Aptidão Física Funcional da Bateria de Testes de Rikli & Jones (1999) Protocolo dos Testes de Aptidão Física Funcional da Bateria de Testes de Rikli & Jones (1999) 1. Levantar e Sentar na Cadeira Avaliar a força e resistência dos membros inferiores (número de execuções em

Leia mais

1. NO CARGO DE SOLDADO BOMBEIRO MILITAR NAS QUALIFICAÇÕES DO QUADRO DE BOMBEIRO MILITAR PARTICULAR (QBMP) DE COMBATENTE, GUARDA-VIDAS E MOTORISTA.

1. NO CARGO DE SOLDADO BOMBEIRO MILITAR NAS QUALIFICAÇÕES DO QUADRO DE BOMBEIRO MILITAR PARTICULAR (QBMP) DE COMBATENTE, GUARDA-VIDAS E MOTORISTA. ANEXO II TESTE DE APTIDÃO FÍSICA O Teste de Aptidão Física tem o objetivo de selecionar os candidatos cuja aptidão física seja compatível com o exercício da atividade de Bombeiro Militar e será realizado

Leia mais

horizontal, se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola ideal, cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida.

horizontal, se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola ideal, cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida. Exercícios: Energia 01. (UEPI) Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases abaixo. O trabalho realizado por uma força conservativa, ao deslocar um corpo entre dois pontos é da

Leia mais

Regulamento de Prova de Tiro Numero 1/2013. Duelo 20 segundos

Regulamento de Prova de Tiro Numero 1/2013. Duelo 20 segundos Regulamento de Prova de Tiro Numero 1/2013 Duelo 20 segundos FINALIDADE Regulamentar a Prova de Tiro Duelo 20 segundos no âmbito do Estande de Tiro do 2º Batalhão de Policia do Exercito. MODALIDADE Tiro

Leia mais

Gráficos: Q2)Para cada função posição x(t) diga se a aceleração é positiva, negativa ou nula.

Gráficos: Q2)Para cada função posição x(t) diga se a aceleração é positiva, negativa ou nula. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA-CFM DEPARTAMENTO DE FÍSICA FSC 5107 FÍSICA GERAL IA Semestre 2012.2 LISTA DE EXERCÍCIOS 2 - MOVIMENTO EM UMA DIMENSÃO Gráficos: Q1) Para cada gráfico seguinte de

Leia mais

Enquadramento... 1. Objetivos... 1. Alunos... 1. Professores estagiários... 1. Recursos... 1. Humanos... 1. Temporais... 2. Espaciais...

Enquadramento... 1. Objetivos... 1. Alunos... 1. Professores estagiários... 1. Recursos... 1. Humanos... 1. Temporais... 2. Espaciais... i Índice Enquadramento... 1 Objetivos... 1 Alunos... 1 Professores estagiários... 1 Recursos... 1 Humanos... 1 Temporais... 2 Espaciais... 2 Materiais... 2 Procedimentos de planeamento e organização...

Leia mais

Atletismo O LANÇAMENTO DO DARDO

Atletismo O LANÇAMENTO DO DARDO Atletismo O LANÇAMENTO DO DARDO A história do lançamento do dardo, pode ter sua origem na pré-história. Empregado, inicialmente na caça e, posteriormente na guerra, como arma de combate. É uma das provas

Leia mais

CAPÍTULO IV. Das Formas de Aplicação do TAF-3

CAPÍTULO IV. Das Formas de Aplicação do TAF-3 DEI - CSMFD - CENTRO DE SAÚDE MENTAL, FÍSICA E DESPORTOS - CEL PM OEZER DE CARVALHO - DIRETRIZ DE CONDICIONAMENTO FÍSICO DA POLÍ- CIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ( D-5 ) PUBLICAÇÃO Artigo 3º -

Leia mais

INICIAÇÃO AO ESPORTE. Um Guia Prático para Animadores de Atletismo para Crianças

INICIAÇÃO AO ESPORTE. Um Guia Prático para Animadores de Atletismo para Crianças INICIAÇÃO AO ESPORTE Um Guia Prático para Animadores de Atletismo para Crianças MINI-ATLETISMO IAAF - UMA ATIVIDADE DE EQUIPE PARA CRIANÇAS - Primeira Edição: 2002 Charles Gozzolli ( FRA) Elio Locatelli

Leia mais

Bateria de Medidas e Testes. Centros de Formação de Jogadores Federação Portuguesa de Voleibol

Bateria de Medidas e Testes. Centros de Formação de Jogadores Federação Portuguesa de Voleibol Bateria de Medidas e Testes Centros de Formação de Jogadores Federação Portuguesa de Voleibol 2004 Nota Introdutória A bateria de medidas e testes a ser aplicada nos centros de formação resulta de um conjunto

Leia mais

FAZ UM SMASH À ROTINA! REGRAS OFICIAIS WWW.AROUNDTHEFUTURE.PT

FAZ UM SMASH À ROTINA! REGRAS OFICIAIS WWW.AROUNDTHEFUTURE.PT FAZ UM SMASH À ROTINA! REGRAS OFICIAIS WWW.AROUNDTHEFUTURE.PT REGRAS OFICIAIS 1. O CAMPO 1.1. A área de jogo é um rectângulo de 10 metros de largura por 20 metros de comprimento. 1.2. Este rectângulo será

Leia mais

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ENGENHARIA 2014 NOTA AULA PRÁTICA No. 04 VETORES - 20 A 26 DE MARÇO PROF. ANGELO BATTISTINI NOME RA TURMA NOTA Objetivos do experimento: Nesta aula você deverá aprender (ou recordar) a representação

Leia mais

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES OBRA: ESTACIONAMENTOS DO COMPLEXO MULTIEVENTOS E CAMPUS DE JUAZEIRO CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES 1/5 PISOS EXTERNOS Pavimentação em Piso Intertravado de Concreto Conforme delimitado

Leia mais

3x3 Regras do Jogo. quadra se alguma for utilizada podem ser adaptadas ao espaço disponível

3x3 Regras do Jogo. quadra se alguma for utilizada podem ser adaptadas ao espaço disponível 3x3 Regras do Jogo As Regras do Jogo de Basquete Oficiais da FIBA são válidas para todas as situações de jogo não especificamente mencionadas nestas Regras do Jogo 3x3. Art. 1 Quadra e Bola O jogo será

Leia mais

SURVIVOR TRIP TRAIL 2014 Mountain Bike PRÓ 4ª etapa (PARQUE DO CHINA)

SURVIVOR TRIP TRAIL 2014 Mountain Bike PRÓ 4ª etapa (PARQUE DO CHINA) SURVIVOR TRIP TRAIL 2014 Mountain Bike PRÓ 4ª etapa (PARQUE DO CHINA) Regulamento 1. A PROVA: Local: Parque do China - ES Data: 19/10 Largada: 10:00h Percursos: 45 km 2. INSCRIÇÕES: 2.1. Datas e valores

Leia mais

07/05/2013. VOLEIBOL 9ºAno. Profª SHEILA - Prof. DANIEL. Voleibol. Origem : William Morgan 1895 ACM s. Tênis Minonette

07/05/2013. VOLEIBOL 9ºAno. Profª SHEILA - Prof. DANIEL. Voleibol. Origem : William Morgan 1895 ACM s. Tênis Minonette VOLEIBOL 9ºAno Profª SHEILA - Prof. DANIEL Origem : William Morgan 1895 ACM s Tênis Minonette GRECO, 1998 1 Caracterização: O voleibol é um jogo coletivo desportivo, composto por duas equipes, cada uma

Leia mais

Atualmente muito se tem ouvido falar e os estudos científicos. comprovam que a prática física diária é considerada um dos fatores

Atualmente muito se tem ouvido falar e os estudos científicos. comprovam que a prática física diária é considerada um dos fatores Atualmente muito se tem ouvido falar e os estudos científicos comprovam que a prática física diária é considerada um dos fatores que contribui efetivamente para uma melhor qualidade de vida do indivíduo.

Leia mais

Regras básicas e fudamentos do volei

Regras básicas e fudamentos do volei Regras básicas e fudamentos do volei História do volei O criador do voleibol foi o americano William George Morgan. Isto ocorreu em 9 de fevereiro de 1895. O volei foi criado com o intuito de ser um esporte

Leia mais

VELÓDROMO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

VELÓDROMO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO VELÓDROMO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO CLÍNICA DE TREINAMENTO COMITÊ OLÍMPICO BRASILEIRO Carlos Arthur Nuzman - Presidente COMPLEXO ESPORTIVO PARQUE AQUÁTICO & VELÓDROMO Sidney Cordeiro - Administrador

Leia mais

Art. 02 Este Regulamento Geral é o conjunto das disposições que regem as modalidades que integram a COPA SENAI 2010.

Art. 02 Este Regulamento Geral é o conjunto das disposições que regem as modalidades que integram a COPA SENAI 2010. COPA SENAI 2010 REGULAMENTO GERAL SESI SENAI - SP 2010 REGULAMENTO GERAL FASE INTERCLASSES I DOS OBJETIVOS Art. 01 A COPA SENAI 2010, tem por finalidade o bem estar e a integração do aluno perante a sociedade

Leia mais

PROJETO ESPORTE BRASIL PROESP-Br. Manual de testes e avaliação Versão 2015

PROJETO ESPORTE BRASIL PROESP-Br. Manual de testes e avaliação Versão 2015 PROJETO ESPORTE BRASIL PROESP-Br Manual de testes e avaliação Versão 2015 Adroaldo Gaya; Adriana Lemos; Anelise Gaya; Débora Teixeira; Eraldo Pinheiro & Rodrigo Moreira 1. O QUE É O PROESP-Br? O é um instrumento

Leia mais

REGATA PAIS E FILHOS 28 DE AGOSTO DE 2011

REGATA PAIS E FILHOS 28 DE AGOSTO DE 2011 IATE CLUBE DE ITAMARACÁ REGATA PAIS E FILHOS 28 DE AGOSTO DE 2011 INSTRUÇÃO DE REGATA 01 - REGRAS: 1.1 A Regata será regida pelas regras, tais como definidas na Regras de Regata a Vela 2009/2012. 1.2 A

Leia mais

AS REGRAS DO BASQUETEBOL

AS REGRAS DO BASQUETEBOL AS REGRAS DO BASQUETEBOL A BOLA A bola é esférica, de cabedal, borracha ou material sintéctico. O peso situa-se entre 600 g e 650g e a circunferência deve estar compreendida entre 75 cm e 78 cm. CESTOS

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CICLISMO COMUNICADO PISTA 2013

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CICLISMO COMUNICADO PISTA 2013 COMUNICADO PISTA 2013 Informações Gerais: - O uso de capacete rígido é obrigatório para todos os corredores dentro da pista e deve estar sempre abotoado, mesmo no aquecimento. - Os corredores não podem

Leia mais

Soluções Nível 1 5 a e 6 a séries (6º e 7º anos) do Ensino Fundamental

Soluções Nível 1 5 a e 6 a séries (6º e 7º anos) do Ensino Fundamental a e 6 a séries (6º e 7º anos) do Ensino Fundamental 1. (alternativa C) Os números 0,01 e 0,119 são menores que 0,12. Por outro lado, 0,1 e 0,7 são maiores que 0,. Finalmente, 0,29 é maior que 0,12 e menor

Leia mais

SÃO PAULO, DEZEMBRO 2014

SÃO PAULO, DEZEMBRO 2014 SÃO PAULO, DEZEMBRO 2014 Objetivo e público Programa para incentivar a prática esportiva nas escolas, democratizar o acesso ao esporte, desenvolver e difundir valores olímpicos e paraolímpicos entre estudantes

Leia mais

Projeto Esporte Brasil e a Detecção do Talento Esportivo: Adroaldo Gaya CENESP/UFRGS

Projeto Esporte Brasil e a Detecção do Talento Esportivo: Adroaldo Gaya CENESP/UFRGS Projeto Esporte Brasil e a Detecção do Talento Esportivo: Adroaldo Gaya CENESP/UFRGS Temas orientadores: 1) O conceito de talento esportivo 2) Procedimentos de detecção do talento esportivo 3) Aspectos

Leia mais

Corrida de Barreiras. José Carvalho. Federação Portuguesa de Atletismo

Corrida de Barreiras. José Carvalho. Federação Portuguesa de Atletismo Corrida de Barreiras José Carvalho F P A Federação Portuguesa de Atletismo CORRIDAS DE BARREIRAS José Carvalho Objectivo Ser capaz de realizar uma corrida com barreiras - ritmada em velocidade máxima.

Leia mais

Esfera e Sólidos Redondos Área da Esfera. Volume da Esfera

Esfera e Sólidos Redondos Área da Esfera. Volume da Esfera Aula n ọ 04 Esfera e Sólidos Redondos Área da Esfera A área de uma esfera é a medida de sua superfície. Podemos dizer que sua área é igual a quatro vezes a área de um círculo máximo, ou seja: eixo R O

Leia mais

REGULAMENTO PROVAS ESPORTIVAS. 11ª Gincana do Calouro Solidário Univille 2014

REGULAMENTO PROVAS ESPORTIVAS. 11ª Gincana do Calouro Solidário Univille 2014 REGULAMENTO PROVAS ESPORTIVAS 11ª Gincana do Calouro Solidário Univille 2014 Como parte das atividades, a Univille, em parceria com o Departamento de Educação Física, realizará, na 11ª Gincana do Calouro

Leia mais

Esportes de Interação com a Natureza

Esportes de Interação com a Natureza Esportes de Interação com a Natureza Aula 2 Canoagem e Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Apresentar dois esportes da categoria DE INTERAÇÃO COM A NATUREZA e suas principais regras. 2 Conhecer a história

Leia mais

Metabolismo a Mil Por Hora 2.0. ComoPerderBarriga.tv

Metabolismo a Mil Por Hora 2.0. ComoPerderBarriga.tv Metabolismo a Mil Por Hora 2.0 Aviso Legal Metabolismo a Mil Por Hora Você precisa ter a aprovação de um médico e de um profissional de educação física antes de começar este programa de exercícios, assim

Leia mais

MiniAtletismo - Iniciação ao Esporte

MiniAtletismo - Iniciação ao Esporte 1 MINIATLETISMO INICIAÇÃO AO ESPORTE Guia Prático de Atletismo para Crianças 1ª Edição Nacional 2 MINIATLETISMO INICIAÇÃO AO ESPORTE Guia Prático de Atletismo para Crianças 1ª Edição IAAF: 2002 Charles

Leia mais

FACULDADE SANTO AGOSTINHO DIREÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA COMPETIÇÃO DE ROBÔS

FACULDADE SANTO AGOSTINHO DIREÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA COMPETIÇÃO DE ROBÔS FACULDADE SANTO AGOSTINHO DIREÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EDITAL N 06/2015.2 COMPETIÇÃO DE ROBÔS 1. Da Apresentação A COMPETIÇÃO DE ROBÔS será um evento realizado durante

Leia mais

texto I partes I e II Língua Portuguesa e Matemática Futebol de rua De preferência os novos, do colégio.

texto I partes I e II Língua Portuguesa e Matemática Futebol de rua De preferência os novos, do colégio. partes I e II Língua Portuguesa e Matemática texto I Futebol de rua Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar do que a pelada. É o futebol de

Leia mais

Jogos Escolares de Belo Horizonte JEBH/2015. Regulamento Específico Ciclismo

Jogos Escolares de Belo Horizonte JEBH/2015. Regulamento Específico Ciclismo Jogos Escolares de Belo Horizonte JEBH/2015 Regulamento Específico Ciclismo Art. 1º - A competição de ciclismo dos Jogos Escolares de Belo Horizonte JEBH/2015 obedecerá às regras oficiais da UCI e da Confederação

Leia mais

Matemática. Atividades. complementares. 9-º ano. Este material é um complemento da obra Matemática 9. uso escolar. Venda proibida.

Matemática. Atividades. complementares. 9-º ano. Este material é um complemento da obra Matemática 9. uso escolar. Venda proibida. 9 ENSINO 9-º ano Matemática FUNDAMENTAL Atividades complementares Este material é um complemento da obra Matemática 9 Para Viver Juntos. Reprodução permitida somente para uso escolar. Venda proibida. Samuel

Leia mais

Ano Lectivo 2009 / 2010. Projecto Nestum Rugby nas Escolas Introdução ao Rugby XV e aos Seven s

Ano Lectivo 2009 / 2010. Projecto Nestum Rugby nas Escolas Introdução ao Rugby XV e aos Seven s Ano Lectivo 2009 / 2010 Projecto Nestum Rugby nas Escolas Introdução ao Rugby XV e aos História do Rugby no Mundo De acordo com a lenda da criação do rugby, a modalidade teve início por William Webb Ellis,

Leia mais

Campeonato Mineiro de Down Hill 2015 21 e 22 de Novembro Ouro Preto MG

Campeonato Mineiro de Down Hill 2015 21 e 22 de Novembro Ouro Preto MG Campeonato Mineiro de Down Hill 2015 21 e 22 de Novembro Ouro Preto MG Modalidade: Mountain Bike Down Hill O evento acontece na cidade mineira de Ouro Preto, nos dias 21 e 22 de Novembro de 2015, a organização

Leia mais

Caracterização. Objetivo

Caracterização. Objetivo VOLEIBOL Caracterização O voleibol é um jogo desportivo coletivo praticado por duas equipas, cada uma composta por seis jogadores efetivos e, no máximo, seis suplentes, podendo um ou dois destes jogadores

Leia mais

WELLNESS FITNESS. Artigo 001 - Introdução

WELLNESS FITNESS. Artigo 001 - Introdução WELLNESS FITNESS Artigo 001 - Introdução A categoria Wellness Fitness é destinada a mulheres que preferem desenvolver um físico menos musculoso, pouco atlético e esteticamente agradável, com uma relação

Leia mais

Energia conservada em uma mola. Introdução. Materiais Necessários

Energia conservada em uma mola. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução A energia é algo intangível e, portanto, as medidas de energia envolvem, necessariamente, processos de medidas indiretas. Em outras palavras, para medir energia, medimos outras grandezas

Leia mais

AAARP PROJETO ATLETISMO. Acreditamos no poder da transformação através do esporte. E CIDADANIA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO ATLETISMO DE RIBEIRÃO PRETO

AAARP PROJETO ATLETISMO. Acreditamos no poder da transformação através do esporte. E CIDADANIA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO ATLETISMO DE RIBEIRÃO PRETO Acreditamos no poder da transformação através do esporte. Foto: Matheus urenha PROJETO ATLETISMO E CIDADANIA AAARP ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO ATLETISMO DE RIBEIRÃO PRETO Troféu Brasil de Atletismo, Equipe

Leia mais

3 MODALIDADES DO CICLISMO

3 MODALIDADES DO CICLISMO 3 MODALIDADES DO CICLISMO Não há muitos registros sobre cada modalidade, além de haver uma variedade muito grande de informações sobre uma mesma modalidade. PORTE (1996), porém, nos relata sobre os vários

Leia mais

2.3 Tacada legal 2. 3. 1. Manutenção da mão; 2. 3. 2. Não anúncio de bola e bolsa; 2.4 Bolas embolsadas 2.5 Bolas fora da mesa 2. 5. 1.

2.3 Tacada legal 2. 3. 1. Manutenção da mão; 2. 3. 2. Não anúncio de bola e bolsa; 2.4 Bolas embolsadas 2.5 Bolas fora da mesa 2. 5. 1. Índice 1.1 Mesas Bolas Equipamento 1.2 Saída Posicionamento das bolas 1.3 Tacada 1.4 Bola não embolsada Turno 1.5 Ordem de saída 1.6 Abertura Saída 1.7 Jogo Começo 1.8 Abertura Desvio da bola branca 1.9

Leia mais

Prof. Rogério Porto. Assunto: Cinemática em uma Dimensão II

Prof. Rogério Porto. Assunto: Cinemática em uma Dimensão II Questões COVEST Física Mecânica Prof. Rogério Porto Assunto: Cinemática em uma Dimensão II 1. Um carro está viajando numa estrada retilínea com velocidade de 72 km/h. Vendo adiante um congestionamento

Leia mais

REGRAS DE FUTSAL (Principais Regras)

REGRAS DE FUTSAL (Principais Regras) REGRAS DE FUTSAL (Principais Regras) Tempo de jogo: 30 minutos (15 min. + 15 min.); Período de desconto de tempo: Cada equipa tem direito a 2 (um em cada parte) Duração: 1 minuto; Número de jogadores:

Leia mais

Atividade física adaptada

Atividade física adaptada Atividade Física Adaptada e Saúde para Todos Perspectivas Holística, Política, de Desenvolvimento e de Diversidade Atividade física adaptada Grupo alvo: portadores de deficiência mental Objetivos As atividades

Leia mais

Iate Clube do Rio de Janeiro

Iate Clube do Rio de Janeiro 18, 19, 20 e 21 de abril de 2015 IATE CLUBE DO RIO DE JANEIRO INSTRUÇÕES DE REGATA 01 - REGRAS: 01.1 A regata será regida pelas regras, tais como enumeradas nas definições das Regras de Regata a Vela 2013-2016

Leia mais